Panorama de Mercado 22/05/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. E continua intervenção do Banco Central no câmbio. Está mantido para hoje a oferta de USD 750 milhões em 15 mil novos contratos de swap cambial, bem como mais USD 211 milhões  para rolagem. E o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, acrescentou que o governo possui instrumentos para conter a volatilidade, com “forte colchão de liquidez”, em declaração que pode ter sido motivada pela atual pressão no câmbio que inclusive resultou em uma elevação de previsão para o dólar, segundo o Boletim Focus de ontem, que projetou a cotação para 3,43 no encerramento desse ano. Outro fator importante de ressaltar será a possibilidade do Banco Central atuar no mercado sem aviso prévio em caso de necessidade, entenda-se, aceleração no ritmo de alta. No exterior, dirigentes das regionais do Banco Central Americano, enviam recados controversos sobre política monetária. Enquanto Raphael Bostic afirma que o FED está muito perto de atingir suas metas de emprego e inflação, Patrick Harker afirma que não há pressa para subir o juro. É importante ressaltar que Bostic vota nas reuniões, Harker não. Na agenda americana de hoje temos a divulgação da atividade regional do Fed de Richmond às 11h. Sobre as negociações entre americanos e chineses, os países aproximam-se de um acordo para resolver a controvérsia sobre a gigante chinesa de telecomunicações  ZTE. Em outro sinal de aquecimento das relações, a China disse que irá reduzir as tarifas de importação de automóveis e de algumas peças de automóveis a partir de 1º de julho. O dólar opera em baixa nesta manhã lá fora, depois de um grande rali inspirado pelo aumento nos rendimentos dos títulos dos EUA, que mesmo acima dos 3%, hoje rende consideravelmente menos que o pico da semana passada quando bateu 3,128%. O presidente Michel Temer anunciará hoje, em evento do MDB, sua decisão de não concorrer à Presidência da República, e apresentará o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles como o candidato do partido. Já a ata do Copom, esclareceu que os membros chegaram a discutir a redução da taxa de juro na reunião da semana passada, mas entenderam ser a manutenção do juro como a melhor decisão diante do cenário externo e dólar mais alto.

 

 

Na agenda interna, O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Gradual Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários por "graves violações às normas legais e regulamentares". Além disso, o BC disse que o "comprometimento de sua situação econômico-financeira, bem como a existência de prejuízos que sujeitam a risco anormal seus credores, foram as razões que levaram à liquidação da empresa".

O Banco Central chegou a discutir reduzir a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana passada em função da inflação baixa e recuperação econômica mais fraca, mas acabou optando pela manutenção da taxa em 6,50 por cento, que defendeu como “melhor decisão possível” diante do choque externo e dólar mais alto. A expectativa majoritária do mercado era de que o BC faria novo e último corte de 0,25 ponto na Selic, tendo como pano de fundo a perda de força da atividade econômica brasileira e o comportamento favorável da inflação no país, fatores que, até então, o BC vinha sinalizando estar de olho para sua decisão sobre os juros.

O presidente Michel Temer anunciará hoje, em evento do MDB, sua decisão de não concorrer à Presidência da República, e apresentará o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles como o candidato do partido.

E continua intervenção do Banco Central no câmbio. Está mantido para hoje a oferta de USD 750 milhões em 15 mil novos contratos de swap cambial, bem como mais USD 211 milhões  para rolagem. E o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, acrescentou que o governo possui instrumentos para conter a volatilidade, com “forte colchão de liquidez”, em declaração que pode ter sido motivada pela atual pressão no câmbio que inclusive resultou em uma elevação de previsão para o dólar, segundo o Boletim Focus de ontem, que projetou a cotação para 3,43 no encerramento desse ano. Outro fator importante de ressaltar será a possibilidade do Banco Central atuar no mercado sem aviso prévio em caso de necessidade, entenda-se, aceleração no ritmo de alta. No exterior, dirigentes das regionais do Banco Central Americano, enviam recados controversos sobre política monetária. Enquanto Raphael Bostic afirma que o FED está muito perto de atingir suas metas de emprego e inflação, Patrick Harker afirma que não há pressa para subir o juro. É importante ressaltar que Bostic vota nas reuniões, Harker não. Na agenda americana de hoje temos a divulgação da atividade regional do Fed de Richmond às 11h. Sobre as negociações entre americanos e chineses, os países aproximam-se de um acordo para resolver a controvérsia sobre a gigante chinesa de telecomunicações  ZTE. Em outro sinal de aquecimento das relações, a China disse que irá reduzir as tarifas de importação de automóveis e de algumas peças de automóveis a partir de 1º de julho. O dólar opera em baixa nesta manhã lá fora, depois de um grande rali inspirado pelo aumento nos rendimentos dos títulos dos EUA, que mesmo acima dos 3%, hoje rende menos que o pico da semana passada quando bateu 3,128%.

 

 

Na agenda externa, Cerca de duas dezenas de jornalistas de organizações de notícias ocidentais e chinesas chegaram à Coreia do Norte nesta terça-feira para acompanhar o fechamento de uma instalação de testes nucleares, um sinal de que o desligamento ocorrerá apesar da incerteza diplomática persistente.

 

                              

Nas Bolsas, O mercados acionário de Xangai devolveu perdas anteriores e fechou estável nesta terça-feira, em meio a sinais de alívio nas tensões comerciais depois que os Estados Unidos e China se aproximaram de um acordo para resolver a controvérsia sobre a ZTE. No restante da região, os mercados eram pressionados por um dólar que enfraquecia a demanda por ativos de mercados emergentes, enquanto o aumento nos preços do petróleo provocava preocupações com a inflação e altas mais rápidas de juros nos Estados Unidos. Na Europa as principais bolsas apresentam cautela.

 

 

Nos Estados Unidos, temos a divulgação da atividade regional do Fed de Richmond às 11h.

