Panorama Advanced Corretora 07/06/2018

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Bom dia Prezados Clientes e Amigos!

 

Mercado em ALTA CONSIDERAVEL para o USD (+0,713 %) e EUR (+0,431%) ajustando o patamar de seu último fechamento

 

Dólar está barato e pode bater acima de R$4,50; Selic deve subir em breve

O dólar está barato nos níveis atuais e pode chegar acima de R$ 4,50, refletindo a alta dos juros nos Estados Unidos, que ameaçam atingir 6% ao ano por conta do superaquecimento da economia, e a situação caótica do Brasil, que obrigará o Banco Central a subir a Selic ainda este ano. Os cometários são do sócio fundador da gestora SPX Investimentos.

Para completar, as tarifas de importação impostas por Donald Trump devem pressionar ainda mais a inflação. Enquanto isso, as condições de política monetária seguem frouxas, mesmo com as altas dos juros recentes pelo Federal Reserve (Fed, banco central americano). Xavier lembra que todos os episódios de recessão nos Estados Unidos aconteceram após altas de juros. E atualmente os juros básicos nos EUA, de 1% ao ano, estão 0,9% abaixo do nível que seria considerado neutro para o crescimento da economia. Ainda teria, portanto, muito espaço para subir.

E ainda há o balanço do Fed, ou seja, os incentivos que o banco central americano deu ao mercado recomprando títulos dos bancos, e que ele vai começar a recolher vendendo os papéis de volta. Isso provocará um forte enxugamento da liquidez mundial. Com isso, o juro nos Estados Unidos devem explodir e a taxa dos títulos de 10 anos do Tesouro americano, que hoje estão abaixo de 3% ao ano, podem chegar a 6% ao ano. “É uma boa oportunidade de fazer posições tomadas em taxas de juros nos EUA, mas consequentemente, o Brasil vai sofrer”, diz.

O quadro se agrava pois a eleição presidencial está totalmente indefinida.

Com esse cenário, o sócio fundador estima que o dólar comercial pode chegar acima de  R$ 4,50 nos próximos meses. “O câmbio hoje está de graça”, resume. No mercado de juros, as taxas prefixadas também estão muito baixas e não altas como muitos estão pensando. “Falar em prêmio na curva de juros longos brasileira é piada”, afirma. Segundo o Fundador, em breve, o Banco Central vai ter de subir os juros básicos brasileiros para conter a situação.

 

Bolsas norte-americanas preparadas para abertura positiva enquanto rali de junho continua

O mercado futuro dos EUA apontava para mais ganhos na abertura, já que um início impressionante de mês em junho parecia destinado a continuar.

Às 06h55, o índice blue chip futuros do Dow subia 50 pontos, ou cerca de 0,2%, ao passo que os futuros do S&P 500 avançavam 2 pontos, ou quase 0,1%.

O índice de tecnologia de futuros do Nasdaq 100 indicava ganhos de 5 pontos, ou cerca de 0,1%, o que deixava a referência no caminho de abrir em nova máxima recorde.

Os movimentos antes do pregão aconteciam na sequência de uma sessão forte na quarta-feira, que viu o Dow fechar acima de 25.000 pela primeira vez desde meados de março, enquanto a Nasdaq registrou seu terceiro recorde consecutivo ao fechar em alta.

Após apenas quatro pregões em junho, cada um dos principais índices subiu mais de 2% no mês.

Já na Europa, a maior parte das bolsas do continente negociava em alta no pregão de metade da manhã, com todos os setores em território positivo.

Mais cedo, bolsas asiáticas atingiram nova alta de dois anos e meio, acompanhando os fortes ganhos durante a noite em Wall Street.

 

Dia calmo em termos de dados e balanços corporativos

Os calendários de economia e balanços estão bastante calmos, como aconteceu na maior parte da semana, com o relatório semanal sobre os pedidos iniciais de seguro-desemprego, bem como o mais recente relatório do Fed sobre o patrimônio líquido das famílias, com destaque em termos de economia.

E no calendário de resultados, relatórios de empresas notáveis nesta quinta-feira incluirão os balanços de JM Smucker (NYSE:SJM) e Vail Resorts (NYSE:MTN) antes da abertura, enquanto Broadcom (NASDAQ:AVGO), DocuSign (NASDAQ:DOCU) e Stitch (NASDAQ:SFIX) irão apresentar seus números após o fechamento.

 

Euro Continua rali com apostas de redução de programa de estímulo do BCE

O euro ganhava ainda mais terreno, ampliando ganhos do dia anterior em meio a apostas crescentes de que o Banco Central Europeu poderá anunciar que encerrará seu programa de estímulo até o final do ano já na próxima semana.

O par EUR/USD avançava em torno de 0,5% para 1,1825 o maior nível desde 16 de maio.

Os rendimentos dos títulos soberanos em todo o bloco da moeda única também continuavam em alta, com investidores se tornando mais confiantes de que taxas de juros mais altas estão a caminho.

Peter Praet, economista-chefe do banco central e aliado próximo do presidente Mario Draghi, disse que o BCE debaterá na próxima semana se as compras de títulos deverão ser encerradas ainda este ano.

Os comentários agressivos levaram investidores do mercado monetário a precificarem em cerca de 90% a probabilidade de que o BCE aumentaria as taxas de juros em julho de 2019. Esta é uma mudança em relação à semana passada, quando os investidores pensavam que a incerteza causada por uma crise política na Itália poderia deixar os decisores da instituição cautelosos sobre a indicação do fim do programa de estímulo em sua reunião de política monetária na semana que vem.

 

Cotação do petróleo em alta devido a problemas de abastecimento na Venezuela

A cotação do petróleo estava em alta e eliminava parte das perdas da sessão anterior, com sustentação devido à queda das exportações da Venezuela, membro da Opep.

A PdVSA, estatal venezuelana, está considerando declarar força maior em alguns contratos com compradores de petróleo bruto, essencialmente declarando que eles não podem ser cumpridos, já que a produção de seus campos de petróleo caiu e os gargalos estão desacelerando as exportações nos portos.

Os contratos futuros de petróleo Brent tinham alta de US$ 0,31, ou 0,4% e eram negociados a US$ 75,69 o barril.

Já os contratos Futuros do petróleo West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, avançavam US$ 0,16, ou 0,3%, para US$ 64,89, próximos ao seu menor nível desde 9 de abril, já que preocupações com um aumento nos estoques norte-americanos e com a produção recorde no país pesavam.

 

 

Fonte: investing.com

Hora

Moeda

Import.

Evento

Atual

Projeção

Prévio

 

 

Quinta-feira, 7 de Junho de 2018

 

02:45

  CHF

 

Taxa de Desemprego (sem ajuste sazonal) (Mai)

2,4%

2,5%

2,7%

   

02:45

  CHF

 

Taxa de Desemprego (com ajuste sazonal) (Mai)

2,6%

2,6%

2,7%

   

03:00

  EUR

 

Encomendas à Indústria – Alemanha (Mensal) (Abr)

-2,5%

0,7%

-1,1%

   

04:30

  GBP

 

Índice de Preços de Imóveis Halifax (Mensal) (Mai)

1,5%

1,1%

-3,1%

   

04:30

  GBP

 

Índice de Preços de Imóveis Halifax (Anual) (Mai)

1,9%

1,9%

2,2%

   

06:00

  EUR

 

PIB (Anual) (Q1)

2,5%

2,5%

2,5%

   

06:00

  EUR

 

PIB (Trimestral) (Q1)

0,4%

0,4%

0,4%

   

09:30

  USD

 

Pedidos Iniciais por Seguro-Desemprego

222K

223K

223K

   

12:00

  GBP

 

Discurso de Ramsden, Membro do MPC  

 

 

 

   

20:50

  JPY

 

Transações Correntes Ajustadas

 

2,10T

1,77T

   

20:50

  JPY

 

Transações Correntes (sem ajuste sazonal) (Abr)

 

2,097T

3,122T

   

20:50

  JPY

 

PIB (Anual) (Q1)

 

-0,4%

-0,6%

   
                   

 

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Panorama Advanced Corretora 06/06/2018

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Dólar salta e vai a maior nível em mais de dois anos, mesmo com ação mais forte do BC

Apesar de o Banco Central ter ampliado com força sua atuação, o dólar saltou nesta terça-feira, o maior em mais de dois anos, em meio à piora da avaliação dos investidores sobre a cena política local e com o exterior pesando sobre os ativos.

O dólar avançou 1,78 por cento, maior nível desde 2 de março de 2016 (3,8877 reais). O dólar futuro tinha alta de cerca de 1,65 por cento no final da tarde de 05/06.

"As perspectivas são muito ruins… A crise fiscal é séria", afirmou o economista e sócio da NGO Corretora Sidnei Nehme. "A economia não anda, nem vai andar, porque empresários não vão investir com esse elevado grau de incerteza. Todo o cenário ficou ruim", acrescentou ele.

A moeda norte-americana já vinha operando com elevação desde a abertura do negócios, influenciada pelo cenário político local, a poucos meses das eleições presidenciais, e pelo movimento no exterior, que ganhou força após dados mais robustos sobre a economia norte-americana.

No exterior, o dólar subia frente a divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e o peso mexicano.

