O QUE É A MOEDA USD?

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dolar usd

 

No câmbio comercial, é extremamente habitual o uso da sigla USD. Basta acessarmos qualquer site que forneça a cotação do câmbio, ou até mesmo abrirmos o jornal ou site de notícias, que iremos nos deparar com o termo “Moeda USD”.

No entanto, mesmo algumas pessoas já habituadas com questões envolvendo o câmbio, desconhecem o significado e o que vem a ser, na verdade, a Moeda USD.

 

Se você também nutre esta dúvida, continue conosco. No post de hoje iremos esclarecer o que é a Moeda USD.

 

Moeda USD: a moeda mais negociada no mundo

No âmbito do câmbio comercial, bem como turismo, podemos dizer que a Moeda USD é a mais transacionada do planeta.

USD é a sigla para United States Dollar, ou seja, o dólar dos Estados Unidos, ou se preferir, a moeda americana.

 

Utilizada em nível mundial,  a Moeda USD ou dólar americano é referido pelo Fundo Monetário Internacional com a sigla  US$. Tal abreviação é usual fora dos Estados Unidos.

 

Curiosidades sobre a origem do termo USD

Muitos desconhecem, mas a origem do termo dólar advém do termo thaler, que, por sua vez, é uma abreviação de Joachimsthaler. Se tratava de uma antiga moeda de prata  que originou o dólar atualmente.

 

No contexto atual, a Moeda USD ou dólar está alinhada com o Euro em nível de importância no cenário econômico mundial, e no câmbio comercial e câmbio turismo.

 

Investir em dólar é, via de regra, um atrativo, tanto para investidores quanto para empresas, especialmente por ser um moeda forte e que está atrelada a uma das principais potências econômicas do mundo.

 

O principal fator que leva um extenso número de pessoas e empresar a apostarem na moeda americana é o poder de conservação do seu valor de compra, em comparação a grande maioria das demais moedas existentes no mundo.

 

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Como é estabelecida a taxa de câmbio?

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Quando falamos em taxa de câmbio, nos referimos ao preço de uma moeda estrangeira, em comparação à moeda nacional,  medindo-a em unidades ou frações (centavos).

No câmbio comercial brasileiro, por exemplo, o dólar é apontado como a moeda estrangeira mais negociada no país.

Neste contexto,  as cotações do dólar indicam as taxas para a  sua comercialização, tanto para a compra quanto para a venda da moeda americana.

Mas, você saberia dizer como é estabelecida a taxa de câmbio? Falamos sobre isso na sequência deste post, acompanhe e tire suas dúvidas sobre o tema.

 

Entendendo a taxa de câmbio e como ela é estabelecida no Brasil

Uma dos câmbios mais comuns no mercado financeiro brasileiro é o chamado câmbio flutuante. Essa taxa de câmbio se estabelece a partir da  lei da oferta e demanda.

Em outras palavras: quando a oferta é maior que a demanda, o preço cai. No  entanto, quando a demanda é maior que a oferta, o preço sobe.

Além do câmbio flutuante (que quando apresenta a chamada “flutuação suja”, tem a interferência do Banco Central), temos o câmbio fixo (se trata de um valor fixo de uma moeda estrangeira em comparação à moeda nacional, tendo a conversão garantida pelo Banco Central por aquele preço) e o câmbio atrelado (que agrega tanto o câmbio fixo quanto o  flutuante).

A grosso modo, podemos dizer que a taxa de câmbio se dá pelo fluxo de entrada ou saída de dólares do país.

Estes canais de entrada de dólares são :

  • A  balança comercial ( que se obtém por meio do saldo das exportações menos importações);
  • A balança de serviços (formada pelos gastos de turistas, pagamento de juros, royalties, remessas de lucros, entre outros);
  • Conta capital (que se refere basicamente à entrada ou saída de capital estrangeiro para o mercado financeiro).

Segundo o Banco Central:

“ As taxas de câmbio praticadas no mercado de câmbio brasileiro são livremente negociadas entre os agentes e seus clientes e são amplamente divulgadas pela imprensa. O Banco Central do Brasil divulga, em sua página na internet, cotações diárias para as diferentes moedas.”

Dúvidas sobre câmbio comercial, cotações e taxas? Estamos aqui para lhe esclarecer, entre agora em contato e saiba mais!

O que é valorização e desvalorização cambial?

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Você alguma vez já se questionou sobre a influência que o câmbio comercial exerce em nosso bolso e na economia do país, de uma forma geral?

 

Certamente, se você costuma realizar viagens ao exterior, bem como costuma investir e tem no dólar e em moedas estrangeiras, uma de suas principais aplicações, certamente já se atentou a este fato, bem como já ouviu falar sobre valorização e desvalorização cambial, não é mesmo?

 

Seja você experiente no tema, ou iniciante, fato é que ficar de olho no câmbio comercial e acompanhar os cenários do mercado, tanto de valorização quanto de desvalorização cambial é essencial para ser bem-sucedido (a) no segmento.

 

Que tal conferir mais sobre o tema a seguir? Continue conosco!

 

 

Valorização e desvalorização cambial: entenda

 

O mercado financeiro, assim como o mundo dos negócios, é dotado de diferentes facetas. O câmbio comercial tem na valorização e desvalorização, duas delas.

 

Quando estamos diante de um quadro de desvalorização cambial, o principal efeito sentido pelo mercado é a queda das importações e a elevação das exportações. Isso ocorre devido à queda da moeda nacional, em comparação com a moeda dos demais países.

 

Do ponto de vista do mercado interno, a desvalorização apresenta efeitos positivos, pelo fato de elevar a economia nacional e acarretar numa maior competição em relação aos produtos internos no mercado estrangeiro.

