Panorama de Mercado 14/11/2019

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia
 
ativos operando:     DÓLAR   – 0,10%   EURO   -0,21%  

 

Ibovespa Futuro:  +0,10%          

Dow Jones Futuro: +0,13%

 

No mercado de câmbio:

O dólar opera em leve queda nesta quinta-feira (13), após ter encerrado o dia anterior na segunda maior cotação nominal de fechamento da história (desconsiderando a inflação), em véspera de feriado local marcada por dados decepcionantes sobre a indústria da China.

Às 9h42, a moeda norte-americana caía 0,47%

Na véspera, o dólar fechou em alta de 0,42%,  – maior cotação de fechamento desde a máxima histórica registrada em 13 de setembro do ano passado . Na parcial de novembro, a moeda acumula alta de 4,38%. No ano, tem valorização de 8,04% frente ao real.

 
   DÓLAR   INDEX: 0,21%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

   DÓLAR   FUTURO: +0,02%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Dezembro).

 

No âmbito interno,

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que o Brasil está fazendo seu dever de casa para se tornar um mercado cada vez mais atrativo para os investimentos estrangeiros e quer se abrir para o mundo.

“O governo tem feito o dever de casa para tornar o Brasil cada vez mais atraente”, disse o presidente no encerramento do Fórum Empresarial dos Brics. “O Brasil mudou, passou a abrir seu mercado para o mundo.”

Bolsonaro lembrou ainda que em 2018 as trocas comerciais entre os cinco países do bloco —Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul— alcançaram 110 bilhões de reais e que o Brasil tem oportunidades em diversas áreas.

Inflação

O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) teve alta de 0,19% em novembro, desacelerando ante aumento de 0,77% em outubro, mostraram dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

No acumulado do ano, o índice sobe 4,62%. Em 12 meses, a elevação é de 3,33%. Em novembro de 2018, o IGP-10 havia caído 0,16% sobre outubro e acumulado alta de 10,25% em 12 meses.

IBC-Br

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) –que tem como objetivo mensurar a evolução contemporânea da atividade econômica do país– teve em setembro alta de 0,44% em relação ao mês anterior e terminou o terceiro trimestre com aumento de 0,91%, de acordo com dados dessazonalizados divulgados pelo BC nesta quinta-feira.

Na comparação com setembro de 2018, o IBC-Br subiu 2,11%, enquanto no acumulado em 12 meses o índice teve alta de 0,99%, de acordo com dados observados.

 

Na âmbito externo,

 

O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro cresceu 0,2% no terceiro trimestre de 2019, de acordo com estimativa preliminar da agência de estatísticas da União Europeia (UE), a Eurostat, divulgada nesta quinta-feira.

A economia alemã escapou de uma recessão técnica no terceiro trimestre, com a produção inesperadamente crescendo 0,1% em relação ao trimestre anterior, impulsionada por fortes gastos do consumidor, mostraram dados preliminares também nesta quinta-feira.

Na comparação anual, o Produto Interno Bruto (PIB) da maior economia da Europa cresceu 0,5% de julho a setembro, após expansão de 0,3% de abril a junho, mostraram números oficiais dessazonalizados.

 

O crescimento da produção industrial da China desacelerou significativamente mais do que o esperado em outubro, com a fraqueza na demanda global e doméstica e a prolongada guerra comercial com os Estados Unidos pesando sobre amplos segmentos da segunda maior economia do mundo.

A produção industrial cresceu 4,7% em relação ao ano anterior em outubro, segundo dados oficiais divulgados na noite de quarta-feira, abaixo da mediana das previsões de pesquisa da Reuters (+5,4%) e do resultado de setembro (+5,8%).

Os indicadores mostraram que outros setores também reduziram significativamente o ritmo e ficaram abaixo das previsões, com o crescimento das vendas no varejo próximo de uma mínima em 16 anos e o aumento do investimento em ativos fixos sendo o mais fraco já registrado

 

 

 Nas Bolsas, 

O índice Ibovespa Futuros abre a sessão desta quinta-feira com ganhos de 0,34% aos 106.840 pontos, com o dólar recuando 0,04% a R$ 4,1684 às 09h13. O mercado ensaia recuperação depois das perdas das últimas sessões, em dia que marca o final da temporada de balanços do terceiro trimestre. Estão no radar dos investidores a cúpula dos BRICS, as negociações comerciais entre Estados Unidos e China e a turbulência política no Chile e nos outros países da América do Sul.

 

Fonte: Reuters / Investing.com / G1

Panorama de Mercado 13/11/2019

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Aos clientes e amigos,

Bom dia

 

ativos operando:     DÓLAR   + 0,10%   EURO   +0,02%  

 

Ibovespa Futuro:  -0,21%          

Dow Jones Futuro: +0,32%

 

No mercado de câmbio:

O dólar opera em alta nesta quarta-feira (13), dando sequência ao movimento da véspera.

Às 9h39, a moeda norte-americana tinha de alta de 0,27%, 2. Na máxima do dia até o momento chegou a uma alta de +0,55%.

Na terça-feira, o dólar subiu 0,64%,  máxima do dia chegou a +0,77%, maior cotação intradia desde 25 de setembro.

 
   DÓLAR   INDEX: 0,13%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

   DÓLAR    FUTURO: +0,01%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Dezembro).

 

No âmbito interno,

As vendas do comércio varejista cresceram 0,7% em setembro, na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi o quinto resultado positivo consecutivo do setor no ano, com ganho acumulado de 2,4% no período. Trata-se também do melhor resultado para meses de setembro desde 2009 (1,1%). No acumulado no ano, o avanço chega a 1,3%.

 

 

Na âmbito externo,

Powell deve testemunhar sobre as perspectivas econômicas perante o Comitê Econômico Conjunto do Congresso em uma audiência que começa às 13h00 (horário de Brasília). Ele deve reiterar que a política monetária ficará em pausa pelo restante de 2019, após três cortes consecutivos nas taxas este ano, com o objetivo de compensar os efeitos da desaceleração do crescimento global provocada pela guerra comercial entre EUA-China.

O testemunho de Powell ocorre um dia depois que Trump disse que um acordo comercial com a China estava "próximo", mas ameaçou "substancialmente" aumentar as tarifas se nenhum acordo fosse alcançado. Ele também criticou as políticas comerciais da União Europeia, abalando os investidores que esperavam alguma inovação ou mesmo um novo sinal positivo sobre o comércio.

Trump também repetiu suas críticas ao Fed, culpando-o pelo abrandamento da economia e por não ter cortado as taxas de juros o suficiente.

