Panorama de Mercado 22/08/2017

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Aos clientes e amigos,

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em baixa no início dos negócios auxiliado pelo bom humor desta manhã em meio ao cenário externo favorável e à perspectiva de que o Ministério de Minas e Energia anuncie em entrevista às 10 horas que vai propor a privatização da Eletrobras ao Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Entretanto, serão monitorados a votação do relatório da MP 777 que cria a TLP e também o risco de nova denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer, após a PGR fechar delação premiada do doleiro Lúcio Funaro. Hoje estão previstos a votação da reforma política no plenário e a apresentação do texto da reforma tributária em comissão especial. No exterior, as preocupações com a geopolítica, com o terrorismo e com o governo do presidente americano, Donald Trump, seguem no radar, mas foram preteridas hoje pelos investidores, que parecem adotar um viés mais otimista. Nos Estados Unidos, o Fed de Richmond divulga o índice de atividade regional (11hs).

 

Na agenda interna,  A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) apontou melhora pelo segundo mês seguido em agosto. A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que a prévia do ICI mostrou alta de 1,5 ponto e chegou a 92,3 pontos em agosto, depois de subir 1,3 ponto em julho. Assim, recuperou a queda de 2,8 pontos vista em junho.

O investidor local poderá operar com bom humor pela manhã em meio ao cenário externo favorável e à perspectiva de que o Ministério de Minas e Energia anuncie em entrevista às 10 horas que vai propor a privatização da Eletrobras ao Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). A estatal acumula dívidas de R$ 43,5 bilhões. Os ADRs da estatal fecharam em alta de ao redor de 20% em Nova York. Contudo, a espera da votação do relatório da Medida Provisória 777, que cria a Taxa de Longo Prazo (TLP) para os contratos do BNDES, em comissão mista do Congresso, e o risco de nova denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer, após a PGR fechar delação premiada do doleiro Lúcio Funaro, são monitorados. A medida da TLP precisa passar pela comissão mista e pelos plenários da Câmara e do Senado até 6 de setembro para não caducar. Se o processo não for finalizado a tempo, perderá a validade. O governo prevê um placar favorável de 18 votos a 8. O imbróglio da Cemig ficará também no radar. Ontem, após o governo ter sofrido ameaças da bancada mineira de obstruir votações de interesse do Planalto no Congresso, o ministro Dias Toffoli, do STF, atendeu o pedido da Advocacia Geral da União (AGU) e retirou da pauta de hoje o julgamento sobre o leilão da usina de Jaguara. O advogado da estatal mineira Vitor Alves de Brito disse ao Broadcast que, com a câmara de conciliação aberta, a União e a Cemig poderão chegar a um entendimento para a prorrogação da concessão das quatro usinas em disputa: Jaguara, São Simão, Miranda e Volta Grande. No entanto, a equipe econômica incluiu no ajuste fiscal das contas públicas de 2017 a previsão de arrecadar R$ 11 bilhões com a venda das usinas. Ainda, uma terceira versão do novo Refis com perspectiva de arrecadação ao redor de R$ 10 bilhões está sendo negociada pela equipe econômica e poderá ser enviada à Câmara em até duas semanas, segundo o Ministério da Fazenda. Na Câmara, estão previstos hoje também a votação da reforma política no plenário e a apresentação do texto da reforma tributária em comissão especial, pelo relator deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR ).

A agenda de eventos tem como destaque a sessão da comissão mista do Congresso que analisa a MP 777, que cria a Taxa de Longo Prazo (TLP), para votação do relatório (15h00). O plenário da Câmara faz sessão para tentar votar a reforma política que muda o sistema eleitoral e cria um fundo público para financiamento de campanhas (13h00). O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, fala na sessão da Comissão Mista de Orçamento (CMO) sobre frustração da arrecadação. A 2ª Turma do STF deve julgar recurso apresentado pela Cemig, que tenta suspender a realização do leilão da usina de Jaguara. Comissão Especial da Câmara que analisa a reforma tributária reúne-se (14h00).

 

Na agenda externa,  O índice de expectativas econômicas da Alemanha caiu para 10 em agosto, de 17,5 em julho, segundo o instituto alemão ZEW. Já o chamado índice para as condições atuais surpreendeu e avançou para 86,7 em agosto, de 86,4 no mês anterior.

                              

Nas Bolsas, As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam mistas nesta terça-feira, em meio à expectativa para uma conferência do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) que pode trazer indícios sobre o futuro da política monetária.

Depois de dias seguidos de queda, a maioria das bolsas europeias volta a operar no terreno positivo nesta manhã, puxadas pelo segmento de commodities. As preocupações com a geopolítica, com o terrorismo e com o governo do presidente americano, Donald Trump, seguem no radar, mas foram preteridas hoje pelos investidores, que decidiram, em massa, adotar um viés mais otimista.

 

Nos Estados Unidos, O Fed de Richmond divulga o índice de atividade regional (11h00) e serão conhecidos também os estoques API de petróleo bruto (17h30). Há uma grande expectativa de que a conferência anual do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), a partir de quinta-feira, possa ser palco de sinalizações sobre o futuro da política monetária.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 21/08/2017

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Aos clientes e amigos,

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. A semana começa com a divulgação do Boletim Focus do Banco Central, que fez as seguintes estimativas para o final de 2017: IPCA: 3,51%, Selic: 7,50%, PIB: 0,34%, USD: 3,23 e Superávit Comercial: USD 61,90 Bilhões. No radar durante a semana temos o Congresso Nacional, com questões relacionadas ao fiscal e a aprovação das novas regras da aposentadoria, o IPCA a ser divulgado na quarta-feira e, a conferência anual entre líderes  marcada para sexta-feira. Entre as lideranças teremos discursos de Janet Yellen, presidente do Banco Central Americano, e Mário Draghi, presidente do Banco Central Europeu. Nesta manhã foi divulgado que a atividade econômica nos Estados Unidos, se contraiu em julho, de acordo com o índice de atividade nacional elaborado pelo Federal Reserve de Chicago, com queda de -0,01.

