Panorama Advanced Corretora 15/01/2018

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Bom dia Prezados Clientes e Amigos!

Mercado em leve queda para o USD (-0,2%) e EUR (+0,05) mantendo o mesmo patamar de seu último fechamento

… NY tem feriado (hoje) e LIVRO BEGE (4ªF). Uma rodada de dados na China influencia as expectativas, com o PIB/4T e produção industrial de dezembro, na virada de 4ªF para 5ªF. Aqui, o IBC-Br de novembro abre a semana (8h30) e deve confirmar a retomada econômica. Mas o protagonismo da agenda dos mercados vem da eleição sem LULA, da tentativa de fritura de MEIRELLES e da reforma que só a equipe econômica quer aprovar.

… O desleixo fiscal já custou o rating do Brasil, mas parece uma fantasia imaginar que o Congresso se sensibilize à urgência de apertar os cintos, porque se não fez isso até agora, muito menos o fará às vésperas da corrida às urnas.

… A própria S&P reconheceu que será difícil aprovar a mudança na aposentadoria em ano eleitoral.

… Se o rebaixamento não veio para pressionar o Congresso a fazer o ajuste fiscal, veio a calhar à jogada ensaiada para devolver a influência de MEIRELLES, que não gostou nada de ser queimado por MAIA e traído por TEMER.

… O IBOVESPA não deixou de cumprir o ajuste em queda à piora do rating, mas antes que o dia terminasse, zerou as perdas, chegou a cravar o recorde intraday histórico de 79.440 pontos (quer buscar 80 mil) e fechou estável.

… No final do pregão, o índice à vista (-0,02%) defendia os 79 mil pontos (79.349,11), com giro forte, de quase R$ 9,2 bilhões, bancado em grande parte pelo investidor estrangeiro, que não vem estressando com nada.

… Mesmo nos dias de realização da bolsa na semana passada, o capital externo não parou de entrar. Na 4ªF, ingressaram R$ 281 milhões, elevando o saldo no ano a quase R$ 3 bilhões. Já são 13 dias seguidos de entradas.

… É a festa do fluxo, com o País atrativo aos olhos dos estrangeiros, apesar do ajuste fiscal no fio da navalha. O ciclo positivo de inflação ancorada e retomada econômica se completa pela torcida nas eleições sem LULA.

… Ao contrário do rating soberano, as blue chips das commodities foram poupadas de um rebaixamento pela S&P e contribuíram para zerar as perdas da bolsa. VALE desafiou a queda do minério (-1,3%) e subiu 0,58%, a R$ 43,55.

… A agência de classificação de risco reafirmou o rating da mineradora em BBB- e manteve a perspectiva positiva.

… Também a nota da PETROBRAS foi conservada em BBB-. O outlook continuou estável. O papel PN subiu 0,29%, para R$ 17,30, e ON ganhou 0,77%, cotado R$ 18,36. O estímulo extra veio do petróleo perto de US$ 70 (abaixo).

… Apesar de os bancos não terem tido a mesma sorte, com os ratings de 15 deles cortados pela S&P de BB para BB-, as ações do BRADESCO (PN, R$ 35,50) tiveram variação nula e ITAÚ PN (-0,09%, a R$ 45,33) resistiu estável.

… O setor financeiro parece disposto a interromper a recente correção, para demonstrar força e seguir em frente.

… Sobra liquidez. Nem o cronograma das captações foi comprometido pelo downgrade, tampouco os emergentes parecem sofrer o risco de um FED mais hawkish, depois de a deflação do PPI reforçar o gradualismo de POWELL.

… No DI, a ponta longa, onde se concentra o investidor estrangeiro, respondeu com alta na abertura dos negócios à S&P. Mas devolveu prêmio ainda na primeira metade dos negócios, confirmando o efeito passageiro.

… Os juros curtos também fecharam em queda e, desde o IPCA fraco de dezembro, vêm esvaziando as chances de queda da SELIC. Mesmo o corte no COPOM de fevereiro começa a ser colocado à prova na curva a termo.

… A reunião de política monetária do mês que vem (7) será dias antes da tentativa de votação da reforma (19). A chance de o juro voltou a cair é agora de 72%, contra 95% antes de a inflação oficial ter sido divulgada.

… As apostas para março, que já eram menos expressivas (40%), recuaram para 24%. Apesar disso, o ITAÚ não desistiu. Mantém a aposta de mais duas quedas do juro, de 0,25 pp cada, com a SELIC encerrando o ciclo a 6,5%.

