Panorama Advanced Corretora 15/01/2018

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Bom dia Prezados Clientes e Amigos!

Mercado em leve queda para o USD (-0,2%) e EUR (+0,05) mantendo o mesmo patamar de seu último fechamento

… NY tem feriado (hoje) e LIVRO BEGE (4ªF). Uma rodada de dados na China influencia as expectativas, com o PIB/4T e produção industrial de dezembro, na virada de 4ªF para 5ªF. Aqui, o IBC-Br de novembro abre a semana (8h30) e deve confirmar a retomada econômica. Mas o protagonismo da agenda dos mercados vem da eleição sem LULA, da tentativa de fritura de MEIRELLES e da reforma que só a equipe econômica quer aprovar.

… O desleixo fiscal já custou o rating do Brasil, mas parece uma fantasia imaginar que o Congresso se sensibilize à urgência de apertar os cintos, porque se não fez isso até agora, muito menos o fará às vésperas da corrida às urnas.

… A própria S&P reconheceu que será difícil aprovar a mudança na aposentadoria em ano eleitoral.

… Se o rebaixamento não veio para pressionar o Congresso a fazer o ajuste fiscal, veio a calhar à jogada ensaiada para devolver a influência de MEIRELLES, que não gostou nada de ser queimado por MAIA e traído por TEMER.

… O IBOVESPA não deixou de cumprir o ajuste em queda à piora do rating, mas antes que o dia terminasse, zerou as perdas, chegou a cravar o recorde intraday histórico de 79.440 pontos (quer buscar 80 mil) e fechou estável.

… No final do pregão, o índice à vista (-0,02%) defendia os 79 mil pontos (79.349,11), com giro forte, de quase R$ 9,2 bilhões, bancado em grande parte pelo investidor estrangeiro, que não vem estressando com nada.

… Mesmo nos dias de realização da bolsa na semana passada, o capital externo não parou de entrar. Na 4ªF, ingressaram R$ 281 milhões, elevando o saldo no ano a quase R$ 3 bilhões. Já são 13 dias seguidos de entradas.

… É a festa do fluxo, com o País atrativo aos olhos dos estrangeiros, apesar do ajuste fiscal no fio da navalha. O ciclo positivo de inflação ancorada e retomada econômica se completa pela torcida nas eleições sem LULA.

… Ao contrário do rating soberano, as blue chips das commodities foram poupadas de um rebaixamento pela S&P e contribuíram para zerar as perdas da bolsa. VALE desafiou a queda do minério (-1,3%) e subiu 0,58%, a R$ 43,55.

… A agência de classificação de risco reafirmou o rating da mineradora em BBB- e manteve a perspectiva positiva.

… Também a nota da PETROBRAS foi conservada em BBB-. O outlook continuou estável. O papel PN subiu 0,29%, para R$ 17,30, e ON ganhou 0,77%, cotado R$ 18,36. O estímulo extra veio do petróleo perto de US$ 70 (abaixo).

… Apesar de os bancos não terem tido a mesma sorte, com os ratings de 15 deles cortados pela S&P de BB para BB-, as ações do BRADESCO (PN, R$ 35,50) tiveram variação nula e ITAÚ PN (-0,09%, a R$ 45,33) resistiu estável.

… O setor financeiro parece disposto a interromper a recente correção, para demonstrar força e seguir em frente.

… Sobra liquidez. Nem o cronograma das captações foi comprometido pelo downgrade, tampouco os emergentes parecem sofrer o risco de um FED mais hawkish, depois de a deflação do PPI reforçar o gradualismo de POWELL.

… No DI, a ponta longa, onde se concentra o investidor estrangeiro, respondeu com alta na abertura dos negócios à S&P. Mas devolveu prêmio ainda na primeira metade dos negócios, confirmando o efeito passageiro.

… Os juros curtos também fecharam em queda e, desde o IPCA fraco de dezembro, vêm esvaziando as chances de queda da SELIC. Mesmo o corte no COPOM de fevereiro começa a ser colocado à prova na curva a termo.

… A reunião de política monetária do mês que vem (7) será dias antes da tentativa de votação da reforma (19). A chance de o juro voltou a cair é agora de 72%, contra 95% antes de a inflação oficial ter sido divulgada.

… As apostas para março, que já eram menos expressivas (40%), recuaram para 24%. Apesar disso, o ITAÚ não desistiu. Mantém a aposta de mais duas quedas do juro, de 0,25 pp cada, com a SELIC encerrando o ciclo a 6,5%.

… No fechamento dos negócios, o DI para janeiro/19 caía a 6,930%, de 6,890%, jan/20 passava de 8,04% para 8,05%, jan/21 estava em 8,87%, de 8,88%, jan/23 pagava 9,63%, de 9,69%, e jan/25 ia de 10,11% a 10,03%.

AGENDA – O IBC-Br de novembro, hoje, pode apresentar a quarta alta seguida e vir mais forte que em outubro (0,29%). No Projeções Broadcast, o intervalo das estimativas varia de zero a alta de 0,80%, com mediana de 0,43%.

… A semana fraca só prevê as prévias do IPC-FIPE (4ªF), IGP-M (5ªF) e IPC-S, amanhã, quando sai ainda o IGP-10 de janeiro. Hoje, além do IBC-Br, tem a pesquisa FOCUS (8h25) e a balança comercial semanal (15h).

… As apostas de que o BC americano subirá os juros em março aumentaram de 68,0% para 73,7%.

… O yield da NOTE de dois anos rompeu o patamar de 2% (2,002%) e cravou o maior nível desde o estouro da crise mundial (setembro/2008). Na véspera, estava em 1,981%. O juro do papel de dez anos foi de 2,542% para 2,547%.

