Panorama de Mercado 05/10/2018

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Aos clientes e amigos,

 

Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  0,41%  💱 🇪🇺 EURO   0,39%  🗞 .

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Após o Datafolha, que trouxe Jair Bolsonaro com 35% da preferência do eleitorado na noite de ontem, aumentar a chance de vitória do candidato no primeiro turno, mesmo que isso ainda possa parecer improvável, os mercados observam outras pesquisas nessa reta final das eleições. A pouco tivemos a divulgação da pesquisa Paraná/Crusoé que confirmou o crescimento do candidato do PSL apontando os mesmos 35% contra 22% de Fernando Haddad. Levando-se em consideração apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, o capitão bate na porta dos 40%. Agora é esperar até o próximo domingo e ver o que nos aguarda de fato. Com o segundo turno se confirmando, o risco político deve diminuir o otimismo com o início da nova eleição entre os mesmos líderes da pesquisa, a menos que alguma surpresa aconteça. Mas hoje temos informação importante vindo do exterior, trata-se do payroll, relatório de emprego americano, mostrando desaceleração no crescimento do emprego em setembro,  já que o furacão Florence pressionou a folha de pagamento de restaurantes e varejo, mas a taxa de desemprego caiu para uma baixa de 49% em 3,7%. O relatório também mostrou um aumento constante nos salários, sugerindo moderadas pressões inflacionárias, o que poderia diminuir as preocupações com o superaquecimento da economia e manter o Federal Reserve em uma trajetória de gradualismo. O crescimento salarial continua sendo suficiente para manter a inflação em torno da meta de 2 por cento do Fed. À medida que mais folga é extraída do mercado de trabalho, os economistas esperam que o crescimento anual dos salários atinja 3%. Por aqui, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,48 por cento em setembro, após baixa de 0,09 por cento no mês anterior. No acumulado de 12 meses até setembro, o IPCA teve alta de 4,53 por cento, contra alta 4,19 por cento do mês anterior. O Banco Central Brasileiro encerra a semana rolando vencimentos de swaps, entre 11h30 e 11h40, ofertando 7.700 contratos com essa finalidade.

 

 

Na agenda interna, O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, segue na liderança da corrida presidencial com 35 por cento da preferência do eleitorado, ampliando a vantagem sobre o petista Fernando Haddad, que vem em segundo lugar com 22 por cento, de acordo com o Datafolha divulgado na noite de ontem. A pesquisa apontou ainda Ciro Gomes (PDT) com 11 por cento, mesmo patamar da terça; Geraldo Alckmin (PSDB) tem 8 por cento, eram 9 por cento há dois dias, e Marina Silva (Rede) soma 4 por cento.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,48 por cento em setembro, após baixa de 0,09 por cento no mês anterior. No acumulado de 12 meses até setembro, o IPCA teve alta de 4,53 por cento, contra alta 4,19 por cento do mês anterior.

 

Na agenda externa, A Itália reduziu sua estimativa de crescimento econômico para este ano a 1,2 por cento, contra 1,5 por cento anteriormente, mostrou uma atualização do documento de economia e finanças do governo. O governo populista formado pelo movimento 5-Estrelas e a Liga também elevou a meta de déficit fiscal para 2018 a 1,8 por cento do Produto Interno Bruto, ante 1,6 por cento determinado pelo governo anterior.

 

                              

Nas Bolsas, O índice acionário Nikkei do Japão caiu para seu menor nível de fechamento em duas semanas nesta sexta-feira, acompanhando a fraqueza em Wall Street, já que o aumento dos rendimentos dos Treasuries ofuscou a atratividade da maioria das ações, com exceção do setor financeiro. Bolsas Europeias em baixa.

 

Nos Estados Unidos, As folhas de pagamento não-agrícolas aumentaram em 134.000 empregos no mês passado, o menor número em um ano, já que os setores de varejo e lazer e hospitalidade perderam empregos. Os dados de julho e agosto foram revisados ​​para mostrar mais 87.000 empregos adicionados do que o relatado anteriormente.

 

