Panorama de Mercado 19/03/2020

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸  DÓLAR    ⬆  ➕0,30%  💱 🇪🇺 EURO  ⬆  ➕0,05%  🗞.

 

Ibovespa futuro: -5,70%                              Ásia (CSI300): -1,30%

Dow Jones Futuro: -1%                              Europa (Frankfurt): -0,80%

 

No mercado de câmbio: Dólar operando em alta no início dos negócios. Ontem o governo esclareceu à população algumas medidas que estão sendo tomadas afim de minimizar os impactos na economia brasileira que a pandemia de coronavírus causa no mundo todo, entre elas, o diferimento fiscal que posterga o momento de recolhimento de impostos, antecipação de benefícios para auxiliar as camadas mais vulneráveis (13º salário, abono salarial, entre outros) que somados chegam a aproximadamente R$ 150 bilhões. Para os bancos foram flexibilizadas regras de alavancagem, valores de recolhimento compulsório, rolagem de dívidas em bancos públicos, todavia, ainda assim não seria suficiente o montante, daí veio a declaração do estado de calamidade para melhora do espaço fiscal, demonstrando a preocupação em relação ao período emergencial de enfrentamento da crise tendo como o foco a saúde e a defesa dos empregos. Como o leque é amplo, as direções também são: baixar tarifas de produtos médico-hospitalares, renegociação de dívidas das companhias aéreas, além de analisar o caso das micro e pequenas empresas que se comprometerem a manutenção de empregos serem auxiliadas pelo governo a bancar parte dos salários, afinal, com as ruas sendo esvaziadas, volume diminuindo, fronteiras fechadas, voos cancelados e atividades sociais suspensas, muitos setores são afetados. Por outro lado, quem está sendo beneficiado pelo momento, são as farmacêuticas e supermercados apenas para dar exemplos, tendo em vista que o alarmismo da população gera uma corrida ao abastecimento justamente pelo receio de que o desabastecimento chegue em breve,  diante do cenário. Até o momento o que observamos é o ataque às consequências da pandemia, enquanto a cura não aparece. Segundo o COPOM, que ontem decidiu reduzir a SELIC em 0,5% a levando para 3,75% temos o seguinte cenário básico: desaceleração significativa do crescimento global, queda nos preços das commodities, aumento da volatilidade nos preços dos ativos, e como o nível de ociosidade pode produzir trajetória inflacionária abaixo do esperado, o momento exige a redução na Selic. Como vemos o balanço de riscos subiu, e nesse sentido podemos citar a deterioração do cenário externo, e à continuidade das reformas que devem prosseguir num tempo maior que o estimado no começo deste ano. O balanço de riscos ficará maior em caso de agravamento da pandemia que elevariam as incertezas, reduzindo a demanda.  Mesmo com o clima negativo é preciso ter cautela e calma até que o jogo vire, um exercício difícil, mas possível, mesmo com a pressão que a situação impõe. Para se ter uma ideia, o Brasil que cerca de duas semanas atrás esperava um PIB entre 1,5% a 2%, agora convive com a possibilidade de recessão no primeiro semestre, e como o desenho recessivo mundial progride isso pode impactar os números aqui ao final do ano caso as medidas não surtam os efeitos esperados, e as reformas não evoluam domesticamente. A volta a normalidade é essencial, e para isso, quanto antes for encontrada a cura para o coronavírus melhor, até porque se trata de uma crise diferente daquela de 2008, onde o sistema financeiro foi afetado para depois se recuperar do tombo, agora, são as pessoas que são afetadas por um inimigo invisível que as adoece e preocupa, impactando diretamente na cadeia produtiva, demanda, mudando a rotina de empresas, lucros, consumo, confiança (inclusive do investidor), humor, enfim… Nos Estados Unidos a pouco saiu a informação de que os pedidos de auxílio desemprego subiram na última semana para 281 mil, ante 211 mil na semana anterior, indicando que o país começa a sofrer os efeitos sobre o emprego. Já o índice de condições de negócios do FED da Filadélfia caiu ao seu nível mais baixo desde julho de 2012. O Banco Central Brasileiro já realizou nesta manhã leilões de linha e à vista buscando manter a funcionalidade dos mercados, como os demais BCs que lutam para blindar o sistema financeiro global do pânico. Banco Central Europeu e Federal Reserve realizam hoje movimentos para manter a liquidez.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆ INDEX: 0,55%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆ FUTURO: 0,95%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de abril).

 

Na agenda interna,   Ontem o governo esclareceu à população algumas medidas que estão sendo tomadas afim de minimizar os impactos na economia brasileira que a pandemia de coronavírus causa no mundo todo, entre elas, o diferimento fiscal que posterga o momento de recolhimento de impostos, antecipação de benefícios para auxiliar as camadas mais vulneráveis (13º salário, abono salarial, entre outros) que somados chegam a aproximadamente R$ 150 bilhões. Para os bancos foram flexibilizadas regras de alavancagem, valores de recolhimento compulsório, rolagem de dívidas em bancos públicos, todavia, ainda assim não seria suficiente o montante, daí veio a declaração do estado de calamidade para melhora do espaço fiscal, demonstrando a preocupação em relação ao período emergencial de enfrentamento da crise tendo como o foco a saúde e a defesa dos empregos. Como o leque é amplo, as direções também são: baixar tarifas de produtos médico-hospitalares, renegociação de dívidas das companhias aéreas, além de analisar o caso das micro e pequenas empresas que se comprometerem a manutenção de empregos serem auxiliadas pelo governo a bancar parte dos salários, afinal, com as ruas sendo esvaziadas, volume diminuindo, fronteiras fechadas, voos cancelados e atividades sociais suspensas, muitos setores são afetados. Por outro lado, quem está sendo beneficiado pelo momento, são as farmacêuticas e supermercados apenas para dar exemplos, tendo em vista que o alarmismo da população gera uma corrida ao abastecimento justamente pelo receio de que o desabastecimento chegue em breve,  diante do cenário. Até o momento o que observamos é o ataque às consequências da pandemia, enquanto a cura não é anunciada. Segundo o COPOM, que ontem decidiu reduzir a SELIC em 0,5% a levando para 3,75% temos o seguinte cenário básico: desaceleração significativa do crescimento global, queda nos preços das commodities, aumento da volatilidade nos preços dos ativos, e como o nível de ociosidade pode produzir trajetória inflacionária abaixo do esperado, o momento exige a redução na Selic. Como vemos o balanço de riscos subiu, e nesse sentido podemos citar a deterioração do cenário externo, e à continuidade das reformas que devem prosseguir num tempo maior que o estimado no começo deste ano. O balanço de risco ficará maior em caso de agravamento da pandemia que elevariam as incertezas, reduzindo a demanda.  Mesmo com o clima negativo é preciso ter cautela e calma até que o jogo vire, um exercício difícil, mas possível, mesmo com a pressão que a situação impõe. Para se ter uma ideia, o Brasil que cerca de duas semanas atrás esperava um PIB entre 1,5% a 2%, agora convive com a possibilidade de recessão no primeiro semestre, e como o desenho recessivo mundial progride isso pode impactar os números aqui ao final do ano caso as medidas não surtam os efeitos esperados, e as reformas não evoluam domesticamente. A volta a normalidade é essencial, e para isso, quanto antes for encontrada a cura para o coronavírus melhor, até porque se trata de uma crise diferente daquela de 2008, onde o sistema financeiro foi afetado para depois se recuperar do tombo, agora, são as pessoas que são afetadas por um inimigo invisível que as adoece e preocupa, impactando diretamente na cadeia produtiva, demanda, mudando a rotina de empresas, lucros, consumo, confiança (inclusive do investidor) enfim… Nos Estados Unidos a pouco saiu a informação de que os pedidos de auxílio desemprego subiram na ultima semana para 281 mil, ante 211 mil na semana anterior, indicando que o país começa a sofrer os efeitos sobre o emprego. Já o índice de condições de negócios do FED da Filadélfia caiu ao seu nível mais baixo desde julho de 2012. O Banco Central Brasileiro já realizou nesta manhã leilões de linha e à vista buscando manter a funcionalidade dos mercados, como os demais BCs que lutam para blindar o sistema financeiro global do pânico. Banco Central Europeu e Federal Reserve realizam hoje movimentos para manter a liquidez.

