Panorama de Mercado 19/08/2019

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸  DÓLAR    ⬆  ➕0,65%  💱 🇪🇺 EURO  ⬆  ➕0,85%  🗞.

 

Ibovespa: +0,40%                         Ásia: +2,1%

Dow Jones Futuro: +0,80%          Europa (Frankfurt): +1,2%

 

No mercado de câmbio: Dólar operando em alta no início dos negócios. Em uma semana onde a volatilidade deve continuar, é importante estar atento à alguns anúncios de peso, especificamente a Ata do Banco Central norte-americano na quarta-feira e do Banco Central europeu na quinta. De todo modo o destaque principal ficará por conta do discurso de Jerome Powell em simpósio que reunirá os presidentes dos BCs em Jackson Hole na sexta-feira. Os mercados esperam que Powell dê sinais claros sobre a queda no juro em setembro, se porventura ele não o fizer, o sentimento nos negócios tende a piorar. Em meio a isso, o BC Chinês disse que irá reduzir custos de financiamentos internos diante de um quadro de desaceleração na economia, na prática, se trata de um corte de juro direcionado aos clientes preferenciais dos bancos do país. Na zona do euro a inflação do bloco permanece aquém dos objetivos do Banco Central europeu. A maior economia do euro, a Alemanha, segue preocupando,  com o Banco Central alemão sugerindo que o país está entrando em recessão devido a desaceleração contínua na indústria. Na Argentina o provável vencedor das eleições, Alberto Fernandez, disse que irá renegociar a dívida do país com o FMI. Por aqui, o boletim Focus do Banco Central trouxe as seguintes estimativas para o final de 2019: IPCA: 3,71%, PIB: 0,83%, USD: 3,78, SELIC: 5%, Investimentos diretos no país: USD 85 Bilhões, Balança Comercial: USD 52 bilhões e Produção Industrial: 0,15%. Como podemos observar, os indicadores elevaram o dólar, diminuíram a inflação e a produção industrial, com isso, aumentam as chances de um corte em torno de 0,5% na Selic na reunião de setembro. Nos Estados Unidos, Trump diz não estar preparado para um acordo com a China até o momento, ao mesmo tempo em que rejeita preocupações em relação ao crescimento do país. Já o secretário do comércio, Wilbur Ross, disse que “em algum momento haverá uma recessão”, que não deve ser duradoura. Sobre o Federal Reserve, Ross deu a seguinte declaração: “Estamos muito incomodados com a parte da força do dólar que se deve à política monetária do Fed”. Com isso, os holofotes se direcionam para as declarações de membros do BC Americano, sobretudo de Powell na sexta-feira.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆  INDEX: 0,10%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆   FUTURO: 0,35%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Setembro).

 

Na agenda interna, O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) passou a cair 0,68% na segunda prévia de agosto após avanço de 0,53% no mesmo período do mês anterior diante da deflação das matérias-primas brutas no atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, recuou 1,11%, contra alta de 0,62% na segunda prévia de julho. O boletim Focus do Banco Central trouxe as seguintes estimativas para o final de 2019: IPCA: 3,71%, PIB: 0,83%, USD: 3,78, SELIC: 5%, Investimentos diretos no País: USD 85 Bilhões, Balança Comercial: USD 52 bilhões e Produção Industrial: 0,15%.

 

Na agenda externa, O Executivo da União Europeia disse que o bloco está pronto para um Brexit sem acordo e que o Reino Unido sofrerá mais neste cenário. Ao falar em briefing diário, a porta-voz da Comissão Europeia, Natasha Bertaud, disse que uma retirada britânica do bloco sem acordo nunca seria o cenário preferido da UE, e acrescentou que o Executivo, sediado em Bruxelas, não vê necessidade para preparações adicionais de contingência neste momento.

A economia alemã pode ter continuado a encolher uma vez que a produção industrial cai em meio à escassez de pedidos, disse o banco central da Alemanha nesta segunda-feira, sugerindo que a maior economia da zona do euro está agora em recessão.

O crescimento alemão contraiu no segundo trimestre por causa de uma queda nas exportações, com a guerra comercial, a desaceleração no crescimento da China e incertezas sobre o Brexit minando a confiança, representando um golpe para a economia do país focada em exportações. "O desempenho econômico geral pode voltar a cair um pouco", disse o Bundesbank em relatório mensal. "A principal razão para isso é a desaceleração contínua na indústria", completou o banco central, apontando para um declínio significativo nos pedidos e uma grande queda nos indicadores de confiança das empresas manufatureiras. Embora o consumo doméstico continue a isolar a economia, o mercado de trabalho já está mostrando sinais de fraqueza e a confiança no setor de serviços também está caindo, acrescentou o Bundesbank. Ainda assim, o crescimento da construção deve continuar, fornecendo algum apoio à economia.

O custo de garantia contra a exposição à dívida soberana da Argentina subiu nesta segunda-feira, depois que o candidato de oposição, Alberto Fernández, disse que o país terá dificuldades sob as condições atuais de pagar o empréstimo feito com o Fundo Monetário Internacional.

Os credit default swaps (CDS) de cinco anos da Argentina estavam, de acordo com IHS Markit, em 2.669 pontos básicos, subindo 319 pontos em relação ao nível de fechamento da sexta-feira, de 2.350 pontos básicos. Os cálculos de Markit, baseados no preço de fechamento de sexta-feira, indicam 77% de probabilidade de um default soberano dentro dos próximos cinco anos. Fernández, o candidato favorito para vencer as eleições em outubro, disse que irá renegociar os termos de pagamento do empréstimo, de acordo com uma entrevista publicada no domingo pelo jornal Clarín.

 

 

Nas Bolsas, Os índices acionários da China saltaram mais de 2% nesta segunda-feira, melhor resultado desde o início de julho, com os investidores comemorando a mais recente medida de estímulo do governo para impulsionar a economia. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 2,17%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 2,1%.O banco central da China apresentou uma importante reforma dos juros no sábado para ajudar a reduzir os custos de empréstimo para empresas e sustentar a economia, que vem sendo afetada pela guerra comercial com os Estados Unidos. A medida, considerada como um corte de juros orientado, aconteceu após um plano do governo de aumentar o consumo privado para sustentar o crescimento. Bolsas europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos, O presidente Donald Trump, e autoridades da Casa Branca rejeitaram preocupações de que o crescimento econômico pode estar vacilando, afirmando no domingo que veem pouco risco de recessão apesar da semana volátil para mercados globais de títulos, e insistindo que sua guerra comercial com a China não está prejudicando o país.

O Departamento de Comércio deve estender autorização para que a Huawei adquira produtos de fornecedores americanos para que a empresa chinesa possa atender a contratos com clientes já em vigor, afirmaram duas fontes Reuters, familiarizadas com a situação.

O secretário de Comércio Wilbur Ross, ampliou o coro de autoridades presidenciais que minimizam as preocupações com uma possível recessão, após a curva de juros dos Treasuries se inverter temporariamente na semana passada pela primeira vez em 12 anos. “Em algum momento haverá uma recessão, mas, na minha opinião, essa inversão não é tão confiável quanto as pessoas pensam”, disse Ross em entrevista à Fox Business. Sobre o Federal Reserve, Ross deu a seguinte declaração: “Estamos muito incomodados com a parte da força do dólar que se deve à política monetária do Fed”.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 16/08/2019

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  ⬇ ➖0,03%  💱 🇪🇺 EURO ⬇  ➖0,30%  🗞 .