… No fechamento dos negócios, o DI para janeiro/19 caía a 6,930%, de 6,890%, jan/20 passava de 8,04% para 8,05%, jan/21 estava em 8,87%, de 8,88%, jan/23 pagava 9,63%, de 9,69%, e jan/25 ia de 10,11% a 10,03%.

AGENDA – O IBC-Br de novembro, hoje, pode apresentar a quarta alta seguida e vir mais forte que em outubro (0,29%). No Projeções Broadcast, o intervalo das estimativas varia de zero a alta de 0,80%, com mediana de 0,43%.

… A semana fraca só prevê as prévias do IPC-FIPE (4ªF), IGP-M (5ªF) e IPC-S, amanhã, quando sai ainda o IGP-10 de janeiro. Hoje, além do IBC-Br, tem a pesquisa FOCUS (8h25) e a balança comercial semanal (15h).

… As apostas de que o BC americano subirá os juros em março aumentaram de 68,0% para 73,7%.

… O yield da NOTE de dois anos rompeu o patamar de 2% (2,002%) e cravou o maior nível desde o estouro da crise mundial (setembro/2008). Na véspera, estava em 1,981%. O juro do papel de dez anos foi de 2,542% para 2,547%.

… Na 6ªF à noite, o FED boy Eric ROSENGREN (não vota) disse que a reforma tributária deve acelerar o crescimento econômico e a queda no desemprego, o que pode justificar mais do que três altas de juros neste ano.

… A agenda dos indicadores terá ainda os índices de atividade do FED de NY (amanhã) e o dado de confiança de Michigan (6ªF), quando se esgota o prazo para o Congresso aprovar um novo aumento do teto da dívida.

… Três FED boys podem falar nesta semana, todos na 4ªF: Charles EVANS e Robert KAPLAN (ambos sem voto) irão a um evento na Flórida (18h). Loretta MESTER, que vota este ano pelo sistema de rodízio, discursa às 19h30.

… Na Europa, hoje (8h) sai a balança comercial da zona do euro. Amanhã tem inflação ao consumidor (CPI) em dezembro no Reino Unido. Na 4ªF é a vez do nCPI da zona do euro.
 

 

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Obrigado – Kind Regards – Mit freundlichen Grüßen – 最好的问候 

Douglas Dantas

Mesa de Operações

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Meirelles e Previdência invertem o humor.

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Meirelles e Placar da Previdência invertem o humor e dólar sobe no fim do dia.

 

A meta fiscal para 2018 será um déficit primário de R$ 129 bilhões para o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central), informou há pouco o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. A meta foi revisada, de um número anterior de déficit de R$ 79 bilhões. Será o quinto ano em que a União fecha com as contas no vermelho, gastando mais do que arrecada. No caso do setor público consolidado, que inclui Estados, municípios e estatais, a meta é de déficit de R$ 131,3 bilhões para o ano que vem. Ambos os valores equivalem a 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB).

 

E um assunto que estava sendo deixado de lado durante o dia, voltou à tona, após levantamento realizado pelo Grupo Estado com deputados a respeito de reforma da previdência que tramita na Câmara, mostrando que o número de parlamentares contrários à proposta subiu para 265, e os que são a favor, para 99. O levantamento também mostrou que 69 deputados são a favor, mas com alteração da idade mínima para mulheres e 53 apoiam as mudanças mas com alteração da idade mínima para homens. Além disso, 73 são favoráveis, mas com criação de uma regra de transição para homens com menos de 50 anos e mulheres com menos de 45 anos, e 76 defendem a retirada da exigência de 49 anos de contribuição para ter o direito de benefício integral. Em outras palavras, esse assunto ainda deve demandar tempo de intensas negociações, e aumenta a incerteza dos investidores.

Payroll Americano

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Payroll divulgado.

 

A economia americana criou em março 98 mil empregos quando a previsão era de 175 mil criação de novas vagas. Dados dos meses anteriores foram revisados para baixo e com isso o dólar passa a recuar nesse início de negócios.

FED condiciona alta de juro a evolução de dados.

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Como vamos observar abaixo, o FED vem demonstrando certa divisão entre seus membros, mas, Janet Yellen considera uma alta do juro em março, condicionado a evolução de dados econômicos.