 

 

Na agenda externa, Autoridades financeiras mundiais tentavam restaurar a confiança nesta quinta-feira com medidas de emergência para injetar dinheiro em mercados em pânico, e investidores de todas as partes liquidaram ativos, preferindo o dólar em meio à pandemia crescente de coronavírus.

A corrida por dólares levou o Índice de Câmbio dos Mercados Emergentes do MSCI a seu nível mais baixo em mais de três anos nesta quinta-feira, e a caminho da pior semana desde setembro de 2011.  O índice MSCI de ações emergentes recuava pelo quarto dia seguido, em queda de 3% e no nível mais fraco em mais de quatro anos. O índice deve ter a pior semana desde a crise financeira global de 2008.

 

Nas Bolsas,  Os índices acionários da China fecharam em baixa nesta quinta-feira, mas as perdas foram limitadas uma vez que investidores esperam mais medidas de estímulo das autoridades para proteger a segunda maior economia do mundo do impacto do coronavírus.O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 1,3%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,98%. Bolsas europeias em baixa.  

 

Nos Estados Unidos, O Federal Reserve lançou seu terceiro programa emergencial de crédito em dois dias para combater as consequências do coronavírus, este com o objetivo de manter funcionando a indústria de fundos mútuos do mercado monetário se investidores fizerem retiradas rápidas.

 

ADVANCED – “A sua escolha em câmbio”.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 06/03/2020

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸  DÓLAR    ⬆  ➕0,10%  💱 🇪🇺 EURO  ⬆  ➕1,70%  🗞.

 

Ibovespa futuro: -4,15%                            Ásia (CSI300): -1,62%

Dow Jones Futuro: -2,95%                        Europa (Frankfurt): -3,65%

 

No mercado de câmbio: Em meio a volatilidade dólar operando em alta no início dos negócios. Considerando o encerramento de ontem com o dólar próximo de 4,65, os mercados reabrem nesta sexta-feira esperando pela divulgação do relatório geral do mercado de trabalho americano, o payroll, às 10H30. Sobre a disseminação do coronavírus, Europa e Estados Unidos relatam salto nos números trazendo preocupações. Não se sabe ao certo se os efeitos da epidemia serão refletidos no payroll referente ao mês de fevereiro. Os casos de infecções, ao todo, já se aproximam de 100 mil e com uma realidade que denota diminuição na capacidade produtiva, com pessoas tendo que ficar em casa ao invés de ir para o trabalho, e cadeias de suprimentos sendo afetadas, os resultados econômicos tendem a ser decepcionantes sobretudo nesse primeiro trimestre de 2020. Outro resultado disso é que se o risco sobe, os mercados emergentes sofrem mais que os demais, com a aversão a risco em alta, cautela redobrada, e o capital distante, a pressão é maior. O Banco Central tem procurado atuar no mercado futuro oferecendo contratos de swap tradicional, já o fez inclusive nesta manhã. A operação em si visa estabilizar a variação cambial. Com o Real desvalorizado e a tendência de alta do dólar, o BCB paga a variação cambial mais um cupom às instituições financeiras e recebe delas juro Selic. Com isso, as instiuições financeiras ficam mais tranquilas visto que vão receber a variação cambial no vencimento. Todavia se questiona se somente esse tipo de atuação, nesse momento, é suficiente. O mercado à vista tem sofrido com o cenário atual, o do 4 x 4, na relação juro x dólar. Com algumas perspectivas sendo revisadas, como por exemplo, crescimento e juro brasileiros, com os dois sendo reduzidos, a atratividade para o estrangeiro alocar seu capital por aqui também é… Outro tema observado é o das reformas. O Secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, defende a necessidade de aumento do investimento público tendo como pré condição à isso o ajuste fiscal, significando dizer que o controle do crescimento das despesas ajudam a recuperar a capacidade de investimentos do país. Rodrigo Maia, presidente da Câmara, disse que o setor privado não vai resolver sozinho todos os problemas do Brasil e que os investimentos públicos são muito importantes para a retomada econômica. Até aí todos concordam, portanto é preciso acelerar a pauta de reformas no Congresso criando condições para que o reequilibrio fiscal fique mais próximo do campo de visão dos agentes. Nesta manhã foi divulgado o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) da Fundação Getulio Vargas que cedeu 0,3 ponto em fevereiro para 92,0 pontos, após subir nos últimos três meses. O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) caiu 0,6 ponto em fevereiro, para 91,9 pontos, menor nível desde agosto de 2015 (89,5 pontos). É preciso ter precaução no que tange a reconquista do emprego, mesmo com o recuo na taxa de desemprego visto que a velocidade da recuperação ainda é gradual.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇    INDEX: 0,90%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆   FUTURO: 0,30%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de abril).

 

Na agenda interna,  O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, defendeu a necessidade de aumento do investimento público, ressaltando que o ajuste fiscal é que abrirá espaço para que isso possa ser feito. O ajuste fiscal é justamente para controlar o crescimento da despesa corrente para o Brasil recuperar sua capacidade de investir.  “A gente gastou tanto em despesa corrente nos últimos anos que, apesar de ter uma carga tributária alta, que deveria nos abrir espaço para ter investimento público maior, a gente não tem espaço para isso”, disse Mansueto. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o setor privado não vai resolver sozinho todos os problemas do Brasil e que os investimentos públicos eram muito importantes para guiar a retomada econômica. Até aí todos concordam, portanto é preciso acelerar a pauta de reformas no Congresso criando condições para que de fato se controle o crescimento das despesas obrigatórias e se caminhe para o reequilibrio fiscal.

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) da Fundação Getulio Vargas cedeu 0,3 ponto em fevereiro para 92,0 pontos, após subir nos últimos três meses. O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) caiu 0,6 ponto em fevereiro, para 91,9 pontos, menor nível desde agosto de 2015 (89,5 pontos). O ICD é um indicador com sinal semelhante ao da taxa de desemprego, ou seja, quanto menor o número, melhor o resultado. É preciso ter precaução no que tange a reconquista do emprego, mesmo com o recuo na taxa de desemprego visto que a velocidade da recuperação ainda é gradual.

Sobre a disseminação do coronavírus, Europa e Estados Unidos relatam salto nos números trazendo preocupações aos mercados em dia de divulgação do relatório geral do mercado de trabalho americano, o payroll. Não se sabe ao certo se os efeitos da epidemia serão sentidos nos números do relatório referente ao mês de fevereiro que saem as 10H30. Os casos de infecções já se aproximam de 100 mil e com uma realidade que denota diminuição na capacidade produtiva, com pessoas tendo que ficar em casa ao invés de ir para o trabalho, e cadeias de suprimentos sendo afetadas, os resultados econômicos tendem a ser decepcionantes sobretudo nesse primeiro trimestre de 2020. Outro resultado disso é que se o risco sobe, os mercados emergentes sofrem mais que os demais, com a aversão a risco em alta, cautela redobrada, e o capital distante, a pressão é maior.  

 

Na agenda externa, A província chinesa de Hubei, excluindo a capital Wuhan, não registrou novos casos de coronavírus por 24 horas pela primeira vez durante o surto, num momento em que as autoridades do país tentam conter infecções importadas em outras áreas.Wuhan, o centro da epidemia, teve 126 novos casos confirmados ontem, mas não houve novas infecções em outros lugares da província, que fica na região central da China, informou a Comissão Nacional de Saúde nesta sexta-feira. Em outras partes da China, as escolas das províncias que não relatam novos casos por vários dias começaram a definir datas de reabertura.

A China concedeu isenções tarifárias para alguns processadores importarem soja dos EUA, disseram cinco fontes à Reuters, em consonância com o plano anunciado em fevereiro, com o objetivo de cumprir os compromissos do acordo comercial da Fase 1 com os Estados Unidos.