 

Por outro lado, a valorização cambial gera queda nas exportações, afinal, há aumento dos preços. Além disso, a valorização cambial permite o crescimento das importações, o que consequentemente acarreta no aumento da inflação.

 

A dica para se precaver mediante estas oscilações, seja uma empresa, seja um investidor doméstico, é sempre se organizar e fazer um planejamento que gere fluxo de caixa positivo e um fundo de reservas para eventuais necessidades.

 

Precisa de ajuda para obter as melhores taxas cambiais do mercado? Entre agora mesmo em contato com a Advanced Corretora!

O Que É O Dólar Futuro?

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O dólar futuro tem sido uma alternativa muito utilizada por investidores, garantindo por vezes uma cotação superior às demais modalidades da moeda americana.

 

O nome pode até parecer estranho em um primeiro momento, mas ao conhecer um pouco melhor o sistema desse ativo, vemos que ele traz uma boa oportunidade de ganhos.

 

Afinal, o que é o dólar futuro e como é possível investir nele? Falaremos sobre isso a seguir, acompanhe!

 

 

Dólar futuro: o que é e como ganhar dinheiro com ele?

 

De maneira sucinta, podemos definir o dólar futuro da seguinte forma:

 

Se trata de uma commoditie financeira que é negociada na bolsa de valores. Ele possui tanto o preço quanto datas definidas já no momento de compra, que é regido por um contrato de compra e venda.

 

O investidor tem 2 opções, podendo resgatar uma delas na ocasião do vencimento, que são os contratos cheios e os mini contratos.

 

Assim como ocorre em todo tipo de negociação, o dólar futuro tem um objetivo. No caso dele,  o intuito é obter lucros em relação à moeda brasileira, a partir das variações do dólar.

 

Outro ponto de destaque para quem pretende investir no dólar futuro é ficar atento (a) à data de vencimento do contrato.

 

Ela ocorre sempre no primeiro dia útil do mês na bolsa de valores. Cada mês é identificado por uma letra, conforme a lista a seguir:

 

Janeiro (F), Fevereiro (G), Março (H), Abril (J), Maio (K), Junho (M), Julho (N), Agosto (Q), Setembro (U), Outubro (V), Novembro (X) e Dezembro (Z)

 

As negociações envolvendo o dólar futuro ocorrem sempre entre 9:00h às 18:00h.

 

Segundo a Bolsa de Valores Bovespa:

 

A cotação do contrato futuro de Dólar é expressa em reais por US$ 1.000,00 (mil dólares). Cada contrato de Dólar Futuro equivale à negociação de US$ 50.000,00 (cinquenta mil dólares).

 

Fonte: https://br.advfn.com/investimentos/futuros/dolar

 

Quer conhecer mais sobre dólar futuro e as melhores cotações? Entre em contato com nossa equipe de atendimento agora mesmo!

Panorama de Mercado 03/01/19

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  2,34%  💱 🇪🇺 EURO ▲ 0,23%  mediante encerramento do dia anterior.

 

No mercado de câmbio:

 

Dólar comercial para lotes acima de USD1 milhão vinculado a exportação e exportação é negociado próximo a R$ 3,80

Na véspera, moeda dos EUA fechou em queda de 1,69%, o menor valor desde o fechamento de 22 de novembro.

O dólar abriu em queda, com investidores reagindo bem às primeiras movimentações do governo de Jair Bolsonaro, com expectativa favorável sobre medidas que possam garantir o ajuste fiscal. Às 9h10, a moeda norte-americana caía mais 0,43%,

Na véspera, o dólar fechou em queda de 1,69% – o menor valor desde o fechamento de 22 de novembro. A última vez que a divisa fechou uma sessão abaixo de R$ 3,80 foi no dia 21 de novembro (R$ 3,799).

No último pregão de 2018, o dólar recuou 0,55%, a R$ 3,8742, mas encerrou o ano com alta de 16,92% ante o real.

O presidente Jair Bolsonaro tomou posse na véspera e, ao longo desta quarta, ocorre a transmissão de cargos para os novos ministros, entre eles Paulo Guedes, novo ministro da Economia. No discurso de posse, Guedes disse que a Previdência Social, as privatizações e a simplificação de tributos são os "pilares da nova gestão".

O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 13,4 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de dezembro, no total de us$ 13,398 bilhões, destaca a Reuters. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

(Fonte:G1)

 

Na mercado interno:

A indústria brasileira encerrou 2018 com o ritmo mais acelerado de produção em nove meses diante da recuperação na demanda doméstica e com elevado nível de otimismo, embora tenha registrado queda em dezembro no nível de emprego, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).

Nesta ultima quarta-feira que o PMI da indústria brasileira ficou em 52,6 em dezembro sobre o recorde de alta de oito meses de 52,7 em novembro, "indicando um fortalecimento adicional das condições operacionais em todo o setor". Valores acima de 50 indicam crescimento.

O aumento na demanda doméstica por produtos brasileiros foi o responsável em dezembro pelo crescimento mais forte nas vendas da indústria brasileira desde março, levando à intensificação da produção.

Os volumes de novos pedidos e de produção aumentaram nas categorias de bens de consumo e de bens intermediários, mas houve contração entre os fabricantes de bens de capital.

Entretanto, os novos pedidos para exportação apresentaram queda no mês, marcado por pressões competitivas nos mercados externos e por problemas econômicos persistentes na Argentina.

Em relação à inflação, os preços de insumos voltaram a aumentar no último mês do ano, mas a taxa foi a mais fraca em quase um ano e meio, com as empresas se beneficiando de melhorias na taxa de câmbio entre o real e o dólar americano.