Fonte: Reuters

Panorama de Mercado 04/10/2018

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Sem novidades na corrida eleitoral após a divulgação do ibope, os mercados seguem monitorando as projeções para o segundo turno, uma vez que as chances de Jair Bolsonaro, que vem recebendo apoio de frentes parlamentares, vencer no primeiro turno, ainda parece improvável, a não ser que os eleitores favoráveis ao voto útil se mostrem presentes no pleito de domingo. Considerando os votos válidos, que excluem os votos brancos, nulos e indecisos, Bolsonaro tem 38% contra 28% de Haddad. Mas nessas eleições o “voto secreto”, de fato, aquele em que o eleitor não externa sua preferência, tem o seu protagonismo e ganha importância, pela grande quantidade de eleitores nessa situação. Olhando para o exterior, Jerome Powell, presidente do Banco Central Americano, deu declarações de que o Federal Reserve poderia vir a elevar o juro acima do nível considerado como neutro, enquanto a economia dos Estados Unidos “notadamente positiva” continuar a crescer, em tom que reabre a discussão em relação ao gradualismo na politica monetária que será adotado em 2019. Atualmente as apostas se mantém em três oportunidades, mas tudo vai depender da evolução nos dados inflacionários. Na agenda, o membro do FOMC, Randal Quarles fala às 10h15 e os números de encomendas à indústria às 11h são destaques após a divulgação de que os novos pedidos semanais de seguro desemprego, caíram a 207 mil, mínima em quase 49 anos, indicando a força sustentada do mercado de trabalho americano, que deve continuar apoiando o crescimento econômico. O Banco Central Brasileiro, rolará vencimentos de swaps, entre 11h30 e 11h40, ofertando 7.700 contratos para essa finalidade.

 

 

Na agenda interna, O resultado das pesquisas Ibope e Datafolha de segunda e terça-feira deu um susto no comando de campanha do PT, que tenta encontrar uma estratégia para compensar o aumento da rejeição a Fernando Haddad, mas ainda resiste a tirar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva do holofote e centrar forças no candidato verdadeiro.

 

 

Na agenda externa, O governo da Itália minimizou as preocupações de que a Comissão Europeia vai rejeitar seu plano de elevar o déficit orçamentário no próximo ano e sinalizou que não irá voltar atrás, mesmo sob pressão do mercado.

 

                              

Nas Bolsas, O índice japonês Nikkei recuou para a mínima de uma semana nesta quinta-feira já que os investidores realizaram lucros depois de um recente rali que elevou o índice para a máxima de 27 anos, mas a Toyota e o Softbank registraram ganhos depois de anunciarem uma parceria na área de tecnologia de direção autônoma. Bolsas Europeias em baixa.

 

 

Nos Estados Unidos, O Federal Reserve pode elevar as taxas de juros acima do nível estimado como “neutro” enquanto uma economia dos EUA “notadamente positiva” continua a crescer, disse o chair do Fed, Jerome Powell. “Se nós virmos as coisas ficando mais e mais fortes, com a inflação subindo, então poderíamos nos mover mais rapidamente. Se virmos a economia enfraquecendo, ou a inflação caindo, nós podemos mexer um pouco mais devagar [nos juros]”. Na agenda do dia, o membro do FOMC, Randal Quarles fala às 10h15 e os números de encomendas à indústria às 11h são os destaque após a divulgação dos pedidos semanais de seguro desemprego.

 

Fonte: Reuters

Panorama de Mercado 03/10/2018

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em forte queda no início dos negócios. Com os maiores institutos de pesquisas, Ibope e Datafolha, dando somente nessa semana o que outros institutos, tidos como de “segundo escalão” deram a uma semana atrás, se confirma a tendência de fortalecimento da candidatura de Jair Bolsonaro na reta final do primeiro turno. Na noite de ontem, o Datafolha trouxe o seguinte cenário: Jair Bolsonaro 32%, Fernando Haddad 21%, Ciro Gomes 11% e Geraldo Alckmin 9%. Esse resultado anima os investidores que apostam no perfil liberal prometido pelo candidato do PSL que escolheu Paulo Guedes como seu mentor na economia, confirmado pelo desempenho dos mercados de câmbio e ações, detectado após as divulgações. Ontem a frente parlamentar da agropecuária, composta por cerca de 260 integrantes, entre deputados federais e senadores, declarou apoio à Bolsonaro. No exterior, alívio com a nova postura do governo da Itália que disse respeitar as regras fiscais da União Europeia prometendo controlar gastos e afirmando que seu déficit orçamentário cairá gradualmente a partir de 2020, ante a declaração dada anteriormente de que ele permaneceria estável. Nos Estados Unidos, Jerome Powell, comentou que os salários dos americanos vem subindo, e que o desemprego, baixo, não deve estimular a alta nos preços ao consumidor. Até o momento os mercados esperam por nova elevação no juro do país em dezembro, e outras três em 2019. Nesta manhã saíram os dados do setor privado de trabalho do país, que criou 230 mil postos em setembro, na maior abertura de vagas desde fevereiro. PMI composto e ISM entre 10h45 e 11h formam a agenda americana em meio a discursos de membros do FOMC à tarde. E o Banco Central Brasileiro segue com seu programa de rolagem de swaps, ofertando 7.700 contratos com essa finalidade entre 11h30 e 11h40.

 

 

Na agenda interna, Sem respaldo dos principais partidos, o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, tem conquistado uma espécie de potencial base no Congresso por meio do suporte de importantes frentes parlamentares, movimento esse que ficou evidenciado com o anúncio oficial de apoio da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) à sua campanha a cinco dias do primeiro turno. “Certos de nosso compromisso com os próximos anos de uma governabilidade responsável e transparente, uniremos esforços para evitar que candidatos ligados a esquemas de corrupção e ao aprofundamento da crise econômica brasileira retornem ao comando do nosso país”, afirmou a FPA em nota. Esse bloco é composto por cerca de 260 integrantes, entre deputados federais e senadores.

