Panorama Advanced Corretora 15/01/2018

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Bom dia Prezados Clientes e Amigos!

Mercado em leve queda para o USD (-0,2%) e EUR (+0,05) mantendo o mesmo patamar de seu último fechamento

… NY tem feriado (hoje) e LIVRO BEGE (4ªF). Uma rodada de dados na China influencia as expectativas, com o PIB/4T e produção industrial de dezembro, na virada de 4ªF para 5ªF. Aqui, o IBC-Br de novembro abre a semana (8h30) e deve confirmar a retomada econômica. Mas o protagonismo da agenda dos mercados vem da eleição sem LULA, da tentativa de fritura de MEIRELLES e da reforma que só a equipe econômica quer aprovar.

… O desleixo fiscal já custou o rating do Brasil, mas parece uma fantasia imaginar que o Congresso se sensibilize à urgência de apertar os cintos, porque se não fez isso até agora, muito menos o fará às vésperas da corrida às urnas.

… A própria S&P reconheceu que será difícil aprovar a mudança na aposentadoria em ano eleitoral.

… Se o rebaixamento não veio para pressionar o Congresso a fazer o ajuste fiscal, veio a calhar à jogada ensaiada para devolver a influência de MEIRELLES, que não gostou nada de ser queimado por MAIA e traído por TEMER.

… O IBOVESPA não deixou de cumprir o ajuste em queda à piora do rating, mas antes que o dia terminasse, zerou as perdas, chegou a cravar o recorde intraday histórico de 79.440 pontos (quer buscar 80 mil) e fechou estável.

… No final do pregão, o índice à vista (-0,02%) defendia os 79 mil pontos (79.349,11), com giro forte, de quase R$ 9,2 bilhões, bancado em grande parte pelo investidor estrangeiro, que não vem estressando com nada.

… Mesmo nos dias de realização da bolsa na semana passada, o capital externo não parou de entrar. Na 4ªF, ingressaram R$ 281 milhões, elevando o saldo no ano a quase R$ 3 bilhões. Já são 13 dias seguidos de entradas.

… É a festa do fluxo, com o País atrativo aos olhos dos estrangeiros, apesar do ajuste fiscal no fio da navalha. O ciclo positivo de inflação ancorada e retomada econômica se completa pela torcida nas eleições sem LULA.

… Ao contrário do rating soberano, as blue chips das commodities foram poupadas de um rebaixamento pela S&P e contribuíram para zerar as perdas da bolsa. VALE desafiou a queda do minério (-1,3%) e subiu 0,58%, a R$ 43,55.

… A agência de classificação de risco reafirmou o rating da mineradora em BBB- e manteve a perspectiva positiva.

… Também a nota da PETROBRAS foi conservada em BBB-. O outlook continuou estável. O papel PN subiu 0,29%, para R$ 17,30, e ON ganhou 0,77%, cotado R$ 18,36. O estímulo extra veio do petróleo perto de US$ 70 (abaixo).

… Apesar de os bancos não terem tido a mesma sorte, com os ratings de 15 deles cortados pela S&P de BB para BB-, as ações do BRADESCO (PN, R$ 35,50) tiveram variação nula e ITAÚ PN (-0,09%, a R$ 45,33) resistiu estável.

… O setor financeiro parece disposto a interromper a recente correção, para demonstrar força e seguir em frente.

… Sobra liquidez. Nem o cronograma das captações foi comprometido pelo downgrade, tampouco os emergentes parecem sofrer o risco de um FED mais hawkish, depois de a deflação do PPI reforçar o gradualismo de POWELL.

… No DI, a ponta longa, onde se concentra o investidor estrangeiro, respondeu com alta na abertura dos negócios à S&P. Mas devolveu prêmio ainda na primeira metade dos negócios, confirmando o efeito passageiro.

… Os juros curtos também fecharam em queda e, desde o IPCA fraco de dezembro, vêm esvaziando as chances de queda da SELIC. Mesmo o corte no COPOM de fevereiro começa a ser colocado à prova na curva a termo.

… A reunião de política monetária do mês que vem (7) será dias antes da tentativa de votação da reforma (19). A chance de o juro voltou a cair é agora de 72%, contra 95% antes de a inflação oficial ter sido divulgada.

… As apostas para março, que já eram menos expressivas (40%), recuaram para 24%. Apesar disso, o ITAÚ não desistiu. Mantém a aposta de mais duas quedas do juro, de 0,25 pp cada, com a SELIC encerrando o ciclo a 6,5%.

… No fechamento dos negócios, o DI para janeiro/19 caía a 6,930%, de 6,890%, jan/20 passava de 8,04% para 8,05%, jan/21 estava em 8,87%, de 8,88%, jan/23 pagava 9,63%, de 9,69%, e jan/25 ia de 10,11% a 10,03%.

