Panorama de Mercado 24/09/2018

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸  DÓLAR      0,40%  💱 🇪🇺 EURO    0,50%  🗞

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início do negócios. Nesta manhã foi divulgado o Boletim Focus do Banco Central com as estimativas do mercado financeiro para o final de 2018 apontando o IPCA: 4,28%, Selic: 6,50%, PIB: 1,35% e USD a 3,90. Já a pesquisa de intenção de votos BTG/FSB trouxe os seguinte cenário: Jair Bolsonaro 33%, Fernando Haddad 23%, Ciro Gomes 14%, agora os mercados aguardam pela pesquisa Ibope que sairá nesta noite para confirmar se realmente o candidato petista se consolida no segundo lugar nessa reta final das eleições. Durante a semana teremos a divulgação da ata do copom amanhã e na quinta-feira sai o relatório de inflação relativo ao terceiro trimestre desse ano. Interessante observar a ata da reunião de política monetária, tendo em vista que mesmo o boletim focus projetando a manutenção da Selic em 6,50% até o final de 2018, o resultado da eleição pode abreviar a alta da taxa básica de juro. No exterior a semana reserva o terceiro aumento do juro (0,25%) nos Estados Unidos a ser anunciado na próxima quarta-feira, mas também saem a confiança do consumidor amanhã, dados do setor imobiliário na quarta-feira, PIB na quinta-feira e encerrando a semana os americanos divulgam o PCE de agosto. Com relação a guerra comercial entre o país e a China, a recusa asiática para sentar a mesa de negociações, e o início hoje das novas tarifas sobre produtos entre ambos, somente reforçam as preocupações dos mercados em relação a crescimento global. Vale ressaltar que o presidente do BC Americano falará após a decisão de juro na quarta, e também na quinta fará discurso, um dia antes do PCE, importante dado inflacionário do país. O Banco Central Brasileiro realiza nesta manhã, entre 11h30 e 11h40, rolagens de vencimentos de swaps, ofertando 10.900 contratos com essa finalidade.

 

 

Na agenda interna, A confiança do consumidor brasileiro diminuiu em setembro pelo segundo mês seguido devido a piora das expectativas para os próximos meses em meio à frustração com a recuperação lenta do mercado de trabalho. Com queda de 1,7 ponto em relação a agosto, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) chegou em setembro a 82,1 pontos, voltando ao nível de junho, quando a confiança havia sido abalada pela greve dos caminhoneiros do mês anterior.

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou alta de 0,32 por cento na terceira quadrissemana de setembro, contra avanço de 0,19 por cento na segunda prévia do mês. Nesta manhã foi divulgado o Boletim Focus do Banco Central com as estimativas do mercado financeiro para o final de 2018 apontando o IPCA: 4,28%, Selic: 6,50%, PIB: 1,35% e USD a 3,90. Já a pesquisa de intenção de votos BTG/FSB trouxe os seguinte cenário: Jair Bolsonaro 33%, Fernando Haddad 23%, Ciro Gomes 14%, agora os mercados aguardam pela pesquisa Ibope que sairá nesta noite. Durante a semana teremos a divulgação da ata do copom amanhã e na quinta-feira sai o relatório de inflação relativo ao terceiro trimestre desse ano. Interessante observar a ata da reunião de política monetária, tendo em vista que mesmo o boletim focus projetando a manutenção da Selic em 6,50% até o final de 2018, o resultado da eleição pode abreviar a alta da taxa básica de juro. No exterior a semana reserva o terceiro aumento do juro (0,25%) nos Estados Unidos a ser anunciado na próxima quarta-feira, mas também saem a confiança do consumidor amanhã, dados do setor imobiliário na quarta-feira, PIB na quinta-feira e encerrando a semana os americanos divulgam o PCE de agosto. Com relação a guerra comercial entre o país e a China, a recusa asiática para sentar a mesa de negociações, e o início hoje das novas tarifas sobre produtos entre ambos, somente reforçam as preocupações dos mercados em relação a crescimento global. Vale ressaltar que o presidente do BC Americano falará após a decisão de juro na quarta, e também na quinta fará discurso, um dia antes do PCE, importante dado inflacionário do país.

 

 

Na agenda externa, Os Estados Unidos e a China adotaram novas tarifas sobre os produtos um do outro hoje, com as duas maiores economia do mundo sem mostrar sinais de recuo em uma disputa comercial cada vez mais amarga que deve prejudicar o crescimento econômico global.

 

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários nos principais centros asiáticos —Japão, China e Coreia do Sul— permanecem fechados devido a um feriado nesta segunda-feira, enquanto os mercados cambiais foram enfraquecidos porque os bancos nesses países não abriram. Bolsas Europeias em baixa.

 

Nos Estados Unidos, Produção manufatureira de Dallas às 11h30, inicia a semana.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 21/09/2018

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Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  0,10%  💱 🇪🇺 EURO   0,25%  🗞

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve baixa no início dos negócios. A OCDE parece ver um cenário menos favorável à economia Brasileira ao final deste ano, projetando um crescimento do PIB a 1,2%, abaixo da expectativa direcionada via boletim focus que é de 1,36%. O argumento é factível, e se pauta à necessidade do próximo governo brasileiro, seja ele de que lado for, ter que tratar inicialmente da reforma da previdência e recuperar a confiança melhorando o desempenho fiscal do país. Esses certamente serão os temas mais importantes a serem atacados pela nova equipe econômica. Outro fator que a organização considerou foi o de que a situação externa, com a escalada de tensões comerciais, e o aperto das condições financeiras para os mercados emergentes, podem influenciar no crescimento sustentável a médio prazo. Nesta manhã, foi divulgado o IPCA-15, prévia da inflação oficial do país, que ficou em 0,09% em setembro, menor variação mensal de 2018. Já o governo federal pretende gastar em 2019, R$ 326 Bilhões com os servidores públicos, em despesas que ficam atrás somente dos gastos com os benefícios previdenciários. O número não considera o reajuste dos ministros do STF que poderiam inflar a conta em cerca de R$ 1,4 Bilhão. Sobre as eleições, a pouco foi divulgado a pesquisa XP, que consolidou a liderança da Jair Bolsonaro, com 28% das intenções de votos, seguido por Fernando Haddad com 16%, Ciro Gomes perde folego com 11% e em patamar mais longínquo Geraldo Alckmin com 7%. O Banco Central Brasileiro realiza rolagem de vencimento de swaps entre 11h30 e 11h40, para 10.900 contratos. Nos Estados Unidos, sai a leitura preliminar do mês de setembro do PMI/Markit composto às 10h45 encerrando a semana.