YELLEN/FED: ALTA DE JURO EM MARÇO É "PROVAVELMENTE APROPRIADA" SE DADOS EVOLUIREM COMO ESPERADO

 

Chicago, 03/03/2017 – A presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Janet Yellen, sinalizou nesta sexta-feira que a autoridade monetária pode elevar os juros na reunião deste mês e sugeriu que outras podem acontecer ainda este ano caso a economia evolua como esperado.

"Na reunião deste mês, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) irá avaliar se a inflação e o emprego continuam a evoluir em linha com expectativas. Em tal caso, um novo ajuste das taxas dos fed funds é provavelmente apropriada", disse a dirigente, que discursa para o Executives' Club em Chicago.

A melhora da economia, da inflação e a possibilidade de mais gastos e menos impostos por parte do governo de Donald Trump parece ter deixado o Fed mais confortável para elevar os juros na reunião de 14 e 15 de março.

"A economia essencialmente atingiu a nossa meta de emprego e nossa meta de inflação está próxima de ser atingida", disse, acrescentando que não vê o Fed atrás da curva.

Dada a proximidade do Fed de seus objetivos, "e na ausência de novos desenvolvimentos que possam materialmente piorar o cenário econômico, o processo de retirada dos estímulos não deverá ser tão lento como em 2015 e 2016". Fonte: Dow Jones Newswires.

 

FISCHER/FED: PERSPECTIVA PARA ECONOMIA MUDOU MUITO RAPIDAMENTE

 

Nova York, 03/03/2017 – Vice-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Stanley Fischer afirmou hoje que a perspectiva para a economia dos EUA “mudou muito rapidamente” recentemente. Também integrante do conselho de dirigentes do Comitê Federal de Mercado Aberto do Federal Reserve (FOMC, na sigla em inglês), Fischer disse em discurso que “não surgiu indicadores econômicos ruins nos últimos três meses”.

“Eu apoio fortemente as perspectivas positivas apresentadas pelos membros do FOMC", afirmou o dirigente, que tem direito a voto nas decisões de política monetária.

Fischer reconhece que há um movimento positivo dos mercados de ativos financeiros recentemente. “Para mim, eu chamava isso de espírito animal, outros apontam como mercados de ativos ou coisas do tipo”, comentou, com bom humor. “Mas não vou dizer que os mercados estão corretos, por que não sabemos”, apontou, ressaltando que esta é uma questão que só poderá ser confirmada ou não no futuro, não agora.

 

FED/BULLARD: CONDIÇÕES ECONÔMICAS NÃO MUDARAM DESDE JANEIRO PARA JUSTIFICAR ALTA DE JUROS

 

Nova York, 03/03/2017 – O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de St. Louis, James Bullard, afirmou nesta sexta-feira que vê pouca justificativa para uma elevação de juros na reunião de 14 e 15 de março do banco central. Em entrevista ao Wall Street Journal, ele sugere que se use o comunicado da reunião de março para sinalizar uma alta na reunião de maio do Fed. Atualmente, Bullard não tem direito a voto nas decisões de política monetária.

"Uma abordagem mais tradicional para o comitê seria abrir espaço para uma mudança em maio, em vez de mexer de repente em março", disse Bullard. Por outro lado, vários outros dirigentes têm dito nos últimos dias que uma elevação em março é uma possibilidade.

Para Bullard, as condições econômicas não mudaram muito desde a reunião de janeiro do Fed, o que torna um aperto monetário menos urgente. "Dados recentes não estão muito diferentes do que estavam na hora da reunião de janeiro e não usamos realmente a reunião de janeiro para apontar para uma elevação de juros em março", afirmou.

Na avaliação do dirigente, o quadro inflacionário ainda não é tão claro para justificar uma alta de juros em março. Segundo o presidente do Fed de St. Louis, o que mudou bastante foi o preço das ações, mas "historicamente o comitê" não tem usado o preço dos papéis como razão para uma mudança na política monetária. Bullard disse que boa parte da mudança nos preços das ações reflete as expectativas por mudanças na política fiscal, com uma reforma tributária.

Bullard disse que seria mais apropriado elevar os juros em maio, já que há algum temor de que a eleição presidencial francesa possa causar turbulências nos mercados. A candidata de extrema-direita Marine Le Pen se sai bem nas pesquisas, mas analistas ainda esperam que ela perca no segundo turno, caso chegue nessa fase. O primeiro turno da corrida presidencial na França ocorre em 23 de abril.