Antes do depoimento de Powell, a Câmara dos Representantes convocará as primeiras audiências públicas no processo de impeachment de Trump às 12h00. Serão as primeiras audiências de impeachment a serem realizadas em público em 20 anos.

A investigação se centra em se Trump pressionou a Ucrânia para investigar o candidato presidencial democrata Joe Biden e seu filho Hunter Biden e qualquer reação do presidente pode ser significativa.

Os dados de inflação dos EUA para outubro devem ser divulgados às 10h30, com os economistas esperando que o índice de preços ao consumidor suba 0,3%, em relação a 0,1% em setembro, enquanto o IPC principal, que exclui alimentos e energia está previsto um aumento de 0,2% em relação a 0,1% no mês anterior.

O crescimento do IPC em relação ao ano anterior é de 1,7%, com o IPC principal chegando a 2,4%.

No Reino Unido, dados anteriores mostraram que a inflação caiu para o nível mais baixo em quase três anos no mês passado, em meio a um teto nos preços da energia. Com 1,5%, a inflação agora ficou abaixo da meta de 2% do Banco da Inglaterra, o que poderia aumentar a probabilidade de cortes nas taxas de juros.

Na zona do euro, os dados mostraram que a produção industrial aumentou 0,1% em setembro. Foi o segundo mês consecutivo de expansão, indicando que uma desaceleração no bloco pode ser moderada.

 

 Nas Bolsas, 

Os futuros dos EUA apontavam para uma abertura mais baixa, com futuros do Dow perdendo mais de 100 pontos, enquanto S&P 500 futuros e futuros do Nasdaq 100 também caíram em meio ao nervosismo da guerra comercial.

As ações europeias recuaram das máximas de quatro anos antes, enquanto as preocupações de que a agitação em Hong Kong pudesse levar a uma repressão chinesa levaram as ações de Hong Kong a cair 2% durante a noite e pesaram nos mercados da Ásia.

A Cisco Systems (NASDAQ:CSCO) divulga seus resultados do primeiro trimestre fiscal após o encerramento do pregão de quarta-feira em um cenário desafiador que inclui preocupações de que a fraqueza da economia global e a queda da demanda de nuvem podem afetar o desempenho. Outros balanços na quarta-feira incluem HPE e Foxconn.

O índice Ibovespa Futuros inicia a sessão desta quarta-feira com queda de 0,64% aos 106.445 pontos, com o dólar avançando 0,11% a R$ 4,1721 às 09h10. Mais uma vez o desempenho negativo das bolsas pelo mundo deve contaminar o ambiente local, influenciadas pela mensagem dúbia do presidente dos EUA Donald Trump em relação ao acordo comercial com a China. Pesa também, no exterior, a escalada de violência entre manifestantes e a polícia em Hong Kong em meio a protestos contra o governo local aliado de Pequim.
 
 

Fonte: Reuters / Investing.com / G1

Panorama de Mercado 12/11/2019

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia
 
ativos operando:     DÓLAR   + 0,25%   EURO   +0,09%  

 

Ibovespa Futuro:  +0,25%          

Dow Jones Futuro: +0,57%

 

No mercado de câmbio:

 

Dólar opera em alta, antes de discurso de Trump sobre comércio

O dólar opera em alta nesta terça-feira (12), com os investidores à espera de um discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que deve oferecer pistas sobre o avanço da guerra comercial contra a China

Às 9h25, a moeda norte-americana subia 0,54%, visto que no dia anterior, a moeda norte-americana caiu 0,59%,.

Em novembro, a moeda acumula alta de 3,28%. No ano, já subiu 6,90%.

 

   DÓLAR   INDEX: 0,18%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

   DÓLAR  FUTURO: -0,28%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Dezembro).

 

No âmbito interno,

 
Ibovespa futuro opera em queda mesmo com otimismo na cena externa  O volume do setor de serviços do Brasil cresceu 1,2 por cento em relação a agosto e teve alta de 1,4 por cento na comparação com o mesmo mês do ano anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.

Após fechar a sessão da véspera na mínima em dois meses, os contratos futuros do minério de ferro tiveram uma terça-feira de valorização na bolsa de mercadorias da cidade chinesa de Dalian. O ativo com o maior volume de negócios, com data de vencimento em janeiro do próximo ano, avançou 2,45% para 607,00 iuanes por tonelada, o que representa uma variação de 14,50 iuanes em relação ao valor de liquidação da véspera, que foi de 562,50 iuanes/t.

No mesmo sentido, a jornada também foi marcada por importante ganhos nos preços dos papéis futuros do vergalhão de aço, que são transacionados na bolsa de mercadorias de Xangai, também na China. O contrato de maior liquidez, com entrega no próximo mês de janeiro, somou 81 iuanes para 3.449 iuanes por tonelada. Já o de maio de 2020, segundo mais negociado, ganhou 53 iuanes para 3.263 iuanes por tonelada.

A sessão também é de avanço nos preços internacionais do petróleo. Em Londres, o barril do tipo Brent soma 0,64%, ou US$ 0,40, a US$ 62,58. Já em Nova York, o WTI apresenta valorização de 0,55%, ou US$ 0,31, US$ 57,17.

 

Na âmbito externo,

 

As autoridades chinesas deveriam adotar uma política fiscal proativa e reduzir as taxas de juros para sustentar o crescimento econômico, disse Sheng Songcheng, consultor do Banco do Povo da China, nesta terça-feira, segundo uma revista financeira.

Mas como a China não enfrenta as mesmas pressões deflacionárias que existem no exterior, medidas de política fiscal devem ser a primeira consideração, com a política monetária desempenhando um papel de apoio, afirmou Sheng segundo a Yicai, citando Sheng.

Os comentários surgem à medida que cresce o debate nos círculos do mercado financeiro sobre se a China está se movendo com rapidez e força suficientes para evitar uma desaceleração econômica mais acentuada.

O crescimento da China diminuiu para mínimas de quase 30 anos e ameaça ficar abaixo dos 6%, enquanto a deflação dos preços das fábricas está se aprofundando, o que poderia pressionar ainda mais os lucros industriais, o investimento e o emprego.

No entanto, a inflação ao consumidor aumentou recentemente para uma máxima de quase oito anos de 3,8%, e as autoridades continuam preocupadas com o aumento dos riscos da dívida, representando um dilema para o banco central da China.

 

 Nas Bolsas, 

 

A demanda por ações defensivas ajudou as ações europeias a se recuperarem de perdas iniciais na ultima segunda-feira, com os investidores enfrentando questões que vão desde os violentos protestos de Hong Kong a eleições inconclusivas na Espanha e dados fracos da China.