… Na 6ªF à noite, o FED boy Eric ROSENGREN (não vota) disse que a reforma tributária deve acelerar o crescimento econômico e a queda no desemprego, o que pode justificar mais do que três altas de juros neste ano.

… A agenda dos indicadores terá ainda os índices de atividade do FED de NY (amanhã) e o dado de confiança de Michigan (6ªF), quando se esgota o prazo para o Congresso aprovar um novo aumento do teto da dívida.

… Três FED boys podem falar nesta semana, todos na 4ªF: Charles EVANS e Robert KAPLAN (ambos sem voto) irão a um evento na Flórida (18h). Loretta MESTER, que vota este ano pelo sistema de rodízio, discursa às 19h30.

… Na Europa, hoje (8h) sai a balança comercial da zona do euro. Amanhã tem inflação ao consumidor (CPI) em dezembro no Reino Unido. Na 4ªF é a vez do nCPI da zona do euro.
 

 

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Obrigado – Kind Regards – Mit freundlichen Grüßen – 最好的问候 

Douglas Dantas

Mesa de Operações

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Panorama de Mercado 12/01/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. E o temor dos mercados aconteceu. A S&P Global rebaixou a nota de crédito soberano do Brasil, atribuindo sua decisão ao atraso em reformas fiscais e à incerteza política. A perspectiva da nota passou de negativa para estável. O planalto tinha esperança de conseguir tempo com a melhora das contas públicas de 2017, com déficit de cerca de R$ 40 bilhões inferior, que deve ser anunciado ao final deste mês. Certamente que a incerteza em relação a aprovação na reforma da previdência, prevista para ser votada em 19 de fevereiro, pesou na decisão da agência. Com isso, ganha mais importância, o julgamento do ex-presidente Lula, em 24 de janeiro, tendo em vista que ele não é considerado um candidato comprometido com as reformas fiscais que o País necessita. O cenário externo favorável hoje pode ajudar a minimizar o impacto da notícia nesta manhã, após um princípio de acordo entre os grandes bloco políticos da Alemanha que devem abrir caminho para a governabilidade da chanceler Angela Merkel, e que está fazendo o dólar perder força no exterior nesse encerramento de semana. Vale lembrar que, nos Estados Unidos, os investidores aguardam a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) em dezembro, às 11h30. No mesmo horário, saem também os dados de vendas do varejo referentes ao último mês de 2017. Às 13 horas, o Departamento de Comércio dos EUA apresenta os dados de estoques de empresas em novembro. A divulgação do CPI pode movimentar as cotações por aqui.

 

 

Na agenda interna, Os mercados locais começam a sessão reagindo à indigesta notícia do rebaixamento da nota de crédito do Brasil ontem à noite pela S&P Global de BB para BB-, atribuindo a decisão ao atraso em reformas fiscais e à incerteza política. A perspectiva da nota passou de negativa para estável. Embora os investidores já estivessem com essa possibilidade no cenário, houve alívio quando esse passo não foi dado pela agência no fim do ano passado. Além disso, o governo tinha esperança de que ganharia tempo com a melhora das contas públicas em 2017 (com déficit cerca de R$ 40 bilhões inferior), que será anunciado no fim deste mês. O rebaixamento veio antes de o governo tentar conseguir aprovar a reforma da Previdência na votação na Câmara marcada para 19 de fevereiro. O fato é um golpe para o presidente Michel Temer, que esperava aumentar sua baixíssima popularidade com alguns números melhores da economia, inflação baixa e Selic na mínima histórica, em 7,00% ao ano. E também para o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que chegou em dezembro a fazer uma rodada de conversas com os representantes das três maiores agências para mostrar que houve avanços no campo fiscal e pedir mais tempo. Não adiantou. "A mudança da agência de rating é uma bofetada para a administração do presidente Michel Temer", diz texto hoje no site do jornal britânico Financial Times. O cenário externo mais favorável pode ajudar a minimizar o impacto da notícia.

A agenda desta sexta-feira tem como destaque a entrevista, marcada para 13 horas, da diretora da agência de classificação de risco S&P Global Lisa Schineller sobre o rebaixamento do rating soberano do Brasil de BB para BB-. A perspectiva da nota foi alterada de negativa para estável.

 

Na agenda externa,  As exportações da China aumentaram pelo décimo mês consecutivo em dezembro. No mês passado, as exportações chinesas medidas em dólares tiveram expansão anual de 10,9%, depois de crescerem 12,3% em novembro. Já as importações aumentaram 4,5% em dezembro ante igual mês do ano anterior. E o superávit comercial da China aumentou para US$ 54,69 bilhões em dezembro, de US$ 40,21 bilhões em novembro.

Depois de meses de negociações, um princípio de acordo entre dois grandes blocos políticos da Alemanha surgiu durante a madrugada. Os conservadores da CDU, de Merkel, e os sociais-democratas de Matin Schulz, costuraram um início de aliança que poderá permitir a criação de um "bloco central" no país, que está sem governo há mais de 100 dias. A notícia faz o dólar perder força no exterior nesse encerramento de semana.  

                              

Nas Bolsas, A maioria das bolsas asiáticas teve ganhos modestos nesta sexta-feira, após os mercados acionários de Nova York fecharem em novas máximas históricas ontem e na esteira de dados mistos da balança comercial chinesa.

A maioria das bolsas europeias opera em alta na manhã desta sexta-feira em função de progressos políticos registrados na Alemanha e que devem abrir caminho para a governabilidade da chanceler Angela Merkel.