A atividade do setor de serviços dos Estados Unidos acelerou em maio, indicando crescimento econômico robusto no segundo trimestre, enquanto outros dados mostraram que a abertura de vagas de trabalho atingiu máxima recorde em abril, superando as contratações.

Outros indicadores fortes de emprego dos Estados Unidos divulgados recentemente já haviam reavivado apostas de que o Federal Reserve, banco central do país, pode aumentar a taxa de juros mais três vezes este ano. As expectativas do mercado, por enquanto, são de mais dois aumentos até dezembro.

Juros elevados têm potencial para atrair à maior economia do mundo recursos aplicados hoje em outros mercados, como o brasileiro.

Com isso, o dólar disparou no mercado brasileiro também, desencadeando um movimento conhecido como "stop loss", quando os investidores desfazem suas posições rapidamente diante de sinais que consideram mais negativos. Segundo o diretor de operações da Mirae Asset, Pablo Spyer, não houve saída de recursos do mercado, apenas esse movimento técnico.

Assim, o BC brasileiro decidiu entrar mais pesado e anunciou novo leilão de até 30 mil novos swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, nesta sessão. Vendeu 16.210 contratos e, em seguida, anunciou outro leilão, do qual também não vendeu a oferta integral, mas apenas 6.110 do total de 13.790 swaps restantes.

Logo após essa intervenção mais forte do BC, o dólar chegou a bater 3,7581 reais na mínima do dia, mas as apreensões voltaram ao mercado em seguida.

A autoridade monetária já havia feito leilão o esperado de novos swaps neste pregão e vendeu a oferta integral de até 15 mil contratos, injetando o equivalente a 3,366 bilhões de dólares no mercado neste mês, incluindo todos os leilões de novos contratos.

E também vendeu integralmente a oferta de até 8.800 swaps para rolagem, já somando 1,320 bilhão de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, rolará integralmente o volume.

"O mercado não está tão interessado em swaps", avaliou o operador de câmbio da corretora H.Commcor, Cleber Alessie Machado. "Fica a percepção que está querendo outra forma de intervenção e pode ser o leilão de linha, que supre a demanda no mercado à vista", acrescentou ele, referindo-se aos leilões do BC de venda de dólares com compromisso de recompra.

A alta do dólar na sessão também foi influenciada pela cena política local, após a divulgação da pesquisa de intenção de votos do DataPoder360 que mostrou o candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) na segunda posição, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), com Geraldo Alckmin (PSDB), visto pelo mercado como candidato com perfil reformista, sem decolar.

Além disso, a pesquisa mostrou o ex-prefeito de São Paulo João Doria, também do PSDB, como um dos possíveis candidatos, mas também sem força.

"A questão é que o candidato de esquerda tem se mostrado mais competitivo do que um candidato pró-mercado", afirmou o gestor de derivativos de uma corretora local.

Os investidores ainda continuaram cautelosos com os desdobramentos da greve dos caminhoneiros, que afetou o abastecimento do país nas últimas semanas. O governo acabou cedendo na maioria das reivindicações da categoria para baixar os preços do diesel, gerando uma conta bilionária que impactará os cofres públicos, prejudicando o ajuste fiscal.

Agora, o governo trabalha para mudar a periodicidade dos reajustes de preços de gasolina sem mudar a política de preços da Petrobras (SA:PETR4).

 

Ibovespa cai com pressão da Petrobras e Eletrobras

O Ibovespa abriu o pregão (05) em baixa de 0,5% com 78.201 pontos registrados às 10h15. O índice volta a oscilar, após iniciar a semana com alta de 1,76%, e as ações da Petrobras (SA:PETR4) com valorização de 8,87% nas ações preferenciais. Nos EUA, o índice Dow Jones sobe 0,03%, o S&P 500 +0,45% e o Nasdaq +0,23%.

No cenário econômico interno, destaque para a produção industrial brasileira, que teve um crescimento de 0,8% de março para abril deste ano, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal. A alta veio depois de uma queda de 0,1% em março.

O dólar inicia o dia em alta depois de queda de 0,62% no dia 04/06. Investidores continuam acompanhando os desdobramentos políticos após a greve dos caminhoneiros, atentos aos rumos da política de preços da Petrobras e ao cenário eleitoral da disputa presidencial de outubro.

A estatal anunciou na terça-feira que atingiu o limite estipulado de US$ 4 bilhões em uma oferta de recompra de títulos, de um total ofertado antecipadamente de US$ 12,835 bilhões, segundo comunicado divulgado ao mercado. Os papéis caíram 2%, para R$ 17,17.

 

Fonte: investing.com

Hora

Moeda

Evento

Atual

Projeção

Prévio

 

 

04:00

  EUR

Discurso de Praet do BCE  

 

 

 

   

07:00

  GBP

Discurso de Tenreyro, Membro do MPC  

 

 

 

   

31 min

  USD

Exportações

 

 

208,53B

   

31 min

  USD

Importações

 

 

257,48B

   

31 min

  USD

Produtividade do Setor Não Agrícola (Trimestral) (Q1)

 

0,7%

0,7%

   

31 min

  USD

Balança Comercial (Abr)

 

-50,00B

-49,00B

   

31 min

  USD

Custo Unitário da Mão de Obra (Trimestral) (Q1)

 

2,7%

2,7%

   

11:30

  USD

Estoques de Petróleo em Cushing

 

 

-0,556M

   

13:00

  GBP

Discurso de McCafferty, Membro do MPC  

 

 

 

   

20:01

  GBP

Índice RICS de Preços de Imóveis (Mai)

 

-1%

-8%

   

 

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Panorama Advanced Corretora 06/04/2018

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Lula começa a cumprir pena

Em uma decisão que surpreendeu o país pela agilidade, o juiz Sérgio Moro determinou que o ex-presidente Lula se entregue voluntariamente nesta sexta-feira até as 17h para ser preso pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá.

A decisão de Moro veio pouco depois da autorização do TRF-4 para que a pena passasse a ser executada, pois não há mais a possibilidade de reversão da condenação em segunda instância.

A expectativa era que Lula fosse encaminhado à prisão nas próximas semanas, pois ainda possui um último recurso ao TRF-4. Os desembargadores, contudo, decidiram não aguardar o recurso, que não tem força para alterar o resultado do julgamento realizado em janeiro.

Na ocasião, o tribunal confirmou a sentença de culpado por corrupção e lavagem de dinheiro e elevou a pena de reclusão para 12 anos e 1 mês, com início de cumprimento em regime fechado. Moro havia determinado a prisão por 9 anos e 6 meses.

Ao longo do dia, a população brasileira deverá acompanhar os desdobramentos e a cobertura do caso. Está no STF uma liminar apresentada por advogados que pede que não seja permitida a prisão após segunda instância até que a ação direta de constitucionalidade que trata do tema seja julgada. A peça está nas mãos de Marco Aurélio, principal crítico do julgamento do habeas corpus de Lula.

Qualquer sinalização de Marco Aurélio deverá trazer ainda mais volatilidade ao mercado brasileiro.

Eleições 2018: prazo final para filiação e desincompatibilização

Com parte do mercado ainda vivendo a ressaca do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula no Supremo Tribunal Federal, mais um marco para a eleição de 2018 ocorre nesta sexta-feira. Termina no final do dia o prazo para que todos os políticos que queiram se candidatar em outubro estejam filiados ao partido que lhes dará a legenda na disputa.

Se confirmado o roteiro, o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa deverá assinar a sua adesão ao PSB e garantir que seu nome possa aparecer nas urnas em outubro. Tido como o principal outsider nesta eleição, analistas acreditam que Barbosa poderá carregar a bandeira da ética – e surfar em parte do sentimento antipetista –conquistada após o protagonismo no julgamento do Mensalão.

Na última pesquisa do Datafolha, em janeiro, o ex-ministro garantiu o quinto lugar na pesquisa estimulada, com 5% das intenções de voto. Sua indicação para concorrer à Presidência, contudo, não é certa. Notícias na imprensa sugerem que caciques do PSB tentam convencer Barbosa a disputar o Governo do Rio de Janeiro, abrindo espaço para uma aliança nacional com o PSDB.

No sábado, termina o prazo para que os candidatos renunciem a seus cargos no Executivo. A expectativa é que já amanhã sejam confirmadas as saídas de Henrique Meirelles do Ministério da Fazenda – além da indicação de seu substituto – e de Geraldo Alckmin do Governo de São Paulo, que detêm, respectivamente, 1% e 7% de intenção de votos.

Os demais potenciais candidatos – Jair Bolsonaro, Marina Silva, Ciro Gomes e Flávio Rocha, entre eles – já estão filiados a seus partidos e não possuem cargos para se descompatibilizar.

Líder da pesquisa com 36% das intenções de voto, Lula, tem um árduo caminho jurídico à frente se quiser viabilizar seu nome. O petista deverá ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e impossibilitado de concorrer. A sua iminente prisão também o afastará da campanha e dificultará a transferência de votos para um indicado.

Payroll é destaque; Powell comenta

Os dados de emprego do setor privado dos EUA serão publicados amanhã às 9h30. O Payroll é um dos principais indicadores da economia norte-americana e provoca forte volatilidade nas bolsas globais quando seu número destoa das previsões do mercado.