O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,04%, a 1.588 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,02%, a 405 pontos, depois de chegar a cair quase 0,5% mais cedo no pregão.

O índice foi ajudado por uma recuperação nas ações bancárias e pelos ganhos nos setores considerados apostas mais seguras em períodos de incerteza econômica, como alimentos e bebidas e imóveis.

O índice britânico FTSE liderou as perdas entre os principais índices regionais com uma queda de 0,4%, enquanto as ações de Frankfurt perdeu 0,2%

Os bancos mais expostos ao Brexit como Royal Bank of Scotland e Barclays (LON:BARC) saltaram cerca de 4%, contendo as perdas em alguns bancos expostos à Ásia como HSBC e Standard Chartered (LON:STAN), em queda de cerca de 2%, após protestos em Hong Kong terem se tornado violentos.

O principal índice da Espanha fechou estável após a eleição parlamentar do fim de semana apontar para um impasse legislativo.

Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,42%, a 7.328 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,23%, a 13.198 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,07%, a 5.893 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,19%, a 23.489 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,06%, a 9.388 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,20%, a 5.294 pontos.

 

Fonte: Reuters / Investing.com / G1

 

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia
     ativos operando:     DÓLAR   + 0,31%   EURO   +0,13%   .

 

Ibovespa Futuro:  +0,25%          

Dow Jones Futuro: +0,69%

 

No mercado de câmbio:

 

 

Dólar à vista abre em alta mediante o fechamento da ultima sexta feira com mercado atento a indicadores no Brasil e EUA

O dólar opera com pequenas variações em dia de viés negativos nos mercados internacionais e feriado no mercado americano.Às 10h, a moeda norte-americana subia 0,07%,  após a sua abertura também em alta.

Na véspera, o dólar fechou em alta de 0,75%, Na parcial do mês, o dólar acumula alta de 1,31%, mas no ano há alta de cerca de 6,5%.

 

   DÓLAR   INDEX: 0,31%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

   DÓLAR    FUTURO: -0,133%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Dezembro).

 

No âmbito interno,

Os economistas do mercado financeiro elevaram sua estimativa de inflação para este ano de 3,29% para 3,31%.

A projeção consta no boletim de mercado conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central (BC). O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

  • Taxa de juros – O mercado manteve em 4,5% ao ano a previsão para a taxa Selic no fim de 2019. Atualmente, a taxa de juros está em 5% ao ano. Com isso, o mercado segue prevendo queda nos juros neste ano. Para o fim de 2020, a projeção continuou em 4,5% ao ano, de modo que o mercado estima estabilidade na taxa no ano que vem.
  • Dólar – A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2019 permaneceu em R$ 4 por dólar. Para o fechamento de 2020, continuou em R$ 4 por dólar.
  • Balança comercial – Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2019 recuou de US$ 47,50 bilhões para US$ 47 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado caiu de US$ 43 bilhões para US$ 42,95 bilhões.
  • Investimento estrangeiro – A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, ficou estável em US$ 80 bilhões. Para 2020, a estimativa dos analistas permaneceu também em US$ 80 bilhões.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na âmbito externo,

Na terça-feira, Trump deve fazer comentários no Economic Club de Nova York, com os mercados esperando por mais clareza sobre o planejado acordo da "primeira fase" com a China.

Trump disse na sexta-feira que não concordou em reverter as tarifas americanas solicitadas pela China, provocando novas dúvidas sobre quando as duas maiores economias do mundo podem terminar uma guerra comercial de 16 meses que desacelerou o crescimento global.

Seus comentários vieram um dia depois que autoridades de ambos os países disseram que a China e os EUA concordaram em reverter as tarifas dos produtos uns dos outros em um acordo comercial "na primeira fase".

Uma nova rodada de dados econômicos dos EUA será observada de perto em um momento em que os mercados estão tentando avaliar o impacto do conflito comercial nas perspectivas de crescimento.

Quarta-feira traz o Índice de Preços ao Consumidor de outubro. O IPC principal em relação ao ano deve ficar em 2,4% e o nominal em 1,7%. Mas a medida favorita do Fed as principais despesas de consumo pessoal está em torno de 1,6% – ficando abaixo da meta de 2% desde a crise pré-financeira.

Na sexta-feira, os dados de vendas no varejo e produção industrial de outubro esclarecerão se o consumidor pode continuar a impulsionar o crescimento diante de um setor manufatureiro em dificuldades e de meses de tensões comerciais.

 Nas Bolsas, 

Os mercados de ações dos EUA estavam prestes a abrir mais baixos, na sequência dos comentários sobre as negociações e a crescente violência em Hong Kong. Tanto o presidente Trump quanto o secretário de Comércio Wilbur Ross disseram no passado que sua atitude nas negociações comerciais seria condicionada, entre outras coisas, pela forma como a China responde à crise em curso naquele país.

Às 8h15 (horário de Brasília), os contratos futuros da Dow caíam 116 pontos ou 0,4%, enquanto os contratos futuros do S&P 500 e contratos futuros da Nasdaq 100 caíam em paralelo.

Os mercados europeus também abriam em baixa, com o FTSE 100, com muitos recursos, perdendo muito na revisão abrupta das perspectivas da demanda chinesa de commodities.

 

Fonte: Reuters / Investing.com

Panorama de Mercado 28/10/2019

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  ⬇ ➖0,40%  💱 🇪🇺 EURO ⬇  ➖0,35%  🗞.

 

Ibovespa:  +0,30%                         Ásia: +0,85%

Dow Jones Futuro: +0,75%%      Europa (Frankfurt): +0,48%.