AGENDA – O IBC-Br de novembro, hoje, pode apresentar a quarta alta seguida e vir mais forte que em outubro (0,29%). No Projeções Broadcast, o intervalo das estimativas varia de zero a alta de 0,80%, com mediana de 0,43%.

… A semana fraca só prevê as prévias do IPC-FIPE (4ªF), IGP-M (5ªF) e IPC-S, amanhã, quando sai ainda o IGP-10 de janeiro. Hoje, além do IBC-Br, tem a pesquisa FOCUS (8h25) e a balança comercial semanal (15h).

… As apostas de que o BC americano subirá os juros em março aumentaram de 68,0% para 73,7%.

… O yield da NOTE de dois anos rompeu o patamar de 2% (2,002%) e cravou o maior nível desde o estouro da crise mundial (setembro/2008). Na véspera, estava em 1,981%. O juro do papel de dez anos foi de 2,542% para 2,547%.

… Na 6ªF à noite, o FED boy Eric ROSENGREN (não vota) disse que a reforma tributária deve acelerar o crescimento econômico e a queda no desemprego, o que pode justificar mais do que três altas de juros neste ano.

… A agenda dos indicadores terá ainda os índices de atividade do FED de NY (amanhã) e o dado de confiança de Michigan (6ªF), quando se esgota o prazo para o Congresso aprovar um novo aumento do teto da dívida.

… Três FED boys podem falar nesta semana, todos na 4ªF: Charles EVANS e Robert KAPLAN (ambos sem voto) irão a um evento na Flórida (18h). Loretta MESTER, que vota este ano pelo sistema de rodízio, discursa às 19h30.

… Na Europa, hoje (8h) sai a balança comercial da zona do euro. Amanhã tem inflação ao consumidor (CPI) em dezembro no Reino Unido. Na 4ªF é a vez do nCPI da zona do euro.
 

 

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Obrigado – Kind Regards – Mit freundlichen Grüßen – 最好的问候 

Douglas Dantas

Mesa de Operações

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Aviso de Férias.

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Aos clientes e amigos.

Informo que a partir da próxima segunda feira, dia 15, estarei entrando em período de férias por 20 dias.

Muito obrigado e abraços.

 

 

Panorama de Mercado 15/12/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Após a votação da reforma da previdência ser adiada para fevereiro, já começam as manifestações das agências de classificação de risco. A Fitch emitiu nota destacando que esse atraso evidencia riscos à perspectiva negativa de rating do Brasil, já a Moody's afirmou que a postergação é "fator de crédito negativo" para o País, por indicar falta de apoio político para a proposta em um ano de eleição presidencial. A partir de agora os mercados vão mirar na possibilidade de condenação de Lula no final de janeiro, fato que pode manter algum apetite a risco. Isso ocorre porque as eleições de 2018 devem ser um dos principais condutores dos negócios e a chance de Lula, que tem liderado as pesquisas de intenção de votos em todos os cenários, ficar de fora da disputa é vista como positiva pelo investidor. O Banco Central fará leilão de até 14.000 contratos de swap cambial das 11h30 às 11h40. A oferta equivale a US$ 700 milhões e tem como objetivo a rolagem dos contratos que vencem em 2 de janeiro. Hoje, o que pode dar algum alívio nos mercados é o fluxo de entrada de recursos com recentes IPOs e emissões externas. A BR distribuidora estreia nesse cenário. Nos Estados Unidos, a agenda de indicadores traz a produção industrial de novembro ( 12h15); o índice de atividade industrial Empire State de dezembro (11h30). O dia também prevê a divulgação do plano final de reforma tributária, elaborado por um comitê especial de deputados e senadores do Partido Republicano. E destaca-se sobre a reforma tributária americana um inesperado obstáculo, o senador republicano Marco Rubio (Flórida) declarou que irá se opor à proposta tributária do seu partido por não incluir maiores benefícios fiscais para crianças de famílias de baixa renda. Diante disso, as votações do projeto na Câmara dos Representantes e no Senado, que eram esperadas para a próxima semana, poderão ser adiadas.

 

 

Na agenda interna, A agência de classificação de risco Fitch destaca em nota que "o atraso na reforma da Previdência evidencia riscos incorporados à nossa perspectiva negativa do rating BB do Brasil". Para a agência, a janela de oportunidade para uma reforma significativa da Previdência antes da eleição de 2018 está se estreitando e novos atrasos ou diluições impõem riscos para a viabilidade do limite de gastos e estabilização da dívida no médio prazo. Além disso, acrescenta a Fitch, tal situação representa riscos potenciais para a confiança do mercado e para o processo de recuperação econômica no curto prazo. Já a agência de rating Moody's afirmou em nota que a postergação é "fator de crédito negativo" para o País, por indicar falta de apoio político para a proposta em um ano de eleição presidencial.

