Panorama de Mercado 11/09/2019

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia 
👀 📊  ativos operando:   🇺🇸  DÓLAR    -0,21%   🇪🇺 EURO   -0,62%   🗞.

 

Ibovespa Futuro:  +0,63%          

Dow Jones Futuro: +0,14%       

 

No mercado de câmbio:

Dólar à vista abre em baixa com mercado atento a indicadores no Brasil e EUA

 

O dólar à vista abriu em leve baixa nos negócios desta quarta-feira, 11, enquanto a moeda negociada no mercado futuro iniciou o dia em leve alta, neutralizada logo em seguida. A abertura em queda coincidiu com a divulgação dos dados de vendas no varejo em julho, que vieram melhores que o esperado pelos economistas ouvidos pelo mercado. Mas o mercado brasileiro deve dividir as atenções nesta sessão entre fatores internos e externos, o que não descarta certa volatilidade nas cotações do dólar.

 

Em meio ao compasso de espera pela reunião do Banco Central Europeu (BCE), na quinta-feira, 12, os investidores estarão atentos ao noticiário relativo à reforma da Previdência e a intenção da equipe econômica de criar um imposto nos moldes da antiga CPMF.

 

As bolsas europeias operam em alta desde o começo do pregão, com investidores voltando a mostrar otimismo com os esperados novos estímulos do BCE, deixando as incertezas do Brexit temporariamente em segundo plano. Na quinta, o BCE poderá lançar um pacote de medidas para ajudar a impulsionar o crescimento econômico e a inflação da zona do euro. As medidas podem incluir cortes de juros e a retomada de compras mensais de ativos.

 

Outro ponto de atenção é a política monetária do Federal Reserve, que decide sobre os juros básicos da economia americana daqui uma semana e cuja expectativa é de corte das taxas. Nesta quarta, o presidente Donald Trump defendeu que o Fed corte a taxa básica de juros para “zero ou menos”. “Devíamos então começar a refinanciar a nossa dívida. O custo com juros poderia ser trazido muito para baixo, enquanto ao mesmo tempo se prolonga o prazo (de vencimento da dívida)”, afirmou.

 

As declarações de Trump aparentemente não influenciaram os mercados de câmbio e o dólar opera em alta majoritária entre moedas fortes e mistas ante emergentes e exportadoras de commodities.

 

Para Jefferson Rugik, superintendente da Correparti Corretora, a definição do rumo do dólar dependerá em boa medida da divulgação do Índice de Preços ao Produtor (PPI) de agosto nos Estados Unidos. “É um indicador de inflação importante para as decisões do Fed e é possível que o dólar só defina tendência após as 9h30, com a divulgação dos dados”, afirma.

Às 9h10, o dólar à vista era negociado a com queda de 0,21%, na mínima do dia. No mercado futuro, a divisa para outubro recuava 0,27%, O Dollar Index (DXY), que mede a variação do dólar ante uma cesta de moedas fortes, tinha alta de 0,29%.

 

 

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆  INDEX: 0,29%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬇   FUTURO: 0,27%  (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Outubro).

 

Na agenda interna,

 

Após acumular alta de 3,5% nas últimas quatro sessões, o Ibovespa voltou a cair nesta terça-feira, pressionado por fraqueza em Wall Street, com ações de bancos se ajustando após seguidas altas e varejistas liderando perdas após a chegada do serviço Amazon (NASDAQ:AMZN) Prime ao Brasil.

O Ibovespa fechou em queda de 0,14 por cento, a 103.031,50 pontos. O volume financeiro somou 17,4 bilhões de reais.

Em Wall Street, a queda nas ações de empresas de tecnologia pesou sobre os índices acionários, também afetados por preocupações sobre o crescimento global após dados econômicos chineses apontarem desaceleração da segunda maior economia do mundo. O

O viés no exterior foi brevemente mitigado após a notícia de que a China deve passar a comprar mais produtos agrícolas dos Estados Unidos na esperança de obter um melhor acordo comercial, publicou o South China Morning Post, citando fonte.

No noticiário corporativo nacional, se destacou a chegada ao Brasil do serviço de assinatura Prime, da Amazon, pressionando os papéis de empresas do varejo.

 

 

Na agenda externa,

 

A China não está poupando agricultores dos EUA na guerra comercial

A China manteve a pressão sobre os agricultores dos EUA ao se recusar a isentar de suas tarifas quaisquer importações agrícolas importantes.

Pequim publicou uma lista de produtos que não estariam sujeitos a uma tarifa de 25% que foi introduzida no ano passado. A lista incluí medicamentos contra o câncer e óleo de base lubrificante, mas não soja, porco ou milho.

Essas são as primeiras exclusões anunciadas por Pequim desde que a troca de tarifas olho-por-olho começou no ano passado e completará um ano a partir de 17 de setembro. Outras isenções são esperadas oportunamente.

 

 

 Nas Bolsas,

 

Ações devem abrir mistas, títulos consolidados após queda

As bolsas de valores dos EUA devem abrir em baixa após as decepcionantes notícias da China. Os futuros subiam mais cedo, depois que um tweet do editor de um jornal chinês levantou esperanças de notícias mais animadoras do que realmente chegaram.

Às 7h da manhã, os futuros do Dow aumentavam 0,1%, enquanto o S&P 500 permanecia inalterado e o Nasdaq caía menos de 0,1%. A notícia também fez com que os mercados europeus reduzissem os ganhos anteriores.

A notícia também estabilizou o rendimento dos títulos, que havia sido corrigido acentuadamente para cima na terça-feira. O rendimento do título de 30 anos ficou em 2,20%, abaixo da máxima de 2,22% da noite para o dia, enquanto o rendimento da nota de 10 anos foi de 1,72%, abaixo da máxima de quatro semanas de 1,74%.

 

 

Nos Estados Unidos,

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que o Federal Reserve deveria reduzir as taxas de juros dos EUA para "zero ou menos" para ajudar a "refinanciar nossa dívida" com custos de juros mais baixos e um prazo mais longo e culpou o chairman do banco central dos EUA por desperdiçar "uma oportunidade única na vida".

"Temos uma excelente moeda, poder e balanço… Os EUA sempre deveriam pagar a… taxa mais baixa. Sem inflação!", escreveu Trump uma série de tuítes nesta quarta-feira.

O presidente republicano tem pedido juros mais baixos repetidas vezes e criticado o chairman Jerome Powell e o Fed por não cortá-los rápida e drasticamente, o que Trump considera necessário para impulsionar o crescimento econômico dos EUA, conforme Trump busca a reeleição no próximo ano.