 

 

Na agenda interna,  O IPCA-15 de agosto é o destaque local na quarta-feira. Em julho, o indicador de inflação caiu 0,18%. O Banco Central divulga a nota do setor externo, incluindo os investimentos diretos (IDP) no País (4ª feira), e a nota sobre operações de crédito (5ª feira), ambas de julho. Em junho, o saldo das transações externas somou US$ 1,33 bilhão e o IDP, US$ 3,99 bilhões. Os índices de confiança do comércio e do consumidor de agosto serão conhecidos na sexta-feira. No Congresso, o parecer da Medida Provisória 777, que trata da nova Taxa de Longo Prazo (TLP) para os contratos do BNDES, será votado na comissão especial mista (3ª feira). Também nesta terça-feira o plenário da Câmara poderá votar o projeto de reforma política, e o relator da reforma tributária, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), apresentará seu texto com propostas para simplificar a cobrança de tributos no País. O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, viaja para os Estados Unidos de 23 a 28/8 para participar do Simpósio de Jackson Hole (Wyoming), e hoje ele participa de reunião com o presidente Michel Temer as 15:30hs.

 

 

Na agenda externa,  A presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, e o presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, discursam na conferência anual em Jackson Hole, nos Estados Unidos (6ª feira). Na Europa, serão divulgados o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido e da Espanha, na quinta-feira, e da Alemanha, na sexta-feira. Na quarta-feira, estão previstos o índice de confiança do consumidor (preliminar) de agosto da zona do euro, o índice de gerentes de compras (PMI) composto da zona do euro e da Alemanha, além de um discurso do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, na Alemanha. Na Ásia, o Japão informa na terça-feira o índice dos gerentes de compra (PMI) industrial preliminar de agosto; na quinta-feira, os dados de inflação ao consumidor (CPI) de julho; e, na sexta-feira, o relatório econômico mensal do país.

Os futuros de petróleo operam sem direção única, com investidores à espera do resultado de uma reunião técnica que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) realiza nesta segunda-feira, em Viena, e de novos indicadores sobre os estoques da commodity nos EUA ao longo da semana. No encontro de hoje, a Opep volta a discutir os níveis de cumprimento do atual acordo com outros grandes produtores para conter a oferta do petróleo. Pelo acerto, fechado no fim do ano passado e renovado em maio, Opep e dez países que não pertencem ao cartel se comprometeram a reduzir sua produção combinada em 1,8 milhão de barris por dia até pelo menos março de 2018.

 

                              

Nas Bolsas,  As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam sem direção única nesta segunda-feira, com os investidores acompanhando os desdobramentos políticos nos EUA e o início de exercícios militares conjuntos de tropas americanas e sul-coreanas na Península Coreana. Na China, por outro lado, as bolsas avançaram em meio à retomada dos negócios com ações da operadora de telecomunicações China Unicom, que atingiu o limite diário de valorização de 10% em Xangai, após divulgar resultados semestrais na semana passada e um plano de reforma societária que recebeu o aval de Pequim ontem. A Unicom não era negociada desde 31 de março.

O desconforto prossegue nos mercados acionários europeus na manhã desta segunda-feira depois de uma semana em que as baixas já dominaram os pregões. As bolsas refletem ainda as incertezas sobre a administração de Donald Trump, em especial em relação a sua ambiciosa agenda econômica, depois que mais um membro de sua equipe foi demitido na semana passada, seguido da renúncia de um conselheiro. Além das dúvidas com a implementação de reformas pela Casa Branca, está no radar dos investidores o início hoje de exercícios militares conjuntos entre americanos e sul-coreanos na Península Coreana.

 

 

Nos Estados Unidos, Durante a semana teremos a leitura preliminar do índice dos gerentes de compras composto de agosto (PMI) (4ª feira), o índice de atividade industrial composto de agosto do Fed de Kansas (5ª feira) e as encomendas de bens duráveis de julho (6ª feira).

 

Fonte: Broadcast

 

Panorama de Mercado 18/08/2017

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Aos clientes e amigos,

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em baixa no início dos negócios, em um movimento de correção após a forte alta observada ontem. Os mercados continuam atentos às questões relacionadas a governabilidade de Trump nos Estados Unidos, o temor é o de que Donald Trump não consiga entregar o que tem prometido ao país na área econômica, como corte de impostos e investimentos em infraestrutura, e a sua relação com os Congressistas, até mesmo do seu próprio partido, nem sempre amistosas, acabam por determinar essas incertezas. No Brasil, seguem no radar as negociações para a aprovação pelo Congresso das novas metas fiscais anunciadas pelo governo, que pode servir de teste para avaliar como será o apoio a Reforma da Previdência. Na Europa as Bolsas operam baixa, afetadas pelo ataque terrorista de Barcelona, na Espanha. Atentados nem sempre influem em ações, mas papéis do setor de lazer e turismo registram as maiores perdas num momento em que os investidores acreditam que o melhor a fazer é voltar para ativos de menor risco, como ouro e títulos do Tesouro norte-americano. A agenda Americana traz o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan (preliminar) de agosto às 11 horas, e o relatório Baker Hughes sobre poços e plataformas em operação no país, às 14 horas. O presidente do Federal Reserve de Dallas, Robert Kaplan, discursa (11 horas). Ele tem direito a voto este ano no Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês).

 

 

Na agenda interna,  O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo registrou alta de 0,22 por cento na segunda quadrissemana de agosto, acelerando após subir 0,04 por cento na primeira quadrissemana do mês.

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) registrou variação positiva de 0,03 por cento na segunda prévia de agosto, na primeira alta para uma segunda leitura do mês após quatro quedas.

Seguem no radar as preocupações com a governabilidade do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que já abandonou seus planos para formar um conselho de infraestrutura. É o terceiro conselho industrial a ser eliminado pela Casa Branca, nesta semana. O governo disse ontem que estava cancelando dois outros conselhos formados por empresários: o conselho da Indústria e o Fórum de Estratégia e Política. Trump também vem intensificando ataques contra senadores republicanos, abordagem da qual pode se arrepender caso sofra impeachment e o Senado tenha que ponderar sobre acusações contra ele decorrentes de uma investigação sobre envolvimento russo na eleição norte-americana de 2016. Diante desse cenário e da agenda econômica mais fraca nesta sexta-feira, os investidores locais podem manter um pano de fundo de cautela nos negócios, em meio a dúvidas também sobre a aprovação pelo Congresso das novas metas fiscais do governo Temer, cuja votação servirá de teste para se avaliar o apoio à reforma da Previdência.

