Panorama de Mercado 20/10/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve baixa no início dos negócios. Aumentam as apostas de que o presidente americano Donald Trump possa escolher Jerome Powell, inclinado a afrouxamento monetário, para presidente do FED. Sua decisão deve ser conhecida até 3 de novembro.  Ontem foi aprovado o orçamento americano para o ano fiscal de 2018, acrescentando até 1,5 trilhão de dólares ao déficit federal ao longo da próxima década e fortalecendo as chances da reforma tributária proposta por Trump ser bem sucedida em breve. Isso pode significar aprovação de cortes de impostos em larga escala. Na Europa continuam as preocupações com a Catalunha e se espera  pelo resultado da reunião extraordinária de ministros da Espanha amanhã. No Brasil, a confiança do planalto em relação a rejeição pelo plenário da Câmara sobre a segunda denúncia contra Temer, que deve se confirmar na próxima quarta-feira, 25, já faz o governo sair em busca de uma agenda propositiva de medidas que visam fechar as contas públicas, em sua maioria impopulares, o que tende a dificultar negociações e que põem à prova sua capacidade de articulação a menos de um ano das eleições. É esperado ao menos a aprovação, mesmo que em um formato mais enxuto, da Reforma da Previdência, portanto, o clima pós encerramento da denúncia precisará ser bem analisado visando uma estratégia eficaz na sequência. Nesta manhã tivemos a divulgação do IPCA-15 que registrou alta de 0,34% em outubro após ter avançado 0,11% em setembro, resultado dentro das estimativas.

 

 

Na agenda interna,  O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) registrou alta de 0,30 por cento na segunda prévia de outubro depois de subir 0,41 por cento na segunda leitura do mês anterior. O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis.

Confiantes de que a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer será rejeitada na próxima quarta-feira, 25, pelo plenário da Câmara, governo e deputados já articulam a agenda para o dia seguinte, mas divergem sobre as prioridades. Enquanto o Palácio do Planalto dá preferência a propostas que ajudem a fechar as contas públicas, a maioria impopular, parlamentares buscam impor uma agenda própria, com forte apelo na sociedade, como projetos ligados à área da segurança pública. Líderes dos principais partidos da base ouvidos pelo Estadão/Broadcast descartam votar matérias consideradas impopulares a menos de um ano das eleições, quando tentarão renovar seus mandatos. Citam o aumento de alíquota da contribuição previdenciária para servidores e o adiamento do reajuste do funcionalismo público. Esses pontos devem ser tema de duas medidas provisórias (MP) que o governo pretende enviar à Câmara logo após a votação da segunda acusação formal contra o presidente – por organização criminosa e obstrução da Justiça. A aprovação da reforma da Previdência também é dada como improvável na atual legislatura, mesmo que seja um texto mais enxuto. Juntos, esses partidos somam, pelo menos, 240 dos 513 deputados. Vamos ver como estará o clima após a votação da segunda denúncia contra Temer.

 

 

Na agenda externa,  A aprovação do Orçamento dos Estados Unidos ontem à noite fortalece as chances de aprovação da reforma tributária do presidente Donald Trump e anima os mercados globais nesta sexta-feira, com bolsas em alta e dólar forte, o que tende a ajudar também no humor das praças locais. Além disso, é visto como positivo o favoritismo na disputa para presidência do Federal Reserve pelo diretor do Fed Jerome Powell, cujas apostas saltaram de 40% antes do fechamento das bolsas de Nova York para 65% mais tarde, após o site Politico comentar que Powell, visto como "dovish" ou inclinado a afrouxamento monetário, é o favorito de Trump. A decisão sobre quem assumirá o comando do Fed deve ser anunciada até 3 de novembro, quando Trump viaja para a Ásia. Na Europa, porém, o otimismo é afetado ainda pelas preocupações com a Catalunha e a Bolsa de Madri mostra volatilidade à espera da reunião extraordinária de ministros da Espanha amanhã, que suspenderá parte da autonomia da Catalunha para "restaurar a legalidade" e impedir a declaração definitiva de independência da região. A medida poderá resultar na dissolução do Parlamento regional e na queda do governador e líder independentista Carles Puigdemont. No radar segue ainda o 19° Congresso do Partido Comunista da China, que deverá se estender até o dia 24. O evento definirá as novas lideranças da China nos próximos cinco anos, mas a expectativa é que o presidente Xi Jinping e o primeiro-ministro Li Keqiang permaneçam em seus cargos.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, após o Senado dos EUA aprovar na noite de ontem uma proposta orçamentária para o próximo ano fiscal, melhorando a perspectiva de que o governo de Donald Trump avance com planos de reforma tributária no Congresso americano.

Após um dia de quedas generalizadas por causa, principalmente, das incertezas políticas na Espanha, as bolsas europeias focam notícias positivas e apresentam tendência de alta na manhã desta sexta-feira.

 

 

Nos Estados Unidos, A tentativa do presidente Donald Trump, de reformar o sistema tributário do país superou um obstáculo crítico quando o Senado aprovou um esboço de orçamento para o ano fiscal de 2018 que abrirá caminho para que os republicanos busquem um pacote de cortes de impostos sem o apoio dos democratas. Com uma votação de 51 a 49, o Senado, controlado pelos republicanos, aprovou a medida para o orçamento, que acrescentará até 1,5 trilhão de dólares ao déficit federal ao longo da próxima década para pagar pelos cortes tributários propostos. "Nós tivemos ZERO votos democratas, com apenas Rand Paul (ele votará por cortes nos impostos) votando contra", escreveu Trump, referindo-se ao senador republicano. "Isso agora permite a aprovação de cortes de impostos em larga escala (e reforma), que serão os maiores na história de nosso país!", afirmou o presidente americano.

Destaque hoje é o discurso da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Janet Yellen, sobre política monetária desde a crise financeira de 2008/2009, às 21h30, em Washington. Além dela, a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, participa de evento às 16h (não vota este ano). Na agenda política, o presidente americano, Donald Trump, reúne-se com o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Antonio Guterres, para discutir a reforma na instituição. Os indicadores norte-americanos previstos são as vendas de moradias usadas de setembro (12 horas) e o relatório sobre poços e plataformas em operação no país (15 horas).

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 19/10/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve alta no início dos negócios influenciado pelo clima tenso no exterior devido a crise entre a Catalunha e o governo espanhol que reacendeu a aversão a risco e acaba por conter o ânimo local com a aprovação do parecer que pedia o arquivamento da denúncia contra o presidente Temer que seguirá para o plenário da Câmara na próxima quarta-feira em votação que deve encerrar o tema. Mesmo com um placar um pouco menor que o obtido na primeira denúncia, o governo deve conseguir vitória no plenário na próxima semana. A partir daí os agentes devem monitorar questões relativas a Reforma da Previdência e a chance de sua aprovação mesmo que em um formato mais enxuto ainda em 2017, para tomar posições. Deixar para 2018, ano de eleições, a votação da Previdência, tende a trazer uma incerteza quanto a sua aprovação.  O fluxo cambial pode seguir favorável em meio a captações externas, como a de US$ 1 bilhão fechada ontem pelo Banco do Brasil ante uma demanda de mais de US$ 6 bilhões, amenizando eventuais pressões externas, decorrentes ainda de expectativas de elevação de juros em dezembro nos EUA e sobre a mudança no comando do Federal Reserve. Sobre isso, Donald Trump, entrevista a presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, para um possível segundo mandato à frente da instituição nesta quinta-feira. Entre os indicadores, o destaque são os pedidos de auxílio-desemprego (10h30). A presidente do Fed de Kansas City, Esther George (sem direito a voto) discursa (11h30). O Senado deve votar o orçamento dos EUA para 2018.