"É apenas a ingenuidade de Jay Powell e do Federal Reserve que não nos permite fazer o que outros países já estão fazendo", escreveu o presidente.

Na sexta-feira, Powell disse que o Fed vai agir "conforme apropriado" para ajudar a manter a expansão econômica dos EUA e que fatores políticos não desempenham nenhum papel no processo de tomada de decisão do banco central.

Fonte: Reuters / Investing.com

 

Panorama de Mercado 21/06/2019

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸  DÓLAR  0,39%  💱 🇪🇺 EURO  +0,05%  🗞.

 

Ibovespa futuro: +0,95%                          Ásia (Xangai): +0,50%

Dow Jones Futuro: -0,10%                     Europa (Frankfurt): -0,10%

 

No mercado de câmbio: O dólar caí ante o real na abertura dos negócios desta sexta-feira, com volume reduzido em função do feriado de Corpus Christi na véspera, observando decisão do Copom, de quarta-feira, e de olho no movimento externo de maior apetite a risco.

Às 9:05, o dólar BRBY recuava 0,39%,

O BC realiza nesta sessão leilão de até 5,05 mil swaps cambiais tradicionais, correspondentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de julho, no total de 10,089 bilhões de dólares.

 

🏛 🇺🇸  DÓLAR  INDEX: 0,02%  (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).

🏛 🇺🇸  DÓLAR ⬆ FUTURO: 0,26%    (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Julho).

 

Cenário interno, O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, disse nesta quarta-feira em audiência no Senado que, se ficar comprovado uma atuação irregular dele no episódio das supostas trocas de mensagens entre ele e procuradores da operação da Lava Jato, ele deixa o cargo.

Em audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, Moro também pediu que o site The Intercept Brasil, que fez reportagens baseadas nas alegadas trocas de mensagens, divulgue todo o material que detém.

 

Cenário externo, O movimento de alta nas ações que se seguiu ao sinal do Federal Reserve de cortes na taxa de juros neste ano se enfraqueceu na sexta-feira, com a escalada das tensões entre os EUA e Irã afetando o apetite ao risco.

O presidente Donald aprovou, um ataque militar contra o Irã, em retaliação à derrubada de um drone de vigilância norte-americano, mas cancelou os ataques no último minuto, de acordo com uma reportagem do New York Times.                       

        

Nas Bolsas, O Ibovespa fechou nesta quarta-feira acima dos 100 mil pontos pela primeira vez, após o banco central dos Estados Unidos sinalizar um possível corte na taxa de juros do país neste ano.

O Ibovespa subiu 0,9%, a 100.303,41 pontos. O volume financeiro somava 15,38 bilhões de reais. Em março, o Ibovespa chegou a superar os 100 mil pontos em duas sessões, mas apenas durante o pregão, alcançando 100.438,87 pontos em 19 de março, recorde intradia ainda em vigor. No melhor momento desta quarta-feira, o índice chegou a 100.327,15 pontos.

O Federal Reserve manteve a taxa de juros entre 2,25% e 2,50%, mas sinalizou possíveis cortes de até 0,5 ponto percentual no restante do ano, diante da maior incerteza econômica e queda nas projeções de inflação. O Federal Reserve manteve a taxa de juros entre 2,25% e 2,50%, mas sinalizou possíveis cortes de até 0,5 ponto percentual no restante do ano, diante da maior incerteza econômica e queda nas projeções de inflação.

O mercado de juros futuros dos EUA embutia expectativas de corte já no próximo mês, com probabilidade de a taxa encerrar o ano abaixo de 1,75%.

Tal cenário tende a favorecer o fluxo de recursos para mercados emergentes, como o Brasil, em busca de melhores rendimentos.

"O Ibovespa segue muito barato para um cenário de menos juros no Brasil e no mundo", afirmou o gestor de portfólio Guilherme Foureaux, sócio na Paineiras Investimentos. "Caso a reforma da Previdência siga andando, acreditamos que existe potencial grande de apreciação da bolsa brasileira."

A véspera de feriado no Brasil também foi marcada por expectativa para o desfecho da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, previsto para após o fechamento da bolsa.

Copom manteve a taxa Selic em 6,5% ao ano.

A equipe liderada pelo ex-BC Mario Mesquita espera que os cortes de juros venham apenas após a aprovação da reforma da Previdência na primeira rodada de votação na Câmara dos Deputados, que eles esperam que ocorra em julho.

"Mais adiante, acreditamos que a combinação de fraca atividade econômica com inflação abaixo da meta e perspectiva inflacionária benigna deve abrir espaço para estímulos monetários adicionais, que levarão a taxa Selic a 5,0% em 2019."

 

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PRINCIPAIS CUIDADOS COM A TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA INTERNACIONAL

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Especialmente quando não se tem muita experiência, é de suma importância que ao realizar uma transferência bancária internacional, o indivíduo leve em conta alguns cuidados para que não se obtenha algum tipo de ônus.

 

Além de possíveis cobranças de taxas, é comum o fato de que, ao não proceder com a transação financeira de forma assertiva, ocorram prejuízos em relação à cotação da moeda internacional, por exemplo.

 

Quais os principais cuidados a se tomar, no momento de realizar uma transferência bancária internacional? Te contamos a seguir, acompanhe!

 

Transferência bancária internacional: principais tributos

 

É de suma importância manter a cautela quando for necessário realizar uma transferência bancária internacional, para que se escape de tributos.

 

Um cuidado dos mais básicos a se tomar, diz respeito a alíquota do IOF que deverá ser paga. Ela varia de acordo com a finalidade da transferência.

 

Se você informar à instituição financeira, por exemplo, que a transação se trata de “Manutenção de residentes no exterior”, o IOF fica em 0,38%. Porém, no caso da transferência ser do tipo “Disponibilidade no exterior”, que consiste no envio de recursos destinados à sua própria conta bancária no exterior, a incidência do imposto é de 1,10%.

 

Diante de tal situação, no caso de dúvida, a melhor alternativa é buscar a consultoria de uma empresa corretora especializada em câmbio e operações afins. Dessa forma é possível para obter a melhor orientação e evitar pagar mais do que o devido em taxas.

 

Transferência bancária internacional: faça somente com uma instituição autorizada pelo Banco Central

 

Não é apenas o IOF e taxas que podem trazer ônus a você, na ocasião de transferir recursos para o exterior.