As empresas assim elevaram seus preços de venda da maneira mais fraca em 15 meses.

Ainda assim, houve redução nos níveis de emprego no setor industrial brasileiro, dando fim a dois meses de expansão, já que as iniciativas de contratação em algumas empresas foram compensadas por tentativas de redução de custos em outras.

Por outro lado, o sentimento positivo em relação aos negócios registrou o segundo nível mais elevado na história das séries, devido à confiança no novo governo, às expectativas por maiores fatias de mercado e aos planos de investimentos.

A balança comercial brasileira encerrou 2018 com superávit de 58,298 bilhões de dólares, queda de 13 por cento sobre o dado recorde de 2017, em meio ao crescimento mais forte das importações que das exportações, informou o Ministério da Economia nesta quarta-feira.

Mesmo assim, a performance anual foi a segunda mais forte da série histórica iniciada pelo governo em 1989, no momento em que o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) assume com a promessa de abrir o mercado brasileiro e diminuir tarifas sobre importados.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, já afirmou publicamente que o antigo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), agora incorporado pelo Ministério da Economia, havia se transformado numa trincheira na defesa do protecionismo.

Em nota, o Ministério da Economia informou que houve aumento de importações em todas as grandes categorias econômicas: bens de capital (76,5 por cento), bens intermediários (11,6 por cento), bens de consumo (9,1 por cento) e combustíveis e lubrificantes (24,9 por cento).

A expansão das exportações, por sua vez, foi de 9,6 por cento, a 239,523 bilhões de dólares, no nível mais alto dos últimos cinco anos.

Em dezembro, as trocas comerciais ficaram positivas em 6,639 bilhões de dólares. No mês, as exportações cresceram 11,1 por cento sobre igual mês de 2017, pela média diária, a 19,556 bilhões de dólares.

Na ponta das importações, o aumento foi de 2,5 por cento sobre dezembro de 2017, a 12,917 bilhões de dólares

(Fonte:Reuters)

 

Na agenda externa:

Hora

Moeda

Evento

Atual

Projeção

Prévio

11:30

  USD

Pedidos Iniciais por Seguro-Desemprego

 

220K

216K

13:00

  USD

Índice ISM de Emprego no Setor Manufatureiro (Dez)

 

 

58,4

19:30

  USD

Estoques de Petróleo Bruto Semanal API

 

 

6,920M

23:45

  CNY

PMI de Serviços Caixin (Dez)

 

53,1

53,8


                            

Na agenda americana, o dia tem como destaque os números dos pedidos de auxílio-desemprego e também um indicador de atividade industrial. Além disso, será divulgado os dados de emprego ADP, que é uma prévia dos dados oficiais do mercado de trabalho americano, Payroll, que serão divulgados na sexta-feira.

O Banco do Povo da China informou na quarta-feira que flexibilizou suas condições quanto a cortes nos compulsórios para beneficiar mais pequenas empresas. A medida ocorreu depois que a China registrou sua primeira contração da atividade industrial em mais de dois anos em dezembro.

(Fonte:Investing.com)

Nas Bolsas:

Após a forte valorização na sessão de ontem, o índice futuro do Ibovespa abre os negócios nesta quinta-feira com queda de 0,64% aos 91.145 pontos, seguindo assim a tendência das bolsas internacionais e também dos índices futuros de Wall Street.

O mercado local ontem mostrou animo com a posse do presidente Jair Bolsonaro e as primeiras declarações de ministros, como as de Paulo Guedes, dando forte prioridade para a agenda de reformas. Dessa forma, o Ibovespa encerrou em seu maior valor histórico, com alta superior a 3%.

(Fonte:Investing.com)

Bolsas Internacionais

Em TÓQUIO, o índice Nikkei não teve operações. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,26 por cento, a 25.064 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,04 por cento, a 2.464 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,16 por cento, a 2.964 pontos.

O dia se mostra negativo também para as bolsas europeias. Em Frankfurt, o DAX apresenta queda de 1,13% aos 10.461 pontos, enquanto que em Londres, o FSTSE recua 0,42% aos 6.705 pontos. Já em Paris, o CAC tem baixa de 1,03% aos 4.641 pontos.

(Fonte:Investing.com)

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Obrigado – Mit freundlichen Grüßen – Merci – Grazie -Kind Regards – 最好的问候 

Panorama Advanced Corretora 07/06/2018

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Bom dia Prezados Clientes e Amigos!

 

Mercado em ALTA CONSIDERAVEL para o USD (+0,713 %) e EUR (+0,431%) ajustando o patamar de seu último fechamento

 

Dólar está barato e pode bater acima de R$4,50; Selic deve subir em breve

O dólar está barato nos níveis atuais e pode chegar acima de R$ 4,50, refletindo a alta dos juros nos Estados Unidos, que ameaçam atingir 6% ao ano por conta do superaquecimento da economia, e a situação caótica do Brasil, que obrigará o Banco Central a subir a Selic ainda este ano. Os cometários são do sócio fundador da gestora SPX Investimentos.

Para completar, as tarifas de importação impostas por Donald Trump devem pressionar ainda mais a inflação. Enquanto isso, as condições de política monetária seguem frouxas, mesmo com as altas dos juros recentes pelo Federal Reserve (Fed, banco central americano). Xavier lembra que todos os episódios de recessão nos Estados Unidos aconteceram após altas de juros. E atualmente os juros básicos nos EUA, de 1% ao ano, estão 0,9% abaixo do nível que seria considerado neutro para o crescimento da economia. Ainda teria, portanto, muito espaço para subir.