 

 

Na agenda interna,  A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria novas normas para processos administrativos abertos pelo Banco Central ou pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), permitindo ao BC firmar acordos de leniência com instituições financeiras.

A crise entre a Catalunha e o governo espanhol reacende a aversão ao risco nos mercados internacionais e poderá conter a reação dos investidores locais à aprovação do parecer que pede o arquivamento da denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-geral da Presidência), ontem, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Agora a denúncia segue para votação no plenário da Câmara na próxima quarta-feira (25). Temer e os ministros são acusados pela Procuradoria-Geral da República por organização criminosa. O presidente da República também foi denunciado, sozinho, por obstrução de Justiça. O placar de 39 votos a favor e 26 contrários à rejeição da denúncia foi menor do que o obtido pelo governo na primeira denúncia contra Temer por corrupção passiva, quando a CCJ aprovou relatório a favor de Temer por 41 votos a 24. Mesmo assim, o resultado não deve mudar a aposta dos operadores na rejeição da denúncia também no plenário e pode alimentar a sensação de que há chances de a reforma da Previdência mais enxuta pode avançar no Congresso em breve. Mas o ânimo local poderá ser contido pelo ambiente externo tenso. O fluxo cambial pode seguir favorável em meio a captações externas, como a de US$ 1 bilhão fechada ontem pelo Banco do Brasil ante uma demanda de mais de US$ 6 bilhões, amenizando eventuais pressões externas, decorrentes ainda de expectativas de elevação de juros em dezembro nos EUA e sobre a mudança no comando do Federal Reserve.

 

 

Na agenda externa,  A produção industrial da China avançou 6,6% em setembro ante o mesmo período do ano passado. O dado representa uma aceleração das atividades industriais após dois meses de desaceleração acentuada. Já as vendas no varejo avançaram 10,3% em setembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado.

O presidente da Catalunha, Carles Puigdemont, ameaçou declarar explicitamente a independência da região se o governo central da Espanha não oferecer uma oportunidade de diálogo e seguir adiante com a promessa de retirar os poderes do território semiautônomo.

O primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy, convocou nesta manhã uma reunião extraordinária de ministros para o próximo sábado na qual deverá suspender a autonomia da Catalunha para "restaurar a legalidade" e impedir a declaração definitiva de independência da região. A medida, que precisa do aval do Senado, deverá resultar na dissolução do Parlamento regional e na queda do presidente (equivalente a governador) Carles Puigdemont.

Dados do Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS, na sigla em inglês) mostram que as vendas no varejo do Reino Unido caíram 0,8% em setembro ante agosto e tiveram expansão de 1,2% na comparação anual.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas da China fecharam em baixa nesta quinta-feira, após dados oficiais mostrarem que a segunda maior economia do mundo cresceu em ritmo um pouco mais fraco no último trimestre. Em outras partes da Ásia e do Pacífico, os mercados reduziram ganhos ou seguiram o tom negativo das ações chinesas.

A situação está tensa na Europa e os mercados acionários reagem operando unanimemente no vermelho. A unidade espanhola está cada vez mais em xeque e a cartada dada pela primeira-ministra britânica, Theresa May, ontem à noite em relação a imigrantes da União Europeia (UE) no contexto do Brexit (saída do Reino Unido do bloco comum) foi mal recebida pela ala do governo que quer uma separação definitiva dos vizinhos.

 

 

Nos Estados Unidos, Donald Trump, entrevista a presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, para um possível segundo mandato à frente da instituição. Entre os indicadores, o destaque são os pedidos de auxílio-desemprego (10h30). A presidente do Fed de Kansas City, Esther George (sem direito a voto) discursa (11h30). O Senado deve votar o orçamento dos EUA para 2018.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 18/10/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios, e monitorando a votação da segunda denúncia contra Temer que deve ser arquivada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Após isso, o parecer será levado a votação na próxima quarta-feira no plenário da Câmara onde o planalto precisa de 172 votos para que a denúncia seja enterrada, o que não parece ser muito difícil visto a afinação entre PSDB e PMDB demonstrada na votação do caso Aécio Neves que recebeu seu mandato de volta e ainda é alvo de nove inquéritos. E buscando minimizar alguns conflitos com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, Michel Temer já estuda mudar o comando do BNDES. Maia também tem feito pressão por ajuda financeira ao Rio do Janeiro, seu reduto eleitoral.  Nos Estados Unidos, o Federal Reserve divulgará o Livro Bege, relatório sobre as condições da economia no país (16 horas). O número de construções de moradias iniciadas em setembro será conhecido 10h30 e os estoques de petróleo bruto do DOE, às 12h30. Entre os eventos, o presidente da regional de Nova York do Fed, William Dudley, e o presidente da distrital de Dallas, Robert Kaplan, discursam às 10 horas.

 

 

Na agenda interna,  O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), teve queda de 0,38 por cento em agosto na comparação com julho. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo acelerou a alta a 0,16 por cento na segunda quadrissemana de outubro.

A maior pressão dos preços tanto no varejo quanto no atacado impulsionou o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) para um avanço de 0,49 por cento em outubro, ante 0,39 por cento no mês anterior.

A quarta-feira traz uma agenda robusta para guiar os mercados locais, sendo que o destaque é a votação, a partir das 9h, da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer por obstrução de justiça e organização criminosa na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. A expectativa é de que seja aprovado o parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), favorável ao arquivamento da denúncia. Temer não tem poupado esforços para se salvar também nesta nova denúncia. Independentemente do desfecho, o parecer será votado na próxima quarta-feira no plenário da Câmara, onde precisa de 172 votos para que também esta denúncia seja enterrada. Para agradar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com quem tem tido uma relação conflituosa nos últimos tempos, Temer estaria avaliando mudar o comando do BNDES, além de ajudar a acelerar a tramitação do projeto de lei que autoriza o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a firmarem acordo de leniência com bancos, cujo mérito deve ser votado hoje no plenário da Câmara. E afinado com o PSDB, o PMDB ajudou ontem, em votação no plenário do Senado, a devolver o mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG), barrando a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Dos 44 votos favoráveis a Aécio (26 foram contra), ao menos 19 são alvo da Operação Lava Jato. O PMDB foi o partido que mais deu votos ao senador mineiro, num total de 18. Além de retomar seu mandato, Aécio já não precisa cumprir o recolhimento domiciliar à noite. Aécio, no entanto, ainda é alvo de nove inquéritos.