 

Infelizmente, há uma série de indivíduos que aplicam golpes, estelionatos e fraudes, especialmente em relação a este trâmite.

 

Ao realizar uma transferência de recursos para outro país, procure ter o máximo de informações referentes à instituição responsável e se certifique de que ela é autorizada pelo Banco Central para realizar a operação, caso da Advanced Corretora, por exemplo.

 

Dúvidas? Estamos aqui para lhe esclarecer qualquer questionamento referente a tema, entre em contato conosco!

 

COMO TER UMA CONTA CORRENTE EM DÓLAR NOS EUA?

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Seja para realizar uma viagem de intercâmbio e/ou turismo, seja a negócios, ou ainda para realizar o pagamento de contas internacionais e até mesmo como uma forma de investimento, muitas pessoas consideram ter uma conta corrente em dólar, nos EUA.

 

Mas, será que é preciso morar na terra do Tio Sam, para que seja permitido abrir uma conta bancária com dólares?

 

A equipe da Advanced Corretora te conta a seguir como você pode ter uma conta fora do Brasil, mesmo que você não resida fora, confira!

 

Conta corrente nos Estados Unidos: alternativa interessante

Quem tem empresa com negócios nos Estados Unidos e costuma viajar bastante para lá, sabe que é interessante ter uma reserva em dólares para quando for necessário, não é mesmo?

 

Pessoas que fazem turismo, mantém filhos estudando nos EUA, ou familiares e que vez ou outra, tem a necessidade de enviar remessa de dinheiro, também podem contar com a facilidade de uma conta corrente por lá.

 

Ou seja, tanto pessoas físicas quanto pessoas jurídicas, tem a disponibilidade de usufruir dos benefícios que uma conta corrente fora do país, promove.

 

O melhor de tudo é que não é preciso deslocar-se do Brasil até os Estados Unidos, somente para abrir uma conta. Isso pode ser feito de maneira remota, daqui mesmo.

 

Com a conta aberta, o usuário passa a contar com um cartão de débito internacional, dentre outros benefícios como:

  • Alíquota de impostos menor,  para remessas de dinheiro;
  • Possiblidade de quitar contas com mais economia, mesmo em relação a mensalidades de escolas, e serviços, por exemplo;
  • Oportunidade de possuir reservas em dólar, que é considerada uma moeda forte, ainda mais em comparação ao Real;
  • Menos IOF, pois poderá precisar menos da aquisição de dólar turismo, etc.
  •  

Fizemos um vídeo que aborda este tema e traz várias respostas as principais indagações das pessoas, confira abaixo: https://www.youtube.com/watch?time_continue=3&v=q3PWy0YfkhI

 

A forma mais fácil de abrir sua conta corrente em dólar nos EUA é entrando em contato com a Advanced Corretora. Simplificamos todo o processo e trazemos a você a solução ideal.

 

Panorama de Mercado 18/01/19

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  ▲0,58%  💱 🇪🇺 EURO  ▲0,07%  mediante encerramento do dia anterior.

 

No mercado de câmbio:

O dólar firmou trajetória de alta no ultimo dia útil meio a uma cautela renovada com a disputa comercial entre Estados Unidos e China e expectativas de desaceleração do crescimento chinês.

Na máxima da sessão, o dólar atingiu 0,85% de alta e na mínima 0,28%.

Hoje em sua abertura, o dólar avançava 0,85 por cento,

 

A aceleração no movimento de alta da moeda norte-americana, após abrir com pouca variação, foi puxada pelo cenário externo, segundo operadores.

Analistas consultados pela Reuters disseram que o crescimento anual do Produto Interno Bruto da China pode cair para 6,3 por cento em 2019, e que o crescimento do país provavelmente desacelerou para 6,4 por cento no último trimestre de 2018, o mais fraco desde a crise financeira, à medida que a guerra comercial com os Estados Unidos pressionou as demandas doméstica e externa.

O otimismo do mercado com as negociações comerciais entre EUA e China também foi contido por uma escalada nas tensões, relacionada a uma notícia de que parlamentares dos EUA propuseram uma legislação que proíbe a venda de chips norte-americanos ou outros componentes para a Huawei Technologies ou outras companhias chinesas que violam sanções dos EUA ou regras de controle de exportações.

No âmbito nacional, investidores continuam aguardando sinalizações mais contundentes sobre a reforma da Previdência.

"No fundo estamos em modo de espera por questões internas, estamos na expectativa de divulgação dos detalhamentos da Previdência", explicou Campos Neto, que citou também a espera pela eleição dos presidentes das duas casas do Congresso, prevista para início de fevereiro.

Há expectativa de que Bolsonaro bata o martelo sobre a Previdência ao retornar da viagem a Davos, após o dia 25 de janeiro, informou o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, na segunda-feira.

O Banco Central realizará leilão de até 13,4 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de fevereiro, no total de 13,398 bilhões de dólares. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

(Fonte:Investing.com)

 

Na mercado interno:

O IGP-M passou a recuar 0,01 por cento por cento na segunda prévia de janeiro, contra queda de 1,15 por cento no mesmo período do mês anterior, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

 (Fonte:Investing.com)

 

Na agenda:

 

Hora

Moeda

Import.

Evento

Atual

Projeção

Prévio

07:30

  GBP

 

Vendas no Varejo (Mensal) (Dez)

-0,9%

-0,8%

1,3%

(Fonte:Investing.com )

 

No mercado Externo :

Uma gama de diferentes crises manterá diversos líderes mundiais longe do Fórum Econômico Mundial de Davos na próxima semana, que será realizado em meio a um crescente pessimismo com a economia global e as perspectivas políticas.

As expectativas em torno de disputas comerciais, relações internacionais tensas, o Brexit e uma desaceleração do crescimento global que alguns temem ser capaz de levar a uma recessão mundial devem dominar o encontro, que ocorre entre os dias 22 e 25 de janeiro, deixando o clima carregado.

O relatório de riscos globais do próprio Fórum, divulgado nesta semana, deu o tom do encontro ao alertar sobre os ventos contrários que se aproximam na economia, em parte devido a tensões geopolíticas entre grandes potências.

Cerca de 3 mil líderes de empresas, governos e da sociedade civil devem se reunir no resort de esqui coberto de neve, mas entre eles haverá apenas três líderes do G7, grupo composto pelos sete países mais industrializados do mundo: o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, a chanceler alemã, Angela Merkel, e o premiê italiano, Giuseppe Conte.