 

 

Na agenda interna, A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) adotou um tom mais pessimista que o mercado sobre o desempenho do PIB brasileiro neste ano e promoveu uma forte redução em sua projeção para o crescimento do Brasil em 2018, devido às incertezas sobre a condução da economia nos próximos anos. O fórum econômico apontou que o país deve crescer 1,2 por cento em 2018, apresentando uma forte queda em relação à previsão anterior de 2 por cento, feita há três meses. "Reiniciar reformas, particularmente a da Previdência, ajudaria a melhorar a confiança e o gasto do setor privado, permitindo que o crescimento do PIB avance para cerca de 2,5 por cento em 2019", segundo relatório da organização. A OCDE também deixou o seu recado em relação a situação externa destacando que a escalada das tensões comerciais, o aperto das condições financeiras nos mercados emergentes e os riscos políticos podem minar ainda mais o crescimento forte e sustentável a médio prazo em todo o mundo. Também nessa direção o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, afirmou que o acirramento da guerra comercial no mundo e o avanço de medidas protecionistas devem ter um impacto maior sobre os países emergentes e em desenvolvimento.

O governo federal prevê gastar no ano que vem R$ 326,87 bilhões com os servidores públicos, segundo a proposta orçamentária enviada ao Congresso Nacional. A despesa é 8,2% superior à deste ano que, segundo o governo, está prevista em R$ 302,1 bilhões. O gasto de R$ 326,8 bilhões inclui as despesas com servidores ativos, inativos e pensionistas dos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública. As despesas com servidores estão atrás somente dos gastos com benefícios previdenciários. A proposta não considera, porém, o reajuste dos ministros do Supremo Tribunal Federal, que, se aprovado pelo Congresso Nacional, terá um impacto extra de cerca de R$ 1,4 bilhão.

O índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,09% em setembro, de acordo com o IBGE. Segundo o instituto, esta foi a menor taxa para um mês de setembro desde 2006, quando o índice foi de 0,05%. Além disso, foi a menor variação mensal de 2018.

 

 

Na agenda externa, Os investidores já estão de olho na reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed) na próxima semana. Enquanto o aumento da taxa é uma conclusão certa, os mercados estarão prestando atenção às projeções econômica para tentar prever altas nas taxas, particularmente em 2019.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China subiram nesta sexta-feira antes de um feriado prolongado, com o sentimento dos investidores impulsionando as esperanças de que os esforços do governo para estimular a demanda doméstica possam ajudar a compensar os efeitos da escalada da guerra comercial. Bolsas Europeias operando em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, sai a leitura preliminar do mês de setembro do PMI/Markit composto às 10h45 encerrando a semana.

 

Fonte: Reuters e Investing.com

Panorama de Mercado 20/09/2018

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Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  ⬇ ➖0,60%  💱 🇪🇺 EURO  ⬆  ➕0,28% .

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios acompanhando o comportamento externo, onde os mercados emergentes tem bom desempenho nessa manhã. Com os indicadores da economia brasileira se recuperando de forma lenta, e um cenário externo desafiador, com a redução do apetite ao risco à economias emergentes, o Copom decidiu de forma unânime manter a taxa básica de juro em 6,5%.  A instituição enfatizou que o estímulo começará a ser removido gradualmente se o balanço de riscos sofrer  piora no horizonte adiante. Em outras palavras, uma eventual elevação da Selic não é descartada dependendo do resultado das eleições e seus impactos no câmbio. A próxima reunião do Copom acontecerá em 30 e 31 de outubro, após a possível realização do segundo turno do pleito presidencial, em 28 de outubro. Sobre o tema, o Datafolha deu sobrevida ao candidato Ciro Gomes, o mantendo com 13% das intenções de voto, contra 16% de Haddad, ou seja, empate técnico, diferente da pesquisa Ibope desta semana. Já Jair Bolsonaro alcançou 28% das intenções, Alckmin 9% e Marina 7%. No exterior, a OCDE reduziu sua previsão de crescimento global esse ano à 3% ante 5% em 2017, considerando as tensões entre Estados Unidos e seus maiores parceiros comerciais que pesam sobre a confiança e investimentos. A China pretende reduzir a tarifa média sobre seus parceiros comerciais na intenção de reduzir os impactos da guerra comercial com os Estados Unidos em sinal de continuidade de sua abertura de mercado. Nos Estados Unidos os pedidos de auxílio desemprego caíram à 201.000 demonstrando que o mercado de trabalho continua forte. Já o índice de atividade industrial do Fed de Filadélfia subiu. Um pouco mais tarde, às 11h, saem os dados sobre vendas de casas usadas em agosto. E o Banco Central Brasileiro, continua com seu programa de rolagem de vencimento de swaps, ofertando entre 11h30 e 11h40 10.900 contratos para essa finalidade.

 

Na agenda interna, Com os indicadores da economia brasileira se recuperando de forma lenta, e um cenário externo desafiador, com a redução do apetite ao risco à economias emergentes, o Copom decidiu de forma unânime manter a taxa básica de juro em 6,5%.  A instituição enfatizou que o estímulo começará a ser removido gradualmente se o balanço de riscos sofrer  piora no horizonte adiante, e nesse quesito certamente as eleições tem papel relevante a depender do seu impacto no câmbio. A próxima reunião do Copom acontecerá em 30 e 31 de outubro, após a possível realização do segundo turno do pleito presidencial, em 28 de outubro. Sobre o tema, o Datafolha deu sobrevida ao candidato Ciro Gomes, o mantendo com 13% das intenções de voto, contra 16% de Haddad, ou seja, empate técnico, diferente da pesquisa Ibope desta semana. Já Jair Bolsonaro alcançou 28% das intenções, Alckmin 9% e Marina 7%. No exterior, a OCDE reduziu sua previsão de crescimento global esse ano à 3% ante 5% em 2017, considerando as tensões entre Estados Unidos e seus maiores parceiros comerciais que pesam sobre a confiança e investimentos. A China pretende reduzir a tarifa média sobre seus parceiros comerciais na intenção de reduzir os impactos da guerra comercial com os Estados Unidos em sinal de continuidade de sua abertura de mercado. Nos Estados Unidos, os pedidos de auxílio desemprego caíram à 201.000 demonstrando que o mercado de trabalho continua forte.

 

Na agenda externa, O crescimento econômico global atingiu um pico diante das tensões comerciais e turbulências nos mercados emergentes, disse a OCDE após reduzir sua previsão anterior. A economia mundial está a caminho de crescer 3,7 por cento neste e no próximo ano, ante 3,6 por cento no ano passado. O motor por trás do avanço global nos anos recentes, desacelerou neste ano para cerca de 3 por cento, ante 5 por cento em 2017, com tensões entre os Estados Unidos e seus maiores parceiros comerciais pesando sobre a confiança e investimentos.

                              

Nas Bolsas, Os índices acionários chineses fecharam em queda nesta quinta-feira após dois dias de ganhos, com o sentimento dos investidores permanecendo frágil após a última rodada de tarifas na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. A China planeja reduzir a tarifa média sobre a maioria de seus parceiros comerciais já em outubro, informou a Bloomberg, na tentativa de limitar os impactos da guerra comercial com os Estados Unidos.