 

Ibovespa Futuro: +0,95%              Ásia: +0,29%

Dow Jones Futuro: +0,50%          Europa (Frankfurt): +0,63%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve baixa no início dos negócios. Após uma semana intensa de notícias com ingredientes dos mais diversos, dentro os quais, as renovadas preocupações com o crescimento global após dados decepcionantes da China e zona do euro, inversão da curva de juros dos títulos americanos que podem sinalizar recessão à frente, em partes minimizados por dados de atividade e emprego, pressão sobre o Federal Reserve em relação a afrouxamento em sua política monetária, eleições na Argentina com a provável vitória do candidato antimercado, fizeram o Banco Central Brasileiro usar de seus instrumentos de atuação no mercado de câmbio ao identificar essas condições adversas. Ao anunciar sobretudo os leilões de dólar à vista, utilizando-se das reservas internacionais, a instituição procurou melhorar a liquidez e diminuir a vulnerabilidade ao garantir a resiliência do país para enfrentar choques externos. Ademais também deu mais opções ao mercado ao manter o programa de complemento de rolagens swaps tradicionais, e implementando os swaps reversos, atendendo as demandas e diminuindo eventuais disfuncionalidades, o que foi visto de forma positiva pelos agentes. Vale ressaltar que as reservas internacionais são sólidas, em estoque da ordem de USD 385 bilhões. Mas a volatilidade no ambiente de negócios se faz presente, tendo em vista que ainda não é possível avaliar com exatidão se a turbulência exacerbada durante as últimas semanas será dissipada brevemente ou perdurará por um tempo maior. Um dos fatores mais importantes para esse movimento, o impasse entre americanos e chineses, centraliza as discussões. Donald Trump, por exemplo, agora diz que os chineses querem fazer um acordo e que tem a sensação de que a guerra comercial será “relativamente” curta. Será? A própria pergunta já denota que um sentimento de incertezas paira no ar. Mas a vida segue, e nesta manhã alguns dados do setor imobiliário americano deram conta de que as  construções residenciais caíram pelo terceiro mês consecutivo em julho, mesmo assim, houve um aumento no número de licenças de construção, o que pode ser indicador de melhora nos próximos dados. Logo mais, às 11H, os mercados acompanham a leitura preliminar da confiança do consumidor americano. E o saldo da balança comercial da zona do euro atingiu EURO 20,6 Bi em junho. Em relação a junho de 2018, houve um recuo de EURO 2 bilhões. Por aqui, Paulo Guedes, disse não se preocupar se porventura o dólar encostar em 4,20 devido aos “bons fundamentos” do Brasil. Ao mesmo tempo acrescentou que não acredita na possibilidade de um ataque especulativo contra a moeda, afinal, temos uma dinâmica de crescimento própria, e fazemos bom uso de nossas reservas internacionais. E o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a segunda-feira trará a primeira parte da caixa-preta do BNDEs, gente que comprou jatinho, amigo do rei. Sobre a declaração de Paulo Guedes que afirmou que se a oposição vencer na Argentina e criar problemas, o Brasil pode sair do Mercosul, Bolsonaro avalizou. Na China, e sem dar detalhes, a agência de planejamento estatal, diz que adotará plano para ampliar a renda em 2019 e 2020, visando aumentar o consumo em meio a desaceleração atual.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆  INDEX: 0,15%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆  FUTURO: 0,08%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Setembro).

 

Na agenda interna, O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que estende ao Sistema Financeiro da Habitação (SFH) a possibilidade de contratação de financiamentos imobiliários com atualização do saldo devedor baseada em índices de preços, informou o Banco Central. De acordo com a nota, essa possibilidade já havia sido autorizada às instituições financeiras, mas não alcançava as operações contratadas no âmbito do SFH, que permitem ao tomador utilizar os recursos de sua conta vinculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagamento das prestações e a amortização do saldo devedor do financiamento. “A alteração promovida pelo CMN é mais um passo para tornar o mercado imobiliário menos dependente dos recursos dos depósitos de poupança e do FGTS, permitindo a contratação de operações que podem servir de lastro de instrumentos negociados no mercado de capitais, como os certificados de recebíveis imobiliários e as letras imobiliárias garantidas”, disse o BC em nota. A medida deve favorecer a ampliação das modalidades de financiamento imobiliário disponíveis aos consumidores, o aumento da concorrência entre os agentes financeiros e a redução das taxas de juros, completou.

A Caixa Econômica Federal vai devolver até dezembro metade dos 40 bilhões de reais que recebeu do governo federal nos últimos anos via Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida (IHCD), disse o presidente-executivo do banco, Pedro Guimarães. Segundo o executivo, o conselho de administração do banco estatal aprovou a devolução de 7,35 bilhões de reais, o que deve acontecer nas próximas semanas após aprovações regulatórias. Isso soma-se a outros três bilhões de reais já devolvidos neste ano. Os pagamentos serão feitos com o uso de lucros acumulados e excedente de capital. “É muito importante esse pagamento porque gera uma economia sensível de despesa financeira para gente”, disse Guimarães durante entrevista coletiva. Na última década, o governo federal injetou cerca de 40 bilhões de reais na Caixa, como parte dos fracassados esforços para ampliar a capacidade do banco de conceder empréstimos e tentar evitar a desaceleração econômica do país.

O governo não teme um dólar acima de 4 reais porque o Brasil tem bons fundamentos, afirmou o ministro da Economia, Paulo Guedes. "Se o dólar for para 4,10 reais ou 4,20 reias estamos preparados". Ele frisou que não acredita na possibilidade de um "ataque especulativo" contra a real. "Não temos nenhuma preocupação com a questão cambial e nossa dinâmica de crescimento é própria", afirmou, acrescentando que "nem mesmo uma eventual recessão nos Estados Unidos preocupa". "Se o mundo desacelera, caem preços das commodities, o dólar pode subir um pouco mesmo, de repente você vai reindustrializar nos setores de autopeças, carros, têxtil, sapatos, móveis, não devemos temer o efeito contágio." Guedes relacionou a instabilidade recente do câmbio à desaceleração da economia global e à vitória da oposição nas eleições primárias na Argentina. Ao comentar a mudança na atuação cambial do Banco Central o ministro afirmou que o país está fazendo "um bom uso de suas reservas internacionais" e destacou que a venda de dólares no mercado à vista ajudará a reduzir a dívida pública.

"Você recompra a dívida interna e reduz dratiscamente o déficit interno porque você reduz suas despesas de juros em reais. Então você pode investir porque você abre mão das reservas e aumenta capacidade de investimento", afirmou Guedes. O BC anunciou que vai voltar a vender recursos de suas reservas este mês pela primeira vez em dez anos, para suprir liquidez ao mercado spot. A autoridade monetária afirmou que a medida pode contribuir para uma redução da dívida bruta, embora esse não seja o objetivo da iniciativa. Ao ser questionado por jornalistas se haveria um limite para o uso das reservas para intervenção no câmbio, Guedes disse que esse o assunto é de responsabilidade do presidente do BC, Roberto Campos Neto.

O ministro disse ainda que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vai encaminhar em breve o projeto de independência do Banco Central e que a "crise no Coaf" vai ajudar a acelerar essa discussão. O governo definiu que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) –que era vinculado ao Ministério da Justiça mas foi realocado no Ministério da Economia por decisão do Congresso– agora será transferido para a estrutura do Banco Central. Guedes classificou a mudança como um "aperfeiçoamento institucional". "A solução da crise do Coaf vai ser justamente colocá-lo dentro de um Banco Central independente, porque ainda nenhum dos Poderes pode dizer, nem o Supremo pode reclamar, que o ministro da Justiça estaria usando o Coaf para investigar", afirmou.

E o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a segunda-feira trará a primeira parte da caixa-preta do BNDEs, gente que comprou jatinho, amigo do rei. Sobre a declaração de Paulo Guedes que afrimou que se a oposição vencer na Argentina e criar problemas, o Brasil pode sair do Mercosul, Bolsonaro avalizou.

 

Na agenda externa, A agência de planejamento estatal da China afirmou que adotará um plano para aumentar a renda disponível neste ano e em 2020, buscando alimentar o consumo no momento em que a economia desacelera. Dados nesta semana mostraram que a economia da China perdeu mais força do que o esperado em julho, com as vendas no varejo indicando cautela do consumo conforme a intensificação da guerra comercial com os Estados Unidos pesa sobre as empresas e os consumidores. No segundo trimestre, o crescimento desacelerou para perto da mínima de 30 anos.

E o saldo da balança comercial da zona do euro atingiu EURO 20,6 Bi em junho. Em relação a junho de 2018, houve um recuo de EURO 2 bilhões.

 

Nas Bolsas, Os índices acionários da China fecharam em alta nesta sexta-feira e encerraram a semana com ganhos, ajudados pelo avanço das empresas de consumo no momento em que o governo age para aumentar mais o consumo visando lidar com a desaceleração do crescimento econômico. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,45%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,29%. Bolsas europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos,  Donald Trump disse acreditar que a China deseja fechar um acordo comercial e que a guerra tarifária com Pequim será relativamente curta. “Acho que estamos tendo boas discussões com a China. Eles querem muito fazer um acordo”, disse Trump a jornalistas. “Acho que quanto mais tempo dura mais forte ficamos”, disse Trump sobre a guerra comercial. “Tenho a sensação de que (a guerra comercial) vai ser relativamente curta”, disse ele.