Donald Trump, que no ano passado roubou os holofotes em Davos com a rara aparição de um presidente norte-americano em exercício, cancelou sua participação devido aos problemas decorrentes da paralisação parcial do governo dos EUA.

Seu homólogo francês, Emmanuel Macron, também não irá ao encontro pois precisa lidar com os protestos dos “coletes amarelos”, enquanto a premiê britânica, Theresa May, encontra-se em uma batalha para encontrar uma solução para o Brexit.

Fora dos G7, os líderes de Rússia e Índia não prestigiarão Davos, enquanto a China –cujo presidente Xi Jinping foi o primeiro líder chinês a comparecer à cúpula, em 2017, quando fez uma defesa vigorosa do livre comércio– enviará o vice.

Com isso, o papel de tranquilizar líderes empresariais deve ficar a cargo de personalidades como o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, e seu homólogo britânico, Philip Hammond, bem como o vice-presidente chinês, Wang Qishan, e uma série de chefes de bancos centrais.

(Fonte:Investing.com)

 

Nas Bolsas:

O Ibovespa fechou em alta de mais de 1 por cento nesta quinta-feira, com novo recorde, acima de 95 mil pontos, em movimento guiado pelas ações da Vale (SA:VALE3), em sessão marcada pela notícia de que os EUA estão discutindo retirar tarifas a produtos chineses e expectativas sobre a reforma da Previdência.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,01 por cento, a 95.351,09 pontos, nova máxima histórica de fechamento. No melhor momento, chegou a 95.681,82 pontos, recorde intradia. O volume financeiro no pregão somou 15,9 bilhões de reais.

Na parte da tarde, o Wall Street Journal publicou que o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, discutiu levantar algumas ou todas as tarifas impostas às importações chinesas e sugeriu oferecer uma reversão tarifária nas reuniões de comércio marcadas para 30 de janeiro.

A notícia animou Wall Street e contaminou o pregão brasileiro, uma vez que a disputa comercial entre Washington e Pequim tem trazido receios quanto aos efeitos no ritmo de crescimento da economia mundial.

Profissionais da área de renda variável também citaram como componente para a melhora da bolsa brasileira notícias de que a equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro, liderada por Paulo Guedes, detalhará a proposta da reforma da Previdência durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, na próxima semana.

"A expectativa era de que Bolsonaro falasse sobre a proposta apenas na volta de Davos. Mas agora há a perspectiva de que Guedes fale durante o Fórum. Com o mercado querendo subir, serve como argumento", disse Frederico Mesnik, sócio-fundador da Trígono Capital.

Uma fonte do governo afirmou nesta quinta-feira que o ministro da Economia irá replicar em Davos os pontos que levantou no seu discurso de posse, sendo a reforma da Previdência o primeiro pilar da agenda econômica brasileira que será apresentada.

"A bolsa melhorou com notícias de que foco do governo em Davos será a reforma da Previdência e privatizações, além da notícia de queda da tarifa de importação", observou Pedro Menezes, membro do comitê de investimento de ações e sócio da Occam Brasil Gestão de Recursos.

 (Fonte:Investing.com)

 

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Panorama de Mercado 17/01/19

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  ▼0,11%  💱 🇪🇺 EURO  ▼0,09%  mediante encerramento do dia anterior.

 

No mercado de câmbio:

O dólar opera sem um rumo definido nesta quinta-feira, com o mercado aguardando sinalizações mais contundentes do governo sobre a Previdência e acompanhando o exterior, em meio a uma cautela renovada devido às negociações comerciais entre Estados Unidos e China.

Às 9h57, a moeda norte-americana apresentava estabilidade.

O dólar fechou em alta na quarta-feira, com os investidores monitorando o cenário externo e esperando os próximos passos do governo em relação à aprovação de reformas. A moeda subiu 0,19%.

O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 13,4 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de fevereiro, no total de US$ 13,398 bilhões.

(Fonte:G1)

 

Na mercado interno:

Depois de ficar praticamente estável em outubro, a economia brasileira voltou a crescer em novembro, segundo apontam números divulgados pelo Banco Central (BC) nesta quinta-feira (17).

De acordo com a instituição, o chamado Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) registrou uma alta de 0,29% em novembro do ano passado, na comparação com outubro de 2017. O número foi calculado com "ajuste sazonal", que é uma compensação para comparar períodos diferentes de um ano.

A equipe de análise do HSBC divulgou relatório a seus clientes com quatro possíveis cenários para a aprovação da reforma da Previdência e seus desdobramentos dentro do mercado de renda fixa.

“Acreditamos que os investidores permanecerão precificando a passagem da reforma da Previdência, mas a escala e o escopo são importantes”, avalia Monty Gandhi, estrategista de renda fixa na América Latina.

Neste sentido, o banco aponta quatro cenários: (i) reforma “ambiciosa” é aprovada; (ii) uma “boa reforma” é promulgada; (iii) reforma “medíocre” passa no Congresso e; (iv) sem aprovação da reforma.

No primeiro cenário, Gandhi projeta que o prêmio de risco em excesso (diferença entre as taxas de 10 anos dos títulos brasileiros em relação aos Treasuries menos expectativas de inflação em doze meses) poderá cair para 0% a 1%, dos atuais 3,3% (aproximadamente).

Por sua vez, o segundo cenário poderá resultar no intervalo de 1% a 2%. Já com o terceiro cenário, pequena queda para o patamar aproximado de 3%. Na pior das hipóteses, sem aprovação da reforma da Previdência, o prêmio de risco em excesso pode subir para o intervalo de 7% a 8%.

 (Fonte:Investing.com)

 

Na agenda:

Hora

Moeda

Import.

Evento

Atual

Projeção

Prévio

08:00

  EUR

 

IPC (Anual) (Dez)

1,6%

1,6%

1,9%

11:30

  USD

 

Índice de Atividade Industrial Fed Filadélfia (Jan)

 

9,7

9,1

(Fonte:Investing.com )

 

No mercado Externo :

Com relação a dados econômicos, os pedidos semanais de seguro-desemprego, bem como o estudo da atividade industrial do Fed de Filadélfia estão previstos para serem divulgados às 11h30 (horário de Brasília).

Os pedidos inciais de seguro desemprego na última semana devem subir levemente para 219 mil, enquanto os economistas preveem que o índice do Fed de Philly subiu para 9,7 no mês passado, de 9,4 em dezembro.