Decano do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Celso de Mello disse que a Operação Lava Jato não sairia enfraquecida, caso a Corte firme um novo entendimento e reveja a possibilidade de execução de pena após condenação em segunda instância. Indagado se a Lava Jato não poderia ser enfraquecida caso o STF mude o entendimento sobre o tema, o ministro foi categórico. "Entendo que não, eu acho o contrário. O respeito à autoridade da Constituição e das leis da República qualifica-se como um fator de legitimação de qualquer ação estatal, inclusive daquelas ações empreendidas pelo Ministério Público, pela Polícia Judiciária no plano da persecução criminal." Na terça-feira passada, dia 8, o juiz federal Sérgio Moro – titular da Lava Jato na primeira instância, em Curitiba – se encontrou com a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, durante evento em São Paulo e demonstrou preocupação com uma eventual revisão da decisão do Supremo. "Não há nada pautado sobre isso. Não há nada cogitado", disse Cármen na ocasião. Já os Ministros do STF, Marco Aurélio e Gilmar Mendes defendem a rediscussão do tema.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que a alta de 0,25% da economia em junho ante maio, segundo o Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) é um dado a ser comemorado porque se soma a uma outra gama de indicadores antecedentes e coincidentes da economia que mostram recuperação. Ainda assim, Meirelles adiantou que o Produto Interno Bruto (PIB) referente ao segundo trimestre, a ser divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no dia 1º de setembro, deverá trazer uma taxa próximo de zero ou mesmo negativa.

 

 

Na agenda externa,  Assim como ataques em outras partes da Europa desde o ano passado, a cidade de Barcelona foi o local escolhido ontem por um motorista que avançou contra uma multidão, deixando  mortos e feridos. Reivindicado pelo grupo jihadista Estado Islâmico, o atentado previa um ataque também na cidade de Cambrils, que a polícia local diz ter impedido durante a madrugada.

 

                              

Nas Bolsas,  As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em baixa nesta sexta-feira, à medida que investidores evitaram ativos considerados mais arriscados, como ações, em meio a preocupações com uma nova crise política nos EUA e após o violento ataque na cidade espanhola de Barcelona.

Já frágeis com a situação política interna dos Estados Unidos, as bolsas europeias aumentam as perdas de forma unânime na manhã desta sexta-feira, ainda mais afetadas pelo ataque terrorista de Barcelona, na Espanha. Atentados nem sempre influem em ações, mas papéis do setor de lazer e turismo registram as maiores perdas num momento em que os investidores acreditam que o melhor a fazer é voltar para ativos de menor risco, como ouro e títulos do Tesouro norte-americano. A apreensão maior dos investidores com o evento espanhol se soma às dúvidas já crônicas em relação à administração norte-americana. O temor é o de que Donald Trump não consiga entregar o que tem prometido ao país na área econômica, como corte de impostos e investimentos em infraestrutura. Trump vem intensificando ataques contra Senadores do seu próprio partido.

 

 

Nos Estados Unidos, O presidente Donald Trump, intensificou ataques contra senadores republicanos, abordagem da qual pode se arrepender caso sofra impeachment e o Senado tenha que ponderar sobre acusações contra ele decorrentes de uma investigação sobre envolvimento russo na eleição norte-americana de 2016.

O índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan (preliminar) de agosto será divulgado às 11 horas, e o relatório Baker Hughes sobre poços e plataformas em operação no país, às 14 horas. O presidente do Federal Reserve de Dallas, Robert Kaplan, discursa (11 horas). Ele tem direito a voto este ano no Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês).

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 17/08/2017

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Aos clientes e amigos,

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Com o clima externo menos favorável nesta quinta-feira, motivado por dúvidas em relação à administração Americana em sua política interna, e, no Brasil, com a apuração feita pelo TCU de que Estados declararam no ano passado um rombo R$ 30 Bilhões menor na Previdência do que o apurado pelo órgão, as questões fiscais tendem a novamente  trazer preocupações, e sobre esse tema, Henrique Meirelles, Ministro da Fazenda se diz confiante de que as medidas anunciadas essa semana vão ser aprovadas no Congresso.  O voto de confiança que os mercados vem dando a Meirelles, se deve a um certo otimismo em relação a aprovação da Reforma da Previdência. Um eventual revés nesse tema vai trazer uma pressão sobre as cotações e deixar os investidores na defensiva. Nos Estados Unidos foram divulgados que os pedidos de auxílio desemprego caíram 12 mil na semana, para 232 mil. De modo geral, o mercado de trabalho Americano está numa base sólida. O calendário de indicadores norte-americano trará o índice de indicadores antecedentes de julho do Conference Board (11 horas); e discursos de dois dirigentes do Federal Reserve com direito a voto nas reuniões de política monetária: Robert Kaplan, de Dallas (13h30) e Neel Kashkari, de Minneapolis (14h15). A produção Industrial de Julho será conhecida as 10:15hs. Ontem o FED, BC Americano, em sua Ata divulgada, mostrou preocupação com a tendência de baixa da inflação no País, gerando dúvidas sobre a possibilidade de que haja um novo aumento de juros ainda este ano.

 

 

Na agenda interna,  O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), registrou expansão de 0,25 por cento no segundo trimestre de 2017 ante os três primeiros meses do ano.

Para a próxima terça-feira está marcada a votação sobre a reforma política, que era esperada para ontem, mas foi adiada por falta de acordo sobre a mudança do sistema eleitoral para o distritão e sobre a criação de um fundo público para financiamento de campanhas. Nesse caso, há o risco de nenhuma proposta ser aprovada a tempo de valer para as eleições de 2018 e o prazo limite é até final de setembro. Para vencer as resistências, parlamentares discutiram ontem a possibilidade de ser criado um "distritão misto" ou "semidistritão", por combinar o voto majoritário com o voto em legenda. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ontem que será uma vitória se a Câmara conseguir aprovar o sistema distrital misto para as eleições de 2022 em diante. Na semana que vem também devem ser encaminhadas ao Congresso as novas metas fiscais de 2017 a 2020 e as medidas de cortes de gastos. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse ontem, em rápida entrevista exibida pelo Jornal Nacional, da TV Globo, estar confiante na aprovação das medidas, que incluem a mudança na tributação de fundos exclusivos de investimento, a manutenção da alíquota do Reintegra em 2%, a reoneração da folha de pagamento e o aumento da alíquota previdenciária para servidores de 11% para até 14%.

