Panorama de Mercado 17/11/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. A Câmara dos deputados americanos aprovou ontem por 227 votos a 205, o projeto de reforma tributária que corta US$ 1,4 trilhão em impostos nos próximos dez anos, todavia dúvidas em relação à proposta devem continuar visto que o texto agora segue para o Senado na próxima semana, onde o projeto é diferente do aprovado na Câmara. Os investidores estarão atentos às mudanças incluídas no plano dos senadores. A intenção do presidente Trump é de sancionar o projeto até o Natal. A agenda do país traz hoje as construções em moradias iniciadas (11h30), o índice de atividade industrial do Fed de Kansas (14h00). No Brasil, os agentes financeiros seguem de olho às negociações políticas em torno das reformas ministerial e da Previdência. Há expectativas de anúncio hoje de uma liberação de despesas do Orçamento entre R$ 7 bilhões e R$ 8 bilhões. O número final será fechado hoje e visa dar fôlego para os ministérios tocarem os programas até o final do ano. A liberação de R$ 12,8 bilhões feita em setembro não foi suficiente para suprir as necessidades. A melhora da arrecadação e o sucesso de leilões recentes permitiram essa nova liberação, segundo a equipe econômica. O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, profere palestra em São Paulo (13h00).

 

 

Na agenda interna,  O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo registrou alta de 0,34 por cento na segunda quadrissemana de novembro, ante 0,31 por cento na primeira prévia do mês. Já o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), desacelerou em cinco das sete capitais pesquisadas na segunda quadrissemana de novembro em relação à leitura anterior. No geral, o IPC-S recuou de 0,36% para 0,30% entre os dois períodos.

As dúvidas em relação à proposta dos senadores de reforma no sistema tributário americano devem continuar no radar dos investidores, após a aprovação do projeto dos senadores no Comitê de Finanças do Senado durante a madrugada. Mas os investidores estarão atentos às mudanças incluídas no plano dos senadores. Agora a proposta será enviada para votação no plenário do Senado, que pode ocorrer na semana que vem. O projeto dos deputados, aprovado ontem por 227 votos a 205, prevê que o corte no imposto corporativo dos atuais 35% para 20% seja implementado já em 2018, e que as faixas de imposto de renda sejam reduzidas de sete para quatro. A previsão é de corte nas receitas fiscais do governo de US$ 1,4 trilhão em uma década, o que seria compensado pelo crescimento econômico esperado com o plano. Já o projeto elaborado pelos senadores republicanos previa a revogação de parte do Obamacare ao projeto tributário. O desejo do presidente dos EUA, Donald Trump, é que a sanção ocorra até o Natal. No Brasil, com a agenda de indicadores fraca antes do feriado em São Paulo e no Rio na segunda-feira, pelo Dia da Consciência Negra, os agentes financeiros seguirão atentos às negociações políticas em torno das reformas ministerial e da Previdência. Há expectativas de anúncio hoje de uma liberação de despesas do Orçamento entre R$ 7 bilhões e R$ 8 bilhões. O número final será fechado hoje e visa dar fôlego para os ministérios tocarem os programas até o final do ano. A liberação de R$ 12,8 bilhões feita em setembro não foi suficiente para suprir as necessidades. A melhora da arrecadação e o sucesso de leilões recentes permitiram essa nova liberação, segundo a equipe econômica. O decreto com o desbloqueio será publicado na semana que vem. A prioridade da distribuição do dinheiro será para manutenção das obras em andamento.

Empenhados em salvar a aliança com o PMDB para as eleições de 2018, tucanos que integram a "ala Jaburu" – composta por frequentadores da residência oficial do presidente Michel Temer – combinaram com o Palácio do Planalto o script do desembarque. A estratégia foi articulada para diluir a saída do PSDB da coligação e não parecer que o governo está a reboque dos tucanos.

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, profere palestra em São Paulo (13h00).

 

 

Na agenda externa,  O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, fez hoje uma avaliação otimista sobre a economia da zona do euro, mas indicou que a instituição não está com pressa de elevar taxas de juros. No mês passado, o BCE anunciou uma cautelosa "recalibragem" de suas extensas medidas de estímulos, prorrogando seu programa de relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês) por nove meses, até setembro do ano que vem, mas reduziu as compras de ativos pela metade, ao ritmo mensal de 30 bilhões de euros.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira, com algumas delas seguindo o tom positivo de ontem dos mercados de Nova York, mas um novo alerta regulatório pesou nas ações chinesas, principalmente em Shenzhen. Bolsas Europeias operando sem direção comum. 

 

Nos Estados Unidos, O presidente da distrital de Dallas do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Robert Kaplan, afirmou que está "considerando ativamente" apoiar o aumento dos juros nos Estados Unidos. A próxima reunião da instituição ocorre em 12 e 13 de dezembro.

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de reforma tributária que corta US$ 1,4 trilhão em impostos nos próximos dez anos e beneficia de maneira desproporcional as empresas e os contribuintes mais ricos e penaliza Estados democratas que cobram elevadas taxas locais. Mas para se transformar em lei, a proposta tem de passar no Senado, onde seu futuro é incerto. O projeto foi aprovado por 227 votos a 205. Nenhum deputado democrata apoiou a proposta. Treze republicanos se opuseram ao texto, a maioria dos quais de Estados que serão prejudicados, como Califórnia e Nova York.

O Comitê de Finanças do Senado aprovou o projeto de reforma tributária do partido republicano nesta madrugada (hora local) em Washington. O projeto, que é diferente do aprovado na tarde de quinta-feira pela Câmara de Representantes, teve 14 votos favoráveis e 12 contrários no Comitê que elaborou a proposta. Agora, o texto deve seguir adiante para votação geral no Senado após o Feriado de Ação de Graças nos EUA, dia 23 de novembro, segundo o site Político. Se aprovado, os republicanos pretendem levar a reforma tributária para o presidente americano, Donald Trump, até o Natal.

Na agenda serão divulgadas as construções em moradias iniciadas (11h30), o índice de atividade industrial do Fed de Kansas (14h00) e os poços e plataformas em operação Baker Hughes (16h00).

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 16/11/2017

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Os mercados estão atentos a votação da proposta de reforma tributária no plenário da Câmara dos Representantes americanos prevista para hoje. Na agenda do país, a produção industrial de outubro é o indicador de destaque (12h15). Antes, às 11h30, saem o índice de preços das importações de outubro, o índice de atividade regional de novembro do Fed da Filadélfia, e os pedidos semanais de auxílio-desemprego. Entre os eventos, a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester (sem direito a voto), discursa às 12h10; Robert Kaplan, presidente da unidade de Dallas do Fed (com direito a voto), fala às 16h10. A reforma tributária americana é vista como termômetro da força de Donald Trump no Congresso americano. Sobre o assunto, o senador republicano Ron Johnson (Wisconsin) disse que se opõe ao pacote tributário apresentado por senadores do partido, ao dizer que a medida beneficia injustamente as empresas mais do que outros tipos de negócios. "Se eles podem passar sem mim, tentem. Não irei votar nesse pacote de impostos", disse Johnson. Os republicanos estão contando com um apoio total dentro da sigla para aprovar o projeto. Com 52 assentos no Senado, os republicanos não podem perder mais do que dois votos para aprovarem a medida, uma vez que não são esperados votos democratas. No Brasil, o andamento das negociações em torno da reforma da previdência deve continuar a permear o humor. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse acreditar que é possível votar ainda este ano a versão enxuta da PEC que muda as regras da previdência.