 

 

Nas Bolsas,  Os índices acionários da China registraram o maior avanço semanal em um ano mesmo depois de terem recuado nesta sexta-feira, acompanhando as perdas nos mercados internacionais, com os investidores esperando mais suporte para sustentar a economia em meio ao surto do coronavírus. No dia, o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,62%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,21%. As perdas desta sexta-feira aconteceram após fortes vendas generalizadas em Wall Street na véspera, em meio a incertezas sobre a disseminação do coronavírus e suas consequências econômicas. Mas o SSEC avançou 5,4% na semana, enquanto CSI300 ganhou 5,0%, com os investidores comemorando as mais recentes medidas de suporte de Pequim e esperando mais estímulo. Bolsas europeias em baixa.

 

Nos Estados Unidos, Dados do payroll às 10H30 são o destaque desta sexta-feira.

 

ADVANCED – “A sua escolha em câmbio”.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 06/03/2020.

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Bom dia  👀📊  ativos operando:  🏛🇺🇸 DÓLAR  +0,35% 💱🇪🇺 EURO +0,47% 🗞 .

 

Ibovespa futuro:-0,87%

 

No mercado de câmbio:

O dólar superou o patamar  historico x o reallogo após a abertura desta quinta-feira, subindo pelo 12° dia consecutivo em meio a expectativas de corte de juros pelo Banco Central devido aos riscos econômicos do coronavírus.

Às 9:07, o dólar avançava 0,42%, na venda, enquanto o dólar futuro de maior liquidez avançava 0,34%.

Na quarta-feira, o dólar interbancário registrou salto de 1,55%, na venda, décimo recorde histórico consecutivo alcançado em um fechamento.

O Banco Central ofertará neste pregão até 20 mil contratos de swap cambial tradicional com vencimento em agosto, outubro e dezembro de 2020.

No Brasil,

O Ibovespa futuro inicia a sessão desta quinta-feira com forte queda de 1,91% aos 105.865 pontos, com o dólar se encaminhado para a 12ª alta consecutiva ade 0,40%. Os investidores seguem preocupados com os impactos econômicos que o coronavírus podem trazer, com países do G-7 avaliando e tomando medidas para minimizar os desdobramentos negativos. No Brasil, mercado prossegue sob expectativa de retomada de flexibilização monetária pelo Banco Central do Brasil – também para combater impactos negativos do Covid-19 -, além do prosseguimento da temporada de balanços.

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira que espera que a economia brasileira tenha um desempenho melhor neste ano do que em 2019, apesar dos problemas acarretados pelo surto do coronavírus.

“Espero que sim… apesar do problema do coronavírus, espero que sim”, disse o presidente a jornalistas ao chegar no Palácio da Alvorada no final da tarde, ao ser questionado se é possível a economia melhorar em 2020.

O surto de coronavírus, que já contaminou mais de 90 mil pessoas e causou mais de 3 mil mortes em todo mundo, tem afetado fortemente os mercados financeiros e já traz efeitos negativos à economia global.

Na manhã desta quarta, o IBGE informou que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,1% em 2019, abaixo da expansão de 1,3% registrada em 2017 e 2018 e bem abaixo da previsão do próprio governo no início do ano passado. Em março, a projeção era de um crescimento de 2,5%.

Nos Estados Unidos,

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira projeto de lei de 8,3 bilhões de dólares para combater a propagação do novo coronavírus e desenvolver vacinas para a doença altamente contagiosa.

O projeto vai agora ao Senado para aprovação final.

Refletindo a urgência entre os parlamentares em enfrentar a crescente crise do coronavírus, a Câmara aprovou o projeto por 415 votos a 2 apenas algumas horas depois que os negociadores revelaram seu conteúdo.

A medida inclui dinheiro para expandir os exames do vírus, que infectou pelo menos 129 pessoas nos Estados Unidos. Mais duas mortes foram relatadas nesta quarta-feira, elevando o número de mortos no país para 11.

Com a Casa Branca apoiando o esforço, líderes do Congresso trabalharam para obter uma aprovação rápida para que o presidente Donald Trump possa sancionar a lei nesta semana.

Na Europa,

Mais de três quartos das empresas britânicas que participaram de uma pesquisa do banco central britânico esperam que a incerteza sobre o Brexit dure até 2021, pelo menos, disse o Banco da Inglaterra nesta quinta-feira.

“As empresas esperam que as incertezas em torno do Brexit demorem mais para serem resolvidas do que na pesquisa de janeiro”, disse o banco ao publicar a pesquisa do Painel de Tomada de Decisão Mensal de diretores financeiros.

“Em fevereiro, 76% das empresas esperavam que a incerteza persistisse até pelo menos 2021. Essa proporção aumentou de 59% em janeiro, continuando a tendência observada nos últimos meses”.

O primeiro-ministro Boris Johnson disse que garantirá um acordo comercial com a União Europeia antes do prazo de 31 de dezembro, cronograma que muitos especialistas em comércio afirmam ser apertado.

 

Na Asia,

A China registrou nesta quinta-feira um aumento de novos casos confirmados de coronavírus, revertendo três dias seguidos de queda, devido a um aumento nas novas infecções em Wuhan, a cidade no centro do surto.

A China continental registrou 139 novos casos desde quarta-feira, informou a Comissão Nacional de Saúde, elevando o número total para 80.409. As autoridades notificaram 119 novos casos no dia anterior e 125 na véspera.

O aumento foi causado por mais casos em Wuhan, capital da província de Hubei, onde se acredita que o vírus tenha surgido em um mercado no final do ano passado.

As novas infecções de Wuhan aumentaram de 114 para 131 em comparação com o dia anterior.

 

O mundo gira e a ADVANCED informa VOCÊ.

 

 

Panorama de Mercado 04/03/2020

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  ⬇ ➖0,05%  💱 🇪🇺 EURO ⬇  ➖0,50%  🗞 .

 

Ibovespa: 2%                                             Ásia (CSI300): 0,58%

Dow Jones Futuro: 2,20%                        Europa (Frankfurt): 0,95%

 