 

Nos Estados Unidos, saem o índice de atividade industrial do Fed Filadélfia no início da manhã e as vendas de casas usadas em agosto às 11h, formam a agenda.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 19/09/2018

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios, acompanhando o exterior.  A pesquisa Ibope deixou evidente a probabilidade do segundo turno das eleições presidenciais ser disputado entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad que vem herdando rapidamente os votos que seriam dados à Lula, confirmando a tese de que os eleitores da esquerda tendem a se unir em torno do nome considerado mais forte no pleito. Com isso, os mercados devem migrar seu apoio ao candidato do PSL que tem como seu fiador, o economista Paulo Guedes, um liberal convicto. O investidor tende a comprar a percepção de que um eventual segundo turno entre Bolsonaro e Haddad pode beneficiar o capitão, que parece receber o benefício da dúvida ante à grande possibilidade que a volta de um governo petista nesse momento possa ser desastroso, seja pelo lado fiscal ou mesmo das reformas. A pesquisa divulgada na noite de ontem, trouxe o seguinte cenário: Bolsonaro 28%, Haddad 19%, Ciro Gomes 11%, Geraldo Alckmin 7%, Marina Silva 6%. Votos brancos e nulos vem diminuindo e somam 14%. Atualmente o segundo turno entre Bolsonaro x Haddad mostra empate, ou seja, cenário indefinido. Saindo das eleições e entrando na política monetária brasileira, que passa de lado devido à corrida eleitoral, devemos observar ao final do dia de hoje a decisão do Copom em manter a Selic nos atuais 6,5%. Atenção para o comunicado da instituição que pode dar pistas sobre a tendência em relação às últimas reuniões do ano, com o boletim focus apostando na manutenção do juro até o final de 2018, porém é preciso observar se a condução da política monetária será mantida após o resultado das eleições e seus impactos no câmbio. No exterior, discurso de Mário Draghi, presidente do Banco Central Europeu nesta manhã, e a China, em menor escala, decidiu tarifar mais USD 60 Bilhões em produtos americanos. Vale ressaltar que os chineses podem estar ficando sem munição para responder a mais tarifas dos Estados Unidos, abrindo espaço para especulações em torno de quais outras medidas os asiáticos recorreriam para se ajustar a que pode ser uma longa batalha comercial. Na agenda americana atenção para os dados do setor imobiliário nesse início de manhã, que demonstrou crescimento no mês de agosto.

 

Na agenda interna, a pesquisa Ibope deixou evidente a probabilidade do segundo turno das eleições presidenciais ser disputado entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad que vem herdando rapidamente os votos que seriam dados à Lula, confirmando a tese de que os eleitores da esquerda tendem a se unir em torno do nome considerado mais forte no pleito. Com isso, os mercados devem migrar seu apoio ao candidato do PSL que tem como seu fiador, o economista Paulo Guedes, um liberal convicto. O investidor tende a comprar a percepção de que um eventual segundo turno entre Bolsonaro e Haddad pode beneficiar o capitão, que parece receber o benefício da dúvida ante à grande possibilidade que a volta de um governo petista nesse momento possa ser desastroso, seja pelo lado fiscal ou mesmo das reformas. A pesquisa divulgada na noite de ontem, trouxe o seguinte cenário: Bolsonaro 28%, Haddad 19%, Ciro Gomes 11%, Geraldo Alckmin 7%, Marina Silva 6%. Votos brancos e nulos vem diminuindo e somam 14%. Atualmente o segundo turno entre Bolsonaro x Haddad mostra empate, ou seja, ainda indefinido. Saindo das eleições e entrando na política monetária brasileira, que passa de lado devido à corrida eleitoral, devemos observar ao final do dia de hoje a decisão do Copom em manter a Selic nos atuais 6,5%. Atenção para o comunicado da instituição que pode dar pistas sobre a tendência em relação às ultimas reuniões do ano, com o boletim focus apostando na manutenção do juro, porém será preciso saber se a condução da política monetária será mantida após o resultado das eleições e seus impactos no câmbio. No exterior, discurso de Mário Draghi, presidente do Banco Central Europeu nesta manhã, e a China, em menor escala, decidiu tarifar mais USD 60 Bilhões em produtos americanos. Vale ressaltar que os chineses podem estar ficando sem munição para responder a mais tarifas dos Estados Unidos, abrindo espaço para especulações em torno de quais outras medidas os asiáticos recorreriam para se ajustar a que pode ser uma longa batalha comercial.

 

Na agenda externa, A China não vai render-se à desvalorização competitiva de sua moeda, afirmou o primeiro-ministro, Li Keqiang, horas depois de a China ter respondido com um golpe mais fraco do que o desferido pelos Estados Unidos na intensificação da guerra tarifária entre as duas maiores economias do mundo. Ontem, Pequim acrescentou 60 bilhões de dólares em produtos norte-americanos a sua lista de tarifas de importação em retaliação a taxas anunciadas pelos EUA sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses. Mas os chineses estão ficando sem espaço para responder a mais tarifas dos EUA, levantando preocupações de que podem recorrer a outras medidas para driblar o que pode ser uma prolongada batalha comercial.

O presidente do banco central do Japão, Haruhiko Kuroda, destacou que não vai remover o afrouxamento monetário até que a inflação atinja a meta de 2 por cento, alertando que a intensificação da disputa comercial internacional pode provocar danos generalizados ao crescimento global. As declaração, feita após a altamente esperada decisão do Banco do Japão de manter a política monetária, destaca o dilema que o banco enfrenta uma vez que os riscos à economia dependente das exportações e a inflação fraca o forçam a manter um estímulo radical apesar do elevado custo de um afrouxamento prolongado.

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China se recuperaram com força pelo segundo dia seguido nesta quarta-feira uma vez que os investidores procuraram papéis dos setores imobiliário e de consumo, apostando que Pequim irá intensificar as medidas de estímulo para aliviar o impacto da guerra comercial com os Estados Unidos. A China vai usar a guerra comercial como uma oportunidade para substituir as importações, promover a localização e acelerar o desenvolvimento de produtos de alta tecnologia, afirmou o estatal People’s Daily em um artigo de primeira página. O governo norte-americano afirmou na segunda-feira que começará a cobrar novas tarifas de 10 por cento sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses em 24 de setembro, com as tarifas subindo a 25 por cento até o final de 2018. A China respondeu dizendo que vai taxar cerca de 60 bilhões de dólares em produtos dos EUA, como planejado anteriormente, mas reduziu as tarifas. Bolsas Europeias com desempenhos mistos.