 

 

Na agenda interna,  O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) desacelerou a alta a 0,24 por cento em novembro contra 0,49 por cento em outubro diante da menor alta dos preços no atacado, de acordo com a FGV. Já o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou a alta a 0,30 por cento na segunda quadrissemana de novembro, contra 0,36 por cento na primeira leitura do mês.

O investidor começa a quinta-feira de olho em reformas. Reforma tributária nos Estados Unidos e a da Previdência no Brasil. Nos EUA está prevista a votação da proposta feita por deputados republicanos na Câmara dos Representantes, mas ontem pesaram sobre as bolsas de Nova York preocupações com essa reforma, após o Comitê de Finanças do Senado ter revelado mudanças em seu projeto, incluindo uma revogação parcial do Obamacare, e depois de o senador republicano Ron Johnson dizer que não votaria a favor do plano, o que aumentou as dúvidas sobre as chances de aprovação da proposta. Na volta do feriado nacional, a dúvida sobre o andamento da reforma da Previdência deve continuar a permear os negócios. O presidente Michel Temer decidiu condicionar a reforma ministerial aos votos dados pelos partidos aliados para a reforma. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ontem que o governo não pode transferir a responsabilidade pela aprovação da reforma ao Congresso. "Empurrar a responsabilidade não ajuda", afirmou, em entrevista exclusiva à Agência Estado. A proposta mais enxuta de reforma da Previdência vai incluir um novo modelo de regra de cálculo para os benefícios do INSS, com a concessão do benefício integral a quem completar 40 anos de contribuição. Segundo apurou o Broadcast, quem cumprir o tempo mínimo de 15 anos de contribuição garantirá 60% do salário de contribuição e terá incentivo para continuar trabalhando, uma vez que os ganhos serão crescentes. Maia acredita que é possível votar ainda este ano a versão enxuta da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que muda as regras da Previdência. Mas Maia afirmou que os projetos no Congresso que tratam, por exemplo, do adiamento dos reajustes dos servidores públicos e o aumento da alíquota previdenciária do funcionalismo são "temas difíceis" de serem aprovados este ano. Para tentar colocar uma boa imagem na reforma da Previdência, o governo gastou R$ 25 milhões em publicidade com três filmes que passarão a ser veiculados a partir de amanhã por cerca de dez dias. No radar também está a reforma trabalhista, já em vigor e que deve gerar contestações por parte de sindicatos e trabalhadores por permitir, por exemplo, que trabalhadores contratados sob o novo regime intermitente que tiverem remuneração inferior ao salário mínimo poderão ficar sem direito à aposentadoria e ao seguro-desemprego. Para tentar contornar a situação, a Medida Provisória 808 cria a possibilidade de recolhimento previdenciário adicional a ser pago pelo próprio trabalhador.

O Ministério da Fazenda divulga o boletim Prisma Fiscal de novembro (10 horas) e o fluxo cambial semanal (12h30). Entre os eventos, o presidente Michel Temer participa da abertura da Semana Global do Empreendedorismo 2017, em Brasília (11 horas). O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, participa de reunião da junta de execução orçamentária (14h30). Já o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, tem reuniões à tarde, através de videoconferência, com representantes da Missão do FMI/Banco Mundial 2017/2018, e com representantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, ambas no Banco Central, em São Paulo.

O presidente Michel Temer indicou a aliados que pretende fazer uma reforma ministerial por fases ao invés de trocar, de uma só vez, todos os ministros que desejam disputar as eleições de 2018.

 

 

Na agenda externa,  O setor varejista do Reino Unido teve desempenho melhor do que o esperado em outubro. Dados do Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS, na sigla em inglês) mostram que as vendas no varejo britânico subiram 0,3% em outubro ante setembro e tiveram queda de 0,3% na comparação anual.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro teve alta de 0,1% em outubro ante setembro e avançou 1,4% na comparação anual. O resultado confirma a preliminar e representa uma desaceleração ante o avanço anual de 1,5% de setembro, o que deixa o índice um pouco mais longe da meta de quase 2% do Banco Central Europeu (BCE).

 

                              

Nas Bolsas, A maioria das bolsas da Ásia e do Pacífico fechou em alta nesta quinta-feira, ignorando o fraco desempenho de ontem dos mercados acionários de Nova York. O destaque foi Tóquio, que exibiu alta significativa, interrompendo uma sequência de seis pregões consecutivos de perdas. Bolsas Europeias em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, A produção industrial de outubro é o indicador de destaque nos Estados Unidos (12h15). Antes, às 11h30, saem o índice de preços das importações de outubro, o índice de atividade regional de novembro do Fed da Filadélfia, e os pedidos semanais de auxílio-desemprego. Entre os eventos, a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester (sem direito a voto), discursa às 12h10; Robert Kaplan, presidente da unidade de Dallas do Fed (com direito a voto), fala às 16h10; e a diretora do Fed Lael Brainard (com direito a voto) participa de evento sobre fintechs às 18h45. Sem horários previstos, o presidente Donald Trump reúne-se com deputados do partido Republicano antes da votação da proposta de reforma tributária no plenário da Câmara dos Representantes. Sobre o assunto, o senador republicano Ron Johnson (Wisconsin) disse que se opõe ao pacote tributário apresentado por senadores do partido, ao dizer que a medida beneficia injustamente as empresas mais do que outros tipos de negócios. "Se eles podem passar sem mim, tentem. Não irei votar nesse pacote de impostos", disse Johnson. Os republicanos estão contando com um apoio total dentro da sigla para aprovar o projeto. Com 52 assentos no Senado, os republicanos não podem perder mais do que dois votos para aprovarem a medida, uma vez que não são esperados votos democratas.

O presidente da distrital de Boston do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Eric Rosengren, afirmou que o caminho que a economia americana deve trilhar aponta para a continuidade da elevação dos juros no país, fazendo com que o Fed precise atuar novamente em dezembro.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 14/11/2017

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Os mercados seguem atentos as negociações em torno da reforma tributária americana ao mesmo tempo que monitoram a corrida do governo brasileiro na busca de aprovação as mudanças na Previdência ainda esse ano. Com o PSDB saindo aos poucos da atual administração, o que vai acelerar a reforma ministerial proposta pelo Planalto, Temer continua em busca de apoio para a reorganização de sua base aliada, com isso a ala política já pressiona por um desbloqueio de R$ 10 bilhões do orçamento em novembro. Nesta manhã o IBGE divulgou que as vendas do varejo subiram 0,50% em setembro ante agosto. No Exterior, em evento entre os Bancos Centrais, sobre comunicação da política monetária, Janet Yellen, presidente do Banco Central Americano, reafirmou o compromisso da instituição por um aperto gradual na política monetária e descartou a possibilidade de uma elevação abrupta dos juros. Nos Estados Unidos, o Departamento do Trabalho divulga o índice de preços ao produtor (PPI) de outubro (11h30) e depois serão revelados os estoques de petróleo bruto (19h30). O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, participa de evento onde discutirá a reforma tributária com empresários do Estado (15h00). O presidente da distrital de St.Louis do Federal Reserve, James Bullard (sem direito a voto nas reuniões de política monetária), discursa (11h15).