 

Nos Estados Unidos, os investidores aguardam a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) em dezembro, às 11h30. No mesmo horário, saem também os dados de vendas do varejo referentes ao último mês de 2017. Às 13 horas, o Departamento de Comércio dos EUA apresenta os dados de estoques de empresas em novembro.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 11/01/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Hoje teremos a divulgação da ata da reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) em dezembro (10h30). Nos Estados Unidos, saem os pedidos de auxílio-desemprego (11h30), além do discurso do presidente do Fed de Nova York, William Dudley (com direito a voto), sobre a perspectiva para a economia americana em 2018. Também as 11h30 sai o PPI – Dezembro. No Brasil, o governo continua usando “moeda de troca” pelo apoio de governadores e prefeitos à reforma da Previdência. A Caixa recebeu autorização para conceder R$ 2,5 bilhões em empréstimos a Estados e municípios sem garantias da União desde outubro do ano passado. Caixa e Banco do Brasil também tiveram sinal verde para financiar ao todo R$ 5,06 bilhões aos governadores e prefeitos em contratações com e sem aval da União. Do total, apenas R$ 2,238 bilhões referem-se a operações com garantia do Tesouro.

 

 

Na agenda interna,  O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,75% na primeira prévia de janeiro, após ter aumentado 0,73% na primeira prévia de dezembro. E a Caixa recebeu autorização para conceder R$ 2,5 bilhões em empréstimos a Estados e municípios sem garantias da União desde outubro do ano passado. Levantamento feito pelo Broadcast mostra que, neste período, Caixa e Banco do Brasil tiveram sinal verde para financiar ao todo R$ 5,06 bilhões aos governadores e prefeitos em contratações com e sem aval da União. Do total, apenas R$ 2,238 bilhões referem-se a operações com garantia do Tesouro. A concessão desses empréstimos se transformou em arma política depois que o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, admitiu que o dinheiro seria usado como moeda de troca pelo apoio de governadores e prefeitos à reforma da Previdência

 

 

Na agenda externa, A economia da Alemanha cresceu um pouco menos do que o esperado no ano passado, mas ainda em ritmo robusto. Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) da maior economia europeia teve expansão de 2,2%. Já a produção industrial da zona do euro cresceu 1% em novembro ante outubro. Na comparação anual de novembro, a indústria do bloco ampliou a produção em 3,2%, variação que também superou a projeção do mercado, de ganho de 2,9%. Embora o resultado de novembro seja positivo, preocupa o fato de ter sido amplamente sustentado pela Alemanha, potência manufatureira do bloco.

Hoje será divulgada a ata da reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) em dezembro (10h30).

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira, com algumas delas ainda reduzindo ganhos que acumularam durante a onda de otimismo que dominou os mercados acionários globais nos primeiros dias do ano, mas as da China avançaram após sinais econômicos positivos. Bolsas Europeias em baixa.

 

Nos Estados Unidos, os destaques são os pedidos de auxílio-desemprego (11h30), além do discurso do presidente do Fed de Nova York, William Dudley (com direito a voto), sobre a perspectiva para a economia americana em 2018. Também as 11h30 sai o PPI – Dezembro.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 10/01/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Saiu agora a pouco o IPCA que encerrou 2017 com alta acumulada de 2,95%, abaixo do piso do regime de metas pela primeira vez desde a sua criação em 1999. No âmbito político, o nome do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia, volta a cena após declarações do mesmo de que poderia entrar na disputa  se perceber que não se trata de uma aventura. Maia também deixou no ar ontem que, o calendário para aprovação da reforma da previdência é apertado e que a crescente movimentação de partidos e políticos em torno das eleições 2018 pode atrapalhar o avanço. Nos Estados Unidos, os investidores acompanham discursos de dirigentes do Federal Reserve, como Robert Kaplan, de Dallas (10h30); Charles Evans, de Chicago (meio-dia); e James Bullard, de St. Louis, às 16h30. Entre os indicadores, merece destaque o resultado de dezembro do índice de preços de importações (11h30) e o relatório semanal de estoques de petróleo do Departamento de Energia (13h30).

 

 

Na agenda interna,  O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,55% na primeira quadrissemana de janeiro, repetindo a variação observada em dezembro.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,44 por cento em dezembro e encerrou 2017 com alta acumulada de 2,95 por cento, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), abaixo do piso da meta pela primeira vez desde a adoção do regime de metas. Com isso, o Banco Central deve ter entregar ainda hoje, pela primeira vez desde a criação do regime de metas, em 1999, uma carta para ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para justificar o descumprimento.

O calendário para aprovação da reforma da Previdência neste ano é apertado, indicou o presidente da Câmara dos Deputados e um dos principais defensores da proposta, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em entrevista ao programa 'Conexão Estadão', na rádio Eldorado. "Se não tiver maioria (308 votos) para a reforma em fevereiro, será difícil ter votação depois de março", explicou. A crescente movimentação de partidos e políticos em torno das eleições 2018 pode atrapalhar o avanço.

Os mercados locais seguem atentos ao desenrolar da corrida presidencial deste ano, agora tendo mais um nome no horizonte, o do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que assumiu ontem que pode entrar na disputa se perceber que não se trata de uma "aventura". "Topo correr risco em eleição, não topo aventura". Maia costura o apoio de vários partidos, mas está mesmo de olho no PSDB e MDB, e teria até o nome do tucano Antonio Anastasia, aliado de Aécio Neves, como possível vice, ou ainda a senadora Ana Amélia (PP-RS). Com as eleições no radar, Maia sinalizou ontem que a reforma da Previdência pode não passar na Câmara.

