Panorama de Mercado 23/01/2020.

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀📊  ativos operando:  🏛🇺🇸 DÓLAR  -0,35% 💱🇪🇺 EURO -0,41% 🗞 .

 

Ibovespa futuro: -0,07%            .

 

No mercado de câmbio:

 

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar avançava contra o real nos primeiros negócios desta quinta-feira depois de ter baixa acentuada na sessão anterior, com os investidores voltando a ficar nervosos sobre o surto de coronavírus mortal na China.

Além disso, o IBGE divulgou nesta quinta-feira que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, subiu 0,71% em janeiro.

Às 9:07, o dólar avançava 0,28%, na venda.

No último pregão, o dólar interbancário fechou em queda de 0,71%, na venda, maior baixa desde 30 de dezembro.

Nesta sessão, o dólar futuro de maior liquidez operava em alta de 0,12%.

No Brasil,

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quarta-feira (22) que os projetos de lei que tratam da autonomia do Banco Central e da modernização da lei cambial podem ser aprovados no primeiro semestre deste ano. As matérias estão entre as prioridades de Maia para a pauta de votações de 2020.

“Vamos construir, a partir do início de fevereiro, essas pautas e as maiorias. Acho que já estão mais do que prontas para ir a voto, falta apenas a organização para o dia da votação”, assegurou Maia, após reunião com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, na Residência Oficial da Câmara.

Segundo o parlamentar, o calendário de votação ainda precisa ser negociado com líderes partidários e com bancadas.

“Vejo eles como prioridade para o calendário do primeiro trimestre. [Calendário ainda] não sei, temos que conversar com os líderes. Eu não posso organizar a pauta sozinho. Nós precisamos organizar o voto das bancadas. Então, para isso precisamos manter o bom diálogo com os líderes partidários. Acredito que tem espaço para isso [aprovar os dois projetos no primeiro semestre]”, afirmou Maia.

Autonomia

Atualmente, dois projetos tramitam no Congresso sobre a autonomia do Banco Central, um no Senado, aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em novembro do ano passado, e outro na Câmara, encaminhado pelo governo em abril de 2019.

No Brasil, há apenas o controle da inflação e, para alcançar a meta, em 4% para 2020, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 4,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A autonomia do BC é garantida com a perda do status de ministro de Estado do presidente do banco e com mandato fixo para o presidente e diretores da instituição, não coincidente com o do presidente da República.

Lei cambial

No final do ano passado, o governo federal propôs projeto da lei cambial para modernização do mercado de câmbio. Segundo o Banco Central, o projeto “tem por objetivo instituir um novo marco legal, mais moderno, mais conciso e juridicamente seguro para o mercado de câmbio e de capitais estrangeiros no Brasil e brasileiros no exterior”.

Reformas

Maia ainda afirmou que as reformas administrativa e tributária também podem ser aprovadas no primeiro semestre deste ano.

“Acredito que as duas reformas terão um bom espaço para debate e depois votação ainda no primeiro semestre, que, para mim, se encerra no dia 15 de julho”, disse.

Nos Estados Unidos,

O presidente Donald Trump reavivou a ameaça de uma guerra comercial com a União Europeia, com uma nova intimidação de cobrar tarifas sobre as exportações de automóveis na Europa, se a UE não concordar com um "novo acordo". Ele não especificou no que esse novo acordo implicaria, além de reclamar do tamanho do superávit da UE com os EUA (o que ele exagerou).

Trump disse à CNBC que, em sua reunião com a nova presidente da Comissão da UE, Ursula von der Leyen, na terça-feira que, na ausência de um novo acordo, ele iria "agir" sob a forma de "tarifas muito altas nos carros e outras coisas."

Os comentários expõem as persistentes divisões entre os EUA e UE, que foram encobertas no final de semana por comentários de uma trégua informal até o próximo ano. Fontes francesas relataram que a França havia concordado em suspender seus planos de um imposto sobre serviços digitais, o que afetaria amplamente os gigantes da tecnologia dos EUA até o próximo ano.

Na Europa,

LONDRES – O Reino Unido quer um acordo comercial com os Estados Unidos mas vai adotar um imposto de serviços digitais sobre as receitas de empresas como Google (NASDAQ:GOOGL), Facebook e Amazon (NASDAQ:AMZN), afirmou nesta quinta-feira a ministra dos Negócios britânica, Andrea Andreassom.

"Os Estados Unidos e o Reino Unido estão comprometidos em entrar em um acordo comercial e temos um relacionamento muito forte que remonta a séculos. Portanto, algumas das divergências que possamos ter sobre questões específicas não prejudicam de maneira alguma o excelente, forte e profundo relacionamento entre os EUA e o Reino Unido", disse Leadsom à Talk Radio.

"Sempre há negociações e conversas difíceis, mas acho que, no que diz respeito ao imposto sobre tecnologia, é absolutamente vital que essas grandes multinacionais que estão gerando quantias incríveis de receita e lucro sejam tributadas, e o que queremos fazer é trabalhar internacionalmente com o resto do mundo para cobrir isso com um regime adequado que garanta que elas estejam pagando sua parte justa."

Segundo o plano britânico, as empresas de tecnologia que gerarem pelo menos 500 milhões de libras (657 milhões de dólaraes) por ano em receita global pagarão uma taxa de 2% do dinheiro que ganham dos usuários do Reino Unido a partir de abril de 2020.

Na Asia,

XANGAI  – Os índices acionários da China recuaram cerca de 3% nesta quinta-feira, maior queda em quase nove meses, uma vez que os investidores se desfizeram de ações relacionadas a restaurantes, cinemas, companhias aéreas e parques temáticos após o isolamento da cidade de Wuhan para conter o coronavírus.

Autoridades de Wuhan, epicentro do surto do novo coronavírus que matou 17 e infectou quase 600 pessoas, fecharam as redes de transporte urbano e suspenderam voos.

As medidas drásticas assustaram investidores, que buscaram segurança nos títulos.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 3,1%, na maior perda diária em quase nove meses. O índice de Xangai teve queda de 2,75%.

O CSI300 marcou sua pior semana desde maio de 2019, enquanto o índice de Xangai teve a maior queda na semana desde agosto do ano passado. Os mercados financeiros da China ficarão fechados a partir de sexta-feira para o feriado de uma semana do Ano Novo Lunar.

As vendas se intensificaram à tarde conforme chegavam notícias sobre novos casos de infecção na China, e sobre o cancelamento de eventos de entretenimento.

 

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Panorama de Mercado 22/01/2020.

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Aos clientes e amigos,

 Bom dia  👀📊  ativos operando: 
🏛🇺🇸 DÓLAR  -0,53%
💱🇪🇺 EURO -0,52% 🗞
 
Ibovespa futuro: -0,44%

No mercado de câmbio:
Depois de tocar uma máxima em quase três semanas na véspera, o dólar era negociado em praticamente estável contra o real no início desta quarta-feira,  em meio à tímida redução dos temores sobre um surto de coronavírus na China.Às 9:10, o dólar recuava 0,09%, na venda.Na terça-feira, a moeda norte-americana terminou a sessão com ganho de 0,40% na venda, maior patamar para um encerramento desde 2 de dezembro do ano passado.O principal contrato de dólar futuro recuava 0,23% neste pregão.

No Brasil,
A bolsa paulista acompanhava o viés negativo de mercados no exterior nesta terça-feira, um dia após o Ibovespa renovar máxima histórica, com as ações da Cia Hering (SA:HGTX3) entre os destaques de baixa, desabando mais de 10%, após o desempenho das vendas no quarto trimestre decepcionarem investidores.Às 11:37, o Ibovespa caía 0,38%, a 118.412,48 pontos. O volume financeiro somava 4,1 bilhões de reais.No exterior, o número de mortos pelo surto de coronavírus na China subiu para seis nesta terça-feira, e as autoridades relataram um aumento em novos casos, com receios de que a cifra de infecção aumente ainda mais com as viagens de centenas de milhões de pessoas para o feriado do Ano Novo Lunar no final deste mês."O temor de que a doença se alastre para outros países e o que dá o tom de pessimismo para os investidores", afirmaram analistas da corretora Mirae Asset, em nota a clientes.Wall Street, que retorna de fim de semana prolongado por feriado na segunda-feira, também abriu em queda.Investidores também estão atentos ao Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça nesta semana. O Brasil está sendo representado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, que, entre outros comentários, disse que o Brasil vai abrir compras do governo a estrangeiros e que a economia poderá ter crescimento de 2,5% este ano.