O consenso aponta para o enfraquecimento da criação de vagas em março com a geração de 193 mil postos de trabalho, após o surpreendente número de 313 mil em fevereiro.

Os analistas acompanharão de perto, pois um valor acima do previsto reforçará a tese de quem acredita que a economia dos EUA está mais forte do que o Fed projeta, o que levará o banco a acelerar o ritmo de alta de juros do país.

À tarde, o presidente do Fed, Jerome Powell, fará um discurso às 14h30 com a sua leitura sobre o andamento da economia dos EUA. A expectativa é que ele mantenha sua posição de um aumento gradual de juros, mas analistas buscarão pistas se que ele prepara uma mudança de retórica para encaminhar uma aceleração na política monetária.

A maior parte do mercado aposta que o Fed elevará os juros nas reuniões de junho e de setembro, movimento coerente com o cenário do próprio banco que vê três altas necessárias neste ano.

Desde fevereiro, contudo, cresce o número de analistas que acreditam que o Fed elevará uma quarta vez na reunião de dezembro. Hoje, a probabilidade de que isso ocorra é de 34,7%, segundo o Monitor da Taxa do Fed do Investing.com. Há dois meses, esse número estava em 14,7%.

Para as ações, esse cenário é negativo, pois o aumento das taxas nos EUA incentiva que investidores busquem o porto–seguro de títulos do governo, retirando, assim, parte do seu capital das bolsas.

A taxa de desemprego também será publicada e a expectativa do mercado é que o número caia para 4,0%. O Fed prevê que o desemprego ceda até 3,8% ao final do ano.

Fôlego do shale dos EUA chegou ao fim?

O relatório semanal sobre o número de sondas de petróleo em atividade nos EUA será publicado às 15h e poderá sinalizar que a produção no país pode estar se aproximando de seu limite.

Na semana passada, o número cedeu em sete unidades e uma nova queda poderá sinalizar o início de uma tendência. Com os preços na casa dos US$ 65 o barril, a expectativa é que a produção no shale norte–americano mostre estabilidade em algum momento, depois de meses consecutivos de recorde.

Às 17h30 saem os dados de posições líquidas na CFTC, o que sinaliza as apostas do mercado da direção do preço do petróleo. Nas duas últimas semanas, os investidores se mostraram mais otimistas com a alta na cotação.

 

 

Fonte: investing.com

Hora

Moeda

Import.

Evento

Atual

Projeção

Prévio

 

Sexta-feira, 6 de Abril de 2018

Todo o dia

 

Feriado

China – Dia de Tomb Sweeping

03:00

  EUR

 

Produção Industrial – Alemanha (Mensal) (Fev)

-1,6%

0,2%

0,1%

   

04:45

  EUR

 

Discurso de Coeuré do BCE  

 

 

 

   

13 min

  USD

 

Ganho Médio por Hora Trabalhada (Mensal) (Mar)

 

0,3%

0,1%

   

13 min

  USD

 

Taxa de Participação (Mar)

 

 

63,0%

   

13 min

  USD

 

Relatório de Emprego (Payroll) Privado (Mar)

 

190K

287K

   

14:00

  USD

 

Contagem de Sondas Baker Hughes

 

 

798

   

16:30

  GBP

 

GBP – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

34,2K

   

16:30

  USD

 

Petróleo – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

715,8K

   

16:30

  USD

 

Ouro – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

203,4K

   

16:30

  USD

 

S&P 500 – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

-9,4K

   

16:30

  JPY

 

JPY – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

-3,7K

   

16:30

  EUR

 

EUR – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

141,1K

   

20:30

  JPY

 

Gastos Domésticos (Anual)

 

 

1,9%

   

 

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Alíquota do IOF para transferências para o exterior aumenta de 0,38% para 1,1%

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O Governo Federal anunciou ontem, quinta-feira, 01/03/18, que a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), será aumentada de 0,38% para 1,1% sobre a transferência de dinheiro de uma conta bancária no Brasil para outra de mesma titularidade no exterior, tanto para pessoas físicas, quanto para pessoas jurídicas.

 

decreto presidencial Nº 9.297, deve ser assinado ainda no dia de hoje, e assim a mudança passará a valer a partir de amanhã, sábado, 03/03/18.

 

Segundo nota divulgada pelo Ministério da Fazenda a medida visa “equiparar a incidência de IOF nas operações de remessa de recursos de uma conta bancária no país para outra conta no exterior de mesma titularidade com as compras de moeda estrangeira em espécie”, já que estas operações possuem alíquota de 1,1% desde maio de 2016.

 

Portanto, a partir de agora, operações de envio de dinheiro ao exterior, passarão a ser taxadas com a alíquota de 1,1%.

 

Ainda segundo a Fazenda, a medida deve gerar uma arrecadação extra de R$ 101 milhões somente em 2018, e elimina uma distorção tributária na comparação com os casos de compra de moeda estrangeira em espécie.

Panorama Advanced Corretora 02/02/2018

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Mercado em ALTA CONSIDERAVEL para o USD (+0,413%) e EUR (+0,531%) ajustando o patamar de seu último fechamento-

 

1. Inflação dos salários em foco no relatório de emprego

O foco do calendário econômico desta sexta-feira estará centralizado sobre o relatório de folhas de pagamento não agrícolas em janeiro do Departamento do Trabalho dos EUA, com divulgação prevista para as 11h30.O consenso das previsões aponta que os dados mostrarão crescimento de 184.000 empregos, na sequência do aumento de 148.000 em dezembro. A taxa de desemprego tem projeções de se manter estável em 4,1%. A maior parte das atenções provavelmente se voltará aos números relativos à média de ganhos semanais por hora, que deverão ter subido 0,3% após terem aumentado 0,3% no mês anterior.

Isso levaria o aumento dos ganhos médios por hora em comparação ao ano anterior para 2,6% a partir de 2,5% em dezembro.

O esperado aumento nos salários irá refletir o aumento no salário mínimo que entrou em vigor em 18 estados norte-americanos no mês passado. Os salários também podem melhorar devido ao corte dos impostos. Empresas como Starbucks Corp (NASDAQ:SBUX) e FedEx Corp (NYSE:FDX) afirmaram que utilizarão parte de suas economias geradas com impostos menores para elevar os salários dos trabalhadores.

O crescimento anual dos salários está abaixo de 3%, percentual que economistas afirmam ser necessário para levar a inflação em direção à meta de 2% do Federal Reserve. Na quarta-feira, membros do Fed expressaram otimismo com o fato de que a inflação irá se dirigir a seu alvo neste ano.

Mercados apostam atualmente em três aumentos neste ano, que ocorrerão em março, junho e dezembro, de acordo com o Monitor da Taxa da Reserva Federal do Investing.com.

Em outros dados econômicos, participantes do mercado também estarão atentos às encomendas à indústria em dezembro e à revisão do índice de percepção do consumidor da Universidade de Michigan em janeiro, ambos com divulgação às 13h00.

 

2. Balanços corporativos deverão mexer com as bolsas

Muitas importantes empresas apresentam grandes movimentações antes do pregão desta sexta-feira após terem divulgado resultados depois do fechamento do mercado no dia anterior.

Apple (NASDAQ:AAPL) avançava 2,5% antes do pregão, já que a empresa apresentou sua primeira atualização em dois anos sobre sua base de usuários, mostrando aumento de 30%, totalizando 1,3 bilhão.

Ações da Amazon.com (NASDAQ:AMZN) saltavam quase 6%, já que a empresa registrou lucro recorde.

No território negativo, Alphabet (NASDAQ:GOOGL), matriz do Google, caía mais de 3%, já que seus lucros por ação não atingiram o consenso das estimativas, ficando em US$ 9,70 em comparação às estimativas de US$ 9,98.

Visa recuava cerca de 1,5% após a empresa de cartões de crédito ter admitido ver despesas maiores no ano todo e menor crescimento de receitas no trimestre atual.

Entre os balanços a serem divulgados hoje, Merck (NYSE:MRK), Exxon (NYSE:XOM) e Chevron (NYSE:CVX) apresentarão seus números antes da abertura.

 

3. Bolsas indicam queda antes de relatório de folhas de pagamento

O mercado futuro dos EUA apontava para um forte declínio nesta sexta-feira antes do relatório de empregos com atenções voltadas aos rendimentos dos títulos.

O rendimento do título do Tesouro dos EUA com vencimento em dez anos ultrapassou o nível de 2,8% nesta sexta-feira, seu maior nível desde abriu de 2014, após os rendimentos do título com vencimento em 30 anos ultrapassarem 3% no dia anterior, nível não visto desde o último mês de maio.

O aumento nos rendimentos dos títulos acontece em meio a crescentes expectativas quanto à atividade econômica. Na quinta-feira, o Federal Reserve de Atlanta previu que a economia norte-americana teria expansão de 5,4% no primeiro trimestre deste ano.

Os rendimentos, que se movem de forma inversa aos preços dos títulos, reagiam uma vez que a força econômica provocou especulações de que o Fed elevaria as taxas de juros em um ritmo mais acelerado devido à melhora na perspectiva.

Às 08h50 (horário de Brasília), o blue chip futuros do Dow caía 264 pontos, ou 1,01%, os futuros do S&P 500 recuavam 20 pontos, ou 0,70%, enquanto o índice futuro de tecnologia Nasdaq 100 tinha queda de 25 pontos ou 0,36%.