 

Nos Estados Unidos, Construções de novas casas e licenças de construções formam uma agenda imobiliária nesta manhã.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 18/09/2018

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No mercado de câmbio:  Dólar abrindo próximo a estabilidade no início dos negócios. Como esperado, Donald Trump anunciou ontem tarifas sobre mais USD 200 Bilhões em importações chinesas, agora em 10%, prometendo alcançar o nível de 25% a partir de janeiro, em declaração que se por um lado pode dar a impressão de mais tempo para que os países possam chegar a um acordo, por outro, soa como ameaça já que a Casa Branca também acrescentou que pode intensificar suas tarifas em mais USD 267 Bilhões caso sofra retaliações por parte dos asiáticos que já responderam que não tem outra opção e irão retaliar. Pelo que se nota a guerra declarada entre as maiores economias do planeta está longe de terminar, e pode ter como reflexo em breve, a redução do crescimento global impactando na atividade econômica, inclusive dos Estados Unidos, que podem observar no horizonte adiante uma elevação nos preços ao consumidor. Apesar dos mercados praticamente já terem como certo que esse avanço no conflito aconteceria, certamente observarão os desdobramentos que estão por vir, e seus impactos sobretudo nas economias emergentes. No âmbito doméstico, a migração do mercado financeiro para a candidatura Jair Bolsonaro parece crescer a medida que os investidores apostam que o candidato do PSL tende a ser competitivo contra um candidato de esquerda. Sua consolidação na liderança, com um Geraldo Alckmin estagnado, é a opção mais viável diante de um cenário que aponta que Fernando Haddad e Ciro Gomes brigam pelo segundo lugar na reta final da eleição. Nesse aspecto quem mais cresce é Fernando Haddad que está herdando os votos que seriam dados à Lula, condenado e preso. O investidor passa a comprar a percepção de que um eventual segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, deixa o candidato que tem o economista Paulo Guedes, de perfil liberal, como seu fiador, com mais chances de vitória. Hoje a noite sai o ibope nacional. Começa hoje a reunião do Copom que deve manter a Selic em 6,5% em decisão a ser divulgada ao final do dia de amanhã. O Banco Central Brasileiro continua com seu programa de rolagem de swaps, ofertando 10.900 contratos com essa finalidade entre 11h30 e 11h40. Nesta manhã foi divulgado que o IGP-M, referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis, acelerou a 1,34% na segunda prévia de setembro. No exterior, teremos a confiança das construtoras americanas às 11h como parte de uma agenda leve.

 

 

Na agenda interna, A intenção de investimentos da indústria no Brasil voltou a cair no terceiro trimestre e atingiu o nível mais baixo em um ano, devido ao quadro de incertezas e fraco crescimento econômico. O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria recuou para 113,0 pontos no terceiro trimestre, queda de 3,1 pontos sobre os três meses anteriores, de acordo com a FGV, no nível mais baixo desde o terceiro trimestre do ano passado (105,1 pontos).

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 1,34 por cento na segunda prévia de setembro, de 0,67 por cento no mesmo período do mês anterior. O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

 

 

Na agenda externa, A China afirmou que não tem escolha a não ser retaliar contra as novas tarifas comerciais dos Estados Unidos, levantando o risco de que o presidente norte-americano, Donald Trump, possa em breve adotar taxas sobre praticamente todos produtos chineses que o país compra. O comunicado do Ministério do Comércio foi divulgado horas depois de Trump dizer que estava impondo tarifas de 10 por cento sobre cerca de 200 bilhões de dólares em importações da China, ameaçando ainda com taxas sobre 267 bilhões mais se a China retaliar.

 

                              

Nas Bolsas, O iuan recuou depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que Washington vai impor tarifas sobre mais 200 bilhões de dólares em importações chinesas, provocando forte repreensão e com declarações de Pequim de que será obrigada a retaliar. No entanto, os índices acionários se recuperaram à tarde e fecharam em alta depois que Pequim prometeu revidar. Os ganhos nos papéis de infraestrutura sustentaram o mercado, com alguns investidores apostando que a China aumentará o investimento em estradas e pontes para compensar o impacto da última rodada de tarifas de Trump, grande parte da qual já foi precificada pelos mercados. Alguns observadores sugerem que os investidores se prepararam para um nível mais alto de 25%, que agora será adiado até janeiro, proporcionando alguns meses para que as autoridades avancem nas negociações. Bolsas Europeias operando majoritariamente em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, O presidente Donald Trump, disse ontem que vai impor tarifas de 10 por cento sobre cerca de 200 bilhões de dólares em produtos chineses, mas deixou de lado relógios inteligentes da Apple e do Fitbit e outros produtos de consumo, como capacetes para ciclistas e cadeirinhas infantis para automóveis. Em comunicado anunciando a nova rodada de tarifas, Trump alertou que se a China tomar medidas retaliatórias contra fazendeiros ou indústrias dos EUA, “vamos buscar imediatamente a fase 3, que são tarifas sobre aproximadamente 267 bilhões de dólares em importações adicionais”. O recolhimento das tarifas sobre a aguardada lista vai começar no dia 24, mas a alíquota vai subir para 25 por cento no fim de 2018, permitindo às companhias dos EUA algum tempo para ajustar suas cadeias de fornecimento em outros países,  conforme declaração de autoridade do governo.

 

Fonte: Reuters e OliviaBulla.

Panorama de Mercado 17/09/2018

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No mercado de câmbio:  Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Essa semana deve trazer a manutenção da Selic em 6,5% em decisão a ser divulgada na quarta-feira pelo Copom. Enquanto isso os agentes continuam atentos às pesquisas de intenção de votos. Pelo menos as últimas trouxeram a confirmação da liderança de Jair Bolsonaro e um crescimento de Fernando Haddad na corrida presidencial, com Ciro Gomes ainda resistindo e buscando se manter na briga pelo segundo turno. Geraldo Alckmin, não consegue crescer e Marina Silva despenca. Resumindo, a esquerda tende a consolidar sua participação na reta final das eleições, o que deve trazer apreensão ao investidor estrangeiro, e fortalecer o ambiente especulativo. Logo mais, às 11h, sai a pesquisa CNT/MDA.  A pouco tivemos a confirmação da lenta recuperação econômica brasileira, com o IBC-BR, espécie de sinalizador do PIB, avançando 0,57% em julho. Já o boletim focus, estimou para o final de 2018: IPCA: 4,09%, PIB: 1,36%, USD: 3,83 e SELIC: 6,50%. O Banco Central Brasileiro segue com seu programa de rolagem de vencimentos de swaps e oferta entre 11h30 e 11h40 de hoje 10.900 contratos. No exterior, expectativa de que Donald Trump anuncie novas tarifas sobre USD 200 bilhões em produtos chineses nessa semana, pode intensificar  a guerra comercial com a China e põe em dúvida se as partes de fato irão sentar à mesa de negociações. Os chineses prometem retaliações e podem desistir do convite americano para discutir as relações comerciais entre os países. Há quem diga que o anúncio pode sair ainda hoje. A inflação anual na zona do euro desacelerou ligeiramente para 2,0 por cento em agosto. A Eurostat confirmou que a inflação excluindo os itens voláteis de energia e alimentos não processados, que o Banco Central Europeu acompanha para as decisões de política monetária, ficou em 1,2 por cento na comparação anual.

 

 

Na agenda interna, O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) acelerou a alta a 0,19 por cento na segunda quadrissemana de setembro, sobre avanço de 0,13 por cento na primeira leitura do mês.