Nos Estados Unidos,
A economia dos Estados Unidos estaria crescendo a um ritmo próximo de 4% se não fosse o efeito prolongado dos aumentos de juros pelo Federal Reserve, disse o presidente norte-americano, Donald Trump, à CNBC em entrevista nesta quarta-feira."Agora, com tudo isso, se não tivéssemos feito um grande aumento nos juros, acho que estaríamos perto de 4%", disse Trump à CNBC."E eu poderia ver de 5 a 10 mil pontos a mais no Dow. Mas foi demais quando eles aumentaram a taxa. Foi apenas um grande erro".O Produto Interno Bruto dos EUA aumentou a uma taxa anualizada de 2,1% no terceiro trimestre de 2019.Trump nomeou Jerome Powell no final de 2017 para suceder Janet Yellen como chairman do Fed, mas ele azedou a relação com o ex-advogado e banqueiro de investimentos em 2018 depois que Powell guiou o Fed através de uma série de aumentos da taxa de juros.Trump já chamou os aumentos de "ridículos", e acusou o Fed de minar o crescimento econômico dos EUA.O banco central dos norte-americano subsequentemente cortou os juros três vezes em 2019.Em sua entrevista à CNBC, Trump também disse que a proibição da frota 737 MAX da Boeing (N:BA) e a greve na General Motors (N:GM) haviam pressionado a economia.


Na Europa,
O caso de um corte na taxa de juros no Reino Unido recebeu um golpe dos dados mais fortes do que o esperado do mercado de trabalho. Instituto Nacional de Estatísticas Britânico (Office for National Statistics) registrou um aumento de 208.000 em empregos nos três meses até novembro, quase o dobro da estimativa de consenso.A libra subia 0,3% após as notícias, mas não conseguiu romper a tendência de queda desde que a euforia inicial na vitória eleitoral de Boris Johnson começou a desaparecer em meados de dezembro.Também houve notícias mais animadoras da Alemanha, onde a pesquisa do ZEW sobre o sentimento dos investidores atingiu seu nível mais alto em quatro anos em janeiro. Isso após um relatório do Bundesbank da Alemanha na segunda-feira, sugerindo que o principal setor manufatureiro poderia começar a se reerguer no início deste ano.O euro subia acima de US$ 1.1100 pela primeira vez desde sexta-feira em resposta.

Na Asia,
Uma onda de aversão ao risco atingiu os mercados de ações globais, pois a disseminação de um vírus semelhante à pneumonia pela China desencadeou preocupações com o crescimento chinês, enquanto o rebaixamento da Moody no classificação de crédito de Hong Kong também continuou pesando no otimismo dos investidores.O chamado coronavírus já matou quatro pessoas, com centenas de casos confirmados em todo o país, tem aumentando o medo de uma reprise da epidemia de SARS há quase 20 anos. As autoridades confirmaram que a doença pode ser transmitida de pessoa para pessoa.Às 8h30 (horário de Brasília), os futuros do Dow caíam 78 pontos, ou 0,3%, enquanto futuros do S&P 500 caíam 0,4% e os futuros Nasdaq 100 caíam 0,5%.No início do dia, os índices de ações chineses haviam caído entre 1,4% e 2,0%, enquanto o Euro Stoxx 50 caía 0,8% e o Reino Unido FTSE 100 caía 1,2%.

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Panorama de Mercado 21/01/2020.

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Bom dia  👀📊  ativos operando:  🏛🇺🇸 DÓLAR  +0,37% 💱🇪🇺 EURO +0,12% 🗞 .

 

Ibovespa futuro: +0,29%            .

 

No mercado de câmbio:

 

SÃO PAULO – O dólar operava em alta contra o real nos primeiros negócios desta terça-feira, com os investidores evitando apostas arriscadas devido aos temores sobre um vírus chinês.

A cautela também predominava após o presidente norte-americano, Donald Trump, dizer que a maioria das tarifas será mantida na Fase 2 de um acordo comercial com a China.

Às 9:07, o dólar avançava 0,38%  na venda.

Na sessão anterior, o dólar à vista fechou em alta de 0,59% na venda.

O contrato mais líquido de dólar futuro avançava 0,31% na B3.

No Brasil,

Seguindo os mercados internacionais, o índice futuro do Ibovespa começa a terça-feira com queda de 0,65% aos 118.310 pontos, com o dólar somando 0,29%. O mercado segue atento ao cenário externo depois do feriado da véspera nos Estados Unidos. Por aqui, dados da inflação centram as atenções dos investidores com a divulgação da segunda prévia do IGP-M de janeiro, sendo que, na quarta-feira, serão anunciados os números do IPCA-15.

– Cenário Interno

IGP-M

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,57% no segundo decêndio de janeiro. No segundo decêndio de dezembro, a taxa havia sido 2,06%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 2,85% no segundo decêndio de dezembro para 0,67% no segundo decêndio de janeiro. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais variaram 0,70% em janeiro, após alta de 3,24% em dezembro. A maior contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 7,15% para 1,28%.

O índice referente a Bens Intermediários subiu 1,24% no segundo decêndio de janeiro, ante 0,35% no mesmo período de dezembro. O destaque coube ao subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 0,48% para 4,70%.

Nos Estados Unidos,

DAVOS, Suíça  – A milhares de quilômetros de seu julgamento de impeachment nos Estados Unidos, o presidente norte-americano Donald Trump ocupou o centro do palco em Davos nesta terça-feira para divulgar o sucesso da economia de seu país.

Trump, que está participando de sua segunda reunião de líderes políticos e empresariais globais no Fórum Econômico Mundial, disse a um auditório lotado que o Federal Reserve reduziu a taxa de juros dos EUA muito lentamente.

Seu discurso abordou alguns dos temas que Trump explorou quando se dirigiu ao Fórum Econômico Mundial pela primeira vez há dois anos.

 

Na Europa,

PARIS – Funcionários franceses do setor de energia que protestam contra a reforma previdenciária do presidente Emmanuel Macron cortaram a energia para o maior mercado atacadista de alimentos frescos do mundo, o Rungis, perto de Paris, nesta terça-feira, informou o braço do setor de energia da central sindical CGT.

Uma porta-voz do Mercado Internacional de Rungis disse que a energia de emergência foi acionada quando a interrupção começou, e que não houve paralisação no comércio. O corte de energia durou 90 minutos.

"A fonte de energia de Rungis foi cortada esta manhã", escreveu a filial local do CGT no Facebook.

A falta de energia também interrompeu os serviços do ônibus Orlyval, que serve Orly, o segundo aeroporto mais movimentado da capital francesa.

O corte dos suprimentos de energia ressalta a crescente determinação dos sindicatos de esquerda da França de recorrer a ações brutais, depois que uma onda de greves e protestos de rua desde o início de dezembro fracassou em forçar Macron a recuar na reforma do sistema de pensões.

Macron quer otimizar o sistema previdenciário bizantino da França e oferecer incentivos para que as pessoas permaneçam no trabalho por mais tempo para pagar um dos benefícios de aposentadoria mais generosos do mundo.

O mundo girae a ADVANCED informa VOCÊ.

Panorama de Mercado 20/01/2020.

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀📊  ativos operando:  🏛🇺🇸 DÓLAR  +0,39% 💱🇪🇺 EURO +0,36% 🗞 .

 

Ibovespa futuro: 0,34%            .

 

No mercado de câmbio:

O dólar inicia a semana em leve alta contra o real, em dia de liquidez reduzida devido a feriado nos Estados Unidos e com os investidores atentos à participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, no Fórum Econômico de Davos.