 

Fonte: Reuters e Investing.com

Panorama de Mercado 21/05/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Uma trégua se desenha nesse início de semana após as tensões comerciais entre Estados Unidos e China entrarem em “modo de espera” de acordo com o secretário de tesouro americano, Steven Mnuchin. Outro fator que contribui para isso é o Banco Central Brasileiro, que decidiu triplicar sua oferta de swap cambial colocando um lote de USD 750 milhões em novos contratos. Em suma isso equivale à uma venda de moeda ao mercado futuro, no intuito de reduzir a volatilidade e a pressão sobre a alta da moeda. Resta saber se esse ritmo será capaz de reverter a tendência de alta, ou será mais um alívio momentâneo, como a estratégia parece mostrar, uma vez que o dólar continua forte no exterior.  Contudo, o BC informou que poderá também intervir no mercado sem aviso prévio caso entenda ser necessário. Como o cenário externo é que vem dando o tom do humor em maior parte, o modo de espera entre americanos e chineses, somado a decisão do BC, contribui para que o Real possa se recuperar nesta segunda-feira. No Exterior, alguns membros do FED falam durante o dia, Raphael Bostic 13h15, Patrick Harcker 15h15 e Neel Kashkari 18h30 são observados. Durante a semana teremos amanhã a divulgação da ata da reunião do Copom quando a instituição decidiu manter o juro inalterado no Brasil e na quarta-feira será a vez da prévia deste mês do IPCA-15, a inflação ao consumidor brasileiro. Também na quarta-feira sai a ata da reunião de maio do Federal Reserve, o Banco Central Americano, e, para encerrar a semana os mercados aguardam por Jerome Powell, presidente do FED, que participará de um painel de discussão sobre "Estabilidade financeira e transparência de Bancos Centrais" na conferência Sveriges Riskbank em Estocolmo na sexta-feira.

 

 

Na agenda interna, Uma trégua se desenha nesse início de semana após as tensões comerciais entre Estados Unidos e China entrarem em “modo de espera” de acordo com o secretário de tesouro americano, Steven Mnuchin. Outro fator que contribui para isso é o Banco Central Brasileiro, que decidiu triplicar sua oferta de swap cambial colocando um lote de USD 750 milhões em novos contratos. Em suma isso equivale à uma venda de moeda ao mercado futuro, no intuito de reduzir a volatilidade e a pressão sobre a alta da moeda. Resta saber se esse ritmo será capaz de reverter a tendência de alta, ou será mais um alívio momentâneo, como a estratégia parece mostrar, uma vez que o dólar continua forte no exterior. O BC informou que poderá também intervir no mercado sem aviso prévio caso entenda ser necessário. Como o cenário externo é que vem dando o tom do humor em maior parte, o modo de espera entre americanos e chineses, somado a decisão do BC, contribui para que o Real possa se recuperar nesta segunda-feira. No Exterior, alguns membros do FED falam durante o dia, Raphael Bostic 13h15, Patrick Harcker 15h15 e Neel Kashkari 18h30 são observados.

Amanhã, as atenções se voltam para a ata da reunião da semana passada do Comitê de Política Monetária (Copom), quando o BC driblou a taxa de juros e interrompeu o ciclo de cortes na Selic, na contramão das apostas majoritárias do mercado financeiro. Já na quarta-feira, é a vez da prévia deste mês da inflação ao consumidor (IPCA-15), que deve trazer os reflexos dos preços mais elevados do petróleo e do dólar. No mesmo dia, o foco se volta ao exterior, onde o Federal Reserve publica a ata da reunião de maio.

 

Na agenda externa, A guerra comercial dos Estados Unidos com a China está em "modo de espera" depois que as duas maiores economias do mundo concordaram em abandonar suas ameaças de imposição de tarifas enquanto trabalham em um acordo de comércio mais amplo.

Na sexta-feira, Jerome Powell, presidente do Banco Central Americano participa de um painel de discussão sobre "Estabilidade financeira e transparência de Bancos Centrais" na conferência Sveriges Riskbank em Estocolmo.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China avançaram nesta segunda-feira, com alívio das tensões comerciais depois que o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse que a guerra comercial com a China estava “em modo de espera”. No restante da região, o progresso nas negociações entre EUA e China também ajudou. Bolsas Europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos, alguns membros do FED falam durante o dia, Raphael Bostic 13h15, Patrick Harcker 15h15 e Neel Kashkari 18h30 são observados.

 

Fonte: Reuters e OliviaBulla

Panorama de Mercado 18/05/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. E a escalada da moeda continua nesse encerramento de semana com o Banco Central Brasileiro resistindo à uma atuação mais firme, leia-se, injeção de liquidez, em meio a deterioração do cenário externo para os emergentes. Para piorar, o juro projetado pelo título norte-americano de 10 anos (T-note), segue renovando altas em patamares superiores a 3% atraindo recursos que poderiam ser alocados em países de maior risco como o Brasil. Os investidores também seguem atentos as negociações entre Estados Unidos e China, que ainda não demonstram estar em processo de evolução nas tratativas. Nesta manhã alguns dirigentes de regionais do FED falam às 10h15 em dia que a agenda não reserva notícias de primeira linha tanto lá como cá.

 

Na agenda interna, O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 1,20 por cento na segunda prévia de maio, de 0,40 por cento no mesmo período do mês anterior.  

 

Na agenda externa, A alta do núcleo do índice de preços ao consumidor do Japão desacelerou em abril pelo segundo mês seguido, mostrando pouco da força inflacionária necessária para alcançar a meta de 2 por cento do banco central e desencorajando a instituição a sinalizar sua intenção de encerrar a política monetária ultrafrouxa.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China avançaram nesta sexta-feira, em meio a expectativas de que Pequim e Washington cheguem a um acordo em suas negociações comerciais. No restante da região rondavam estabilidade em meio à cautela em relação à evolução das negociações comerciais entre EUA e China. Bolsas Europeias com desempenhos mistos.