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Com Donald Trump afirmando que espera assinar uma parte significativa do acordo comercial com a China antes do previsto e a União Europeia confirmando que dará prazo flexivel ao Reino Unido até 31/01/2020 para sua saída do bloco, os mercados dão de ombros para a confirmação da previsível vitória de Alberto Fernandez na Argentina, que entre outras medidas, deve renegociar a dívida do país com credores privados e o FMI, o chamado default. Na expectativa pelo aumento do fluxo de capital no Brasil, através do leilão marcado para a próxima semana referente a cessão onerosa que deve atrair por volta de R$ 107 bilhões aos cofres públicos, a semana começa com a tradicional divulgação do boletim Focus do Banco Central, estimando para o final de 2019 os seguintes dados: IPCA: 3,29%, PIB: 0,91%, USD: 4,00, SELIC: 4,50%, BALANÇA COML.: USD 47,50 Bilhões, INVESTIMENTOS DIRETOS NO PAÍS: USD 80,35 Bilhões e PROD.INDL.: -0,73%. Durante a semana teremos indicadores de peso sendo esclarecidos, ênfase para as decisões de juro no Brasil e nos Estados Unidos, ambas na quarta-feira. Em relação aos americanos, expectativa pela redução no juro em 0,25%, o levando para a faixa entre 1,50% a 1,75%. Já por aqui, amplas são as apostas para um corte de 0,50% na Selic, o que a levaria para 5%. Na sexta-feira, temos em destaque o relatório geral do mercado de trabalho americano, o payroll, que costuma balançar as cotações por aqui. No mais, atenção para dados inflacionários, PIB, atividade industrial, confiança do consumidor, nas mais diversas praças como zona do euro, Estados Unidos, China e encerrando a semana, Brasil. A pouco saíram informações que confirmam a redução no déficit comercial americano em 3,6% no mês de setembro, bem como alta de 0,3% nos estoques do varejo, e baixa na mesma proporção em relação ao atacado.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇  INDEX: 0,05%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇  FUTURO: 0,70%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Dezembro).

 

Na agenda interna, O presidente Jair Bolsonaro afirmou que pode buscar criar um novo partido se decidir deixar o PSL, legenda pela qual se elegeu no ano passado, mas que vive uma disputa interna entre uma ala bolsonarista e outra que defende o presidente do partido, deputado Luciano Bivar.

 

Na agenda externa, A UE concordou com um adiamento flexível de três meses para a saída britânica, até 31 de janeiro, depois de o primeiro-ministro Boris Johnson ser obrigado a solicitar uma prorrogação do prazo após parlamentares rejeitarem a sequência da ratificação do acordo de divórcio definida com Bruxelas.

A centro-esquerda que governa o Uruguai há mais de 14 anos terá de enfrentar seus oponentes conservadores em um segundo turno para definir a Presidência do país após a eleição de domingo não apresentar resultados conclusivos. Horas depois do fim da votação, com 27% das urnas apuradas, de acordo com o Tribunal Eleitoral, a Frente Ampla tinha 36% dos votos, o Partido Nacional, 35% e o Partido Colorado, 15%. O próprio candidato da Frente Ampla, Daniel Martínez, reconheceu o segundo turno contra seu oponente do Partido Nacional, Luis Lacalle Pou.

Os peronistas voltaram ao poder na Argentina, no domingo, com o candidato Alberto Fernández derrotando o presidente neoliberal Mauricio Macri com uma vantagem confortável, em uma eleição que desloca a terceira maior economia da América Latina para a esquerda depois de sofrer uma profunda crise econômica. Macri, falando em seu partido eleitoral, reconheceu a derrota e parabenizou Fernández. Ele disse que convidou o adversário político ao palácio presidencial para discutir uma transição ordenada, considerada essencial para a economia e os mercados da Argentina.

O banco central da Argentina afirmou que determinou um limite de compra de 200 dólares por mês através de contas bancárias e de 100 dólares por mês para a aquisição em dinheiro, em uma tentativa de evitar que suas reservas internacionais continuem caindo. Após a derrota sofrida no domingo pelo presidente Mauricio Macri nas eleições em que buscava a reeleição, o banco central ajustou de forma dramática os controles cambiais, até dezembro, ante o limite anterior de 10 mil dólares por mês que vigorava até então para lidar com a crise financeira.

Os empréstimos bancários a empresas da zona do euro caíram no mês passado, com todos os grandes países registrando quedas, sugerindo que a desaceleração econômica do bloco é cada vez mais persistente e generalizada, mostraram dados do Banco Central Europeu nesta segunda-feira. Na esperança de deter uma longa crise econômica originada principalmente do vasto setor industrial da Alemanha, o BCE aprovou um novo esquema de estímulo no mês passado, parcialmente voltado para os bancos, para que continuassem a fornecer crédito à economia real. Mas os dados sugerem que a desaceleração está se espalhando para outros países e também para o setor de serviços, apontando para um período prolongado de crescimento anêmico que está pesando no crescimento de empregos. De fato, o crescimento do crédito corporativo no bloco de 19 membros desacelerou para 3,7% em setembro, ante 4,3% em agosto, com França, Alemanha, Itália e Espanha mostrando quedas. O fluxo mensal de crédito para as empresas em todo o bloco foi de 8,1 bilhões negativos, a maior queda mensal desde janeiro de 2015 e a primeira leitura negativa desde janeiro de 2019.

 

Nas Bolsas, Os índices acionários da China fecharam em alta nesta segunda-feira, sustentados pelos ganhos em empresas de tecnologia depois que o governo prometeu mais suporte para o setor, em meio a expectativas de que os negociadores chineses e norte-americanos estejam avançando em suas negociações comerciais. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,76%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,85%. Autoridades dos EUA e da China estão "perto de finalizar" algumas partes de um acordo comercial após discussões de alto nível por telefone na sexta-feira, disseram o gabinete do Representante de Comércio dos EUA e o Ministério do Comércio da China. Bolsas europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos, O Departamento de Comércio informou que o déficit comercial caiu 3,6%, para US $ 70,4 bilhões no mês passado. As exportações caíram 1,6%, puxadas pelos mergulhos nos embarques de alimentos e rações, além de automóveis. As importações de bens caíram 2,3% em meio à queda nas importações de insumos industriais, bens de capital, veículos automotores e bens de consumo. O Departamento de Comércio também informou que os estoques de varejo subiram 0,3% em setembro, depois de cair 0,2% no mês anterior. Os estoques de varejo, excluindo veículos e peças, o componente que entra no cálculo do produto interno bruto subiram 0,3%, após recuar 0,2% em agosto. Mas os estoques no atacado caíram 0,3% no mês passado, depois de inalterados em agosto. Os dados deste mês mostraram um arrefecimento no crescimento do emprego em setembro e as vendas no varejo caíram pela primeira vez em sete meses. A produção industrial também caiu no mês passado, em parte porque uma greve na General Motors prejudicou a produção de automóveis. A economia está perdendo impulso em grande parte por causa de uma guerra comercial de 15 meses entre os Estados Unidos e a China, que minou a confiança dos negócios e as despesas de capital. O estímulo a diminuir do pacote de redução de impostos de US $ 1,5 trilhão do ano passado também está restringindo o crescimento.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que espera assinar uma parte significativa do acordo comercial com a China antes do previsto, mas não deu detalhes sobre o cronograma."Provavelmente ficaremos adiantados para assinar uma parte muito grande do acordo com a China, vamos chamá-lo de Fase Um, mas é uma parcela muito grande", disse ele a repórteres antes de uma visita a Chicago.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 17/10/2019

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia
  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸  DÓLAR   ⬇ ➖0,05%  
🇪🇺 EURO ⬇  ➖0,31%  

 

Ibovespa Futuro:  +0,25%          

Dow Jones Futuro: +0,69%

 

No mercado de câmbio:

Dólar à vista abre em leve baixa mediante o fechamento da ultima quarta feira com mercado atento a indicadores no Brasil e EUA

O dólar opera com pequenas variações nesta quinta-feira (17), em dia de viés positivo nos mercados internacionais após o anúncio de que o Reino Unido alcançou um acordo para o Brexit com a União Europeia.Às 9h27, a moeda norte-americana caia 0,13%,  após abrir em leve alta.