 

 

Na agenda externa,  A China vai aprofundar as reformas econômicas e financeiras e abrir mais seus mercados para investidores estrangeiros conforme busca alcançar um crescimento de alta qualidade em vez de alta velocidade, afirmou o presidente do país, Xi Jinping. À noite, estão previstos o Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre e os números de setembro de produção industrial, vendas no varejo e investimentos em ativos fixos do país (23h30). Também tem início hoje o Congresso do Partido Comunista chinês.

A taxa de desemprego do Reino Unido ficou em 4,3% no trimestre até agosto, a mesma do período de três meses encerrado em julho, permanecendo no menor nível desde 1975.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam sem direção única e majoritariamente perto da estabilidade nesta quarta-feira, com investidores evitando negócios em meio à abertura de uma importante reunião da elite política na China. O Partido Comunista da China iniciou hoje seu 19º congresso, evento que durará uma semana e definirá as novas lideranças e políticas do país nos próximos cinco anos. Bolsas Europeias operando em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve divulgará o Livro Bege, relatório sobre as condições da economia no país (16 horas). O número de construções de moradias iniciadas em setembro será conhecido 10h30 e os estoques de petróleo bruto do DOE, às 12h30. Entre os eventos, o presidente da regional de Nova York do Fed, William Dudley, e o presidente da distrital de Dallas, Robert Kaplan, discursam às 10 horas.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 17/10/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve alta no início dos negócios, enquanto aguarda pela discussão do parecer que recomenda a rejeição da segunda denúncia contra Temer e seus ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, prevista para começar as 10h. Os governistas calculam que tem os mesmos 41 votos conseguidos para enterrar a primeira denúncia contra o presidente na CCJ e tentarão liquidar o tema na comissão já nesta quarta-feira, deixando a votação de mérito para a próxima semana no plenário. Ontem, em meio à nova crise com Maia, Temer enviou uma carta aos deputados e senadores na qual afirma ser vítima de uma "conspiração" para derrubá-lo.  O resultado na CCJ deverá dar um norte aos investidores sobre as chances de tramitação das reformas da Previdência e tributária ainda este ano no Congresso. Além disso, a divulgação da produção Industrial americana as 11h15 também é esperada. Outro assunto que vem sendo monitorado diz respeito a escolha do novo presidente do FED (BC Americano), que deve acontecer nas próximas semanas. Trump está trabalhando com uma pequena lista que inclui Jerome Powell, um diretor do Fed; Kevin Warsh, ex-diretor do Fed; o principal conselheiro econômico de Trump, Gary Cohn; e Yellen, cujo mandato termina em fevereiro. Nesta manhã o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Vítor Constâncio, advertiu sobre uma possível correção nos preços globais dos ativos. Segundo ele, os investidores podem estar fazendo pouco para se ajustar a mudanças futuras na política dos bancos centrais. Um gatilho para essa correção poderia ser a ação de grandes bancos centrais de elevar seus juros, disse o dirigente. O Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deve elevar os juros novamente em dezembro, indicam suas projeções, enquanto o BCE se prepara para diminuir o ritmo de seu programa de compra de bônus no próximo ano. O anúncio das mudanças na política do BCE é esperado para a próxima semana.

 

 

Na agenda interna,  Os irmãos Joesley e Wesley Batista, controladores da JBS, tornaram-se réus sob acusação de uso de informação privilegiada e manipulação de mercado, após o juiz João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Federal de São Paulo, aceitar denúncia feita contra ambos pelo Ministério Público Federal (MPF).

Os investidores locais podem manter um pano de fundo de cautela nesta manhã em meio à espera dos dados de produção industrial dos Estados Unidos e do início da discussão do parecer que recomenda a rejeição da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-geral da Presidência) por obstrução de justiça e organização criminosa na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara (10h). Os governistas calculam que têm os mesmos 41 votos conseguidos para enterrar a primeira denúncia contra o presidente na CCJ e tentarão liquidar o tema na comissão já nesta quarta-feira, deixando a votação de mérito para a próxima semana no plenário. Para derrubar o parecer, a oposição aposta no desgaste político de Temer causado pela crise com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e as delações do empresário Joesley Batista, da JBS, e o doleiro Lúcio Funaro, que segundo a Lava Jato era operador de propinas do PMDB. Uma novidade desta vez é que Maia não estará em Brasília amanhã durante a esperada votação porque viajará para o Chile amanhã e só retornará ao Brasil na quinta, devendo observar de longe os desdobramentos da votação. Segundo analistas do mercado, o resultado na CCJ deverá dar um norte aos investidores sobre as chances de tramitação das reformas da Previdência e tributária ainda este ano no Congresso. Ontem, em meio à nova crise com Maia, Temer enviou uma carta aos deputados e senadores na qual afirma ser vítima de uma "conspiração" para derrubá-lo. De acordo com interlocutores do Planalto, a carta de Temer, na prática, tem como alvo também o Supremo Tribunal Federal, responsável por enviar para a Câmara os áudios da delação de Funaro, que estariam sob sigilo, mas foram liberadas para divulgação por Maia.

O ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE) afirmou em delação premiada que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pressionou o então presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, e os membros do Conselho de Administração da estatal pela nomeação de Paulo Roberto Costa para a Diretoria de Abastecimento. A pressão teria ocorrido em reunião no palácio do planalto. Segundo Corrêa, além dele, de Lula e de Dutra, participaram da reunião o ex-deputado e então líder do PP, Pedro Henry, o ex-deputado e tesoureiro do PP José Janene, o ex-ministro das Relações Institucionais Aldo Rebello e o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. Na reunião, segundo ele, "o principal diálogo" entre Lula e Dutra foi relacionado à demora na nomeação de Costa. "Lula disse a Dutra para mandar um recado aos conselheiros que, se Paulo Roberto Costa não estivesse nomeado em uma semana, ele iria demitir e trocar os conselheiros da Petrobras", relatou. Corrêa completou dizendo que "pouco tempo depois da reunião", a nomeação de Costa para a Diretoria de Abastecimento da Petrobras foi aprovada e o PP, que tinha interesse e pressionava o governo obstruindo as votações no Congresso, "abandonou a obstrução da pauta".

O Senado deve adiar mais uma vez a votação do afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG), alvo de medidas restritivas impostas pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal. Os motivos são a ausência de vários senadores e a dificuldade de o tucano de conseguir os 41 votos necessários para rejeitar a decisão da Corte.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu uma liminar determinando que o Senado realize de forma aberta a votação sobre o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG), estabelecido pela Primeira Turma do STF em setembro. O Senado, de acordo com decisão do Supremo na semana passada, deverá dar a palavra final sobre se o senador alvo da medida cautelar deve ser afastado ou não.

Nesta manhã foi divulgado pelo IBGE que o volume de serviços prestados caiu 1% em agosto ante julho.

 

 

Na agenda externa,  O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do Reino Unido subiu 3% em setembro ante igual mês do ano passado, ganhando força em relação ao avanço de 2,9% observado em agosto, segundo dados publicados hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS).

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 1,5% na comparação anual de setembro, repetindo a variação de agosto.

O índice de expectativas econômicas da Alemanha subiu para 17,6 em outubro, de 17 em setembro, segundo o instituto alemão ZEW. Já o chamado índice para as condições atuais medido pelo ZEW surpreendeu negativamente e caiu para 87 em outubro, de 87,9 no mês anterior.