Recentemente, a incerteza sobre o fluxo e a falta de atuação do Banco Central também colaboraram para a alta do dólar.

Na sexta-feira, o dólar interbancário fechou em baixa de 0,63% na venda, mais forte desvalorização desde 30 de dezembro.

Neste pregão, o contrato mais negociado de dólar futuro avançava 0,28%.

No Brasil,

Jair Bolsonaro

O presidente da República viaja nesta segunda-feira para o Rio de Janeiro, onde se encontra com o prefeito Marcelo Crivella. Em seguida, se reúne com o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, almoçando com o almirantado.

Na parte da tarde, retorna à Brasília.

– Paulo Guedes

O ministro da Economia participa da abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

O índice futuro do Ibovespa inicia a semana com queda de 0,24% aos 118.500 pontos, com o dólar somando 0,23% . O período reserva a divulgação de importantes indicadores, como o IPCA-15, na quarta-feira, e o IGP-M do 2º decêndio na terça-feira. Nos EUA, com o feriado de hoje, os próximos dias serão mais tranquilos, sem indicadores de grande destaque na agenda, com o principal, PMI Composto, sendo divulgado na sexta-feira.

– Cenário Interno

ICMS

Uma proposta do presidente Jair Bolsonaro de alterar a cobrança do ICMS sobre combustíveis para reduzir preços da gasolina e do diesel tem potencial para realmente diminuir custos, mas deve enfrentar uma forte oposição política que pode tornar muito difícil ou inviável sua aprovação, disseram advogados à Reuters.

O presidente disse a jornalistas que o ICMS, um tributo estadual, deveria incidir sobre preços nas refinarias, e não no consumo. Na quinta-feira, ele afirmou que apresentou proposta nesse sentido ao Ministério de Minas e Energia, mas não forneceu detalhes.

Atualmente, a maior parte dos Estados recolhe o ICMS junto a produtores, distribuidores ou importadores com base em um preço estimado da venda ao cliente nos postos, que já leva em consideração margens de lucro em todos os elos da cadeia até a chegada aos consumidores finais.

“Você tem hoje o ICMS final incidindo sobre uma base que é o preço final para o consumidor. A ideia do presidente imagino que seja concentrar o ICMS no produtor, onde a base (a ser tributada) é menor, desonerando as demais etapas da cadeia. Por conta disso você teria redução do preço”, explicou o sócio da área tributária do escritório Veirano Advogados, Filipe Richter.

 

Nos Estados Unidos,

O S&P 500 teve um forte início em janeiro, alta de 3% até agora neste ano, impulsionado por uma trégua na guerra comercial Estados Unidos-China, baixas taxas de juros e sinais de que a economia permanece saudável.

Os analistas preveem, em média, que os relatórios mostrem que os resultados por ação do S&P 500 caíram 0,8% no quarto trimestre, com resultados de tecnologia vistos em alta de até 0,6%, de acordo com dados do IBES da Refinitiv.

Os investidores estão analisando além dos resultados do quarto trimestre, o que as empresas podem dizer sobre perspectivas e planos de investimento à luz do recentemente assinado acordo comercial de Fase 1 entre Washington e Pequim.

As estimativas de lucro para o quarto trimestre já enfraqueceram um pouco na última semana, à medida que os relatórios iniciais de grandes bancos e outras empresas foram saindo.

 

Na Europa,

A economia alemã deve ter crescido no ano passado ao ritmo mais lento desde a crise da dívida da zona do euro, pressionada por uma desaceleração das exportações que foi apenas parcialmente compensada pela força doméstica, afirmou o banco central do país nesta segunda-feira.

A Alemanha, potência de exportação da Europa, está sofrendo o impacto de uma desaceleração econômica na China e uma guerra comercial global iniciada pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O Bundesbank estima que a economia alemã tenha expandido apenas 0,6% no ano passado, o que tornaria 2019 o pior ano desde 2013, quando a zona do euro estava começando a emergir de uma crise de dívida que quase derrubou o euro.

A atividade manufatureira, o forte da Alemanha nos últimos anos de impulso, "declinou fortemente e em uma ampla gama de setores" à medida que as exportações e os investimentos de capital passavam por dificuldades, disse o Bundesbank.

No lado positivo, os setores de serviços e construção continuaram crescendo, acrescentou o banco central alemão.

 

 

 

Panorama de Mercado 17/01/2020

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  ⬇ ➖0,05%  💱 🇪🇺 EURO ⬇  ➖0,27%  🗞.

 

Ibovespa futuro: 0,30%                            Ásia: 0,05%

Dow Jones Futuro: 0,20%                       Europa (Frankfurt): 0,50%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. O crescimento da China desacelerou a 6,1% em 2019, de 6,6% em 2018. Comparado a números globais ainda podem ser considerados dados fortes, mas para os asiáticos se trata da expansão mais fraca desde 1990. A meta de crescimento chinesa para o ano passado estava na faixa entre 6% a 6,5% e o que se comenta é que ela será reduzida à 6% em 2020, em março sai o anúncio. Mas, reagindo à medidas de estimulos ao crescimento tivemos a produção industrial, investimento e vendas no varejo subindo mais do que o esperado em dezembro, o que significa dizer que a economia asiática pode estar em modo resiliente e diante da assinatura do acordo referente a fase um das tratativas comerciais com os americanos tende a caminhar para recuperação se forem lançadas mais medidas de apoio. A conferir. Já na zona do euro, os preços nos 19 países que usam a moeda única subiram 0,3% em dezembro sobre o mês anterior. As expectativas para o bloco em relação a crescimento e inflação permanecem moderadas. Por aqui, o Real tem sofrido nesses dias diante da escassez de fluxo, chances de queda na Selic, e um IBC-Br, indice de atividade econômica considerado uma prévia do PIB que trouxe alguma melhora em novembro mas revisou para baixo o mês de outubro, isso sem mencionar a ausência do Banco Central Brasileiro até o momento. Com a atividade economica brasileira patinando, chance de nova redução do juro em fevereiro, e diminuição do otimismo por parte do investidor em relação ao crescimento do país, temos fatores de pressão no ambiente de negócios, além da volatilidade observada. Na agenda americana, dados do setor imobiliário (10H30), produção industrial (11H15) e a preliminar da confiança do consumidor (12H) encerram a semana.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆    INDEX: 0,12 %  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇    FUTURO: 0,02%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de fevereiro).

 

Na agenda interna, O IPC-S de 15 de janeiro de 2020 registrou variação de 0,48%, ficando 0,09 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa divulgada na última apuração.

 

Na agenda externa, A maior contribuição dos custos de energia impulsionou a inflação na zona do euro em dezembro, mostraram dados nesta sexta-feira, quando a agência de estatísticas da União Europeia confirmou a estimativa anterior de que os preços aumentaram 1,3% em dezembro sobre o ano anterior. A Eurostat também confirmou a estimativa anterior de que os preços nos 19 países que usam o euro subiram 0,3% em dezembro sobre o mês anterior. A contribuição da energia sobre o índice anual passou de -0,33 ponto percentual em novembro para +0,02 ponto em dezembro, respondendo pela diferença entre a taxa de 1,0% em novembro e a de 1,3% em dezembro. O Banco Central Europeu tem como meta inflação abaixo mas próxima de 2,0%.

O crescimento da China desacelerou a 6,1% no ano passado, de 6,6% em 2018, mostraram dados da Agência Nacional de Estatísticas. Embora ainda forte segundo padrões globais, e dentro da meta do governo, foi a expansão mais fraca desde 1990. Fontes disseram à Reuters que Pequim planeja determinar uma meta de crescimento mais baixa de cerca de 6% este ano ante 6% a 6,5% do ano passado, contando com maiores gastos em infraestrutura para conter uma desaceleração mais profunda. As metas devem ser anunciadas em março. Mas, reagindo à medidas de estimulos ao crescimento tivemos a produção industrial, investimento e vendas no varejo subindo mais do que o esperado em dezembro, o que significa dizer que a economia asiática pode estar em modo resiliente e diante da assinatura do acordo referente a fase um das tratativas comerciais com os americanos tende a caminhar para recuperação lançando mais medidas de apoio. Saberemos em breve.