Um discurso do governador do Federal Reserve, Randal Quarles, às 13h45 (horário de Brasília) também estará em foco.

O índice dólar, que mede a força da moeda frente a uma cesta ponderada de seis principais divisas, estava levemente mais alto, com 95,76.

No mercado de títulos, os rendimentos do Tesouro caíram mais, com a nota de referência título com vencimento em 10 anos ficando em 2,71%, enquanto o rendimento nos títulos do governo com vencimentos em 2 anos ficaram em 2,53%.

 (Fonte:Investing.com)

 

Nas Bolsas:

O mercado futuro dos EUA apontavam para uma abertura ligeiramente menor, já que fricções recentes com a gigante de tecnologia chinesa Huawei aumentaram as preocupações com a atual disputa comercial entre EUA-China.

Às 6h25 (horário de Brasília), o índice blue chip futuros do Dow caía 57 pontos, ou cerca de 0,2%, os futuros do S&P 500 perdiam 8 pontos, ou próximo 0,3%, enquanto o índice futuro de tecnologia Nasdaq 100 indicava um declínio de 26 pontos, ou aproximadamente 0,4%.

Os movimentos no pré-mercado virão depois que os principais índices de Wall Street atingiram altas de um mês na quarta-feira, com fortes ganhos do Bank of America (NYSE:BAC) e do Goldman Sachs (NYSE:GS) elevando o ânimo do investidor.

Na Europa, as ações europeias estavam em baixa, com a maioria das principais bolsas em toda a região em território negativo, sem o apoio dos ganhos que o mercado que os EUA desfrutou e ofuscados pelos avisos sobre o risco de um Brexit desordenado.

Mais cedo, os mercados da Ásia fecharam sem direção, com as bolsas na China levando a perdas.

 

Seguindo a tendência das bolsas internacionais, o índice futuro do Ibovespa abre a jornada desta quinta-feira com perdas de 0,15% aos 94.510 pontos, depois de encerrar a quarta-feira com ganhos de 0,38%.

A primeira-ministra britânica, Theresa May, venceu um voto de confiança no Parlamento do Reino Unido nesta quarta-feira antes de fazer um apelo a parlamentares de todo o espectro político em uma tentativa de quebrar o impasse sobre o acordo de divórcio do Brexit. O clima no mercado contudo é de cautela enquanto o prazo de 29 de março para a saída da União Europeia se aproxima.

(Fonte:Investing.com)

 

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Panorama de Mercado 16/01/19

0

Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  ▲0,09%  💱 🇪🇺 EURO  ▼0,14%  mediante encerramento do dia anterior.

 

No mercado de câmbio:

O dólar abriu em levíssima queda nesta quarta-feira, após ter fechado em alta na véspera, com os investidores ainda ansiosos pela proposta de reforma da Previdência e com o mercado internacional mostrando resiliência após a derrota da primeira-ministra britânica Theresa May em votação parlamentar do Brexit.

Às 9h39, a moeda norte-americana caía 0,20%.

Na véspera, o dólar fechou em alta de 0,72%. No ano, entretanto, a queda acumulada é de quase 4%.

 

Apesar da paralisação do governo ainda em curso, o Federal Reserve lançará seu Livro Bege às 17h00.

O Livro Bege informa sobre várias condições econômicas locais e será uma contribuição para a próxima reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) no final do mês.

Depois que o Fed subiu quatro vezes os juros em 2018, os investidores agora esperam que o banco central americano suspenda sua política de aperto monetário este ano com riscos crescentes na econômica americana.

O índice dólar, que mede a força da moeda frente a uma cesta ponderada de seis principais divisas, estava levemente menor em 95,58.

No mercado de títulos, os rendimentos do Tesouro aumentaram, com a nota de referência título com vencimento em 10 anos em 2,73%, enquanto o rendimento nos títulos do governo com vencimentos em 2 anos ficaram em 2,54%.

 (Fonte:G1 e Investing.com)

 

Na mercado interno:

O volume do setor de serviços do Brasil ficou estável em relação a outubro e teve alta de 0,9 por cento na comparação com o mesmo mês do ano anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.

 

O índice FipeZap que acompanha valor de locação de apartamentos em 15 cidades do país apurou alta de 0,38 por cento em dezembro ante novembro, ficando acima da variação da inflação medida pelo IPCA no período, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira.

No ano, o preço dos alugueis de apartamentos medido pela Fipe e pelo portal ZAP, subiu 2,33 por cento, abaixo do IPCA e da variação do IGP-M, de 7,54 por cento.

Segundo o levantamento, o retorno médio anualizado do aluguel foi de 4,4% em dezembro de 2018, leve aumento sobre o registrado um ano antes.

Em dezembro, apenas três das 15 cidades analisadas apresentaram recuos nos preços de aluguel. A maior expansão ocorreu em Fortaleza (1,59 por cento), seguida por Goiânia (0,89 por cento) e Distrito Federal (0,73 por cento).

(Fonte:Investing.com)

 

Na agenda:

Hora

Moeda

Import.

Evento

Atual

Projeção

Prévio

07:15

  GBP

 

Discurso de Carney, Gov do BoE  

 

 

 

07:30

  GBP

 

IPC (Anual) (Dez)

2,1%

2,1%

2,3%

13:30

  USD

 

Estoques de Petróleo Bruto

 

-1,323M

-1,680M

17:00

  GBP

 

UK Government No Confidence Vote

 

 

 

(Fonte:Investing.com )

 

No mercado Externo :

Drama no Brexit

O governo da primeira-ministra britânica, Theresa May, enfrentou um voto de censura após a derrota esmagadora de seu acordo de separação do Brexit pelo parlamento, que deixou a saída da Grã-Bretanha da União Europeia sem direção faltando apenas dez semanas para sua saída.

Depois que o parlamento votou, totalizando 432-202 contra seu acordo, a pior derrota da história britânica moderna, o líder do Partido Trabalhista Jeremy Corbyn, da oposição, prontamente convocou um voto de censura ao governo de May, às 17h00.

Muitos investidores esperam que May consiga permanecer no governo e, posteriormente, busque atrasar o prazo final, planejado para 29 de março, quando o Reino Unido deveria deixar oficialmente a União Européia.

A libra britânica se firmou após um mergulho durante a noite. O par GBP/USD estava em 1.2875 por 8h30 depois de cair até 1.2667 na terça-feira.