Mesmo se Le Pen ganhasse, Bullard disse que isso "não seria uma questão macroeconômica". A vitória dela não seria, portanto, um obstáculo para a elevação dos juros, segundo ele. Fonte: Dow Jones Newswires.

 

Relatório Focus aponta queda na previsão do dólar para o fim de 2017

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Divulgado na manhã desta segunda-feira, 20/02/2017, o Relatório de Mercado Focus apresentou uma previsão de que o dólar estará em R$ 3,30 no final deste ano.

 

Uma semana atrás, a previsão era de que a moeda americana estaria em R$ 3,36 ao final de 2017, há um mês a expectativa era de R$ 3,40.

 

A previsão da média do câmbio para o ano apareceu em R$ 3,20, frente a R$ 3,35 um mês atrás.

 

Para 2018 a projeção foi de R$ 3,49 para R$ 3,40, sendo que quatro semanas atrás estava em R$ 3,50.

Economista afirma que dólar pode atingir R$ 2,80 com sucesso da reforma da Previdência

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Caso o senado aprove a reforma da Previdência até agosto, o Real pode se valorizar e atingir um patamar entre R$ 2,80 e R$ 2,90 perante o dólar. A afirmação é do economista-chefe da ING Finacial Markets para a América Latina, Gustavo Rangel.

 

O mercado atualmente precifica entre 60% e 70% da Previdência e se houver sinais de que a reforma vai demorar, o Real pode enfraquecer e chegar entre R$ 3,40 e R$ 3,50.

 

O economista ainda afirma que caso atinja R$ 2,80, não haverá como sustentar a posição, e um enfraquecimento da moeda brasileira acontecerá normalmente logo após, mas sem atingir os altos níveis de 2016.
 

Repatriação de recursos do exterior é aprovada para reabertura

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Foi aprovada ontem (15/02), pela Câmara dos Deputados,por 303 votos a 124, o projeto de Lei (PL) 6568/16, a reabertura do prazo para regularização de ativos de brasileiros no exterior, conhecida como Repatriação de Recursos do Exterior. 

 

A lei dá anistia tributária e penal às pessoas físicas e jurídicas que participarem do programa em troca de pagamento do Imposto de Renda e multa pré-definida.

 

Alíquotas para Repatriação de Recursos do Exterior 2017

Em 2016, o quem aderiu ao programa teve de pagar 15% do valor regularizado em imposto de renda, e mais 15% em multa. Para esta aprovação de 2017, as alíquotas serão mais altas, 15% de imposto de renda e 20% de multa. 

 

Datas e prazos para o programa de Repatriação de Recursos do Exterior

As datas de início e término do programa de repatriação em 2017 não foram estipuladas. O prazo será de quatro meses e começará a contar 30 dias após a publicação da nova lei no "Diário Oficial da União".

 

Outro detalhe importante é sobre a data de corte, que será de 31 de dezembro de 2014 para 30 de junho de 2016. Bens não declarados até essa data poderão ser regularizados.

 

Demais informações sobre o texto aprovado na Câmara

Quem participou da primeira fase do programa poderá complementar a regularização, desde que pague 15% de imposto de renda e mais 20% de multa;

 

Espólios que contenham bens e recursos não declarados e mantidos no exterior poderão ser incluídos no programa, se a sucessão for aberta pelo herdeiro até a data limite de adesão.

 

Os deputados retiraram a inclusão de contribuintes não residentes no Brasil, desde que comprovada residência fiscal em solo nacional entre 31 de dezembro de 2010 e 31 de dezembro de 2016.
 

Panorama de Mercado 07/02/2017

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Bom dia prezados Clientes e Amigos.

 

 

Na agenda interna / externa, 

 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

BRL

07/02/2017

09:00

IGP-DI

Janeiro

BRL

07/02/2017

09:00

Produção Industrial Regional

Dezembro

EUA

07/02/2017

11:30

Balança Comercial

Dezembro

 

                             

Nas Bolsas,

 

A Bovespa fechou em queda nesta segunda-feira, após cair 1,63% na semana anterior, empurrada pelas perdas das empresas com maior peso no índice.

O Ibovespa, principal indicador da bolsa, recuou 1,48%, aos 63.992 pontos. Veja a cotação. Pela manhã, o índice chegou a subir, mas o avanço logo perdeu força.

Os papéis da Estácio e da Kroton, do setor educacional, terminaram o dia em queda após a Superintendência do Cade apontar que a união entre as empresas é anticompetitiva. As duas empresas lideraram as baixas da bolsa durante a manhã.  