Na véspera, o dólar fechou em queda de 0,25%, Na parcial do mês, o dólar acumula queda de 1,20%, mas no ano há alta de cerca de 7%.

 

 

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆  INDEX: 0,13%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇   FUTURO: 0,31%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Outubro).

 

No âmbito interno,

 

O Brasil voltou a registrar fortes saídas de recursos na semana passada, a nona consecutiva de fluxo negativo, um dos fatores a sustentar o dólar perto de máximas históricas, acima de 4,16 reais.

Entre 7 e 11 de outubro, as saídas de moeda estrangeira superaram as entradas em 3,186 bilhões de dólares, depois de uma debandada de 4,083 bilhões de dólares na semana anterior (de 30 de setembro a 4 de outubro), conforme dados do Banco Central divulgados nesta quarta-feira.

No acumulado de nove semanas, o país perdeu, em termos líquidos, 17,788 bilhões de dólares.

O saldo negativo da semana passada foi ditado pela conta financeira –por onde circula dinheiro para renda fixa, ações, investimento produtivo e tomada e pagamento de dívidas, por exemplo.

Essa linha ficou deficitária em 3,646 bilhões de dólares. Na conta comercial (exportação menos importação), o fluxo ficou positivo em 461 milhões de dólares.

Um dos temas mais comentados no mercado para justificar as saídas de recursos é a dinâmica de pré-pagamento de dívida por empresas brasileiras a credores no exterior.

A queda da Selic a sucessivas mínimas recordes reduziu o custo de captação de recursos no mercado local. Com isso, muitas empresas com dívidas em moeda estrangeira decidiram antecipar pagamentos dessas obrigações para se financiarem em reais. Esse movimento gera fluxo cambial negativo, o que exerce pressão de alta para o dólar.

A antecipação de pagamento de dívida pelas empresas é reconhecida pelo Banco Central, e no fim de setembro o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, disse que grande parte do movimento de pré-pagamento de dívida corporativa já havia sido feito.

 

Porém, o fluxo segue negativo, e o dólar continua pressionado. Nesta quarta-feira, a moeda norte-americana era cotada em alta, com o real mostrando desempenho pior que seus pares há algumas semanas.

As saídas de dólares do Brasil têm persistido em 2019, com déficit de 19,829 bilhões de dólares no acumulado do ano. No mesmo período de 2018, o fluxo estava positivo em 20,311 bilhões de dólares.

No acumulado de 12 meses, o saldo negativo alcança 32,008 bilhões de dólares, o pior número desde agosto de 1999 (-40,680 bilhões de dólares).

 

O presidente da República, Jair Bolsonaro, assinou medida provisória para regulamentar a "transação tributária" e estimular soluções negociadas em dívidas junto à União. O texto foi chamado de MP do Contribuinte Legal e, segundo o governo, é alternativa mais justa do que parcelamentos especiais (Refis), que impactam sobre a arrecadação ao conceder benefícios a contribuintes com alta capacidade contributiva.O instituto da "transação tributária" já estava previsto no Art. 171 do Código Tributário Nacional. As transações tributárias envolvem duas modalidades específicas: transações na cobrança da dívida ativa e no contencioso tributário.

 

 

Na âmbito externo,

 

 

 

Os governos da União Europeia e do Reino Unido concordaram em um acordo que levaria o Reino Unido a deixar o bloco em 31 de outubro, evitando a perspectiva de um Brexit desordenado. O acordo deve ser aprovado em princípio por uma cúpula de líderes da UE que começa nesta quinta-feira.

A libra e as bolsas de valores do Reino Unido subiam, atingindo seu ponto mais alto em relação ao dólar desde maio deste ano, enquanto o FTSE 100 subia 0,6%. O euro também ganhava mais de 0,5% em relação ao dólar, atingindo US$ 1,11 pela primeira vez desde agosto.

Existe um cenário mais severo hoje, depois que o relatório mais fraco das vendas no varejo deste ano pôs em dúvida a capacidade do consumidor de sustentar uma economia atingida pelas tarifas de importação e uma ampla desaceleração da indústria.

Serão divulgados os dados de imóveis novos e de permissão de construção para setembro às 9h30 da manhã, juntamente com os números de pedidos semanais de seguro emprego. A pesquisa industrial do Fed da Filadélfia também será publicada na mesma hora.

Às 10h15 (horário de Brasília), serão publicados os números de setembro para produção industrial, manufatura e capacidade ociosa.

 

 

 

 Nas Bolsas, 

Os futuros dos EUA devem abrir acentuadamente em alta com as notícias do acordo do Brexit anunciado anteriormente, o que deve remover uma grande incerteza das perspectivas para a economia mundial se for ratificado no Parlamento do Reino Unido.

Às 7h, os contratos futuros do Dow subiam 122 pontos ou 0,5%, enquanto os futuros do S&P 500 estavam acima de 3.000, com um ganho de 0,4%, e os futuros da Nasdaq 100 também aumentavam 0,5% (impulsionado pela Netflix

O Ibovespa avançou pela sexta sessão seguida nesta quarta-feira, fato que não acontecia desde fevereiro de 2018, com o mercado doméstico descolando da cautela global em relação à guerra comercial entre Estados Unidos e China.

Após ter operando no vermelho durante boa parte da sessão, o índice ganhou fôlego no final, fechando perto da máxima, a 105.422,80 pontos, com alta de 0,89%. O giro financeiro da sessão somou 31,5 bilhões de reais, em sessão que contou com o vencimento de opções sobre o Ibovespa e índice futuro.