 

Nos Estados Unidos, discursos de dirigentes das regionais do FED às 10h15 marcam a agenda.

 

Fonte: Investing.com

Panorama de Mercado 17/05/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. E o Copom surpreendeu ao anunciar a manutenção da taxa Selic, quando se esperava por uma redução de 0,25% nesta reunião, afinal, o presidente do Banco Central foi em direção contrária a decisão da instituição dias atrás ao dizer que o BC tinha como foco principal a inflação. Mas a decisão de ontem acaba sendo benéfica pois alivia momentaneamente a pressão sobre o dólar, se o ambiente externo permitir é claro, e teve como pilar destacado no comunicado o “cenário externo”, justificando que o “balanço de riscos” tornou desnecessária nova redução moderada da taxa, entenda-se, dúvidas sobre a quantidade de aumentos do juro americano em 2018, eventual normalização de política monetária dos principais Bancos Centrais ao redor do planeta, evolução da atividade econômica e projeções de inflação. O que os mercados devem esperar do Banco Central Brasileiro daqui por diante é uma melhora na comunicação com os agentes. Como o ciclo de redução está próximo do fim, ou mesmo se encerrou, a depender da evolução dos dados econômicos aqui e a condução das políticas monetárias no exterior, a credibilidade de Ilan Goldfajn, não será questionada, afinal, mesmo com os erros de comunicação, a decisão parece ter sido de fato a melhor devido ao atual momento, sobretudo em relação a pressão cambial, que pode ser combustível para números de inflação maiores, mesmo sem a redução da taxa de juro no Brasil, fator esse que estava sendo pedido para se levar em consideração. Passado o Copom, segue a vida, e no exterior, monitoramento na nova rodada de negociações entre Estados Unidos e China e se iniciar hoje na tentativa de evitar uma guerra comercial. E o juro projetado pelo título norte-americano de 10 anos (T-note) continua superando a faixa de 3%, o que pode frear o ímpeto dos investidores nos mercados emergentes, em busca de opções mais seguras, e limitando em parte a correção do Real. Alguns membros do FED discursam hoje, Kashkari às 11h45 e Kaplan às 14h30, serão observados. Os pedidos de auxílio desemprego americano subiram mais do que o esperado na semana passada, atingindo a marca de 222 mil, todavia a taxa de desemprego caiu e está a curta distância da meta pretendida pelo FED.

 

 

Na agenda interna, O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo registrou baixa de 0,01 por cento na segunda quadrissemana de maio, contra variação negativa de 0,03 por cento na primeira leitura do mês.

 

 

Na agenda externa, Os Estados Unidos e a China iniciarão negociações comerciais nesta quinta-feira em uma tentativa de evitar uma guerra comercial, com o maior crítico da China na Casa Branca relegado a um papel secundário. Peter Navarro, assessor de indústria e comércio da Casa Branca, não terá um papel principal na equipe dos EUA, disseram duas autoriddes. Em vez disso, o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin; o secretário do Comércio, Wilbur Ross; e o Representante de Comércio, Robert Lighthizer, vão liderar a delegação norte-americana nas negociações com o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, principal assessor econômico do presidente Xi Jinping.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China recuaram nesta quinta-feira com os investidores retomando a cautela em meio a negociações comerciais com os Estados Unidos em Washington. Os EUA e a China iniciarão negociações comerciais hoje em uma tentativa de evitar uma guerra comercial.

 

Nos Estados Unidos, discursos de Kashkari às 11h45 e Kaplan às 14h30, membros de regionais do FED, serão observados.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 16/05/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. E o Copom deve divulgar hoje a redução da Selic em 0,25%, na expectativa de uma retomada na atividade econômica do País, aumento do consumo e por consequência da inflação. Quem também pode beneficiar esse movimento é o dólar. A acelerada alta da moeda observada nos últimos dias podem ter impacto inflacionário, e parte do mercado nem gostaria que o Copom reduzisse a Selic hoje, justamente para o efeito do diferencial de taxas entre Brasil e Estados Unidos não ficasse maior, afugentando capital estrangeiro e pressionando ainda mais as cotações, e também por acreditar que um eventual impacto inflacionário do câmbio deveria ser considerado pelo Banco Central. Mas como o presidente do BC praticamente cravou a queda na taxa Selic na reunião que se encerra hoje, será difícil ele se contradizer. Como o BC vem tendo uma atuação tímida no câmbio, com os leilões de swaps, após o anúncio da Selic, em caso de nova pressão cambial, a instituição pode ficar mais “a vontade” para reforçar suas atuações. Os agentes vão estar atentos ao comunicado que será emitido com a decisão. No exterior, a intenção do Banco Central Americano, em continuar com seu gradualismo na condução da política monetária, ainda gera muitas dúvidas. A revisão dos dados do varejo de março divulgada ontem, e comentários de dirigentes do FED, deram mais combustível para se calibrar apostas de um quarto aumento nesse ano, após declarações de “perspectivas muito boas” para a economia, por alguns dirigentes que veem como provável três ou “quatro” altas de juro indicarem “direção certa na política monetária”. Consenso mesmo, é que o FED deve anunciar seu segundo aumento do juro americano em Junho. Atualmente as projeções apontam 54% de chances da autoridade monetária americana acelerar sua política de juro em quatro oportunidades esse ano, e não três como precificado pelos mercados.  E por falar em Estados Unidos, vem de lá notícia importante. Às 10h15 será divulgada a produção industrial do país que pode continuar a dar pistas de como será o comportamento do FED a depender dos números. Os investidores ainda monitoram notícias sobre uma segunda rodada de negociações comerciais entre os EUA e China em Washington nesta semana, e digerem o cancelamento abrupto de Pyongyang de suas negociações com Seul, colocando em dúvida uma cúpula entre os EUA e a Coreia do Norte.

 

 

Na agenda interna, O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu uma liminar em habeas corpus para soltar Milton Lyra, lobista que estava preso desde abril e que é apontado como operador do MDB na Lava Jato.