Na agenda, após a divulgação de dados do setor imboliário, os mercados acompanham a leitura preliminar da confiança do consumidor americano as 11H.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 15/08/2019

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  ⬇ ➖0,40%  💱 🇪🇺 EURO ⬇  ➖0,42%  🗞 .

 

Ibovespa: +0,60%                           Ásia: +0,25%

Dow Jones Futuro: +0,50%          Europa (Frankfurt): -0,65%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios, pós atuação do Banco Central, com o exterior limitando o movimento.  Após o BCB abrir a caixa de ferramentas e anunciar que entre 21 e 29 de agosto passará a realizar leilões de dólares à vista, usando parte de suas reservas internacionais, ainda sólidas e robustas, podemos interpretar o movimento como uma forma da instituição injetar liquidez em tempos onde tanto no cenário externo, que vislumbra desaceleração econômica global sobretudo pela guerra comercial entre Estados Unidos e China, a reação dos Bancos Centrais, enfatizando o papel do Federal Reserve principalmente, sendo tardio ou não em afrouxar sua política monetária, a crise dos Hermanos em caso de vitória do candidato antimercado, Alberto Fernandez, que pode respingar efeitos nas moedas emergentes, quanto do lado doméstico, que sugere novas reduções na Selic em breve, tal qual um período de estagnação econômica, acabam por refletir em uma maior saída de dólares do país, e pressionam as cotações. Outra condicional, se dá pelo movimento de substituição de financiamentos externos pela emissão de dívidas no mercado local, o que contribui para o fluxo negativo no semestre. O que isso quer dizer? Quando a Selic situava-se em patamar na casa dos dois dígitos, era interessante tomar recursos no exterior e ingressá-los no Brasil, onde apesar do risco mais alto, o lucro era praticamente certo, afinal, o diferencial da remuneração que as taxas de juro praticadas forneciam permitia ao investidor se arriscar com maior garantia. Atualmente, o cenário projetado é diferente. O boletim focus do Banco Central, estimou a Selic em 5% ao final de 2019, e nos Estados Unidos se espera que o Banco Central americano reduza o juro à níveis abaixo de 2%, mesmo assim, a diferencial na taxa foi amplamente reduzido, e a julgar que os americanos são considerados um país de risco zero, e o Brasil, risco alto, a conduta do investidor tem sido a de buscar proteção.  Portanto,  o objetivo da operação, é atender a demanda por dólar à vista, tendo impacto direto, buscando evitar disfuncionalidades. Serão ofertados diariamente no período informado USD 550 milhões de dólares a vista, de forma simultânea no mesmo montante em swaps reversos.  Mas não é só isso, o BCB tem rolado vencimentos de swaps cambiais ao longo do ano, em operações que correspondem venda de moeda no mercado futuro, na prática uma de suas intenções é a de diminuir a volatilidade, agora, a instituição ao mesmo tempo em que confirma que manterá suas rolagens de vencimentos de swaps cambiais, também anuncia os swaps reversos, que tem efeito contrário. Em suma, o leque de opções aos agentes aumenta, podendo trocar a estratégia de swaps por dólar a vista, manter as rolagens, ou até mesmo a zeragem de posições de swaps tradicionais via swaps reversos. Trata-se de aperfeiçoamento no uso de instrumentos de atuação no câmbio por conta das condições presentes. Um dos sinalizadores externos que causaram preocupação, foi a inversão da curva de juros nos Estados Unidos, onde os juros dos títulos de 10 anos chamados T-notes, renderam menos que os de dois anos, em movimento que é visto pelos mercados como uma possibilidade de recessão americana a frente. Em épocas de instabilidade nos mercados de ações os investidores recorrem a esses títulos para se proteger. Voltando a agenda, o número de norte-americanos que pediram auxílio desemprego aumentou na semana passada, indo a 220 mil, ainda sim o mercado de trabalho continua forte. Outro indicador divulgado, as vendas no varejo em julho, mostrou alta de 0,7%, amenizando em parte as preocupações de recessão. Dados sobre os estoques nas empresas e confiança nas construtoras saem ainda nesta manhã. Pra finalizar a produção industrial dos americanos recuou 0,4% em julho, após dois meses de crescimento.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇ INDEX: 0,02%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇  FUTURO: 0,60%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Setembro).

 

Na agenda interna, A queda da Selic para mínimas recordes e a expectativa de que a taxa básica de juros atinja patamares ainda mais baixos até o fim do ano não são os únicos motivos para a mudança no "modus operandi" do Banco Central na forma de atuar no câmbio, mas certamente estão entre os mais básicos para essa alteração no modelo de intervenção, que passará a privilegiar o mercado à vista. Tudo passa pela reviravolta na dinâmica dos fluxos no mercado de câmbio, sobretudo nas negociações do segmento spot –onde há demanda física por moeda.A inédita perspectiva de que o juro mais baixo veio para ficar não apenas tem tornado menos interessante emissão de títulos em dólar por empresas brasileiras como também estimulado algumas delas a trocar passivos em moeda estrangeira por dívida com custo local. Números do BC dão uma boa ideia desse novo "normal". O saldo de títulos de dívida privada emitidos no país saltou cerca de 34% em 12 meses até junho. Já o estoque de papéis vendidos no exterior caiu na mesma proporção.No mais recente exemplo da mudança de dinâmica, na véspera, a Petrobras antecipou o pagamento integral de um contrato de financiamento com o China Development Bank (CDB) no valor de 3 bilhões de dólares, com vencimento previsto para 2024. Esse quadro implica maior demanda por dólar físico por parte das empresas. Com isso, a liquidez no mercado spot cai, o que acaba gerando distorções que vão desde a taxa do casado (cupom cambial de curtíssimo prazo) até o caminho livre para a alta do dólar, que na véspera superou os 4 reais pela primeira vez desde maio.Os números do fluxo cambial contratado expõem essa carência de liquidez. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, o país teve déficit de 2,194 bilhões de dólares no fluxo cambial total (comercial mais financeiro), contra superávit de 29,184 bilhões de dólares no mesmo período do ano passado.Não à toa, o BC justificou a mudança na forma de atuar no câmbio citando maior busca por liquidez no mercado à vista –e não no segmento futuro, onde tradicionalmente a demanda por "hedge" é maior e atendida pelos swaps cambiais. MERCADO À VISTA x SWAP – O Banco Central explicitou suas razões para a alteração no modo de intervir no câmbio, mas isso não significa que as atuações no mercado à vista se tornarão tão frequentes quanto as via swap têm sido nos últimos anos.Alguns analistas argumentam que o fluxo persistentemente negativo ao Brasil nos últimos meses é reflexo de um período de transição no qual o mercado se ajusta à realidade do juro baixo. Por essa lógica, as saídas de dólares em algum momento estancariam. E mais do que isso: uma parcela importante do mercado acredita num ingresso firme de moeda estrangeira nos próximos meses conforme ganharem tração leilões de concessões, privatizações e de áreas do pré-sal. O governo discute os termos de uma oferta de proteção cambial a esses investimentos, mas o que já se sabe é que esse "hedge" seria feito via swap cambial. Ou seja, com a esperada volta dos fluxos ao mercado à vista, a atuação do BC via swap poderá voltar a ganhar protagonismo num futuro próximo.

A Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem um projeto de lei que define os crimes de abuso de autoridade cometidos por agentes públicos e o texto será encaminhado agora para sanção ou veto do presidente Jair Bolsonaro.A proposta, que teve origem no Senado, considera crime de abuso de autoridade as condutas praticadas com a finalidade específica de prejudicar outra pessoa ou beneficiar a si mesmo ou a terceiro, assim como por mero capricho ou satisfação pessoal, de acordo com a Agência Câmara Notícias. Estão sujeitos a responderem pelo crime de abuso de autoridade servidores públicos e militares ou pessoas a eles equiparadas, membros do Legislativo, do Executivo, do Judiciário, do Ministério Público e dos tribunais ou conselhos de contas. A proposta gerou críticas dos que consideram que ela é uma reação de parte da classe política a operações recentes de combate à corrupção que atingiram políticos, como a Lava Jato.