Panorama de Mercado 02/10/2019

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Ibovespa futuro: -0,90%               Ásia: -0,49% (Japão)

Dow Jones Futuro: -0,50%          Europa (Frankfurt): -1,40%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Pois é, e o Congresso parece ter dado ouvidos à declaração feita por Bolsonaro ainda em abril deste ano, quando o presidente disse que a reforma da previdência não poderia ter uma economia fiscal menor que R$ 800 bilhões em 10 anos. Se bem que para a equipe econômica o número teria de ser em torno de R$ 1 trilhão durante esse período, o que acalorou debates em relação ao tema. Ontem a noite o Senado aprovou em 1º turno a reforma, porém, além de desidrata-la, e agora a previsão de economia fiscal em 10 anos é de R$ 800 bilhões, condicionou sua aprovação em segundo turno à execução de “compromissos assumidos com os parlamentares”, e ao pacto federativo, destinando recursos para Estados e municípios. Paulo Guedes já havia dito tempos atrás, que parte dos recursos da cessão onerosa seriam repartidos entre Estados e municípios, que enfrentam dificuldades fiscais. Novos destaques serão analisados a partir das 11H no Senado. O que pode vir a corrigir o problema fiscal seria a inclusão de Estados e municípios na reforma, o que será discutido em uma PEC paralela. Não podemos esquecer que a reforma tributária precisa ser levada adiante, mas a julgar pela celeridade do Congresso, não será surpresa se essa pauta ficar para 2020, o que não seria uma boa nova. A Conferir. O ambiente de negócios tende a continuar instável reagindo ao sabor das notícias, e projeção de cenários. Indo ao exterior, temos os Estados Unidos mostrando fragilidade em seu setor manufatureiro, afinal, a queda no índice do ISM ao nível mais baixo desde junho de 2009 observada ontem retratou a possibilidade de uma desaceleração maior a ser vista em outros setores de atividade a partir de 2020. Se o mercado de trabalho americano, propulsor de dados favoráveis que denotam um baixo desemprego, e um consumidor ainda propenso a gastar, não arrefecer, temores em relação a uma recessão em 2020 podem ser minimizados. Por isso, é importante a atenção que deve ser destinada sobre essas informações. Nesse sentido, a pouco a ADP divulgou que o setor privado americano criou em setembro 135 mil novos empregos, abaixo das expectativas. Os números de agosto foram revisados para baixo. O Federal Reserve, monitora de perto esses dados, e caso passe a ser constante a desaceleração no ritmo de contratações e atividade industrial, pode rever posições. O cenário externo continua trazendo preocupações sobre a desaceleração econômica global, que ficou mais evidente após dados sobre atividade industrial fraca na região do euro, China e setor manufatureiro dos Estados Unidos. Na Alemanha, os principais institutos do país reduziram suas previsões de crescimento para 2019 e 2020. Para finalizar, Boris Johnson, primeiro-ministro britânico, apresentou uma proposta de separação à União Europeia, reafirmando que o Reino Unido deixará o bloco no próximo dia 31, com ou sem acordo. O BCB vendeu integralmente seu lote de dólares à vista ao mercado, tal qual contratos de swaps reversos. O STF conclui hoje julgamento que pode afetar a Lava Jato.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆  INDEX: 0,09%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆  FUTURO: 0,16%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Novembro).

 

Na agenda interna, O presidente Jair Bolsonaro afirmou que a aprovação da reforma da Previdência é necessária para evitar que o Brasil quebre em dois anos e sinaliza que o país está fazendo o dever de casa, após o Senado aprovar o texto-base da proposta em primeiro turno, mas impondo uma derrota ao governo sobre o abono salarial.

A Polícia Federal foi às ruas na manhã desta quarta-feira para cumprir 14 mandados de prisão como parte de operação para desarticular organização criminosa que atuava dentro da Receita Federal, com participação de servidores do órgão, especializada em corrupção e lavagem dos recursos, informaram a PF e a Receita.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu suspender investigações que envolvem o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), referentes a suposto esquema de pagamentos irregulares que teria ocorrido na época em que ele era deputado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Mendes suspendeu as investigações até o dia 21 de novembro, quando o plenário do Supremo vai se reunir para decidir se relatórios individualizados do Coaf e de outros órgãos de investigação precisam do aval da Justiça.

 

Na agenda externa, Os principais institutos econômicos da Alemanha reduziram suas previsões de crescimento da maior economia da Europa para este ano e o próximo, culpando a demanda global mais fraca por produtos manufaturados e o aumento da incerteza empresarial relacionada a disputas comerciais. Os institutos disseram esperar que a economia alemã cresça 0,5% este ano e 1,1% em 2020. As revisões ficaram abaixo das estimativas de abril, de 0,8% e 1,8%, respectivamente.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, apresentou uma proposta para a separação britânica da União Europeia ao bloco mas disse que, se Bruxelas se omitir, seu país dirá adeus no dia 31 de outubro sem um acordo.Em seu discurso de encerramento na conferência anual do Partido Conservador, Johnson se ateve à postura rígida sobre o Brexit, dando aos membros do partido alguns dos primeiros detalhes do que descreveu como sua "concessão justa e sensata" à UE.

 

Nas Bolsas, O mercado acionário japonês recuou nesta quarta-feira depois que a atividade industrial dos Estados Unidos registrou a maior contração em mais de uma década, oferecendo mais evidências de que a guerra comercial entre EUA e China está desacelerando o crescimento global. O índice acionário Nikkei terminou em queda de 0,49%.Os índices acionários europeus recuam pressionados principalmente por Londres devido a novas preocupações com o Brexit, ao mesmo tempo em que os temores sobre o crescimento global se intensificavam depois de vários relatórios sombrios sobre a indústria do bloco e dos Estados Unidos.

 

Nos Estados Unidos, Os empregadores privados contrataram menos trabalhadores do que o esperado em setembro e a criação de vagas do mês anterior foi revisada para baixo, indicando desaceleração no mercado de trabalho norte-americano. O Relatório Nacional de Emprego da ADP divulgado nesta quarta-feira mostrou que os empregadores privados criaram 135 mil postos de trabalho em setembro. Economistas consultados pela Reuters previam a criação de 140 mil vagas em setembro. Os dados de agosto foram revisados para baixo para mostrar criação de 157 mil postos de trabalho no setor privado, em vez das 195 mil vagas informadas anteriormente.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 11/09/2019

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Ibovespa Futuro:  +0,63%          

Dow Jones Futuro: +0,14%       

 

No mercado de câmbio:

Dólar à vista abre em baixa com mercado atento a indicadores no Brasil e EUA

 

O dólar à vista abriu em leve baixa nos negócios desta quarta-feira, 11, enquanto a moeda negociada no mercado futuro iniciou o dia em leve alta, neutralizada logo em seguida. A abertura em queda coincidiu com a divulgação dos dados de vendas no varejo em julho, que vieram melhores que o esperado pelos economistas ouvidos pelo mercado. Mas o mercado brasileiro deve dividir as atenções nesta sessão entre fatores internos e externos, o que não descarta certa volatilidade nas cotações do dólar.