Pré-candidato à Presidência pelo MDB, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles negou a possibilidade de vir a ser vice em uma chapa com o tucano Geraldo Alckmin. Visto como um candidato do mercado, Meirelles atribuiu ainda a alta do dólar às questões eleitorais. Segundo Meirelles, declarações de Marina e de Ciro propondo revisões de medidas tomadas pelo atual governo, como a reforma trabalhista, assustam o mercado, e trazem cautela aos investidores. O ex-ministro também atirou no líder das pesquisas Jair Bolsonaro, a quem chamou de extremista por suas posições na Câmara. Em uma análise otimista Meirelles afirmou que o país tem condições de manter um crescimento em torno de 3% ao ano nos próximos quatro anos mesmo sem as reformas.

E o Copom deve divulgar hoje a redução da Selic em 0,25%, na expectativa de uma retomada na atividade econômica do País, aumento do consumo e por consequência da inflação. Quem também pode beneficiar esse movimento é o dólar. A acelerada alta da moeda observada nos últimos dias podem ter impacto inflacionário, e parte do mercado nem gostaria que o Copom reduzisse a Selic hoje, justamente para o efeito do diferencial de taxas entre Brasil e Estados Unidos não ficasse maior, afugentando capital estrangeiro e pressionando ainda mais as cotações, e também por acreditar que um eventual impacto inflacionário do câmbio deveria ser considerado pelo Banco Central. Mas como o presidente do BC praticamente cravou a queda na taxa Selic na reunião que se encerra hoje, será difícil ele se contradizer. Como o BC vem tendo uma atuação tímida no câmbio, com os leilões de swaps, após o anúncio da Selic, em caso de nova pressão cambial, a instituição pode ficar mais “a vontade” para reforçar suas atuações.  

 

 

Na agenda externa, A economia do Japão contraiu mais do que o esperado no início do ano. A terceira maior economia do mundo encolheu 0,6 por cento em base anualizada, contra expectativa de queda de 0,2 por cento. A contração, provocada por quedas no investimento e no consumo e por um crescimento mais fraco da exportação, acontece em meio aos temores relacionados aos possíveis efeitos das políticas protecionistas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre as exportações.

A inflação nos 19 países que usam o euro foi de 1,2 por cento em abril em comparação com o ano passado, registrando uma taxa de 0,3 por cento na base mensal. Autoridades do BCE estão debatendo se encerram o esquema de compra de títulos de 2,55 trilhões de euros estabelecido há mais de três anos para elevar a inflação de volta à meta de perto mas abaixo de 2 por cento.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China recuaram nesta quarta-feira, com novas preocupações sobre a Coreia do Norte e a alta dos rendimentos dos títulos dos Estados Unidos afetando o otimismo nos mercados asiáticos enquanto os investidores aguardam notícias sobre uma segunda rodada de negociações comerciais entre os EUA e China em Washington nesta semana. Pyongyang cancelou abruptamente as negociações com Seul, colocando em dúvida uma cúpula entre os EUA e a Coreia do Norte. Bolsas Europeias operando em baixa.

 

Nos Estados Unidos, será divulgado a produção industrial do país às 10h15 e mais adiante os estoques de petróleo às 11h30.

 

Fonte: Reuters e Investing.com

Panorama de Mercado 15/05/2018

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Os mercados além de testarem a paciência do Banco Central, digerem os dados sobre as vendas no varejo americano. Começa hoje a reunião de política monetária, Copom, e a expectativa é de um novo corte do juro em 0,25%, indo ao piso histórico de 6,25%, em um movimento  baseado na inflação em baixa que justificaria a redução. O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse a tempos atrás que a instituição tem como foco principal e retomada da economia do país, e que a escalada do dólar terá efeito limitado sobre a inflação. Isso vai tornar ainda mais baixo o diferencial de taxas, entre Brasil e Estados Unidos que estão preparados para subir novamente sua taxa de juro em Junho. Em relação a pesquisa de intenção de votos CNT/MDA, divulgada ontem, os números não trouxeram muito ânimo aos agentes que viram o candidato de esquerda Ciro Gomes ter crescido, mesmo que de forma tímida. Vale lembrar que Marina Silva, segunda colocada nas pesquisas, também tem viés de esquerda, tendo sido formada na base do PT. Notícia importante vem da economia americana nesta manhã, onde as vendas no varejo do país marcaram alta moderada de 0,3%  em abril. O problema foi que o relatório também revisou os dados de março para cima, mostrando um aumento de vendas de 0,8% em vez do aumento de 0,6% registrado anteriormente. O juro projetado pelo título norte-americano de 10 anos (T-Note) volta a superar a marca dos 3%. E após a divulgação das vendas no varejo do país, saem às 11h dados dos estoques das empresas dos EUA em março e o índice de confiança das construtoras em maio. Um pouco mais tarde, às 17h, sai o fluxo de capital estrangeiro em março. Discurso de John Willians, membro votante do FED, às 14h, atrai atenções. Além disso, o indicado para o vice-presidente do Fed, Richard Clarida, bem como Michelle Bowman, que foi indicada para ser diretora do Fed, enfrentarão o Congresso.

 

 

Na agenda interna, O mercado não gostou nem um pouco dos números mais recentes sobre a corrida presidencial no Brasil, devido ao candidato de esquerda, Ciro Gomes (PDT), ter crescido na pesquisa CNT/MDA, mesmo que de forma tímida. Vale lembrar que Marina Silva, segunda colocada nas pesquisas, também tem viés de esquerda, tendo sido formada na base do PT.

Começa hoje a reunião do Comitê de Política Monetária, Copom, e após as declarações do presidente do BC, Ilan Goldfajn, de que a instituição entende que o repasse da pressão cambial à inflação tende a ser baixo, a expectativa é de um novo corte de 0,25% na taxa, indo ao piso histórico de 6,25%, resumindo, a inflação em baixa justifica a queda, que tende a ser a última do ano.