 

Na agenda externa, A China precisa adotar as contramedidas necessárias em relação às últimas tarifas dos Estados Unidos sobre 300 bilhões de dólares em produtos chineses, disse o Ministério das Finanças que também afirmou que as tarifas dos EUA violam o consenso alcançado pelos líderes dos dois países e se desviam do caminho de negociação para resolver as disputas. Os EUA afirmaram neste mês que adotariam taxas sobre 300 bilhões de dólares em produtos chineses a partir de 1 de setembro, o que cobriria efetivamente todas as exportações da China aos EUA. Mas o presidente Donald Trump voltou atrás de parte do plano na terça-feira, adiando as taxas sobre alguns dos itens na lista como telefones celulares e laptops, na esperança de reduzir o impacto sobre as vendas de Natal. Mas as tarifas ainda serão aplicadas a esses produtos a partir de meados de dezembro.

 

Nas Bolsas, Os índices acionários da China reverteram o curso e encerraram em alta nesta quinta-feira, liderados pelas ações de tecnologia, conforme o país busca independência tecnológica em meio à guerra comercial com os Estados Unidos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,31%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,25%. Bolsas europeias em baixa.

 

Nos Estados Unidos,  índice de confiança das construtoras e o estoque das empresas encerram a agenda.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 14/08/2019

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸  DÓLAR    ⬆  ➕0,88%  💱 🇪🇺 EURO  ⬆  ➕0,93%  🗞.

 

Ibovespa futuro: -1,80%               Ásia: +0,42%

Dow Jones Futuro: -1,60%          Europa (Frankfurt): -1,85%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. E o cenário externo volta a preocupar. Se a China precisava de mais motivos para sentar à mesa com os americanos em busca de uma melhora na comunicação que pudesse projetar um acordo entre as maiores economias do mundo, os dados em relação ao crescimento de sua produção industrial em julho podem ser bem motivadores, afinal sinalizam que o conflito tem afetado de modo substantivo sua atividade. Os asiáticos divulgaram que suas vendas no varejo desaceleraram em julho à 7,6%, ante 9,8% de junho. A fraqueza se confirma à medida que a produção industrial em julho chegou a mínima de 17 anos, marcando 4,8%, após crescer 6,3% em junho. Já os investimentos em ativos fixos foram da ordem de 5,7% de janeiro a julho, abaixo do esperado. Se isso não bastasse, a expansão do PIB na zona do euro desacelerou no segundo trimestre indo a 0,2%, ante os 0,4% nos três primeiros meses do ano. A Alemanha, maior economia do bloco, retraiu a 0,4% no segundo trimestre, de 0,9% no primeiro, em considerável declínio que abre a discussão sobre uma recessão alemã no terceiro trimestre. Enquanto isso na Argentina o oposicionista Alberto Fernandez, favorito a vencer as eleições em outubro, propõe “retrabalhar” o acordo de USD 56 bilhões com o FMI, caso vença as eleições, já o atual presidente Mauricio Macri, deve anunciar novas medidas ainda hoje, afim de conter turbulências nos mercados do país. Outro fator de preocupação é o recém acordo fechado entre Mercosul e União Europeia, caso Fernandez se sagre vencedor na disputa. Nos Estados Unidos, após Donald Trump amenizar o plano tarifário sobre produtos chineses a partir de setembro, postergando a aplicação das alíquotas sobre celulares, laptops e vários outros bens de consumo, espera-se as partes de fato se encontrem no próximo mês avançando nas tratativas comerciais. No mais, o departamento de trabalho americano informou que os preços das importações subiram 0,2% no mês passado, revisando os dados de junho para mostrar queda de 1,1% nos preços ao invés de 0,9% como publicado anterioremente. O relatório também mostrou que os preços de exportação subiram 0,2% em julho, após uma queda de dois meses consecutivos. Por aqui, a Câmara dos deputados  aprovou a medida provisória da liberdade econômica, por 375 votos a 76. A medida ainda pode sofrer alterações com a analise dos 17 destaques, que ficaram para hoje. Em suma, a proposta visa reduzir a burocracia sobre a atividade econômica.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇ INDEX: 0,02%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆  FUTURO: 0,70%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Setembro).

 

Na agenda interna, A Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem a medida provisória da liberdade econômica, uma das prioridades do governo do presidente Jair Bolsonaro e que visa desburocratizar e simplificar a abertura e a operação de empresas no país.A aprovação por 345 votos a 76 do texto-base aconteceu depois de o relator da matéria, Jerônimo Goergen (PP-RS), passar os últimos dias em reuniões para negociar um texto que recebesse o aval dos parlamentares.A proposta ainda pode ser alterada na fase de análise de destaques à medida.Foram retirados do texto temas que poderiam suscitar questionamentos sobre sua constitucionalidade e assuntos específicos relacionados a determinados setores.A aprovação do texto principal da MP foi comemorada por Bolsonaro no Twitter no final da noite de terça."Por 345 a 76, texto-base da nossa medida provisória da liberdade econômica acaba de ser aprovado na Câmara. O Brasil dá mais um passo importantíssimo rumo à prosperidade. Nossos parabéns aos parlamentares! A caminho menos burocracia e mais empregos", escreveu o presidente.

Senadores fecharam acordo e definiram um calendário de votação da reforma da Previdência com promulgação prevista para o dia 10 de outubro, tendo como contrapartida a discussão de ao menos sete medidas relacionadas ao chamado pacto federativo, informaram lideranças da Casa.O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), trabalha com a ideia de promulgar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com as novas regras previdenciárias entre os dias 8 e 10 de outubro. Também adiantou que pretende trabalhar pela celeridade da tramitação das propostas do pacto federativo. Temas como o fim da Lei Kandir, partilha de recursos da cessão onerosa, do fundo social e a prorrogação de prazo para o pagamento de precatórios serão temas de quatro PECs. Projetos de lei tratarão de temas como a securitização de dívidas, o chamado Plano Mansueto e também o pagamento de 4 bilhões de reais por conta da Lei Kandir. De acordo com o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), ainda haverá conversas com o ministro da Economia para definir que assuntos serão objetos de novas propostas e que temas poderão ser aproveitados em medidas que já tramitam no Congresso, caso da securitização e da cessão onerosa, por exemplo. O líder, que calcula ter entre 56 e 60 votos favoráveis à reforma da Previdência –acima do mínimo exigido de três quintos do plenário, patamar equivalente a 49 senadores– afirma que o acordo permitirá a destinação de novos recursos a Estados e municípios provenientes tanto da cessão onerosa quanto do Fundo Social do pré-sal.

O presidente Jair Bolsonaro apoia governos que compactuam com a democracia, livre mercado e liberdades individuais e deseja que a esquerda não retorne ao comando de países da América do Sul como ocorre na Venezuela, disse o porta-voz da Presidência ao comentar declarações do presidente sobre a disputa eleitoral na Argentina.O general Otávio Rêgo Barros disse que hoje o Brasil e a Argentina, sob o comando do presidente liberal Maurício Macri, são abertos ao mundo e ao comércio e que isso poderia estar ameaçado com uma eventual vitória da oposição nas eleições presidenciais naquele país. As eleições primárias argentinas realizadas no domingo apontaram uma vitória da oposição sobre Macri, apoiado por Bolsonaro.

 

Na agenda externa, A expansão do Produto Interno Bruto da zona do euro desacelerou no segundo trimestre de 2019, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira, conforme as economias do bloco perdem força e a Alemanha sofreu contração diante da desaceleração global.A Eurostat informou que o crescimento do PIB nos 19 países da zona do euro foi de 0,2% no segundo trimestre sobre o trimestre anterior, uma desaceleração da taxa de 0,4% nos três primeiros meses do ano.Os números preliminares do PIB, incluindo o crescimento de 1,1% na base anual, ficaram em linha com as estimativas dos economistas.Mais cedo, a Agência Federal de Estatísticas da Alemanha disse, em uma base ajustada ao calendário, que a taxa anual de crescimento da maior economia da Europa desacelerou a 0,4% no segundo trimestre, de 0,9% no primeiro.

O Reino Unido e os Estados Unidos estão discutindo um acordo parcial de comércio que pode entrar em vigor em 1º de novembro, um dia depois de os britânicos deixarem a União Europeia, disse uma autoridade do governo Trump. O funcionário também disse que o assessor de segurança nacional dos EUA, John Bolton, e a ministra do Comércio britânica, Liz Truss, discutiram a possibilidade de os dois países assinarem uma declaração sobre um roteiro para um acordo comercial na reunião do G7 deste mês, na França.