Do outro lado do Atlântico, bolsas europeias estavam sob forte pressão de venda nesta sexta-feira e se dirigiam à sua pior semana desde agosto uma vez que o banco alemão Deutsche Bank (DE:DBKGn) divulgou prejuízo maior do que o esperando, fazendo com que suas ações caíssem acentuadamente e baixando os ânimos no setor financeiro europeu.

Mais cedo, bolsas asiáticas fecharam de forma desigual nesta sexta-feira, acompanhando Wall Street uma vez que investidores observavam o aumento nos rendimentos de títulos e aguardavam dados das folhas de pagamento não agrícolas dos EUA na busca de indicações sobre a trajetória dos aumentos dos juros do Fed em 2018.

 

4. Petróleo com batalha entre conformidade da Opep e produção dos EUA

O petróleo era negociado de forma desigual nesta sexta-feira, já que investidores colocavam na balança notícias positivas sobre a conformidade da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) no acordo de cortes na produção e aguardavam o último indicador sobre o aumento da produção dos EUA.

A produção da Opep teve aumento de 100.000 barris por dia em janeiro, leve aumento a partir de sua mínima de oito meses uma vez que maior produção da Nigéria e da Arábia Saudita compensaram uma redução maior na Venezuela e a forte conformidade com o pacto de redução do abastecimento.

Independentemente disso, um estudo da Reuters mostrou que a conformidade dos grandes produtores de petróleo que concordaram em limitar a produção subiu para 138% a partir dos 137% observados em dezembro.

Ainda nesta sexta-feira, participantes do mercado estarão atentos à produção de shale oil dos EUA quando a Baker Hughes divulgar seus mais recentes dados semanais sobre a contagem de sondas.

Na semana passada, a prestadora de serviços de petróleo afirmou que o número de sondas de petróleo em operação nos EUA teve aumento de 12 e chegou a 759, o maior aumento desde março, o que deu destaque a preocupações de que o aumento na produção norte-americana poderia afetar as tentativas da Opep de reequilibrar os mercados globais.

Contratos futuros de petróleo bruto nos EUA avançavam 0,18% para US$ 65,92 às 08h52, enquanto o petróleo Brent tinha queda de 0,01% com o barril negociado a US$ 69,64.

 

AGENDA SEMANAL

Hora

Moeda

Import.

Evento

Atual

Projeção

Prévio

 

Sexta-feira, 2 de Fevereiro de 2018

05:00

  BRL

 

IPC-Fipe (Mensal) (Jan)

0,46%

 

0,55%

   

08:00

  EUR

 

IPP (Anual) (Dez)

2,2%

2,3%

2,8%

   

08:00

  EUR

 

IPP (Mensal) (Dez)

0,2%

0,3%

0,6%

   

13:00

  USD

 

Expectativas de Inflação a 5 anos Michigan (Jan)

 

 

2,50%

   

13:00

  USD

 

Índice Michigan de Percepção do Consumidor (Jan)

 

95,0

94,4

   

13:00

  USD

 

Expectativas de Inflação Michigan (Jan)

 

 

2,8%

   

18:30

  GBP

 

GBP – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

33,0K

   

18:30

  USD

 

Cobre – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

52,0K

   

18:30

  USD

 

Petróleo – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

716,7K

   

18:30

  USD

 

Ouro – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

214,7K

   

18:30

  USD

 

S&P 500 – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

166,5K

   

18:30

  USD

 

Prata – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

29,1K

   

18:30

  JPY

 

JPY – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

-122,9K

   

18:30

  EUR

 

EUR – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

144,7K

   


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Douglas Dantas

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Panorama Advanced Corretora 01/02/2018 – FEVEREIRO CHEGOU!

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Bom dia Prezados Clientes e Amigos! UM FEVEREIRO ILUMINADO DE BONS NEGOCIOS A TODOS

 

Mercado em Leve Queda para o USD (-0,31%) e EUR (-0,41%) mantendo o mesmo patamar de seu último fechamento-

 

MERCADO FINANCEIRO – 5 principais notícias do mercado desta quinta-feira

1. Dólar permanece sob pressão após Fed

O dólar lutava por direção frente a importantes rivais nesta quinta-feira mesmo após o Federal Reserve ter anunciado no dia anterior que manteria estáveis as taxas de juros, um movimento que era amplamente esperado.

O banco central norte-americano sinalizou sua confiança em relação à inflação e ao crescimento da maior economia do mundo, reforçando perspectivas de que irá elevar mais vezes as taxas de juros neste ano.

A maioria dos economistas acredita que o banco central norte-americano irá elevar as taxas de juros em março, com outro aumento em junho e um terceiro movimento em dezembro.

O dólar inicialmente reagiu para cima na quarta-feira, mas esse movimento teve vida curta. Às 09h03, o índice dólar, que mede a força da moeda frente a uma cesta ponderada de seis principais divisas, recuava 0,02% para 88,93, ainda acima da mínima atingida na semana passada de 88,25, o nível mais baixo do índice desde dezembro de 2014.

A moeda norte-americana teve um início difícil em 2018, fechando janeiro com perdas no mês de cerca de 3,3% e está em queda de cerca de 13% desde o início de 2017.

 

2. Dow recua após melhor mês em quase dois anos

Apesar de uma breve passagem pelo vermelho após um Fed anunciar sua mais recente decisão de política monetária, as bolsas norte-americanas encerraram a quarta-feira com ganhos, quebrando a sequência de dois dias de perdas, o que fez alguns participantes do mercado se preocuparem com uma possível mudança de capitais de ações para títulos.

Ainda assim, Wall Street registrou ganhos sólidos no primeiro mês do ano. O Dow e o S&P 500 registraram ganhos no mês de 5,6% e 5,8%, respectivamente, o melhor desempenho desde março de 2016. O Nasdaq Composite teve aumento de 7,3% no mês, seu melhor ganho mensal desde outubro de 2015.

As bolsas norte-americanas indicavam uma posição de mais cautela nesta quinta-feira, já que investidores se preparavam para outra rodada de resultados de empresas de primeira linha. Às 009h07, o índice blue chip futuros do Dow caía 45 pontos, ou 0,17%, os futuros do S&P 500 avançavam um ponto, ou 0,04%, e os futuros do Nasdaq 100 recuavam 2 pontos, ou 0,03%.

Provavelmente, grandes movimentações seriam vistas nas sessões desta quinta-feira nas empresas que apresentaram um lote desigual de relatórios de balanços corporativos após o fechamento da sessão anterior. No território negativo antes do pregão estavam PayPal (NASDAQ:PYPL), Microsoft (NASDAQ:MSFT) e Facebook (NASDAQ:FB), ao passo que eBay (NASDAQ:EBAY) e AT&T (NYSE:T) tinham ganhos sólidos.

Entre as empresas em pauta nesta quinta-feira, DuPont (NYSE:DWDP), Mastercard Inc (NYSE:MA),  Time Warner  Inc (NYSE:TWX) e UPS (NYSE:UPS) divulgarão seus resultados antes da abertura, ao passo que Apple (NASDAQ:AAPL) Alphabet (NASDAQ:GOOGL), matriz do Google, Amazon.com (NASDAQ:AMZN) e Visa irão apresentar seus números após o fechamento.

 

3. Enxurrada de dados deverá mexer com os mercados

Com a decisão do Fed definida e, embora os participantes do mercado esperem a próxima sexta com o relatório de folhas de pagamento não agrícolas, investidores terão uma enxurrada de dados para assimilar nesta quinta-feira.

Às 11h30, os pedidos semanais de seguro desemprego em conjunto com os custos unitários de mão de obras e produtividade não agrícola no quarto trimestre serão divulgados.

O ponto de dados do dia irá ocorrer às 13h00, com o Instituto de Gestão de Suprimentos (ISM, na sigla em inglês) divulgando os dados do índice da atividade dos gestores de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial em janeiro.

 

4. PMIs globais em foco

Antes do PMI industrial do ISM, investidores assimilarão referencias industriais em um nível global.

Na Ásia, o crescimento das indústrias permaneceu em seu ritmo mais acelerado em 13 meses em janeiro, de acordo com a leitura do Caixin/Markit, ao passo que no Japão a atividade industrial atingiu a máxima de quatro anos no início de 2018.

Na Europa, a atividade industrial na zona do euro continuou a apresentar crescimento forte, embora tenha caído de sua máxima histórica vista em dezembro.

Um ponto notável fora da curva foi o PMI industrial do Reino Unido, que atingiu a mínima de sete meses.

 

5. Crescimento da indústria do Brasil desacelera em janeiro, mostra PMI

A expansão da indústria do Brasil perdeu força em janeiro por conta da desaceleração no volume de novos pedidos e da produção, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgada nesta quinta-feira.

O IHS Markit informou que o PMI da indústria brasileira enfraqueceu a 51,2 em janeiro, sobre 52,4 em dezembro, menor patamar desde setembro passado. Ainda assim, permaneceu acima da marca de 50 que separa crescimento de contração.

Os produtores do setor citaram a conquista de novos clientes, diversificação de produtos e condições melhores da demanda, mas ainda assim a taxa de expansão do volume de novos pedidos enfraqueceu em janeiro, atingindo o nível mais fraco em seis meses.