Após reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, admitiu que existe um custo de adiamento da votação da Reforma da Previdência, mas que ainda há expectativa de aprovação no próximo ano. "A mensagem extremamente negativa seria a não aprovação [da reforma]. A não votação, de fato, positiva não é, como já temos dito há meses. Não é novidade", declarou. Maia anunciou que o tema ficará para o início de 2018. "O custo do adiamento existe, gera uma certa insegurança, mas existe ainda uma expectativa de aprovação. Portanto é uma mensuração um pouco mais difícil, mas nossa expectativa continua positiva de aprovação", emendou.

O Banco Central fará leilão de até 14.000 contratos de swap cambial das 11h30 às 11h40. A oferta equivale a US$ 700 milhões e tem como objetivo a rolagem dos contratos que vencem em 2 de janeiro.

Os mercados locais, que ontem encerraram o dia na defensiva após o adiamento da reforma da Previdência para fevereiro, contam com uma agenda menos atraente nas próximas duas semanas. E a partir de agora devem mirar na possibilidade de condenação do ex-presidente Lula após julgamento de sua apelação no TRF-4 no dia 24 de janeiro para manter algum apetite a risco. Isso porque a partir de agora as eleições de 2018 devem ser um dos principais condutores dos negócios e a chance de Lula, que tem liderado as pesquisas de intenção de votos em todos os cenários, ficar de fora da disputa é vista como positiva pelo investidor. Fora o julgamento da apelação de Lula outro foco dos mercados deve ser o risco de rebaixamento da nota de crédito soberano do Brasil em 2018, conforme sinalizado ontem pelas agências de classificação de risco. A Fitch destacou que "o atraso na reforma da Previdência evidencia riscos incorporados à nossa perspectiva negativa do rating BB do Brasil". Já a Moody’s avaliou que o adiamento aumentou a possibilidade de a reforma não ser aprovada em razão da incerteza em torno das eleições presidenciais. Para a Moody’s, a falta de acordo para a votação neste ano é um "fator de crédito negativo". Para tentar evitar um downgrade, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse ontem que fará conferências com as principais agências na semana que vem para explicar a postergação da votação da reforma. "Queremos esclarecer as dúvidas e mostrar que há a possibilidade concreta de se aprovar a reforma no começo de 2018", disse Meirelles, após reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). "E, com isso, tentaremos evitar um downgrade (rebaixamento da nota do Brasil)." Lideranças de partidos da base aliada avaliam que o adiamento reduz as chances de aprovação da proposta diante do temor de desgaste dos parlamentares em ano eleitoral. E resta saber quem estará a partir de agora na frente de batalha pela reforma da Previdência. O presidente Michel Temer tem dado sinais de saúde frágil e Meirelles tem mostrado postura de candidato. O que pode ainda manter algum alívio nos mercados domésticos, especialmente Bolsa e câmbio, é o fluxo de entrada de recursos com recentes IPOs e emissões externas. A estreia da BR Distribuidora na bolsa destaca-se.

O volume de serviços prestados teve redução de 0,8% em outubro ante setembro, na série com ajuste sazonal.

 

 

Na agenda externa, A zona do euro teve superávit comercial de 19 bilhões de euros (US$ 22,4 bilhões) em outubro, bem menor do que o saldo positivo de 24,5 bilhões de euros registrado em setembro, segundo dados com ajustes sazonais publicados hoje pela Eurostat.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta sexta-feira, seguindo o tom negativo dos mercados acionários de Nova York, que ontem caíram em meio a novas preocupações com o andamento da reforma tributária no Congresso americano. Um inesperado obstáculo surgiu ontem quando o senador republicano Marco Rubio (Flórida) declarou que irá se opor à proposta tributária do seu partido por não incluir maiores benefícios fiscais para crianças de famílias de baixa renda. Diante disso, as votações do projeto na Câmara dos Representantes e no Senado, que eram esperadas para a próxima semana, poderão ser adiadas.

As bolsas europeias seguem a onda negativa vista nos principais mercados financeiros globais e operam no vermelho. O mau humor está disseminado principalmente por causa das incertezas em relação a questões fiscais nos Estados Unidos. Deputados e senadores republicanos chegaram a um acordo sobre o projeto tributário, mas há dúvidas sobre os votos de alguns congressistas.

 

 

Nos Estados Unidos, A agenda de indicadores traz hoje a produção industrial de novembro ( 12h15); o índice de atividade industrial Empire State de dezembro (11h30). O dia também prevê a divulgação do plano final de reforma tributária, elaborado por um comitê especial de deputados e senadores do Partido Republicano.