 

 

 

Na agenda externa, O ministro da Economia da Itália, Giovanni Tria, afirmou que o déficit orçamentário da Itália cairá gradualmente a partir de 2020, marcando uma mudança em relação à promessa anterior do governo de que ele permaneceria estável.

A expansão da atividade empresarial da zona do euro perdeu força em setembro para a mínima de quatro meses devido ao crescimento mais fraco da indústria em dois anos, que foi apenas parcialmente compensado pela aceleração entre os fornecedores de serviços. O PMI Composto final do IHS Markit para a zona do euro caiu em setembro para a mínima de quatro meses de 54,1, ante 54,5 em agosto.

A inflação na Turquia saltou para quase 25 por cento em setembro sobre o ano anterior atingindo o nível mais alto em 15 anos e ampliando o foco sobre se o banco central será capaz de adotar outro forte aumento dos juros.

 

                              

Nas Bolsas, As ações do Japão recuaram nesta quarta-feira, quando as montadoras registraram perdas diante do declínio acentuado na vendas de novos veículos nos Estados Unidos no mês passado, enquanto outras ações, incluindo financeiras, caíram após um rali nas últimas semanas. Bolsas Europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos, PMI composto e ISM entre 10h45 e 11h formam a agenda em meio a discursos de membros do FOMC.

 

Fonte: Reuters

Panorama de Mercado 02/10/2018

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Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  0,88%  💱 🇪🇺 EURO   ➖1,20%  🗞

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Com o crescimento de Jair Bolsonaro na pesquisa ibope de ontem a noite, atrelado à publicidade da delação de Antonio Palocci, apresentando informações em cinco inquéritos que envolvem o mentor de Fernando Haddad, Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso, e Dilma Rousseff, que dentre outras coisas liga o PT e seus aliados ao esquema de corrupção da Petrobras através de loteamento de cargos e distribuição de diretorias a fim de captar recursos ilícitos para as campanhas do partido em 2010 e 2014, os mercados tendem a reagir de forma satisfatória nesse momento em que os investidores mantém uma posição cautelosa aguardando o resultado das eleições no domingo. Ontem, em discurso no Rio de Janeiro o candidato Fernando Haddad , afirmou que o país vive uma “anarquia jurídica” e não há mais parâmetros para julgamentos, se referindo ao imbroglio criado pela entrevista ou não de Lula à folha. Interessante lembrar que os ministros do STF foram colocados lá pelos últimos presidentes do país em indicações políticas. Mas hoje temos discurso vindo do exterior, Jerome Powell, presidente do Banco Central Americano, falará sobre inflação e emprego às 13h, um pouco antes, às 11h, Randal Quarles, membro do FOMC, será sabatinado pelo comitê do Senado. O acordo entre Estados Unidos-México-Canadá, trouxe um sentimento de que americanos e chineses possam abrir as portas de negociação em breve, situação que pode se fortalecer após as eleições de meio de mandato americanas marcadas para novembro. Na Europa, a Itália preocupa, após o parlamentar de um partido governista afirmar que o país se beneficiaria de condições econômicas mais favoráveis se estivesse fora da zona do euro, o que foi prontamente contraditado pelo primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte. O Banco Central Brasileiro, entre 11h30 e 11h40, fará rolagem de vencimentos de swaps, ofertando para essa finalidade 7.700 contratos. E a produção industrial brasileira caiu 0,3% em agosto. Já na comparação com agosto do ano passado, a indústria cresceu 2%, terceiro resultado positivo consecutivo.

 

 

Na agenda interna, O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo registrou alta de 0,39 por cento em setembro após ter terminado agosto com avanço de 0,41 por cento, em meio à pressão dos preços de Transportes e Despesas Pessoais.

Em discurso no Rio de Janeiro o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad , afirmou que o país vive uma “anarquia jurídica” e não há mais parâmetros para julgamentos, se referindo ao imbroglio criado pela entrevista ou não de Lula à folha. Interessante lembrar que os ministros do STF foram colocados lá pelos últimos presidentes do país em indicações políticas.

O ex-ministro dos governos petistas Antonio Palocci comprometeu-se, em sua delação premiada, a apresentar informações em cinco inquéritos abertos entre os anos de 2015 e 2016 que envolvem os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, o presidente Michel Temer, negócios ilícitos na Petrobras e na construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, empresas e ao menos uma instituição financeira que atuaria na exploração petrolífera na África. Essas informações —divulgadas a menos de uma semana do primeiro turno da sucessão presidencial— constam do termo de colaboração firmado pelo ex-ministro com a Polícia Federal e que foi tornado público, após decisão do juiz federal Sérgio Moro, responsável pela operação Lava Jato em Curitiba. O documento disse que a delação poderá produzir possíveis resultados nas cinco frentes de apuração, “sem prejuízo da abertura de novas investigações”.