A Coreia do Norte voltou a ameaçar o mundo, advertindo na Organização das Nações Unidas (ONU) que uma guerra nuclear poderá explodir a qualquer momento.

O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Vítor Constâncio, advertiu sobre uma possível correção nos preços globais dos ativos. Segundo ele, os investidores podem estar fazendo pouco para se ajustar a mudanças futuras na política dos bancos centrais. Um gatilho para essa correção poderia ser a ação de grandes bancos centrais de elevar seus juros, disse o dirigente. O Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deve elevar os juros novamente em dezembro, indicam suas projeções, enquanto o BCE se prepara para diminuir o ritmo de seu programa de compra de bônus no próximo ano. O anúncio das mudanças na política do BCE é esperado para a próxima semana.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em alta modesta nesta terça-feira, à espera do início do 19º Congresso do Partido Comunista da China. Na China, a cautela prevaleceu antes da reunião do Partido Comunista, que terá início amanhã e deverá durar cerca de uma semana. No evento, que é realizado a cada cinco anos, é amplamente esperado que o presidente Xi Jinping garanta um segundo mandato como secretário-geral da agremiação e consolide seu poder. Xi é considerado o líder chinês mais forte desde a década de 1970.

Monitorando os desdobramentos políticos e dados macroeconômicos da região, as bolsas europeias operam sem sinal único, enquanto as moedas também trilham direções opostas pela manhã. Incertezas, principalmente sobre o futuro da Espanha e do Reino Unido, ainda deixam investidores temerosos. Enquanto respostas não vêm, eles operam com base nos indicadores e nas expectativas sobre pronunciamentos importantes que ocorrem hoje no continente.

 

 

Nos Estados Unidos, O presidente Donald Trump, vai se reunir com a chair do Federal Reserve, Janet Yellen, na quinta-feira como parte de sua busca por um novo candidato para comandar o banco central norte-americano. Trump está trabalhando com uma pequena lista que também inclui Jerome Powell, um diretor do Fed; Kevin Warsh, ex-diretor do Fed; o principal conselheiro econômico de Trump, Gary Cohn; e Yellen, cujo mandato termina em fevereiro, de acordo com fontes da Reuters.

A agenda traz hoje a produção industrial de setembro (11h15). Também saem o índice NAHB de confiança das construtoras de outubro (12h00) e os estoques API de petróleo bruto (18h30).

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 16/10/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Hoje o Boletim Focus trouxe as seguintes estimativas para o final de 2017: Selic: 7%, USD: 3,15, PIB: 0,72% e Superávit Comercial: USD 63,73 Bilhões. Nesta manhã foi divulgado o IPC-S que apresentou alta de 0,28% na segunda quadrissemana de outubro, de 0,14% na primeira leitura do mês. No Exterior, o governo espanhol irá assumir o controle da Catalunha e a administração da região caso o líder catalão, Carles Puigdemont, não desista da tentativa separatista até a próxima quinta-feira. Nos Estados Unidos, a presidente do FED (BC Americano) declarou que a economia dos Estados Unidos continua forte e a força do mercado de trabalho pede por contínuos aumentos graduais nas taxas de juros apesar da inflação moderada. Temos as 10:30hs a divulgação do NY Empire State Index, índice calculado mensalmente pelo Federal Reserve Bank/New York, com o intuito de medir a atividade manufatureira no estado.

 

 

Na agenda interna,  O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) acelerou a alta a 0,28 por cento na segunda quadrissemana de outubro, de 0,14 por cento na primeira leitura do mês.

 

 

Na agenda externa,  O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da China subiu 1,6% em setembro ante igual mês do ano passado, perdendo força em relação ao acréscimo de 1,8% registrado em agosto. Já o índice de preços ao produtor (PPI, pela sigla em inglês) da China teve alta anual de 6,9% em setembro, bem maior que o aumento de 6,3% de agosto.

A economia da China deve crescer 7 por cento no segundo semestre deste ano, afirmou o presidente do banco central do país, Zhou Xiaochuan. A China publica os dados do Produto Interno Bruto do terceiro trimestre na quinta-feira.

O presidente do Banco Central do Japão (BOJ, na sigla em inglês), Haruhiko Kuroda, declarou que a autoridade monetária japonesa continuará a conduzir uma política agressiva de relaxamento monetário.

O governo da Espanha irá assumir o controle da Catalunha e a administração da região se o líder catalão, Carles Puigdemont, não desistir de uma tentativa de separar a região do restante da Espanha até as 10h (5h, no horário de Brasília) de quinta-feira, disse a vice-primeira-ministra da Espanha, Soraya Sáenz de Santamaria.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, seguindo o tom positivo dos mercados de Nova York na sexta-feira, enquanto investidores digeriam os últimos dados de inflação da China. Na China continental, por outro lado, o dia foi de perdas na expectativa para o 19º Congresso do Partido Comunista, que terá início na quarta-feira e definirá as lideranças do país pelos próximos cinco anos.

As principais bolsas europeias tentam evitar a contaminação do mau humor visto no mercado acionário de Madri, que já atinge o de Lisboa. Em mais um momento marcado pela política no continente e numa segunda-feira sem indicadores econômicos relevantes, as moedas da região operam com sinais distintos.

 

Nos Estados Unidos, A presidente do Federal Reserve (o Banco Central dos EUA), Janet Yellen, declarou que "o fortalecimento da economia dos Estados Unidos irá garantir o incremento gradual" das taxas de juros de curto prazo, manter o nível de desemprego em patamar baixo e carregar a inflação ao alvo de 2%.  Ainda assim, a presidente da autoridade monetária afirmou que o Fed está observando de perto do efeito do aperto monetário sobre preços, já que "a grande surpresa na economia neste ano foi a inflação". Yellen disse ainda esperar que, no segundo semestre do ano, o crescimento econômico exceda o potencial. O indicador de preços mais relevante para o Fed subiu 1,4% em um ano até agosto, enquanto o núcleo de inflação registrou alta de 1,3% no período, abaixo da meta anual de 2%. "Minha avaliação é de que estas leituras não devem persistir e, com o fortalecimento do mercado de trabalho, a inflação deve ficar mais forte no ano que vem", declarou Yellen, apontando que a maioria de seus colegas no Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) concorda com este entendimento.

 

Fonte: Reuters

Panorama de Mercado 13/10/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em baixa no início dos negócios pós feriado no Brasil reagindo a divulgação do índice de preços ao consumidor americano (CPI) de setembro que apresentou alta de 0,5% ante agosto, número menor que as previsões, assim como as vendas no varejo que apresentaram alta de 1,6% em setembro ante agosto, também abaixo da previsão dos analistas. Esses números podem aumentar a dúvida dos membros do FED em relação a provável alta do juro em Dezembro já que a busca é por uma pressão inflacionária maior no país que possa dar subsídio para o movimento. A agenda de eventos tem como destaque a participação e discurso do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e do presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, no âmbito de seus compromissos no encontro do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, em Washington. Às 13h30, Meirelles discursa no "Brazil Economic Conference – 2017", organizado pela Brazilian American Chamber of Commerce. Às 15h30, participa do IMFC Introductory Session, no FMI, e concede coletiva de imprensa às 17 horas. Nos Estados Unidos, discursam o dirigente do Fed de Boston, Eric Rosengren, e o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, no evento anual do Instituto de Finanças Internacionais (IIF). Há também pronunciamentos de Charles Evans, da regional de Chicago, às 11h25, e de Robert Kaplan, do Fed de Dallas, às 12h30. Já o presidente do Federal Reserve de Atlanta, Raphael Bostic afirmou considerar a projeção de três elevações de juros neste ano no País consistente.