Essa semana deve trazer a manutenção da Selic em 6,5% em decisão a ser divulgada na quarta-feira pelo Copom. Enquanto isso os agentes continuam atentos às pesquisas de intenção de votos. Pelo menos as últimas trouxeram a confirmação da liderança de Jair Bolsonaro e um crescimento de Fernando Haddad na corrida presidencial, com Ciro Gomes ainda resistindo e buscando se manter na briga pelo segundo turno. Geraldo Alckmin, não consegue crescer e Marina Silva despenca. Resumindo, a esquerda tende a consolidar sua participação na reta final das eleições, o que deve trazer apreensão ao investidor estrangeiro, e fortalecer o ambiente especulativo. Logo mais, às 11h, sai a pesquisa CNT/MDA.  A pouco tivemos a confirmação da lenta recuperação econômica brasileira, com o IBC-BR, espécie de sinalizador do PIB, avançando 0,57% em julho. Já  boletim focus, estimou para o final de 2018: IPCA: 4,09%, PIB: 1,36%, USD: 3,83 e SELIC: 6,50%. O Banco Central Brasileiro segue com seu programa de rolagem de vencimentos de swaps e oferta entre 11h30 e 11h40 de hoje 10.900 contratos. No exterior, expectativa de que Donald Trump anuncie novas tarifas sobre USD 200 bilhões em produtos chineses nessa semana, pode intensificar  a guerra comercial com a China e põe em dúvida se as partes de fato irão sentar à mesa de negociações. Os chineses prometem retaliações e podem desistir do convite americano para discutir as relações comerciais entre os países. Há quem diga que o anúncio pode sair ainda hoje. A inflação anual na zona do euro desacelerou ligeiramente para 2,0 por cento em agosto. A Eurostat confirmou que a inflação excluindo os itens voláteis de energia e alimentos não processados, que o Banco Central Europeu acompanha para as decisões de política monetária, ficou em 1,2 por cento na comparação anual.

 

 

Na agenda externa, A inflação anual na zona do euro desacelerou ligeiramente para 2,0 por cento em agosto. A Eurostat confirmou que a inflação excluindo os itens voláteis de energia e alimentos não processados, que o Banco Central Europeu acompanha para as decisões de política monetária, ficou em 1,2 por cento na comparação anual.

A China não se contentará em ficar apenas na defensiva em uma intensificação da guerra comercial com os Estados Unidos, alertou um tablóide chinês de ampla audiência, em meio às expectativas de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anuncie novas tarifas sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses ainda hoje, colocando em dúvida se realmente os chineses irão concordar em sentar à mesa de negociações.

 

                              

Nas Bolsas, O índice acionário de Xangai caiu para seu menor nível de fechamento em quase quatro anos nesta segunda-feira, diante de notícias de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai anunciar nesta semana novas tarifas sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses importados. A China prometeu retaliar qualquer nova ação tarifária dos Estados Unidos e disse que pode se recusar a participar de novas negociações caso isso aconteça. Bolsas Europeias em baixa.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 14/09/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio:  Dólar abrindo em leve baixa no início dos negócios. O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) acelerou a alta a 1,2 por cento em setembro, em comparação com o avanço de 0,51 por cento no mês anterior. Sobre as eleições, logo mais a noite sai nova pesquisa Datafolha contemplando Haddad como candidato petista, podendo também absorver em parte o reflexo da nova cirurgia em Jair Bolsonaro. Enquanto os eleitores de centro e direita dividem seus votos entre Bolsonaro, Amoêdo, Álvaro Dias, Alckim e Meirelles, os de esquerda tendem a escolher o candidato mais competitivo, e nessa linha, os mercados seguem sua rotina de fortes especulações e volatilidade exacerbada. Pesquisa Ipespe/XP desta manhã trouxe o seguinte quadro: Bolsonaro 26%, Ciro 12%, Haddad 10%, Alckmin 9% e Marina 8%. É importante observar que no frigir dos ovos a perspectiva de vitória de qualquer candidato que não seja comprometido com o equílibrio fiscal, traz intranquilidade do ponto de vista do investidor, que sabe que o ano de 2019 também vem com o desafio da aprovação da reforma da previdência. O potencial crescimento de Ciro e Haddad traçam um cenário complicado a nível de perspectivas para o mercado financeiro. No Exterior, a aproximação entre China e Estados Unidos, vem reproduzindo sinais distintos. Enquanto Trump afirma que “não está sob pressão para fazer um acordo com a China, eles estão sob pressão para fazer um acordo conosco”, a China diz ter “combustível suficiente para impulsionar sua economia, mesmo que uma guerra comercial seja prolongada”. Será que os opostos vão se atrair? Vamos ver. Enquanto isso, dados chineses mostraram um crescimento nas leituras de produção industrial e vendas no varejo. O primeiro atingiu 6,1%, já as vendas cravaram 9%, todavia analistas acreditam que o crescimento tende a desacelerar nos próximos meses, atribuindo às leituras o fato de que as exportações foram sólidas, pelo fato que as empresas têm corrido para embarcar seus produtos devidos às tarifas americanas que devem subir, dentre outros fatores. Nos Estados Unidos foi divulgado a pouco que as vendas no varejo registraram a menor alta em seis meses em agosto, mas revisões para cima nos dados de julho devem manter inalteradas as expectativas de forte crescimento econômico no terceiro trimestre. Já os preços dos importados também registraram a maior queda em mais de um ano e meio em agosto, reflexo de um dólar forte contra as moedas dos principais parceiros americanos. Após dados de inflação mais suaves nesta semana, o encerramento traz ainda entre 10h15 e 11h informações a respeito da produção industrial e a confiança do consumidor. O Banco Central Brasileiro, continua rolando vencimentos de swaps, e oferta entre 11h30 e 11h40, 10.900 contratos com essa finalidade.

 

 

Na agenda interna, O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) acelerou a alta a 1,2 por cento em setembro, em comparação com o avanço de 0,51 por cento no mês anterior. Sobre as eleições, logo mais a noite sai nova pesquisa Datafolha contemplando Haddad como candidato petista, podendo também absorver em parte o reflexo da nova cirurgia em Jair Bolsonaro. Enquanto os eleitores de centro e direita dividem seus votos entre Bolsonaro, Amoêdo, Álvaro Dias, Alckim e Meirelles, os de esquerda tendem a escolher o candidato mais competitivo, e nessa linha, os mercados seguem sua rotina de fortes especulações e volatilidade exacerbada. Pesquisa Ipespe/XP desta manhã trouxe o seguinte quadro: Bolsonaro 26%, Ciro 12%, Haddad 10%, Alckmin 9% e Marina 8%. É importante observar que no frigir dos ovos a perspectiva de vitória de qualquer candidato que não seja comprometido com o equílibrio fiscal, traz intranquilidade do ponto de vista do investidor, que sabe que o ano de 2019 também vem com o desafio da aprovação da reforma da previdência. O potencial crescimento de Ciro e Haddad traçam um cenário complicado a nível de perspectivas para o mercado financeiro. No Exterior, a aproximação entre China e Estados Unidos, vem reproduzindo sinais distintos. Enquanto Trump afirma que “não está sob pressão para fazer um acordo com a China, eles estão sob pressão para fazer um acordo conosco”, a China diz ter “combustível suficiente para impulsionar sua economia, mesmo que uma guerra comercial seja prolongada”. Será que os opostos vão se atrair? Vamos ver. Enquanto isso, dados chineses mostraram um crescimento nas leituras de produção industrial e vendas no varejo. O primeiro atingiu 6,1%, já as vendas cravaram 9%, todavia analista acreditam que o crescimento tende a desacelerar nos próximos meses, atribuindo às leituras o fato de que as exportações foram sólidas, tendo em vista que as empresas têm corrido para embarcar seus produtos devidos às tarifas americanas que devem subir, dentre outros fatores.