Com o crescimento de Jair Bolsonaro na pesquisa ibope de ontem a noite, atrelado à publicidade da delação de Antonio Palocci, apresentando informações em cinco inquéritos que envolvem o mentor de Fernando Haddad, Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso, e Dilma Rousseff, que dentre outras coisas liga o PT e seus aliados ao esquema de corrupção da Petrobras através de loteamento de cargos e distribuição de diretorias a fim de captar recursos ilícitos para as campanhas do partido em 2010 e 2014, os mercados tendem a reagir de forma satisfatória nesse momento em que os investidores mantém uma posição cautelosa aguardando o resultado das eleições no domingo. Ontem, em discurso no Rio de Janeiro o candidato Fernando Haddad , afirmou que o país vive uma “anarquia jurídica” e não há mais parâmetros para julgamentos, se referindo ao imbroglio criado pela entrevista ou não de Lula à folha. Interessante lembrar que os ministros do STF foram colocados lá pelos últimos presidentes do país em indicações políticas. Mas hoje temos discurso vindo do exterior, Jerome Powell, presidente do Banco Central Americano, falará sobre inflação e emprego às 13h, um pouco antes, às 11h, Randal Quarles, membro do FOMC, será sabatinado pelo comitê do Senado. O acordo entre Estados Unidos-México-Canadá, trouxe um sentimento de que americanos e chineses possam abrir as portas de negociação em breve, situação que pode se fortalecer após as eleições de meio de mandato americanas marcadas para novembro. Na Europa, a Itália preocupa, após o parlamentar de um partido governista afirmar que o país se beneficiaria de condições econômicas mais favoráveis se estivesse fora da zona do euro, o que foi prontamente contraditado pelo primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte. O Banco Central Brasileiro, entre 11h30 e 11h40, fará rolagem de vencimentos de swaps, ofertando para essa finalidade 7.700 contratos. E a produção industrial brasileira caiu 0,3% em agosto. Já na comparação com agosto do ano passado, a indústria cresceu 2%, terceiro resultado positivo consecutivo.

 

 

Na agenda externa, A Itália está totalmente comprometida com o euro e qualquer declaração crítica sobre a moeda única é opinião individual que não tem nada a ver com as políticas do governo, afirmou o primeiro-ministro, Giuseppe Conte. Conte falou após um parlamentar eurocético do partido governista Liga ter afirmado mais cedo que a Itália se beneficiara de condições econômicas mais favoráveis se estivesse fora da zona do euro, afetando os mercados financeiros.

 

                              

Nas Bolsas, O índice japonês Nikkei avançou para nova máxima de 27 anos nesta terça-feira, ampliando a força recente graças a expectativas de resultados empresariais fortes. Bolsas europeias operando em baixa.

 

Nos Estados Unidos, discurso de Jerome Powell, às 13h é o destaque do dia, um pouco antes, às 11h, Quarles, membro do Fomc também fala.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 01/10/2018

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Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  ⬇ ➖0,10%  💱 🇪🇺 EURO ⬇  ➖0,07%  🗞 .

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve baixa no início dos negócios. Com a divulgação de diversas pesquisas de intenção de votos, os mercados seguem atentos na busca de projeções mais concretas sobre o segundo turno, dado a questionável imparcialidade de alguns institutos, colocando em xeque a credibilidade da informação, o que pode aumentar a volatilidade no ambiente de negócios nessa semana. No mais, o boletim focus do Banco Central trouxe as seguintes estimativas para o final de 2018: IPCA: 4,30%, USD: 3,89, PIB: 1,35% e SELIC: 6,50%. A instituição realiza hoje entre 11h30 e 11h40, rolagem de vencimento de swaps, ofertando para tanto 7.700 contratos. No exterior, alguns efeitos da guerra comercial já são sentidos. O crescimento da indústria na zona do euro desacelerou para a mínima de dois anos com o PMI indo a 53,2 em setembro, ante 54,6 em agosto. Na China, o PMI industrial em setembro desacelerou a 50,8, ante 51,3 de agosto, confirmando que a guerra comercial que o país trava com os Estados Unidos já mostra suas consequências. Já o PMI do Caixin/Markit caiu mais do que o esperado, de 50,6 em agosto para 50,0. As autoridades chinesas prometeram evitar perdas de empregos extensas à medida que os riscos comerciais aumentam. Por outro lado, Estados e Canadá chegaram a um acordo, resgatando a zona de livre comércio que agora passa a se chamar, USMCA, acordo Estados Unidos-México-Canada, em movimentação que fará girar em torno de 1,2 trilhões de dólares entre as três nações. Na agenda americana, discursos de membros do FED, PMI e ISM entre 10h45 e 11h serão observados.