 

Nas Bolsas, Os mercados de ações asiáticos seguiram Wall Street e fecharam em alta nesta sexta-feira, depois que a China registrou um crescimento econômico de 6,1% em 2019 e Washington e Pequim assinaram um acordo comercial provisório, chamado de “fase 1”. O índice Xangai Composto fechou em leve alta de 0,05%, a 3.075,50 pontos, mas o Shenzen recuou 0,29%, com 1.806,28 pontos.  Bolsas europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos, Dados do setor imobiliário (10H30), produção industrial (11H15) e a preliminar da confiança do consumidor (12H) encerram a agenda semanal.

 

ADVANCED – “A sua escolha em câmbio”.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 16/01/2020

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  ⬇ ➖0,15%  💱 🇪🇺 EURO ⬇  ➖0,03%  🗞 .

 

Ibovespa futuro: 0,40%                            Ásia: -0,52%

Dow Jones Futuro: 0,20%                       Europa (Frankfurt): -0,10%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Se a dias atrás o que estava por trás do comportamento do mercado era exclusivamente o ambiente externo, sobretudo por questões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã que ocasionavam a alta acelerada do preço do petróleo e por consequência acrescentava ao cenário discussões em torno do aumento dos combustíveis que poderiam desencadear um quadro inflacionário pressionado, nesta semana os olhos se voltaram para dados da economia doméstica ainda mais após a produção industrial de novembro assustar e registrar o pior mês de novembro em 4 anos. Isso lançou olhares para outros dados que foram sendo esclarecidos, e o que vimos foi uma ligeira variação negativa no setor de serviços tal qual as vendas no varejo decepcionarem no mesmo período, novembro. Por isso, fica a sensação para parte dos agentes de que a recuperação da atividade econômica do país ainda é lenta e pode patinar até ganhar a tração necessária para acelerar. Em meio ao receio, o governo federal através do ministério da economia diz que o ano de 2019 deve registrar alta do PIB a 1,12% e que em 2020 o patamar pode alcançar a marca de 2,40%. O investidor analisa e espera a confirmação através dos números de atividade, que essa semana não foram os melhores, jogando um pouco de areia no otimismo. Quem ajuda a minimizar parcialmente a frustração dos números da semana, é o IBC-Br, índice de atividade econômica do Banco Central, referente ao mês de novembro, considerado sinalizador do PIB e que apontou alta de 0,18% na comparação com o mês anterior, acima da expectativa. Na comparação com novembro de 2018, o ganho foi de 1,10%, e no acumulado em 12 meses, alta de 0,90%. Ademais, todos esperam que o acordo comercial entre americanos e chineses traga perspectivas mais positivas na relação entre as maiores economias do mundo. De concreto até o momento, temos a China adquirindo mais produtos e serviços americanos em torno de USD 200 bilhões ao longo de dois anos, em troca da retirada de tarifas que ainda permanecem. A remoção dessas tarifas remanescentes, sobre aproximadamente USD 360 bilhões em produtos chineses, é condicionada a finalização do acordo referente a fase 2. Vale lembrar que a China também manteve tarifas sobre produtos norte-americanos. Em suma, isso representa que as dúvidas em relação ao crescimento global devem persistir. A nova estrutura será monitorada de perto, ressaltando que, incertezas e atividade econômica são correlacionadas, tendo em vista que a insegurança tem seus reflexos sobre o consumo e desempenha papel relevante na recuperação cíclica da economia. São nesses períodos que a recuperação se torna mais lenta, portanto, atenção diária para a evolução desses temas, sejam externos ou domésticos, lembrando que temos reformas no Brasil a partir de fevereiro e também que os Bancos Centrais entram na plataforma a partir do final deste mês. Na agenda americana, atenção para os dados de vendas no varejo, pedidos de auxílio desemprego semanal, atividade industrial na Filadélfia e preços dos importados e exportados, todos as 10H30. A noite, importantes dados sobre a China serão divulgados. PIB, desempenho da indústria e serviços, investimentos referentes ao ano de 2019 valem observação.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇   INDEX:   0,07%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇    FUTURO: 0,17%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de fevereiro).

 

Na agenda interna, Se a dias atrás o que estava por trás do comportamento do mercado era exclusivamente o ambiente externo, sobretudo por questões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã que ocasionavam a alta acelerada do preço do petróleo e por consequência acrescentava ao cenário discussões em torno do aumento dos combustíveis que poderiam desencadear um quadro inflacionário pressionado, nesta semana os olhos se voltaram para dados da economia doméstica ainda mais após a produção industrial de novembro assustar e registrar o pior mês de novembro em 4 anos. Isso lançou olhares para outros dados que foram sendo esclarecidos, e o que vimos foi uma ligeira variação negativa no setor de serviços tal qual as vendas no varejo decepcionarem no mesmo período, novembro. Por isso, fica a sensação para parte dos agentes de que a recuperação da atividade econômica do país ainda é lenta e pode patinar até ganhar a tração necessária para acelerar. Em meio ao receio, o governo federal através do ministério da economia diz que o ano de 2019 deve registrar alta do PIB a 1,12% e que em 2020 o patamar pode alcançar a marca de 2,40%. O investidor analisa e espera a confirmação através dos números de atividade, que essa semana não foram os melhores, jogando um pouco de areia no otimismo. Quem ajuda a minimizar um pouco a frustração dos números da semana, é o IBC-Br, índice de atividade econômica do Banco Central, referente ao mês de novembro, considerado sinalizador do PIB e que apontou alta de 0,18% na comparação com o mês anterior, acima da expectativa. Na comparação com novembro de 2018, o ganho foi de 1,10%, e no acumulado em 12 meses, alta de 0,90%. Ademais, todos esperam que o acordo comercial entre americanos e chineses traga perspectivas mais positivas na relação entre as maiores economias do mundo. De concreto até o momento, temos a China adquirindo mais produtos e serviços americanos em torno de USD 200 bilhões ao longo de dois anos, em troca da retirada de tarifas que ainda permanecem. A remoção dessas tarifas remanescentes, sobre aproximadamente USD 360 bilhões em produtos chineses, é condicionada a finalização do acordo referente a fase 2. Vale lembrar que a China também manteve tarifas sobre produtos norte-americanos. Em suma, isso representa que as dúvidas em relação ao crescimento global devem persistir. A nova estrutura será monitorada de perto, ressaltando que, incertezas e atividade econômica são correlacionadas, tendo em vista que a insegurança tem seus reflexos sobre o consumo e desempenha papel relevante na recuperação cíclica da economia. São nesses períodos que a recuperação se torna mais lenta, portanto, atenção diária para a evolução desses temas, sejam externos ou domésticos, lembrando que temos reformas no Brasil a partir de fevereiro e também que os Bancos Centrais entram na plataforma a partir do final deste mês.

O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) iniciou 2020 com alta de 1,07%, desacelerando ante a taxa de 1,69% no mês anterior. A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral, teve em janeiro avanço de 1,38%, de 2,26% em dezembro. A desaceleração da alta dos preços do grupo Matérias-Primas Brutas, de 4,12% no mês passado para 1,26% em janeiro, teve destaque na leitura para o atacado. Os preços dos bovinos registraram queda de 1,68% depois de subirem 21,31% em dezembro.

 

Na agenda externa, A mídia estatal chinesa alertou nesta quinta-feira contra qualquer "picuinha", ao mesmo tempo em que Pequim retratou a Fase 1 do acordo comercial com os Estados Unidos e seus novos compromissos de compras maciças de produtos norte-americanos como um benefício para a economia chinesa. Em troca de algum alívio tarifário, a China concordou em comprar pelo menos 200 bilhões de dólares acionais em bens e serviços norte-americanos ao longo de dois anos, incluindo 32 bilhões a mais em importações de produtos agrícolas dos EUA – metas que alguns analistas dizem serem difíceis de alcançar.