 

 

Na agenda interna, Os mercados locais devem continuar acompanhando as movimentações em torno da reforma tributária dos Estados Unidos antes do feriado de amanhã, ao mesmo tempo em que monitoram a corrida do governo na tentativa de aprovar as mudanças na Previdência ainda neste ano. O presidente Michel Temer mudou o discurso e garantiu que a reforma das regras de aposentadorias e pensões será aprovada a tempo, mas, paralelamente, para obter apoio político no Congresso, terá de encaminhar a reforma ministerial, antecipada em decorrência do pedido de demissão feito pelo ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), na noite de ontem. A ideia é concluir o movimento até meados de dezembro. A decisão do tucano pegou de surpresa os principais dirigentes do PSDB, além do presidente, e escancara a crise na coalizão governista. O partido, por sua vez, deve oficializar sua saída na convenção de 9 de dezembro. Também em busca de apoio para a reorganização da base, a ala política do governo pressiona por um desbloqueio de R$ 10 bilhões de despesas do Orçamento em novembro. Mesmo com a melhora da arrecadação de tributos, a equipe econômica considera que esse valor é elevado, mas já sabe que a próxima liberação terá que ser superior a pelo menos R$ 5 bilhões. O secretário da Receita, Jorge Rachid, deve entregar hoje as projeções de receitas até o fim do ano, para embasar a decisão.

As vendas do varejo subiram 0,50% em setembro ante agosto, na série com ajuste sazonal, de acordo com o IBGE.

 

 

Na agenda externa,  A produção industrial e as vendas no varejo da China avançaram em ritmo mais fraco em outubro, segundo dados oficiais divulgados nesta madrugada. Na comparação anual, a indústria chinesa produziu 6,2% mais em outubro, desacelerando ante o ganho de 6,6% observado em setembro. No varejo, houve aumento anual de 10% nas vendas de outubro, menor que a alta de 10,3% do mês anterior. Além disso, os investimentos em ativos fixos subiram 7,3% entre janeiro e outubro ante o mesmo intervalo do ano passado, perdendo força ante a alta de 7,5% que se viu no acumulado até setembro.

O Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha teve crescimento de 0,8% no terceiro trimestre ante o anterior. O escritório oficial de estatísticas da Alemanha, o Destatis, ainda confirmou o crescimento de 0,6% no segundo trimestre ante o primeiro, mas revisou em alta o crescimento do primeiro trimestre ante o anterior, para um avanço de 0,9% (de 0,7% anteriormente calculado). Já o CPI, índice de preços ao consumidor, ficou estável em outubro na comparação com o mês anterior e teve ganho de 1,6% na comparação anual.

Entre julho e setembro, o Produto Interno Bruto (PIB) da Itália avançou 0,5% ante o segundo trimestre, segundo dados preliminares do Istat, como é conhecido o instituto de estatísticas italiano. No confronto com igual período do ano passado, o PIB italiano teve expansão de 1,8% no terceiro trimestre.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em baixa nesta terça-feira, com as da China pressionadas por indicadores macroeconômicos considerados fracos e a da Austrália influenciada principalmente por uma queda no setor petrolífero. Bolsas Europeias operando em alta.  

 

 

Nos Estados Unidos, o Departamento do Trabalho divulga o índice de preços ao produtor (PPI) de outubro (11h30) e depois serão revelados os estoques de petróleo bruto (19h30). O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, participa de evento onde discutirá a reforma tributária com empresários do Estado (15h00). O presidente da distrital de St.Louis do Federal Reserve, James Bullard (sem direito a voto nas reuniões de política monetária), discursa (11h15).

A atual presidente do Banco Central Americano, Janet Yellen, reafirmou o compromisso da instituição por um aperto gradual na política monetária e descartou a possibilidade de uma elevação abrupta dos juros. Yellen falou durante evento no Banco Central Europeu (BCE) sobre comunicação da política monetária, em Frankfurt, e enfatizou a importância para os agentes do mercado de saber exatamente o rumo dos bancos centrais.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 13/11/2017

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios em linha com a valorização da moeda americana no exterior. Nesta manhã foi divulgado o boletim focus do Banco Central, estimativas do mercado financeiro para o final de 2017, apontando o IPCA de: 3,09%, Selic: 7%, USD: 3,20, PIB: 0,73% e Superávit Comercial de USD 65 Bilhões. Os mercados seguem atentos as articulações em prol da reforma da previdência em uma semana em que o Congresso não terá pauta devido ao feriado da Proclamação da República na quarta-feira. Após encontros de agenda e fora dela, de Temer e seus aliados, que devem resultar em uma reforma ministerial  que dará espaço ao Centrão, diminuindo a força do PSDB, restar saber o impacto que isso pode causar a favor da reforma e se de fato o governo terá tempo hábil para vota-la na Câmara ainda esse ano. No exterior, dúvidas sobre o progresso da reforma tributária nos Estados Unidos seguem causando questionamentos sobre se os republicanos conseguirão fechar um acordo para aprovar mudanças no curto prazo, e essa semana promete ser crucial para a resposta. Nesta manhã, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) da Filadélfia, Patrick Harker, afirmou que continua a prever uma elevação de juros neste ano, na reunião de política monetária do próximo mês. Seguir adiante com uma alta de juros e a redução do balanço é o caminho "correto" a seguir.

 

 

Na agenda interna,  Os mercados locais devem seguir atentos nesta semana na articulação do presidente Michel Temer para tentar a aprovação da reforma da Previdência ainda este ano. Antes, porém, Temer deve fazer a reforma ministerial para garantir o apoio para a reforma, o que deve ocorrer nos próximos 15 dias. Com isso o Centrão deve ganhar mais espaço no governo e o PSDB deve perder dois dos quatro ministérios que ocupa atualmente. No fim de semana, o senador Aécio Neves disse que o PSDB vai "sair do governo pela porta da frente". Ontem o presidente se reuniu com os ministros da Secretaria-Geral, Wellington Moreira Franco, e da Casa Civil, Eliseu Padilha, para discutir as chances de aprovação da reforma da Previdência. "São boas", disse Moreira Franco ao Estado. Resta saber o impacto que terá o desembarque do PSDB no placar a favor da reforma e se de fato o governo terá tempo hábil para colocar a reforma em votação na Câmara, visto que esta semana a Casa não tem pauta por causa do feriado da Proclamação da República, na quarta-feira, e com o feriado também na segunda-feira, da Consciência Negra, os parlamentares só voltam ao trabalho na terça-feira, dia 21. Também no domingo, Temer recebeu o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no Palácio do Jaburu. Segundo a assessoria de imprensa do magistrado, o encontro serviu para tratar da "reforma política e de reformas institucionais". Mas o encontro não constava da agenda oficial do presidente.