 

 

Na agenda interna, O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou setembro com alta de 0,45 por cento após variação positiva de 0,07 por cento no mês anterior, diante do aumento dos preços da gasolina. Os dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostraram ainda que o resultado acelerou ante o avanço de 0,32 por cento registrado na terceira quadrissemana do mês.

 

Na agenda externa, O crescimento da indústria da zona do euro desacelerou para a mínima de dois anos no final do terceiro trimestre, em outro sinal de que a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China está afetando as fábricas no restante do mundo também. O PMI final de indústria do IHS Markit caiu em setembro para a mínima de dois anos de 53,2 ante 54,6 em agosto e preliminar de 53,3, mas ainda acima da marca de 50 que separa crescimento de contração.

O ministro do Comércio, Liam Fox, disse que é hora de parar de discutir o resultado da decisão de 2016 quanto ao Reino Unido deixar a União Europeia e que o país está enfrentando alguns meses cruciais.

Na China, o PMI industrial em setembro desacelerou a 50,8, ante 51,3 de agosto, confirmando que a guerra comercial que o país trava com os Estados Unidos começa a surtir efeito. Já o PMI do Caixin/Markit caiu mais do que o esperado, de 50,6 em agosto para 50,0. As autoridades chinesas prometeram evitar perdas de empregos extensas à medida que os riscos comerciais aumentam.

                              

Nas Bolsas, Nesse feriado chinês, o índice acionário japonês Nikkei subiu para a máxima de 27 anos com o enfraquecimento prolongado do iene ajudando a melhorar as perspectivas de lucros com exportação para as empresas japonesas, com o acordo para salvar o Nafta também impulsionando o sentimento. Bolsas Europeias operando majoritariamente em baixa.

 

Nos Estados Unidos, O país e o Canadá fecharam um acordo de último minuto no domingo para salvar o Nafta como um pacto trilateral com o México, resgatando uma zona de livre comércio entre três países de 1,2 trilhão de dólares que estava prestes a entrar em colapso após quase 25 anos. O principal objetivo de Trump ao retrabalhar o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) era reduzir os déficits comerciais dos EUA, meta que ele também busca com a China, impondo centenas de bilhões de dólares em tarifas sobre produtos importados do gigante asiático. Em um post no Twitter, Trump chamou o acordo dos EUA com o vizinho do norte de “maravilhoso” e “um ótimo acordo para todos os três países”, acrescentando que a nova aliança comercial será renomeada para USMCA (na sigla em inglês).

Na agenda, discursos de membros do FED, PMI e ISM entre 10h45 e 11h iniciam a semana.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 28/09/2018

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. O mês de setembro se vai deixando a percepção que o mercado descolou de Alckmin para dar o benefício da dúvida à Bolsonaro, com a possibilidade de uma economia voltada ao liberalismo de Paulo Guedes, se sobrepor ao populismo petista, na disputa que tende a consolidar um segundo turno entre Bolsonaro x Haddad. Mas o cenário ainda está longe da definição, afinal as pesquisas de intenção de votos trouxeram resultados que marcaram diferenças, algumas expressivas, deixando o suspense no ar. Por isso, os ânimos serão colocados à prova em meio a uma série de pesquisas que ainda vem por aí. Ambiente de maior volatilidade em dia de formação de Ptax, deve ditar o comportamento nas cotações, e uma correção no início da manhã são esperados, após o otimismo exagerado observado na tarde de ontem. Notícias mesmo, tivemos a de que a taxa de desemprego no Brasil caiu a 12,1% no trimestre encerrado em agosto, o que significa que atinge a 12,7 milhões de brasileiros, e como todos sabemos a renda mensal do brasileiro não é das mais altas, em um cenário que complica questionar o recebimento do 13 salário, não é Gen. Mourão? Sobre isso, Jair Bolsonaro, correu às mídias para se colocar contra a declaração do seu vice, depois da saia justa. No exterior, uma série de divulgações nos Estados Unidos, encerram a semana, ênfase para o PCE, gastos pessoais, a confiança do consumidor e alguns discursos de membros do FED. Por falar em Federal Reserve, Jerome Powell, após o encerramento dos negócios ontem, afirmou que a instituição continuará com sua política monetária gradualista. O Banco Central Brasileiro, anunciou para a segunda-feira que começará a rolagem de vencimentos de swaps em outubro, ofertando 7.700 contratos para essa finalidade entre 11h30 e 11h40 a partir da semana que vem. A Itália propôs um orçamento para 2019 com déficit três vezes maior do que sua meta anterior estabelecendo um conflito com as regras da União Europeia no momento em que sofre pressão do bloco para conter seus gastos.