 

Em meio ao compasso de espera pela reunião do Banco Central Europeu (BCE), na quinta-feira, 12, os investidores estarão atentos ao noticiário relativo à reforma da Previdência e a intenção da equipe econômica de criar um imposto nos moldes da antiga CPMF.

 

As bolsas europeias operam em alta desde o começo do pregão, com investidores voltando a mostrar otimismo com os esperados novos estímulos do BCE, deixando as incertezas do Brexit temporariamente em segundo plano. Na quinta, o BCE poderá lançar um pacote de medidas para ajudar a impulsionar o crescimento econômico e a inflação da zona do euro. As medidas podem incluir cortes de juros e a retomada de compras mensais de ativos.

 

Outro ponto de atenção é a política monetária do Federal Reserve, que decide sobre os juros básicos da economia americana daqui uma semana e cuja expectativa é de corte das taxas. Nesta quarta, o presidente Donald Trump defendeu que o Fed corte a taxa básica de juros para “zero ou menos”. “Devíamos então começar a refinanciar a nossa dívida. O custo com juros poderia ser trazido muito para baixo, enquanto ao mesmo tempo se prolonga o prazo (de vencimento da dívida)”, afirmou.

 

As declarações de Trump aparentemente não influenciaram os mercados de câmbio e o dólar opera em alta majoritária entre moedas fortes e mistas ante emergentes e exportadoras de commodities.

 

Para Jefferson Rugik, superintendente da Correparti Corretora, a definição do rumo do dólar dependerá em boa medida da divulgação do Índice de Preços ao Produtor (PPI) de agosto nos Estados Unidos. “É um indicador de inflação importante para as decisões do Fed e é possível que o dólar só defina tendência após as 9h30, com a divulgação dos dados”, afirma.

Às 9h10, o dólar à vista era negociado a com queda de 0,21%, na mínima do dia. No mercado futuro, a divisa para outubro recuava 0,27%, O Dollar Index (DXY), que mede a variação do dólar ante uma cesta de moedas fortes, tinha alta de 0,29%.

 

 

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆  INDEX: 0,29%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇   FUTURO: 0,27%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Outubro).

 

Na agenda interna,

 

Após acumular alta de 3,5% nas últimas quatro sessões, o Ibovespa voltou a cair nesta terça-feira, pressionado por fraqueza em Wall Street, com ações de bancos se ajustando após seguidas altas e varejistas liderando perdas após a chegada do serviço Amazon (NASDAQ:AMZN) Prime ao Brasil.

O Ibovespa fechou em queda de 0,14 por cento, a 103.031,50 pontos. O volume financeiro somou 17,4 bilhões de reais.

Em Wall Street, a queda nas ações de empresas de tecnologia pesou sobre os índices acionários, também afetados por preocupações sobre o crescimento global após dados econômicos chineses apontarem desaceleração da segunda maior economia do mundo. O

O viés no exterior foi brevemente mitigado após a notícia de que a China deve passar a comprar mais produtos agrícolas dos Estados Unidos na esperança de obter um melhor acordo comercial, publicou o South China Morning Post, citando fonte.

No noticiário corporativo nacional, se destacou a chegada ao Brasil do serviço de assinatura Prime, da Amazon, pressionando os papéis de empresas do varejo.

 

 

Na agenda externa,

 

A China não está poupando agricultores dos EUA na guerra comercial

A China manteve a pressão sobre os agricultores dos EUA ao se recusar a isentar de suas tarifas quaisquer importações agrícolas importantes.

Pequim publicou uma lista de produtos que não estariam sujeitos a uma tarifa de 25% que foi introduzida no ano passado. A lista incluí medicamentos contra o câncer e óleo de base lubrificante, mas não soja, porco ou milho.

Essas são as primeiras exclusões anunciadas por Pequim desde que a troca de tarifas olho-por-olho começou no ano passado e completará um ano a partir de 17 de setembro. Outras isenções são esperadas oportunamente.

 

 

 Nas Bolsas,

 

Ações devem abrir mistas, títulos consolidados após queda

As bolsas de valores dos EUA devem abrir em baixa após as decepcionantes notícias da China. Os futuros subiam mais cedo, depois que um tweet do editor de um jornal chinês levantou esperanças de notícias mais animadoras do que realmente chegaram.

Às 7h da manhã, os futuros do Dow aumentavam 0,1%, enquanto o S&P 500 permanecia inalterado e o Nasdaq caía menos de 0,1%. A notícia também fez com que os mercados europeus reduzissem os ganhos anteriores.

A notícia também estabilizou o rendimento dos títulos, que havia sido corrigido acentuadamente para cima na terça-feira. O rendimento do título de 30 anos ficou em 2,20%, abaixo da máxima de 2,22% da noite para o dia, enquanto o rendimento da nota de 10 anos foi de 1,72%, abaixo da máxima de quatro semanas de 1,74%.

 

 

Nos Estados Unidos,

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que o Federal Reserve deveria reduzir as taxas de juros dos EUA para "zero ou menos" para ajudar a "refinanciar nossa dívida" com custos de juros mais baixos e um prazo mais longo e culpou o chairman do banco central dos EUA por desperdiçar "uma oportunidade única na vida".

"Temos uma excelente moeda, poder e balanço… Os EUA sempre deveriam pagar a… taxa mais baixa. Sem inflação!", escreveu Trump uma série de tuítes nesta quarta-feira.

O presidente republicano tem pedido juros mais baixos repetidas vezes e criticado o chairman Jerome Powell e o Fed por não cortá-los rápida e drasticamente, o que Trump considera necessário para impulsionar o crescimento econômico dos EUA, conforme Trump busca a reeleição no próximo ano.

"É apenas a ingenuidade de Jay Powell e do Federal Reserve que não nos permite fazer o que outros países já estão fazendo", escreveu o presidente.

Na sexta-feira, Powell disse que o Fed vai agir "conforme apropriado" para ajudar a manter a expansão econômica dos EUA e que fatores políticos não desempenham nenhum papel no processo de tomada de decisão do banco central.

Fonte: Reuters / Investing.com

 

Panorama de Mercado 21/08/2019

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  ⬇ ➖0,70%  💱 🇪🇺 EURO ⬇  ➖0,75%  🗞 .