 

Fonte: Broadcast

Siscoserv para importadores e exportadores, perguntas e respostas

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Empresas importadoras e/ou exportadoras de produtos e serviços precisam realizar a declaração Siscoserv.

 

A Advanced Corretora explica a seguir algumas das principais dúvidas que profissionais e empresas de importação e exportação têm a respeito da declaração Siscoserv.

 

Importadores e Exportadores, vocês já regularizaram as suas operações no Siscoserv?

O Siscoserv é uma obrigação acessória, passível de penalidade por não cumprimento.

 

Quais são as empresas passíveis?

Toda empresa que tem operações de importação e/ou exportação, mesmo que pague em reais, deve realizar a declaração do Siscoserv, desde que não seja optante pelo regime tributário Simples Nacional.

 

Desde quando preciso registrar o frete?

Os registros dos fretes são obrigatórios desde abril 2013.

 

O Importador registra o frete na importação?

O importador registra os fretes no Siscoserv somente nos casos Collect.

 

O exportador registra o frete na exportação?

O exportador registra os fretes no Siscoserv somente nos casos Prepaid.

 

Existe uma penalidade?

Sim, caso você ou sua empresa não cumpra as declarações nos prazos estabelecidos, podem ser autuados pela falta de declaração com multas que variam de 3% (não inferior a R$ 100,00), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras.

 

Por registro em Atraso:

  • Multa de R$ 500,00 (Mês) – Empresas em Início de operação, Imunes, Isentas, Lucro Presumido ou Simples Nacional.
  • Multa de R$ 1.500,00 (Mês) – Demais Pessoas jurídicas.

 

Para entender mais sobre o Siscoserv, você pode acessar este conteúdo, ou então entrar em contato com a Advanced Corretora. Temos uma equipe especializada para te ajudar com esta obrigação acessória. Não fique exposto perante a Receita Federal!

Panorama de Mercado 31/08/2017

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Aos clientes e amigos,

 

No mercado de câmbio,  O dólar abre em alta no início dos negócios reagindo a derrota sofrida na madrugada de hoje pelo governo no Congresso Nacional ao não conseguir concluir a aprovação das novas metas fiscais de R$ 159 bilhões neste e no próximo ano. No cenário doméstico tivemos o IBGE divulgando que a taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,8% no trimestre encerrado em julho, dentro das expectativas. Enquanto isso, em Pequim, o Presidente Temer se reúne com empresários para divulgar o pacote de concessões anunciado na semana passada. Hoje se encerra a guerra pela formação da Ptax entre os bancos. Nos Estados Unidos, o núcleo do PCE avançou 0,1% em julho ante junho, os pedidos de auxílio desemprego subiram 235 mil na semana e, a renda pessoal subiu 0,4%. Saem ainda nesta manhã os dados do índice ISM de atividade industrial (10h45); índice NAR de vendas pendentes de imóveis (11h00). Além disso, o presidente do Federal Reserve de Dallas, Robert Kaplan, discursa (12h30).

 

 

Na agenda interna,  Os mercados locais iniciam o dia reagindo à derrota sofrida na madrugada de hoje pelo governo no Congresso Nacional, já que não conseguiu concluir a aprovação das novas metas fiscais de R$ 159 bilhões neste e no próximo ano. Assim, será enviado nesta quinta-feira um projeto de Lei Orçamentária de 2018 "fictício", ainda sob o déficit de R$ 129 bilhões – objetivo inalcançável diante da grande frustração de receitas. Mas pode dar certo alento aos investidores o fato de que, apesar da derrota, o governo ainda pode obter a ampliação do rombo fiscal em 2018 até 30 de setembro. O prazo deve-se ao cronograma de apresentação do relatório preliminar sobre o Orçamento, que é de 30 dias após a apresentação da proposta pelo Executivo. O relator-geral do Orçamento, deputado Cacá Leão (PP-BA), terá de dizer no seu parecer preliminar se acata ou não as bases do Orçamento. Ontem, a votação do texto-base que autoriza um rombo maior em 2017 e 2018 foi concluída à 1h45, mas faltou a apreciação de dois destaques, o que será feito na terça-feira da semana que vem, em nova sessão conjunta do Congresso. Após 11 horas de sessão, o presidente do Congresso, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), encerrou os trabalhos por volta das 3h40, depois de quase uma hora de espera por deputados e em meio a um intenso protesto da oposição. A base falhou em não conseguir quórum suficiente para concluir a votação dessas alterações ao texto-base. Sem a ampliação do rombo das metas, o governo precisará fazer um "corte" de R$ 30 bilhões nas despesas previstas na proposta, situação descrita como um "vexame", na visão da área econômica. Isso também complica a situação para 2017, já que adia a possibilidade de o governo conseguir reverter parte do corte de R$ 45 bilhões ainda vigente sobre o Orçamento deste ano. Ainda sobre o fiscal, as duas medidas provisórias que foram anunciadas para reduzir gastos com o pagamento de servidores e aumentar a contribuição previdenciária devem aguardar o retorno do presidente Michel Temer da China, na quinta-feira da semana que vem. Enquanto isso, em Pequim, o Presidente se reúne com empresários para divulgar o pacote de concessões anunciado na semana passada.