No mercado de câmbio: Dólar operando em leve baixa no início dos negócios. Após o Banco Central norte-americano promover de forma antecipada um corte no juro do país o levando para a faixa entre 1% a 1,25%, o que não faltaram foram especulações sobre a real motivação do estímulo “fora da agenda”, afinal a última vez que o FOMC fez isso foi na crise financeira de 2008. A ação que de cara derrubou a cotação do dólar e acelerou os ganhos nas bolsas, também trouxe questionamentos a respeito do quão grave são os reflexos do coronavírus e o choque de oferta que podem impactar as economias mundiais, e aí a coisa se inverteu, o que apenas joga luz na sensibilidade dos mercados ante dados ruins de atividade sendo divulgados sobretudo na China. No próximo dia 18 teremos nova reunião entre os formuladores de política monetária nos Estados Unidos onde a princípio não se espera novo corte na taxa, mas, também no Brasil haverá decisão em relação a Selic. Se os riscos à economia americana subiram, de acordo com Jerome Powell presidente do Federal Reserve, e na China a atividade tem assustado, a pergunta que ficou foi: E o COPOM, o que fará da SELIC? Com essa onda negativa vinda do exterior, e um primeiro trimestre desagradável, as próximas semanas serão decisivas para que o Comitê de Politica Monetária brasileiro seja certeiro em sua decisão. A avaliação terá que ser prudente, cabendo destacar que o mercado já está dividido sobre o tema, vendo espaço para novas reduções no juro Brasileiro. É importante entender a dinâmica disso, até o momento estamos olhando para o choque de oferta, menor capacidade produtiva, por consequência menor crescimento, mas não podemos deixar de citar que isso também afeta o sentimento dos consumidores, investidores, ou seja, os negócios. São em períodos dessa natureza que dificilmente riscos são assumidos. Política monetária estimulativa ajuda? Sim, é claro, na dose certa, o que não é tão simples de mensurar diante de um quadro de incertezas, menor otimismo, e dúvidas sobre o ritmo das reformas no Congresso Nacional que acaba não dando segurança ao estrangeiro de alocar o capital de qualidade por enquanto no Brasil. Quando os efeitos da epidemia forem reduzidos, as reformas acelerarem, e o resultado do afrouxamento monetário vierem à tona, as coisas podem clarear. Por isso a volatilidade exacerbada observada diariamente. Na agenda doméstica foi confirmado hoje que  PIB cresceu 1,1% em 2019. Embora sendo o menor avanço em 3 anos, se trata da 3ª alta anual consecutiva. O ritmo lento de recuperação ainda preocupa mas o resultado veio dentro do esperado pelo mercado após números fracos da atividade em novembro e dezembro. Nesta semana o boletim Focus retratou que o PIB pode crescer 2,17% esse ano, mas esse patamar tende a cair pra baixo de 2% nas próximas semanas. No exterior, a atividade empresarial da zona do euro resistiu de forma geral ao impacto do coronavírus em fevereiro, crescendo no ritmo mais forte em seis meses. O PMI Composto do IHS Markit para o bloco em fevereiro, subiu para 51,6 de 51,3 em janeiro. Ainda assim, a perspectiva à frente não é das melhores, com o subindice de exportações caindo. Já o setor de serviços cravou 52,6 pontos, de 52,5. A marca de 50 separa crescimento de contração. As vendas no varejo na região da moeda única subiram 0,6% em janeiro, sobre o mês anterior. Quem registrou o pior mês da história em fevereiro foi o setor de serviços chinês, com isso e outros fatores espera-se que o Banco Central da China dê em breve, suporte afim de evitar problemas maiores na economia. Nos Estados Unidos, a ADP, que traz dados sobre o mercado de trabalho no setor privado do país disse que em fevereiro foram criadas 183.000 novas vagas, acima do esperado, porém em janeiro houve revisão para criação de 209.000, ante 291.000 anteriormente relatadas. Logo mais, entre 11H45 e 12H saem dados de atividade no setor de serviços em fevereiro e a tarde (16H) tem a divulgação do livro bege, compilado de informações econômicas americanas.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆    INDEX: 0,30%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇   FUTURO: 0,20%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de abril).

 

Na agenda interna,  Após a medida do banco central norte-americano, o BCB afirmou que monitora atentamente os impactos do coronavírus nas condições financeiras e na economia brasileira e que as próximas duas semanas vão permitir uma avaliação mais precisa desses efeitos sobre a trajetória da inflação.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo fechou fevereiro com alta de 0,11 por cento, após avanço de 0,29 por cento no mês anterior, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,1% em 2019, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se do menor avanço em 3 anos. Em 2017 e 2018 o crescimento foi de 1,3%. Em valores correntes, o PIB do ano passado totalizou R$ 7,3 trilhões em 2019. Foi a 3ª alta anual consecutiva após 2 anos de retração, mas o ritmo lento de recuperação ainda preocupa. O resultado veio dentro do esperado pelo mercado após números decepcionantes da atividade econômica em novembro e dezembro. Após um início de ano de maior otimismo sobre as perspectivas para a economia brasileira, preocupações em torno dos impactos do coronavírus na economia global e incertezas sobre o ritmo de aprovação de reformas no Congresso têm derrubado as projeções para o PIB do Brasil em 2020. Nesta semana o boletim Focus retratou que o PIB pode crescer 2,17% esse ano, mas esse patamar tende a cair pra baixo de 2% nas próximas semanas.  

 

Na agenda externa, Autoridades do Banco Central Europeu realizaram uma teleconferência extraordinária no fim da terça-feira para discutir sua resposta emergencial ao surto de coronavírus, mas uma medida de política monetária não estava na agenda, disseram à Reuters cinco fontes. As fontes reconheceram que o BCE está sob crescente pressão para reduzir ainda mais sua taxa de juros após corte inesperado pelo Federal Reserve. Mas as autoridades ainda esperam resistir até a reunião marcada para 12 de março. Não foi debatido se o BCE deveria adotar medidas de política monetária e as autoridades continuam convencidas de que cabe principalmente aos governos responder ao surto, disseram as fontes.

A atividade empresarial da zona do euro resistiu de forma geral ao impacto do coronavírus em fevereiro, crescendo no ritmo mais forte em seis meses, embora a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgada hoje pinte um cenário mais sombrio com queda nas exportações. O PMI Composto do IHS Markit para a zona do euro, primeira medida da saúde econômica em fevereiro publicada, subiu para 51,6 de 51,3 em janeiro. A leitura igualou a preliminar e ficou bem acima da marca de 50 que separa crescimento de contração.O subíndice de novas exportações caiu a 47,5 de 49,2 e, como acontece há um ano, as empresas optaram por finalizar trabalhos atrasados. O PMI do setor de serviços subiu a 52,6 de 52,5, mas ficou abaixo da preliminar de 52,8.

O surto de coronavírus pode causar sérios danos à economia japonesa, disse o presidente do banco central do Japão, Haruhiko Kuroda, enfatizando que o banco central está pronto para tomar "medidas apropriadas" para sustentar uma recuperação frágil. Os comentários vieram num momento em que o medo de recessão pressiona o Banco do Japão a seguir os passos de outros bancos centrais e acelerar o estímulo na revisão dos juros deste mês.Esperava-se que a economia do Japão fosse se recuperar no trimestre atual, mas a epidemia afetou as exportações e o consumo devido ao declínio dos turistas chineses, disse Kuroda ao Parlamento. "Se a epidemia for prolongada, também poderá afetar a produção", afirmou. "Precisamos ter consciência de que o impacto do surto pode ser grande", disse Kuroda, acrescentando que o sentimento do consumidor já está sendo prejudicado.

O banco central da China deixou inalterados os custos de empréstimo de curto prazo, dando de ombros para o corte emergencial da taxa de juros realizado pelo Federal Reserve na véspera.  Mas os mercados acreditam que as autoridades continuarão a agir para reduzir os custos de financiamentos para empresas e adotarão fortes medidas para impulsionar a economia, que tem sido afetada pelo surto de coronavírus.

 

Nas Bolsas,  Os principais índices acionários da China terminaram em alta na quarta-feira uma vez que os investidores esperam mais estímulo doméstico depois que o Federal Reserve cortou a taxa de juros dos Estados Unidos para lidar com as consequências econômicas do coronavírus. Adicionalmente, economistas pediram um rápido suporte para evitar falências em massa após o setor de serviços da China ter registrado seu pior mês na história em fevereiro, segundo a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do Caixin/Markit. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,58%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,63%.

 

Nos Estados Unidos, A presidente do Federal Reserve de Cleveland, Loretta Mester, disse nesta quarta-feira que o choque de fornecimento provocado pelo coronavírus pode ter implicações no lado da demanda, se a incerteza sobre seu impacto continuar. Mester disse em entrevista à CNBC que apoiou a decisão do banco central de reduzir a taxa de juros em 0,50 ponto percentual na terça-feira, acrescentando que os riscos em torno das perspectivas aumentaram significativamente. "Ainda há muita incerteza sobre o curso do vírus e qual o impacto que ele terá", disse Mester. "Esse (corte de juros) foi realmente uma resposta à economia, às perspectivas e aos riscos em torno das perspectivas". Mester, que assume um papel votante este ano no comitê de definição de política monetária do Fed, disse que o problema provocado pelo coronavírus é um caso de "choque clássico de oferta". "Certamente a redução dos juros não fará com que as pessoas voltem a viajar, suas interações sociais não serão alteradas por uma taxa de juros mais baixa", disse ela. A situação pode se transformar em algo que pode afetar os sentimentos dos negócios, consumidores e investidores, acrescentou Mester. A decisão do Fed de reduzir sua taxa de juros para uma meta entre 1,00% e 1,25% foi o primeiro corte não programado desde 2008, no auge da crise financeira. O chairman do Fed, Jerome Powell, reiterou na terça-feira sua visão de que a economia dos EUA continua forte, mas disse que a disseminação do vírus causou uma mudança substancial nas perspectivas de crescimento do banco central norte-americano. Mester também alertou que o choque de oferta criado pelo vírus poderia levar a um aumento da inflação.