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) desacelerou em seis das sete capitais pesquisadas na segunda quadrissemana de agosto na comparação com a primeira medição do mês.

Os Estados declararam no ano passado um rombo R$ 30 Bilhões menor na Previdência do que o apurado pelo Tesouro Nacional. A prática é condenada pelo TCU (Tribunal de contas da União). O mais grave é que a conta para o futuro também está subestimada. Surpreendentemente, o rombo nas contas da Previdência dos Estados já é maior do que as previsões feitas para os próximos anos pelos próprios governos regionais.

 

 

Na agenda externa,  O índice de preços ao consumidor da zona do Euro (CPI, na sigla em inglês) subiu 1,3% na comparação anual de julho, mantendo o ritmo anterior. Com a taxa em seu menor nível desde o começo do ano, o indicador se distancia ainda mais da meta do BCE, ligeiramente abaixo de 2%. Na margem, o CPI da região caiu 0,5% em julho.

Sobre a Coreia do Norte, o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, garantiu hoje à população do país que não haverá mais nenhuma guerra na península.

A Ata da última reunião de política monetária do BCE (Banco Central Europeu), mostrou que a autoridade permanece cautelosa a respeito do progresso do juros na zona do Euro, indicando que o BCE não deve retirar suas medidas de estímulo.

 

                              

Nas Bolsas,  As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira, em meio ao bom desempenho dos setores de tecnologia e minerador e com investidores acompanhando a nova crise política nos EUA e digerindo a última ata de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

Bolsas Europeias operando em baixa. Agora, não é mais um potencial conflito com a Coreia do Norte que traz incertezas aos negócios, mas são muitas as dúvidas em relação à administração norte-americana em relação à política interna. Depois de três dias impulsionadas pelo descarte das tensões nucleares, os pregões também aproveitam para realizar lucros.

 

 

Nos Estados Unidos, Ontem, o presidente Trump, anunciou o fim de dois conselhos formados por executivos proeminentes. A decisão veio após vários integrantes dos conselhos renunciarem na esteira da coletiva de terça-feira em que Trump culpou "os dois lados" por conflitos violentos ocorridos durante uma marcha de supremacistas realizada no fim de semana em Charlottesville, na Virgínia. Já a Ata da Fed, por sua vez, mostrou que o BC americano continua preocupado com a tendência de baixa da inflação nos EUA, gerando dúvidas sobre a possibilidade de que haja um novo aumento de juros ainda este ano.

O calendário de indicadores norte-americano trará o índice de indicadores antecedentes de julho do Conference Board (11 horas); e discursos de dois dirigentes do Federal Reserve com direito a voto nas reuniões de política monetária: Robert Kaplan, de Dallas (13h30) e Neel Kashkari, de Minneapolis (14h15). A produção Industrial de Julho será conhecida as 10:15hs.

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 16/08/2017

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Aos clientes e amigos,

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. O governo anunciou a revisão da meta fiscal para os anos de 2017 e 208 para um déficit de 159 bilhões de reais, ante 139 bilhões de reais e 129 bilhões de reais, respectivamente, alegando queda nas receitas. Contudo, o anúncio veio seguido de um pacote de contenção de despesas com o funcionalismo e de medidas tributárias para ampliar a arrecadação em R$ 14,5 bilhões e assegurar o objetivo fixado. Além disso, para aumentar a arrecadação, o pacote de medidas proposto prevê o corte de 60 mil cargos vagos, a elevação da contribuição previdenciária de servidores públicos, congelamento de reajustes, cancelamento de aumento para cargos indicados (DAS) e reestruturação da carreira do serviço público. No entanto, o governo precisará que o Congresso aprove a reforma da Previdência para garantir a viabilidade não só do regime que instituiu um teto às despesas da União, mas também das metas dos próximos três anos. Por isso, nas próximas semanas, deve se intensificar a negociação do governo com os parlamentares visando a aprovação das medidas fiscais assim como da reforma da Previdência, enfatizou ontem o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, durante a apresentação das medidas. A agência de classificação de risco Standard & Poor's manteve o rating soberano brasileiro em BB, citando um cenário mais estável desde as denúncias de maio contra o presidente Michel Temer, mesmo após o governo ter elevado as metas de déficits fiscais para 2017 e 2018. A S&P retirou a observação negativa sobre o rating e passou a ter uma perspectiva negativa. Na prática, isso significa que a agência tirou do radar a possibilidade de um corte da nota do país sem um aviso prévio. Com a perspectiva negativa, o risco de redução do rating é de pelo menos uma chance em três nos próximos seis a nove meses, explicou a S&P. A agenda internacional traz como principal ponto a divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve nos Estados Unidos as 15hs, que pode movimentar as cotações por aqui.

 

 

Na agenda interna,  O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) desacelerou a queda a 0,17 por cento em agosto, ante deflação de 0,84 por cento no mês anterior, diante do recuo mais fraco dos preços no atacado e da retomada da alta no varejo.

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou alta de 0,40 por cento na segunda quadrissemana de agosto, depois de ter avançado 0,41 por cento na primeira leitura do mês.

O governo anunciou a revisão da meta fiscal para este ano e o próximo para um déficit de 159 bilhões de reais, ante 139 bilhões de reais e 129 bilhões de reais, respectivamente, alegando queda nas receitas.

A agência de classificação de risco Standard & Poor's manteve o rating soberano brasileiro em BB, citando um cenário mais estável desde as denúncias de maio contra o presidente Michel Temer, mesmo após o governo ter elevado as metas de déficits fiscais para 2017 e 2018. A S&P retirou a observação negativa sobre o rating e passou a ter uma perspectiva negativa. Na prática, isso significa que a agência tirou do radar a possibilidade de um corte da nota do país sem um aviso prévio. Com a perspectiva negativa, o risco de redução do rating é de pelo menos uma chance em três nos próximos seis a nove meses, explicou a S&P. Mas a perspectiva também pode se estabilizar.