O ministro Edson Fachin, relator do caso JBS no Supremo Tribunal Federal (STF), deu aval à atuação de Rodrigo Janot à frente das investigações, ao rejeitar um pedido de suspeição feito pela defesa do presidente Michel Temer. A expectativa é de que uma segunda acusação contra o presidente, por obstrução da Justiça e organização criminosa, deve chegar ao Supremo antes do feriado de 7 de Setembro.

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,8 por cento nos três meses até julho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

 

Na agenda externa,  A taxa de desemprego da zona do euro ficou em 9,1% em julho, inalterada em relação a junho e permanecendo no menor patamar desde fevereiro de 2009. Já o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 1,5% na comparação anual de agosto, ganhando força em relação ao aumento de 1,3% observado em julho.

A taxa de desemprego ajustada da Alemanha ficou em 5,7% em agosto, inalterada ante o mês anterior e permanecendo no menor nível da série histórica iniciada em janeiro de 1992, segundo dados oficiais divulgados hoje.

O índice dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial da China subiu para 51,7 em agosto de 51,3 em julho. Números acima de 50 indicam expansão das atividades, enquanto uma leitura abaixo desse patamar representa contração.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira, à medida que investidores digeriam indicadores mistos da atividade econômica da China. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) oficial de manufatura da China subiu de 51,4 em julho para 51,7 em agosto. Por outro lado, o PMI oficial chinês de serviços diminuiu de 54,5 em julho para 53,4 neste mês.

As bolsas europeias operam em alta nesta manhã, na esteira de indicadores econômicos melhores do que o esperado da zona do euro, da China e dos EUA.

 

 

Nos Estados Unidos, saem o índice ISM de atividade industrial (10h45); índice NAR de vendas pendentes de imóveis (11h00). Além disso, o presidente do Federal Reserve de Dallas, Robert Kaplan, discursa (12h30).

 

Fonte: Broadcast

Yellen, do FED, não cita política monetária.

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Com um discurso onde defendeu a ampla estrutura regulatória do País implementada desde a crise financeira mundial iniciada em 2008, e afirmando que qualquer ajuste no quadro de regulação deve ser modesto e preservar o aumento da resiliência, Janet Yellen, presidente do Federal Reserve não deu sinais em relação a política monetária dos Estados Unidos.

Pouco antes de suas declarações,o presidente do FED de Dallas, Robert Kaplan, afirmou que o panorâma econômico do País, permite que os dirigentes do Fed sejam pacientes em relação à trajetória da taxa de juros. Segundo ele, é possível que os Estados Unidos tenham mais uma elevação de juros neste ano, mas o dirigente deseja antes disso ver os números da inflação. Kaplan (membro com direito a voto nas decisões da política monetária) não quis se comprometer sobre um eventual apoio a mais uma alta de juros em 2017.

Panorama de Mercado 04/08/2017

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Aos clientes e amigos,

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em leve baixa no início dos negócios digerindo o payroll Americano e ainda em busca de posições mais firmes. No Brasil os agentes monitoram os esforços do governo para recompor sua base e conseguir 308 votos necessários para aprovar a Reforma da Previdência até o final do mês de outubro. Essa é a meta do governo. O Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que o placar de 263 deputados que votaram a favor do arquivamento da denúncia contra Temer não foi necessariamente negativo, considerando que a rejeição ao governo não significa falta de apoio às reformas.  Nesta manhã, a agencia de classificação de risco Moody`s, através de um de seus representantes e principal analista para o Brasil, esclareceu que uma eventual mudança na meta fiscal de 2017, que hoje prevê um rombo de até R$ 139 bilhões nas contas do governo, não representaria uma perda de credibilidade da equipe econômica. O governo já trabalha com a possibilidade de elevar a meta para um rombo de até R$ 159 bilhões, mesma cifra do ano passado, o que não seria uma alteração significativa na visão da agência pois esse resultado como proporção do PIB passaria de 2,4% para 2,5%, entretanto, se posteriormente ocorrerem mudanças mais abruptas de meta fiscal, aí será outra história. O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou que o fator de risco principal é a incerteza sobre a velocidade do processo de reformas. Ele também reiterou a avaliação de que o cenário externo permanece favorável no atual momento, contribuindo "para um ambiente mais sereno nos mercados de ativos brasileiros". Nos Estados Unidos, o principal indicador da semana, o payroll, relatório de emprego mensal usado pelo FED (BC Americano) e que impacta as decisões da política monetária do País, demonstrou criação de 209 mil empregos em julho, acima das expectativas do mercado. Já em junho houve revisão, de criação de 222 para 231 mil. Em relação ao déficit comercial do País, houve queda de USD 43,64 Bilhões e a taxa de desemprego caiu a 4,3% em julho como esperado.