Outros fornecedores de commodities agrícolas para a China não serão impactados pelo acordo comercial com os Estados Unidos já que as compras serão baseadas em princípios de mercado, afirmou o vice-premiê Liu He, de acordo com reportagem da estatal CCTV. Liu falou em entrevista à imprensa após assinar a Fase 1 do acordo comercial com o presidente dos EUA, Donald Trump. O acordo inclui promessa da China de comprar ao menos 12,5 bilhões de dólares adicionais em produtos agrícolas em 2020, e ao menos mais 19,5 bilhões a mais do que o nível de 2017 de 24 bilhões de dólares em 2021.As empresas chinesas importarão produtos agrícolas dos EUA de acordo com as necessidades dos consumidores, e a demanda e oferta no mercado, disse Liu a repórteres.

 

Nas Bolsas, O mercado acionário chinês, que também tinha avançado devido ao otimismo com a trégua comercial, mostrou pouco entusiasmo com a assinatura do acordo. Embora o acordo tenha ajudado a melhorar a confiança empresarial, ele deve dar apenas um impulso modesto para a economia.O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,42%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,52%. Bolsas europeias em baixa.

 

Nos Estados Unidos, atenção para os dados de vendas no varejo, pedidos de auxílio desemprego semanal, atividade industrial na Filadélfia e preços dos importados e exportados, todos as 10H30.

 

ADVANCED – “A sua escolha em câmbio”.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 15/01/2020

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸  DÓLAR    ⬆  ➕0,45%  💱 🇪🇺 EURO  ⬆  ➕0,50%  🗞.

 

 

Ibovespa: -0,08%                                      Ásia: -0,54%

Dow Jones Futuro: -0,09%                       Europa (Frankfurt): -0,16%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. O mês de novembro de 2019 trouxe a confirmação de que as vendas no comércio varejista brasileiro, apesar de crescerem 0,6%, desaceleraram em 12 meses visto que a alta acumulada passou de 1,8% em outubro para 1,6%, sinalizando perda no ritmo. O resultado se soma a números que mostraram ligeira variação negativa no setor de serviços e queda acentuada na produção industrial em novembro, portanto, atenções se voltam para a divulgação do IBC-Br referente a novembro, indicador visto como uma espécie de sinalizador do PIB que pode dar a dimensão do crescimento do país em 2019 e que sairá amanhã. Os dados domésticos vem acalorando o debate a respeito de nova redução na Selic na reunião de fevereiro, dividindo os mercados. Redução de juro impacta no dólar. Indo ao exterior, expectativa pela assinatura do acordo comercial referente a fase um das tratativas comerciais entre chineses e americanos que não encerrará a disputa entre as duas maiores economias do mundo, mas que pode ser um marco do avanço entre as partes. Após conhecer os detalhes do acordo os mercados devem mensurar a capacidade de cumprimento dos termos que entre outras coisas determina que os chineses devem comprar uma quantidade substancial de produtos agricolas americanos, fato que ainda não foi capaz de impedir a manutenção de tarifas norte-americanas sobre USD 250 bilhões em produtos chineses. Até o momento, a negociação envolveu o cancelamento de tarifas planejadas para produtos como telefones e laptops chineses, e a redução pela metade, a 7,5%, em tarifas sobre cerca de USD 120 bilhões em outros produtos asiáticos. Novas reduções tarifarias vão depender da disposição das duas potências em selar rapidamente acordo referente a fase 2, algo improvável diante de temas mais delicados como questões ligadas a tecnologia. A cerimônia deve acontecer por volta das 13H30. Na zona do euro, a produção industrial encolheu mais do que o esperado em novembro na comparação com o mês anterior. A Eurostat informou que o indicador nos 19 países que compartilham a moeda única avançou 0,2% no comparativo mensal, com uma queda de 1,5% na base anual. A maior economia do bloco, a alemã, cresceu 0,6% em 2019, expansão mais fraca desde 2013. Na agenda americana, as 10H30 saem dados do mês de dezembro sobre os preços ao produtor. Já as 16H saem dados referentes ao livro bege, um compilado de informações economicas americanas.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇   INDEX:   0,05%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆    FUTURO: 0,30%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de fevereiro).

 

Na agenda interna, Os Estados Unidos planejam apoiar a proposta do Brasil de entrar na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) no lugar da Argentina. Os planos do governo dos EUA, depois de ter dito anteriormente que queria que a Argentina fosse o próximo país a se juntar ao clube de nações mais ricas, é uma vitória para o governo do presidente Jair Bolsonaro, um admirador do presidente norte-americano, Donald Trump, e que busca laços mais próximos com Washington desde que assumiu o poder no ano passado. A associação à OCDE é vista como um selo de aprovação que aumentaria a confiança dos investidores no governo e na economia do Brasil. Ao que tudo indica a eleição do presidente de esquerda argentino, Alberto Fernández, parece ter feito o Brasil subir na fila. Em outubro, Bolsonaro disse que a adesão à OCDE era um processo prolongado e que o Brasil levaria até um ano e meio para se tornar membro. Na América Latina, apenas Chile e México estão no clube, enquanto a Colômbia está a caminho de ingressar em breve.

As vendas do comércio varejista cresceram 0,6% em novembro, na comparação com outubro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da 7ª alta mensal consecutiva do setor. No acumulado no ano, o avanço chega a 1,7%. Em 12 meses, no entanto, a alta acumulada passou de 1,8% em outubro para 1,6% em novembro, o que sinaliza "perda de ritmo nas vendas", segundo o IBGE. O resultado se soma a números que mostraram desaceleração no setor de serviços brasileiro e queda acentuada na produção industrial em novembro, portanto, atenções se voltam para a divulgação do IBC-Br referente a novembro, indicador visto como uma espécie de sinalizador do PIB que pode dar a dimensão do crescimento do país em 2019.

 

Na agenda externa, A produção industrial da zona do euro encolheu mais do que o esperado em novembro na comparação sobre o ano anterior, com a produção de bens de capital, bens intermediários e energia continuando a cair, enquanto o superávit comercial foi ligeiramente menor do que o previsto. A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, disse que a produção industrial nos 19 países que compartilham o euro avançou 0,2% no comparativo mensal, com uma queda de 1,5% na base anual.

A economia da Alemanha cresceu 0,6% em 2019, expansão mais fraca desde 2013 uma vez que os exportadores do país enfrentaram crescentes obstáculos provenientes das disputas comerciais.

A China vai aumentar o investimento efetivo neste ano e irá manter a liquidez razoavelmente ampla, informou a rádio estatal citando declarações do primeiro-ministro, Li Keqiang. Li também reiterou que a China implementará uma política fiscal proativa e política monetária prudente, além de priorizar o emprego.

As importações de soja da China vão crescer em 2020, disse o diretor do departamento de mercado e informações do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais do país, Tang Ke, sem detalhar as projeções para a expansão. A China importou 88,51 milhões de toneladas de soja em 2019, acima das 88,03 milhões de toneladas em 2019, mas 7% abaixo das 95,53 milhões de toneladas em 2017, antes do início da guerra comercial com os Estados Unidos. Os embarques dos EUA caíram em 2019 em meio à disputa comercial entre chineses e norte-americanos, mas importações do Brasil e de outros países cresceram e a oferta foi assegurada, disse Ke.

Compasso de espera pela assinatura do acordo comercial referente a fase um das tratativas comerciais entre chineses e americanos que não encerrará a disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo, mas que pode ser um marco do avanço entre as partes. O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse que as tarifas existentes sobre produtos chineses permanecerão, aguardando novas negociações. A Fase 1 do acordo, alcançada em dezembro, cancelou as tarifas planejadas dos EUA sobre telefones celulares, brinquedos e laptops fabricados na China e reduziu pela metade, a 7,5%, a tarifa sobre cerca de 120 bilhões de dólares em outros produtos chineses, incluindo televisores de tela plana, fones de ouvido Bluetooth e calçados. Mas os Estados Unidos vão manter tarifas de 25% sobre uma vasta gama de 250 bilhões de dólares em bens e componentes industriais chineses usados pela manufatura norte-americana. Existem evidências cada vez maiores de que essas tarifas elevaram os custos de insumos para as indústrias norte-americanas, prejudicando sua competitividade. Lighthizer e Mnuchin agiram para eliminar as sugestões de que os EUA e a China poderiam rever a possível remoção de mais tarifas após as eleições norte-americanas de novembro, emitindo uma declaração conjunta de que não houve acordos escritos ou verbais para futuras reduções tarifárias. Mnuchin disse posteriormente a repórteres que Trump poderia considerar uma redução nas tarifas se as duas maiores economias do mundo agirem rapidamente para selar a Fase 2 de sequência do acordo, algo improvável.