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu retirar das mãos do juiz federal Sérgio Moro, de Curitiba, a condução de investigações a partir das delações de executivos da JBS que envolvem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, repassando-as para a Justiça Federal em Brasília. Foram favoráveis à mudança Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que é possível em algumas semanas uma reorganização dos partidos que defendem a reforma da Previdência. Para Maia, "tudo que se pensa em corte de despesas é pífio e pequeno em relação ao que a Previdência pode dar de orçamento para a União, os estados e municípios".

 

 

Na agenda externa,  A economia nos 19 países que usam o euro expandiu mais do que previsto anteriormente no segundo trimestre sobre o ano anterior. O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro cresceu 0,6 por cento no segundo trimestre em comparação com o primeiro, como projetado anteriormente. Mas o dado anual foi melhorado para mostrar uma expansão de 2,2 por cento, contra 2,1 por cento na estimativa anterior.

 

                              

Nas Bolsas,  Os mercados acionários da China fecharam em queda nesta quarta-feira, com a confiança dos investidores sendo prejudicada por preocupações acerca do enfraquecimento do crescimento econômico, embora as perdas tenham sido limitadas pelo avanço das ações do setor de tecnologia.

As bolsas europeias operam nesta manhã pelo terceiro dia consecutivo em alta, depois de sofrerem fortes perdas na semana passada com o conflito geopolítico entre Coreia do Norte e Estados Unidos, tem abrandado devido as últimas declarações de líderes dos dois lados.  

 

 

Nos Estados Unidos, traz como principal ponto a divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (15h00). Antes, serão revelados nos EUA as construções de moradias iniciadas (11h00) e os estoques do Departamento de Energia (DoE) de petróleo bruto ( (11h30).

 

Fonte: Reuters e Broadcast

 

Panorama de Mercado 15/08/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio, Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Os mercados seguem acompanhando o anúncio das novas metas fiscais do governo para 2017 e 2018 que foi adiada ontem. O presidente da Câmara Rodrigo Maia criticou o jeitinho Brasileiro para fechar as contas públicas, rejeitando aumento de impostos como solução. Pela manhã está prevista uma reunião com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles e lideranças da base aliada convocada por Maia, para que seja explicada a situação fiscal do País aos parlamentares.  Nos Estados Unidos, a agenda trouxe hoje as vendas no varejo em julho que subiram 0,6% ante junho e o índice de atividade industrial Empire State de agosto que subiu 25,2 sendo a previsão de 10,3. Logo mais saem os estoques das empresas em junho e o índice de confiança das construtoras de agosto (11 horas); além do relatório semanal API sobre estoques de petróleo bruto (17h30). Já o presidente americano, Donald Trump, encontra-se com representantes do setor de infraestrutura, sem horário previsto.

 

 

 

Na agenda interna,  Após dois adiamentos, os mercados locais seguem em compasso de espera nesta terça-feira pelo anúncio das novas metas fiscais de 2017 e 2018, em um dia tranquilo no exterior, mas que começou agitado no Brasil, com várias operações da Polícia Federal. Pela manhã está prevista uma reunião com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles e lideranças da base aliada. A reunião foi convocada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para que seja explicada a situação fiscal do País aos parlamentares. Maia ontem criticou o que chamou de "jeitinho" do governo federal para fechar as contas públicas e rejeitou o aumento da meta fiscal como solução para o rombo fiscal. O presidente da Câmara também rechaçou qualquer aumento de impostos para o equilíbrio entre receitas e despesas. "Se cada vez damos jeitinho e aumentamos a meta mais do que precisa, você acaba gerando gastos desnecessários. Fica parecendo que as coisas caminham bem. A gente sabe que a coisa não caminha bem", afirmou. O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, usou seu perfil no Twitter para negar ontem que as metas fiscais de 2017 e de 2018 serão de déficit de R$ 170 bilhões, conforme rumores no mercado. O governo avalia incluir R$ 25 bilhões de expectativa de receitas com privatizações no Orçamento do ano que vem para evitar que o rombo seja superior aos R$ 159 bilhões registrados em 2016. Com isso, o aumento no déficit deve ser de R$ 20 bilhões para a meta deste ano e de R$ 30 bilhões para 2018. Também hoje a comissão especial da Câmara que analisa o parecer sobre a reforma política volta a se reunir para concluir a votação do texto que estabelece o financiamento público de campanhas, com fundo de R$ 3,6 bilhões, e o voto majoritário para deputados federais e estaduais em 2018, e vereadores, em 2020, o chamado Distritão. Ontem a Câmara adiou para a semana que vem a previsão de votar, em plenário, as novas regras eleitorais. Para aprovar o texto seriam necessários 308 votos, o que está cada vez mais incerto. O presidente da Câmara quer votar o projeto ainda em agosto para que até setembro a reforma tenha passado também no Senado para que as regras valham para as eleições de 2018. E em meio às discussões sobre metas fiscais e reforma política, a reforma da Previdência está por enquanto de escanteio. Mas foi lembrada ontem pelo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, que disse que os custos de curto prazo da reforma da Previdência têm sido enfatizados, enquanto os benefícios de longo prazo das medidas para melhorar a trajetória da dívida pública têm sido desprezados.

 

 

 

Na agenda externa,  A economia alemã cresceu menos do que o esperado no segundo trimestre deste ano. O Produto Interno Bruto (PIB) ajustado sazonalmente da maior economia da Europa cresceu 0,6 por cento no trimestre.

 

 

                              

Nas Bolsas,  As bolsas da Ásia e do Pacífico ampliaram a recuperação de ontem nesta terça-feira, uma vez que a diminuição das tensões recentes entre EUA e Coreia do Norte ajudou a reavivar o apetite de investidores por ativos considerados mais arriscados, como ações. Ontem, a mídia estatal da Coreia do Norte divulgou que o presidente do país, Kim Jong-un, irá primeiro observar a conduta dos EUA antes de ordenar um possível teste com mísseis em águas próximas de Guam, território administrado por Washington.

Na corrida para zerar as perdas da semana passada, geradas pelo conflito bélico – no campo retórico – entre Estados Unidos e Coreia do Norte, a maioria das bolsas europeias voltam a subir hoje.

 

 

Nos Estados Unidos, A agenda trouxe hoje as vendas no varejo em julho que subiram 0,6% ante junho e o índice de atividade industrial Empire State de agosto que subiu 25,2 sendo a previsão de 10,3.  Logo mais saem os estoques das empresas em junho e o índice de confiança das construtoras de agosto (11 horas); além do relatório semanal API sobre estoques de petróleo bruto (17h30). Já o presidente americano, Donald Trump, encontra-se com representantes do setor de infraestrutura, sem horário previsto.