 

 

Na agenda externa, É improvável que a turbulência nos mercados financeiros da Argentina se espalhe para o restante da América Latina, exceto, possivelmente, para o Uruguai, disse um dos principais analistas da região na agência de classificação de risco Moody's, Mauro Leos, chefe da Moody's para América Latina e Caribe.

O crescimento da Alemanha desacelerou com força no primeiro trimestre do ano devido ao comércio e aos gastos estatais mais fracos. A maior economia da Europa cresceu 0,3 por cento nos três primeiros meses do ano, taxa mais fraca desde o terceiro trimestre de 2016, em tropeço que tende a ser temporário.

O crescimento econômico da zona do euro desacelerou nos três primeiros meses do ano e a produção industrial foi mais fraca do que o esperado em março. A Eurostat confirmou sua estimativa preliminar de que o Produto Interno Bruto (PIB) dos 19 países que usam o euro avançou 0,4 por cento no primeiro trimestre sobre os três meses anteriores, mesmo assim desacelerou.

A China divulgou dados de investimentos e vendas no varejo em abril mais fracos do que o esperado, prejudicando as perspectivas econômicas mesmo com as autoridades tentando enfrentar os riscos da dívida e evitar a disputa comercial com os Estados Unidos. O crescimento do investimento em ativos fixos desacelerou a 7 por cento entre janeiro e abril sobre o ano anterior. Já as vendas no varejo aumentaram 9,4 por cento em abril, contra expectativas de alta de 10,0 por cento e ritmo de 10,1 por cento em março. O ponto forte foi a produção industrial, que cresceu 7,0 por cento em abril.

 

                              

Nas Bolsas,  Os mercados acionários da China avançaram nesta terça-feira, uma vez que o otimismo em relação à inclusão de 234 empresas de grande porte do país no índice MSCI ajudou a superar as preocupações com a economia chinesa e a guerra comercial com os Estados Unidos. No restante da região, os dados chineses abaixo do esperado provocaram cautela, com os investidores ainda aguardando novos desdobramentos nas negociações comerciais entre China e Estados Unidos. Bolsas Europeias com desempenhos mistos.

 

Nos Estados Unidos, após a divulgação das vendas no varejo do país, saem às 11h dados dos estoques das empresas dos EUA em março e o índice de confiança das construtoras em maio. Um pouco mais tarde, às 17h, sai o fluxo de capital estrangeiro em março. Discurso de John Willians, membro votante do FED, às 14h, atrai atenções. Além disso, o indicado para o vice-presidente do Fed, Richard Clarida, bem como Michelle Bowman, que foi indicada para ser diretora do Fed, enfrentarão o Congresso.

 

Fonte: Reuters e Investing.com

Panorama de Mercado 14/05/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Por aqui, expectativa pela divulgação, às 11h, dos números da corrida eleitoral,  feito pela MDA a pedido da CNT já sem considerar a candidatura de Joaquim Barbosa. Os números podem ajudar a compreender para onde vão migrar os 10% de intenções de voto em Barbosa. E começa amanhã a reunião do Copom que deve decidir pela redução na taxa Selic na quarta-feira, à 6,25%, no que pode ser o último corte de juro desse ano no Brasil. A instituição promete avaliar os próximos passos, leia-se, índices inflacionários, antes de encerrar o ciclo de flexibilização. E nesta manhã foi divulgado o boletim Focus do Banco Central, que trouxe as seguintes estimativas para o final de 2018: Selic: 6,25%, IPCA: 3,45%, PIB: 2,51% e USD: 3,40. E o Banco Central Brasileiro, além de manter os leilões de rolagem de vencimentos às 11h30, busca injetar liquidez aos mercados, e ofertou já nesta manhã mais 5.000 novos contratos de swap. Durante a semana, os mercados financeiros globais irão se concentrar nos dados de vendas no varejo dos EUA, que deverão fornecer sinais mais claros sobre a força do mercado consumidor norte-americano. A divulgação será amanhã às 9h30, e pode ajudar no ajuste de apostas sobre quantas vezes o FED tende a elevar sua taxa de juro em 2018. Sobre isso, a presidente do FED de Cleveland, Loretta Mester, afirmou nesta manhã que espera ver a instituição manter sua política de gradualismo, acreditando que a inflação de 2%, meta do Banco Central Americano, somente será atingida de forma sustentável ao longo do próximo ano. Vendas no varejo mais acentuadas podem sinalizar aceleração no crescimento da economia do país, ao passo que um enfraquecimento do dado pode sugerir um declínio, tanto um quanto o outro, servem de parâmetro em relação as apostas do mercado em relação a inflação americana. O calendário econômico ainda vai trazer dados da produção industrial na quarta-feira às 10h15 e discursos de vários integrantes das regionais do FED, sempre analisados pelos agentes. Além disso, o indicado para o vice-presidente do Fed, Richard Clarida, bem como Michelle Bowman, que foi indicada para ser diretora do Fed, enfrentarão o Congresso amanhã para suas audiências de confirmação. Paralelamente, olho nas negociações entre Estados Unidos e China. Donald Trump, comprometeu-se a ajudar a ZTE a “voltar aos negócios”, possivelmente revertendo as sanções anteriores contra a empresa chinesa de telecomunicações.