 

 

Nas Bolsas, O mercado acionário chinês fechou em queda nesta quarta-feira, poucas horas antes de as duas maiores economias do mundo assinarem a Fase 1 de um acordo comercial, após o secretário do Tesouro dos Estados Unidos insistir que as tarifas permanecerão em vigor. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,55%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,54%. Bolsas europeias em baixa.

 

Nos Estados Unidos, Compasso de espera pela assinatura do acordo comercial referente a fase um das tratativas comerciais entre chineses e americanos que não encerrará a disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo, mas que pode ser um marco do avanço entre as partes. O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse que as tarifas existentes sobre produtos chineses permanecerão, aguardando novas negociações. A Fase 1 do acordo, alcançada em dezembro, cancelou as tarifas planejadas dos EUA sobre telefones celulares, brinquedos e laptops fabricados na China e reduziu pela metade, a 7,5%, a tarifa sobre cerca de 120 bilhões de dólares em outros produtos chineses, incluindo televisores de tela plana, fones de ouvido Bluetooth e calçados.Mas os Estados Unidos vão manter tarifas de 25% sobre uma vasta gama de 250 bilhões de dólares em bens e componentes industriais chineses usados pela manufatura norte-americana.Existem evidências cada vez maiores de que essas tarifas elevaram os custos de insumos para as indústrias norte-americanas, prejudicando sua competitividade. Lighthizer e Mnuchin agiram para eliminar as sugestões de que os EUA e a China poderiam rever a possível remoção de mais tarifas após as eleições norte-americanas de novembro, emitindo uma declaração conjunta de que não houve acordos escritos ou verbais para futuras reduções tarifárias.Mnuchin disse posteriormente a repórteres que Trump poderia considerar uma redução nas tarifas se as duas maiores economias do mundo agirem rapidamente para selar a Fase 2 de sequência do acordo.

 

 

ADVANCED – “A sua escolha em câmbio”.

 

Fonte: Reuters e IBGE.

Panorama de Mercado 14/01/2020

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬆  ➕0,05% 💱 🇪🇺EURO ⬇  ➖0,10%  🗞 .

 

Ibovespa: -0,30%                                      Ásia: -0,28%

Dow Jones Futuro: 0,02%                        Europa (Frankfurt): 0,10%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve alta no início dos negócios. Pelo visto a realidade de juro em baixa, e a chance de novo corte no patamar monetário brasileiro tem deixado espaço aberto para especulações em torno da inflação no Brasil, dado a trajetória do dólar (em alta) nesse mês onde o volume de negócios ainda não é o normal. Certamente colabora para esse movimento a saída observada do estrangeiro, notoriamente aquele do capital especulativo, que recebia um retorno substancial via juro à época das taxas altas, provocando uma transferência evidente desse recursos à sua origem, onde além de outros fatores o risco é bem menor do que por aqui. Cabe ressaltar que as perspectivas para a economia brasileira durante o ano são interessantes, o que pode reavivar volta do capital de qualidade ao país, aumentando investimentos a partir do momento em que os sinais de recuperação da atividade econômica se confirmarem. Dados ruins sobre a produção industrial vistos dias atrás foram propulsores desse período que estamos vendo durante esses dias, além é claro das condições externas, primeiro fator aliás, após a escalada do preço do petróleo diante das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã, preço esse que tem perdido força após o presidente americano refutar intervenção militar no oriente médio mas que deixou a sensação de que novos fatores podem ser determinantes para pressionar a inflação, entrando no jogo o receio de isso se espalhar pela economia em geral tendo como consequência um crescimento menor do país. Bom, isso daria argumentos dos mais diversos na construção de um entendimento mais racional a respeito. Vale lembrar que o Banco Central está fora do “game” até então, não ofertando dólares ao mercado no sentido de evitar as distorções de preços observadas até o momento, e isso também conta. Não obstante a isso, é factível dizer que o fluxo cambial deve voltar a normalidade em breve revertendo o quadro ora enfrentado. Os players seguem visualizando um crescimento acima de 2% em 2020, foi isso o que o boletim Focus que traz as estimativas do mercado financeiro informou. Novas projeções, agora esclarecidas pelo governo federal para PIB e inflação serão divulgadas nesta manhã com entrevistas dos secretários da fazenda e de política econômica, e serão monitoradas. A pouco foi divulgado que o setor de serviços no Brasil caiu 0,1% em novembro ante o mês de outubro após dois meses seguidos de alta. Já em relação a novembro de 2018, houve crescimento de 1,8%. Dito isso, vamos ao exterior onde as atenções são voltadas para a assinatura da fase 1 do acordo comercial entre chineses e americanos que trará algum alívio, e de onde se esperam detalhes sobre as negociações. Fato é que essa guerra comercial trouxe durante todo o ano passado incertezas em relação ao crescimento global, que deve ser menor em 2020,  não tanto quanto parte dos mercados projetavam por exemplo em meado de 2019, mas ainda sim menor. O que se diz inclusive é que a China deve estabelecer uma meta de crescimento reduzida em 2020, cerca de 6%, reflexo da evolução em gastos em infraestrutura para evitar uma desaceleração maior na economia do país. Os agentes também aguardam por medidas adicionais de estímulo por parte do Banco Central da China, o PBoC, incluindo cortes no compulsório bancário e novas reduções em taxas de empréstimos. E já que o assunto é China, os asiáticos informaram que as exportações do país subiram pela primeira vez em cinco meses em dezembro numa modesta recuperação, as importações também superaram expectativas. Nos Estados Unidos, logo mais às 10H30, sai o índice de preços ao consumidor, importante indicador para o dia, enquanto a volatilidade continua.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆   INDEX: 0,12%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆    FUTURO: 0,07%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de fevereiro).

 

Na agenda interna, Novas estimativas do governo sobre o Produto Interno Bruto (PIB) e a inflação do Brasil marcam a terça-feira, enquanto o mercado continua em compasso de espera pela assinatura do acordo comercial entre Estados Unidos e China.A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia divulgará nesta manhã atualização de projeções para PIB e inflação, com entrevistas dos secretários de Fazenda, Waldery Rodrigues, e de Política Econômica, Adolfo Sachsida.As projeções atuais, de novembro, apontam crescimento do PIB este ano de 2,32%, com inflação prevista em 3,54%.No exterior, operadores aproveitam máximas recordes recentes enquanto aguardam pela assinatura do acordo comercial na quarta-feira e a primeira enxurrada de resultados corporativos nos EUA.

 

 

Na agenda externa, As exportações da China subiram pela primeira vez em cinco meses em dezembro e mais do que o esperado, sinalizando uma modesta recuperação na demanda no momento em que Pequim e Washington concordaram em aliviar sua guerra comercial. As duas maiores economias do mundo deverão assinar a fase 1 do acordo comercial na quarta-feira, marcando um significativo alívio mas não o fim da disputa. Após um ano difícil, as exportações da China terminaram 2019 em alta, subindo 7,6% em dezembro sobre o ano anterior. As importações também superaram as expectativas, saltando 16,3% em relação ao ano que se foi, embora impulsionadas em parte pelos preços mais altos das commodities. A China ainda registrou um superávit comercial de 46,79 bilhões de dólares em dezembro, contra expectativa de excedente de 48 bilhões e acima dos 37,93 bilhões de novembro. No acumulado de 2019, as exportações mostraram-se resilientes às tensões comerciais, aumentando 0,5%, embora tenham ficado bem abaixo do ganho de quase 10% de 2018, refletindo as vendas mais fracas para os EUA. As importações caíram 2,8% no ano passado, conforme o crescimento econômico da China desacelerou para mínimas em quase 30 anos, após aumentarem 15,8% em 2018.