 

Na agenda externa, O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da China subiu 4,9% em dezembro, na comparação com o mesmo mês de 2016. Na comparação mensal, o PPI chinês subiu 0,8% em dezembro ante novembro, quando o índice havia subido 0,5% na comparação com outubro.

O Banco Mundial elevou sua previsão de alta do PIB do planeta do ano passado de 2,7%, realizada em junho, para 3%. Em relação a 2018, a projeção subiu de 2,9% para 3,1%. Para 2019, ocorreu leve aumento de 2,9% para 3,0%. Para 2020, a previsão é de expansão de 2,9%.

A produção industrial do Reino Unido subiu 0,4% em novembro ante outubro. Na comparação anual, a produção industrial cresceu 2,5% em novembro.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quarta-feira, com algumas delas interrompendo o tom positivo que exibiam desde o começo do ano em meio a perspectivas favoráveis para a economia global.

Depois de os ganhos imperarem em 2018 para a maioria das bolsas europeias, os investidores decidiram dar uma pausa em algumas praças e realizar lucros.

 

Nos Estados Unidos, os investidores acompanham discursos de dirigentes do Federal Reserve, como Robert Kaplan, de Dallas (10h30); Charles Evans, de Chicago (meio-dia); e James Bullard, de St. Louis, às 16h30. Entre os indicadores, merece destaque o resultado de dezembro do índice de preços de importações dos Estados Unidos (11h30) e o relatório semanal de estoques de petróleo do Departamento de Energia (13h30).

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 09/01/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Nesta manhã foi divulgado que as vendas no varejo brasileiro avançaram 0,7 por cento em novembro na comparação com o mês anterior e subiram 5,9 por cento sobre um ano antes. Apesar da onda otimista vista no início do ano, agentes se mostram desconfortáveis sobre mudanças na chamada regra de ouro da política fiscal e por isso o Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles negou qualquer intenção de “flexibilização” do mecanismo, que impede o endividamento para pagar despesas correntes do governo. Nos Estados Unidos, alguns dirigentes das distritais do Fed continuam dando indícios de que o Banco Central do país tende a elevar o juro em pelo menos mais três oportunidades em 2018. O argumento vem da confiança de que com a reforma tributária aprovada ao final de 2017, as chances da inflação do país subir também aumentam, o que daria subsídios para a tomada da decisão. Inclusive, a presidente da distrital de Cleveland do Fed, Loretta Mester, afirmou que a forte economia americana e o baixo nível de desemprego podem ser o caso para quatro elevações nos juros neste ano, o que ainda não é claro para os agentes dos mercados. Hoje, o presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari (sem direito a voto), participa de sessão de perguntas e respostas em Wayzata (13h00). No mesmo horário, sai a pesquisa Jolts de emprego do mês de novembro.

 

 

Na agenda interna, O mercado de trabalho do Brasil encerrou o ano passado mostrando tendência de recuperação nos primeiros meses de 2018, com o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) registrando em dezembro o nível mais alto da série iniciada em junho de 2008. O IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, teve alta de 3,1 pontos e atingiu 107,0 pontos, no quarto avanço seguido do indicador.

Apesar da onda de otimismo dos mercados neste início de ano, os agentes seguem desconfortáveis sobre eventuais mudanças na chamada regra de ouro da política fiscal, que impede o endividamento para pagar despesas correntes do governo. Após muitas críticas de todos os lados, os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, negaram ontem qualquer intenção de flexibilizar o mecanismo neste ano e disseram que a discussão do tema gira em torno de detalhes jurídicos para cumprimento da regra no Orçamento de 2019. A Constituição atualmente prevê que descumprir a regra de ouro é crime de responsabilidade, passível de impeachment. Meirelles assegurou que a norma será cumprida em 2018 com a devolução de mais recursos pelo BNDES, mas há um rombo de R$ 150 bilhões a R$ 200 bilhões a ser coberto no ano seguinte.

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou alta de 0,74% em dezembro, ante um aumento de 0,80% em novembro. Com o resultado, o IGP-DI acumulou uma redução de 0,42% no ano de 2017.

As vendas no varejo brasileiro avançaram 0,7 por cento em novembro na comparação com o mês anterior e subiram 5,9 por cento sobre um ano antes.

 

 

Na agenda externa, A produção industrial da Alemanha cresceu 3,4% em novembro ante outubro, no cálculo com ajustes sazonais. O dado de produção industrial de outubro ante setembro foi revisado, de queda de 1,4% para 1,2%.

A taxa de desemprego da zona do euro caiu de 8,8% em outubro para 8,7% em novembro, atingindo o menor nível desde janeiro de 2009.

 

                              

Nas Bolsas, A maioria das bolsas asiáticas manteve a tendência positiva que vem exibindo desde o começo do ano nesta terça-feira, ainda sustentadas por perspectivas otimistas para a economia global e na esteira de novas máximas históricas de fechamento nos mercados acionários de Nova York ontem. As bolsas da Europa têm mais uma manhã de altas.

 

Nos Estados Unidos, A presidente da distrital de Cleveland do Fed, Loretta Mester, afirmou que a forte economia americana e o baixo nível de desemprego podem ser o caso para quatro elevações nos juros neste ano. Na mesma linha, o presidente do Fed de San Francisco, John Williams, disse no domingo ser favorável a três elevações, argumentando que a já sólida economia americana receberá um impulso da reforma tributária aprovada no Congresso americano no fim do ano passado. Taxas de juros mais elevadas tendem a fazer o dólar subir à medida que se torna mais atraente investir nos EUA e, portanto, há uma maior demanda pela moeda americana.