(Fonte:Investing.com)

 

Nas Bolsas:

O índice futuro do Ibovespa, depois do fechamento negativo da sessão de ontem, inicia a quarta-feira com ganhos de 0,38% aos 94.665 pontos, em dia que é marcado por indefinição nos mercados europeus por conta do Brexit, e de leve alta nos índices futuros de Wall Street.

Os mercados acionários globais resistiram a uma tempestade política no Reino Unido, com os investidores apostando que um Brexit sem acordo será menos provável depois que os legisladores britânicos derrotaram a proposta de separação do Brexit, da primeira ministra May.

As ações asiáticas terminaram em alta, com as ações da Austrália atingindo máximas de dois meses, o Kospi, da Coreia do Sul, e Hang Seng, de Hong Kong, que alcançaram topo de seis semanas.

Os mercados na Europa também estavam em alta, embora as ações britânicas tenham tido um queda de desempenho, com o FTSE caindo em torno de 0,5%, com a alta mais forte empurrando multinacionais como a  Unilever  (LON:ULVR), e a  Diageo  DGE) menor.

Em Wall Street, o mercado futuro dos EUA, apontavam para uma abertura um pouco maior, já que os investidores estão esperando pelos os últimos lotes de ganhos bancários.

O índice blue chip futuros do Dow subia 66 pontos, ou cerca de 0,3%, os futuros do S&P 500 subiam 6 pontos, ou cerca de 0,2%, enquanto o índice futuro de tecnologia Nasdaq 100 indicavam um ganho ganho de 2 pontos, ou menos de 0,1%.

Os movimentos no pré-mercado vêm depois das ações subirem na terça-feira, com fortes ganhos da Netflix (NASDAQ:NFLX) levando as ações de tecnologia e internet a subir.

(Fonte:Investing.com)

 

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No mercado de câmbio:

O dólar opera perto da estabilidade nesta terça-feira, após fechar em queda na ultima segunda feira. O mercado acompanha o comportamento externo da moeda após a China sinalizar medidas de estímulo à economia e aguardando o desfecho da votação do Brexit no Parlamento do Reino Unido.

Às 9h23, a moeda norte-americana subia 0,06%.
Na segunda-feira (14), o dólar caiu 0,40%.

 (Fonte:IG1)

 

Na mercado interno:

As vendas no varejo brasileiro avançaram 2,9 por cento em novembro na comparação com o mês anterior e subiram 4,4 por cento sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.

 (Fonte:Investing.com)

 

Na agenda:

Hora

Moeda

Import.

Evento

Atual

Projeção

Prévio

08:00

  EUR

 

Balança Comercial (Nov)

19,0B

13,7B

14,0B

08:46

  CNY

 

Novos Empréstimos (Dez)

1.080,0B

800,0B

1.250,0B

09:00

  BRL

 

Vendas no Varejo (Anual) (Nov)

4,4%

3,2%

1,9%

09:00

  BRL

 

Vendas no Varejo (Mensal) (Nov)

2,9%

0,1%

-1,1%

A definir

  USD

 

Balança Comercial

 

-54,00B

-55,50B

11:30

  USD

 

Núcleo do IPP (Mensal) (Dez)

 

0,2%

0,3%

A definir

  USD

 

Exportações

 

 

211,05B

A definir

  USD

 

Importações

 

 

266,53B

11:30

  USD

 

Índice Empire State de Atividade Industrial (Jan)

 

10,75

10,90

11:30

  USD

 

IPP (Mensal) (Dez)

 

-0,1%

0,1%

13:00

  EUR

 

Discurso de Draghi, Presidente do BCE  

 

 

 

14:30

  USD

 

Discurso de Kashkari, membro do FOMC  

 

 

 

16:00

  USD

 

Discurso de George, membro do FOMC  

 

 

 

16:00

  USD

 

Discurso de Kaplan, membro do FOMC  

 

 

 

17:00

  GBP

 

Votação do Parlamento Britânico no Acordo do Brexit

 

 

 

19:30

  USD

 

Estoques de Petróleo Bruto Semanal API

 

 

-6,270M

(Fonte:Investing.com )

 

No mercado Externo :

O Federal Reserve vai ser paciente ao tomar decisões de política monetária neste ano devido ao bom momento econômico dos Estados Unidos, mas também à desaceleração no exterior, disse o vice-chairman do Fed, Richard Clarida, em uma entrevista a uma emissora de TV nesta segunda-feira.

"Podemos nos dar ao luxo de ter paciência em 2019, há um bom momento", disse ele à Fox Business Network, acrescentando que as autoridades vão decidir sobre os juros a cada reunião nos próximos meses.

O Fed elevou as taxas de juros quatro vezes no ano passado, inclusive em meados de dezembro, quando os formuladores da política previram mais dois aumentos este ano. Desde então, o chairman do Fed, Jerome Powell, e outros enfatizaram uma abordagem mais de esperar para ver diante da volatilidade do mercado e preocupações de que a fraqueza na China, no Japão e na Europa possa afetar negativamente o sólido crescimento dos EUA.

 (Fonte:Investing.com)

 

Nas Bolsas:

O índice futuro do Ibovespa inicia a sessão desta terça-feira com valorização de 0,10% aos 94.955 pontos, seguindo a tendência positiva demonstrada nas bolsas estrangeiras da Ásia e Europa, além os índices futuros de Wall Street.

O dia será marcado pela expectativa em relação à votação do Brexit no parlamento britânico. A expectativa é de derrota da proposta apresentada pela primeira-ministra Theresa May, mas o número de votos contrários poderá ajudar a definir os próximos passos do país, que ainda são incertos. Qualquer alteração da data de votação ou uma derrota acachapante de May terá peso sobre o mercado.

Do exterior, a China sinalizou nesta terça-feira mais medidas de estímulo no curto prazo uma vez que a guerra tarifária com os Estados Unidos pesou sobre seu setor comercial e levantou o risco de uma desaceleração econômica mais acentuada. A segunda maior economia do mundo buscará alcançar "um bom início" de primeiro trimestre, afirmou em comunicado a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, indicando que o governo está pronto para conter a crescente pressão sobre o crescimento.

Ainda de olho no cenário externo, o investidor local vai aguardar pelos sinais de Wall Street em meio ao início da temporada de balanços dos EUA. Nos primeiros negócios da manhã, os futuros operam em alta, com ganhos de 0,3% no Dow e de 0,4% no S&P 500, enquanto o Nasdaq avança 0,5%.