Perdão de parte da dívida dos produtores rurais, atualização da tabela do Imposto de Renda em 11,4% e perdão de juros e multas nas dívidas das Prefeituras com a Previdência são alguns projetos antigos que, discretamente, os parlamentares estão tirando da gaveta e que podem dificultar a tentativa de ajuste das contas do governo. O Congresso ameaça com esses projetos criar gastos que podem superar R$ 20 bilhões no primeiro ano após sua aprovação. O movimento chega a ser comparado ao da "pauta-bomba" armada pelo ex-deputado Eduardo Cunha contra Dilma Rousseff em 2015.

O Ministério do Desenvolvimento informa os dados semanais da balança comercial (15 horas). O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, segue nesta segunda-feira no encontro bimestral de Presidentes de Bancos Centrais, promovido pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS), em Basileia, na Suíça. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reúne-se com o presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), Alexandre Barreto de Souza, na sede do ministério (15 horas). O presidente Michel Temer participa de evento em Brasília (16 horas).

 

 

Na agenda externa,  Pela primeira vez desde a crise financeira internacional de 2008, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê crescimento da atividade em 100% dos países europeus. Pelos cálculos da entidade, a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) será de 2,4% este ano no continente, de 2,1% no próximo e de 1,9% em 2019. No ano passado, países como Bielorrússia e Rússia registraram retração, com este último país passando por um período de forte recessão econômica.

A agenda de eventos traz a participação do presidente do Banco Central Europeu, (BCE), Mario Draghi, da presidente do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), Janet Yellen, do presidente do Banco da Inglaterra (BoE), Mark Carney, e do presidente do Banco do Japão (BoJ), Haruhiko Kuroda, em painel sobre comunicação de bancos centrais na 20ª Semana Financeira do Euro, em Frankfurt, na terça-feira. Além disso, na sexta-feira, o presidente do BCE, Mario Draghi, realiza discurso no Congresso Bancário Europeu, em Frankfurt. Na Ásia, o presidente dos EUA, Donald Trump encerra nesta segunda-feira visita às Filipinas, com participação na cúpula dos EUA e da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), concluindo sua viagem pela Ásia que começou no último dia 5. Além disso, na terça-feira, a China divulga a produção industrial, as vendas no varejo e investimentos em ativos fixos de outubro.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas ds Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira, com dúvidas sobre o progresso da reforma tributária nos EUA levando os investidores a realizar lucros sobre recentes ganhos de ações da região. Na China, porém, os mercados mantiveram a trajetória positiva das últimas sessões.

As bolsas da Europa oscilam na manhã desta segunda-feira, em reação a balanços corporativos, em dia de agenda de indicadores e eventos relativamente fraca.

 

 

Nos Estados Unidos, A agenda semanal de indicadores prevê o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) e as vendas no varejo na quarta-feira, além da produção industrial na quinta-feira, todos do mês de outubro. Entre os eventos, nesta segunda-feira, o Comitê de Finanças do Senado começa a debater o projeto de reforma tributária elaborado pelos senadores republicanos (18 horas). Além disso, durante a semana, o plenário da Câmara dos Representantes vota a proposta de reforma tributária elaborada pelos deputados republicanos. Na quinta-feira, falam dois representantes do Fed com direito a voto nas reuniões deste ano: Robert Kaplan, presidente da unidade de Dallas às 16h10; e a diretora do Fed Lael Brainard às 18h45.

O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) da Filadélfia, Patrick Harker, afirmou que continua a prever uma elevação de juros neste ano, na reunião de política monetária do próximo mês. Seguir adiante com uma alta de juros e a redução do balanço é o caminho "correto" a seguir.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 10/11/2017

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve alta no início dos negócios. O Índice de Preços ao Consumidor – Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ganhou força de setembro para outubro, passando de 0,16% para 0,42%. No ano, o índice acumula avanço de 2,21%. A taxa é a mais baixa para um mês de outubro desde 1998, quando o índice acumulado chegou a 1,44%. As atenções continuam voltadas na articulações para a reforma da previdência e o impacto que o novo racha no PSDB, após a destituição do senador Tasso Jereissati da presidência do partido pode ocasionar. Fica mais evidente a posição dividida do partido entre Aécio Neves, pró Temer, e o grupo de Tasso que prega o rompimento com administração atual do planalto. Nos Estados Unidos, será divulgado o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan (13h00) e os poços e plataformas em operação (16h00). E volta à cena a questão tributária do País, após os senadores do Partido Republicano divulgarem sua proposta de reforma tributária que diverge em diversos pontos da proposta dos deputados republicanos. O principal item de desacordo é em relação ao imposto para empresas, cujo corte dos atuais 35% para 20% ocorreria somente em 2019. Os contrastes nas contas apontam para o desafio que o Partido Republicano enfrenta ao avançar a revisão no sistema tributário por meio do Congresso. Depois de vencerem a aprovação em ambas as Casas, os líderes do partido precisarão reconciliar as diferenças entre si para que apresentem uma conta conjunta que seja enviada ao presidente dos EUA, Donald Trump. Isso deve ser feito até o fim deste ano.

 

 

Na agenda interna,  O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) recuou 0,02 por cento na primeira prévia de novembro, contra alta de 0,32 por cento no mesmo período do mês anterior. O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,31% na primeira quadrissemana de novembro, ficando quase inalterado em relação ao aumento de 0,32% verificado no fechamento de outubro.

O foco continua na articulação pela reforma da Previdência, já que o mercado tenta agora mensurar qual o impacto do novo racha no PSDB no placar de apoio às mudanças nas regras de aposentadorias e pensões. Como se não bastassem as dificuldades naturais para angariar votos para a aprovação da proposta a menos de um ano das eleições, a base aliada do governo pode sofrer mudanças após o senador Aécio Neves (MG) ter decidido destituir ontem o senador Tasso Jereissati (CE) da presidência interina do partido, expondo uma crise interna sem precedentes entre os tucanos. No pano de fundo, está o embate entre a ala governista do PSDB e o grupo que prega o rompimento com a administração Michel Temer. Enquanto o grupo de Aécio defende a permanência da sigla na base, os aliados de Jereissati querem o desembarque até o fim do ano. Diante desse embate, os investidores tentam ainda avaliar qual o efeito desse racha no cenário para a disputa presidencial de 2018. Voltando à reforma da Previdência, mesmo sem qualquer segurança de que conseguirá os 308 votos necessários para a aprovação, o governo lançou à Câmara a responsabilidade de votar a proposta ainda este ano. Os pontos do novo texto já estão praticamente definidos. A estratégia é manter uma espécie de "reforma-âncora", permitindo a exclusão de mudanças que podem ser encaminhadas depois, por meio de Projetos de Lei ou Medidas Provisórias, que têm vigência imediata e precisam de quórum menos qualificado em comparação às mudanças constitucionais. Em síntese, precisam ser feitos agora por meio de Projeto de Emenda à Constituição (PEC) a fixação de uma idade mínima para aposentadoria, equiparação de servidores públicos e privados nas normas previdenciárias e regras de transição.