Hoje, o presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari (sem direito a voto), participa de sessão de perguntas e respostas em Wayzata (13h00). No mesmo horário, sai a pesquisa Jolts de emprego do mês de novembro.

 

Fonte: Broadcast e Reuters

Panorama de Mercado 08/01/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Hoje o boletim focus do banco central trouxe as seguintes estimativas para o final de 2018: IPCA: 3,95%, Selic: 6,75%, PIB: 2,69%, USD: 3,34, Superávit Coml: USD 52 Bilhões. Em relação a reunião do Copom de fevereiro se espera uma redução na taxa Selic em 0,25%, passando dos atuais 7% à 6,75%. Na agenda local a semana tem o destaque para a divulgação do IPCA de dezembro na quarta-feira e as vendas no varejo amanhã. Já no exterior, o foco estará na inflação ao consumidor dos Estados Unidos na sexta-feira. E o presidente da distrital de San Francisco do Federal Reserve (Fed, o BC americano), John Williams, afirmou que os juros devem ser elevados três vezes neste ano uma vez que a economia terá um forte impulso da reforma tributária. Com isso, o Fed pode ter que ser mais agressivo, caso seja necessário, disse Williams. Hoje a agenda do país traz os dados de crédito ao consumidor referente ao mês de novembro às 18h.

 

 

Na agenda interna, O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) iniciou 2018 com alta de 0,31 por cento na primeira quadrissemana de janeiro, depois de avançar 0,21 por cento em dezembro.

A agenda local da semana traz como destaque o IPCA de dezembro na quarta feira e, as vendas no varejo de novembro amanhã, enquanto no exterior o foco estará na inflação ao consumidor dos Estados Unidos na sexta-feira e da China amanhã. No âmbito político, apesar de o Congresso estar em recesso este mês, o governo segue nas articulações políticas para tentar salvar a reforma da Previdência, embora o presidente Michel Temer não tenha promovido nenhuma reunião no fim de semana para tratar do tema e hoje só tenha na agenda despachos internos num momento em que reduziu bastante o ritmo de trabalho por recomendações médicas. E, o procurador que denunciou as pedaladas fiscais no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, Julio Marcelo, afirmou no fim de semana que abrir mão da chamada regra de ouro é quebrar a responsabilidade fiscal e um retrocesso histórico para as finanças públicas do País. A proposta de flexibilizar a regra que impede o endividamento para pagar despesas do dia a dia do governo está sendo costurada com a Câmara.

Hoje o boletim focus do banco central trouxe as seguintes estimativas para o final de 2018: IPCA: 3,95%, Selic: 6,75%, PIB: 2,69%, USD: 3,34, Superávit Comercial: USD 52 Bilhões. Em relação a reunião do Copom de fevereiro se espera uma redução na taxa Selic em 0,25%, passando dos atuais 7% à 6,75%.

 

 

Na agenda externa, As encomendas à indústria da Alemanha caíram 0,4% em novembro ante outubro. Já o dado mensal de outubro ante setembro foi revisado para cima, de ganho de 0,5% para aumento de 0,7%.

As vendas no varejo da zona do euro tiveram alta de 1,5% em novembro ante outubro, de acordo com dados oficiais publicados pela Eurostat. Na comparação anual, as vendas no varejo avançaram 2,8% em novembro.

O índice de sentimento econômico da zona do euro, que mede a confiança de setores corporativos e dos consumidores, subiu de 114,6 em novembro para 116 em dezembro, atingindo o maior nível desde outubro de 2000, segundo comissão europeia.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta segunda-feira, estendendo o rali que teve início na semana passada com expectativas de que a economia global se manterá em sólida trajetória de recuperação este ano. A maior parte das bolsas da Europa opera em alta.

 

Nos Estados Unidos, O presidente da distrital de San Francisco do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), John Williams, afirmou que os juros devem ser elevados três vezes neste ano nos Estados Unidos, uma vez que a economia terá um forte impulso da reforma tributária. Com isso, o Fed pode ter que ser mais agressivo, caso seja necessário, disse o dirigente.

Hoje a agenda do país traz os dados de crédito ao consumidor referente ao mês de novembro as 18h.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 05/01/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. A moeda se fortalece nesta manhã à espera do destaque do dia, o relatório oficial do mercado de trabalho norte-americano, o payroll, de dezembro (11h30) que será o principal driver para o câmbio nesse encerramento de semana. Ainda nos Estados Unidos, saem a balança comercial (11h30) e as encomendas à indústria (13h00), ambos de novembro. No âmbito doméstico, foi divulgado a pouco que a produção industrial brasileira registrou alta de 0,2 por cento em novembro na comparação com o mês anterior, e os mercados devem avaliar a estratégia do governo de tentar “flexibilizar” a norma que impede a emissão de dívida para pagamento de despesas correntes, impactando na politica fiscal brasileira. O governo costura com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para alterar o mecanismo, visando dar mais liberdade de gestão de despesas e receitas ao Planalto. A medida tem como finalidade minimizar a dificuldade na administração das contas públicas.

 

 

Na agenda interna, O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,55% em dezembro, variação que representa quase o dobro do aumento de 0,29% observado em novembro.

O mercado avalia a estratégia do governo de tentar flexibilizar a chamada "regra de ouro" da política fiscal brasileira, norma que impede a emissão de dívida para o pagamento de despesas correntes. Para evitar que o presidente Michel Temer seja responsabilizado criminalmente, o governo costura com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para alterar o mecanismo. A proposta poderá ser incluída numa espécie de "super PEC" com 27 medidas para retirar as amarras do Orçamento e dar mais liberdade de gestão das despesas e receitas do governo que está sendo elaborada a pedido de Maia. Se aprovada, abrirá caminho para que o próximo presidente da República assuma o governo com menos dificuldade para administrar as contas públicas.