 

ADVANCED – “A sua escolha em câmbio”.

 

Fonte: Reuters.

Banco Central Americano corta juro em medida emergencial.

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O Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) cortou as taxas de juros nesta terça-feira em uma medida de emergência com objetivo de proteger a maior economia do mundo do impacto do coronavírus.

Em comunicado, o banco central disse que estava cortando as taxas em 0,50 ponto percentual, para uma meta de 1,00% a 1,25%.

"Os fundamentos da economia dos EUA permanecem fortes. No entanto, o coronavírus apresenta riscos crescentes para a atividade econômica. À luz desses riscos e em apoio ao cumprimento de suas metas de máximo emprego e estabilidade de preços, o Comitê Federal de Mercado Aberto decidiu hoje reduzir a meta" para a taxa de juros, afirmou o Fed em comunicado.

A decisão foi unânime entre os formuladores de política monetária.

A decisão do Fed de cortar as taxas de juros antes de sua próxima reunião, marcada para 17 a 18 de março, reflete a urgência com a qual o Fed sente que precisa agir para evitar a possibilidade de uma recessão global.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 02/03/2020

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸  DÓLAR    ⬆  ➕0,45%  💱 🇪🇺 EURO  ⬆  ➕1,70%  🗞

 

Ibovespa futuro:  -0,15%                            Ásia (CSI300): 3,29%

Dow Jones Futuro: -0,05%                        Europa (Frankfurt): -1,18%

 

No mercado de câmbio: Dólar operando em alta no início dos negócios. O boletim Focus do Banco Central trouxe as seguintes estimativas do mercado financeiro para o final de 2020. IPCA: 3,19%, PIB: 2,17%, USD 4,20, SELIC: 4,25%, PROD. INDL.: 2,41%, BALANÇA COMERCIAL: USD 36,70 Bilhões e INVESTIMENTOS DIRETOS NO PAÍS: USD 80 Bilhões. Destaque para nova redução sobre a expectativa em relação a inflação e PIB, ao passo em que se espera um dólar mais alto ao final do ano. Com a derrocada nos dados industriais chineses registrando forte contração na atividade em fevereiro devido a epidemia viral que o país enfrenta, se percebe que está em curso uma revisão de projeções em relação ao crescimento mundial. O cenário tem se mostrado desfavorável nesse aspecto. A OCDE, por exemplo, reduziu sua estimativa de crescimento global em 2020 para o nível mais baixo desde 2009. O que antes era prospectado a 2,9% agora chega a 2,4%. A organização entende que a China crescerá 4,9% esse ano, ante 5,7% estimado em novembro de 2019, na zona euro a expansão estimada atualmente é de 0,8%, de 1,1% e para o Brasil houve a manutenção da estimativa em 1,7%, portanto, abaixo do que o mercado espera hoje, por volta de 2,17% segundo o Boletim Focus. Para os Estados Unidos o impacto deve ser limitado com o crescimento sendo estimado em 1,9%, de 2% projetado em novembro. Com um primeiro trimestre problemático é importante ficar atento aos dados de atividade nas praças mundiais e também qual será a postura dos Bancos Centrais diante do atual momento. Os mercados esperam por uma ação coordenada dos mesmos, para “agir como apropriado no sentido de conter o risco em evolução”, palavras de Jerome Powell, presidente do Banco Central Americano que elencaram os agentes à lembrança de que isso de fato pode acontecer. Resta saber se a estratégia de baratear o custo do dinheiro será suficiente diante de um quadro econômico que deve confirmar fragilidade na oferta e demanda. Com o coronavírus levando ao fechamento de fábricas e lojas, reduzindo a capacidade produtiva , sobretudo da China no momento, as perspectivas vão de encontro a desaceleração do crescimento, e o Brasil não está imune a isso, muitos produtos que chegam por aqui vem dos asiáticos. Reservas internacionais temos em bom número, cabe ao BCB utilizá-las no momento em que detectar a disfuncionalidade dos mercados, fuga de capital, e também para frear movimentos especulativos. A semana reserva vários dados de atividade industrial ao redor do mundo, e o relatório geral do mercado de trabalho americano como destaques a serem observados. Nesta manhã foram divulgados dados que mostraram que as fábricas da China sofreram um golpe devastador em fevereiro com o PMI do Caixin/Markit da indústria indo a 40,3, menor nível desde que a pesquisa começou em 2004, contra 51,1 em janeiro e bem abaixo da marca de 50 que separa crescimento de contração. Não é pouco. São dados e projeções que alimentam as apostas de que os BCs devem iniciar um movimento de estímulos, ainda esse mês.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇   INDEX: 0,70%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆   FUTURO: 0,30%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de abril).

 

Na agenda interna, O boletim Focus do Banco Central trouxe as seguintes estimativas do mercado financeiro para o final de 2020. IPCA: 3,19%, PIB: 2,17%, USD 4,20, SELIC: 4,25%, PROD. INDL.: 2,41%, BALANÇA COMERCIAL: USD 36,70 Bilhões e INVESTIMENTOS DIRETOS NO PAÍS: USD 80 Bilhões. Destaque para nova redução sobre a expectativa em relação a inflação e PIB, ao passo em que se espera um dólar mais alto ao final do ano. Com a derrocada nos dados industriais chineses registrando forte contração na atividade em fevereiro devido a epidemia viral que o país enfrenta, se percebe que está em curso uma revisão de projeções em relação ao crescimento mundial, inclusive para o Brasil. O cenário tem se mostrado desfavorável nesse aspecto. A OCDE, por exemplo, reduziu sua estimativa de crescimento global em 2020 para o nível mais baixo desde 2009. O que antes era prospectado a 2,9% agora chega a 2,4%. A organização entende que a China crescerá 4,9% esse ano, ante 5,7% estimado em novembro de 2019, na zona euro a expansão estimada atualmente é de 0,8%, de 1,1% e para o Brasil houve a manutenção da estimativa em 1,7%, portanto, abaixo do que o mercado espera hoje, por volta de 2,17% segundo o Boletim Focus. Para os Estados Unidos o impacto deve ser limitado com o crescimento sendo estimado em 1,9%, de 2% projetado em novembro. Com um primeiro trimestre problemático é importante ficar atento aos dados de atividade nas praças mundiais e também qual será a postura dos Bancos Centrais diante do atual momento. Os mercados esperam por uma ação coordenada dos mesmos, para “agir como apropriado no sentido de conter o risco em evolução”, palavras de Jerome Powell, presidente do Banco Central Americano que elencaram os agentes à lembrança de que isso de fato pode acontecer. Resta saber se a estratégia de baratear o custo do dinheiro será suficiente diante de um quadro econômico que deve confirmar fragilidade na oferta e demanda. Com o coronavírus levando ao fechamento de fábricas e lojas, reduzindo a capacidade produtiva , sobretudo da China no momento, as perspectivas vão de encontro a desaceleração do crescimento, e o Brasil não está imune a isso. Reservas internacionais temos em bom número, cabe ao BCB utilizá-las no momento em que detectar a disfuncionalidade dos mercados, fuga de capital, e também para frear movimentos especulativos. A semana reserva vários dados de atividade industrial ao redor do mundo, e o relatório geral do mercado de trabalho americano como destaques a serem observados.

 

Na agenda externa, As fábricas da China sofreram um golpe devastador em fevereiro uma vez que a epidemia de coronavírus provocou a mais forte contração na atividade já registrada, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do Caixin/Markit. O PMI de indústria caiu para 40,3 no mês passado, menor nível desde que a pesquisa começou em 2004, contra 51,1 em janeiro e bem abaixo da marca de 50 que separa crescimento de contração.

A economia global deve crescer apenas 2,4% este ano, o nível mais baixo desde 2009 e ante expectativa de 2,9% em novembro, disse a OCDE em uma atualização de suas perspectivas.