No ambiente interno, a expectativa do dia é algum novo sinal do governo em relação à reforma da Previdência. Bolsonaro deverá fazer uma aparição pública após a reunião ministerial para apresentar decreto que facilita o acesso a armas, uma das principais promessa de campanha.

 

Bolsas Internacionais

Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,96 por cento, a 20.555 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 2,02 por cento, a 26.830 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 1,36 por cento, a 2.570 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 1,96 por cento, a 3.127 pontos.

A terça-feira é marcada pela indefinição dos mercados europeus. Em Frankfurt, o DAX cai 0,36% aos 10.870 pontos, enquanto que em Londres, o FTSE soma 0,17% aos 6.866 pontos. Já em Paris, o CAC soma 0,22% aos 4.773 pontos

 (Fonte:Investing.com)

 

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No mercado de câmbio:

O dólar opera em alta nesta segunda-feira, após dados mostrarem o crescimento recorde do superávit comercial da China com os EUA, o que leva temor à possibilidade de uma guerra comercial, e com os investidores à espera da proposta de reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro.

Às 9h14, a moeda norte-americana subia 0,42%.

A China teve em 2018 o maior superávit comercial com os Estados Unidos já registrado, o que pode levar o presidente norte-americano, Donald Trump, a ampliar as ameaças sobre Pequim em sua disputa comercial.

Além disso, as exportações da China caíram inesperadamente pelo ritmo mais forte em dois anos em dezembro, enquanto as importações também contraíram, indicando mais fraqueza na segunda maior economia em 2019 e deterioração da demanda global.

O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 13,4 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de dezembro, no total de US$ 13,398 bilhões. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

Na sexta-feira, a moeda norte-americana subiu 0,15%. Na semana passada, o dólar acumulou queda de 0,04%. No ano, o recuo chega a 4,12%.

(Fonte:IG1)

 

Na mercado interno:

O grupo dos economistas que mais acertam as previsões na pesquisa Focus do Banco Central elevou a expectativa para a taxa básica de juros a 7 por cento neste ano, mostrou o levantamento divulgado nesta segunda-feira.

Por duas semanas, o chamado Top-5 projetou que a Selic permaneceria ao longo deste ano no atual patamar de 6,5 por cento, mas agora passou a ver duas altas de 0,25 ponto percentual, uma em outubro e outra em dezembro.

Os economistas como um todo também veem a Selic a 7 por cento no final de 2019 na mediana das projeções, mantendo a previsão do levantamento anterior, prevendo também altas de 0,25 ponto em outubro e em dezembro. Para 2020, também permanece o cálculo de taxa básica de juros a 8 por cento.

A pesquisa realizada semanalmente pelo BC com uma centena de economistas mostrou ainda ajuste de 0,01 ponto percentual para cima na perspectiva para a alta do IPCA em 2019, projetada agora a 4,02 por cento. Para 2020, a expectativa é de uma inflação de 4 por cento.

Em 2018, a inflação terminou com alta acumulada de 3,75 por cento, abaixo do centro da meta oficial.

O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o Focus mostra que a projeção é de crescimento de 2,57 por cento este ano, de 2,53 por cento calculados antes, com a atividade crescendo 2,50 por cento em 2020.

(Fonte:Investing.com)

 

Na agenda:

Hora

Moeda

Import.

Evento

Atual

Projeção

Prévio

01:00

  CNY

 

Exportações (Anual) (Dez)

-4,4%

3,0%

5,4%

01:00

  CNY

 

Importações (Anual) (Dez)

-7,6%

5,0%

3,0%

01:00

  CNY

 

Balança Comercial (USD) (Dez)

57,06B

51,53B

44,71B

04:30

  GBP

 

Índice Investing.com GBP/USD

30,6%

 

31,5%

04:30

  USD

 

Índice Investing.com Ouro

64,0%

 

64,4%

04:30

  USD

 

Índice Investing.com S&P 500

63,0%

 

69,2%

04:30

  JPY

 

Índice Investing.com USD/JPY

68,5%

 

70,3%

04:30

  EUR

 

Índice Investing.com EUR/USD

42,6%

 

43,8%

08:00

  EUR

 

Produção Industrial (Mensal) (Nov)

-1,7%

-1,5%

0,1%

7 min

  BRL

 

Boletim Focus  

 

 

 

A definir

  USD

 

Relatório WASDE  

 

 

 

(Fonte:Investing.com )

 

No mercado Externo :

As exportações da China caíram inesperadamente pelo ritmo mais forte em dois anos em dezembro, enquanto as importações também contraíram, indicando mais fraqueza na segunda maior economia em 2019 e deterioração da demanda global.

Dados divulgados nesta segunda-feira também mostraram que a China teve em 2018 o maior superávit comercial com os Estados Unidos já registrado, o que pode levar o presidente norte-americano, Donald Trump, a ampliar as ameaças sobre Pequim em sua disputa comercial.

Alguns analistas já especulam que Pequim pode ter que acelerar e intensificar suas políticas de afrouxamento e medidas de estímulo este ano, após a atividade industrial ter encolhido em dezembro.

As exportações da China em dezembro encolheram inesperadamente 4,4 por cento na comparação com o ano anterior, com a demanda na maioria de seus principais mercados enfraquecendo. As importações também surpreenderam, encolhendo 7,6 por cento, em seu maior declínio desde julho de 2016.

Analistas esperavam que o crescimento das exportações desacelerasse a 3 por cento, com as importações avançando 5 por cento.

"Os dados de hoje refletem um fim ao adiamento dos carregamentos e o início dos efeitos de rebote, enquanto a desaceleração global pode também pesar sobre as exportações da China", escreveram economistas do Nomura em nota, referindo-se ao aumento dos embarques para os EUA durante a maior parte do ano passado, conforme as empresas correram para se antecipar às tarifas.

O superávit da China com os EUA aumentou no ano passado em 17,2 por cento, para 323,32 bilhões de dólares, o mais elevado já registrado desde 2006, de acordo com cálculos da Reuters baseados em dados da alfândega.

O grande superávit comercial da China com os EUA é há tempos um ponto sensível com Washington, que tem exigido que Pequim adote medidas para reduzi-lo com força.

(Fonte:Investing.com)

 

Nas Bolsas:

O índice futuro do Ibovespa inicia os negócios desta segunda-feira com queda de 0,52% aos 93.660 pontos, depois da leve queda de sexta. O dia também se mostra negativo nas bolsas da Europa e nos índices futuros de Wall Street, após uma sessão já negativa na Ásia.