A produção industrial brasileira registrou alta de 0,2 por cento em novembro na comparação com o mês anterior, informou o IBGE.

 

 

Na agenda externa, O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços do Japão caiu para 51,1 em dezembro, de 51,2 em novembro. Os avanços acima da marca de 50 indicam expansão de atividade.

O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 0,6% em novembro ante o mês anterior. O PPI teve ainda alta de 2,8% em novembro, na comparação com igual mês do ano anterior, segundo a Eurostat. Já o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 1,4% na comparação anual de dezembro, perdendo força em relação ao aumento de 1,5% observado em novembro.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam em alta generalizada nesta sexta-feira, com algumas delas atingindo os maiores níveis em muitos anos, ainda embaladas pela onda de otimismo com a perspectiva econômica que vem alimentando um rali nos mercados acionários globais nos primeiros pregões de 2018. Nos últimos dias, uma série de indicadores positivos nos EUA, Europa e China reforçou expectativas de que a economia mundial continuará se recuperando de forma sólida este ano.

As bolsas europeias operam em alta nesta manhã, ainda favorecidas pela onda de otimismo que vem gerando um rali nos mercados acionários globais nos primeiros pregões de 2018.

 

Nos Estados Unidos, O principal indicador do dia é o relatório oficial do mercado de trabalho norte-americano, o payroll, de dezembro (11h30). Ainda saem a balança comercial (11h30) e as encomendas à indústria (13h00), ambos de novembro.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 04/01/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve baixa no início dos negócios. Nesta manhã foram divulgados uma série de indicadores positivos vindos do exterior, destaque para os PMIs do Japão, Alemanha, Reino Unido e da zona do euro. Ontem a Ata do Fed, Banco Central Americano, admitiu chance por parte de seus dirigentes de que a reforma tributária seja determinante para uma aceleração no aumento do juro no país. As preocupações com a inflação também foram debatidas entre os dirigentes na reunião de dezembro que viram a possibilidade de que a persistente inflação baixa possa diminuir o ritmo de aperto, enquanto alguns observaram riscos balanceados e concordaram em monitorar a alta dos preços "de perto". Muitos disseram esperar que a inflação volte a subir, enquanto alguns mostraram preocupação de que os fracos resultados nos índices de preços ao consumidor permaneçam. A próxima reunião de política monetária do Fed acontece em 30 e 31 de janeiro quando não se espera nova elevação. De acordo com os contratos dos Fed funds, a chance de que o banco central americano eleve os juros em março subiu de 62,2% pouco antes da divulgação do documento para 67,8%. Ontem, as apostas estavam em 62,0%. Na agenda americana temos o relatório de emprego privado da ADP referente a dezembro, que será conhecido às 11h15 como destaque. No Brasil, preocupado com a questão fiscal, o governo vai tentar derrubar a liminar do STF que suspendeu o adiamento do reajuste salarial para 373 mil servidores federais. O entendimento jurídico do governo é que, como a medida é temporária, será possível suspender o reajuste ao longo de 2018, caso a liminar seja derrubada no plenário do STF. A agenda local é fraca e as atenções estão na política em meio a mudanças ministeriais e as articulações para salvar a reforma da previdência.

 

 

Na agenda interna, Preocupado com a questão fiscal, o governo vai tentar derrubar a liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu o adiamento do reajuste salarial para 373 mil servidores federais. Segundo apurou o Broadcast, mesmo que o aumento passe a vigorar na folha de janeiro, o entendimento jurídico do governo é que, como a medida é temporária, será possível suspender o reajuste ao longo de 2018, caso a liminar seja derrubada no plenário do STF. O pagamento da folha de janeiro é feito no primeiro dia útil de fevereiro, quando a Corte ainda não terá voltado do recesso do Judiciário. A folha fecha no dia 15. O governo terá que esperar até que os ministros voltem ao trabalho, a partir de 1º de fevereiro.

A agenda local do dia é fraca e as atenções devem estar na política, após a terceira baixa ministerial ontem do governo de Michel Temer, e em meio às articulações para salvar a reforma da Previdência, cuja votação no plenário da Câmara está marcada para fevereiro. O assunto deve ser tratado hoje na reunião do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse ontem que o governo precisa garantir fidelidade na base para a votação da reforma da Previdência e afirmou que os ministros que pretendem deixar o governo por causa das eleições sairão de forma paulatina, ao mesmo tempo em que o Palácio tenta negar que tenha dado início à reforma nos ministérios. Ontem o ministro Marcos Pereira (Indústria, Comércio e Serviços), que comanda o PRB, pediu demissão, e assumirá em seu lugar a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha do ex-deputado Roberto Jefferson, condenado no mensalão. Em dezembro, foram exonerados Antônio Imbassahy (PSDB), da Secretaria de Governo, e Ronaldo Nogueira (PTB-RS), do Trabalho. O tucano sofria pressão de seu partido e do Centrão para deixar o posto. Foi substituído por Carlos Marun (PMDB-MS).

O índice de preços ao produtos, IPP, registrou alta de 1,43% em novembro de 2017.

 

 

Na agenda externa, O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial do Japão subiu de 53,6 em novembro para 54,0 em dezembro, de acordo com dados divulgados pela IHS Markit. Já na China, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços subiu de 51,9 em novembro para 53,9 em dezembro.