 

 

Na agenda externa, O crescimento da China deve desacelerar mais nos próximos meses, com uma série de dados econômicos de agosto fazendo pouco para dissipar a visão de que a demanda doméstica está enfraquecendo e que as medidas de suporte do governo levarão algum tempo para fazer efeito. Embora as leituras de produção industrial e vendas no varejo divulgadas hoje tenham sido melhores do que o esperado, a maioria de outros indicadores divulgados ao longo da última semana foram mais pessimistas, com uma importante medida de investimento caindo para nova mínima e o crescimento do crédito atingindo o ritmo mais lento já registrado. A produção industrial aumentou 6,1 por cento em relação ao ano anterior. As vendas no varejo avançaram 9,0 por cento. As exportações industriais parecem sólidas, mas analistas acreditam que as empresas têm corrido para embarcar os produtos devido às tarifas dos Estados Unidos. 

 

                              

Nas Bolsas, O índice chinês de blue-chips fechou em alta nesta sexta-feira, na esteira das perspectivas de uma nova rodada de negociações comerciais entre a China e os Estados Unidos, mas dados econômicos mistos pesaram sobre o índice de Xangai. Bolsas Europeias em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, após dados de inflação mais suaves nesta semana, o encerramento traz os números das vendas do varejo, no início da manhã, e entre 10h15 e 11h saem as informações a respeito da produção industrial e a confiança do consumidor. Donald Trump declarou que ele “não está sob pressão para fazer um acordo com a China, eles estão sob pressão para fazer um acordo conosco”. Em resposta a China disse ter combustível suficiente para impulsionar sua economia, mesmo que uma guerra comercial seja prolongada.

 

Fonte: Reuters

Panorama de Mercado 13/09/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio:  Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Os mercados seguem atentos às pesquisas e também aos boletins médicos após nova cirurgia em Jair Bolsonaro, que apesar de passar bem, segue na UTI, com cuidados redobrados. Se buscam pistas de qual seria a postura de seu partido em relação a participação da chapa nos próximos debates. Ontem, a decisão do partido de Ana Amélia (PP), vice de Geraldo Alckmin, de declarar apoio ao partido de Jair Bolsonaro no Rio Grande do Sul, demonstrou que a base de Alckmin não é tão firme assim nessa região do país. A imprevisibilidade eleitoral deixam os mercados mais sensíveis, aumenta a especulação e por consequência e volatilidade. No exterior, saíram muitas notícias nessa manhã. O BC turco elevou sua taxa básica de juro em 6,25 pontos percentuais, impulsionando a lira. Já o BC inglês, deixou inalterada a taxa de juro em 0,75%, de forma unânime, destacando preocupações em relação ao Brexit. O BCE, Banco Central Europeu, também deixou sua política monetária inalterada, informando que reduzirá pela metade as compras de títulos para 15 bilhões de euros por mês a partir de outubro. Vale ressaltar que a instituição espera acabar com seu esquema de compra de ativos de 2,6 trilhões de euros até o final do ano. Estados Unidos e China voltam ao caminho das negociações, pelo menos foi esse o anúncio dado pelos países que travam discussões comerciais alimentando as precoupações sobre o crescimento global. Boas expectativas, que podem suavizar o relacionamento das duas maiores economias do planeta. Vamos aguardar. Nos Estados Unidos, os preços ao consumidor subiram menos que o esperado em agosto, e as pressões inflacionárias parecem estar desacelarando. O CPI, indice de preços ao consumidor, subiu 0,2%. Já os os dados do PPI, inflação ao produtor americano, de ontem, marcaram a primeira queda mensal em um ano e meio, sugerindo que as pressões inflacionárias do país ainda não são consistentes, abrindo espaço para uma redução na aposta de elevação do juro em dezembro por parte do Federal Reserve. O mais provável, até o momento, é que se o Banco Central Americano, manter o gradualismo, tende a subir novamente o juro em dezembro próximo. Para esse mês são amplas as apostas de nova elevação na política monetária do país. O Banco Central Brasileiro mantém seu programa de rolagens de vencimentos de swaps, ofertando 10.900 contratos para essa finalidade entre às 11h30 e 11h40 de hoje.

 

 

Na agenda interna, os mercados seguem atentos às pesquisas e também aos boletins médicos após nova cirurgia em Jair Bolsonaro, que apesar de passar bem, segue na UTI, com cuidados redobrados. Se buscam pistas de qual seria a postura de seu partido em relação a participação da chapa nos próximos debates. Ontem, a decisão do partido de Ana Amélia (PP), vice de Geraldo Alckmin, de declarar apoio ao partido de Jair Bolsonaro no Rio Grande do Sul, demonstrou que a base de Alckmin não é tão firme assim nessa região do país. A imprevisibilidade eleitoral deixam os mercados mais sensíveis, aumenta a especulação e por consequência e volatilidade. No exterior, saíram muitas notícias nessa manhã. O BC turco elevou sua taxa básica de juro em 6,25 pontos percentuais, impulsionando a lira. Já o BC inglês, deixou inalterada a taxa de juro em 0,75%, de forma unânime, destacando preocupações em relação ao Brexit. O BCE, Banco Central Europeu, também deixou sua política monetária inalterada, informando que reduzirá pela metade as compras de títulos para 15 bilhões de euros por mês a partir de outubro. Vale ressaltar que a instituição espera acabar com seu esquema de compra de ativos de 2,6 trilhões de euros até o final do ano. Estados Unidos e China voltam ao caminho das negociações, pelo menos foi esse o anúncio dado pelos países que travam discussões comerciais alimentando as precoupações sobre o crescimento global. Boas expectativas, que podem suavizar o relacionamento das duas maiores economias do planeta. Vamos aguardar. Nos Estados Unidos, os preços ao consumidor subiram menos que o esperado em agosto, e as pressões inflacionárias parecem estar desacelarando. O CPI, indice de preços aos consumidor, subiu 0,2% em agosto. Já os os dados do PPI, inflação ao produtor americano, de ontem, marcaram a primeira queda mensal em um ano e meio, sugerindo que as pressões inflacionárias do país ainda não são consistentes, abrindo espaço para uma redução na aposta de elevação do juro em dezembro por parte do Federal Reserve. O mais provável, até o momento, é que se o Banco Central Americano, manter o gradualismo, tende a subir novamente o juro em dezembro próximo. Para esse mês são amplas as apostas de nova elevação na política monetária do país. O Banco Central Brasileiro mantém seu programa de rolagens de vencimentos de swaps, ofertando 10.900 contratos para essa finalidade entre às 11h30 e 11h40 de hoje.