O Índice de Preços ao Consumidor – Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ganhou força de setembro para outubro, passando de 0,16% para 0,42%. No ano, o índice acumula avanço de 2,21%. A taxa é a mais baixa para um mês de outubro desde 1998, quando o índice acumulado chegou a 1,44%.

 

 

Na agenda externa,  A produção industrial do Reino Unido cresceu 0,7% em setembro em relação ao mês anterior e teve alta de 2,5% na comparação anual. A produção industrial de agosto do Reino Unido foi revisada para uma alta de 0,3% em comparação com julho e de 1,8% ante igual mês do ano passado.

 

                              

Nas Bolsas, Preocupações com o avanço da reforma tributária nos EUA pesaram em algumas bolsas asiáticas nesta sexta-feira, mas os mercados da China fecharam em alta em meio à perspectiva de que Pequim abra mais o setor financeiro para investimentos externos. Bolsas Europeias operando em baixa.

 

 

Nos Estados Unidos, será divulgado o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan (13h00) e os poços e plataformas em operação (16h00). Os senadores do Partido Republicano divulgaram sua proposta de reforma tributária que diverge em diversos pontos da proposta dos deputados republicanos. O principal item de desacordo é em relação ao imposto para empresas, cujo corte dos atuais 35% para 20% ocorreria somente em 2019. Os contrastes nas contas apontam para o desafio que o Partido Republicano enfrenta ao avançar a revisão no sistema tributário por meio do Congresso. Depois de vencerem a aprovação em ambas as Casas, os líderes do partido precisarão reconciliar as diferenças entre si para que apresentem uma conta conjunta que seja enviada ao presidente dos EUA, Donald Trump. Isso deve ser feito até o fim deste ano.

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 09/11/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Apostando que ao menos uma versão enxuta da reforma da previdência consiga ser votada no Congresso, os mercados ficam atentos as negociações em torno do tema. O presidente Temer tem intensificado as conversas em busca de consenso, mas corre contra o tempo e tende a fazer modificações ministeriais em busca de apoio. Ainda assim, o assunto é delicado, visto que para garantir a aprovação o planalto precisa de 308 votos. A estratégia é aprovar o novo texto em dois turnos na Câmara até o dia 15 de dezembro e terminar a votação no Senado em fevereiro de 2018. Atualmente, mesmo que se faça modificações ministeriais não é possível cravar a aprovação da reforma. O relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), já começou a redigir a versão da minirreforma. Além do esforço pela reforma, Temer investe na agenda positiva e hoje anuncia o programa Avançar às 15h. Nos Estados Unidos, a agenda traz como destaque a divulgação, às 13 horas, dos estoques no atacado de setembro e um discurso do secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, às 14h15. Antes disso às 11h30 saem os pedidos semanais de auxílio desemprego.

 

 

Na agenda interna,  Hoje o presidente Michel Temer participa de café da manhã agendado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com os líderes dos partidos da base aliada, para discutir as mudanças que podem ser feitas para que haja um consenso em relação a reforma da previdência. Mas para que esse acordo seja alcançado, Temer pode ter que mexer nos ministérios para dar mais espaço ao Centrão, que ameaça paralisar as votações, aumentando o risco de pelo menos oito Medidas Provisórias caducarem sem serem votadas pelo Congresso. A maioria delas perde a validade em 28 de novembro e ainda precisa ser votada nos plenários da Câmara e do Senado. Portanto, o Planalto precisará ser ágil na articulação para garantir um placar favorável nessa reforma uma vez que corre contra o tempo. Maia disse que a votação do texto no Senado pode ser em fevereiro, mas na Câmara precisa ocorrer até 15 de dezembro. E na semana que vem, de 13 a 17 de novembro, não haverá sessões na Casa, em razão do feriado da Proclamação da República, no dia 15. Dois pontos devem ser mantidos na reforma: a idade mínima e a equiparação do valor máximo de aposentadoria de servidores públicos com os dos trabalhadores da iniciativa privada. Além do esforço pela reforma, Temer investe na agenda positiva e hoje anuncia o programa Avançar às 15h.

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) acelerou em cinco das sete capitais analisadas na primeira quadrissemana de novembro na comparação com a leitura imediatamente anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). O IPC-S subiu de 0,33% para 0,36% no período.

 

 

Na agenda externa,  Os preços ao produtor na China ficaram inesperadamente fortes em outubro, enquanto a inflação ao consumidor acelerou em um sinal de que a economia continua robusta. O índice de preços ao produtor avançou 6,9 por cento em outubro ante o ano anterior. Já a inflação ao consumidor na China, que tem ficado dentro da meta de 3 por cento, também acelerou mais do que o esperado para 1,9 por cento, de 1,6 por cento em setembro.

 

                              

Nas Bolsas, Ações do setor de tecnologia da Ásia caíram na segunda metade do pregão após a fabricante de chips americana Qualcomm revelar que poderá fechar negócios na China, levando várias bolsas da região a encerrar a quinta-feira no vermelho. Os mercado chineses, porém, avançaram na esteira de dados de inflação mais fortes do que o esperado. Bolsas Europeias operando com desempenhos mistos.  

 

Nos Estados Unidos, agenda traz como destaque a divulgação, às 13 horas, dos estoques no atacado de setembro e um discurso do secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, às 14h15. Antes disso às 11h30 saem os pedidos semanais de auxílio desemprego.

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 08/11/2017

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. A espera de uma reação do planalto em relação as articulações em prol da reforma da Previdência, os mercados ficam atentos as negociações que devem se intensificar a partir de hoje. Ontem, após Temer admitir que a reforma poderia não avançar no Congresso, as reações foram negativas devido aos temores de nova redução da classificação de risco do País, rombo das contas públicas e um inevitável aumento de impostos. Os políticos, interessados em manter seus mandatos na próxima eleição, dificultam as negociações de temas impopulares como esse, e também barganham em busca de recursos para suas campanhas. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, participa de audiência pública conjunta de diversas comissões na Câmara dos Deputados (10h00). No Exterior, Donald Trump, contumaz crítico das "práticas comerciais desleais" da China chega ao País, como parte de uma viagem por cinco países da região asiática.

 

 

Na agenda interna,  O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) voltou a subir em outubro, sinalizando um mercado de trabalho favorável nos próximos meses. A FGV informou que o IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, registrou no mês passado avanço de 2,3 pontos e atingiu 102,9 pontos.