O índice de gerentes de compras (PMI) composto da Alemanha, que engloba os setores industrial e de serviços, subiu de 57,3 em novembro para 58,9 em dezembro, atingindo o maior nível em 80 meses.

O índice de gerentes de compras (PMI) composto da zona do euro, que engloba os setores industrial e de serviços, subiu de 57,5 em novembro para 58,1 em dezembro, atingindo o maior nível desde fevereiro de 2011.

O índice dos gerentes de compras do setor de serviços do Reino Unido avançou de 53,8 em novembro a 54,2 em dezembro, segundo o relatório da IHS Markit e do CIPS.

Os mercados internacionais continuam esbanjando otimismo nesta quinta-feira após uma série de indicadores positivos divulgados nesta manhã que dão suporte a uma alta firme das bolsas.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas terminaram os negócios desta quinta-feira majoritariamente em alta, lideradas por Tóquio, em meio ao otimismo com a perspectiva da economia global e após o tom positivo de ontem dos mercados acionários de Nova York, que renovaram recordes de fechamento, e da Europa.

As bolsas europeias operam em alta generalizada nesta manhã, seguindo o tom positivo dos mercados de Nova York, que ontem renovaram recordes de fechamento em meio a uma visão mais otimista da perspectiva econômica mundial. Na região, pesquisa da IHS Markit mostra que a atividade na indústria e serviços se expande em ritmo saudável.

 

 

Nos Estados Unidos, merece destaque o relatório de emprego privado da ADP referente a dezembro, que será conhecido às 11h15. Mais tarde, às 14 horas, o Departamento de Energia (DoE) apresenta seu relatório semanal de estoques de petróleo. O presidente da distrital de St. Louis do Federal Reserve, James Bullard, discursa às 16h30.

A Ata do Fed divulgada ontem ao final do dia vê chance por parte de seus dirigentes de que a reforma tributária seja determinante para uma aceleração no aumento do juro no país. As preocupações com a inflação também foram debatidas entre os dirigentes na reunião de dezembro. Os dirigentes viram a possibilidade de que a persistente inflação baixa possa diminuir o ritmo de aperto, enquanto alguns viram riscos balanceados e concordaram em monitorar a alta dos preços "de perto". Muitos disseram esperar que a inflação volte a subir, enquanto alguns mostraram preocupação de que os fracos resultados nos índices de preços ao consumidor permaneçam. A próxima reunião de política monetária do Fed acontece em 30 e 31 de janeiro quando não se espera nova elevação. De acordo com os contratos dos Fed funds, a chance de que o banco central americano eleve os juros em março subiu de 62,2% pouco antes da divulgação do documento para 67,8%. Ontem, as apostas estavam em 62,0%.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 03/01/2018

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve baixa no início dos negócios. Com a economia brasileira dando sinais de recuperação, após a balança comercial do país registrar superávit de USD 67,001 bilhões em 2017, vão seguir no radar a situação fiscal brasileira, sobretudo pelo risco de rebaixamento da nota de crédito soberano, o julgamento do ex-presidente Lula, as negociações pela votação da reforma da previdência, e, o governo deve divulgar ao final deste mês que o ano passado fechou com déficit de R$ 129 bilhões, ou seja, R$ 30 bilhões abaixo da meta estipulada de R$ 159 bilhões, a se confirmar. Hoje a agenda mais forte vem dos Estados Unidos, que divulgará a ata da última reunião do Federal Reserve (17h00), além do índice de condições empresariais (12h45), o índice ISM de atividade industrial (13h00) e os investimentos em construção (13h00). Sobre os dados americanos, se buscam pistas em relação a inflação do país, termômetro que será utilizado como base para novos aumentos do juro. Apesar da economia mostrar dados de aquecimento, o Federal Reserve ainda espera por dados mais robustos de inflação para sinalizar aperto na política monetária. As principais medidas de inflação ao consumidor nos Estados Unidos têm registrado números baixos nos últimos meses, abaixo da meta de 2% estipulada pelo FED. Com isso, os investidores se perguntam se o banco central poderá elevar as taxas de juros mais três vezes neste ano. Por isso, além da ata, novamente os mercados ficam atentos aos dados de emprego do país na próxima sexta-feira para entender melhor o cenário.

 

 

Na agenda interna, A percepção do investidor neste início de 2018 é a de que a economia brasileira começa a se recuperar e para ajudar mais nesse cenário o Banco Central pode cortar mais uma vez a Selic em fevereiro, de 7% para 6,75%. A situação fiscal do País e o risco de rebaixamento da nota de crédito soberano seguem no radar e o governo deve fechar 2017 com déficit de R$ 129 bilhões em 2017, R$ 30 bilhões abaixo da meta de R$ 159 bilhões para o ano, a se confirmar. Os dados serão divulgados no fim do mês. E embora muitos analistas do mercado já comecem a descartar a chance de sair a reforma da Previdência na gestão de Michel Temer, o ministro de Governo, Carlos Marun (MDB-MS), segue na força-tarefa para que a matéria seja aprovada no plenário da Câmara em fevereiro. Marun diz precisar de cerca de 50 deputados para chegar aos 308 a favor das mudanças nas regras da aposentadoria.

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 67,001 bilhões no ano passado, o melhor resultado da série história, iniciada em 1989. O recorde anterior era de 2016 e somava US$ 47,683 bilhões. O montante é resultado de exportações de US$ 217,746 bilhões e importações de US$ 150,745 bilhões no ano.