 

 

Na agenda externa, A China afirmou que recebeu bem o convite dos Estados Unidos para realizar uma nova rodada de discussões comerciais, no momento em que Washington se prepara para intensificar a guerra comercial entre os dois países com tarifas sobre 200 bilhões de dólares em bens chineses. O governo norte-americano convidou autoridades chinesas a retomar as negociações comerciais. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Geng Shuang, afirmou a repórteres que a China recebeu bem o convite, e que os dois países estão discutindo os detalhes.

O banco central da Turquia elevou sua taxa básica de juros em 6,25 pontos percentuais em uma medida que impulsionou a lira e pode aliviar as preocupações dos investidores sobre a influência do presidente Tayyip Erdogan sobre a política monetária.

O banco central britânico deixou inalterada a taxa de juros e destacou as preocupações dos mercados financeiros sobre o Brexit, um mês depois de elevar os juros pela segunda vez em mais de uma década. O Banco da Inglaterra disse que os nove membros votaram de forma unânime para manter os juros em 0,75 por cento.  

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários avançaram na China e em Hong Kong nesta quinta-feira e o iuan se firmou depois que os Estados Unidos convidaram Pequim a retomar as negociações comerciais, oferecendo expectativas de que os dois lados possam recuar da beira de uma guerra comercial plena. Bolsas Europeias com desempenhos mistos.

 

Nos Estados Unidos, os dados do PPI, inflação ao produtor americano, de ontem, teve a primeira queda mensal em um ano e meio, sugerindo que as pressões inflacionárias do país ainda não são consistentes, abrindo espaço para uma redução na aposta de elevação do juro em dezembro por parte do Federal Reserve. Vale ressaltar, que é improvável a instituição não elevar o juro novamente em dezembro. Para esse mês de setembro as apostas são amplas em novo aumento do juro americano.  

 

Fonte: Reuters

Panorama de Mercado 11/09/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio:  Dólar abrindo em alta no início dos negócios. A pesquisa Datafolha confirmou a liderança de Jair Bolsonaro com 24%, mas, trouxe Fernando Haddad com 9% dividindo as atenções da esquerda com Ciro Gomes que cravou 13%. Já Geraldo Alckmin, alcançou os dois dígitos com 10% das intenções de voto. Quem vem caindo é Marina Silva, agora com 11%. Amoêdo, Álvaro Dias e Meirelles ficaram com 3%. Segundo o Datafolha o índice de rejeição ao nome de Bolsonaro é alto, a esquerda cresce com Haddad polarizando com Ciro, e o percentual de votos brancos/nulos mesmo ainda alto, vem caindo. Com mais uma pesquisa, agora do Ibope, a ser divulgada nesta noite, o temor dos agentes fica por conta de uma confirmação do crescimento de Ciro e Haddad que disputam os votos que seriam dados a Lula, que aguarda recurso junto ao STF. O partido dos trabalhadores tem inicialmente, até as 19h de hoje para apresentar uma nova chapa presidencial. No exterior, Argentina e Turquia decidem essa semana os rumos de suas políticas monetárias, com os investidores observando os próximos passos dos emergentes atingidos por notícias negativas que desencadearam a desvalorização de suas moedas. E os novos capítulos da guerra comercial entre Estados Unidos e China, trazem os asiáticos pedindo permissão à OMC para impor sanções aos EUA, seguindo as regras da organização, enquanto Trump declara estar pronto para impor mais USD 467 bilhões em tarifas sobre produtos chineses, cobrindo praticamente todas as importações da China para os EUA. A China afirma que pretende retaliar com aproximadamente USD 60 Bilhões em tarifas sobre os produtos americanos. Na agenda americana, a pesquisa Jolts sobre ofertas de empregos, às 11h é o indicador do dia. Amanhã, às 15h saem as informações do Livro Bege, que fornece detalhes sobre as condições econômicas dos 12 distritos do Fed. Já na quinta-feira, o índice de preços ao consumidor, importante catalisador inflacionário utilizado pelo Federal Reserve na formulação de política monetária será divulgado às 9h30. O Banco Central Brasileiro, continua rolando vencimentos de swaps, ofertando 10.900 para essa finalidade entre 11h30 e 11h40.  

 

 

Na agenda interna, O ex-governador do Paraná Beto Richa, candidato ao Senado pelo PSDB, foi preso hoje pelo Gaeco em Curitiba, no Paraná. Beto Richa é alvo de duas operações: uma realizada pelo Ministério Público do Paraná pela qual foi preso, e outra da Polícia Federal em uma nova fase da Lava Jato. A casa de Beto Richa é alvo de mandado de busca e apreensão.

A pesquisa Datafolha confirmou a liderança de Jair Bolsonaro com 24%, mas, trouxe Fernando Haddad com 9% dividindo as atenções da esquerda com Ciro Gomes que cravou 13%. Já Geraldo Alckmin, alcançou os dois dígitos com 10% das intenções de voto. Quem vem caindo é Marina Silva, agora com 11%. Amoêdo, Álvaro Dias e Meirelles ficaram com 3%. Segundo o Datafolha o índice de rejeição ao nome de Bolsonaro é alto, a esquerda cresce com Haddad polarizando com Ciro, e o percentual de votos brancos/nulos mesmo ainda alto, vem caindo. Com mais uma pesquisa, agora do Ibope, a ser divulgada nesta noite, o temor dos agentes fica por conta de uma confirmação do crescimento de Ciro e Haddad que disputam os votos que seriam dados a Lula, que aguarda recurso junto ao STF. O partido dos trabalhadores tem inicialmente, até as 19h de hoje para apresentar uma nova chapa presidencial. No exterior, Argentina e Turquia decidem essa semana os rumos de suas políticas monetárias, com os investidores observando os próximos passos dos emergentes atingidos por notícias negativas que desencadearam a desvalorização de suas moedas. E os novos capítulos da guerra comercial entre Estados Unidos e China, trazem os asiáticos pedindo permissão à OMC para impor sanções aos EUA, seguindo as regras da organização, enquanto Trump declara estar pronto para impor mais USD 467 bilhões em tarifas sobre produtos chineses, cobrindo praticamente todas as importações da China para os EUA. A China afirma que pretende retaliar com aproximadamente USD 60 Bilhões em tarifas sobre os produtos americanos. Na agenda americana, a pesquisa Jolts sobre ofertas de empregos, às 11h é o indicador do dia. Amanhã, às 15h saem as informações do Livro Bege, que fornece detalhes sobre as condições econômicas dos 12 distritos do Fed. Já na quinta-feira, o índice de preços ao consumidor, importante catalisador inflacionário utilizado pelo Federal Reserve na formulação de política monetária será divulgado às 9h30.