O aumento no volume de produção também perdeu força em janeiro e atingiu um recorde de baixa de três meses, em meio ao declínio dos novos pedidos para exportação. Enquanto algumas empresas citaram ambiente desafiador de demanda externa, outras indicaram foco no mercado interno.

Esse cenário provocou aumento "insignificante" no número de funcionários na indústria em janeiro, segundo o IHS Markit, com algumas empresas adotando políticas de redução de custos.

Em relação aos preços, enquanto a taxa de inflação dos insumos diminuiu em janeiro, a dos preços cobrados chegou ao maior patamar em 11 meses. Ainda assim, a alta dos preços dos insumos foi mais forte do que a dos preços cobrados, "sugerindo uma compressão adicional de lucro das empresas", apontou a pesquisa.

Apesar de o ritmo de crescimento da indústria ter perdido força no início do ano, os empresários do setor mantiveram projeções de crescimento otimistas, com expectativas de condições políticas e econômicas melhores e de um volume maior de vendas, mostrou ainda o levantamento.

 

AGENDA SEMANAL

Hora

Moeda

Import.

Evento

Atual

Projeção

Prévio

 

Quinta-feira, 1 de Fevereiro de 2018

05:00

  GBP

 

Índice de Preços de Imóveis Nationwide (Mensal) (Jan)

0,6%

0,2%

0,6%

   

05:00

  GBP

 

Índice Nationwide de Preços dos Imóveis (Anual) (Jan)

3,2%

2,5%

2,6%

   

09:15

  EUR

 

Discurso de Praet do BCE  

 

 

 

   

12:45

  USD

 

Confiança do Consumidor Bloomberg

 

 

53,7

   

A definir

  USD

 

Índice IBD/TIPP de Otimismo Econômico

 

 

55,1

   

13:00

  USD

 

Preços no Setor Manufatureiro ISM (Jan)

 

68,0

69,0

   

21:50

  JPY

 

Base Monetária (Anual)

 

 

11,2%

   


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Panorama Advanced Corretora 31/01/2018

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Bom dia Prezados Clientes e Amigos!

Mercado em Leve Queda para o USD (-0,31%) e EUR (-0,41%) mantendo o mesmo patamar de seu último fechamento-

MERCADO FINANCEIRO

Fique por dentro principais notícias do mercado desta quarta-feira

1. Decisão do Fed em pauta; última com Yellen como presidente

O Federal Reserve não deve realizar qualquer ação sobre as taxas de juros na conclusão de sua reunião de política monetária de dois dias às 17h00 da próxima quarta-feira, mantendo-as na faixa de 1,25% a 1,50%.

O banco central divulgará sua declaração após a reunião e os investidores buscarão qualquer mudança na linguagem que possa apontar mais claramente para um aumento da taxa de juros nos próximos meses.

A reunião desta semana será a última sob a liderança de Janet Yellen antes que ela seja substituída por Jerome Powell, diretor do Fed.

A maioria dos economistas acredita que o Fed irá elevar as taxas de juros em março, com outro aumento em junho e um terceiro movimento em dezembro.

O dólar passava por nova pressão de vendas nesta quarta-feira, caindo frente a uma cesta de outras importantes moedas antes da decisão e também antes de novos dados econômicos.

Será dada atenção especial ao relatório de empregos não agrícolas da ADP às 11h30, já que é um precursor ao relatório do governo de folhas de pagamento não agrícolas que será divulgado na sexta-feira.

Participantes do mercado também estarão atentos ao índice da atividade dos gestores de compras (PMI, na sigla em inglês) de Chicago às 12h45 e também à divulgação, 15 minutos depois, das vendas pendentes de imóveis no último mês de 2017.

 

2. Trump leva infraestrutura de volta ao radar

O presidente Donald Trump convocou o Congresso norte-americano na terça-feira para aprovar a legislação que geraria estímulo de pelo menos US$ 1,5 trilhão em novos gastos de infraestrutura, embora ele tenha dado poucos detalhes sobre o tão aguardado planos de gastos.

Em seu discurso sobre o Estado da União perante o Congresso, Trump afirmou que era a hora de tratar da "infraestrutura desagregada".

O presidente parecia preocupado com o aumento do déficit federal, que o Comitê de Orçamento Federal Responsável calcula que irá passar de US$ 1 trilhão no ano que vem.

"Cada dólar federal deverá ser alavancado por parcerias com governos estaduais e locais e, caso apropriado, aproveitar o investimento do setor privado", afirmou ele.

 

3. Temporada de resultados continua com força total

A temporada de resultados irá continuar com força total nesta quarta-feira, com empresas apresentando fortes números. Até a noite de terça-feira, 169 empresas constituintes do S&P 500 já tinham divulgado seus resultados, com 82% delas superando estimativas de lucros e 85% superando estimativas de vendas.

A Electronic Arts (NASDAQ:EA) registrava ganhos de quase 7% antes do pregão desta quarta-feira após a empresa de videogames apresentar diretriz futura melhor do que o esperado após o fechamento da sessão anterior.

Ações da Advanced Micro Devices (NASDAQ:AMD) subiam mais de 2% antes do pregão após a empresa superar projeções tanto de receitas quanto de lucros.

Entre as empresas a serem observadas nesta quarta-feira, Boeing (NYSE:BA), DR Horton (NYSE:DHI) e Eli Lilly irão divulgar seus resultados antes da abertura e Microsoft (NASDAQ:MSFT), Facebook (NASDAQ:FB), PayPal e eBay apresentarão seus balanços após o mercado fechar.

 

4. Petróleo em direção de 6% de ganhos no mês antes dos estoques

A cotação do petróleo caía nesta quarta-feira, estendendo a queda pelo terceiro dia, embora a referência norte-americana ainda estivesse no caminho de ganhos em torno de 6%.

A especulação de que os dados semanais previstos ainda para este dia irão mostrar um aumento nos estoques de petróleo e combustível colocava pressão sobre os preços do petróleo nesta quarta-feira.

Após os mercados fecharem na terça-feira, o Instituto Americano de Petróleo (API, na sigla em inglês) afirmou que os estoques de petróleo dos EUA tiveram aumento de quase 3,2 milhões de barris na semana passada, o que se compara às expectativas dos analistas de um aumento mais modesto, em torno de 0,1 milhão de barris.

A Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA, na sigla em inglês), divulgará seu relatório semanal oficial de oferta de petróleo referente à semana encerrada em 26 de janeiro às 13h30 desta quarta-feira.

Contratos futuros de petróleo bruto nos EUA caíam 0,60%, para US$ 64,11 às 08h58, enquanto o petróleo Brent tinha queda de 0,63%, com o barril negociado a US$ 68,09.

 

5. Bitcoin no caminho do maior declínio mensal em quatro anos em meio a queda geral de criptomoedas

Todas as mais importantes criptomoedas negociavam em baixa de forma geral nesta quarta-feira, último dia de negociações do mês, ao passo que a maior em termos de capitalização de mercado, o bitcoin, estava no caminho de seu maior declínio em um mês desde dezembro de 2013 em meio a temores em relação a maior controle regulatório.

O bitcoin recuava 6,3% para US$ 10.199,00 às 08h58 na corretora Bitfinex. A cotação da moeda digital estava em torno de 25% mais baixa até o momento neste mês, pior desempenho mensal desde dezembro de 2013.

O ethereum, segunda maior criptomoeda em termos de capitalização de mercado, recuava 5,3% para US$ 1.101 na corretora Bitfinex, ao passo que o token XRP da Ripple tinha queda de 7,8% e era negociado a US$ 1,1231 na corretora Poloniex.

Os preços do bitcoin estavam sob nova pressão de vendas nesta quarta-feira após informações de que a Comissão de negociação de Futuros de Commodities dos EUA intimou a corretora de criptomoedas Bitfinex e a Tether em 6 de dezembro.

A Tether é uma empresa que emite uma moeda amplamente negociada e afirma que esta moeda é lastreada em dólares norte-americanos mantidos em reserva, mas nunca forneceu evidências para confirmar essa alegação.

 

6. Lula mantém liderança mesmo com condenação; sem petista disputa é acirrada

O Datafolha divulgou nesta quarta-feira a primeira pesquisa feita para a corrida presidencial após a confirmação da sentença de condenação do ex-presidente Lula pelo Tribunal Regional da 4ª Região. O levantamento traz cenários com e sem o petista na disputa.

Na simulação com Lula candidato, o ex-presidente manteve vantagem sobre os demais candidatos, com 37% das intenções de voto. A principal mudança foi o acirramento da disputa caso o petista seja impedido de participar das eleições com base na Lei da Ficha Limpa.

Nos cenários com Lula, as intenções de voto variam entre 34% e 37%. Um eventual segundo turno como Geraldo Alckmin, o petista venceria o tucano por 49% a 30%. Também sairia vencedor contra Marina Silva (47% a 32%). Outro que seria derrotado seria deputado Jair Bolsonaro (PSC).

Bolsonaro perderia em todas as disputas de segundo turno de 49% a 32% contra Lula, de 42% a 32% contra Marina e por 35% a 33% contra Alckmin.

Já em um cenário sem Lula, Jair Bolsonaro lidera as pesquisas com 18%, seguido de Marina Silva (13%), Ciro Gomes (10%), Alckmin (8%) e Luciano Huck (8%).