 

Na agenda interna, O mês de setembro se vai deixando a percepção que o mercado descolou de Alckmin para dar o benefício da dúvida à Bolsonaro, com a possibilidade de uma economia voltada ao liberalismo de Paulo Guedes, se sobrepor ao populismo petista, na disputa que tende a consolidar um segundo turno entre Bolsonaro x Haddad. Mas o cenário ainda está longe da definição, afinal as pesquisas de intenção de votos trouxeram resultados que marcaram diferenças, algumas expressivas, deixando o suspense no ar. Por isso, os ânimos serão colocados à prova em meio a uma série de pesquisas que ainda vem por aí. Ambiente de maior volatilidade em dia de formação de Ptax, deve ditar o comportamento nas cotações, e uma correção no início da manhã são esperados, após o otimismo exagerado observado na tarde de ontem. Notícias mesmo, tivemos a de que a taxa de desemprego no Brasil caiu a 12,1% no trimestre encerrado em agosto, o que significa que atinge a 12,7 milhões de brasileiros, e como todos sabemos a renda mensal do brasileiro não é das mais altas, em um cenário que complica questionar o recebimento do 13 salário, não é Gen. Mourão? Sobre isso, Jair Bolsonaro, correu às mídias para se colocar contra a declaração do seu vice, depois da saia justa. No exterior, uma série de divulgações nos Estados Unidos, encerram a semana, ênfase para o PCE, gastos pessoais, a confiança do consumidor e alguns discursos de membros do FED. Por falar em Federal Reserve, Jerome Powell, após o encerramento dos negócios ontem, afirmou que a instituição continuará com sua política monetária gradualista. O Banco Central Brasileiro, anunciou para a segunda-feira que começará a rolagem de vencimentos de swaps em outubro, ofertando 7.700 contratos para essa finalidade entre 11h30 e 11h40 a partir da semana que vem.

 

Na agenda externa, O novo governo da Itália propôs um orçamento para 2019 com um déficit três vezes maior do que sua meta anterior, estabelecendo um conflito com as regras da União Europeia e provocando a venda de títulos públicos. A Itália tem a maior dívida entre as grandes economias da União Europeia, a 130 por cento do Produto Interno Bruto. O país está sob pressão da UE para conter seus gastos, em meio a temores de que a situação possa plantar as sementes de uma crise de dívida no coração da zona do euro.

A pressão de preços enfraqueceu inesperadamente nos 19 países da zona do euro neste mês, dados que devem aumentar as preocupações no Banco Central Europeu (BCE) no momento em que se prepara para reduzir as medidas de estímulo econômico. O BCE está lentamente retirando o suporte à economia, na expectativa de que tenha feito o suficiente para estimular o crescimento e a inflação, mesmo que as pressões dos preços permaneçam relativamente fracas. Apesar de os preços ao consumidor terem acelerado como esperado para 2,1 por cento em setembro de 2 por cento em agosto na base anual, a taxa que exclui o custo de alimentos e energia desacelerou a 1,1 por cento de 1,2 por cento, mostraram dados da Eurostat. Isso fica não apenas abaixo das projeções do mercado como também parece desafiar a própria visão do BCE de que o núcleo da inflação subiria até o final do ano, finalmente avançando após permanecer perto de 1 por cento desde meados de 2015.

As empresas britânicas reduziram o investimento no segundo trimestre de 2018, quando faltava menos de um ano para o Brexit. Os dados revisados mostraram que o investimento empresarial caiu 0,7 por cento no segundo trimestre em comparação com os três primeiros meses de 2018, recuando pelo segundo trimestre seguido.

                              

Nas Bolsas, Os índices acionários chineses fecharam em alta nesta sexta-feira, registrando seu segundo ganho semanal consecutivo, sustentados pelas medidas de estímulo de Pequim para compensar o impacto da guerra comercial e por expectativas de que mais ações chinesas sejam incluídas nos índices de referência globais. O governo dos Estados Unidos começou a cobrar tarifas adicionais sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses na segunda-feira. Pequim revidou com novas tarifas sobre 60 bilhões de dólares em produtos dos EUA, e divulgou uma série de medidas de estímulo para sustentar o consumo e o crescimento econômico no país. Bolsas Europeias em baixa.

 

Nos Estados Unidos, PCE de agosto, confiança do consumidor, são os destaques.

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 27/09/2018

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Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬆  ➕0,45% 💱 🇪🇺EURO ⬇  ➖0,10%  🗞