E ainda há o balanço do Fed, ou seja, os incentivos que o banco central americano deu ao mercado recomprando títulos dos bancos, e que ele vai começar a recolher vendendo os papéis de volta. Isso provocará um forte enxugamento da liquidez mundial. Com isso, o juro nos Estados Unidos devem explodir e a taxa dos títulos de 10 anos do Tesouro americano, que hoje estão abaixo de 3% ao ano, podem chegar a 6% ao ano. “É uma boa oportunidade de fazer posições tomadas em taxas de juros nos EUA, mas consequentemente, o Brasil vai sofrer”, diz.

O quadro se agrava pois a eleição presidencial está totalmente indefinida.

Com esse cenário, o sócio fundador estima que o dólar comercial pode chegar acima de  R$ 4,50 nos próximos meses. “O câmbio hoje está de graça”, resume. No mercado de juros, as taxas prefixadas também estão muito baixas e não altas como muitos estão pensando. “Falar em prêmio na curva de juros longos brasileira é piada”, afirma. Segundo o Fundador, em breve, o Banco Central vai ter de subir os juros básicos brasileiros para conter a situação.

 

Bolsas norte-americanas preparadas para abertura positiva enquanto rali de junho continua

O mercado futuro dos EUA apontava para mais ganhos na abertura, já que um início impressionante de mês em junho parecia destinado a continuar.

Às 06h55, o índice blue chip futuros do Dow subia 50 pontos, ou cerca de 0,2%, ao passo que os futuros do S&P 500 avançavam 2 pontos, ou quase 0,1%.

O índice de tecnologia de futuros do Nasdaq 100 indicava ganhos de 5 pontos, ou cerca de 0,1%, o que deixava a referência no caminho de abrir em nova máxima recorde.

Os movimentos antes do pregão aconteciam na sequência de uma sessão forte na quarta-feira, que viu o Dow fechar acima de 25.000 pela primeira vez desde meados de março, enquanto a Nasdaq registrou seu terceiro recorde consecutivo ao fechar em alta.

Após apenas quatro pregões em junho, cada um dos principais índices subiu mais de 2% no mês.

Já na Europa, a maior parte das bolsas do continente negociava em alta no pregão de metade da manhã, com todos os setores em território positivo.

Mais cedo, bolsas asiáticas atingiram nova alta de dois anos e meio, acompanhando os fortes ganhos durante a noite em Wall Street.

 

Dia calmo em termos de dados e balanços corporativos

Os calendários de economia e balanços estão bastante calmos, como aconteceu na maior parte da semana, com o relatório semanal sobre os pedidos iniciais de seguro-desemprego, bem como o mais recente relatório do Fed sobre o patrimônio líquido das famílias, com destaque em termos de economia.

E no calendário de resultados, relatórios de empresas notáveis nesta quinta-feira incluirão os balanços de JM Smucker (NYSE:SJM) e Vail Resorts (NYSE:MTN) antes da abertura, enquanto Broadcom (NASDAQ:AVGO), DocuSign (NASDAQ:DOCU) e Stitch (NASDAQ:SFIX) irão apresentar seus números após o fechamento.

 

Euro Continua rali com apostas de redução de programa de estímulo do BCE

O euro ganhava ainda mais terreno, ampliando ganhos do dia anterior em meio a apostas crescentes de que o Banco Central Europeu poderá anunciar que encerrará seu programa de estímulo até o final do ano já na próxima semana.

O par EUR/USD avançava em torno de 0,5% para 1,1825 o maior nível desde 16 de maio.

Os rendimentos dos títulos soberanos em todo o bloco da moeda única também continuavam em alta, com investidores se tornando mais confiantes de que taxas de juros mais altas estão a caminho.

Peter Praet, economista-chefe do banco central e aliado próximo do presidente Mario Draghi, disse que o BCE debaterá na próxima semana se as compras de títulos deverão ser encerradas ainda este ano.

Os comentários agressivos levaram investidores do mercado monetário a precificarem em cerca de 90% a probabilidade de que o BCE aumentaria as taxas de juros em julho de 2019. Esta é uma mudança em relação à semana passada, quando os investidores pensavam que a incerteza causada por uma crise política na Itália poderia deixar os decisores da instituição cautelosos sobre a indicação do fim do programa de estímulo em sua reunião de política monetária na semana que vem.

 

Cotação do petróleo em alta devido a problemas de abastecimento na Venezuela

A cotação do petróleo estava em alta e eliminava parte das perdas da sessão anterior, com sustentação devido à queda das exportações da Venezuela, membro da Opep.

A PdVSA, estatal venezuelana, está considerando declarar força maior em alguns contratos com compradores de petróleo bruto, essencialmente declarando que eles não podem ser cumpridos, já que a produção de seus campos de petróleo caiu e os gargalos estão desacelerando as exportações nos portos.

Os contratos futuros de petróleo Brent tinham alta de US$ 0,31, ou 0,4% e eram negociados a US$ 75,69 o barril.

Já os contratos Futuros do petróleo West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, avançavam US$ 0,16, ou 0,3%, para US$ 64,89, próximos ao seu menor nível desde 9 de abril, já que preocupações com um aumento nos estoques norte-americanos e com a produção recorde no país pesavam.

 

 

Fonte: investing.com

Hora

Moeda

Import.