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 14/08/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio, Dólar abrindo em leve alta no início dos negócios. O apetite por risco tende a crescer com a diminuição das tensões entre Estados Unidos e Coreia após autoridades de primeiro escalão dos Estados Unidos minimizarem o risco de uma guerra iminente. No Brasil é aguardado o anúncio das revisões dos déficits das contas públicas que tendem a fechar no vermelho em R$ 159,5 Bilhões tanto em 2017 quanto em 2018. Hoje O Boletim Focus fez as seguintes estimativas para o final de 2017: PIB: 0,34%, IPCA: 3,50%, Selic: 7,5% e USD: 3,25. Nos Estados Unidos, o presidente Trump pedirá ao seu principal conselheiro comercial que determine se deve investigar as práticas comerciais chinesas que forçam as empresas norte-americanas que operam na China a transferir propriedade intelectual. O movimento, que poderia levar a tarifas maiores sobre os produtos chineses, chega num momento em que Trump pediu à China que faça mais para reprimir o programa de mísseis nucleares da Coreia do Norte, pois ameaça possíveis ações militares contra Pyongyang. Trump antecipa volta das férias e concede entrevista coletiva hoje, sem horário definido.

 

 

 

Na agenda interna, O mercado precificou de vez que o Banco Central manterá o ritmo de corte dos juros básicos no próximo mês, em meio ao cenário de inflação e atividade econômica fracas.

A semana começa sob um clima ameno no exterior e em meio a expectativas entre investidores locais pela definição das novas metas fiscais de 2017 e 2018. O governo adiou para hoje ou nos próximos dias o anúncio das revisões dos déficits das contas públicas, que podem fechar no vermelho em R$ 159,5 bilhões, equivalente ao rombo registrado em 2016. Até agora, a equipe econômica trabalhava com metas menores de déficit para este ano (R$ 139 bilhões) e 2018 (R$ 129 bilhões). Os novos valores foram fechados em reunião na noite deste domingo, 13, no Palácio do Jaburu, entre o presidente Michel Temer, a equipe econômica e os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), além de lideranças do Congresso. O presidente do Senado disse ao Broadcast que não haverá aumento de tributos, mas que as metas dos dois anos serão ampliadas para o mesmo patamar do rombo de 2016. Articuladores políticos admitem nos bastidores que o que está na mesa agora já é a fatura de votação da segunda denúncia contra Temer – que sequer foi apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Para fechar as contas do ano que vem, no entanto, o governo ainda poderá precisar adotar outras medidas de cortes de gastos, que estariam para ser anunciadas. Um eventual adiamento de aumentos de servidores públicos, que seriam dados no início de 2018 para janeiro de 2019, ainda não foi descartado. A economia esperada seria de cerca de R$ 9 bilhões, mas economistas veem na medida só um adiamento do problema que dificultaria a chance de equilíbrio fiscal em 2020. Os agentes financeiros devem aguardar um sinal firme do Ministério da Fazenda descartando um pacote de aumento de impostos para reforçar o caixa em 2018, medida que vinha sendo considerada nas últimas semanas. Contudo, depois do elevado número de vetos presidenciais à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018 na semana passada, parlamentares insatisfeitos com a postura do Executivo ameaçaram convocar ministros para explicações e até mesmo paralisar os trabalhos da Comissão Mista de Orçamento (CMO), justamente quando o governo precisará contar com o colegiado para aprovar as mudanças nas metas fiscais. Se a tramitação das propostas de alteração nas metas demorar, o governo terá de continuar "cortando na carne" até que o Congresso aprove a nova meta de 2017, que permita um déficit maior. O Tribunal de Contas da União (TCU) tem alertado o governo de que só enviar o projeto de lei para a alteração do objetivo fiscal não basta para autorizar novos gastos: é preciso que a lei esteja aprovada.

 

 

 

Na agenda externa,  O forte crescimento econômico da China mostrou sinais visíveis de cansaço em julho à medida que os custos de empréstimos subiram e o mercado imobiliário esfriou, embora os níveis de atividade permanecessem sólidos no geral. A produção industrial aumentou 6,4 por cento em julho em relação ao ano anterior, o ritmo mais lento desde janeiro.

A economia do Japão cresceu 4 por cento no segundo trimestre deste ano, a uma taxa anualizada, sexto trimestre consecutivo de expansão liderada pelo consumo privado e despesas de capital. O resultado marcou o ritmo mais rápido de crescimento desde janeiro a março de 2015.

As tensões na península coreana diminuíram ligeiramente após o presidente da Coreia do Sul dizer que é preciso tratar das ambições nucleares de Pyongyang pacificamente e autoridades de primeiro escalão dos Estados Unidos minimizaram o risco de uma guerra iminente com a Coreia do Norte.

A produção industrial da zona do euro recuou 0,6% em junho ante maio. A Eurostat também revisou os dados de produção industrial de maio, para avanço mensal de 1,2% e acréscimo anual de 3,9%.

 

 

                              

Nas Bolsas,  Os mercados acionários da China avançaram nesta segunda-feira, na medida que os investidores buscaram oportunidades em ações que recuaram na semana passada, mesmo com os dados econômicos sugerindo potencial para desaceleração do crescimento na segunda maior economia do mundo. As Bolsas Europeias operam em alta com a diminuição das tensões entre Estados Unidos e Coreia.

 

 

 

Nos Estados Unidos, O presidente Trump pedirá ao seu principal conselheiro comercial que determine se deve investigar as práticas comerciais chinesas que forçam as empresas norte-americanas que operam na China a transferir propriedade intelectual. O movimento, que poderia levar a tarifas maiores sobre os produtos chineses, chega num momento em que Trump pediu à China que faça mais para reprimir o programa de mísseis nucleares da Coreia do Norte, pois ameaça possíveis ações militares contra Pyongyang. Trump antecipa volta das férias e concede entrevista coletiva hoje, sem horário definido.