A pesquisa do Datafolha fez 2.826 entrevistas em 174 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR 05351/20018.

 

7. Bovespa recua com cena externa negativa; Fibria sobe após resultado forte no 4º tri

SÃO PAULO (Reuters) – O principal índice de ações da B3 (SA:BVMF3) recuava pelo segundo pregão seguido nesta terça-feira, na esteira do viés negativo no mercado internacional, enquanto Fibria era destaque positivo após forte resultado no quarto trimestre e noticiário ligado à atividade de fusão e aquisição.

Às 11:30, o Ibovespa caía 0,33 por cento, a 84.418 pontos. O volume financeiro somava 1,19 bilhão de reais.

As bolsas europeias e futuros acionários nos Estados Unidos recuavam, assim como commodities como petróleo e minério de ferro.

A equipe da corretora H.Commcor destacou que a correção técnica nos mercados externos nesta terça-feira testa o recente otimismo e rali da bolsa brasileira no ano.

O expressivo fluxo de capital externo, contudo, tem evitado um movimento de ajuste mais significativo no mercado acionário brasileiro, com as entradas líquidas de investidores estrangeiros na bolsa já superando 7 bilhões de reais em 2018.

Em relatório a clientes, a H.Commcor destaca que, da cena doméstica, o foco agora deve ser no noticiário ligado à reforma da Previdência e nas pesquisas eleitorais.

 

AGENDA SEMANAL

Hora

Moeda

Import.

Evento

Atual

Projeção

Prévio

 

Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2018

00:00

  USD

 

Discurso de Trump, Presidente dos EUA  

 

 

 

   

03:00

  JPY

 

Índice da Confiança Entre as Famílias (Jan)

44,7

44,9

44,7

   

07:50

  EUR

 

Discurso de Coeuré do BCE  

 

 

 

   

08:00

  EUR

 

IPC-núcleo (Anual)  

1,0%

1,0%

0,9%

   

08:00

  EUR

 

IPC (Anual) (Jan)  

1,3%

1,3%

1,4%

   

10:00

  USD

 

Juros de Hipotecas de 30 anos MBA

4,41%

 

4,36%

   

10:00

  USD

 

Pedidos de Hipotecas MBA (Semanal)

-2,6%

 

4,5%

   

10:00

  USD

 

Índice do Mercado Hipotecário

413,4

 

424,4

   

10:00

  USD

 

Pedidos de Refinanciamento Hipotecário

1.288,0

 

1.325,8

   

12:30

  BRL

 

Fluxo Cambial Estrangeiro

 

 

4,42B

   

17:00

  USD

 

Declaração do FOMC  

 

 

 

   

17:00

  USD

 

Taxa-alvo de Fundos Fed

 

1,50%

1,50%

   

Obrigado – Kind Regards – Mit freundlichen Grüßen –最好的问候

Douglas Dantas

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Panorama Advanced Corretora 24/01/2018

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Bom dia Prezados Clientes e Amigos!

 

Mercado em estabilidade para o USD (-0,213%) e EUR (-0,313%) mantendo o mesmo patamar de seu último fechamento-

 

MERCADO FINANCEIRO
 

NÃO DEIXOU BARATO – Se o DÓLAR não furou R$ 3,20 nem quando o mercado dava como aposta certa o placar unânime do julgamento, agora é que não relaxaria a guarda. Sob pressão, fechou em alta de 0,84%,

… A moeda americana ignorou a queda em escala global, para refletir as incertezas políticas made in Brazil.

… Na sincronia com o câmbio, sob o risco LULA, a ponta longa do DI acelerou a alta à tarde. Só o trecho curto conseguiu desarmar prêmio, porque o IPCA-15 de janeiro (+0,39%) subiu menos do que a mediana (+0,42%).

… Apesar disso, continuam isoladas as chances (20%) de que o COPOM estenda o ciclo de corte da SELIC para março, mesmo diante da perspectiva de a ANELL manter a bandeira verde nas contas de luz em fevereiro.

… O anúncio oficial sai 6ªF. Apesar do alívio na energia elétrica, a inflação dos alimentos deve seguir avançando.

… No Projeções Broadcast, cálculos preliminares de analistas indicam que o IPCA de janeiro (8/2) virá entre 0,32% e 0,55%. Se confirmada a mediana, de 0,40%, a taxa será inferior ao resultado da inflação em dezembro (+0,44%).

… Ontem, o IPCA-15 sem susto eliminou algum prêmio do juro para janeiro/19, a 6,900%, de 6,920%. Já o jan/20, que foi de 8,09% para 8,12%, e jan/21, a 9,00%, de 8,93%, fecharam nas máximas. Jan/23 marcou 9,79%, de 9,72%.

 

POLITICA

… Qualquer outro placar que não seja o unânime (3 x 0) na decisão do TRF-4, que julgará o recurso de LULA contra a condenação de MORO por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no tríplex do Guarujá, induzirá a pessimismo. Um pedido de vista, projetando total imprevisibilidade de prazo para a definição da candidatura de LULA, será bem ruim (a bolsa cai forte). Absolvição será ainda pior (bolsa desaba). Só o 2 x 1 será melhor absorvido.

… Nesse caso, existe a expectativa de uma tramitação mais rápida dos embargos infringentes. Normalmente, esses recursos são decididos em seis meses. Pressionada pelo calendário eleitoral, a Justiça aceleraria os trabalhos.

… O TRF-4 levou apenas cinco meses para pautar o julgamento de hoje e tende a decidir qualquer recurso infringente em pouco tempo. Estaria tudo resolvido até 15 de agosto, prazo final para LULA registrar a candidatura.

… A estratégia do PT é manter viva a candidatura do petista até muito perto da eleição, de modo a garantir ao partido um bom desempenho de seus candidatos nos Estados e no Congresso em outubro.

… Assim, a tática do partido deve ser protelar até o último dia o registro da candidatura do ex-presidente no TSE, porque só a partir do registro o MP pode pedir a impugnação, com base na Lei da Ficha Limpa.

… É bem provável que o TSE também decida em tempo recorde, antes que LULA tenha chance de disputar.

… Um placar unânime (3 x 0) abre espaço apenas para o embargo declaratório, que tem tramitação mais rápida. Já um pedido de vista complicaria muita coisa, embolando de vez as projeções de cenário para a eleição.

… Menos de 30% dos julgamentos no TRF tiveram vista. A maior duração foi de cinco meses e a menor, de duas semanas. Mas todo o cuidado é pouco com LAUS. Foi ele o responsável por todos esses pedidos de vista.

BOLSAS

… Embutindo o risco de que as etapas judiciais virem uma história sem fim, a bolsa retrocedeu para os 80 mil pontos, o dólar há mais de um mês não ficava tão caro e o DI longo assumiu os maiores prêmios em dois meses.

… Denunciando a volatilidade nervosa, o giro alto na bolsa, de R$ 11,7 bilhões, em um dia de queda do IBOVESPA (-1,22%), para os 80.678,34 pontos, comprovou que tem investidor indo vendido para o julgamento.

… Já desde cedo, com o tombo do minério de ferro (-3%) no mercado chinês, o mercado ganhava o start para sair realizando. VALE deu a largada (ON, -4,17%, a R$ 40,87) e PETROBRAS completou o sentimento de risk-off.

… Descoladas da alta do petróleo (abaixo), as ações da estatal foram usadas como canal de venda, à medida que batia o medo com o TRF-4. O papel PN caiu 0,97%, para R$ 18,29, e ON perdeu 0,62%, cotado a R$ 19,39.

… ELETROBRAS devolveu o rali da véspera e não caiu pouco (ON, -3,41%, e PNB, -4,31%). Enquanto MEIRELLES dizia em Davos que a privatização é um "desafio enorme", o governo se satisfazia com os prazos de apreciação.

… Entre os bancos, só BRADESCO subiu (PN, +0,35%, a R$ 37,75) antes de LULA. Já ITAÚ caiu 0,35%, a R$ 48,06.

PREVIDÊNCIA – Escalado para a tropa de choque em defesa da reforma, o ministro MARUN (Secretaria de Governo) desmentiu MEIRELLES em coletiva e descartou que a votação fique para novembro. Teima com fevereiro.

… Enquanto isso, em Davos, o ministro da Fazenda foi rápido no gatilho ao responder à pergunta de jornalistas sobre se aceitaria compor uma chapa como vice-presidente, na eventual corrida ao Planalto. "De jeito nenhum."

… MEIRELLES discursa às 11h, em Davos. Angela MERKEL fala às 8h20 e Emmanuel MACRON, às 11h30.

AMERICA FIRST – TRUMP colocou ontem em prática mais uma promessa de campanha, ao anunciar a imposição de barreiras unilaterais à importação de painéis solares e máquinas de lavar. O DÓLAR refletiu o mal-estar.

… Caiu para 110,34 IENES, enquanto o EURO avançou para US$ 1,2297 nos negócios em NY.

… A lista de produtos atingida pela decisão do presidente americano deve crescer nas próximas semanas, incluindo aço e alumínio. A China deve ser a mais afetada, mas também o Brasil poderá sentir os efeitos, no caso do aço.

… A nova política comercial externa foi anunciada no mesmo dia em que EUA, Canadá e México cumpriram a penúltima rodada de renegociação do NAFTA. O México foi um dos incluídos na barreira de máquinas de lavar.
 