 

 

Na agenda interna, Nesta semana, mercados financeiros globais irão se concentrar nos dados de vendas no varejo dos EUA, que deverão fornecer sinais mais claros sobre a força do mercado consumidor norte-americano. A divulgação será amanhã às 9h30, e pode ajudar no ajuste de apostas sobre quantas vezes o FED tende a elevar sua taxa de juro em 2018. Sobre isso, a presidente do FED de Cleveland, Loretta Mester, afirmou nesta manhã que espera ver a instituição manter sua política de gradualismo, acreditando que a inflação de 2%, meta do Banco Central Americano, somente será atingida de forma sustentável ao longo do próximo ano. Vendas no varejo mais acentuadas podem sinalizar aceleração no crescimento da economia do país, ao passo que um enfraquecimento do dado pode sugerir um declínio, tanto um quanto o outro, servem de parâmetro em relação as apostas do mercado em relação a inflação americana. O calendário econômico ainda vai trazer dados da produção industrial na quarta feira às 10h15 e discursos de vários integrantes das regionais do FED, sempre analisados pelos agentes. Além disso, o indicado para o vice-presidente do Fed, Richard Clarida, bem como Michelle Bowman, que foi indicada para ser diretora do Fed, enfrentarão o Congresso amanhã para suas audiências de confirmação. Por aqui, expectativa pela divulgação, às 11h, dos números da corrida eleitoral,  feito pela MDA a pedido da CNT já sem considerar a candidatura de Joaquim Barbosa. Os números podem ajudar a compreender para onde vão migrar os 10% de intenções de voto em Barbosa. E começa amanhã a reunião do Copom que deve decidir pela redução na taxa Selic na quarta-feira, à 6,25%, no que pode ser o último corte de juro desse ano no Brasil. A instituição promete avaliar os próximos passos, leia-se, índices inflacionários, antes de encerrar o ciclo de flexibilização. E nesta manhã foi divulgado o boletim Focus do Banco Central, que trouxe as seguintes estimativas para o final de 2018: Selic: 6,25%, IPCA: 3,45%, PIB: 2,51% e USD: 3,40. E o Banco Central Brasileiro, além de manter os leilões de rolagem de vencimentos às 11h30, entra com dinheiro novo já nesse início de manhã.

 

 

Na agenda externa, O Japão irá divulgar os dados preliminares sobre o crescimento econômico do primeiro trimestre às 08h50 de quarta-feira em horário de Tóquio (20h50 de terça-feira em horário de Brasília). E o Escritório de Estatísticas Nacionais do Reino Unido (ONS, na sigla em inglês) publicará o relatório mensal de empregos às 09h30 de amanhã, que será mais observado pelo que diz sobre os salários do que sobre as contratações. Na semana passada, o BoE manteve as taxas de juros como estavam anteriormente e disse que o fraco crescimento durante o início de 2018 provavelmente será apenas temporário, mas deseja ver uma recuperação na economia nos próximos meses antes de elevar os custos de crédito.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China avançaram nesta segunda-feira em meio a sinais de alívio nas tensões comerciais entre Pequim e Washington, enquanto os investidores aguardavam a lista final de inclusão das ações do país no índice MSCI. Bolsas Europeias operando com desempenhos mistos.

 

 

Nos Estados Unidos, O Federal Reserve deveria continuar com sua postura gradual em relação à alta da taxa de juros já que a inflação ainda não alcançou a meta de 2 por cento do banco central dos Estados Unidos de maneira sustentada, afirmou hoje a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester. Ela acrescentou acreditar que o patamar será atingido de forma sustentável ao longo do próximo ano. O Fed decidiu por unanimidade elevar os custos dos empréstimos em sua reunião de março e prevê mais duas altas dos juros para este ano, embora um número cada vez maior de autoridades veja três como uma possibilidade. Os membros do Fed elevaram os juros três vezes no ano passado. A taxa de juros do Fed está agora na faixa entre 1,50 e 1,75 por cento.

 

Fonte: Reuters e Investing.com

Panorama de Mercado 11/05/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. A semana termina com o Brasil divulgando que as vendas no comércio varejista do país subiram 0,3% em março, uma recuperação em relação a fevereiro, quando foi registrada queda de 0,2% no índice. No exterior teremos alguns discursos de membros do Banco Central Americano, e, às 11h saem a confiança do consumidor. E por falar em Estados Unidos, como observamos ontem, os dados de inflação ao consumidor contribuíram ativamente para subirem as apostas de gradualismo no juro do país, entenda-se mais duas altas e não três até dezembro, entretanto,  embora o CPI tenha tranquilizado, se mantém em aberto a possibilidade de que o FED possa se ver obrigado a quebrar a promessa de gradualismo e encerrar o ano com quatro altas do juro no total. A economia americana continua crescendo acima do esperado e o preço e produção de petróleo podem ser fatores de aumento na inflação do país, bem como os dados referentes ao mercado de trabalho, com uma taxa de desemprego a beira de atingir a meta que busca o FED. Dados dos salários também são monitorados de perto, porque podem projetar a capacidade de consumo da população influenciando diretamente nas apostas. Fora isso, a medida em que os meses de agosto e setembro se aproximarem, o cenário político brasileiro vai aumentar sua influência direta com o comportamento dos mercados. Com a saída de Joaquim Barbosa do páreo, os agentes vão monitorar para onde tende a migrar os votos que seriam dados à ele. Os mercados esperam por um candidato/chapa, com viés reformista, despontando nas pesquisas, o que não aconteceu até o momento. Em meio a tudo isso, temos a copa do mundo, que pode dar alguma trégua ao país do futebol, se o exterior não “atrapalhar”. E o presidente Donald Trump, anunciou que irá se encontrar com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, para um encontro histórico no dia 12 de junho em Cingapura, quando o líder dos EUA tentará persuadir Pyongyang a abrir mão de suas armas nucleares.