O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) desacelerou a alta a 0,10 por cento em outubro, contra 0,62 por cento em setembro, uma vez que a perda de força dos preços no atacado compensou a pressão no varejo.

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) avançou 0,36 por cento na primeira quadrissemana de novembro, contra alta de 0,33 por cento no fechamento de outubro.

Após o presidente Michel Temer ter admitido que a reforma da Previdência poderia não avançar no Congresso, o que desencadeou uma péssima reação nos mercados ontem, o governo mudou o tom e pode motivar um ajuste dos ativos nesta quarta-feira. Negando ter "jogado a toalha", o Palácio do Planalto indicou que ainda vai insistir na articulação política e quer que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, paute a data da votação do texto em primeiro turno. Para intensificar as negociações, ficou acertado que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que diz acreditar na possibilidade de aprovação da reforma ainda neste ano, agendará a partir de amanhã reuniões com lideranças. Temer quer que os deputados voltem a conversar com suas bancadas e também apelou para a necessidade de um discurso eleitoral que tenha a melhora da economia como ponto central. Segundo apurou o Broadcast, por trás da desastrosa declaração do presidente, há a estratégia de dividir com o Congresso e transferir, sobretudo para Maia, a responsabilidade da aprovação da proposta. Mesmo com o coro ontem dos principais ministros de Temer para dizer que o governo não desistiu da reforma, o Ibovespa caiu mais de 2,0%, ao menor patamar dos últimos dois meses, com saída consistente de investidores estrangeiros. A leitura do mercado é que, sem a reforma da Previdência, que é essencial para diminuir os gastos obrigatórios e o rombo das contas públicas, pode haver uma nova onda de rebaixamento da nota de risco do País, além do inevitável aumento de impostos. Com a repercussão negativa, Temer divulgou um vídeo ontem nas redes sociais em que afirma ter cumprido seu dever ao propor uma reforma ao Congresso que corta privilégios. "Quero transmitir minha ideia de que toda minha energia está voltada para concluir a reforma da Previdência", garantiu. Em reunião ontem, líderes partidários do Senado disseram ao presidente que será preciso "enxugar" e "flexibilizar" o texto para que tenha chances de passar no Congresso. O líder do PMDB no Senado, Raimundo Lira (PB), contou que no encontro o presidente defendeu a aprovação, pelo menos, da redução da idade mínima para aposentadoria. Outros pontos ficariam para a próxima gestão.  

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, participa de audiência pública conjunta de diversas comissões na Câmara dos Deputados (10h00).

Com a ameaça de deputados do Centrão de obstruir votações na Câmara e os sinais de desembarque dados pelo PSDB, o presidente Michel Temer avalia antecipar para janeiro de 2018 a reforma ministerial, a princípio prevista para abril, quando candidatos às eleições terão de deixar os cargos. Auxiliares do presidente dizem que o governo não vai ficar refém do bloco formado por partidos médios, como PP, PR e PTB, mas está à procura de uma solução para o impasse. A crise política se agravou ontem, quando aliados da base deram ultimato ao Palácio do Planalto, exigindo a exclusão do PSDB do primeiro escalão. Os tucanos controlam quatro ministérios e se dividiram no apoio a Temer durante a votação da segunda denúncia contra ele, por obstrução da Justiça e organização criminosa.

 

 

Na agenda externa,  Em outubro, as exportações chinesas em dólares subiram 6,9% na comparação anual, segundo dados oficiais, menos que o avanço de 7% previsto por analistas. Por outro lado, as importações da China em dólares cresceram 17,2% no confronto anual, superando a previsão de aumento de 16,3%.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam sem direção única e com variações modestas nesta quarta-feira, após a divulgação dos últimos números de comércio externo da China e com investidores atentos à viagem do presidente dos EUA, Donald Trump, pela região.

As bolsas europeias buscam direção nos negócios da manhã, com os investidores acompanhando balanços da região e a viagem do presidente dos EUA, Donald Trump, pela Ásia.

 

 

Nos Estados Unidos, Donald Trump, contumaz crítico das "práticas comerciais desleais" da China chega ao País, como parte de uma viagem por cinco países da região asiática. Antes de embarcar para a China, Trump alertou durante discurso em Seul que o regime da Coreia do Norte "não teste" os EUA com ameaças nucleares.

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 03/11/2017

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. A liquidez tende a ser afetada hoje devido ao feriado prolongado e a agenda local esvaziada. Ontem como esperado, foi confirmado por Donald Trump a indicação de Jerome Powell para a presidência do Federal Reserve. A indicação de Powell deixa a percepção de que a política monetária seguirá  com ritmo de aperto gradual. Já os líderes do Partido Republicano na Câmara dos Representantes deram início a divulgação do projeto de reforma tributária do governo americano que já enfrenta oposição de diversos setores, inclusive entre empresários, à medida em que vai sendo avaliado. Além disso, sua aprovação ainda é incerta, com os republicanos pretendendo colocá-lo para apreciação antes do fim do ano. A reforma tributária proposta por Trump decepcionou parte dos analistas, que esperavam que o governo americano sinalizasse a disposição de abrir mão de receitas de forma mais agressiva. Os mercados aguardam pelo divulgação do payroll 10h30. No mesmo horário será conhecida a balança comercial americana de setembro e, em seguida, o PMI composto e do setor de serviços de outubro (11h45). O índice ISM de atividade do setor de serviços do mês passado e as encomendas à indústria em setembro serão divulgados às 12 horas. Entre os eventos, o presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari (com direito a voto) discursa às 13h15. Vale lembrar que a divulgação do payroll costuma movimentar as cotações por aqui. No Brasil, os investidores seguem de olho no cenário fiscal onde o pacote proposto pelo governo deve enfrentar resistência não só da oposição como da própria base aliada no Congresso.

 

 

Na agenda interna,  Os mercados locais começam a sexta-feira de agenda pós-feriado de Finados reagindo à confirmação de Jerome Powell para a presidência do Federal Reserve, como os investidores já previam, e às medidas da reforma tributária feita por deputados republicanos nos Estados Unidos, ambas anunciadas ontem. A liquidez, no entanto, pode ser afetada pela agenda local esvaziada. A indicação de Powell deixa a percepção de que a política monetária seguirá com ritmo de aperto gradual. A presidente do Fed, Janet Yellen, divulgou uma nota prometendo trabalhar com seu sucessor para "assegurar uma transição suave". Os mercados aguardam a divulgação do payroll 10h30.

Os investidores seguem com o radar no cenário fiscal. Segundo apurou o Broadcast, o pacote fiscal do governo enviado pelo governo enfrentará resistência não só da oposição como da própria base aliada no Congresso. Para aumentar a receita em 2018, o governo elevou a alíquota previdenciária dos servidores federais de 11% para 14% e adiou o reajuste deles para 2019. Na avaliação de líderes de partidos da base, a maior dificuldade será aprovar as medidas que afetam o funcionalismo público. E os funcionários públicos federais querem entrar na Justiça contra a MP editada nesta semana, que adia o reajuste salarial e eleva a contribuição previdenciária e pretendem deflagrar novas paralisações e protestos das categorias. Auditores fiscais, que já vinham insatisfeitos porque não tiveram um bônus salarial regulamentado, pararam as atividades na última quarta-feira. Outras carreiras prometem seguir o mesmo caminho. E foi marcada para o dia 10 de novembro um grande ato conjunto com as centrais sindicais.