O DIA LÁ FORA

… Entre os TREASURIES, o assunto do dia foi a decisão do BOJ de manter o relaxamento monetário, enquanto a inflação não alcançar a meta de 2% ao ano. A sinalização da continuidade da política ultra frouxa foi importante.

… Esvaziou as especulações recentes de um movimento para diminuir o QE em breve. Após a decisão do juro, KURODA (BOJ) negou que o BC japonês tenha discutido a retirada dos estímulos durante a reunião.

… O juro da NOTE de dois anos caiu de 2,061% para 2,040% e o do papel de dez anos recuou de 2,656% a 2,619%.

… Livres do shutdown, as bolsas em NY continuaram no high. DOW ficou estável (-0,01%, a 26.210,81 pontos) e o S&P 500 (+0,22%, para 2.839,13 pontos) e o Nasdaq (+0,71%, para 7.460,29 pontos) renovaram recordes.

… O BOFA MERRILL LYNCH elevou a projeção para o S&P 500 de 2.800 para 3.000 pontos neste ano, citando os fortes resultados das empresas e as expectativas com a reforma tributária.

… Na Europa, o Reino Unido publica sua a taxa de desemprego em dezembro.

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Douglas Dantas

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Panorama Advanced Corretora 23/01/2018

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Bom dia Prezados Clientes e Amigos!

Mercado em leve alta  para o USD (+0,31%) e EUR (+0,13%) ajustando o patamar de seu último fechamento-

MERCADO FINANCEIRO

BATE E VOLTA – O DÓLAR até se arriscou a furar ontem o suporte (-0,52%) na mínima intraday. Mas a marca não veio para ficar e, até o fechamento, já havia zerado a queda e virado.

… Subiu 0,25%,  defendendo por mais um dia seu piso informal. A resistência não assusta, porque o câmbio continua bem longe de níveis de estresse, mesmo às vésperas de LULA (ou exatamente por causa disso).

… O que se imagina é que a moeda americana pode cair, se o placar do TRF-4 vier unânime. Mas pode não subir forte, ainda que dê 2 a 1. O fluxo positivo tem sido importante para manter o sangue-frio no câmbio.

… No DI, está travada a curva, sem vontade de arriscar antes do veredicto que promete decidir a eleição. Da ponta curta à longa, os contratos futuros de juros voltaram a oscilar ontem dentro de margens muito estreitas.

… O janeiro/19 encerrou em 6,925%, de 6,915%, o janeiro/20 terminou em 8,09%, de 8,08%, o janeiro/21 encerrou em 8,92%, de 8,93%, enquanto o janeiro/23 pagou taxa de 9,70%, também quase igual ao pregão anterior (9,69%).

… O desafio do IPCA-15 hoje é quebrar o clima de apatia, movimentando as apostas para o COPOM de março.
 

…Com um recorde por dia e prestes a desafiar os 82 mil pontos, antes mesmo de LULA ter sido julgado, o IBOVESPA pode estar pronto para uma realização de lucro a qualquer momento antes do TRF-4.

… Ontem, já simulou um ajuste, chegando a cair abaixo dos 81 mil pontos na mínima do dia. Mas antes que a correção se consolidasse, a força do rali voltou, para cumprir a rotina de máximas, a 81.675,42 pontos (+0,56%).

… Os fundamentos domésticos e o rali do petróleo, que ronda os US$ 70, ajudam. O quadro de liquidez, com o FED gradualista, também ajuda. Mas é o cenário eleitoral que ajudará muito mais a bolsa, se LULA ficar de fora.

… Antecipando-se ao TRF-4, o estrangeiro continua comprando Brasil. Desde que o ano começou, entraram R$ 5,3 bilhões em capital externo na bolsa, quase 40% de todo o fluxo de 2017, segundo fonte do Broadcast.

… Ontem, já bateu alguma cautela na primeira metade do pregão com o julgamento de LULA. Mas a bolsa ainda teve tempo de recobrar as forças, tendo como protagonistas do otimismo as blue chips do setor financeiro.

… O JPMORGAN elevou a recomendação do BRADESCO (PN, +1,37%, a R$ 37,62) de neutra para overweight (acima da média). A notícia ajuda a ação a tirar a diferença, já que ainda é a mais descontada entre os bancos privados.

… Os rivais ITAÚ (+2,49%, a R$ 48,23) e SANTANDER (unit, +2,51%) também exibiram otimismo para dar e vender.

… O índice DOW Jones subiu 0,55%, para 26.214,67 pontos, o S&P 500 avançou 0,81%, para 2.832,98 pontos, e o Nasdaq fechou em alta de 0,98%, aos 7.408,03 pontos, encerrando o pregão na máxima do dia.

POLITICA… Nos EUA, não tem mais shutdown. No Japão, o BOJ manteve o juro. Na China, o minério despencava na madrugada. No Brasil, uma realização da bolsa pode começar com a VALE. No DI, o IPCA-15 de janeiro (9h) testa as apostas para o COPOM de março. Em Brasília, a Previdência vai ficando para novembro. Em Porto Alegre, esquema de segurança cerca o TRF-4 por terra, água e ar. No placar, uma zebra nunca pode ser descartada.

… A torcida no mercado financeiro é toda pela unanimidade (3 a 0), mas está difícil de cravar um resultado e antecipar este desfecho. Tem investidor que já avisou que resolveu ir vendido para o julgamento.

… Já ontem, a bolsa chegou a vacilar (abaixo) com a possibilidade de que o petista consiga ao menos um voto favorável dos três desembargadores que vão examinar o processo. Mas à tarde já retomava os recordes.

…Nos EUA, o Senado dos EUA conseguiu a vitória ontem à noite, ao aprovar por 81 votos a favor e 18 contra, o paliativo que permite reabrir o governo federal e mantê-lo funcionando até o dia 8/2.

… Como a proposta original (que previa prazo até 16/02) foi alterada, ela teve que passar novamente pela Câmara. Os deputados não perderam tempo e também aprovaram o paliativo ontem à noite. TRUMP já sancionou.

… O acordo só foi possível, depois que as lideranças democrata e republicana no Senado concordaram em votar até o dia 8 um projeto que prorrogue o programa que protege jovens imigrantes ("dreamers") da deportação.

… As primeiras notícias de que democratas e oposição teriam chegado a um acordo sobre o Orçamento fizeram as bolsas em WALL STREET acelerarem as altas no meio da tarde e baterem novos recordes de fechamento.
 

PREVIDÊNCIA – Ontem, durante sua passagem por Londres, o ministro da Fazenda admitiu que o governo pode partir para o plano B da reforma, optando por pautar a votação só depois das eleições, em novembro.

… Embora oficialmente o governo insista em fevereiro, a equipe econômica já jogou a toalha e começou a preparar o espírito para adiar a reforma, desde que a S&P rebaixou o Brasil e o mercado absorveu tudo sem estresse.

… Segundo o Estadão, o governo vai adaptar o discurso e tentar focar na retomada econômica e no aumento das receitas para mostrar que as contas públicas aguentam mais um pouco sem as mudanças fiscais pretendidas.

… Nem o déficit recorde de R$ 268,8 bilhões da Previdência em 2017, anunciado ontem, eleva o senso de urgência da reforma, porque o ano é eleitoral e político que é político não vai se sacrificar na urna pela reforma impopular.
 


AGENDA – A parcial da inflação oficial deve acelerar de 0,35% em dezembro para 0,42% este mês, na mediana apurada pelo Projeções Broadcast. O piso das estimativas do mercado é de 0,33% e o teto está em 0,50%.

… O aumento rápido e expressivo dos alimentos, interrompendo sete meses de deflação, deve mais do que compensar o alívio sentido na conta de luz com a adoção da bandeira verde pela ANEEL, segundo os economistas.

… Antes do IPCA-15, tem para conferir a prévia do IPC-S, que a FGV divulga às 8h.

O DIA LÁ FORA – Nos EUA, o FED de Richmond solta o índice de atividade regional (13h). Na Europa, saem o índice alemão ZEW de sentimento econômico e leitura preliminar da confiança do consumidor da zona do euro (janeiro).

BALANÇOS – Antes da abertura dos negócios, saem JOHNSON & JOHNSON, com previsão de lucro US$ 1,72/ação, PROCTER & GAMBLE (US$ 1,14/ação) e VERIZON (US$ 0,88/ação). À noite, tem UNITED (US$ 1,30/ação).

… No after-hours, NETFLIX disparou 8,25%, após divulgar lucro 177% maior no 4T, de US$ 186 milhões.

JAPÃO HOJE – Além de manter a política monetária inalterada, o BOJ reforçou o compromisso com a compra de bônus até que a inflação atinja o nível de 2%, o que as autoridades projetam que possa acontecer em dois anos.

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Panorama Advanced Corretora 22/01/2018

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Bom dia Prezados Clientes e Amigos!