 

 

Na agenda interna, O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou que o fator de risco principal é a incerteza sobre a velocidade do processo de reformas. Ele também reiterou a avaliação de que o cenário externo permanece favorável no atual momento, contribuindo "para um ambiente mais sereno nos mercados de ativos brasileiros".

Após a Câmara rejeitar a denúncia contra o presidente Michel Temer, parlamentares da base aliada querem agora concentrar esforços nas próximas semanas na aprovação da reforma política, que prevê mudanças no sistema político-eleitoral e estabelece um fundo com recursos públicos para financiar as eleições. Essas medidas precisam ser aprovadas na Câmara e no Senado em 60 dias para que tenham validade já nas eleições de 2018. Neste período, porém, o governo estabeleceu como prioridade no Congresso o avanço da reforma previdenciária. Por ser uma proposta de emenda à Constituição, a alteração na Previdência precisa passar por dois turnos de votação em cada uma das Casas e ter, no mínimo, 308 votos a favor na Câmara. Na votação da denúncia, o presidente obteve 263 votos a favor e 227 contra.

Os agentes monitoram os esforços do governo para recompor sua base, após a Câmara ter barrado a denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer. Com a meta de votar a Reforma da Previdência até o fim de outubro, já começa o corpo a corpo. Ao mesmo tempo, a equipe econômica faz sondagens junto ao mercado sobre o eventual impacto na confiança no caso de uma reforma menos abrangente, que seria mais viável diante do impacto eleitoral aos políticos que votarão o texto. Ontem, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, detalhou o cronograma esperado. "A Previdência em outubro e a tributária idealmente até outubro, mas se for novembro também, tudo bem", afirmou. Na avaliação do ministro, o placar de 263 deputados que votaram a favor do arquivamento da denúncia contra Temer não foi necessariamente negativo, considerando que a rejeição ao governo não significa falta de apoio às reformas, em sua avaliação. No caso da Previdência, são necessários 308 votos para aprovar o texto, o que representa o apoio de dois terços do Congresso.

Uma eventual mudança na meta fiscal de 2017, que hoje prevê um rombo de até R$ 139 bilhões nas contas do governo, não representaria uma perda de credibilidade da equipe econômica, disse Samar Maziad, vice-presidente e principal analista para o Brasil da agência de classificação de risco Moody’s. O governo já trabalha com a possibilidade de elevar a meta para um rombo de até R$ 159 bilhões, mesma cifra do ano passado – o que, na avaliação de Maziad, "não será uma alteração significativa", pois esse resultado negativo do Orçamento como proporção do PIB passaria de 2,4% para 2,5%. "A equipe econômica enfatiza a agenda de reformas de médio prazo e a solidez da economia", apontou. "Se depois ocorrerem mudanças e mais mudanças de meta fiscal será outra história."

 

 

Na agenda externa,  As encomendas à indústria da Alemanha registraram alta de 1% em junho ante maio, no cálculo ajustado. O bom desempenho foi graças às encomendas domésticas, que saltaram 5,1% ante o mês anterior. Já as encomendas externas sofreram queda de 2% na mesma comparação.

 

                              

Nas Bolsas,  As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira, com muitos investidores mantendo-se às margens dos negócios antes da divulgação de novos dados do mercado de trabalho norte-americano. Na manhã de hoje, os EUA vão divulgar o relatório de emprego mensal, que costuma ter impacto significativo nos mercados financeiros, em especial no dólar e nos juros dos Treasuries. O Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) acompanha o documento de perto antes de definir o futuro de sua política monetária. As bolsas europeias operam em tom majoritariamente positivo, repercutindo balanços corporativos e na expectativa para dados do mercado de trabalho dos EUA.

 

 

Nos Estados Unidos, O diretor do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) Jerome Powell afirmou que o Congresso precisa urgentemente revisar o sistema de financiamento imobiliário dos Estados Unidos. Conservadores dizem que o governo deve vender as partes que tem nas empresas de empréstimo hipotecário, como a Fannie Mae e a Freddie Mac.

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 08/05/2017

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Aos clientes e amigos,

 

Na agenda interna,  O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou alta de 0,26 por cento na primeira quadrissemana de maio, depois de fechar o mês de abril com avanço de 0,12 por cento.