O presidente argentino, Mauricio Macri, anunciará novas medidas econômicas nesta quarta-feira, antes da abertura dos mercados, após dois dias de turbulência econômica causada pela vitória do candidato de oposição Alberto Fernández nas eleições primárias, disse a mídia local. A vitória de Fernández nas eleições primárias de domingo representou um duro golpe para as chances de reeleição de Macri e estimulou a volatilidade do mercado com receios de que a Argentina pudesse voltar às políticas econômicas intervencionistas.

 

Nas Bolsas, Os índices acionários da China fecharam em alta nesta quarta-feira após o alívio dos Estados Unidos na questão tarifária, mas devolveram grande parte dos ganhos iniciais uma vez que dados fracos reacenderam as preocupações sobre a economia do país. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,45%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,42%.

 

Nos Estados Unidos,  O presidente Donald Trump, abrandou seu plano de impor tarifa de 10% sobre o restante de importações chinesas, que começaria a valer em 1º de setembro, postergando a aplicação das alíquotas sobre celulares, laptops e vários outros bens de consumo na esperança de diminuir o impacto na temporada de compras de fim de ano. O Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) anunciou a decisão poucos minutos depois de o Ministério do Comércio da China ter dito que o vice-primeiro-ministro do país asiático, Liu He, conversou por telefone com autoridades de comércio dos EUA.Liu acertou com o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, e com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, uma nova conversa por telefone dentro das próximas duas semanas, disse o ministério.Trump disse que os dois lados ainda podem se reunir no início de setembro, como agendado.

O Departamento de Trabalho informou que os preços de importação aumentaram 0,2% no mês passado, uma vez que uma recuperação no custo dos produtos de petróleo compensou a queda nos preços de bens de capital e veículos automotores. Os dados de junho foram revisados para baixo, mostrando que os preços de importação caíram 1,1%, em vez de cair 0,9%, como publicado anteriormente. O relatório também mostrou que os preços de exportação subiram 0,2% em julho, após uma queda de dois meses consecutivos. Os preços de exportação caíram 0,9% em relação ao ano anterior em julho, após recuar 1,6% em junho.

 

Fonte: Reuters.

Dólar passa a cair.

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Sinais de acordo entre as duas maiores economias do planeta, Estados Unidos e China, minimizam impactos negativos relacionados às eleições na Argentina, após anúncio americano de que adiarão a aplicação de tarifas sobre alguns produtos chineses para 15 de dezembro, ante prazo original de 1º de setembro.

Panorama de Mercado 13/08/2019

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Ibovespa futuro: -0,15%               Ásia: -0,63%

Dow Jones Futuro: -0,25%          Europa (Frankfurt): -1%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. O presidente do BCB, Roberto Campos Neto, atento a crise externa já mandou o recado de que o Brasil tem posição cambial sólida e está preparado para enfrentar turbulências causadas por choques de risco, notadamente se referindo a desaceleração global e à atual perspectiva na Argentina em relação ao retorno de um governo alinhado com ideais de esquerda. Na terra dos “Hermanos” por exemplo, o juro acaba de chegar 74%, a moeda chegou a desvalorizar em 30%, a inflação é alta, e o receio aumenta quando se lembra que o país possui um acordo com o FMI, que disponibilizou por volta de USD 56 bilhões, que poderia ser revisto pelo novo governo, resumindo, o risco é de inadimplência, ou calote, como queiram. Vale lembrar que políticas inflacionárias e populistas não costumam ser eficazes em um cenário com essa magnitude. Enquanto isso, o líder das primárias na Argentina, candidato da oposição, Alberto Fernandez segue trocando farpas com o presidente do Brasil, o que corresponde dizer que a relação não será das melhores, caso vença as eleições. Em caráter informativo a Argentina atualmente é o terceiro mercado de exportação para o Brasil, e como o período por aqui ainda é de atividade econômica em busca de recuperação, é preciso encontrar formas de melhorar o desempenho. O ministro da economia, Paulo Guedes, pediu paciência enquanto a equipe econômica vai buscando colocar a casa em ordem, afinal foram anos de gestões anteriores que agravaram o quadro em que nos encontramos, e não seria em um semestre que isso seria consertado, acrescentou. A julgar pelo momento, onde a reforma da previdência deve ser aprovada no Senado até o final do mês de setembro, sempre lembrando que os reflexos de sua aprovação somente serão sentidos no próximo ano, e a reforma tributária tem seus embates começando agora, a depender do tempo e da forma a qual ela será finalizada, a projeção de melhoras efetivas devem ficar para 2020 a princípio. O “espaço fiscal” é limitado para investimentos públicos, por isso é importante a continuidade do processo de reformas e ajustes no Brasil dando destaque  à aceleração no ritmo da economia, geração de empregos, produtividade, que trariam ao ambiente de negócios maior alento. Paralelamente, a agenda de privatizações ganha proeminência, afinal, pode contribuir para o otimismo. Nos Estados Unidos, ao preços ao consumidor subiram em julho 0,3%. Nos 12 meses até julho, o CPI, como é chamado, alcança 1,8%. O Federal Reserve trabalha com uma meta de 2%, acompanhando o índice de preços de despesas de consumo pessoal, o PCE. O núcleo do PCE subiu 1,6% na base anual em junho. Os mercados apostam em redução no juro do país em setembro, após a escalada de tensões comerciais com os chineses, que tem como resultado a desaceleração econômica global, elevando o risco de uma recessão a frente no país. E uma pitada sobre a Europa dá conta de que o humor entre os investidores alemães piorou acentuadamente em agosto, saindo de -24,5, para -44,1. Ao final do dia, os chineses anunciam sua produção industrial e investimentos.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆ INDEX: 0,05%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

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Na agenda interna, A economia internacional está diante de uma forte desaceleração, mas o Brasil tem uma posição cambial "muito sólida" e está preparado para enfrentar as crises, afimou o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Ao citar fatores que vêm à tona quando se tenta entender o motivo da desaceleração econômica, Campos Neto citou “a tensão comercial, o envelhecimento da população, fatores geopolíticos e a polarização política”, fazendo referência notadamente aos mercados argentinos após eleições primárias apontarem derrota, por uma ampla margem, para o atual presidente, Mauricio Macri, nas eleições presidenciais de outubro. “Nós estamos vendo, por exemplo, o que está acontecendo na Argentina hoje. Acabou de subir os juros para 74%, a moeda chegou a desvalorizar 30%, então mostra que a polarização política tem um fator muito importante, em vários lugares do mundo nós temos uma situação política muito polarizada”, ponderou o presidente do BC durante evento do banco Santander em São Paulo. Campos Neto falou ainda que há uma percepção sobre a falta de instrumentos contra a desaceleração global e sinalizou que o instrumento fiscal, hoje no cerne de debate na Europa, segundo ele, merece ser acompanhado. Ao comentar o dado de crescimento da economia apontado pelo IBC-Br que indicou retração da economia no segundo trimestre do ano, Campos Neto que a expectativa é de melhora para a taxa no segundo semestre. O presidente do BC frisou que, com a aprovação da reforma da Previdência e de outras que devem vir, o Brasil deve conseguir melhorar sua nota de classificação de risco, destacando que a autoridade monetária nunca desprezou a importância de outras reformas além da previdenciária. Campos Neto afirmou que o Comitê de Política Monetária (Copom) entende que há espaço para queda adicional de juros. Ele pontuou, contudo, que o balanço de riscos para a inflação se correlacionam ao andamento das reformas. Sobre melhorar a liquidez do sistema financeiro, Campos Neto disse que a ideia é criar um mecanismo de acessibilidade ampla aos bancos, reduzindo compulsórios por exemplo, e que haverá novidades nessa área em breve. Sobre o sistema de câmbio no Brasil, o que vem por aí é a modernização e simplificação em um movimento que busca aperfeiçoamento.

 

 

Na agenda externa, O humor entre os investidores alemães piorou bem mais do que o esperado em agosto e o instituto ZEW culpou as disputas comerciais e chances maiores de um Brexit sem acordo pela piora da perspectiva. Segundo o ZEW, sua pesquisa mensal mostrou que o sentimento econômico entre os investidores caiu a -44,1, de -24,5 em julho, indo ao menor nível desde dezembro de 2011. O índice alemão DAX .GDAXI atingiu a mínima do dia após a publicação da pesquisa. O resultado é um mau presságio para a economia alemã, que o governo espera que vá crescer apenas 0,5% este ano, e muitos economistas esperam ver um contração no segundo trimestre quando os dados forem divulgados na quarta-feira.