 

 

Na agenda externa, A taxa de desemprego ajustada da Alemanha ficou em 5,5% em dezembro, inalterada ante a revisão do mês anterior e permanecendo no menor nível da série histórica iniciada em janeiro de 1992.

 

                              

Nas Bolsas, As principais bolsas da Ásia encerraram o pregão desta quarta-feira em alta, influenciadas pelo avanço dos mercados de ações americanos na véspera e pela diminuição da tensão geopolítica entre as duas Coreias.

As bolsas europeias operam em sua maioria em território positivo na manhã desta quarta-feira, quando entra em vigor um novo conjunto de regras no setor financeiro da União Europeia.

 

Nos Estados Unidos, A agenda de indicadores e eventos desta quarta-feira tem como destaques a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve (17h00), além do índice de condições empresariais (12h45), o índice ISM de atividade industrial (13h00) e os investimentos em construção (13h00). Sobre a ata, se buscam pistas em relação a inflação do país, termômetro que será utilizado como base para novos aumentos do juro. Apesar da economia mostrar dados de aquecimento, o Federal Reserve ainda espera por dados mais robustos de inflação para sinalizar aperto na política monetária do país. As principais medidas de inflação ao consumidor nos Estados Unidos têm registrado números baixos nos últimos meses, abaixo da meta de 2% estipulada pelo FED. Com isso, os investidores se perguntam se o banco central poderá elevar as taxas de juros mais três vezes neste ano. Por isso, novamente os mercados ficam atentos aos dados de emprego do país na próxima sexta-feira para entender melhor o cenário.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 02/01/2018

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No mercado de câmbio: Dólar abre o ano em baixa no início dos negócios. Hoje o boletim focus do Banco Central fez as primeiras estimativas para o final de 2018, e são elas: IPCA: 3,96%, PIB: 2,70%, SELIC: 6,75%, USD: 3,34 e o SUPERÁVIT COMERCIAL: USD 52,50 Bilhões. O ano promete ser bem movimentado no mercado financeiro que estará focado na corrida eleitoral, reforma da previdência cuja votação no plenário da Câmara está marcada para o dia 24 de Fevereiro, pistas sobre a quantidade de aumentos de juro nos Estados Unidos e os desdobramentos que vão ser sentidos após a aprovação da reforma tributária no País. A semana tem como destaques, a divulgação da ata da reunião de política monetária de dezembro do Federal Reserve, o Banco Central Americano, amanhã as 17h e, o relatório de emprego do país, o payroll, que sai na sexta-feira. Hoje o destaque fica por conta do PMI industrial  Americano (12h45).

 

 

Na agenda interna, as atenções a partir de agora devem ficar na corrida eleitoral, que tende a trazer volatilidade aos negócios ao longo do ano. Em meio à incerteza sobre quem disputará a Presidência, o investidor estará atento ao julgamento da apelação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo TRF-4, no próximo dia 24. Um desfecho desfavorável ao ex-presidente poderá impedi-lo de concorrer ao cargo, o que deve agradar os mercados. Enquanto não se sabe qual será a decisão do magistrado, partidos do centro querem criar uma onda de medo contra candidaturas vistas como populistas. Além das eleições, também estarão no radar as articulações em torno da reforma da Previdência, cuja votação no plenário da Câmara está marcada para o dia 24 de fevereiro, e o risco de rebaixamento da nota de crédito do Brasil diante do atraso nas mudanças na aposentadoria.

Hoje temos a divulgação da balança comercial de dezembro e do encerramento de 2017 (15h00). Já o PMI industrial de dezembro será divulgado as 10h.

 

 

Na agenda externa, O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial da Alemanha renovou o recorde histórico no último mês de 2017. O indicador, medido pela IHS Markit, subiu de 62,5 em novembro para 63,3 em dezembro. Já o PMI do Reino Unido caiu de 58,2 em novembro para 56,3 em dezembro, de acordo com leitura da CIPS em parceria com a IHS Markit.

O índice dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial da zona do euro medido pela IHS Markit atingiu em dezembro o maior nível da série histórica, iniciada em meados de 1997. O indicador subiu de 60,1 em novembro para 60,6 em dezembro.

O PMI industrial da China subiu de 50,8 em novembro para 51,5 em dezembro, o maior nível em quatro meses.

A divulgação da ata da reunião de política monetária de dezembro do Federal Reserve será na quarta-feira e é destaque da semana no exterior juntamente com o relatório de emprego dos Estados Unidos, o payroll, que sai na sexta-feira. Na quinta-feira serão conhecidos o relatório sobre criação de empregos no setor privado e pedidos de auxílio-desemprego. No mesmo dia, o presidente da distrital de St. Louis do Fed, James Bullard (sem direito a voto em 2018) faz discurso e, na sexta-feira, é a vez de Patrick Harker (sem direito a voto), do Fed de Filadélfia; Loretta Mester (com direito a voto), que comanda a distrital de Cleveland do Fed. Na zona do euro destaque para o CPI de dezembro, além das vendas do varejo da Alemanha, ambos na sexta-feira.

 

                              

Nas Bolsas, Os principais mercados acionários da Ásia encerraram o primeiro pregão de 2018 em altas firmes, com destaque para a subida de mais de 1% da Bolsa de Xangai. O motor deste movimento foi o avanço do índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da China, divulgado nesta madrugada.

As principais bolsas da Europa operam em sua grande maioria no território negativo na manhã desta terça-feira. Na volta do feriado do Ano Novo, os investidores monitoram indicadores, o câmbio e também o quadro geopolítico global. 

 

Nos Estados Unidos, o destaque vai para o PMI industrial (12h45).

 

Fonte: Broadcast