O crescimento e a inflação da zona do euro parecem estar se estabilizando após grandes quedas no ano passado, justificando o prolongado estímulo do Banco Central Europeu, disse o membro do conselho do banco Yves Mersch. O BCE aprovou uma série de medidas de apoio em setembro apesar da oposição de muitas autoridades, na esperança de deter um declínio persistente no crescimento que até levantou temores de recessão, principalmente na Alemanha, a maior economia do bloco. A instituição se reunirá em 23 de janeiro e espera-se que sua política monetária permaneça inalterada e siga assim durante a maior parte deste ano, permitindo que a decisão do estímulo do ano passado tenha efeito na economia.

 

 

Nas Bolsas, Os índices acionários da China devolveram os ganhos iniciais e fecharam em queda nesta terça-feira, com os investidores realizando lucros após rali sustentado pelo otimismo antes da assinatura da fase 1 do acordo comercial com os Estados Unidos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, chegou a subir 0,5%, para máxima em quase dois anos, antes de terminar em queda de 0,34%, enquanto o índice de Xangai recuou 0,28%. Bolsas europeias em leve alta.

 

Nos Estados Unidos,  sai o indice de preços ao consumidor às 10H30.

 

ADVANCED – “A sua escolha em câmbio”.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 10/01/2020

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  ⬇ ➖0,42%  💱 🇪🇺 EURO ⬇  ➖0,47%  🗞

 

Ibovespa futuro: 0,34%                            Ásia: -0,08%

Dow Jones Futuro: 0,20%                       Europa (Frankfurt): 0,20%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Após a acentuada queda na produção industrial brasileira no mês de novembro eliminar parte da expansão observada entre agosto e outubro, projeções sobre um crescimento robusto da economia do país ficam sob as observações dos agentes. O tema é oportuno visto que pode alimentar discussões em torno de qual será a reação dos formuladores de política monetária em relação a Selic. Após o resultado de ontem aumenta a margem daqueles que apostam em nova redução da taxa afim de reanimar os dados econômicos. A proporção agora está para 65%, nos que acreditam na manutenção do juro nos atuais 4,5%, e 35% a quem a taxa irá a 4,25% em fevereiro. De qualquer maneira, a notícia sobre a produção industrial não está sozinha nessa análise, afinal, nesta manhã saiu o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – que subiu 1,15% em dezembro, maior resultado para o mês desde 2002. Somados 12 meses o índice cravou alta de 4,31%, pouco acima da meta para 2019 que era de 4,25% e dentro da margem de tolerância. Os mercados projetavam o encerramento do ano que se foi em 4,13%, certamente a alta no preço da carne nos últimos dias de 2019 contribuiu para o resultado final. Vale observar que nos primeiros dez dias de janeiro já se verifica o recuo no preço do alimento. O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) desacelerou a alta a 0,67% na primeira prévia de janeiro, ante 1,83% no mesmo período do mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,86% no primeiro decêndio de janeiro. No mesmo período do mês de dezembro, o índice havia subido 2,57%. Mas ainda vem do exterior, mais precisamente dos Estados Unidos, o carro chefe da semana, trata-se do relatório geral do mercado de trabalho no país, o payroll. Os agentes observam entre outras informações, dados sobre a criação de empregos, taxa de desemprego, renda, e como anda a saúde do mercado de trabalho do país, enaltecido pelos membros do Federal Reserve, o Banco Central Americano, como o propulsor que sustenta a economia em um bom lugar. O resultado sai as 10H30 e será monitorado atentamente pelos mercados. Sobre a assinatura do acordo entre americanos e chineses, tudo indica que o documento será assinado no próximo dia 15 ou pouco depois, segundo Donald Trump. Em relação ao Irã, ao que parece, as tensões vão arrefecendo.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆   INDEX: 0,03%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇   FUTURO: 0,35%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de fevereiro).

 

Na agenda interna, Após a acentuada queda na produção industrial brasileira no mês de novembro eliminar parte da expansão observada entre agosto e outubro, projeções sobre um crescimento robusto da economia do país ficam sob as observações dos agentes. O tema é oportuno visto que pode alimentar discussões em torno de qual será a reação dos formuladores de política monetária em relação a Selic. Após o resultado de ontem aumenta a margem daqueles que apostam em nova redução da taxa afim de reanimar os dados econômicos. A proporção agora está para 65%, nos que acreditam na manutenção do juro nos atuais 4,5%, e 35% a quem a taxa irá a 4,25% em fevereiro. De qualquer maneira, a notícia sobre a produção industrial não está sozinha nessa análise, afinal, nesta manhã saiu o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – que subiu 1,15% em dezembro, maior resultado para o mês desde 2002. Somados 12 meses o índice cravou alta de 4,31%, pouco acima da meta para 2019 que era de 4,25% e dentro da margem de tolerância. Os mercados projetavam o encerramento do ano que se foi em 4,13%, certamente a alta no preço da carne nos últimos dias de 2019 contribuiu para o resultado final. Vale observar que nos primeiros dez dias de janeiro já se verifica o recuo no preço do alimento.

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) desacelerou a alta a 0,67% na primeira prévia de janeiro, ante 1,83% no mesmo período do mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,86% no primeiro decêndio de janeiro. No mesmo período do mês de dezembro, o índice havia subido 2,57%.

 

Na agenda externa, O banco central da Argentina informou no final da quinta-feira que reduziu sua taxa de juros referencial para 52%, de 55%, no terceiro corte em menos de um mês como parte dos esforços para reanimar a economia. A Argentina está sofrendo com uma queda nos investimentos, falta de crescimento e aumento da pobreza.

 

Nas Bolsas, Os índices acionários da China recuaram nesta sexta-feira, mas registraram a sexta semana seguida de ganhos diante do alívio nas tensões no Oriente Médio e sinais de recuperação econômica, antes da assinatura do acordo comercial com os Estados Unidos na próxima semana. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, perdeu 0,03%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,08%. Bolsas europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos,  o carro chefe da semana sai às 10H30, trata-se do relatório geral do mercado de trabalho no país, o payroll. Os agentes observam entre outras dados sobre a criação de empregos, taxa de desemprego, renda e como anda a saúde do mercado de trabalho do país, enaltecido pelos membros do Federal Reserve, o Banco Central Americano, como o propulsor que sustenta a economia do país em um bom lugar.

 

Fonte: Reuters e FGV.

Panorama de Mercado 09/01/2020

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸  DÓLAR    ⬆  ➕0,10%  💱 🇪🇺 EURO  ⬆  ➕0,15%  🗞.