A atualização do Placar da Previdência, levantamento realizado pelo Grupo Estado depois da aprovação do texto-base na comissão especial da Câmara, mostra que o número de parlamentares contrários à reforma se mantém em 232, enquanto os que são a favor permanecem em 87.

 

 

 

Na agenda externa,  As importações da China em abril aumentaram 11,9 por cento, contra 20,3 por cento em março. Já as exportações subiram 8 por cento sobre o ano anterior, desacelerando ante o aumento de 16,4 por cento no mês anterior. Os dados de abril deixaram o país com um superávit comercial de 38,05 bilhões de dólares, contra expectativa de 35,5 bilhões e acima dos 23,93 bilhões de dólares em março.

O presidente da Comissão Europeua, Jean-Claude Juncker, parabenizou Emmanuel Macron por sua vitória nas eleições presidenciais da França e elogiou a defesa feita por Macron de uma Europa forte e progressista. A vitória do candidato de centro representa um alívio para aliados europeus que temiam mais um avanço de populistas na sequência da decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia e da eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos.

 

 

                              

Nas Bolsas,  Os mercados acionários da China ampliaram as perdas nesta segunda-feira, com o índice de Xangai encerrando no nível mais baixo desde meados de outubro diante do aprofundamento dos receios dos investidores sobre o aperto regulamentário. No restante da região, os mercados avançaram em meio ao alívio dos investidores depois que o centrista Emmanuel Macron conquistou confortavelmente a vitória na eleição presidencial francesa. Bolsas Europeias em baixa.

 

 

Nos Estados Unidos,  estão previstos os discursos do presidente do Federal Reserve de St. Louis, James Bullard (9h35), e presidente do Federal Reserve de Cleveland, Loretta Mester (9h45). Há ainda a divulgação das condições do mercado de trabalho dos EUA em abril (11h00).

 

 

No mercado de câmbio: um dos temores dos mercados foi dissipado ontem após o resultado das eleições na França que deram vitória ao candidato Emmanuel Macron ante a extremista Marine Le Pen afastando temores de uma possível desintegração da economia da zona do euro. Por aqui temos uma agenda fraca nesta segunda-feira, segue na pauta a reforma da previdência que ainda não tem data definida para ir a votação no plenário da Câmara dada a dificuldade do governo em conseguir os 308 votos necessários para aprovação. O Boletim Focus do Banco Central fez as seguintes estimativas para o final de 2017: IPCA: 4,01%, Selic: 8,5%, PIB: 0,47% e USD: 3,23. A princípio o mercado deve se orientar pelos dados externos hoje, e sinais negativos da economia Chinesa estão dando o tom do humor dos investidores no início dos negócios visto que o resultado de vitória de Macron na eleição Francesa era esperado por ampla maioria. Dólar abrindo em alta.

 

Fonte: Reuters e Broadcast

FED condiciona alta de juro a evolução de dados.

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Como vamos observar abaixo, o FED vem demonstrando certa divisão entre seus membros, mas, Janet Yellen considera uma alta do juro em março, condicionado a evolução de dados econômicos.

YELLEN/FED: ALTA DE JURO EM MARÇO É "PROVAVELMENTE APROPRIADA" SE DADOS EVOLUIREM COMO ESPERADO

 

Chicago, 03/03/2017 – A presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Janet Yellen, sinalizou nesta sexta-feira que a autoridade monetária pode elevar os juros na reunião deste mês e sugeriu que outras podem acontecer ainda este ano caso a economia evolua como esperado.

"Na reunião deste mês, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) irá avaliar se a inflação e o emprego continuam a evoluir em linha com expectativas. Em tal caso, um novo ajuste das taxas dos fed funds é provavelmente apropriada", disse a dirigente, que discursa para o Executives' Club em Chicago.

A melhora da economia, da inflação e a possibilidade de mais gastos e menos impostos por parte do governo de Donald Trump parece ter deixado o Fed mais confortável para elevar os juros na reunião de 14 e 15 de março.

"A economia essencialmente atingiu a nossa meta de emprego e nossa meta de inflação está próxima de ser atingida", disse, acrescentando que não vê o Fed atrás da curva.

Dada a proximidade do Fed de seus objetivos, "e na ausência de novos desenvolvimentos que possam materialmente piorar o cenário econômico, o processo de retirada dos estímulos não deverá ser tão lento como em 2015 e 2016". Fonte: Dow Jones Newswires.

 

FISCHER/FED: PERSPECTIVA PARA ECONOMIA MUDOU MUITO RAPIDAMENTE

 

Nova York, 03/03/2017 – Vice-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Stanley Fischer afirmou hoje que a perspectiva para a economia dos EUA “mudou muito rapidamente” recentemente. Também integrante do conselho de dirigentes do Comitê Federal de Mercado Aberto do Federal Reserve (FOMC, na sigla em inglês), Fischer disse em discurso que “não surgiu indicadores econômicos ruins nos últimos três meses”.