 

 

Na agenda externa,  A atividade do setor de serviços da China acelerou ligeiramente em outubro mas o crescimento permaneceu modesto e muito mais fraco do que a tendência histórica. O PMI de serviços do Caixin/Markit subiu para 51,2 em outubro ante a mínima de 21 meses de 50,6 em setembro, mas sugerindo apenas uma expansão fraca na atividade e nas novas encomendas.

A juíza Carmen Lamela determinou a prisão do ex-presidente regional da Catalunha, Carles Puigdemont, e de outros quatro ex-membros do governo da região. Como Puigdemont e os quatro ex-membros do governo estão em Bruxelas, a juíza deve emitir uma ordem de prisão europeia. A partir disso, será responsabilidade das autoridades belgas prender os acusados.

O Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) injetou 404 bilhões de yuans (US$ 61,1 bilhões) em liquidez por meio de uma linha de crédito de médio prazo. A medida tem como objetivo ampliar a liquidez do sistema bancário do paz. A taxa de juros foi de 3,2% e as notas vencem em um ano, prazo inalterado em relação às operações anteriores.

O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços do Reino Unido avançou de 53,6 em setembro a 55,6 em outubro, de acordo com a IHS Markit. Já o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) decidiu elevar sua taxa básica de juros pela primeira vez em mais de uma década, da mínima histórica de 0,25% para 0,50%.

 

                              

Nas Bolsas, As principais bolsas da Ásia encerraram o pregão desta sexta-feira sem direção clara, enquanto os investidores digerem os recentes dados da economia da China bem como a indicação de Jerome Powell como novo presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Bolsas Europeias operando em leve alta.

 

 

Nos Estados Unidos, O presidente Donald Trump, fez um pronunciamento indicando o diretor do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) Jerome Powell para a presidência da instituição, que deve manter a continuidade na política monetária americana caso seu nome seja confirmado pelo Senado. Ao lado de Trump, Powell fez um rápido discurso, onde ressaltou que está comprometido em assegurar as metas do Congresso para emprego e inflação, além de dizer que trabalhará com os outros dirigentes do Fed para que o banco central "esteja preparado para enfrentar qualquer situação adiante". Powell afirmou que, "dentro do Fed, nós entendemos que as decisões de política monetária importam para as famílias americanas e, por isso, garanto que continuaremos no caminho de tomar decisões objetivas, baseadas em evidências e na trajetória de independência da política monetária". Powell deve continuar com o gradualismo na alta de juros, marca do mandato de Janet Yellen.

Os líderes do Partido Republicano na Câmara dos Representantes deram início a divulgação do projeto de reforma tributária do governo que já enfrenta oposição de diversos setores, inclusive entre empresários, à medida em que vai sendo avaliado. Além disso, sua aprovação ainda é incerta, com os republicanos pretendendo colocá-lo para apreciação antes do fim do ano. A reforma tributária proposta por Trump decepcionou parte dos analistas, que esperavam que o governo americano sinalizasse a disposição de abrir mão de receitas de forma mais agressiva.

O relatório de empregos (payroll) de outubro é o destaque da agenda desta sexta-feira (10h30). No mesmo horário será conhecida a balança comercial americana de setembro e, em seguida, o PMI composto e do setor de serviços de outubro (11h45). O índice ISM de atividade do setor de serviços do mês passado e as encomendas à indústria em setembro serão divulgados às 12 horas, enquanto o relatório sobre poços e plataformas Baker Hughes às 15 horas. Entre os eventos, o presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari (com direito a voto) discursa às 13h15.

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 01/11/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Os mercados ficam atentos a decisão de política monetária do Federal Reserve as 16h que não deve ter novidade, mas a maior expectativa fica por conta da possibilidade de anúncio do projeto de lei de reforma tributária na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos (sem horário definido), além do nome de quem assumirá o comando do Fed a partir do ano que vem e que deve ser conhecido amanhã. Destaque também para a divulgação das leituras de outubro para o relatório de empregos do setor privado, medido pela ADP (10h15), e dos índices de atividade industrial da IHS Markit (11h45) e do ISM (12 horas). Embora os investidores não esperem nenhum anúncio para a alta dos juros norte-americanos, a reunião do Fed de hoje pode ser a última presidida por Janet Yellen. O presidente Donald Trump está para anunciar a qualquer momento seu substituto e a corrente majoritária de apostas é a de que o cargo ficará com o atual diretor da instituição Jerome Powell. No exterior foram divulgados o PMI (índice dos gerentes de compras) de alguns países, no Reino Unido houve avanço, na China estabilidade e no Japão o número apresentou queda. Hoje na véspera de feriado no Brasil, podemos observar um volume maior de negócios. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reforçou ontem que ainda há tempo para se votar a reforma da Previdência. A nova investida da equipe econômica para reverter os subsídios concedidos a empresas por meio da desoneração da folha de pagamento das empresas já enfrenta resistências no Congresso. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já demonstrou em outras ocasiões resistência ao fim da desoneração das empresas e também com relação a outras medidas de ajuste para o Orçamento de 2018. Meirelles, defende o projeto de reoneração da folha e sua aprovação, visto que as receitas são importantes para o orçamento do próximo ano.

 

 

Na agenda interna, a nova investida da equipe econômica para reverter os subsídios concedidos a empresas por meio da desoneração da folha de pagamento das empresas já enfrenta resistências no Congresso. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já demonstrou em outras ocasiões resistência ao fim da desoneração das empresas e também com relação a outras medidas de ajuste para o Orçamento de 2018. A reoneração da folha pode trazer R$ 5,3 bilhões em receitas no ano que vem. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reforçou ontem que ainda há tempo para se votar a reforma da Previdência este ano e defendeu que o projeto de reoneração da folha seja aprovado o mais rápido possível, porque as receitas são importantes para o Orçamento do próximo ano.

Os dados da Balança comercial de outubro serão divulgados às 15 horas. Destaque para a audiência pública com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, na Comissão Mista de Orçamento (CMO) para debater o Projeto de Lei Orçamentária para 2018. O Tesouro faz leilão de LTN e LFT (11 horas) e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, reúne-se pela manhã, na sede do banco, com o secretário especial de Reformas Microeconômicas do Ministério da Fazenda, João Manoel.

O IBGE divulgou a pouco o dado revisado da produção industrial do mês de agosto ante julho, de -0,8% para -0,7%.

 

 

Na agenda externa,  O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do Reino Unido avançou de 56,0 em setembro (dado revisado, de 55,9 anteriormente calculado) para 56,3 em outubro, de acordo com a IHS Markit.