 

Ibovespa: 0,15%                            Ásia: 0,91%

Dow Jones Futuro: 0,30%            Europa (Frankfurt): 1,10%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Os mercados buscam se acalmar refletindo declarações do presidente americano ainda na tarde de ontem de que uma escalada militar no oriente médio não é o ideal diante de avaliações de que nenhum americano teria se ferido pós ataques iranianos a bases americanas na região, o caminho a ser trilhado vai na linha de sanções econômicas disse Donald Trump sem especificar detalhes. Quem ainda parece não ter conversado com o ministro das relações exteriores iraniano, para quem um agravamento das tensões não é o que se busca, é o novo chefe da Força Quds do Irã, que lança ameaças aos americanos dizendo que seguirá o caminho de seu antecessor, Soleimani, morto dias atrás. Saindo da questão geopolítica e entrando na comercial, temos os chineses confirmando que na próxima semana haverá a assinatura do acordo referente a fase um das tratativas comerciais com os americanos resultando na redução tarifária, ampliação de compras de produtos agricolas e manufaturados americanos e abrindo o caminho para a sequência das negociações. Por falar em China, inflação ao produtor caindo lentamente em dezembro, e os preços ao consumidor buscando estabilidade, o que pode dar ao BC Chinês espaço para a continuidade no processo de afrouxamento monetário. Na Europa, taxa de desemprego em 7,5% em novembro, apesar da instabilidade economica é o patamar mais baixo em onze anos. E já que o assunto é o bloco da região da moeda única, o Banco Central Europeu (BCE), em ata,confirmou que a taxa de juro deve se manter no atual nível de -0,50% ou mesmo inferior, dependendo das perspectivas inflacionárias. Vale lembrar que a instituição fará uma revisão, a saber, sobre suas estratégias monetárias que devem ser conhecidas até o final de janeiro. Até lá os mercados mantém expectativas de manutenção do juro na primeira decisão de 2020. Por aqui, a produção industrial derrapou em novembro na comparação com o mês anterior, registrando queda de 1,2%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção caiu 1,7 por cento, corroborando expectativas do mercado de que o ano de 2019 fechará com o indice no terreno negativo. Os mercados operam com alguma volatilidade com a redução gradual das animosidades geopolíticas e a espera da assinatura do acordo entre chineses e americanos. Na agenda americana novos pedidos de auxilio desemprego semanal saem às 10H30.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆   INDEX: 0,13%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆   FUTURO: 0,07%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de fevereiro).

 

Na agenda interna, Os mercados internacionais se acalmam após Estados Unidos e Irã afastarem as chances de um conflito no Oriente Médio. Em discurso após o ataque iraniano, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que nenhum cidadão do país ficou ferido e não fez ameaças diretas de uma resposta militar. As ações de mercados emergentes também se beneficiam da confirmação de que o vice-premiê da China, Liu He, assinará a fase 1 do acordo comercial com os EUA em Washington na próxima semana.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, representará o governo brasileiro no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, a partir do dia 20, tendo recebido pedido por reuniões de uma série de executivos de multinacionais. Em périplo internacional que também incluirá passagens por São Francisco, nos Estados Unidos, e Nova Delhi o ministro deverá ficar fora do país de 16 a 27 de janeiro. No grupo que já solicitou encontros em Davos, estão presidentes de empresas de diversos setores, incluindo financeiro, de energia, tecnologia e bebidas.

A produção industrial brasileira registrou queda de 1,2 por cento em novembro na comparação com o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção caiu 1,7 por cento. As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de queda de 0,6 por cento na variação mensal e de 0,8 por cento na base anual.

 

 

Na agenda externa, A taxa de desemprego na zona do euro permanece em seu nível mais baixo em mais de onze anos, apesar da economia instável. Em novembro, permaneceu em 7,5%. "Esta é a taxa mais baixa registrada na área do euro desde julho de 2008", disse o escritório de estatísticas do Eurostat. Um total de 12,315 milhões de pessoas não tinha emprego – uma queda de 10.000 no mês anterior e 624.000 no mesmo período do ano passado. A Alemanha teve a menor taxa de desemprego em 3,1%, a Grécia a mais alta em 16,8% (em setembro). O resultado ressoa efeitos de um crescimento global mais fraco em 2019, conflitos comerciais e as incertezas que o Brexit gera.

Os preços dos produtores na China caíram em dezembro em um ritmo mais lento que no mês anterior, um sinal de uma recuperação modesta da atividade industrial e sugerindo que as medidas de apoio em andamento pelo governo poderia ter ajudado a estabilizar a economia. Segundo estatísticas oficiais, o índice de preços ao produtor (IPP) caiu no mês passado 0,5% anualmente, contra uma queda de 1,4% em novembro. O consenso esperava uma queda de 0,4%. Para 2019 como um todo, o PPI diminuiu 0,3% em comparação com 3,5% no ano anterior. O índice de preços ao consumidor (IPC) subiu em dezembro no mesmo ritmo de novembro – 4,5% anualmente, alta de oito anos – novamente sob o efeito do aumento do preço da carne de porco devido a uma epidemia de peste suína. No entanto, o núcleo da inflação, que exclui alimentos e energia, permaneceu modesto, com taxa anual de 1,4% de aumento no índice em dezembro, idêntica ao mês anterior.

O vice-primeiro-ministro da China, Liu He, chefe da equipe de negociação do país na disputa comercial com os Estados Unidos, assinará a fase 1 do acordo em Washington na próxima semana, disse o Ministério do Comércio nesta quinta-feira. Liu visitará Washington entre 13 e 15 de janeiro, disse Gao Feng, porta-voz do ministério. A fase 1 do acordo alcançada no mês passado deve reduzir tarifas e ampliar as compras chinesas de produtos agrícolas, manufaturados e de energia dos EUA, lidando ainda com algumas questões de propriedade intelectual. Mas nenhuma versão do texto foi apresentada.

A China permitirá neste ano pela primeira vez, que empresas estrangeiras explorem e produzam petróleo e gás no país abrindo o setor para empresas que não sejam gigantes estatais do setor, conforme Pequim procura aumentar o fornecimento doméstico de energia. A tão esperada abertura acompanha uma remodelação do chamado negócio de oleodutos "midstream", mas especialistas dizem que ela pode não despertar o interesse imediato dos perfuradores globais devido à má qualidade geral dos ativos de reservas de hidrocarbonetos da China. Atualmente, o país importa 70% do petróleo que refina e quase metade do seu consumo de gás natural, e as empresas estatais enfrentam uma batalha árdua para aumentar as reservas e a produção fora do país, em meio a riscos geopolíticos crescentes.

A resiliência da economia alemã ajudou a impulsionar seu maior aumento na produção industrial em um ano e meio em novembro, embora a queda das exportações tenha gerado sinais mistos sobre a maior economia da Europa. A produção industrial saltou 1,1% no mês, superando as expectativas de um ganho de 0,7%. As indústrias da Alemanha, dependentes de exportação, estão enfrentando uma demanda lenta do exterior, além de incertezas relacionadas a disputas comerciais e à decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia.

O Irã rejeitou o pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, de um novo pacto nuclear e um comandante ameaçou mais ataques depois que ambos os lados pareciam recuar do conflito intensificado após a morte de um comandante do exército iraniano pelos EUA. O novo chefe da Força Quds do Irã, que supervisiona suas operações militares estrangeiras, disse que seguiria o caminho seguido por seu antecessor, Soleimani, lançando novas ameaças.

O Banco Central Europeu, em ata,confirmou que a taxa de juro do bloco deve se manter no atual nível de -0,50% ou mesmo inferior, dependendo das perspectivas inflacionárias. Vale lembrar que a instituição fará uma revisão, a saber, sobre suas estratégias monetárias que devem ser conhecidas até o final de janeiro. Até lá os mercados mantém expectativas de manutenção do juro na primeira decisão de 2020.

 

Nas Bolsas, Os índices acionários da China fecharam em alta nesta quinta-feira, apagando as perdas da sessão anterior, uma vez que as tensões no Oriente Médio foram mitigadas após declarações dos Estados Unidos e do Irã. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 1,27%, enquanto o índice de Xangai teve alta 0,91%. Os investidores também viram com otimismo dados mostrando que a inflação ao consumidor na China se estabilizou enquanto os preços nos portões de fábrica recuaram a um ritmo mais lento em dezembro, dando a Pequim espaço para manter o afrouxamento monetário conforme o crescimento econômico esfria. Bolsas europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos,  A presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, disse ontem que a Casa irá votar uma resolução, sem muitos detalhes sobre quando isso ocorreria, que visa limitar as ações militares ordenadas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, em relação ao Irã, depois de preocupações sobre a estratégia do governo e de decisões não serem tratadas durante informes aos parlamentares. A resolução provavelmente passará na Câmara dos Deputados, onde os democratas detêm a maioria, mas sua aprovação no Senado, controlada pelos colegas republicanos de Trump, é menos garantida.

O Federal Reserve informou ao final do dia de ontem que o crédito ao consumidor americano em novembro subiu a USD 12,51 bilhões. Na agenda do país saem às 10H30 os pedidos semanais de seguro-desemprego.

 

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Fonte: Reuters.