 

 

Na agenda interna,  Os mercados locais devem retomar os negócios nesta sexta-feira ajustando-se ao pregão da véspera, dia de feriado no Brasil, de olho também em dados importantes da economia dos Estados Unidos a serem divulgados nesta manhã, como o índice de preços ao consumidor (CPI) de setembro. Nesta madrugada, já saíram números robustos da balança comercial da China, que amparam recuperação do petróleo, em alta de mais de 2,0%. Esse avanço das commodities será uma boa notícia para a Bovespa. Ontem, no entanto, os mercados internacionais tiveram um dia de relativa aversão ao risco, em meio a preocupações com fatores geopolíticos e balanços corporativos fracos, que pressionaram o mercado acionário em ambos os lados do Atlântico. Um dado positivo sobre a inflação ao produtor americano, no entanto, deu fôlego ao dólar e à demanda por Treasuries, uma vez que aumenta as chances de o Federal Reserve elevar as taxas de juros ainda este ano.

No Brasil, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, segue em Washington, onde participa de compromissos no encontro do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, acompanhando do presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. Ontem, o ministro afirmou que a reforma da Previdência está em processo de discussão no Congresso, o que, segundo ele, deve ocorrer até o começo do próximo mês. Ele ressaltou ainda que a estimativa do governo para o crescimento do PIB em 2018 é de 2%, com viés de alta e pode "até chegar a 3%". Nesse sentido, a Standard & Poor's fez um alerta para o risco de rebaixamento da nota brasileira caso a reforma não aconteçam em tempo hábil de “dar algum respiro” ao próximo governo. A advertência foi recebido pela equipe econômica como um reforço à mensagem de que a aprovação da proposta é essencial.

A agenda de eventos tem como destaque a participação e discurso do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e do presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, no âmbito de seus compromissos no encontro do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, em Washington. Às 13h30, Meirelles discursa no "Brazil Economic Conference – 2017", organizado pela Brazilian American Chamber of Commerce. Às 15h30, participa do IMFC Introductory Session, no FMI, e concede coletiva de imprensa às 17 horas. Já Ilan preside, às 20h30, o Constituency Meeting, no Banco Mundial.

 

 

Na agenda externa,  Autoridades do Banco Central Europeu (BCE) estão alinhadas na avaliação sobre prolongar o programa de estímulo por nove meses em sua próxima reunião, assim como reduzir a escala, de acordo com a Reuters. As compras de ativos do BCE devem expirar no final do ano e as autoridades devem decidir, em 26 de outubro, prolongá-las.

O crescimento das importações e exportações da China acelerou em setembro, sugerindo que a segunda maior economia do mundo ainda está expandindo a um ritmo saudável, apesar das previsões de eventual desaceleração. As importações cresceram 18,7 por cento em setembro em relação ao ano anterior, superando as previsões de expansão de 13,5 por cento e acelerando frente aos 13,3 por cento em agosto.  As exportações aumentaram 8,1 por cento no período, abaixo das previsões de 8,8 por cento, mas o maior resultado em três meses e com vantagem expressiva sobre os 5 por cento em agosto.

O Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) informou que injetou 498 bilhões de yuans (US$ 75,5 bilhões) no sistema bancário do país por meio de uma linha de crédito de médio prazo. A medida é tomada para fortalecer a liquidez do sistema financeiro.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Alemanha registrou avanço de 0,1% em setembro na comparação com o mês anterior, além de avançar 1,8% ante igual mês de 2016.

Senadores articulam uma votação secreta para deliberar sobre as medidas cautelares e o afastamento impostos ao senador Aécio Neves (PSDB-MG). O tema está em discussão pela cúpula do Senado e tem como objetivo diminuir o desgaste de senadores que pretendem reverter a suspensão das funções parlamentares do tucano. A votação no plenário da Casa está marcada para a próxima terça-feira. O regimento interno do Senado prevê votação secreta para deliberação sobre prisão de parlamentar. A Constituição, porém, não diz que modelo deve ser adotado.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas da Ásia fecharam na maioria em alta nesta sexta-feira, beneficiadas por números em geral positivos da balança comercial da China. As importações da potência asiática avançaram 18,7% em setembro na comparação anual, acima da expectativa de alta de 15% dos analistas, o que beneficiou as praças asiáticas em geral. As exportações chinesas cresceram pelo sétimo mês consecutivo, em alta anual de 8,1%, embora neste caso abaixo da previsão de avanço de 10% dos economistas ouvidos pelo Wall Street Journal.

As bolsas europeias operam sem sinal único, nesta sexta-feira. Números em geral positivos da balança comercial da China impulsionam algumas ações, como as do setor de matérias-primas, mas outras praças oscilam com viés negativo, com notícias corporativas no radar. No Reino Unido, continua a haver cautela com a dificuldade do país em avançar nas negociações com a União Europeia para sua saída do bloco, o chamado Brexit.

 

 

Nos Estados Unidos, O presidente Trump, se encontrou ontem com o economista da Universidade de Stanford John Taylor em busca de um novo presidente para o Federal Reserve (Fed, o banco central americano), de acordo com uma autoridade da Casa Branca.

Presidente do Federal Reserve de Atlanta, Raphael Bostic afirmou considerar a projeção de três elevações de juros neste ano no País consistente.

Hoje discursam o dirigente do Fed de Boston, Eric Rosengren, e o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, no evento anual do Instituto de Finanças Internacionais (IIF). Há também pronunciamentos de Charles Evans, da regional de Chicago, às 11h25, e de Robert Kaplan, do Fed de Dallas, às 12h30. O presidente Donald Trump falará sobre o acordo nuclear com o Irã a partir das 13h45.

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 11/10/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Como era esperado, o relatório do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) foi pelo arquivamento da denúncia contra Temer. A votação na CCJ deve acontecer na próxima semana. O governo espera ver a situação resolvida no plenário da Câmara até o dia 23 de outubro. Nesta manhã foi divulgado que as vendas no varejo no Brasil recuaram 0,5% em agosto na comparação com o mês anterior e subiram 3,6 por cento sobre um ano antes. Os mercados vão ficar atentos a Ata do Federal Reserve, que será divulgada as 15h, e pode movimentar as cotações por aqui. O tom do documento pode consolidar as apostas em uma elevação do juro americano em dezembro. O País também divulga hoje o relatório sobre empregos JOLTS de agosto (11h00). Ontem a noite, o presidente do Federal Reserve de Dallas, Robert Kaplan, afirmou estar consciente de que se o país esperar muito para ver sinais de uma inflação maior, pode ficar 'atrás da curva' e ter de lidar com elevações de juros mais rápidas. Já o presidente da distrital de Chicago, Charles Evans, afirmou nesta manhã, que os fundamentos da economia americana estão muito fortes.  No exterior, a situação da Catalunha segue sendo monitorada, o presidente regional da Catalunha, Carles Puidegmont, reforçou que deseja seguir com o movimento separatista, seguindo a vontade popular, mas que tentará um diálogo para que a Catalunha tenha mais autonomia. Ao mesmo tempo o grupo suspendeu "por semanas" o resultado de um plebiscito não oficial realizado há dois domingos. Em reação, o primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy, deu o primeiro passo para ativar o artigo 155 da Constituição espanhola, que permitirá que ele suspenda a autonomia política da Catalunha e tome controle da região se preciso for.