 

Mercado em estabilidade para o USD (-0,13%) e EUR (-0,213%) mantendo o mesmo patamar de seu último fechamento-

 

MERCADO FINANCEIRO
 

… Além do shutdown do governo TRUMP, tem agenda importante lá fora, com o PIB/4T dos EUA (6ªF) e reuniões do BOJ (amanhã) e BCE (5ªF), quando não se descarta o anúncio de uma data concreta para o fim do QE. Mas a semana é toda de LULA, no julgamento do ano (4ªF), que pode decidir a eleição. Os três juízes do TRF-4 têm fama de linha dura. Mas qualquer que seja o placar, o mercado vai se ajustar, para o bem ou para o mal.

… Ainda que uma votação unânime (3 a 0) pela condenação de LULA venha sendo precificado, se confirmada, pode ampliar o otimismo, renovar as máximas da bolsa e desafiar o piso que o dólar teima em defender (R$ 3,20).

… Já o risco de uma zebra, com 2 a 1, daria o start para algum estresse. O ITAÚ UNIBANCO já simulou este cenário de risco, projetando queda de 1% na bolsa, alta de 0,8% do dólar e prêmio de 5 pontos-base na ponta curta do DI.

… Tem ainda de ser considerada a hipótese de, no dia do julgamento, um dos juízes pedir vista do processo, sem data de retomada. Mas, se der tudo certo, LULA começará a ser julgado às 8h30 e o veredicto deve sair às 15h.

O TESTE DO CÂMBIO – Imaginando o melhor desfecho para o mercado, de um placar unânime contra LULA em Porto Alegre, fontes não descartam que o DÓLAR consiga voltar para a faixa entre R$ 3,10 e R$ 3,00.

… A se confirmar este prognóstico, a moeda americana furaria o forte suporte que tem se estabelecido em R$ 3,20.

… No último pregão, o dólar até chegou a desafiar este piso no intraday, com mínima variação (-0,31%). Mas não demorou para atrair compras e desacelerar o fôlego de queda, para fechar cotado em leve recuperação.

… Na CURVA DO DI, quase ninguém entra e quase ninguém sai. Não há pessimismo com o TRF-4. Muito longe disso. Mas o que se comenta é que falta coragem para arriscar posição antes de LULA, como prova a liquidez fraca.

… O contrato de juro para janeiro/19 fechou estável, em 6,915%, o janeiro/20 passou de 8,10% para 8,07%, o janeiro/21 pouco oscilou, de 8,94% para 8,92%, e o janeiro/23 oscilou menos ainda, a 9,68%, de 9,69%.

 


BOLSA – O suspense com LULA quis precipitar alguma cautela na 6ªF. Mas, antes que o dia terminasse, o IBOVESPA (0,32%) cavou espaço para estabelecer o seu mais novo recorde histórico de fechamento, a 81.219,50 pontos.

… Mesmo já morando nas máximas, a bolsa quer mais, no movimento que coincide com a força compradora dos estrangeiros. Desde que o ano começou, todos os pregões, sem exceção, acusaram entrada de capital externo.

… Na última parcial, do dia 17, houve o ingresso de mais R$ 371,802 milhões na B3. É dinheiro que não acaba.

… Com peso dobrado na bolsa, os papéis dos bancos se destacaram na 6ªF como canal de alta: BRADESCO PN registrou valorização de 0,71%, para R$ 37,11, e ITAÚ UNIBANCO PN emplacou alta de 0,81%, para R$ 47,06.

… A maior parte das blue chips das commodities também adiou uma correção. VALE resistiu estável (+0,05%, a R$ 42,88) e PETROBRAS PN subiu 0,22%, para R$ 18,26. Só PETROBRAS ON caiu (-0,67%), cotada a R$ 19,31.

… Na reta final do pregão, ELETROBRAS (ON, +2,04%, e PNB, +2,93%) investiu às máximas, depois de o governo enviar o projeto de lei sobre a privatização para o Congresso para tramitar em regime de urgência.

IPCA-15 VEM AÍ – Depois do susto com a inflação de dezembro acima do teto, a parcial de janeiro testa amanhã as chances isoladas de a SELIC cair até março. A bandeira ANEEL em fevereiro (6ªF) também pode ajustar as apostas.

… A semana ainda reserva a prévia do IPC-S (3ªF) e a nota do setor externo de dezembro (6ªF), com as transações correntes e investimentos diretos (IDP). Sem data confirmada, o CAGED divulga os números de dezembro.

… Hoje, como de costume, além da pesquisa FOCUS (8h25), tem a balança comercial semanal, à tarde (15h).

 

NADA GRAVE – Economistas acreditam que o impacto do shutdown sobre a economia dos EUA será muito pequeno, especialmente se for rápido. A maioria das paralisações nos últimos 40 anos durou menos de 10 dias.

… A última vez em que o país parou dessa forma foi em outubro de 2013, quando 818 mil trabalhadores, equivalentes a 30% do funcionalismo público, ficaram em casa sem salário por mais de duas semanas.

… Mesmo assim, o PIB do 4T daquele ano cresceu 4%, o melhor resultado em dois anos. O impacto da paralisação foi estimado em apenas 0,3 ponto porcentual pelo Departamento de Comércio norte-americano.

… Na 6ªF, apesar do clima de dúvidas sobre se o teto da dívida seria elevado, não houve corrida para a proteção dos TREASURIES. A taxa da NOTE de dois anos subiu de 2,043% para 2,061% e de dez anos foi de 2,615% a 2,649%.

… O DÓLAR refletiu alguma cautela e recuou para 110,71 IENES, mas ficou estável contra o EURO (US$ 1,2230).

… Mesmo sem ter certeza se o shutdown seria evitado, WALL STREET ignorou as negociações em Washington. O DOW Jones subiu 0,21% na 6ªF e fechou na máxima (26.071,72 pontos), acumulando ganho de 1,04% na semana.

… O S&P 500 (+0,44%, aos 2.810,30 pontos) e o Nasdaq (+0,55%, aos 7.336,38 pontos) bateram recordes de fechamento mais uma vez e acumularam altas na semana de 1,04% e 0,86%, respectivamente.

… Os bancos lideraram os ganhos, com MORGAN STANLEY (+2,90%), GOLDMAN SACHS (+2,05%) e CITIGROUP (+1,18%). Já IBM (-3,99%) foi na mão contrária, após apresentar prejuízo de US$ 1,05 bilhão no 4T.

… Hoje, porém, é possível que as bolsas realizem lucro na abertura, se não houver progressos em Washington.

PETRÓLEO – Passou por realização de lucros na 6ªF, após o relatório mensal da Agência Internacional de Energia (AIE) elevar em 260 mil BPD a previsão de produção dos EUA, para nível recorde de 10,4 milhões BPD em 2018.

 

A SEMANA LÁ FORA – Os principais dados sairão na 6ªF. Além da primeira prévia do PIB/4T dos EUA (previsão +2,9%), em que virá embutida o PCE trimestral, vale o destaque para o PIB preliminar do Reino Unido no período.

… Hoje, nos EUA, sai o índice de atividade do FED de Chicago em dezembro, às 11h30. Na 4ªF, tem para conferir o PMI preliminar da indústria em janeiro. Na 6ªF, é a vez do dado de encomendas duráveis de dezembro.

… Na Europa, amanhã, a Alemanha informa o índice ZEW de sentimento econômico em janeiro e sai ainda o dado preliminar de confiança do consumidor na zona do euro em janeiro. Na 4ªF, tem o PMI do bloco e dos alemães.
Jornais hoje focam na tentativa do governo de ter um ‘plano B’ para a Previdência ser votada em Novembro, ainda não seja um consenso dentro do governo. Também é destaque o reforço do Governo na verba publicitária para tentar reverter cerca de metade dos 100 deputados da base que ainda estão em dúvida sobre a matéria, a pressão que Alckmin está tendo dentro do partido para melhorar ao menos em 10pts nas pesquisas de intenção de voto dentro do estado de SP, a repercussão da entrevista de Meirelles ontem ao programa Canal Livre da rede Bandeirantes, e toda a cobertura sobre o julgamento de Lula no TRF-4, com estatística bem desfavorável ao petista. No Final de semana noticiário mais extenso. Enquanto Moody’s afirma que as chances de aprovação da Previdência pioraram, Marun nega adiamento da votação da reforma e sinaliza que Governo vai para o ‘tudo ou nada’. Tamém foram destaques a entrevista de Temer à Folha no sábado, o encontro de Alckmin com o Livres, o caminho livre de Doria para disputar a cadeira de Governador de SP, a discussão entre Temer e Meirelles sobre uma alternativa para capitalizar a Caixa sem usar o FGTS, a entrevista de Haddad ao Estadão, o temor de dirigentes do PT de encolhimento da legenda caso Lula seja de fato barrado pela justiça, a coluna de Merval Pereira destacando a possibilidade da situação jurídica de Lula estar definida até 5/agosto, além de outras diversas matérias sobre o caso Lula e os caminhos para candidatura. Agenda de indicadores mais vazia hoje. Aqui apenas Focus e Balança comercial semanal. Lá fora, Índice de Atividade FED Chicago. EUA não chegam a acordo e governo americano segue com shutdown parcial. Posse de Cristiane Brasil foi suspensa pelo STF durante a madrugada. Noticiário corporativo traz novo processo nos EUA contra JBS e irmãos Batista, envio do PL sobre venda da Eletrobras ao Congresso, Telles deixando conselho da Ambev e venda pelo Wal-Mart de unidade no Brasil. Ações emergentes avançam e dólar cede ante maioria das moedas.
 


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