Evento

Atual

Projeção

Prévio

 

 

Quinta-feira, 7 de Junho de 2018

 

02:45

  CHF

 

Taxa de Desemprego (sem ajuste sazonal) (Mai)

2,4%

2,5%

2,7%

   

02:45

  CHF

 

Taxa de Desemprego (com ajuste sazonal) (Mai)

2,6%

2,6%

2,7%

   

03:00

  EUR

 

Encomendas à Indústria – Alemanha (Mensal) (Abr)

-2,5%

0,7%

-1,1%

   

04:30

  GBP

 

Índice de Preços de Imóveis Halifax (Mensal) (Mai)

1,5%

1,1%

-3,1%

   

04:30

  GBP

 

Índice de Preços de Imóveis Halifax (Anual) (Mai)

1,9%

1,9%

2,2%

   

06:00

  EUR

 

PIB (Anual) (Q1)

2,5%

2,5%

2,5%

   

06:00

  EUR

 

PIB (Trimestral) (Q1)

0,4%

0,4%

0,4%

   

09:30

  USD

 

Pedidos Iniciais por Seguro-Desemprego

222K

223K

223K

   

12:00

  GBP

 

Discurso de Ramsden, Membro do MPC  

 

 

 

   

20:50

  JPY

 

Transações Correntes Ajustadas

 

2,10T

1,77T

   

20:50

  JPY

 

Transações Correntes (sem ajuste sazonal) (Abr)

 

2,097T

3,122T

   

20:50

  JPY

 

PIB (Anual) (Q1)

 

-0,4%

-0,6%

   
                   

 

Obrigado – Kind Regards – Mit freundlichen Grüßen -最好的问候

Douglas Dantas

Mesa de Operações

mesadecambio2@advancedcorretora.com.br

www.advancedcorretora.com.br

Panorama Advanced Corretora 06/06/2018

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Bom dia Prezados Clientes e Amigos!

 

Mercado em ALTA CONSIDERAVEL para o USD (+1,7813 %) e EUR (+0,831%) ajustando o patamar de seu último fechamento

 

Dólar salta e vai a maior nível em mais de dois anos, mesmo com ação mais forte do BC

Apesar de o Banco Central ter ampliado com força sua atuação, o dólar saltou nesta terça-feira, o maior em mais de dois anos, em meio à piora da avaliação dos investidores sobre a cena política local e com o exterior pesando sobre os ativos.

O dólar avançou 1,78 por cento, maior nível desde 2 de março de 2016 (3,8877 reais). O dólar futuro tinha alta de cerca de 1,65 por cento no final da tarde de 05/06.

"As perspectivas são muito ruins… A crise fiscal é séria", afirmou o economista e sócio da NGO Corretora Sidnei Nehme. "A economia não anda, nem vai andar, porque empresários não vão investir com esse elevado grau de incerteza. Todo o cenário ficou ruim", acrescentou ele.

A moeda norte-americana já vinha operando com elevação desde a abertura do negócios, influenciada pelo cenário político local, a poucos meses das eleições presidenciais, e pelo movimento no exterior, que ganhou força após dados mais robustos sobre a economia norte-americana.

No exterior, o dólar subia frente a divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e o peso mexicano.

A atividade do setor de serviços dos Estados Unidos acelerou em maio, indicando crescimento econômico robusto no segundo trimestre, enquanto outros dados mostraram que a abertura de vagas de trabalho atingiu máxima recorde em abril, superando as contratações.

Outros indicadores fortes de emprego dos Estados Unidos divulgados recentemente já haviam reavivado apostas de que o Federal Reserve, banco central do país, pode aumentar a taxa de juros mais três vezes este ano. As expectativas do mercado, por enquanto, são de mais dois aumentos até dezembro.

Juros elevados têm potencial para atrair à maior economia do mundo recursos aplicados hoje em outros mercados, como o brasileiro.

Com isso, o dólar disparou no mercado brasileiro também, desencadeando um movimento conhecido como "stop loss", quando os investidores desfazem suas posições rapidamente diante de sinais que consideram mais negativos. Segundo o diretor de operações da Mirae Asset, Pablo Spyer, não houve saída de recursos do mercado, apenas esse movimento técnico.

Assim, o BC brasileiro decidiu entrar mais pesado e anunciou novo leilão de até 30 mil novos swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, nesta sessão. Vendeu 16.210 contratos e, em seguida, anunciou outro leilão, do qual também não vendeu a oferta integral, mas apenas 6.110 do total de 13.790 swaps restantes.

Logo após essa intervenção mais forte do BC, o dólar chegou a bater 3,7581 reais na mínima do dia, mas as apreensões voltaram ao mercado em seguida.

A autoridade monetária já havia feito leilão o esperado de novos swaps neste pregão e vendeu a oferta integral de até 15 mil contratos, injetando o equivalente a 3,366 bilhões de dólares no mercado neste mês, incluindo todos os leilões de novos contratos.

E também vendeu integralmente a oferta de até 8.800 swaps para rolagem, já somando 1,320 bilhão de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, rolará integralmente o volume.

"O mercado não está tão interessado em swaps", avaliou o operador de câmbio da corretora H.Commcor, Cleber Alessie Machado. "Fica a percepção que está querendo outra forma de intervenção e pode ser o leilão de linha, que supre a demanda no mercado à vista", acrescentou ele, referindo-se aos leilões do BC de venda de dólares com compromisso de recompra.

A alta do dólar na sessão também foi influenciada pela cena política local, após a divulgação da pesquisa de intenção de votos do DataPoder360 que mostrou o candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) na segunda posição, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), com Geraldo Alckmin (PSDB), visto pelo mercado como candidato com perfil reformista, sem decolar.

Além disso, a pesquisa mostrou o ex-prefeito de São Paulo João Doria, também do PSDB, como um dos possíveis candidatos, mas também sem força.