 

 

Na agenda interna,  Os preços ao consumidor voltaram a subir e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) avançou 0,32 por cento na primeira prévia de outubro, contra 0,34 por cento no mesmo período do mês anterior. Os dados mostram que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, avançou 0,17 por cento na primeira prévia de outubro, depois de cair 0,12 por cento no mesmo período do mês anterior.

Os mercados globais operam em compasso de espera pela divulgação nesta tarde da ata da mais recente reunião de política monetária do Federal Reserve, quando foi anunciado o programa de enxugamento do balanço do banco central norte-americano. O tom do documento, que pode consolidar as apostas em uma elevação dos juros em dezembro, tende a nortear os negócios nesta quarta-feira, véspera de feriado no Brasil. Internamente, além da cautela pré-recesso, deve trazer desconforto ao mercado um novo atrito envolvendo o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o Planalto. Em claro enfrentamento ao governo, Maia descartou ontem a possibilidade de colocar novamente em pauta a Medida Provisória 784, a MP da Leniência, que estabeleceria um novo marco punitivo para instituições financeiras e que caduca na próxima semana. Ele anunciou também a intenção de não votar mais medidas provisórias e declarou ainda que não há motivos para eventuais ajustes fiscais com vistas a 2018 serem encaminhados ao Congresso via MPs. As críticas de Maia aumentaram as incertezas em relação ao Orçamento de 2018. O adiantamento do envio do pacote de medidas por causa das negociações para barrar a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer na Câmara, que tem votação prevista para o dia 25, já tinha acendido a luz vermelha da equipe econômica. A demora do governo em enviar medidas que têm impacto no Orçamento criou impasse na tramitação da lei orçamentária irritou parlamentares, a ponto de a Comissão Mista de Orçamento (CMO) ameaçar votar uma peça fictícia.

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, participa de evento em Washington. O STF julga a ação que defende a necessidade de medidas cautelares contra parlamentares serem autorizadas pela Câmara ou pelo Senado, o que pode ou não beneficiar o senador Aécio Neves. O Tesouro faz leilão de LTN e NTN-F (11h00).

As vendas no varejo brasileiro recuaram 0,5 por cento em agosto na comparação com o mês anterior e subiram 3,6 por cento sobre um ano antes.

O Palácio do Planalto aprovou o relatório do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) pelo arquivamento da denúncia contra o presidente Michel Temer, apresentado nesta segunda-feira na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, e dá a situação na Casa como “resolvida”. A votação na CCJ deve acontecer na próxima semana. O governo espera ver a situação resolvida no plenário da Câmara até o dia 23 de outubro.

 

 

Na agenda externa,  O primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy, deu o primeiro passo para ativar o artigo 155 da Constituição espanhola, que permitirá que ele suspenda a autonomia política da Catalunha e tome controle da região. “O governo concordou em exigir formalmente que o governo catalão confirme se declarou ou não a independência”, disse Rajoy, em pronunciamento televisionado.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas encerraram os negócios desta quarta-feira sem direção única, com algumas delas seguindo o tom positivo de ontem dos mercados acionários de Nova York. O dia, no entanto, foi marcado por recordes de alta no Japão, na Coreia do Sul e em Taiwan.

A ata do Federal Reserve, Catalunha e Brexit embaralham as bolsas europeias na manhã desta quarta-feira, enquanto as moedas seguem voláteis. Os investidores estão de olho em indicadores diferentes, fazendo com que tanto o mercado acionário quanto o cambial acabem ficando de lado. A exceção é a Bolsa de Madri, que sobe mais de 1%, em um movimento de recuperação das baixas dos últimos dias, depois que os temores de que a Catalunha pudesse declarar independência ontem mesmo foram amainados.

 

Nos Estados Unidos, O presidente do Federal Reserve de Dallas, Robert Kaplan, afirmou que quer ver mais sinais de alta da inflação antes de elevar os juros de novo, mas que custos baixos de empréstimo a longo prazo podem limitar até onde e a velocidade com que as taxas podem ser elevadas. O banco central elevou os juros duas vezes este ano, e a expectativa é de que faça isso novamente em dezembro.

Hoje o destaque fica por conta da divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (15h00). O Departamento do Trabalho dos EUA publica o relatório sobre empregos JOLTS de agosto (11h00). Também serão divulgados os estoques API de petróleo bruto (17h30).

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 10/10/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Após a volta do feriado americano o dólar abre em baixa no início dos negócios em dia que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara apresenta o relatório sobre a denúncia da Procuradoria-Geral contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência). A expectativa dos governistas é de que o tucano vote pelo arquivamento das acusações de obstrução da Justiça e organização criminosa. O ritmo de andamento da segunda denúncia traz preocupação para a equipe econômica que deseja colocar em votação a Reforma da Previdência até o final deste mês ou início de novembro, entre outras medidas que possam sustentar o aumento das receitas no ano que vem. Ao término das apresentações do relator e dos defensores, é esperado um pedido de vista. A comissão se reunirá novamente para discutir o tema no dia 17, data destinada aos debates. Só após todos os parlamentares discursarem na comissão é que ocorrerá a votação do parecer. A expectativa é de que o tema siga para o plenário da Câmara entre 23 e 24 de outubro. No exterior, as atenções estarão voltadas para um discurso, marcado para 13 horas, do presidente regional da Catalunha no Parlamento, Carles Puigdemont, sobre o plebiscito de independência. Os investidores seguem de olho nos desdobramentos do movimento separatista da Catalunha, que pode levar ao fim da Espanha unificada, como é conhecida hoje. Nos Estados Unidos, dois dirigentes do Federal Reserve com poder de voto nas reuniões de política monetária discursam: o presidente da distrital de Minneapolis, Neel Kashkari, às 11 horas, e o da regional de Dallas, Robert Kaplan, às 21 horas.

 

 

Na agenda interna,  O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) atingiu em setembro o maior nível da série, apontando otimismo dos empresários e indicando que o emprego continuará a melhorar nos próximos meses. O IAEmp subiu 2,4 pontos no mês passado e foi a 100,6 pontos, o maior nível da série iniciada em junho de 2008, após recuo em agosto.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) manifestações favoráveis a se manter a prisão preventiva decretada contra o empresário Joesley Batista e o executivo Ricardo Saud, ambos da J&F. Para Dodge, é necessário mantê-los presos preventivamente diante da gravidade dos fatos apurados e impedir que eles possam cometer crimes. Ela destacou ainda que Joesley e Saud têm condições de fugir do país por terem bens, contas bancárias e residência no exterior.