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Em dia de projeções, o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) piorou a de crescimento do PIB a 1,4% esse ano, ante 1,6% e prospecta para o ano que vem expansão de 2,4%. O documento vislumbra a chance de elevação do juro à frente conforme a análise do seu balanço de riscos, entenda-se nisso as incertezas ligadas às eleições e uma escalada do dólar frente ao real pós pleito. As considerações econômicas dão relevância ao fato da ociosidade produtiva refletida nos baixos índices de utilização da capacidade industrial, e sobretudo na taxa de desemprego. Todavia, também se observa uma redução gradual dessa ociosidade. A coletiva do presidente do Banco Central Brasileiro, Ilan Goldfajn, às 11h, pode ser esclarecedora a respeito da visão da autoridade monetária, em relação a influência eleitoral sobre a Selic ainda em 2018. Sobre a possibilidade de retomada do assunto Reforma da Previdência, pós eleições, o Ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou que sua aprovação só será possível se não houver mudanças no substitutivo apoiado pelo governo Michel Temer, pois uma eventual alteração do texto “complica o cenário”. Ele observou também que a questão fiscal segue sendo o principal obstáculo para o crescimento da economia, afirmando que a solução para os gastos públicos passa obrigatoriamente pelo rombo da previdência e pela manutenção do chamado teto de gastos, que proíbe um aumento de despesas acima da inflação do ano anterior. Nos Estados Unidos, enxurrada de informações, vamos começar pelos novos pedidos de seguro-desemprego, que aumentaram mais que o previsto na semana passada, chegando a 214 mil, mas o mercado de trabalho ainda é visto como próximo ou em pleno emprego. Já o PIB acelerou no segundo trimestre em seu ritmo mais rápido em quase quatro anos, indo a uma taxa anual de 4,2%. Outro importante indicador econômico, foram os pedidos de bens duráveis, que mostraram queda de 0,5% no mês passado, após quatro meses seguidos de fortes ganhos. A expectativa era de alta. No fim da tarde, 17h30, Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, discursa, e um pouco antes, 13h30, Kaplan, membro do Fomc também falará. Ontem, a contragosto de Donald Trump, o Banco Central Americano, elevou a taxa de juro como esperado, a deixando na faixa entre 2% e 2,25%. O Fed ainda prevê outro aumento de juros em dezembro, mais três no ano que vem e uma elevação em 2020. Sobre as eleições brasileiras, os mercados monitoram todas as pesquisas, temendo por uma eventual vitória de Fernando Haddad, o candidato que herdou a maioria dos votos do ex-presidente Lula. O Banco Central Brasileiro, continua rolando vencimentos de swaps, ofertando 10.900 contratos com essa finalidade entre 11h30 e 11h40.

 

Na agenda interna, O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, disse que a aprovação da reforma da Previdência neste ano, após as eleições presidenciais, só será possível se não houver mudanças no substitutivo apoiado pelo governo Michel Temer, pois uma eventual alteração do texto “complica o cenário”. Guardia frisou que a questão fiscal é o principal obstáculo para um maior crescimento da economia e para a elevação da taxa de crescimento potencial do PIB brasileiro, e a solução para os gastos públicos passa obrigatoriamente pelo rombo da previdência e pela manutenção do chamado teto de gastos, que proíbe um aumento de despesas acima da inflação do ano anterior.

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 1,52 por cento em setembro ante avanço de 0,70 por cento em agosto. O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

Em seu Relatório Trimestral de Inflação o Banco Central piorou sua projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil a 1,4 por cento neste ano, sobre 1,6 por cento antes, e divulgou pela primeira vez sua expectativa para o ano que vem, que é de expansão de 2,4 por cento. O RTI reiterou a mensagem de que poderá elevar os juros à frente caso veja uma piora do cenário atual, conforme as incertezas ligadas às eleições vêm guiando uma escalada do dólar frente ao real. Em relação à economia, avaliou que dados recentes relativos à atividade e ao mercado de trabalho ratificam a perspectiva de crescimento mais gradual. "A economia segue operando com elevado nível de ociosidade dos fatores de produção, refletido nos baixos índices de utilização da capacidade da indústria e, principalmente, na taxa de desemprego. Destaque-se, entretanto, que a retomada da economia tem se traduzido em redução gradual dessa ociosidade", apontou o BC no documento.

O Banco Central piorou sua projeção para o déficit em transações correntes neste ano a 14,3 bilhões de dólares, sobre 11,5 bilhões de dólares antes, e projetou que o rombo subirá para 34,1 bilhões de dólares no ano que vem. O ajuste neste ano veio principalmente por conta do novo cálculo para o superávit da balança comercial, que passou a ser menor, de 55,3 bilhões de dólares, ante 61 bilhões de dólares na projeção feita em junho. Para o próximo ano, o BC vê um saldo positivo de 41,6 bilhões de dólares nas trocas comerciais. Para a remessa de lucros e dividendos, a expectativa para este ano foi mantida em 20,6 bilhões de dólares, indo a 22,5 bilhões de dólares em 2019.  Ao mesmo tempo, o BC estimou Investimento Direto no País (IDP) de 72 bilhões de dólares em 2018, acima dos 70 bilhões de dólares de antes, vendo o patamar subir a 80 bilhões de dólares no ano que vem.

 

Na agenda externa, O crescimento do comércio mundial de produtos deve ser mais lento do que o previsto anteriormente em 2018 e 2019, embora os efeitos econômicos diretos da guerra comercial tenham sido modestos até agora. A OMC projeta que o comércio mundial de produtos crescerá 3,9 por cento este ano, contra 4,4 por cento estimados em abril. Em 2019 o crescimento do comércio foi estimado em 3,7 por cento, contra estimativa anterior da OMC de 4,0 por cento.