"A questão é que o candidato de esquerda tem se mostrado mais competitivo do que um candidato pró-mercado", afirmou o gestor de derivativos de uma corretora local.

Os investidores ainda continuaram cautelosos com os desdobramentos da greve dos caminhoneiros, que afetou o abastecimento do país nas últimas semanas. O governo acabou cedendo na maioria das reivindicações da categoria para baixar os preços do diesel, gerando uma conta bilionária que impactará os cofres públicos, prejudicando o ajuste fiscal.

Agora, o governo trabalha para mudar a periodicidade dos reajustes de preços de gasolina sem mudar a política de preços da Petrobras (SA:PETR4).

 

Ibovespa cai com pressão da Petrobras e Eletrobras

O Ibovespa abriu o pregão (05) em baixa de 0,5% com 78.201 pontos registrados às 10h15. O índice volta a oscilar, após iniciar a semana com alta de 1,76%, e as ações da Petrobras (SA:PETR4) com valorização de 8,87% nas ações preferenciais. Nos EUA, o índice Dow Jones sobe 0,03%, o S&P 500 +0,45% e o Nasdaq +0,23%.

No cenário econômico interno, destaque para a produção industrial brasileira, que teve um crescimento de 0,8% de março para abril deste ano, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal. A alta veio depois de uma queda de 0,1% em março.

O dólar inicia o dia em alta depois de queda de 0,62% no dia 04/06. Investidores continuam acompanhando os desdobramentos políticos após a greve dos caminhoneiros, atentos aos rumos da política de preços da Petrobras e ao cenário eleitoral da disputa presidencial de outubro.

A estatal anunciou na terça-feira que atingiu o limite estipulado de US$ 4 bilhões em uma oferta de recompra de títulos, de um total ofertado antecipadamente de US$ 12,835 bilhões, segundo comunicado divulgado ao mercado. Os papéis caíram 2%, para R$ 17,17.

 

Fonte: investing.com

Hora

Moeda

Evento

Atual

Projeção

Prévio

 

 

04:00

  EUR

Discurso de Praet do BCE  

 

 

 

   

07:00

  GBP

Discurso de Tenreyro, Membro do MPC  

 

 

 

   

31 min

  USD

Exportações

 

 

208,53B

   

31 min

  USD

Importações

 

 

257,48B

   

31 min

  USD

Produtividade do Setor Não Agrícola (Trimestral) (Q1)

 

0,7%

0,7%

   

31 min

  USD

Balança Comercial (Abr)

 

-50,00B

-49,00B

   

31 min

  USD

Custo Unitário da Mão de Obra (Trimestral) (Q1)

 

2,7%

2,7%

   

11:30

  USD

Estoques de Petróleo em Cushing

 

 

-0,556M

   

13:00

  GBP

Discurso de McCafferty, Membro do MPC  

 

 

 

   

20:01

  GBP

Índice RICS de Preços de Imóveis (Mai)

 

-1%

-8%

   

 

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Douglas Dantas

Mesa de Operações

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Panorama Advanced Corretora 06/04/2018

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Bom dia Prezados Clientes e Amigos!

 

Mercado em ALTA CONSIDERAVEL para o USD (+1,031 %) e EUR (+0,831%) ajustando o patamar de seu último fechamento

 

Lula começa a cumprir pena

Em uma decisão que surpreendeu o país pela agilidade, o juiz Sérgio Moro determinou que o ex-presidente Lula se entregue voluntariamente nesta sexta-feira até as 17h para ser preso pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá.

A decisão de Moro veio pouco depois da autorização do TRF-4 para que a pena passasse a ser executada, pois não há mais a possibilidade de reversão da condenação em segunda instância.

A expectativa era que Lula fosse encaminhado à prisão nas próximas semanas, pois ainda possui um último recurso ao TRF-4. Os desembargadores, contudo, decidiram não aguardar o recurso, que não tem força para alterar o resultado do julgamento realizado em janeiro.

Na ocasião, o tribunal confirmou a sentença de culpado por corrupção e lavagem de dinheiro e elevou a pena de reclusão para 12 anos e 1 mês, com início de cumprimento em regime fechado. Moro havia determinado a prisão por 9 anos e 6 meses.

Ao longo do dia, a população brasileira deverá acompanhar os desdobramentos e a cobertura do caso. Está no STF uma liminar apresentada por advogados que pede que não seja permitida a prisão após segunda instância até que a ação direta de constitucionalidade que trata do tema seja julgada. A peça está nas mãos de Marco Aurélio, principal crítico do julgamento do habeas corpus de Lula.

Qualquer sinalização de Marco Aurélio deverá trazer ainda mais volatilidade ao mercado brasileiro.

Eleições 2018: prazo final para filiação e desincompatibilização

Com parte do mercado ainda vivendo a ressaca do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula no Supremo Tribunal Federal, mais um marco para a eleição de 2018 ocorre nesta sexta-feira. Termina no final do dia o prazo para que todos os políticos que queiram se candidatar em outubro estejam filiados ao partido que lhes dará a legenda na disputa.

Se confirmado o roteiro, o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa deverá assinar a sua adesão ao PSB e garantir que seu nome possa aparecer nas urnas em outubro. Tido como o principal outsider nesta eleição, analistas acreditam que Barbosa poderá carregar a bandeira da ética – e surfar em parte do sentimento antipetista –conquistada após o protagonismo no julgamento do Mensalão.

Na última pesquisa do Datafolha, em janeiro, o ex-ministro garantiu o quinto lugar na pesquisa estimulada, com 5% das intenções de voto. Sua indicação para concorrer à Presidência, contudo, não é certa. Notícias na imprensa sugerem que caciques do PSB tentam convencer Barbosa a disputar o Governo do Rio de Janeiro, abrindo espaço para uma aliança nacional com o PSDB.