A articulação de lideranças governistas para tentar aprovar uma reforma da Previdência enxuta ainda este ano deve ficar no radar dos mercados locais. Só que antes é preciso virar a página com relação à segunda denúncia criminal contra o presidente Michel Temer, em tramitação na Câmara. A apreciação do texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa será esta tarde, mas terá início as 10h. A CCJ tem um prazo total de cinco sessões plenárias para concluir a análise do pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) para processar Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral da Presidência). Os governistas esperam que o deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) vote pelo arquivamento das acusações de obstrução de justiça e organização criminosa. O ritmo de andamento da segunda denúncia traz preocupação para a equipe econômica diante da possibilidade de o governo adiar o envio da revisão da proposta de Orçamento de 2018 e das medidas que vão sustentar o aumento das receitas no ano que vem para depois da votação. Com relação à Previdência, o governo quer colocar a matéria em votação no plenário da Câmara em novembro, após a análise da denúncia. A reforma se restringiria a mudanças na idade mínima de aposentadoria (62 anos para mulheres e 65 anos para homens), tempo mínimo de contribuição de 25 anos, e na regra de transição. A expectativa é que o tema vá a plenário entre 23 e 24 de outubro. Na agenda do dia, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, participa de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado as 10h.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que só colocará a medida provisória (MP) 784/2017 em votação no plenário da Casa se o texto aprovado na comissão mista for modificado. A MP, entre outras coisas, autoriza o Banco Central a firmar acordos de leniência com instituições financeiras. A matéria consta na pauta da sessão plenária desta terça-feira (10).

 

 

Na agenda externa,  as atenções estarão voltadas para um discurso, marcado para 13 horas, do presidente regional da Catalunha no Parlamento, Carles Puigdemont, sobre o plebiscito de independência. Merece destaque ainda a publicação, às 10 horas, da revisão das perspectivas de crescimento global feitas pelo FMI.

A produção industrial do Reino Unido subiu 0,2% em agosto ante julho, segundo dados publicados hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês). Na comparação anual, a indústria britânica produziu 1,6% mais em agosto, variação que veio bem acima da projeção do mercado, de alta de 0,7%.

A Alemanha teve superávit comercial de 21,6 bilhões de euros (US$ 25,4 bilhões) em agosto, maior que o saldo positivo de 19,3 bilhões de euros de julho. As exportações alemãs subiram 3,1% em agosto ante julho, enquanto as importações avançaram 1,2%. Na comparação anual, as exportações tiveram alta de 7,2% em agosto, lideradas por um salto de 10,6% nos embarques para países da zona do euro, e as importações cresceram 8,5%.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta terça-feira, lideradas pelo mercado da Coreia do Sul, que voltou a operar após seis dias úteis de feriado. As bolsas europeias tomam rumos distintos na manhã desta terça-feira, enquanto as moedas locais sobem em relação ao dólar. Os investidores seguem de olho nos desdobramentos do movimento separatista da Catalunha, que pode levar ao fim da Espanha unificada, como é conhecida hoje.

 

 

Nos Estados Unidos, dois dirigentes do Federal Reserve com poder de voto nas reuniões de política monetária discursam: o presidente da distrital de Minneapolis, Neel Kashkari, às 11 horas, e o da regional de Dallas, Robert Kaplan, às 21 horas.

O secretário de Defesa Jim Mattis, afirmou que o país vai usar a diplomacia e a pressão econômica para fazer com que a Coreia do Norte deixe de lado o programa de armas nucleares, mas alertou que um grupo de oficiais do Exército e suas tropas está pronto para atuar em caso de as negociações falharem.

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 09/10/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em alta no início dos negócios que hoje tendem a ser reduzidos em virtude do feriado americano em comemoração ao dia de Colombo. Nesta manhã foi divulgado o boletim focus do Banco Central com as estimativas do mercado financeiro para o final de 2017: PIB: 0,70%, Selic: 7%, IPCA: 2,98%, Superávit Comercial: USD 63,03 Bilhões e USD: 3,16. Os agentes seguem apostando em nova elevação do juro americano em Dezembro após os últimos dados de emprego no País. No Brasil, no front político a articulação para que o Congresso vote nesta semana a MP 784 que trata de acordo de leniência envolvendo o Banco Central entra no radar em semana encurtada pelo feriado de quinta-feira que pode trazer dificuldade ao presidente Temer para receber parlamentares em busca de apoio às vésperas da apresentação do relatório da denúncia da PGR contra ele na CCJ.

 

 

Na agenda interna,  O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) acelerou a alta a 0,62 por cento em setembro, ante 0,24 por cento em agosto. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60 por cento do indicador todo, teve alta de 0,97 por cento no período, sobre 0,26 por cento em agosto.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, admitiu em entrevista à Reuters que os recursos do fundo eleitoral aprovado pelo Congresso –no valor de 1,7 bilhão de reais– não serão suficientes para bancar a campanha de 2018 e que será necessário continuar com o debate de novas fontes de financiamento dos candidatos.

Os investidores iniciam a semana com perspectiva de liquidez reduzida nesta segunda-feira, já que os bancos estarão fechados nos Estados Unidos em comemoração ao Dia de Colombo. Os mercados, no entanto, funcionam normalmente e os agentes seguem apostando em uma nova elevação de juros em dezembro pelo Federal Reserve, leitura reforçada pelos dados de emprego de setembro, divulgados na última sexta-feira. Nesse sentido, a expectativa é pela ata da última reunião de política monetária do colegiado a ser conhecida na quarta-feira. Além disso, as commodities devem voltar ao foco com a retomada dos negócios hoje na China, após o feriado da "Semana Dourada".

Na agenda local da semana o destaque fica por conta das vendas do varejo de agosto, na quarta-feira, que podem corroborar o quadro de recuperação sustentada da economia, a exemplo dos dados de produção industrial de agosto revelados recentemente. Na política, o foco do governo Michel Temer estará na articulação para que o Congresso vote nesta semana a MP 784 que trata de acordo de leniência envolvendo o Banco Central. Em reunião sobre o tema ontem no Jaburu, o presidente foi alertado pelos líderes de que a semana curta pode atrapalhar a votação da medida. Às vésperas da apresentação do relatório da denúncia da PGR contra Temer na Comissão de Constituição e Justiça, o presidente terá dificuldade de receber parlamentares em busca de apoio, já que muitos deixarão Brasília em função do feriado. Também nesta semana o Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar a aplicação de medidas cautelares a parlamentares alternativas à prisão, ação que definirá o encaminhamento que o Senado dará ao afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG), determinado pela Primeira Turma do STF.

 

 

Na agenda externa,  O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, disse que a Espanha não será dividida, uma semana depois que a Catalunha realizou um referendo que, segundo autoridades catalães, mostrou que a população local apoia majoritariamente a independência da região.

A produção industrial da Alemanha subiu 2,6% em agosto ante julho, no cálculo com ajustes sazonais. Na comparação anual, a produção geral da indústria alemã aumentou 4,7% em agosto, também considerando-se ajustes.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços da China caiu para 50,6 em setembro, de 52,7 em agosto, atingindo o menor nível em 21 meses. Já o PMI composto chinês, que engloba indústria e serviços, diminuiu para 51,4 em setembro, de 52,4 em agosto, tocando o menor patamar em três meses. Em relação as reservas internacionais do País, subiram US$ 16,98 bilhões, a US$ 3,109 trilhões em setembro.