A organização projetou que a economia global pode se recuperar com um crescimento de 3,3% em 2021, assumindo que a epidemia atinja o pico na China no primeiro trimestre deste ano e outros surtos sejam contidos. Entretanto, se o vírus se espalhar pela Ásia, Europa e América do Norte, o crescimento global pode cair para 1,5% este ano, alertou a OCDE. No cenário básico da OCDE, em que a situação não se deteriora de forma dramática, a China sofrerá o maior impacto. A organização reduziu sua estimativa de crescimento em 2020 para a mínima de 30 anos de 4,9%, ante 5,7% em novembro. Na zona do euro, onde o número de casos está aumentando rápido, a expansão foi estimada em 0,8% ante 1,1% em novembro, com a Itália registrando estagnação este ano. O vírus deve ter impacto limitado sobre o crescimento dos EUA, estimado em 1,9% de 2,0% em novembro. Para o Brasil, a OCDE manteve a expectativa de expansão de 1,7% em 2020, indo a 1,8% no ano seguinte.

A contração da indústria da zona do euro perdeu força no mês passado apesar do surto de coronavírus e seu impacto sobre as cadeias de oferta, em um sinal encorajador para o Banco Central Europeu conforme ele tenta estimular o crescimento, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês). O PMI de indústria do IHS Markit para a zona do euro subiu a 49,2 em fevereiro de 47,9 em janeiro, acima da preliminar de 49,1 e registrando a melhor leitura em um ano.

 

Nas Bolsas,  As ações da China subiram mais de 3% nesta segunda-feira após fortes perdas na semana passada, com dados econômicos sombrios alimentando as esperanças de que Pequim adotará mais medidas para apoiar a segunda maior economia do mundo, enquanto um declínio em novos casos de coronavírus também ajudou o sentimento.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 3,29%, recorde desde maio do ano passado, enquanto o índice de Xangai teve alta de 3,15%, maior nível desde março de 2019. Bolsas europeias em queda.

 

Nos Estados Unidos, saem dados sobre a atividade industrial do país entre 11H45 e 12H, tal qual o indice ISM de empregos no setor manufatureiro.


ADVANCED – “A sua escolha em câmbio”.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 28/02/2020.

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Bom dia  👀📊  ativos operando:  🏛🇺🇸 DÓLAR  +0,19% 💱🇪🇺 EURO -0,03% 🗞 .

 

Ibovespa futuro:-0,12%

 

No mercado de câmbio:

O dólar disparava na abertura desta sexta-feira, subindo pela oitava sessão consecutiva à medida que a disseminação do coronavírus para fora da China levantava temores de uma recessão econômica global.

Às 9:10, o dólar avançava 0,62%,  na venda. O dólar futuro de maior liquidez tinha alta de 0,30%.

Na véspera, o dólar interbancário fechou em novo recorde máximo para fechamento.

O Banco Central volta a atuar nos mercados nesta sexta- feira, realizando oferta líquida de até 20 mil contratos de swap cambial tradicional.

Além disso, oferta até 3,0 bilhões de dólares em linhas com compromisso de recompra para rolagem do vencimento 3 de março de 2020 e até 13 mil contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento 1º de abril de 2020.

No Brasil,

Preocupações com a propagação do coronavírus e seus potenciais efeitos na economia global mantinham a bolsa paulista pressionada nesta quinta-feira, embora com perdas menores, com o tombo de quase 9% da Ambev liderando as perdas do Ibovespa, após projeção desencorajadora para o começo de 2020.

Às 11:13, o Ibovespa caía 1,5%, a 104.135,71 pontos. O volume financeiro somava 5,53 bilhões de reais.

Na véspera, na volta do feriado do Carnaval, o Ibovespa fechou em queda de 7%, maior baixa percentual desde 2017, ajustando-se ao forte declínio nos mercados globais no começo da semana por temores sobre a propagação do vírus.

A rápida disseminação do novo coronavírus nesses últimos dias para vários países, incluindo Estados Unidos e Brasil, trouxe apreensão quanto a um efeito na atividade global ainda maior do que o estimado quando os casos estavam concentrados na China, onde o cenário sugere desaceleração no ritmo de contágio.

Nos Estados Unidos,

O Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) pode precisar agir agressivamente para reduzir os custos de empréstimos para suavizar a economia da rápida disseminação do novo coronavírus, em parte porque as taxas de juros já estão baixas e a inflação também.

Os operadores de contratos futuros vinculados à taxa de juros do banco central dos EUA já estão apostando nisso. Nesta quinta-feira, eles precificavam em cerca de 54% a chance de o Fed começar a cortar as taxas no mês que vem e recuar, extraordinariamente, em três quartos de ponto percentual até setembro, segundo o FedWatch, do CME Group.

Isso levaria a taxa-alvo de curto prazo a menos de 1%, pela primeira vez desde 2017.

Os operadores enxergavam apenas 33% de chance de um corte na taxa de março na quarta-feira. Mas isso foi antes de um relatório mostrar que novos casos no Irã, na Itália e em outros lugares estava crescendo mais rápido do que no epicentro da epidemia, China, e líderes de todo o mundo começaram a se preparar para uma epidemia mais ampla.

Na Asia,

Os índices acionários da China recuaram nesta sexta-feira e encerraram o pior mês desde maio do ano passado, uma vez que os temores sobre o surto de coronavírus se tornar uma pandemia pesou sobre os mercados globais.

A queda de 3,2% do índice de Xangai em fevereiro, entretanto, é modesta em comparação com os outros importantes mercados graças a um rali em meados do mês diante de medidas de apoio do governo.

No dia, o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 3,55%, enquanto o índice de Xangai teve perdas de 3,71%. Ambos marcaram a pior queda diária desde 3 de fevereiro, quando as infecções estavam rapidamente se espalhando na China.

"Podemos ter subestimado o impacto do surto do vírus fora da China", disse Yan Kaiwen, analista do China Fortune Securities.

"Embora a China tenha conseguido controlar rapidamente o surto do vírus, não existem garantias de que outros países poderão fazer o mesmo", completou.

No mês, o CSI300 recuou 1,6%, enquanto o SSEC caiu 3,2%, registrando o pior mês desde maio de 2019, e a maior perda semanal desde abril.

Em comparação, o japonês Nikkei despencou 9% este mês, e o S&P 500 tinha queda de quase 8% até o fechamento de 27 de fevereiro.

. Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 3,67%, a 21.142 pontos.

. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 2,42%, a 26.129 pontos.

O mundo gira e a ADVANCED informa VOCÊ.

 

 

 

Panorama de Mercado 27/02/2020.

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Bom dia  👀📊  ativos operando:  🏛🇺🇸 DÓLAR  +0,12% 💱🇪🇺 EURO +0,07% 🗞 .

 

Ibovespa futuro:-0,25%

 

No mercado de câmbio:

O dólar renovou mais uma vez sua máxima histórica na abertura desta quinta-feira, superando a ultima alta histórica pela primeira vez esse ano e subindo pela sétima sessão consecutiva em meio a temores sobre a expansão do coronavírus.

Às 9:10, o dólar avançava 0,23%, na venda. O principal contrato de dólar futuro subia 0,04%

Na véspera, a divisa norte-americana à vista havia subido 1,16%, na venda, máxima recorde para fechamento.

Em tentativa de limitar a disparada do dólar, o Banco Central realizará neste pregão leilão extraordinário de até 20 mil contratos de swap tradicional com vencimento em agosto, outubro e dezembro de 2020, conforme anunciado na quarta-feira.

No Brasil,

Os preços no atacado passaram a cair e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) terminou fevereiro com variação negativa de 0,04%, depois de alta de 0,48% no mês anterior, de acordo com dados informados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

O resultado igualou a expectativa em pesquisa da Reuters com economistas.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, passou a recuar 0,19% em fevereiro, ante avanço de 0,50% no mês anterior.

Nos Estados Unidos,

O número de novas infecções por coronavírus dentro da China –a origem do surto– foi superado pela primeira vez por novos casos em outros países na quarta-feira, quando os mercados norte-americanos recuaram por temores da rápida disseminação global da doença.