 

 

Na agenda interna, Os dados de inflação ao consumidor (CPI) e ao produtor (PPI) nos EUA, divulgados nesta semana, combinados com os números sobre o mercado de trabalho (payroll) no país, na sexta-feira passada, contribuem para as chances de apenas mais duas altas no juro norte-americano neste ano – em vez de três até dezembro. As leituras de todos esses indicadores abaixo do esperado enfraquece dólar e bônus, favorecendo bolsas e commodities. Entretanto, embora o CPI tenha tranquilizado, se mantém em aberto a possibilidade de que o FED possa se ver obrigado a quebrar a promessa de gradualismo e encerrar o ano com quatro altas do juro. A economia americana continua crescendo acima do esperado e o preço e produção de petróleo podem ser fatores de aumento na inflação do país, bem como os dados referentes ao mercado de trabalho, com uma taxa de desemprego a beira de atingir a meta que busca o FED. Dados dos salários também são monitorados de perto, porque podem projetar a capacidade de consumo da população influenciando diretamente nas apostas. Fora isso, a medida em que os meses de agosto e setembro se aproximarem, o cenário político vai ter ligação direta com o comportamento dos mercados. Com a saída de Joaquim Barbosa do páreo, os agentes vão monitorar para onde tende a migrar os votos que seriam dados à ele. Os mercados esperam por um candidato/chapa, com viés reformista, despontando nas pesquisas, o que não aconteceu até o momento. Em meio a tudo isso, temos a copa do mundo, que pode dar alguma trégua ao país do futebol, se o exterior não “atrapalhar”.

 

 

Na agenda externa, O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que os ataques aéreos de Israel direcionados a alvos iranianos na Síria são “apropriados” porque a República Islâmica havia “cruzado uma linha vermelha”.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China recuaram nesta sexta-feira, mas registraram o melhor desempenho semanal em quase três meses, com o interesse nas blue-chips chinesas se fortalecendo antes da inclusão de ações chinesas no índice MSCI no próximo mês. No restante da região, os mercados avançavam com o apetite dos investidores por ativos mais arriscados impulsionado pela inflação fraca nos Estados Unidos, o que ajudou a aliviar as preocupações com altas de juros mais rápidas pelo banco central do país. Bolsas Europeias operando com desempenhos mistos.

 

 

Nos Estados Unidos, O presidente Donald Trump, anunciou que irá se encontrar com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, para um encontro histórico no dia 12 de junho em Cingapura, quando o líder dos EUA tentará persuadir Pyongyang a abrir mão de suas armas nucleares.

 

Fonte: Reuters, Investing.com, OliviaBulla e Rosa Riscala

Panorama de Mercado 10/05/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios, reagindo ao CPI americano. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial Brasileira, ficou em 0,22% em abril, registrando uma aceleração em relação aos 0,09% de março, mas um pouco abaixo das expectativas, de acordo com o IBGE. O espaço para a redução da Selic é aberto em virtude de índices inflacionários baixos e da atividade econômica brasileira que se recupera em ritmo lento, enquanto o Banco Central Brasileiro observa o câmbio sem aumentar seu papel na intervenção para conter a alta da moeda. Está mantida para hoje às 11h30, a mesma quantidade de contratos de swap cambial, equivalentes a USD 445 milhões, sugerindo que o impacto do dólar na inflação parece não ser, no momento, a principal preocupação do BCB. No exterior, saiu um importante indicador da economia dos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor, que se recuperaram menos que o esperado em abril, subindo 0,2%, ante queda de 0,1% em março. A mediana das projeções apontavam para uma recuperação de 0,3%, com o núcleo cravando 0,2%. Com a atual alta no preço do petróleo, podemos observar em breve, pressão nos índices inflacionários do país, mas ao menos por enquanto, o CPI deu um alívio pontual para os agentes. Em relação aos pedidos de auxílio desemprego, os números se mantiveram inalterados, em baixa, ou seja, o mercado de trabalho americano está apontando para índices de pleno emprego, ou bem próximo disso. A taxa de desemprego caiu para 3,9% em abril, ante 4,1% em março. A taxa de desemprego prevista pelo Federal Reserve ao final deste ano é de 3,8%. E as rusgas entre China e Estados Unidos continuam mesmo com a viagem marcada dos Chineses à solo americano, na intenção de encontrar uma solução para a escalada de tensão após o anúncio de pesadas tarifas de importações pelos dois países. A China advertiu hoje que não mudará sua postura. “Nos opomos ao unilateralismo e ao protecionismo comercial. Os EUA devem se retratar das suas ameaças", afirmou um porta-voz do Ministério do Comércio, Gao Feng, durante entrevista coletiva em Pequim. No Brasil, a maioria dos ministros da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu rejeitar o recurso da defesa do ex-presidente Lula e manter o petista preso cumprindo pena no caso da condenação do processo do tríplex do Guarujá (SP), no julgamento que está sendo realizado pelo plenário virtual do colegiado. O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 1,12 por cento na primeira prévia de maio, contra 0,18 por cento no mesmo período do mês anterior. Na China, a inflação ao produtor acelerou pela primeira vez em sete meses em abril, impulsionada pela alta dos preços das commodities e sugerindo que a demanda industrial permanece resiliente mesmo diante das tensões comerciais com os Estados Unidos. O índice de preços ao produtor avançou 3,4 por cento em abril sobre o ano anterior. Mas a inflação ao consumidor desacelerou em relação ao mês anterior com os preços dos alimentos subindo a um ritmo mais lento. O índice de preços ao consumidor avançou 1,8 por cento sobre o ano anterior. Já em relação ao mês anterior, o índice caiu 0,2 por cento.

 

 

Na agenda interna, A maioria dos ministros da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu rejeitar o recurso da defesa do ex-presidente Lula e manter o petista preso cumprindo pena no caso da condenação do processo do tríplex do Guarujá (SP), no julgamento que está sendo realizado pelo plenário virtual do colegiado.

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 1,12 por cento na primeira prévia de maio, contra 0,18 por cento no mesmo período do mês anterior. O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

Depois de dois meses no vermelho, o Brasil voltou a registrar mais entrada do que saída de dólares em abril tanto pela balança comercial quanto pelos investimentos financeiros. O fluxo cambial do país registrou superávit de 14,394 bilhões de dólares no mês passado, maior resultado positivo desde julho de 2011, quando totalizou 15,825 bilhões de dólares. Parte dos recursos, 4,379 bilhões de reais, ingressou na bolsa de valores, que acumulou em abril em alta de 0,88 por cento. Além disso, até dia 23 de abril, segundo o Banco Central, já tinham ingressado no país em investimento direto 1,5 bilhão de dólares. O BC informou ainda que a conta comercial registrou superávit de 7,638 bilhões de dólares no mês passado, resultado de exportações de 21,517 bilhões de dólares e de importação de 13,878 bilhões de dólares.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,22% em abril, registrando uma aceleração em relação aos 0,09% de março de acordo com o IBGE.  