 

Nas Bolsas, Os índices acionários da China recuaram nesta terça-feira, após dados mostrarem que os bancos concederam novos empréstimos menos do que o esperado em julho. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, cai 0,9%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,63%. Bolsas europeias em baixa.

 

Nos Estados Unidos,  os preços ao consumidor foram divulgados nesta manhã.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 12/08/2019

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No mercado de câmbio: Dólar operando em forte alta no início dos negócios. Com a aversão ao risco em alta, perspectivas de crescimento econômico global se deteriorando com o impasse comercial entre Estados Unidos e China que não dão sinais de que podem conseguir um acordo comercial no curto prazo, o que também eleva a possibilidade de recessão nos Estados Unidos até meados de 2021, os mercados começam o dia com mais alguns motivos de preocupação. O IBC-Br, espécie de sinalizador do PIB, mesmo subindo 0,3% em junho na comparação com o mês anterior, terminou o segundo trimestre com contração de 0,13%. Na vizinha Argentina, o candidato oposicionista, Alberto Fernandez, que forma chapa com a ex-presidente Cristina Kirchner, mostra grande vantagem nas eleições primárias do país, sobre Mauricio Macri, candidato alinhado com os mercados e com o atual governo brasileiro, diminuindo suas chances de reeleição. Nem é preciso mencionar que uma chapa voltada à políticas intervencionistas em detrimento de outra alinhada a austeridade causa calafrios no investidor e atinge as moedas emergentes. E por falar em investidor, o que se tem observado é uma saída do capital estrangeiro, que considerando esse quadro retira seus recursos dos mercados de risco, isso sem mencionar a cautela em ampliar investimentos em meio a um cenário de piora nas expectativas externas. Do lado doméstico, o que pode contribuir para a diminuição desse movimento será a celeridade no Senado da reforma da previdência, detalhes sobre a reforma tributária que Paulo Guedes fará e a agenda de privatizações. Atenção também para as políticas monetárias frouxas que serão confirmadas em breve pelo Banco Central Americano, mas também pelo Copom. Se por um lado a remuneração da diferença de taxa não trará atratividade para se colocar capital no Brasil onde o risco continua em alta, por outro, pode beneficiar à economia iniciar um processo de recuperação gradual. Se a confiança for restabelecida isso pode se refletir no ambiente de negócios, o que não é o caso por enquanto. Hoje o Boletim Focus do Banco Central trouxe as seguintes estimativas para o final de 2019: IPCA: 3,76%, PIB: 0,81%, USD: 3,75, SELIC: 5%, PROD.INDL: 0,19%, BALANÇA COMERCIAL: USD 52 Bilhões e INVESTIMENTOS DIRETOS NO PAÍS: USD 85 Bilhões. Resumindo, em relação a última semana, queda no PIB, na produção industrial e na Selic. Durante a semana, destaque para dados de inflação ao consumidor americano e produção industrial na China amanhã. Na quarta-feira será a região da moeda única, que vem com informações do PIB e Produção Industrial na zona do euro, onde sua maior economia, a alemã, não vem empolgando. Já na quinta-feira, destaque para vendas no varejo e dados de atividade industrial nos Estados Unidos.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇ INDEX: 0,12%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆  FUTURO: 1,7%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Setembro).

 

Na agenda interna, O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), subiu 0,30% em junho na comparação com o mês anterior, mas ainda assim terminou o segundo trimestre com contração de 0,13%, de acordo com dados dessazonalizados divulgados pelo BC. Na comparação com junho de 2018, o IBC-Br apresentou queda de 1,75% e, no acumulado em 12 meses, teve alta de 1,08%, segundo números observados.

O Boletim Focus do Banco Central trouxe as seguintes estimativas para o final de 2019: IPCA: 3,76%, PIB: 0,81%, USD: 3,75, SELIC: 5%, PROD.INDL: 0,19%, BALANÇA COMERCIAL: USD 52 Bilhões e INVESTIMENTOS DIRETOS NO PAÍS: USD 85 Bilhões.

 

Na agenda externa, A perspectiva econômica se deteriorou em todo o mundo devido ao agravamento da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. O instituto econômico alemão Ifo disse que seu levantamento trimestral com quase 1.200 especialistas de mais de 110 países indicou que tanto suas medições de condições atuais quanto de expectativas econômicas pioraram no terceiro trimestre. Na sexta-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse não estar pronto para firmar um acordo comercial com a China e até pôs em dúvida uma rodada de negociações de setembro, renovando nos mercados financeiros o receio de que a disputa provavelmente não se resolverá tão cedo.EUA e China são destinos importantes para as exportações das fábricas alemãs, por isso a adoção recíproca de tarifas entre as duas maiores economias do mundo está tendo grande impacto nos produtores de mercadorias da Alemanha. A expectativa é de que a economia alemã, a maior da Europa, tenha contraído no segundo trimestre, e indicadores do sentimento dos mercados praticamente não apontam nenhuma melhora no terceiro.

Os eleitores argentinos rejeitaram com ênfase as políticas econômicas austeras do presidente Mauricio Macri nas eleições primárias de domingo, colocando em grandes dificuldades suas chances de reeleição em outubro, mostraram resultados oficiais iniciais.A coalizão que apoia o candidato de oposição Alberto Fernández –cuja companheira de chapa é a ex-presidente Cristina Kirchner– liderava com 47,3% dos votos, uma vantagem de 15 pontos percentuais, com 88% das urnas apuradas. Analistas preveem que pode ser "jogo encerrado" para Macri após os resultados de domingo. Investidores veem Fernández como uma perspectiva mais arriscada do que o pró-mercado Macri devido às políticas intervencionistas prévias da oposição.

 

Nas Bolsas, Com algumas praças na Ásia, as demais operam majoritariamente em baixa, assim como na Europa.

 

Nos Estados Unidos,  divulgação do balanço orçamentário Federal de julho as 15h inicia a semana.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 09/08/2019

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Dow Jones Futuro: -0,30%         Europa (Frankfurt): -1%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. E a economia brasileira continua mostrando fraqueza. O volume do setor de serviços caiu em junho 1%, na comparação com o mês anterior, sendo essa a quarta queda do ano. No mesmo mês a indústria registrou queda de 0,6%, enquanto as vendas do comércio varejista cresceram 0,1% na primeira alta desde março. Com os números esclarecidos, vamos ver o que trará o boletim Focus do Banco Central na próxima segunda-feira em relação ao PIB. Em sua última aferição, o relatório projetou alta de 0,82% ao final de 2019. Em relação a previdência, Tasso Jereissati, relator da proposta promete celeridade, preservando a essência do texto, deixando eventuais alterações, como a inclusão de Estados e municípios, reservados à uma PEC paralela. De acordo com Davi Alcolumbre, presidente do Senado, existe um consenso na Casa sobre o tema. Vamos aguardar. Sobre a reforma tributária, que será apresentada pelo ministro da economia, Paulo Guedes, na próxima semana, algumas pistas já se colocam no campo de visão do mercado, como por exemplo, a reorganização do imposto de renda, a criação do IVA (imposto sobre valor agregado) federal, e a desoneração da folha de pagamentos. No exterior, após uma semana de tensões elevadas, e um sentimento mais ameno observado ontem, alerta ligado em relação a acirrada disputa comercial entre americanos e chineses, após a Bloomberg noticiar que o governo americano estaria adiando decisão sobre licenças para empresas do país retomarem o comércio com a Huawei Technologies. A Casa Branca pediu aos governos de todo o mundo que evitem a Huawei, com o argumento de que seu equipamento pode ser vulnerável à espionagem clandestina chinesa. Poucos estão considerando essa possibilidade, e um deles, é o Governador de São Paulo, João Dória, que informou que a empresa planeja construir uma fábrica de USD 800 milhões no Estado, expandindo sua presença na América Latina. Nos Estados Unidos, a pouco foi divulgado que os preços ao produtor subiram moderadamente em julho, 0,2%. Na base anual, o chamado PPI, teve alta de 1,7% até julho. Em uma cesta que contempla, inflação moderada e preocupações sobre o impacto da guerra comercial que o país trava com China, em sua expansão econômica, os mercados esperam que o Federal Reserve reduza o juro na reunião de 18/09. Na China, os preços ao produtor recuaram 0,3% em julho, já a inflação ao consumidor subiu 0,4% no mesmo mês. E uma última informação dá conta da intenção do governo brasileiro transferir o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) do Ministério da Economia para o Banco Central, minimizando pressões políticas em torno do órgão. Se isso se concretizar o responsável por escolher o presidente do Coaf, será Roberto Campos Neto, presidente do BCB. O órgão aponta movimentações financeiras atípicas.