No sábado, termina o prazo para que os candidatos renunciem a seus cargos no Executivo. A expectativa é que já amanhã sejam confirmadas as saídas de Henrique Meirelles do Ministério da Fazenda – além da indicação de seu substituto – e de Geraldo Alckmin do Governo de São Paulo, que detêm, respectivamente, 1% e 7% de intenção de votos.

Os demais potenciais candidatos – Jair Bolsonaro, Marina Silva, Ciro Gomes e Flávio Rocha, entre eles – já estão filiados a seus partidos e não possuem cargos para se descompatibilizar.

Líder da pesquisa com 36% das intenções de voto, Lula, tem um árduo caminho jurídico à frente se quiser viabilizar seu nome. O petista deverá ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e impossibilitado de concorrer. A sua iminente prisão também o afastará da campanha e dificultará a transferência de votos para um indicado.

Payroll é destaque; Powell comenta

Os dados de emprego do setor privado dos EUA serão publicados amanhã às 9h30. O Payroll é um dos principais indicadores da economia norte-americana e provoca forte volatilidade nas bolsas globais quando seu número destoa das previsões do mercado.

O consenso aponta para o enfraquecimento da criação de vagas em março com a geração de 193 mil postos de trabalho, após o surpreendente número de 313 mil em fevereiro.

Os analistas acompanharão de perto, pois um valor acima do previsto reforçará a tese de quem acredita que a economia dos EUA está mais forte do que o Fed projeta, o que levará o banco a acelerar o ritmo de alta de juros do país.

À tarde, o presidente do Fed, Jerome Powell, fará um discurso às 14h30 com a sua leitura sobre o andamento da economia dos EUA. A expectativa é que ele mantenha sua posição de um aumento gradual de juros, mas analistas buscarão pistas se que ele prepara uma mudança de retórica para encaminhar uma aceleração na política monetária.

A maior parte do mercado aposta que o Fed elevará os juros nas reuniões de junho e de setembro, movimento coerente com o cenário do próprio banco que vê três altas necessárias neste ano.

Desde fevereiro, contudo, cresce o número de analistas que acreditam que o Fed elevará uma quarta vez na reunião de dezembro. Hoje, a probabilidade de que isso ocorra é de 34,7%, segundo o Monitor da Taxa do Fed do Investing.com. Há dois meses, esse número estava em 14,7%.

Para as ações, esse cenário é negativo, pois o aumento das taxas nos EUA incentiva que investidores busquem o porto–seguro de títulos do governo, retirando, assim, parte do seu capital das bolsas.

A taxa de desemprego também será publicada e a expectativa do mercado é que o número caia para 4,0%. O Fed prevê que o desemprego ceda até 3,8% ao final do ano.

Fôlego do shale dos EUA chegou ao fim?

O relatório semanal sobre o número de sondas de petróleo em atividade nos EUA será publicado às 15h e poderá sinalizar que a produção no país pode estar se aproximando de seu limite.

Na semana passada, o número cedeu em sete unidades e uma nova queda poderá sinalizar o início de uma tendência. Com os preços na casa dos US$ 65 o barril, a expectativa é que a produção no shale norte–americano mostre estabilidade em algum momento, depois de meses consecutivos de recorde.

Às 17h30 saem os dados de posições líquidas na CFTC, o que sinaliza as apostas do mercado da direção do preço do petróleo. Nas duas últimas semanas, os investidores se mostraram mais otimistas com a alta na cotação.

 

 

Fonte: investing.com

Hora

Moeda

Import.

Evento

Atual

Projeção

Prévio

 

Sexta-feira, 6 de Abril de 2018

Todo o dia

 

Feriado

China – Dia de Tomb Sweeping

03:00

  EUR

 

Produção Industrial – Alemanha (Mensal) (Fev)

-1,6%

0,2%

0,1%

   

04:45

  EUR

 

Discurso de Coeuré do BCE  

 

 

 

   

13 min

  USD

 

Ganho Médio por Hora Trabalhada (Mensal) (Mar)

 

0,3%

0,1%

   

13 min

  USD

 

Taxa de Participação (Mar)

 

 

63,0%

   

13 min

  USD

 

Relatório de Emprego (Payroll) Privado (Mar)

 

190K

287K

   

14:00

  USD

 

Contagem de Sondas Baker Hughes

 

 

798

   

16:30

  GBP

 

GBP – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

34,2K

   

16:30

  USD

 

Petróleo – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

715,8K

   

16:30

  USD

 

Ouro – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

203,4K

   

16:30

  USD

 

S&P 500 – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

-9,4K

   

16:30

  JPY

 

JPY – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

-3,7K

   

16:30

  EUR

 

EUR – Posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC

 

 

141,1K

   

20:30

  JPY

 

Gastos Domésticos (Anual)

 

 

1,9%

   

 

Obrigado – Kind Regards – Mit freundlichen Grüßen -最好的问候

Douglas Dantas

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Panorama de Mercado 07/02/2017

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Bom dia prezados Clientes e Amigos.

 

 

Na agenda interna / externa, 

 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

BRL

07/02/2017

09:00

IGP-DI

Janeiro

BRL

07/02/2017

09:00

Produção Industrial Regional

Dezembro

EUA

07/02/2017

11:30

Balança Comercial

Dezembro

 

                             

Nas Bolsas,

 

A Bovespa fechou em queda nesta segunda-feira, após cair 1,63% na semana anterior, empurrada pelas perdas das empresas com maior peso no índice.