O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de industrial da China ficou estável em 51 em outubro ante setembro. Já o índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial do Japão caiu para 52,8 em outubro, de 52,9 em setembro.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quarta-feira, lideradas por Japão e Coreia do Sul, em meio a balanços corporativos positivos e à espera de decisões de política monetária nos EUA e Reino Unido.

Em dia de decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) e véspera da divulgação sobre o rumo da política monetária do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), as bolsas europeias operam quase unanimemente em alta. Embora os investidores não esperem nenhum anúncio para a alta dos juros norte-americanos, a reunião do Fed de hoje pode ser a última presidida por Janet Yellen. O presidente Donald Trump está para anunciar a qualquer momento seu substituto e a corrente majoritária de apostas é a de que o cargo ficará com o atual diretor da instituição Jerome Powell.

 

 

Nos Estados Unidos, A agenda hoje traz a decisão de política monetária do Federal Reserve as 16h, que não deve ter novidade, mas a maior expectativa do mercado é com a possibilidade de anúncio do projeto de lei de reforma tributária na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos (sem horário definido), além do nome de quem assumirá o comando do Fed a partir do ano que vem e que deve ser conhecido amanhã. Destaque também para a divulgação das leituras de outubro para o relatório de empregos do setor privado, medido pela ADP (10h15), e dos índices de atividade industrial da IHS Markit (11h45) e do ISM (12 horas).

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 31/10/2017

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Aos clientes e amigos,

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Hoje se encerra a disputa pela formação da Ptax entre os bancos e nessa manhã os agentes avaliam a Ata da última reunião do Copom que entre outras coisas indicou que a previsão para o IPCA de 2017 está em 3,3%. O BC, que reduziu a Selic em 0,75% em sua última reunião, de 8,25% para 7,50%, indicou a intenção de, no encontro de dezembro, caso o cenário evolua como esperado e em razão do atual estágio do ciclo, aplicar um corte ainda menor na taxa básica. No Exterior o clima está mais ameno, na zona do euro, o PIB cresceu 0,6% no terceiro trimestre e a taxa de desemprego caiu para 8,9% em setembro. Na Espanha, o cenário segue um pouco menos tenso depois que o governo espanhol voltou a ter o controle da Catalunha. Nos Estados Unidos, começa a reunião de política monetária do Federal Reserve. Espera-se que o Fed mantenha sua política amanhã, mas prepare o terreno para uma nova elevação de juros em dezembro. Entre os indicadores serão conhecidos o índice de preços de moradias (10 cidades) em agosto (11h00), o índice de confiança do consumidor do Conference Board (12h00).

 

Na agenda interna,  O Banco Central optou por não dar pistas sobre suas decisões futuras em relação aos juros no ano que vem, mantendo o cenário aberto para agir conforme o panorama do momento.

A melhora da avaliação sobre a situação atual levou a confiança da indústria brasileira em outubro ao maior patamar desde abril de 2014. O Índice da Confiança da Indústria (ICI) teve alta de 2,6 pontos e chegou a 95,4 pontos em outubro, o nível mais alto desde os 97,0 pontos de abril de 2014.

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) do Brasil mostrou melhora em outubro pela quarta vez seguida e chegou ao nível mais alto em três anos. O ICS registrou alta de 2,2 pontos neste mês e foi a 87,8 pontos.

O governo apresentou a nova versão do Orçamento de 2018 e o pacote de Medidas Provisórias (MPs) visando ampliar a arrecadação de tributos em R$ 12,6 bilhões no ano que vem. A questão é que as propostas são consideradas impopulares pelos parlamentares, preocupados já com as eleições de 2018, mas são tidas pela equipe econômica como necessárias para equilibrar o Orçamento. Para aumentar a receita em 2018, o governo encaminhará uma MP elevando a alíquota previdenciária dos servidores federais de 11% para 14% e adiando o reajuste de pelo menos 30 categorias para 2019. E para cumprir a meta de déficit de R$ 159 bilhões prevista no orçamento do próximo ano, será enviada outra MP à Câmara, que tributa os fundos exclusivos de investimentos. O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que o aumento do Imposto de Renda para fundos exclusivos começará a valer em janeiro e que o aumento da contribuição previdenciária para os servidores públicos entrará em vigor em fevereiro. A mensagem com a revisão do Orçamento estima um déficit da Previdência em 2018 de R$ 192,8 bilhões. Ainda assim, o governo projeta um ganho de R$ 14,5 bilhões, entre aumento de receitas e redução de despesas em 2018. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, já disse a interlocutores do Planalto que não se oporá à tramitação das MPs, mas alertou que o governo precisará reorganizar sua base aliada para aprová-las. Nesse sentido, o presidente Michel Temer já autorizou a prorrogação até o dia 14 de novembro do prazo para a adesão ao Programa de Regularização Tributária, o novo Refis, que terminaria hoje.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, participa de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado (10h00).

Há pouco foi divulgado que a taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,4% no trimestre encerrado em setembro deste ano de acordo com o IBGE.

 

Na agenda externa,  O crescimento do setor industrial da China desacelerou mais do que o esperado em outubro. O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) oficial divulgado caiu para 51,6 em outubro de 52,4 em setembro, que havia sido o resultado mais forte em mais de cinco anos.

A economia da França expandiu no ritmo mais rápido desde 2011 no terceiro trimestre. O crescimento de 0,5 por cento no período entre julho e setembro, que ficou em linha com as expectativas, significou que o Produto Interno Bruto expandiu 2,2 por cento em um ano, ritmo que não era visto em seis anos.

A taxa de desemprego da zona do euro caiu para 8,9% em setembro, de 9% em agosto, atingindo o menor nível desde janeiro de 2009. O dado de agosto foi revisado para baixo, de 9,1% originalmente.

O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro cresceu 0,6% no terceiro trimestre ante o anterior e avançou 2,5% na comparação com igual período do ano passado. Já o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 1,4% na comparação anual de outubro, desacelerando em relação ao aumento de 1,5% verificado em setembro.

Na Espanha, o cenário segue um pouco menos tenso depois que o governo espanhol voltou a ter o controle da Catalunha, que havia declarado separação do país na sexta-feira. O ex-presidente destituído do governo catalão, Carles Puigdemont, está na Bélgica para tentar asilo político, depois que o procurador-geral da Espanha, José Manuel Maza, anunciou a acusação de rebelião e fraude contra os principais membros do governo regional, que declararam a independência da então comunidade autônoma.

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas encerraram a terça-feira majoritariamente em alta, influenciadas por fatores locais e à espera de decisões de políticas monetárias nos EUA e Reino Unido nesta semana. Bolsas Europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos, começa a reunião de política monetária do Federal Reserve. Espera-se que o Fed mantenha sua política amanhã, mas prepare o terreno para uma nova elevação de juros em dezembro. Entre os indicadores serão conhecidos o índice de preços de moradias (10 cidades) em agosto (11h00), o índice de confiança do consumidor do Conference Board (12h00).

 

Fonte: Reuters e Broadcast