 

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Na agenda interna, A reforma da Previdência começou a tramitar formalmente no Senado e o relator da proposta na Casa, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), prometeu dar celeridade à condução da matéria. Designado para a tarefa de produzir um parecer sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma, Tasso prometeu conversar com todos os senadores para colher sugestões, mas defendeu que seja preservada a essência do texto encaminhado pela Câmara dos Deputados, deixando as alterações para uma “PEC paralela”. “O nosso país não suportará que uma questão como essa se prolongue tanto tempo”, disse Tasso, argumentando que, se as mudanças forem incorporadas na PEC da Previdência, a proposta terá de passar por um novo ciclo de tramitação na Câmara, o que estenderia a discussão sobre o tema até o próximo ano. “Então, nós faremos praticamente deixar incólume aquilo que é o coração do que foi aprovado na Câmara, e tentaremos, através de uma PEC paralela, colocar aquelas modificações e alterações e adições que forem decididas aqui pelas senhoras senadoras e pelos senhores senadores”, afirmou o relator, no plenário do Senado. Uma das principais mudanças a serem incorporadas nessa PEC paralela diz respeito à extensão das novas regras previdenciárias a Estados e municípios. Segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), há um consenso na Casa sobre o tema.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, se mostrou favorável à redução da alíquota do Imposto de Renda concomitante ao fim de deduções e expressou otimismo quanto aos próximos passos da agenda econômica do governo, em meio a um clima positivo com a aprovação da reforma da Previdência na Câmara. Na linha de estímulos à economia, Guedes relatou que o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, havia lhe dito que há espaço para redução dos compulsórios entre 100 bilhões de reais e 200 bilhões de reais, ação que reforçaria a disponibilidade de crédito. “Em relação ao IVA, não haverá choque nenhum (com o Congresso). Estamos de acordo em visão, alcance e profundidade”, afirmou o ministro. Contudo, ele expressou algum ceticismo sobre a aceitação da proposta por todos os Estados. “Por isso, vamos oferecer uma alternativa, que é o IVA-Dual”, completou. O IVA deve substituir uma série de impostos, simplificando a tributação, enquanto o IVA-Dual seria uma alternativa com dois IVAs —um de competência federal e outro, estadual. Guedes criticou ainda a possibilidade de deduções do Imposto de Renda. “Você bota uma alíquota de 27,5% e deixa o cara deduzir, ficar juntando papelzinho de dentista. Isso é regressivo, ineficiente, melhor tirar todas as deduções e baixar a alíquota. É muito mais simples.”

O volume do setor de serviços caiu 1% em junho, na comparação com o mês anterior, eliminando o ganho acumulado de 0,5% observado entre abril e maio. Foi a quarta e mais intensa queda no ano. A indústria brasileira registrou queda de 0,6% em junho e fechou o primeiro semestre com um recuo de 1,6% em sua produção. No período entre abril e junho, a indústria recuou 0,7%, na comparação com o primeiro trimestre – o terceiro trimestre seguido de contração. Já as vendas do comércio cresceram 0,1% em junho, na primeira alta desde março. No 2º trimestre, o setor registrou queda de 0,3%, na comparação com o primeiro trimestre. No semestre, o volume do comércio varejista cresceu 0,6%, frente a igual período do ano anterior.

 

 

Na agenda externa, A economia britânica encolheu pela primeira vez desde 2012 no segundo trimestre, consequência do aumento dos estoques pré-Brexit no início de 2019 e no momento em que o primeiro-ministro, Boris Johnson, busca a saída da União Europeia em outubro. Dados divulgados mostraram que o Produto Interno Bruto do Reino Unido caiu 0,2% nos três meses até junho sobre o trimestre anterior, abaixo das expectativas.

A economia do Japão cresceu muito mais rápido do que o esperado entre abril e junho, marcando o terceiro trimestre seguido de expansão, uma vez que o forte consumo das famílias e o investimento empresarial compensaram o peso sobre as exportações da demanda externa fraca. Os dados oferecem algum alívio para o banco central japonês, que está sob pressão para seguir outros bancos centrais e aumentar o estímulo para combater os riscos globais. O Produto Interno Bruto cresceu 1,8% no segundo trimestre em dado anualizado, mostraram dados preliminares do Escritório do Gabinete, superando a expectativa de aumento de 0,4%. A expansão do primeiro trimestre foi revisada para 2,8%.

Os preços ao produtor da China recuaram pela primeira vez em três anos em julho, provocando preocupações de deflação e aumentando a pressão sobre o governo para adotar mais estímulos em meio à intensificação da disputa comercial com os Estados Unidos. Com a demanda desacelerando tanto interna quanto externamente, as indústrias chinesas estão tendo que cortar os preços para manter a fatia de mercado, reduzindo as margens de lucro e desencorajando novos investimentos. O índice de preços ao produtor da China caiu 0,3% em julho sobre o ano anterior. Já a inflação ao consumidor da China acelerou para a máxima de 17 meses em julho, devido principalmente ao salto nos preços de carne suína e outras proteínas e ao clima seco em regiões produtoras de frutas. O índice de preços ao consumidor subiu 2,8% sobre o ano anterior, um pouco acima das expectativas e da taxa de junho. Na comparação mensal, o índice subiu 0,4% em julho após queda de 0,1% em junho.

 

Nas Bolsas, Os índices acionários chineses devolveram os ganhos iniciais e encerraram em queda nesta sexta-feira, registrando o maior declínio semanal desde maio, uma vez que dados fracos da indústria e temores comerciais persistentes pesaram sobre os mercados. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 1%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,7%. Os preços ao produtor da China recuaram pela primeira vez em três anos em julho, alimentando preocupações de deflação e pressionando a China a fornecer mais estímulo em meio à guerra comercial com os Estados Unidos. Bolsas europeias e baixa.

 

Nos Estados Unidos, preços ao produtor já foram divulgados.

 

Fonte: Reuters e Globo.com

Panorama de Mercado 08/08/2019

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Ibovespa futuro: +0,60%              Ásia (Xangai): +0,93%

Dow Jones Futuro: +0,30%         Europa (Frankfurt): +0,85%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. A China demonstra que ainda resiste aos efeitos da guerra comercial com os Estados Unidos ao anunciar que suas exportações cresceram em julho 3,3% sobre o ano anterior, melhor ritmo desde março. Todavia as importações recuaram 5,6%. Vale ressaltar que era esperado declínio em ambos os dados. Outra informação relevante foi a de que o Banco Central Chinês decidiu fixar a taxa de referência do yuan a 7,0039 por dólar, minimizando temores de que a guerra comercial possa cruzar a linha e se transformar em uma guerra cambial, ao menos por agora. Com o BC Chinês trabalhando para manter a estabilidade de sua moeda, e o inesperado dado positivo de sua balança, o investidor tende a se encorajar ao risco. É importante lembrar também, após todos os acontecimentos que envolveram a China e sua moeda durante a semana, uma queda acentuada do yuan pode desencadear saídas de capital do país asiático, o que não deve ser o desejo de Pequim. Também contribui para uma melhora no ambiente de negócios, as declarações de Charles Evans, presidente do FED de Chicago, sinalizando apoio a novos cortes de juros. Evans destacou que embora a economia americana fundamentalmente esteja em bom estado, sua visão sobre a inflação alimenta aspirações de maior acomodação na política monetária, acrescentando que além dos riscos de uma inflação baixa, “negociações artificiais” com a China criam volatilidade e incertezas adicionais, portanto, crescem as expectativas de que o Banco Central Americano opte por reduzir o juro em sua decisão a ser conhecida no próximo dia 18/09. Uma semana antes, o Banco Central Europeu deve ir na mesma direção. Ainda assim o ambiente volátil perdurará, afinal, a guerra comercial entre as duas maiores economias do planeta, sem previsão para terminar, exacerba a intranquilidade. Nos Estados Unidos, a pouco foi divulgado que os pedidos semanais de auxílio desemprego caíram na semana passada, demonstrando a força do mercado de trabalho, indo a 209 mil. Os dados da semana anterior foram revisados e evidenciam mais 2 mil solicitações recebidas do que o anteriormente divulgado. Hoje a noite os chineses trazem dados sobre a inflação ao consumidor e ao produtor em julho. Por aqui, a reforma da previdência foi ao Senado, após aprovação na Câmara que rejeitou todos os destaques apresentados. A proposta será enviada à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) presidida pela Senadora Simone Tebet (MDB-MS), tendo como relator, Tasso Jereissati (PSDB-CE). Após concluída a tramitação junto a CCJ, a proposta seguirá ao plenário do Senado para votação em dois turnos, precisando de no mínimo 49 votos para ser aprovada, dando um panorama resumido. A expectativa é a de que até o final de setembro, o assunto será finalizado. Nesta manhã foi divulgado que o IPCA, a inflação oficial brasileira, ficou em 0,19% em julho, sendo a menor taxa para o mês desde 2014, dando mais espaço para nova redução da Selic nas próximas reuniões.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆ INDEX: 0,15%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇  FUTURO: 0,30%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Setembro).