Pesa sobre o sentimento dos investidores, a queda no comércio chinês. As exportações da China em dezembro encolheram inesperadamente 4,4 por cento na comparação com o ano anterior, com a demanda na maioria de seus principais mercados enfraquecendo. As importações também surpreenderam, encolhendo 7,6 por cento, em seu maior declínio desde julho de 2016. Analistas esperavam que o crescimento das exportações desacelerasse a 3 por cento, com as importações avançando 5 por cento.

Dados divulgados nesta segunda-feira também mostraram que a China teve em 2018 o maior superávit comercial com os Estados Unidos já registrado, alta de 17,2% para US$ 323 bilhões. Isso pode levar o presidente norte-americano, Donald Trump, a ampliar as ameaças sobre Pequim em sua disputa comercial.

Os EUA seguem com a paralisação do governo em meio à pressão de Donald Trump para construir o muro na fronteira com o México. O presidente está sob pressão com a culpa pelo fechamento caindo sobre ele e a insatisfação aumentando com a interrupção de serviços federais e não pagamento de servidores. Trump segue irredutível e com apoio de sua base mais próxima e da mídia mais alinhada ao seu governo como a Fox News, que defende que o presidente mantenha o shutdown.

No Brasil, a reforma da Previdência segue no radar com a expectativa da apresentação do texto pela equipe econômica para Jair Bolsonaro. A expectativa é que no texto final apareça o regime de capitalização, a idade mínima e um período de transição mais célere. A agenda local reserva indicadores de destaque, como o das vendas do varejo de novembro, marcada para a terça-feira. No dia seguinte, será a vez dos números do setor de serviços, também de novembro.

 

Em TÓQUIO, o índice Nikkei permaneceu fechado. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 1,38 por cento, a 26.298 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,71 por cento, a 2.535 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,87 por cento, a 3.067 pontos.

O dia também se mostra negativo para as bolsas das principais praças da Europa. Em Frankfurt, o DAX tem perdas de 0,50% aos 10.832 pontos, enquanto que em Londres, o FTSE cai 0,59% aos 6.877 pontos já em Paris, o CAC cede 0,67% aos 4.794 pontos.

 (Fonte:Investing.com)

 

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No mercado de câmbio:

 LEILÃO DE SWAP OCORRERÁ ENTRE 11H30 E 11H40 E RESULTADO SAIRÁ A PARTIR DAS 11H50

(Fonte:Investing.com)

 

Na mercado interno:

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, acompanhará o presidente Jair Bolsonaro no Fórum Econômico Mundial, em Davos, e dirá que o combate à corrupção atende a uma questão ética e também econômica: contribui para melhorar o ambiente de negócios no Brasil.

O encontro, na Suíça, acontecerá entre os dias 22 e 25 deste mês e reunirá cerca de 250 autoridades do G20 (grupo que reúne as 20 principais economias do mundo) e de outros países.

O tema do fórum será "Globalização 4.0: Moldando uma arquitetura global na era da quarta revolução industrial".

Conforme revelou o jornalista Heraldo Pereira no Jornal das Dez (GloboNews), Bolsonaro não fará um discurso de improviso. Com isso, o presidente já está rascunhando a fala em Davos.

Participação de Moro

Moro falará no fórum sobre as três prioridades da gestão dele à frente do ministério: combate à corrupção, ao crime organizado e aos crimes de violência.

A presença do ministro em Davos faz parte da estratégia do governo de melhorar a imagem do país no exterior.

A mensagem que o governo quer passar é que o país está na vanguarda do combate à corrupção.

O combate ao crime organizado e aos crimes violentos também têm sua vertente econômica: investimentos externos deixam de ser realizados pelo clima de insegurança nas principais cidades do país.

A indústria de turismo, grande geradora de emprego, também sofre com a violência, pois afasta o turista estrangeiro. Um exemplo do momento é Fortaleza (CE): o número de visitantes diminuiu com a onda de ataques dos últimos dias.

(Fonte:G1)

 

Na agenda:

Hora

Moeda

Import.

Evento

Atual

Projeção

Prévio

07:30

  GBP

 

PIB (Mensal)

0,2%

0,1%

0,1%

 

07:30

  GBP

 

Produção Industrial não extrativa e s/ serv. públicos (Mensal) (Nov)

-0,3%

0,4%

-0,6%

 

07:30

  GBP

 

PIB Mensal (Variação Trimestral)

0,3%

0,3%

0,4%

 

11:30

  USD

 

IPC-núcleo (Mensal) (Dez)

 

0,2%

0,2%

 

 (Fonte:Investing.com )

 

No mercado Externo :

A China planeja determinar uma meta de crescimento econômico mais baixa de 6 a 6,5 por cento em 2019, comparado com o objetivo do ano passado de "em torno" de 6,5 por cento, disseram fontes à Reuters, no momento em que Pequim lida com tarifas mais elevadas dos Estados Unidos e enfraquecimento da demanda doméstica.

A meta proposta, a ser apresentada na sessão anual do Parlamento em março, foi aprovada pelos principais líderes na Conferência Central de Trabalho Econômico realizada em meados de dezembro, de acordo com quatro fontes com conhecimento do resultado da reunião.

Dados a serem divulgados mais tarde neste mês devem mostrar que a economia chinesa cresceu cerca de 6,6 por cento em 2018, o nível mais fraco desde 1990. Analistas preveem mais perda de força este ano, antes que medidas de suporte comecem a fazer efeito.

"É muito difícil que o crescimento supere 6,5 por cento (este ano), e pode haver problemas se o crescimento cair abaixo de 6 por cento", disse uma fonte que pediu anonimato devido à sensibilidade do assunto.

 (Fonte:Investing.com)

 

Nas Bolsas:

O Ibovespa é a Bolsa de Valores com melhor desempenho no mundo neste início de ano segundo a revista Forbes. A publicação americana, conhecida por publicar a lista das pessoas mais ricas do mundo, aponta o início do governo do presidente Jair Bolsonaro como fator principal para a performance da bolsa brasileira, contrariando perspectivas negativas em relação ao manejo da economia pelo então pré-candidato no passado.

Em artigo escrito pelo colunista Kenneth Rapoza, a revista aponta que o Ibovespa está no caminho de ter a maior valorização mundial no primeiro trimestre de 2019 e até do primeiro semestre. Até o momento, o Ibovespa tem uma valorização acumulada de 6,73%, contra 2,91% do S&P 500 e 2,25% do Dow Jones.

 (Fonte:Investing.com)

 

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