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 11/08/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em baixa no início dos negócios reagindo a divulgação do CPI Americano. Em uma semana marcada por tensões entre Estados Unidos e Coreia do Norte que derrubaram as Bolsas Mundiais o encerramento tem como o principal indicador econômico, O CPI (Consumer Price Index) de Julho nos Estados Unidos, que subiu 0,1% em Julho ante Junho. No Brasil, o governo tem enfrentado embates sobre a mudança dupla na meta fiscal de 2017 e 2018 que deve ser divulgada na segunda-feira. O anúncio tende a apresentar déficit de R$ 159 Bilhões, em cada ano. Com dificuldades para fechar as contas, o governo vai anunciar também cortes de gastos com o funcionalismo e congelamento de reajustes. Nos Estados Unidos, teremos ainda hoje discursos dos presidentes regionais do Federal Reserve (BC norte-americano) Robert Kaplan, de Dallas (10h40), e Neel Kashkari, de Minneapolis (12h30), ambos com direito a voto nas reuniões deste ano. A Baker Hughes divulga relatório sobre poços e plataformas em operação no país (14 horas).

 

 

 

 

Na agenda interna, Há indefinição sobre mudança dupla de meta fiscal de 2017 e 2018 e embates dentro do governo sobre o tema. Um anúncio trazendo aumento de déficit de R$ 20 bilhões nos dois anos – para R$ 159 bilhões e R$ 149 bilhões, respectivamente – foi adiado para segunda-feira, junto com anúncio de cortes de gastos. O presidente do Congresso, Eunício Oliveira, também deu prazo até segunda para o governo apresentar dados que justifiquem ser inevitável a revisão das metas para permitir um rombo maior. Outro incêndio que o Planalto está tendo que controlar é o da pressão do Centrão por cargos e punição aos parlamentares "infieis" sob a ameaça de não votarem para barrar uma eventual segunda denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente. Como resultado, o PMDB suspendeu, por 60 dias, os seis deputados federais do partido que votaram a favor da denúncia contra Temer na Câmara, no último dia 2.

Com dificuldades para fechar as contas, o governo deve anunciar uma série de medidas para conter gastos com o funcionalismo, entre elas o congelamento dos reajustes dos servidores do Executivo, previstos para 2018. Também está sendo negociada a fixação de um limite de R$ 5 mil para os salários de servidores em início de carreira e corte de gastos em benefícios como auxílio-moradia, auxílio -reclusão e ajuda de custo. A ideia do governo é postergar para janeiro de 2019, ou seja, em um ano, os reajustes prometidos a maioria das carreiras de funcionários públicos. A medida traria uma economia de cerca de R$ 9 bilhões para o próximo ano, ajudando a fechar as contas do orçamento.

 

 

 

Na agenda externa,  O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Alemanha subiu 0,4% em julho ante junho e registrou alta de 1,7% na comparação anual, segundo dados finais publicados hoje pela agência de estatísticas do país, a Destatis.

 

 

                              

Nas Bolsas,  Os mercados acionários da China recuaram nesta sexta-feira, com a crescente guerra de palavras entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte combinada com a realização de lucro em setores cíclicos levando os índices a acumularem quedas nesta semana.

Pelo terceiro dia consecutivo, as bolsas europeias amargam perdas em função da disputa nuclear entre Coreia do Norte e Estados Unidos.

 

 

 

Nos Estados Unidos, O presidente Donald Trump, intensificou sua retórica em relação à Coreia do Norte, dizendo que o país deve ficar “muito, muito nervoso” caso pense em atacar os EUA ou seus aliados, após Pyongyang dizer estar fazendo planos para disparar mísseis sobre o Japão para aterrissarem próximo a Guam, território norte-americano no Pacífico.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos de julho é o indicador principal do dia. Na agenda de eventos, há discursos dos presidentes regionais do Federal Reserve (BC norte-americano) Robert Kaplan, de Dallas (10h40), e Neel Kashkari, de Minneapolis (12h30), ambos com direito a voto nas reuniões deste ano. A Baker Hughes divulga relatório sobre poços e plataformas em operação no país (14 horas).

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 10/08/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio, Dólar abrindo instável no início dos negócios. A aversão ao risco provocada pela troca de farpas entre Estados Unidos e Coreia do Norte, embora em menor grau hoje,e as indefinições sobre o ajuste fiscal das contas do governo continuam influenciando o comportamento dos mercados. As tensões geopolíticas que envolvem preocupações sobre uma ainda remota chance de disputa nuclear entre Estados Unidos e Coreia vem causando impactos nas Bolsas Internacionais e mantendo investidores na defensiva. No Brasil, a questão fiscal, e a cobrança do Centrão formado por partidos que fazem parte da base aliada do governo cobrando cargos e ameaçando travar a Reforma da Previdência causa instabilidade. Nos Estados Unidos, a inflação ao produtor dos Estados Unidos em julho, o PPI demonstrou queda de 0,1% em julho, já os pedidos de auxílio-desemprego subiram em 3 mil na semana Ainda hoje teremos coletiva de imprensa do presidente da distrital de Nova York do Federal Reserve, William Dudley (com direito a voto), às 11 horas.

 

 

 

 

Na agenda interna, A persistente aversão ao risco geopolítico no exterior e as indefinições sobre ajuste fiscal das contas do governo Temer podem manter os investidores na defensiva. Embora Temer tenha descartado ontem criar novas alíquotas de imposto de renda para Pessoa Física, a projeção da equipe econômica levada a ele indica a necessidade de mudar não apenas a meta fiscal deste ano, mas também a meta de 2018, que já foi alterada em abril, de déficit de R$ 79 bilhões para déficit de R$ 129 bilhões. Agora, o rombo poderia chegar a cerca de R$ 170 bilhões.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) recuou 0,03% na primeira prévia de agosto, após uma redução de 0,95% na primeira prévia de julho. A informação foi divulgada há pouco pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumula recuo de 2,68% no ano, além de redução de 1,83% em 12 meses.

 

 

 

 

Na agenda externa,  A Coreia do Norte ironizou os alertas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que Pyongyang irá enfrentar "fogo e fúria" se ameaçar os EUA. Com isso, prossegue a busca por proteção após a Coreia do Norte afirmar que o plano de lançar mísseis no território de Guam, que é administrado por Washington, será executado até o meio de agosto. Em uma declaração emitida na manhã desta quinta-feira (horário local), o general do Exército norte-coreano, Kim Rak Gyom, que comanda as forças estratégicas do regime de Kim Jong-un, comentou que os mísseis a serem lançados sobrevoarão Shimane, Hiroshima e Kochi, no Japão, durante cerca de 17 minutos, e chegarão a zonas marítimas nas proximidades de Guam.