 

Na agenda interna, O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,19% em julho, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da menor taxa para julho desde 2014, quando ficou em 0,01%.

 

Na agenda externa, As exportações da China voltaram inesperadamente a crescer em julho devido à melhora da demanda global e apesar da pressão comercial dos Estados Unidos, mas a recuperação pode ter vida curta já que o governo norte-americano se prepara para adotar mais tarifas sobre produtos chineses. Analistas dizem que a forte queda do iuan nesta semana pode oferecer apenas ajuda limitada para os exportadores chineses, que deverão enfrentar taxas adicionais dos EUA no próximo mês, encolhendo as margens de lucro e afetando a demanda em todo o mundo. As exportações da China subiram em julho 3,3% sobre o ano anterior, ritmo mais forte desde março. Mas as importações permaneceram fracas, recuando 5,6% e destacando a fraca demanda doméstica. Enquanto as exportações da China para os EUA continuaram a encolher em julho diante das tarifas, os embarques aumentaram para a Europa, Coreia do Sul, Taiwan e o Sudeste Asiático.

 

Nas Bolsas, Os índices acionários da China encerraram seis sessões seguidas de perdas nesta quinta-feira com o iuan registrando pequena recuperação, o que acalmou os temores nos mercados globais de uma guerra cambial com os Estados Unidos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, terminou com alta de 1,32%, enquanto o índice de Xangai subiu 0,93%. Bolsas europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos, saíram os pedidos semanais de auxílio desemprego.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 07/08/2019

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸  DÓLAR    ⬆  ➕0,50%  💱 🇪🇺 EURO  ⬆  ➕0,60%  🗞.

 

Ibovespa futuro: -1%              Ásia (Xangai): -0,32%

Dow Jones Futuro: -1%         Europa (Frankfurt): +0,50%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. A primeira manifestação do Banco Central Brasileiro, através do seu presidente, Roberto Campos Neto, após a escalada nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China, foi a de que “estamos tranquilos”, mesmo diante de um quadro conturbado no exterior. Firmado na premissa de que o país possui elevadas reservas internacionais que dão suporte à contas externas sólidas, e entendendo que haverá à frente um movimento de afrouxamento monetário global e a continuidade na agenda de reformas domésticas, Campos Neto buscou passar serenidade e segurança em relação a posição brasileira. Vamos ver se até a próxima reunião do Copom, os solavancos perturbadores externos vão manter o discurso. Com as duas maiores economias do planeta trocando farpas, buscando salvaguardar seus interesses, utilizando-se de instrumentos que por vezes podem assustar os agentes e investidores, a percepção de que a volitilidade será crescente é clara, afinal os riscos associados a desaceleração economica global persistem, trazendo consigo incertezas. Nesta manhã foi divulgado que as vendas no varejo brasileiro subiram 0,1% em junho na comparação com o mês anterior, e caíram 0,3% sobre um ano antes. São números não muito animadores e não contribuem para melhorar o sentimento na atividade economica brasileira. Os mercados esperam por melhores dados, e também que as reformas possam dar sustentabilidade à trajetória fiscal futura, afim de distanciar-se em alguma medida  do ambiente externo adverso. E como era esperado, a Câmara aprovou em segundo turno o texto-base da reforma da previdência, por 370 a 124 votos. No primeiro turno o placar foi de 379 a 131 votos. Hoje serão apresentados destaques que podem alterar o texto, mas Rodrigo Maia disse acreditar que eles serão rejeitados pelo plenário, indo ao Senado. No exterior, importante observar o discurso de Charles Evans, às 13h, membro votante do Federal Reserve, o Banco Central americano, em busca de pistas sobre política monetária. Ontem, James Bullard, outro membro votante, disse achar que mais reduções “podem ser desejáveis”, ao mesmo tempo em que alertou que a instiuição não pode reagir razoavelmente nesse jogo, ao sabor das negociações comerciais.  Na Alemanha, maior economia da Europa, a produção industial caiu 1,5%, em junho, ante a maio, em dados alarmantes. Outro assunto que merece atenção é a reforma tributária no Brasil, que certamente será alvo de observações e claro, de embates no Congresso. Pra finalizar o Banco Central chinês definiu a taxa de referência para o yuan em 6,996 por dólar, mais fraco que o esperado, contribuindo para o nervosismo. A incerteza deixa o investidor na defensiva, nesse início de dia.  

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆ INDEX: 0,02%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆ FUTURO: 0,45%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Setembro).

 

Na agenda interna, A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira o texto-base da reforma da Previdência em segundo turno e votará destaques que podem suprimir pontos do texto ao longo do dia, visando encerrar a tramitação da matéria na Casa e enviá-la ao Senado. O texto principal, que fora aprovado em primeiro turno pela Câmara no mês passado antes do recesso parlamentar, foi aprovado em segundo turno com placar de 370 a 124 votos, informou a Agência Câmara Notícias. No primeiro turno, o placar fora de 379 a 131 votos. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse acreditar que os destaques apresentados à proposta serão rejeitados pelo plenário.

A primeira manifestação do Banco Central Brasileiro, através do seu presidente, Robertos Campos Neto, após a escalada nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China, foi a de que “estamos tranquilos”, mesmo diante de um quadro conturbado no exterior. Firmado na premissa de que o país possui elevadas reservas internacionais que dão suporte à contas externas sólidas, e entendendo que haverá à frente um movimento de afrouxamento monetário global e a continuidade na agenda de reformas domésticas, Campos Neto buscou passar serenidade e segurança em relação a posição brasileira. Vamos ver se até a próxima reunião do Copom, os solavancos perturbadores externos terão sido capazes de mudar o discurso. Com as duas maiores economias do planeta trocando farpas, buscando salvaguardar seus interesses, utilizando-se de instrumentos que por vezes podem assustar os agentes e investidores, a percepção de que a volitilidade será crescente é clara, afinal os riscos associados a desaceleração economica global persistem, trazendo consigo incertezas. Nesta manhã foi divulgado que as vendas no varejo brasileiro subiram 0,1% em junho na comparação com o mês anterior, e caíram 0,3% sobre um ano antes. São números não muito animadores que não contribuem para melhorar o sentimento de melhoria na atividade economica brasileira. Os mercados esperam por melhores dados, e também que as reformas possam ajustar o sentimento de sustentabilidade da trajetória fiscal futura, afim de afastar-se um pouco do ambiente externo.  

 

Na agenda externa, A produção industrial da Alemanha caiu mais do que o esperado em junho devido à fraqueza em bens de capital e intermediários, em mais um sinal de que a maior economia da Europa contraiu no segundo trimestre. A produção industrial recuou 1,5% em relação ao mês anterior. No segundo trimestre como um todo, a produção industrial caiu 1,8% sobre os três meses anteriores, devido a fortes perdas na produção de metais, maquinário e automóveis, disse o Ministério da Economia.

 

Nas Bolsas, Os índices acionários chineses fecharam em baixa nesta quarta-feira, na sexta sessão seguida de perdas, em meio a persistentes preocupações sobre uma intensificação das tensões comerciais entre China e Estados Unidos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, terminou com baixa de 0,41%, enquanto o índice de Xangai caiu 0,32%. Bolsas europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos, Discurso de Charles Evans, membro votante do Federal Reserve às 13H.

 

Fonte: Reuters.