“Eu apoio fortemente as perspectivas positivas apresentadas pelos membros do FOMC", afirmou o dirigente, que tem direito a voto nas decisões de política monetária.

Fischer reconhece que há um movimento positivo dos mercados de ativos financeiros recentemente. “Para mim, eu chamava isso de espírito animal, outros apontam como mercados de ativos ou coisas do tipo”, comentou, com bom humor. “Mas não vou dizer que os mercados estão corretos, por que não sabemos”, apontou, ressaltando que esta é uma questão que só poderá ser confirmada ou não no futuro, não agora.

 

FED/BULLARD: CONDIÇÕES ECONÔMICAS NÃO MUDARAM DESDE JANEIRO PARA JUSTIFICAR ALTA DE JUROS

 

Nova York, 03/03/2017 – O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de St. Louis, James Bullard, afirmou nesta sexta-feira que vê pouca justificativa para uma elevação de juros na reunião de 14 e 15 de março do banco central. Em entrevista ao Wall Street Journal, ele sugere que se use o comunicado da reunião de março para sinalizar uma alta na reunião de maio do Fed. Atualmente, Bullard não tem direito a voto nas decisões de política monetária.

"Uma abordagem mais tradicional para o comitê seria abrir espaço para uma mudança em maio, em vez de mexer de repente em março", disse Bullard. Por outro lado, vários outros dirigentes têm dito nos últimos dias que uma elevação em março é uma possibilidade.

Para Bullard, as condições econômicas não mudaram muito desde a reunião de janeiro do Fed, o que torna um aperto monetário menos urgente. "Dados recentes não estão muito diferentes do que estavam na hora da reunião de janeiro e não usamos realmente a reunião de janeiro para apontar para uma elevação de juros em março", afirmou.

Na avaliação do dirigente, o quadro inflacionário ainda não é tão claro para justificar uma alta de juros em março. Segundo o presidente do Fed de St. Louis, o que mudou bastante foi o preço das ações, mas "historicamente o comitê" não tem usado o preço dos papéis como razão para uma mudança na política monetária. Bullard disse que boa parte da mudança nos preços das ações reflete as expectativas por mudanças na política fiscal, com uma reforma tributária.

Bullard disse que seria mais apropriado elevar os juros em maio, já que há algum temor de que a eleição presidencial francesa possa causar turbulências nos mercados. A candidata de extrema-direita Marine Le Pen se sai bem nas pesquisas, mas analistas ainda esperam que ela perca no segundo turno, caso chegue nessa fase. O primeiro turno da corrida presidencial na França ocorre em 23 de abril.

Mesmo se Le Pen ganhasse, Bullard disse que isso "não seria uma questão macroeconômica". A vitória dela não seria, portanto, um obstáculo para a elevação dos juros, segundo ele. Fonte: Dow Jones Newswires.

 

Repatriação de recursos do exterior é aprovada para reabertura

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Foi aprovada ontem (15/02), pela Câmara dos Deputados,por 303 votos a 124, o projeto de Lei (PL) 6568/16, a reabertura do prazo para regularização de ativos de brasileiros no exterior, conhecida como Repatriação de Recursos do Exterior. 

 

A lei dá anistia tributária e penal às pessoas físicas e jurídicas que participarem do programa em troca de pagamento do Imposto de Renda e multa pré-definida.

 

Alíquotas para Repatriação de Recursos do Exterior 2017

Em 2016, o quem aderiu ao programa teve de pagar 15% do valor regularizado em imposto de renda, e mais 15% em multa. Para esta aprovação de 2017, as alíquotas serão mais altas, 15% de imposto de renda e 20% de multa. 

 

Datas e prazos para o programa de Repatriação de Recursos do Exterior

As datas de início e término do programa de repatriação em 2017 não foram estipuladas. O prazo será de quatro meses e começará a contar 30 dias após a publicação da nova lei no "Diário Oficial da União".

 

Outro detalhe importante é sobre a data de corte, que será de 31 de dezembro de 2014 para 30 de junho de 2016. Bens não declarados até essa data poderão ser regularizados.

 

Demais informações sobre o texto aprovado na Câmara

Quem participou da primeira fase do programa poderá complementar a regularização, desde que pague 15% de imposto de renda e mais 20% de multa;

 

Espólios que contenham bens e recursos não declarados e mantidos no exterior poderão ser incluídos no programa, se a sucessão for aberta pelo herdeiro até a data limite de adesão.

 

Os deputados retiraram a inclusão de contribuintes não residentes no Brasil, desde que comprovada residência fiscal em solo nacional entre 31 de dezembro de 2010 e 31 de dezembro de 2016.