 

 

Na agenda externa, No mais recente capítulo da disputa comercial EUA-China, Pequim pedirá permissão à Organização Mundial do Comércio para impor sanções aos EUA. Pequim parece estar seguindo as regras da OMC em resposta as declarações do presidente Donald Trump de que ele estava pronto para impor mais US$ 467 bilhões em tarifas sobre produtos chineses. O valor total cobre essencialmente todas as importações da China para os EUA. A China afirmou que iria retaliar com aproximadamente US$ 60 bilhões em tarifas sobre os produtos americanos.

Argentina e Turquia decidem essa semana os rumos de suas políticas monetárias, com os investidores observando os próximos passos dos emergentes atingidos por notícias negativas que desencadearam a desvalorização de suas moedas.

 

                              

Nas Bolsas, O índice de Xangai devolveu os ganhos iniciais e fechou no nível mais baixo em 31 meses nesta terça-feira, com os investidores adotando uma postura mais cautelosa à espera de mais acontecimentos nas disputas comerciais internacionais. Bolsas Europeias em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, a pesquisa Jolts sobre ofertas de empregos, às 11h é o indicador do dia. Amanhã, às 15h saem as informações do Livro Bege, que fornece detalhes sobre as condições econômicas dos 12 distritos do Fed, juntamente com dados sobre inflação na porta da fábrica. Já na quinta-feira, o índice de preços ao consumidor, importante catalisador inflacionário utilizado pelo Federal Reserve na formulação de política monetária será divulgado às 9h30.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 10/09/2018

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Aos clientes e amigos,

 

No mercado de câmbio:  Dólar abrindo em alta no início dos negócios. A espera de nova pesquisa de intenção de votos feita pelo Datafolha a ser divulgda nesta noite, os mercados tentam compreender o que o atentado sofrido por Jair Bolsonaro na semana passada trará como impacto à sua candidatura. De modo geral o mercado financeiro tende a aos poucos migrar seu apoio a candidatura do PSL, que tem por fiador, o economista Paulo Guedes, um liberal convicto, por entender que a chapa teria condições de enfraquecer a esquerda pouco comprometida com o equilibrio fiscal e às reformas que o país precisa. Geraldo Alckmin, ainda patina e não consegue deslanchar. Esse é o cenário que é desenhado por alguns analistas políticos. Paralelamente os agentes aguardam pela definição da chapa petista que deve ser anunciada até amanhã, enquanto o STF analisa alguns recursos da defesa, dentre eles, um para aceitar o registro de Lula em caráter liminar, e outro para protelar a substituição do candidato do partido até  o plenário do supremo se pronunciar. Pesquisa divulgada pelo BTG/FSB realizada após o atentado trouxe Bolsonaro com 30%, Ciro 12%, Marina 8%, empatada com Haddad e Alckmin. Ainda segue no foco a capacidade de Lula em transferir votos à Fernando Haddad, aliás, o adiamento na definição do candidato já traz algumas reservas internas no PT. No exterior, Donald Trump alertou estar pronto para impor tarifas sobre quase todas as exportações chinesas ao Estados Unidos. Além dos USD 200 bilhões, que podem entrar em vigor nos próximos dias,Trump disse que estaria propenso a taxar mais USD 267 Bilhões em produtos, aumentando o tom na guerra comercial. Já o payroll, relatório de emprego americano, apontou na sexta-feira que o país segue demonstrando crescimento no mercado de trabalho, inclusive com aumento no salário pago, que pode dar subsídios ao Federal Reserve a aumentar o juro neste mês, buscando evitar que os preços ao consumidor sofram pressão adicional. Enquanto isso a China divulgou que a inflação ao produtor desacelerou em agosto em meio à demanda mais lenta, indicando enfraquecimento do crescimento, ao mesmo tempo em que a inflação ao consumidor acelerou mais que o esperado no mesmo mês. Hoje o Boletim Focus do Banco Central trouxe as seguintes estimativas para o final de 2018: IPCA: 4,05%, PIB: 1,40%, USD: 3,80, SELIC: 6,50%. A instiutição realiza rolagens de vencimentos de swaps, entre 11h30 e 11h40, para 10.900 contratos com essa finalidade.

 

Na agenda interna, O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) iniciou setembro com alta de 0,13 por cento na primeira quadrissemana, depois de ter terminado agosto com avanço de 0,07 por cento.

A espera de nova pesquisa de intenção de votos feita pelo Datafolha a ser divulgda nesta noite, os mercados tentam compreender o que o atentado sofrido por Jair Bolsonaro na semana passada trará como impacto ao candidato de direita. De modo geral o mercado financeiro tende a aos poucos perceber que a candidatura do PSL, que tem por fiador, o economista Paulo Guedes, pode enfraquecer a esquerda, tida como menos comprometida com as reformas que o país precisa, e ao equilibrio fiscal. Geraldo Alckmin, ainda patina e não consegue deslanchar. Paralelamente os agentes aguardam pela definição da chapa petista que deve ser anunciada até amanhã, enquanto o STF analisa alguns recursos da defesa, dentre eles, um para aceitar o registro de Lula em caráter liminar, e outro para protelar a substituição do candidato do partido até  o plenário do supremo se pronunciar. Pesquisa divulgada pelo BTG/FSB realizada após o atentado trouxe Bolsonaro com 30%, Ciro 12%, Marina 8%, empatada com Haddad e Alckmin. Ainda segue no foco a capacidade de Lula em transferir votos à Fernanda Haddad, aliás, o adiamento na definição do candidato já traz algumas reservas internas no PT.

 

Na agenda externa, A inflação ao produtor na China desacelerou em agosto em meio à demanda mais lenta, indicando enfraquecimento do crescimento conforme a segunda maior economia do mundo confronta os elevados riscos da disputa comercial com os Estados Unidos. A inflação ao consumidor, por outro lado, acelerou mais do que o esperado em agosto. O índice de preços ao produtor avançou 4,1 por cento em agosto sobre o ano anterior, contra alta de 4,6 por cento em julho. Já o índice de preços ao consumidor subiu 2,3 por cento em agosto sobre o ano anterior, ritmo mais forte desde fevereiro.Também mostrou aceleração sobre a taxa de 2,1 por cento de julho.

                              

Nas Bolsas, Os índices acionários chineses fecharam em queda nesta segunda-feira após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar impor tarifas sobre quase todas as exportações chinesas aos EUA, e depois de uma publicação em sua conta no Twitter que abalou os fornecedores da Apple. Trump alertou na sexta-feira que está pronto para impor tarifas sobre praticamente todas as importações chinesas para os EUA, ameaçando tarifar mais 267 bilhões de dólares em produtos, além das taxa sobre os 200 bilhões de dólares em importações que devem entrar em vigor nos próximos dias. Trump ainda publicou em sua conta no Twitter que a Apple deveria fabricar seus produtos nos Estados Unidos se quiser evitar ser atingida pelas tarifas sobre as importações chinesas. Bolsas Europeias em baixa.

 

Nos Estados Unidos, O payroll, relatório de emprego americano, apontou na sexta-feira que o país segue demonstrando crescimento no mercado de trabalho, gerando 210 mil postos em agosto, acima das expectativas.

 

Fonte: Reuters e Investing.com