 

Nos Estados Unidos e Demais países,

 

Os principais índices acionários dos Estados Unidos caíram nesta segunda-feira, liderados pelo recuo dos papéis do setor de petróleo em meio à queda dos preços do produto, enquanto investidores aguardavam a próxima série de grandes resultados corporativos e buscavam maior clareza sobre as políticas econômicas do presidente Donald Trump.  

 

No Brasil

 

A produção da indústria brasileira terminou dezembro com taxas positivas em 10 das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As maiores altas, em relação a novembro, partiram do Ceará (12,4%), Rio Grande do Sul (6,3%), Espírito Santo (5,1%), Região Nordeste (4,9%) e Santa Catarina (3,6%). Também tiveram resultados positivos, mas menos intensos, Minas Gerais (2,3%), Goiás (1,4%), Bahia (1,4%), Paraná (0,8%) e Pernambuco (0,6%).

Na contramão, caíram as produções de Amazonas (-2,0%), São Paulo (-1,5%), Rio de Janeiro (-0,9%) e Pará (-0,7%).

O Itaú Unibanco anunciou nesta terça-feira que registrou lucro líquido de R$ 5,543 bilhões no quarto trimestre de 2016, depois de atingir R$ 5,394 bilhões nos três meses anteriores: uma alta de 2,76%. No mesmo período de 2015, os ganhos haviam atingido R$ 5,698 bilhões, uma baixa de 2,7%.

No ano de 2016, o lucro somou R$ 21,6 bilhões, 7% abaixo dos R$ 23,3 bilhões registrados em 2015.

 

No mercado de câmbio:

 

O dólar abriu a terça-feira em alta ante o real, em sintonia com o comportamento da moeda no mercado externo em meio a um ambiente de maior aversão ao risco devido às tensões sobre as eleições na França e na Alemanha.

No entanto o mercado de câmbio vive a expectativa de ingresso de recursos no país com as recentes captações de empresas brasileiras no exterior.

Às 9h29, o dólar avançava 0,253% na venda, depois de terminar na véspera praticamente estável.

O Banco Central novamente não anunciou qualquer intervenção no mercado de câmbio para esta sessão, por ora.

 

 

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Panorama de Mercado 19/01/2017

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Na agenda interna / externa, 

 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

USA

19/01/2017

00:01

Posse de Donald Trump

BRL

19/01/2017

09:00

IGP-M

2º decêndio

BRL

19/01/2017

09:00

IPCA-15

Janeiro

USA

19/01/2017

11:30

Casas Iniciadas

Dezembro

USA

19/01/2017

11:30

Índice do Fed da Filadélfia

Janeiro

USA

19/01/2017

11:30

Pedidos de auxílio-desemprego

Semanal

USA

19/01/2017

14:00

Estoques de Petróleo

Semanal

 

                             

Nas Bolsas,

 

A Bovespa fechou em queda na ultima quarta-feira (18), após mudar de direção no fim do pregão. O índice avançou durante todo o dia, até passar a cair pressionado pelas perdas de bancos, que ofuscaram a influência positiva da mineradora Vale.

O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa brasileira, caiu 0,32%, a 64.149 pontos. Na véspera, o índice atingiu o nível mais alto em 11 semanas, tendo como suporte os ganhos da Vale.

 

Nos Estados Unidos e Demais países,

 

Com a economia dos Estados Unidos perto do pleno emprego e a inflação no caminho para o objetivo de 2% do Fed, "faz sentido" para o banco central norte-americano elevar gradualmente as taxas de juros, afirmou na véspera Yellen.

 

No Brasil

 

O Índice de Preços ao Consumidor – Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial, voltou a acelerar no primeiro mês de 2016. Depois de avançar 0,19% em dezembro, o indicador acelerou a alta para 0,31% em janeiro. No mesmo mês de 2016, o índice havia ficado em 0,92%.

 

Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado para reajustar a maioria dos contratos de aluguel, subiu 0,76% na segunda semana de janeiro, depois de avançar 0,41% no mesmo período do mês anterior. No ano, o indicador acumula alta de 0,76% e, em 12 meses, de 6,77%.

 

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), usado no cálculo do IGP-M, por outro lado, avançou de 0,53% para 0,91%. Em compensação, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que também entra na conta do IGP-M acelerou, de 0,12% para 0,57%.