 

Ibovespa futuro: +1,25%               Ásia: +0,01%

Dow Jones Futuro: +0,80%          Europa (Frankfurt): +1,3%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Aproveitando a oferta de USD 550 milhões no mercado à vista, comprada parcialmente no começo da manhã, e na expectativa pela divulgação da ata do FOMC (Federal Open Market Committee) que às 15H pode explicar o corte de 0,25% no juro dos Estados Unidos, no chamado por Jerome Powell de “ajuste de meio ciclo”, os mercados aguardam por improváveis dicas, no documento, sobre se a postura do BC Americano a partir de agora continuará sendo reativa ou o que tanto Trump quanto os agentes esperam, proativa. Provavelmente a tão esperada sinalização apenas aconteça na sexta-feira, no simpósio em que Jay P discursará, mesmo assim, é necessário atenção aos detalhes que a ata pode vir a evidenciar. Um dos membros participantes das discussões de política monetária, e presidente do Federal Reserve de Minneapolis, Neel Kashkari (não vota esse ano), comentou em texto para o Financial Times, que o BC não apenas deve reduzir a taxa de juro, como dar orientação futura de que mais cortes podem acontecer, não sendo um evento isolado, salvo uma reversão surpresa das circunstâncias econômicas. Kashkari mostra com isso sua preocupação com a inversão da curva de rendimentos dos títulos americanos, desaceleração da economia global e a estagnação dos investimentos nas empresas do país. Sobre o leilão do Banco Central Brasileiro, o impacto só não é maior, porque simultaneamente a instituição realiza swap reverso, que corresponde a compra de dólar no mercado futuro e claro, pelos atuais eventos externos que contribuem para um quadro onde o investidor estrangeiro não se sente tão confortável ao risco. E o ministro da economia, Paulo Guedes, deve anunciar a privatização de 17 empresas. Certamente o plano de desestatização e desinvestimento da pasta agradam aos mercados, sobretudo quando estiverem em pleno andamento. Sobre o pacto federativo, o governo pretende repassar à Estados e municípios em 15 anos cerca de R$ 500 bilhões, melhorando a relação com governadores. O Senado pretende, enquanto finaliza a reforma da previdência, em paralelo dar prosseguimento a tramitação da proposta do pacto federativo. Na agenda do dia, às 14H30 o BCB divulga o fluxo cambial semanal em dados que podem dimensionar a saída do capital estrangeiro do país em um ambiente que mostrou maior aversão ao risco dada a observada desvalorização do real frente ao dólar.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇  INDEX: 0,03%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇  FUTURO: 0,80%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Setembro).

 

Na agenda interna, O governo federal previu repasses de cerca de 500 bilhões de reais em 15 anos a Estados e municípios no âmbito de várias iniciativas que vão compor o chamado pacto federativo, incluindo um Plano de Fortalecimento Federativo (PFF), que destinará aos entes parcela da União dos royalties e participações especiais do petróleo. A conta abarca, inclusive, a destinação de 4 bilhões de reais a mais aos Estados ainda neste ano advindos do leilão da cessão onerosa, numa tentativa de pacificar as reivindicações orçamentárias dos governadores ligadas à compensação pela Lei Kandir, que desonera as exportações de tributos estaduais. Pela perda de receita, os Estados requerem compensação à União, pleito envolto em embates históricos sobre os valores efetivamente devidos. O Senado pretende tocar ao mesmo tempo a tramitação de propostas do pacto federativo e a reforma da Previdência, e quer encerrar as votações até o início de outubro, informou o líder do governo na Casa, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

A Caixa Econômica Federal lançou uma nova linha de financiamento imobiliário vinculada ao IPCA, no momento em que o setor dá sinais de recuperação no país. Segundo o presidente-executivo da Caixa, Pedro Guimarães, a nova linha terá taxa de juros anual a partir de 2,95%, para imóveis residenciais enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SFH). A taxa máxima será de IPCA mais 4,95% ao ano. O SFH é para imóveis com valor de até 1,5 milhão de reais em que se pode usar recursos do FGTS. O SFI, para valores acima desse valor e o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) não usa recursos do fundo de garantia.

O Banco Central deu início nesta quarta-feira aos leilões simultâneos de venda de dólar à vista e de contratos de swap cambial reverso, realizando oferta de USD 550 milhões entre 9H30 e 9H35.

 

Na agenda externa, Os futuros do minério de ferro na China caíram ao menor nível em 10 semanas nesta quarta-feira, após a gigante da mineração BHP ter apresentado perspectivas pessimistas para os preços das matérias-primas utilizadas na fabricação de aço.

 

Nas Bolsas, Os índices acionários chineses tiveram pouca movimentação nesta quarta-feira enquanto o mercado aguarda pistas de autoridades no país e no exterior nesta semana sobre mais suporte ao crescimento em meio à guerra comercial com os Estados Unidos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, perdeu 0,16%, enquanto o índice de Xangai teve ganho de 0,01%. Bolsas europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos, Donald Trump endureceu sua retórica comercial dizendo que teve que confrontar a China mesmo que isso provocasse danos de curto prazo à economia dos EUA porque o governo de Pequim enganou Washington por décadas. A declaração de Trump foi dada horas antes de seu governo anunciar a aprovação de uma venda de 8 bilhões de dólares de jatos F-16 da Lockheed Martin para Taiwan, movimento que deve irritar Pequim e reduzir ainda mais as perspectivas de um rápido acordo comercial. “Alguém tinha de enfrentar a China”, disse Trump a repórteres durante visita à Casa Branca do presidente da Romênia, Klaus Iohannis. “Isso era algo que precisava ser feito. A única diferença é que eu estou fazendo isso”.

O Federal Reserve deveria usar a orientação futura agora porque a economia global está desacelerando, a curva de rendimentos se inverteu e o investimento em empresas norte-americanas estagnou, afirmou o presidente do Federal Reserve de Minneapolis, Neel Kashkari, em texto para o Financial Times. "Salvo uma reversão surpresa destas circunstâncias econômicas, eu argumentarei que devemos não apenas reduzir a taxa de juros, mas também usar orientação futura para dar um impulso ainda maior à economia do que apenas um corte isolado dos juros", escreveu Kashkari que não tem direito a voto na política monetária neste ano, mas participa de discussões sobre ela no Fed.

 

Fonte: Reuters.

Dólar passa a cair.

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Sinais de acordo entre as duas maiores economias do planeta, Estados Unidos e China, minimizam impactos negativos relacionados às eleições na Argentina, após anúncio americano de que adiarão a aplicação de tarifas sobre alguns produtos chineses para 15 de dezembro, ante prazo original de 1º de setembro.