Em junho, a atividade produtiva do Reino Unido subiu 0,5% na comparação com o mês anterior. Se a atividade surpreendeu positivamente, o resultado comercial do país registrou um déficit de 12,7 bilhões de libras em junho, maior do que o resultado negativo de 11,3 bilhões de libras de maio.

 

 

 

                              

Nas Bolsas,  As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta quinta-feira, com várias delas se recuperando das mínimas do dia, mas influenciadas ainda pelos desdobramentos das tensões entre EUA e Coreia do Norte, que recentemente voltaram a trocar ameaças. Ontem, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o arsenal nuclear do país está "mais poderoso do que nunca", embora tenha ressaltado esperar que nunca precise utilizá-lo, enquanto a Coreia do Norte detalhou planos de atacar o território de Guam, que é administrado por Washington, até meados de agosto.

As bolsas europeias engatam um segundo dia de queda generalizada em meio a tensões geopolíticas envolvendo preocupações sobre uma disputa nuclear que traria impactos para todo o mundo. Os protagonistas deste enredo que alimenta as incertezas dos investidores são a Coreia do Norte e os Estados Unidos e o coadjuvante importante nesta trama é a China, único país a manter relação com o vizinho asiático.

 

 

 

Nos Estados Unidos, estão previstas as divulgações da inflação ao produtor dos Estados Unidos em julho, o PPI (9h30), os pedidos de auxílio-desemprego (9h30), e coletiva de imprensa do presidente da distrital de Nova York do Federal Reserve, William Dudley (com direito a voto), às 11 horas.

Panorama de Mercado 09/08/2017

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Aos clientes e amigos,

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em alta com o aumento da aversão ao risco provocada pela tensão Estados Unidos e Coreia do Norte, ofuscando, no início dos negócios,  o resultado da inflação no País que registra em 12 meses um patamar abaixo do piso da meta. Ontem, a Coreia do Norte ameaçou lançar mísseis no território de Guam, administrado pelos Estados Unidos. Para o país, os recentes exercícios militares realizados pelos EUA levam a situação regional a um "ponto extremo" e podem provocar um "conflito perigoso". Trata-se de uma resposta à também ameaça feita no mesmo dia pelo presidente norte-americano, Donald Trump, de que Pyongyang encontrará "fogo e fúria nunca vistos antes pelo mundo" se continuar a intimidação a Washington. No Brasil, deputados do Centrão (PP, PR e PSD) mandaram avisar ao presidente Michel Temer que não irão votar a reforma da Previdência Social. Juntas as bancadas desses três partidos somam 123 votos. Nesta manhã foi divulgado o IPCA do mês de julho, registrando 0,24%. No acumulado em 12 meses, o índice foi para 2,71%, abaixo do piso da meta de 3%. Nos Estados Unidos, a agenda de indicadores traz o índice da produtividade da mão de obra no 2º trimestre (9h30); os estoques no atacado em junho (11 horas) e os estoques semanais de petróleo bruto do Departamento de Energia (11h30). O presidente do Fed de Chicago, Charles Evans (com direito a voto), discursa (14 horas).

 

 

 

Na agenda interna, O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo subiu 0,04 por cento na primeira quadrissemana de agosto, após variação negativa de 0,01 por cento em julho. O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

Horas depois de admitir que o governo estudava a elevação do Imposto de Renda, o presidente Michel Temer negou que o governo vá propor a mudança ao Congresso. Pouco antes, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, havia citado estudos técnicos diversos sobre o IR, enquanto o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tinha rejeitado a possibilidade de a medida ser aprovada pelos deputados.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,24% no mês de julho em relação a junho, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o menor resultado para julho desde 2014, quando o índice ficou em 0,01%. No acumulado em 12 meses, o índice foi para 2,71%, abaixo do piso da meta de inflação estipulada pelo governo pela primeira vez desde março de 2007. O piso da meta é de 3% ao ano (1,5 ponto percentual abaixo do centro da meta, que é de 4,5% ao ano). Este patamar foi o menor para 12 meses desde fevereiro de 1999, quando o índice acumulou 2,24%.

 

 

Na agenda externa,  A inflação de preços ao produtor da China manteve-se estável em julho, em um sinal positivo para a produção industrial e para os resultados das empresas no terceiro trimestre, mesmo que uma ação dirigida pelo governo para reduzir o endividamento possa arrefecer os ganhos e o crescimento econômico até o fim do ano. O índice de preços no produtor (PPI) subiu 5,5 por cento no mês passado em relação ao ano anterior, sem alteração em relação a junho, informou o Escritório Nacional de Estatística.

 

                              

Nas Bolsas,  As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em baixa nesta quarta-feira, reagindo à escalada das tensões entre EUA e Coreia do Norte, que levou investidores a evitar ativos considerados mais arriscados.

Presente em todas as capas de jornais europeus, a tensão geopolítica que tem a Coreia do Norte como epicentro dá o tom negativo unânime para os pregões locais na manhã desta quarta-feira. Ontem, a Coreia do Norte ameaçou lançar mísseis no território de Guam, administrado pelos Estados Unidos. Para o país, os recentes exercícios militares realizados pelos EUA levam a situação regional a um "ponto extremo" e podem provocar um "conflito perigoso". Trata-se de uma resposta à também ameaça feita no mesmo dia pelo presidente norte-americano, Donald Trump, de que Pyongyang encontrará "fogo e fúria nunca vistos antes pelo mundo" se continuar a intimidação a Washington.

 

 

Nos Estados Unidos, O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, disse que o presidente dos EUA, Donald Trump, estava tentando enviar uma mensagem forte à Coreia do Norte quando disse que o regime norte-coreano enfrentará "fogo e fúria" se ameaçar os Estados Unidos.

A agenda de indicadores norte-americana traz o índice da produtividade da mão de obra no 2º trimestre (9h30); os estoques no atacado em junho (11 horas) e os estoques semanais de petróleo bruto do Departamento de Energia (11h30). O presidente do Fed de Chicago, Charles Evans (com direito a voto), discursa (14 horas).

 

Fonte: Reuters e Broadcast