 

 

Na agenda externa, O banco central britânico decidiu manter a taxa de juros e disse que o crescimento fraco no início de 2018 deve ter sido apenas temporário. O Banco da Inglaterra disse que seus nove membros votaram por 7 a 2 pela manutenção dos juros em 0,5 por cento.

A inflação ao produtor na China acelerou pela primeira vez em sete meses em abril, impulsionada pela alta dos preços das commodities e sugerindo que a demanda industrial permanece resiliente mesmo diante das tensões comerciais com os Estados Unidos. O índice de preços ao produtor avançou 3,4 por cento em abril sobre o ano anterior. Mas a inflação ao consumidor desacelerou em relação ao mês anterior com os preços dos alimentos subindo a um ritmo mais lento. O índice de preços ao consumidor avançou 1,8 por cento sobre o ano anterior. Já em relação ao mês anterior, o índice caiu 0,2 por cento.

E as rusgas entre China e Estados Unidos continuam mesmo com a viagem marcada dos Chineses à solo americano, na intenção de encontrar uma solução para a escalada de tensão após o anúncio de pesadas tarifas de importações pelos dois países. A China advertiu hoje que não mudará sua postura. “Nos opomos ao unilateralismo e ao protecionismo comercial. Os EUA devem se retratar das suas ameaças", afirmou um porta-voz do Ministério do Comércio, Gao Feng, durante entrevista coletiva em Pequim.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China avançaram nesta quinta-feira, depois que dados mostraram que a demanda industrial chinesa continua forte, apesar da intensificação das tensões comerciais com os Estados Unidos. No restante da região, o setor de energia liderou a alta, conforme os preços do petróleo subiam depois da decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de deixar o acordo nuclear do Irã. Bolsas Europeias em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, índice de preços ao consumidor e os pedidos de auxílio desemprego semanal formam a agenda nesta quinta-feira.

 

Fonte: Reuters e Investing.com

Panorama de Mercado 09/05/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Após a decisão dos EUA de abandonarem o acordo com o Irã, os mercados monitoram o comportamento da commodity tendo em vista que a produção e exportação do produto, se afetada, pode influenciar diretamente na inflação do país, obrigando o BC Americano a acelerar sua política monetária, atraindo recursos para o país de risco zero, afugentando capitais de mercados considerados de maior risco, como o Brasileiro, isso sem dizer na ameaça de aumento na tensão geopolítica no Oriente Médio. E o presidente do Banco Central Brasileiro, Ilan Goldfajn, deu dicas de que, para a instituição, o foco atual é atingir as metas de inflação, portanto, a recente pressão do dólar não vai impedir o corte da Selic na próxima semana, deixando claro de que o momento de fortalecimento da moeda americana não é sua preocupação principal. Ele também disse que, o BC tem alguns “amortecedores”, para serem utilizados na hora certa. Bom, se for através do atual regime de intervenção ofertando swaps cambiais, a estratégia não demonstra suavizar os movimentos no câmbio como esperado. A instituição poderia vir a utilizar suas elevadas reservas, ou mesmo seus leilões de linha como armas mais poderosas e que foram postas na mesa semanas atrás, mas depois das declarações dadas ontem, fica difícil acreditar que isso acontecerá, ou seja, a turbulência tende a continuar, acrescentando o fato do Brasil estar vivenciando um momento de eleições. Vale lembrar que a nova redução na Selic, vai diminuir ainda mais o diferencial entre o juro praticado no Brasil e nos Estados Unidos, que oferta retorno maior, sem riscos. Em junho é projetado nova alta no juro americano. No calendário doméstico, espera-se pela divulgação,  por parte do Banco Central, às 12h30, dos números fechados de abril e parciais de maio, sobre a entrada e saída de dólares no país. No exterior, temos a divulgação dos preços no atacado americano, logo no início da manhã, que pode colocar na luz focos de pressão inflacionária. Também, Raphael Bostic, membro votante de regional do FED, discursa às 14h15.

 

 

Na agenda interna, O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo registrou variação negativa de 0,03 por cento na primeira quadrissemana de maio, repetindo a taxa com que encerrou abril.

No calendário do dia, espera-se pela divulgação,  por parte do Banco Central, às 12h30, dos números fechados de abril e parciais de maio, sobre a entrada e saída de dólares no país.

 

 

Na agenda externa, Países europeus se empenham em tentar salvar o acordo nuclear internacional com o Irã depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retirou seu país do pacto histórico, e Teerã expressou desprezo pelo líder norte-americano. A decisão eleva o risco de um aprofundamento nos conflitos no Oriente Médio, cria atrito entre os EUA e interesses diplomáticos e empresariais europeus e provoca incerteza a respeito dos suprimentos globais de petróleo. Os preços do petróleo subiram mais de 2 por cento ontem, e o Brent teve sua maior alta em três anos e meio.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China recuaram nesta quarta-feira, uma vez que as perdas em ações dos setores financeiro e imobiliário superaram os ganhos em energia. No restante da região, as novas sanções dos Estados Unidos contra Teerã, que foram consideradas como prejudiciais para muitas empresas que têm acordos com o Irã, pesaram sobre os mercados asiáticos. Bolsas Europeias operando com desempenhos mistos.

 

 

Nos Estados Unidos, O presidente Donald Trump, retirou o país de um acordo nuclear internacional com o Irã, aumentando o risco de conflitos no Oriente Médio, irritando aliados europeus e lançando incerteza sobre o fornecimento mundial de petróleo.

 

Fonte: Reuters e Broadcast