Autoridades de saúde dos Estados Unidos, onde há 59 casos até agora –a maioria deles entre repatriados de um navio de cruzeiro no Japão– disseram ser provável uma pandemia global. Mas o presidente Donald Trump acusou canais de TV a cabo que frequentemente o criticam de "fazer todo o possível para que o (coronavírus) pareça o pior possível, deixando mercados em pânico". Os mercados de ações em todo o mundo perderam 3,3 trilhões de dólares em quatro dias, como medido pelo índice mundial MSCI.

Wall Street reverteu ganhos iniciai na tarde de quarta-feira, com receio de que o vírus se espalhe pelos Estados Unidos, e os preços do petróleo caíram para o nível mais baixo em mais de um ano.

Na Europa,

O sentimento econômico da zona do euro melhorou mais do que o esperado em fevereiro, com maior confiança entre os consumidores e a indústria apesar do surto global de coronavírus, mostraram dados da Comissão Europeia nesta quinta-feira.

A Comissão disse que o sentimento econômico nos 19 países que usam o euro subiu para 103,5 pontos este mês, ante 102,6 em janeiro, continuando uma tendência ascendente constante iniciada em outubro.

Economistas consultados pela Reuters esperavam um pequeno aumento para 102,8. O sentimento na indústria subiu de -7,0 em janeiro para -6,1 em fevereiro, desafiando as expectativas de deterioração do mercado.

A confiança entre os consumidores aumentou de -8,1 para -6,6, e o sentimento no setor de serviços também melhorou um pouco, para 11,2 ante 11,0.

Na Asia,

Os índices acionários chineses tiveram leve alta nesta quinta-feira uma vez que o país informou menor número de mortes devido ao coronavírus e sinalizou mais suporte para a economia doméstica, embora as preocupações sobre o vírus tenham limitado os ganhos.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,29%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,11%.

A recuperação econômica está acelerando mas a situação do surto de coronavírus no epicentro da província de Hubei e sua capital Wuhan ainda é grave, disse na quarta-feira o Politburo do Partido Comunista, de acordo com a televisão estatal.

O banco central da China afirmou nesta quinta-feira que irá garantir ampla liquidez através de cortes de compulsório direcionados a bancos em um momento apropriado, e manterá a política monetária prudente e flexível para sustentar a economia.

. Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 2,13%, a 21.948 pontos.

. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,31%, a 26.778 pontos.

 

O mundo gira e a ADVANCED informa VOCÊ.

 

 

Panorama de Mercado 19/02/2020

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸  DÓLAR    ⬆  ➕0,37%  💱 🇪🇺 EURO  ⬆  ➕0,45%  🗞.

 

Ibovespa futuro:  0,40%                            Ásia (CSI300): -0,15%

Dow Jones Futuro: 0,30%                        Europa (Frankfurt): 0,50%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. A depender do andar da carruagem os mercados podem vir a testar o Banco Central até o final desta semana, dada a tranquilidade da autarquia diante da nova escalada do dólar em uma semana onde estamos nos aproximando de um feriado prolongado no Brasil, o que naturalmente deixa o investidor cauteloso, o que significa dizer que o estrangeiro normalmente não costuma ficar exposto nesses períodos. Como o BCB, através do seu presidente Roberto Campos Neto, salientou que poderá intervir em caso de problemas de liquidez ou distorção de preço, configurado como “movimento exagerado”, é uma possibilidade factível, vamos lembrar que na semana passada ao se aproximar de 4,40, tivemos a participação do banco no mercado futuro através do swap tradicional, mudando a rota das cotações. Como o cenário externo tem dado mostras de que as perspectivas do crescimento global serão menores, o que pode ser confirmado em breve, e a recuperação da economia brasileira ainda é lenta, basta que a percepção de risco ligue o sinal de alerta para que o BCB cumpra seu papel de manter a funcionalidade dos mercados, supervisionando-os e suavizando flutuações exacerbadas no ambiente de negócios. Ademais, é preciso estar constantemente atento ao que ocorre no calendário econômico e seus reflexos, portanto vamos a China, que divulgou o menor aumento diário no número de novos casos de coronavírus desde 29 de janeiro, problema que tem aumentado as preocupações em relação ao seu crescimento com as empresas ainda não estando em sua capacidade natural de produção. Com isso, a agência de classificação de risco Moody`s  revisou para baixo a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país, de 5,8% para 5,2% este ano. Os mercados estão receosos de que o patamar possa vir abaixo de 5%. Já nos Estados Unidos, que tem apresentado números econômicos favoráveis, temos na agenda dados do setor imobiliário e inflação ao produtor nesta manhã, e logo mais a tarde será divulgada a ata do FOMC, às 16H, em meio a discursos de membros do Federal Reserve durante o dia. São importantes diante da “confiança ou tese” de que os BCs vão combater os reflexos negativos do coronavírus utilizando-se de mais estímulos. A conferir.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆   INDEX: 0,05%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆   FUTURO: 0,25%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de março).

 

Na agenda interna, O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu a reforma tributária como “único caminho” para a retomada do crescimento econômico do país. Maia argumentou ainda que a base da sociedade e os servidores públicos deram sua parcela de esforço para reativar a economia na reforma da Previdência, já aprovada. Os funcionários do Estado também devem dar sua contribuição na reforma administrativa, em fase final de discussão pelo governo para seguir ao Congresso. “A reforma tributária é o único caminho para que o Brasil volte a crescer. Não adianta a (reforma da) Previdência, não adianta a administrativa, o Brasil só vai crescer 3%, 4% de forma sustentável se a gente fizer a tributária”, afirmou, argumentando que a reforma da estrutura do Estado deve tirar recursos da economia, ao passo que a reformulação do sistema de tributos e impostos permitirá um aumento dos investimentos.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, frisou que o câmbio no país é flutuante e que o BC está tranquilo sobre o tema, mas que a autoridade monetária pode fazer intervenções em caso de problemas de liquidez ou se for identificado movimento "exagerado" no mercado cambial. Campos Neto também destacou que a desvalorização recente do real não veio acompanhada de uma deterioração em medidas de risco nem de uma piora na percepção sobre a inflação. Obviamente, sempre que identificarmos um movimento de falta de liquidez, um movimento exagerado ou que Brasil está se descolando dos seus pares ou que começou a influenciar a expectativa de inflação, aí o Banco Central pode fazer uma intervenção" como a feita recentemente, disse. O presidente do BCB reiterou que também contribuiu para a alta do dólar no país uma maior demanda por moeda no mercado à vista gerada por um movimento das empresas que, em meio à queda dos juros, passarem a se endividar mais no mercado doméstico e pré-pagarem dívidas no mercado externo. "Aliado a isso, você teve o dólar (no mundo), que se fortaleceu", afirmou o presidente do BC, destacando que a expectativa de crescimento dos Estados Unidos é maior do que a do restante do mundo. "Então o diferencial de juros, o diferencial de expectativa de crescimento entre EUA e outros países aumentou, isso faz com que dólar fique mais forte", afirmou.

 

Na agenda externa, Grandes centros industriais na costa chinesa estão começando a diminuir as restrições de circulação de pessoas e ao tráfego, enquanto os governos locais estimulam as fábricas a reiniciar a produção após semanas de paralisações devido ao surto de coronavírus.Em seus primeiros esforços para conter o vírus, as autoridades chinesas estenderam o feriado do Ano Novo Lunar, instituíram quarentenas e impuseram restrições ao tráfego em grandes partes do país. As medidas atrasaram o crescimento do setor industrial, com as empresas incapazes de retomar a produção ou restaurá-la a níveis normais devido à falta de trabalhadores. Muitas indústrias também não conseguiram receber as matérias-primas ou enviar produtos aos clientes devido a obstáculos logísticos, com as interrupções ocorrendo nas cadeias de suprimentos em todo o mundo. A China está ciente de que deve encontrar um equilíbrio entre eliminar uma epidemia que infectou mais de 70 mil pessoas – matando mais de 2 mil delas – e proteger a economia já enfraquecida de mais danos. O país divulgou o menor aumento diário no número de novos casos de coronavírus desde 29 de janeiro, e expectativas de mais medidas de estímulo colaboram com o comportamento positivo dos mercados acionários.