Na agenda internacional desta semana são esperados a ata da reunião de política do Federal Reserve (quarta-feira) e a produção industrial da zona do euro de agosto (quinta-feira). Na sexta-feira, serão divulgados o índice de preços ao consumidor da Alemanha e dos Estados Unidos, além das vendas no varejo e índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan dos EUA.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas da China fecharam em alta nesta segunda-feira, animadas pela perspectiva de expansão do crédito para o setor corporativo, na volta de um feriado de uma semana. No Japão, Coreia do Sul e Taiwan, porém, não houve negócios em razão de feriados locais. Antes do chamado feriado da "Semana Dourada", o banco central chinês (PBoC) anunciou que cortará a taxa compulsória exigida de bancos comerciais em 0,5 ponto a 1 ponto porcentual a partir de 2018. A redução, a primeira desde março de 2016, tem o objetivo de estimular o setor bancário chinês a ampliar a concessão de empréstimos a pequenas empresas. A maioria das bolsas Europeias operam em alta em meio a instabilidade em relação a unidade espanhola.

 

 

Nos Estados Unidos, Um assessor da Casa Branca diz que não há mal-entendidos no que o presidente Donald Trump, quer dizer quando fala que "apenas uma coisa funcionará" para controlar os programas nucleares e de mísseis da Correia do Norte.

Hoje é feriado em comemoração do dia de Colombo no País.

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 06/10/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em alta no início dos negócios, reagindo a divulgação do payroll americano que apontou uma redução de 33 mil vagas em setembro, após ajustes sazonais, evidenciando que o mercado de trabalho foi afetado, mesmo que em menor escala, pelos furacões na Flórida e no Texas. As previsões eram de uma redução mais acentuada. A taxa de desemprego americano caiu em setembro para 4,2%, ao menor nível desde 2001. Os mercados estão atentos aos passos do Federal Reserve (BC Americano) que tende a elevar o juro em Dezembro próximo. Membros regionais da instituição vem adotando uma postura mais hawkish, a favor da elevação e discursos dos dirigentes são observados de perto, tal qual a escolha do novo presidente do FED a ser feita por Donald Trump também é. Uma opção por alguém de perfil mais favorável a manutenção dos estímulos tende a beneficiar os países emergentes. Nesta manhã foi divulgado pelo IBGE que o IPCA em setembro no Brasil atingiu alta de 0,16% marca próxima ao teto das expectativas. No front político a percepção de que o presidente Temer tenha mais dificuldade para se livrar da segunda denúncia criminal contra ele, aumentou devido a insatisfação de parlamentares e também em relação a confusão observada ontem sobre a relatoria do tema com a destituição do deputado Bonifácio de Andrada pelo PSDB que gerou incerteza quanto a força do Planalto. Posteriormente, o PSC cedeu uma vaga para Bonifácio, que é aliado de Temer, continuar no colegiado e na relatoria do processo. Voltando aos Estados Unidos, estão previstos discursos de quatro dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano): às 10h15, Raphael Bostic (Atlanta/não vota nas reuniões de política monetária); às 13h15, William Dudley (Nova York/vota) ;às 13h45, Robert Kaplan (Dallas/vota); e às 14h50, James Bullard (St. Louis/não vota). Também serão divulgados os estoques no atacado de agosto (11 horas), o relatório sobre poços e plataformas em operação (14 horas) e o crédito ao consumidor em agosto (16 horas).

 

 

 

Na agenda interna,  A percepção de que o presidente Michel Temer terá mais dificuldade na Câmara para se livrar da segunda denúncia criminal contra ele coloca os investidores em alerta. Profissionais do mercado avaliam que ele também desta vez conseguirá se salvar, mas o esforço será maior e Temer terá que abrir mais os cofres. Conforme apurou a Coluna do Estadão, deputados da base têm combinado entre si que está na hora de "dar um susto no governo" e entregar mais votos a favor da segunda denúncia contra Temer do que ele espera, uma vez que há muita insatisfação entre os parlamentares. Sem contar a confusão em torno da relatoria da segunda denúncia, por organização criminosa e obstrução da Justiça, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, que culminou na destituição do deputado Bonifácio de Andrada pelo PSDB. O PSC cedeu uma vaga para Bonifácio, que é aliado de Temer, continuar no colegiado e na relatoria do caso.

A economia brasileira passou a surfar numa onda de indicadores positivos que apontam para a retomada do crescimento, mas o otimismo exagerado pode levar o Congresso a empurrar para depois das eleições de 2018 as votações mais importantes da agenda econômica, como a Reforma da Previdência que continua sendo prioridade do Planalto em meio a proximidade das eleições.

O Congresso concluiu ontem a votação da reforma política que poderá valer nas eleições de 2018. Ao fim de meses de discussão, o conjunto de mudanças na legislação eleitoral, na opinião de analistas, vai favorecer os maiores partidos e políticos que já possuem mandatos. A reforma garantiu também uma injeção de ao menos R$ 1,7 bilhão de recursos públicos nas campanhas do ano que vem e deu aos partidos a possibilidade de pagar dívidas eleitorais e de outras penalidades – incluindo ações da Operação Lava Jato – em milhares de parcelas.

A inflação medida pelo IPCA fechou setembro com alta de 0,16% ante avanço de 0,19% em agosto. A taxa acumulada pela inflação no ano foi de 1,78%. Já o acumulado em 12 meses é d 2,54%.

 

 

Na agenda externa,  As encomendas à indústria da Alemanha subiram 3,6% em agosto ante julho, no cálculo ajustado, segundo dados divulgados hoje pelo Ministério de Economia do país.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam em alta nesta sexta-feira, à espera de novos dados do mercado de trabalho dos EUA, mas a liquidez permaneceu fraca em meio a feriados que duraram a semana inteira na China e na Coreia do Sul.

As bolsas europeias operam sem consenso na manhã desta sexta-feira, à espera dos dados do payroll norte-americano (9h30), informação fundamental para antecipar o próximo passo do banco central dos Estados Unidos (Federal Reserve, Fed) em relação à trajetória de sua política monetária. No velho continente, eventos locais de fundo político trazem muitas incertezas. Na Espanha, segue o monitoramento sobre a possibilidade de independência da Catalunha a qualquer momento.

 

 

Nos Estados Unidos, Estão previstos discursos de quatro dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano): às 10h15, Raphael Bostic (Atlanta/não vota nas reuniões de política monetária); às 13h15, William Dudley (Nova York/vota) ;às 13h45, Robert Kaplan (Dallas/vota); e às 14h50, James Bullard (St. Louis/não vota). Também serão divulgados os estoques no atacado de agosto (11 horas), o relatório sobre poços e plataformas em operação (14 horas) e o crédito ao consumidor em agosto (16 horas). Membros votantes do FED vem adotando uma postura mais hawkish que preveem nova elevação no juro ainda em 2017  e outras três em 2018, por isso os discursos dos membros da instituição são observados de perto.

 

Fonte: Broadcast