 

 

 

No mercado de câmbio:

 

O dólar opera em alta nesta quinta-feira, influenciado pela sinalização da chair do Federal Reserve, Janet Yellen, de maiores altas de juros nos Estados Unidos neste ano e com cautela um dia antes da posse do presidente norte-americano eleito Donald Trump. Às 9h29, a moeda norte-americana avançava 0,32%.

 

O Banco Central brasileiro elevou a oferta de swap tradicional –equivalente à venda futura de dólares– para 15 mil contratos nesta sessão, sinalizando que pretende rolar o estoque total que vence em fevereiro, equivalente a 6,431 bilhões de dólares. Até então, o BC vinha vendendo 12 mil contratos swaps por leilão.

 

Na véspera, a moeda norte-americana fechou em em alta de 0,21%. No acumulado do ano, a moeda recua 0,94%.

 

 

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Na agenda interna / externa, 

 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

EUA

16/01/2017

00:30

Feriado – Martin LutherKing Jr. Day

Mercados Fechados

BRL

16/01/2017

08:30

Relatório Focus

Semanal

BRL

16/01/2017

09:00

IPC-S

2ª quadrissemana

BRL

16/01/2017

15:00

Balança Comercial

Semanal

                             

Nas Bolsas,

 

O avanço das ações do Facebook levou a Nasdaq para um patamar recorde na última sexta-feira, e o S&P 500 também subiu depois que os principais bancos dos Estados Unidos iniciaram a temporada de balanços do quarto trimestre com bons resultados.

O índice Dow Jones caiu 0,03 por cento, a 19.886 pontos, enquanto o S&P 500 ganhou 0,18%, a 2.275 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 0,48%, a 5.574 pontos.

 

 

O mercado acionário brasileiro fechou no vermelho na última sexta-feira, em sessão marcada por ajustes de posições e movimentos de venda de ações para realização de lucros, um dia após o principal índice da Bovespa atingir o nível mais alto em nove semanas diante de um corte mais acentuado na taxa básica de juro.

O Ibovespa encerrou em baixa de 0,47%, a 63.651 pontos, após ter subido 2,41% na véspera

Na semana, contudo, o indicador acumulou alta de 3,2%. O giro financeiro nesta sexta-feira somou R$ 6,6 bilhões.

 

Nos Estados Unidos e Demais países,

 

……

 

 

No Brasil

 

Na semana que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulgou que a inflação fechou 2016 abaixo do teto da meta fixada pelo Banco Central, economistas ouvidos pelo BC reduziram a previsão do índice para 2017. A estimativa de inflação para este ano, divulgada no Boletim Focus, caiu de 4,81% para 4,80%. A previsão está próxima ao centro oficial da meta, que é de 4,5%.

Pela vigésima quinta semana consecutiva, o boletim, que reúne as previsões dos economistas ouvidos pelo Banco Central, manteve em 4,50% a inflação prevista para 2018. A pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (16) e leva em consideração dados coletados na semana passada.

Na quarta-feira (11), o IBGE divulgou que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial do país, fechou 2016 em 6,29%, dentro da banda de tolerância para a meta. A meta fixada pelo BC era de 4,50% ao ano, com uma tolerância de 2 pontos percentuais para mais ou

para menos.

Para o Produto Interno Bruto (PIB) os analistas mantiveram a previsão de um leve crescimento de 0,5% para a economia em 2017. Já para 2018, a previsão de alta do PIB caiu de 2,30% para 2,20%.

 

 

No mercado de câmbio:

 

O dólar opera em alta nesta segunda-feira, em dia de feriado norte-americano, que limitará a liquidez nos mercados, e na semana em que o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, tomará posse, com o mercado à procura de mais detalhes sobre como será seu governo. Às 9h10, a moeda norte-americana subia 0,21.

Durante a campanha, Trump prometeu cortes de impostos e maiores investimentos, entre outros pontos – política que, se efetivada, obrigará o Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, a ser mais enfático no seu processo de alta dos juros no país. Nesse cenário, os recursos aplicados em outros países, como o Brasil, tendem a migrar para os EUA.

O mercado opera ainda sob a expectativa de ingresso de fluxo de recursos, reforçada pelas recentes emissões de títulos no exterior por empresas brasileiras.

O Banco Central continuava fora do mercado de câmbio, pelo menor por enquanto. A última vez que atuou foi em 13 de dezembro. A autoridade não deu sinal sobre a rolagem dos contratos de swap cambial com vencimento em fevereiro, num total de US$ 6,431 bilhões.

 

 

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