O Ibovespa, principal indicador da bolsa, recuou 1,48%, aos 63.992 pontos. Veja a cotação. Pela manhã, o índice chegou a subir, mas o avanço logo perdeu força.

Os papéis da Estácio e da Kroton, do setor educacional, terminaram o dia em queda após a Superintendência do Cade apontar que a união entre as empresas é anticompetitiva. As duas empresas lideraram as baixas da bolsa durante a manhã.  

 

Nos Estados Unidos e Demais países,

 

Os principais índices acionários dos Estados Unidos caíram nesta segunda-feira, liderados pelo recuo dos papéis do setor de petróleo em meio à queda dos preços do produto, enquanto investidores aguardavam a próxima série de grandes resultados corporativos e buscavam maior clareza sobre as políticas econômicas do presidente Donald Trump.  

 

No Brasil

 

A produção da indústria brasileira terminou dezembro com taxas positivas em 10 das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As maiores altas, em relação a novembro, partiram do Ceará (12,4%), Rio Grande do Sul (6,3%), Espírito Santo (5,1%), Região Nordeste (4,9%) e Santa Catarina (3,6%). Também tiveram resultados positivos, mas menos intensos, Minas Gerais (2,3%), Goiás (1,4%), Bahia (1,4%), Paraná (0,8%) e Pernambuco (0,6%).

Na contramão, caíram as produções de Amazonas (-2,0%), São Paulo (-1,5%), Rio de Janeiro (-0,9%) e Pará (-0,7%).

O Itaú Unibanco anunciou nesta terça-feira que registrou lucro líquido de R$ 5,543 bilhões no quarto trimestre de 2016, depois de atingir R$ 5,394 bilhões nos três meses anteriores: uma alta de 2,76%. No mesmo período de 2015, os ganhos haviam atingido R$ 5,698 bilhões, uma baixa de 2,7%.

No ano de 2016, o lucro somou R$ 21,6 bilhões, 7% abaixo dos R$ 23,3 bilhões registrados em 2015.

 

No mercado de câmbio:

 

O dólar abriu a terça-feira em alta ante o real, em sintonia com o comportamento da moeda no mercado externo em meio a um ambiente de maior aversão ao risco devido às tensões sobre as eleições na França e na Alemanha.

No entanto o mercado de câmbio vive a expectativa de ingresso de recursos no país com as recentes captações de empresas brasileiras no exterior.

Às 9h29, o dólar avançava 0,253% na venda, depois de terminar na véspera praticamente estável.

O Banco Central novamente não anunciou qualquer intervenção no mercado de câmbio para esta sessão, por ora.

 

 

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Panorama de Mercado 19/01/2017

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Bom dia prezados Clientes e Amigos.

 

 

Na agenda interna / externa, 

 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

USA

19/01/2017

00:01

Posse de Donald Trump

BRL

19/01/2017

09:00

IGP-M

2º decêndio

BRL

19/01/2017

09:00

IPCA-15

Janeiro

USA

19/01/2017

11:30

Casas Iniciadas

Dezembro

USA

19/01/2017

11:30

Índice do Fed da Filadélfia

Janeiro

USA

19/01/2017

11:30

Pedidos de auxílio-desemprego

Semanal

USA

19/01/2017

14:00

Estoques de Petróleo

Semanal

 

                             

Nas Bolsas,

 

A Bovespa fechou em queda na ultima quarta-feira (18), após mudar de direção no fim do pregão. O índice avançou durante todo o dia, até passar a cair pressionado pelas perdas de bancos, que ofuscaram a influência positiva da mineradora Vale.

O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa brasileira, caiu 0,32%, a 64.149 pontos. Na véspera, o índice atingiu o nível mais alto em 11 semanas, tendo como suporte os ganhos da Vale.

 

Nos Estados Unidos e Demais países,

 

Com a economia dos Estados Unidos perto do pleno emprego e a inflação no caminho para o objetivo de 2% do Fed, "faz sentido" para o banco central norte-americano elevar gradualmente as taxas de juros, afirmou na véspera Yellen.

 

No Brasil

 

O Índice de Preços ao Consumidor – Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial, voltou a acelerar no primeiro mês de 2016. Depois de avançar 0,19% em dezembro, o indicador acelerou a alta para 0,31% em janeiro. No mesmo mês de 2016, o índice havia ficado em 0,92%.

 

Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado para reajustar a maioria dos contratos de aluguel, subiu 0,76% na segunda semana de janeiro, depois de avançar 0,41% no mesmo período do mês anterior. No ano, o indicador acumula alta de 0,76% e, em 12 meses, de 6,77%.

 

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), usado no cálculo do IGP-M, por outro lado, avançou de 0,53% para 0,91%. Em compensação, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que também entra na conta do IGP-M acelerou, de 0,12% para 0,57%.

 

 

 

No mercado de câmbio:

 

O dólar opera em alta nesta quinta-feira, influenciado pela sinalização da chair do Federal Reserve, Janet Yellen, de maiores altas de juros nos Estados Unidos neste ano e com cautela um dia antes da posse do presidente norte-americano eleito Donald Trump. Às 9h29, a moeda norte-americana avançava 0,32%.

 

O Banco Central brasileiro elevou a oferta de swap tradicional –equivalente à venda futura de dólares– para 15 mil contratos nesta sessão, sinalizando que pretende rolar o estoque total que vence em fevereiro, equivalente a 6,431 bilhões de dólares. Até então, o BC vinha vendendo 12 mil contratos swaps por leilão.

 

Na véspera, a moeda norte-americana fechou em em alta de 0,21%. No acumulado do ano, a moeda recua 0,94%.

 

 

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