A União Europeia havia sinalizado para o Reino Unido com antecedência que qualquer acordo de livre comércio deve vir com um compromisso de Londres de manter a concorrência leal, disse um assessor sênior do bloco. O Reino Unido deixou a UE no mês passado com um período de transição de 11 meses, e precisará de novos termos comerciais a partir de janeiro de 2021 para evitar possíveis interrupções no comércio.

A agência de classificação de risco Moody’s revisou para baixo a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da China de 5,8% para 5,2% para este ano, devido ao surto de coronavírus, que deve afetar a economia de toda a região Ásia-Pacífico.

 

Nas Bolsas, O índice acionário de Xangai interrompeu três dias de perdas nesta quarta-feira e fechou em baixa devido à persistência de preocupações sobre a epidemia de coronavírus, que já deixou 2 mil mortos e pressiona a atividade empresarial na China.O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,15%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,32%. O número de mortos devido ao coronavírus na China continental ultrapassou 2 mil na quarta-feira, embora o número de novos casos tenha caído pelo segundo dia seguido, conforme autoridades apertam as já severas medidas de contenção na cidade de Wuhan, a mais afetada. Bolsas europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos, Dados do setor imobiliário e inflação ao produtor, ambos às 10H30 são os destaques do dia.

 

ADVANCED – “A sua escolha em câmbio”.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 14/02/2020

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  ⬇ ➖0,48%  💱 🇪🇺 EURO ⬇  ➖0,52%  🗞 .

 

Ibovespa: -0,35%                            Ásia: 0,38%

Dow Jones Futuro: 0,02%              Europa (Frankfurt): 0,27%

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Após nova intervenção do Banco Central, que entre 9H30 e 9H40 realizou operações de swaps tradicionais, ofertando 20 mil contratos que corresponderam a USD 1 Bilhão, a semana encerra com as cotações em baixa com a percepção de que o Banco Central Brasileiro procura evitar distorções de preços, afinal, o Real tem se desvalorizado firmemente por esses dias refletindo instabilidades causadas por variações de humor no que tange a percepção em relação ao crescimento mundial no primeiro trimestre desse ano, sobretudo pelo problema coronavírus na China, mas também por dados domésticos que dão conta de que a recuperação no Brasil pode ser mais lenta do que o projetado no início do ano, isso sem mencionar, as especulações no mercado futuro de dólar que acabam por arrastar o comercial junto. O Swap tradicional que não era utilizado desde agosto de 2018, é um instrumento necessário quando há uma tendência de alta do dólar. Nesse cenário o BCB paga a variação cambial mais um cupom e em contrapartida as instituições pagam juro Selic ao BCB. Com isso os bancos ficam mais tranquilos porque receberão a variação cambial no vencimento do contrato, reduzindo a oscilação. Esse nem é o instrumento mais eficaz para conter a escalada da moeda, mas, como a algum tempo não era utilizado, e o ambiente é propício, acaba surtindo efeito. Se trata de uma operação que equivale a venda de moeda no mercado futuro. Dito isso, vamos às notícias. No Brasil, saiu o índice de atividade econômica do Banco Central, o IBC-Br, espécie de sinalizador do PIB mostrando avanço de 0,89% em 2019. Em dezembro, o índice apresentou recuo de 0,27% na comparação com novembro. Já o IGP-10 variou 0,01% em fevereiro. No mês anterior, a taxa havia sido de 1,07%. No exterior, a Eurostat informou que o PIB na zona do euro expandiu 0,1% entre outubro e dezembro sobre o trimestre anterior. A taxa de expansão trimestral desacelerou em relação à de 0,3% no terceiro trimestre por causa de uma contração de 0,1% na França, e queda de 0,3% na Itália. A Alemanha, maior economia do bloco, estagnou. Nos Estados Unidos, dados sobre as vendas no varejo em janeiro mostram alta de 0,3%. Já em dezembro houve revisão do número para esclarecer que ao invés de subir 0,3% as vendas no comércio varejista aumentaram 0,2%. Logo mais às 11H15 saem os dados sobre a produção industrial do país em janeiro.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆   INDEX: 0,07%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇   FUTURO: 0,45%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de março).

 

Na agenda interna, O presidente Jair Bolsonaro anunciou em suas contas nas redes sociais, a nomeação do general Walter Braga Netto para a Casa Civil da Presidência da República, no lugar de Onyx Lorenzoni, que será deslocado para o Ministério da Cidadania.  Ex-interventor no Rio de Janeiro, Braga Netto era chefe do Estado Maior do Exército. Foi convidado esta semana pelo presidente para tocar uma Casa Civil que, nos últimos meses, perdeu a função de articulação política e, recentemente, a coordenação do Programa de Parcerias em Investimentos (PPI). Bolsonaro queria para o lugar de Onyx uma pessoa “sem pretensões políticas”. Ao mesmo tempo, alguém com um perfil gerencial que pudesse, da Casa Civil, coordenar “gabinetes de crise” que geralmente caem para a pasta, como no caso do coronavírus. A avaliação é de que o general sabe lidar com crises mantendo a discrição.

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) variou 0,01% em fevereiro. No mês anterior, a taxa havia sido de 1,07%. Com este resultado, o índice acumula alta de 1,08% no ano e de 7,39% em 12 meses. Em fevereiro de 2019, o índice havia registrado elevação de 0,40% no mês e alta de 6,98% em 12 meses.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), mostrou avanço de 0,89% em 2019, de acordo com os dados divulgados pelo BC nesta sexta-feira. Em dezembro, o índice apresentou recuo de 0,27% na comparação com novembro, em dados dessazonalizados, contra expectativa em pesquisa da Reuters de contração de 0,23%. Com isso, o IBC-Br terminou o quarto trimestre do ano com avanço de 0,46% sobre os três meses anteriores.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, destacou que os impactos econômicos do coronavírus ainda são incertos, e que a avaliação dos agentes do mercado sobre as repercussões para a economia brasileira varia consideravelmente.

 

 

Na agenda externa, A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, disse que o PIB na zona do euro expandiu 0,1% entre outubro e dezembro sobre o trimestre anterior, como anunciado em 31 de janeiro, chegando a um aumento de 0,9% na base anual — revisão para baixo ante a estimativa anterior de crescimento de 1,0%. A taxa de expansão trimestral desacelerou em relação à de 0,3% no terceiro trimestre por causa de uma contração de 0,1% na França, segunda maior economia do bloco, e queda de 0,3% na Itália. O crescimento na Alemanha, maior economia do bloco, estagnou. Separadamente, a Eurostat informou que o superávit comercial dos 19 países que compõem a região da moeda única com o resto do mundo foi de 23,1 bilhões de euros em dezembro, contra 16,3 bilhões um ano antes, elevando o total em 2019 para 225,7 bilhões, de 194,6 bilhões em 2018.

O presidente da China, Xi Jinping, disse que o Partido Comunista precisa consertar diversos problemas, brechas e fraquezas expostas durante o atual surto de coronavírus, informou a TV estatal. "Garantir a segurança e a saúde da população é a principal tarefa do governo do nosso partido", segundo a reportagem, citando uma fala de Xi em um encontro de um comitê sobre reformas mais profundas. Ele também afirmou que Pequim agiria para melhorar as garantias médicas e os sistemas de tratamento para doenças mais graves.

 

Nas Bolsas, Os índices acionários da China fecharam em alta nesta sexta-feira, marcando o primeiro ganho semanal em quatro semanal, por expectativas de que as medidas do governo para conter o coronavírus e limitar seu impacto econômico possam continuar ajudando as ações. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,7%, avançando 2,3% sobre a semana anterior. O índice de Xangai teve alta 0,38%, com ganho de 1,4% na semana. Bolsas europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos, as vendas no varejo e a produção industrial são os destaques no encerramento da semana.

 

 

ADVANCED – “A sua escolha em câmbio”.

 

Fonte: Reuters.