                              

Nas Bolsas, Os índices acionários chineses fecharam em queda nesta quinta-feira depois que dados mostraram que o crescimento do lucro industrial na China continuou a desacelerar em agosto e depois que o banco central dos Estados Unidos elevou os juros. Bolsas Europeias em baixa.

 

Nos Estados Unidos, O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, elevou a taxa de juros como esperado, e manteve a perspectiva de política monetária para os próximos anos praticamente inalterada em meio ao crescimento econômico e a um mercado de trabalho forte no país. O Fed ainda prevê outro aumento de juros em dezembro, mais três no ano que vem e uma elevação em 2020.

O presidente Trump, reprovou o terceiro aumento da taxa de juros básicos no país aplicado pelo Federal Reserve (Fed) neste ano, que os levou a um patamar de 2% a 2,25%."Eles a aumentam, e o fazem porque estamos indo tão bem. Estamos nos saindo muito melhor do que ninguém imaginava", destacou. Trump afirmou ainda que nos mandatos de seu antecessor, Barack Obama, o dinheiro do Fed era de "brinquedo", porque o banco central americano manteve os juros entre 0% e 0,25%. A decisão do Fed coloca os juros nos EUA no nível mais alto desde 2008.

 

Fonte: Reuters e Investing.com

Panorama de Mercado 26/09/2018

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Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬆  ➕0,15% 💱 🇪🇺EURO ⬇  ➖0,15%  🗞

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve alta no início dos negócios. Algumas pesquisas de intenção de votos devem sair durante o pregão, às 14h novos dados do Ibope/CNI, e às 15h a Paraná pesquisas, da empirucus/revista crusoe fazem parte das avaliações dos agentes que devem se concentrar também na decisão do Banco Central Americano em aumentar o juro em 0,25%, a terceira do ano, flutuando para a faixa entre 2% e 2,25% em decisão que sairá às 15h. Atenção para fala de Jerome Powell (15h30) na intenção de saber se haverá a manutenção da visão de gradualismo tendo em vista fatores como o forte crescimento do PIB, preocupações em torno da guerra comercial e a possibilidade de desaceleração econômica. Atualmente as apostas em torno do quarto aumento do juro que tende a se confirmar em dezembro, giram em torno de 75% de chances.  Na agenda americana, as vendas de novas casas em agosto às 11h também será monitorada. Por aqui, o Banco Central Brasileiro continua com seu programa de rolagens de vencimentos de swaps, ofertando 10.900 contratos para essa finalidade entre 11h30 e 11h40 de hoje. E quem apareceu foi Michel Temer, para dizer que poderia suspender, provisoriamente ou definitivamente a intervenção federal no Rio de Janeiro para votar a Reforma da Previdência ainda este ano, pelo menos foi essa a afirmação dada na Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York. Resta saber com quem essa possibilidade seria levada adiante, com o apoio do novo governo, ou o atual congresso. Complicado, dado ao seu atual capital político. Melhor focar nas eleições. Às 14h30 saem dados das contas do governo central, com nova previsão de déficit fiscal. Agora a pouco foi divulgado que a confiança do comércio brasileiro atingiu em setembro o menor nível em um ano diante das incertezas em relação à economia.

 

Na agenda interna, Algumas pesquisas de intenção de votos devem sair durante o pregão, às 14h novos dados do Ibope/CNI, e às 15h a Paraná pesquisas, da empirucus/revista crusoe fazem parte das avaliações dos agentes que devem se concentrar também na decisão do Banco Central Americano em aumentar o juro em 0,25%, a terceira do ano, flutuando para a faixa entre 2% e 2,25% em decisão que sairá às 15h. Atenção para fala de Jerome Powell (15h30) na intenção de saber se haverá a manutenção da visão de gradualismo tendo em vista fatores como o forte crescimento do PIB, preocupações em torno da guerra comercial e a possibilidade de desaceleração econômica. Atualmente as apostas em torno do quarto aumento do juro que tende a se confirmar em dezembro, giram em torno de 75% de chances.  Na agenda americana, as vendas de novas casas em agosto às 11h também será monitorada. Por aqui, o Banco Central Brasileiro continua com seu programa de rolagens de vencimentos de swaps, ofertando 10.900 contratos para essa finalidade entre 11h30 e 11h40 de hoje. E quem apareceu foi Michel Temer, para dizer que poderia suspender, provisoriamente ou definitivamente a intervenção federal no Rio de Janeiro para votar a Reforma da Previdência ainda este ano, pelo menos foi essa a afirmação dada na Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York. Resta saber com quem essa possibilidade seria levada adiante, com o apoio do novo governo, ou o atual congresso. Complicado, melhor focar nas eleições. Às 14h30 saem dados das contas do governo central, com nova previsão de déficit fiscal. Agora a pouco foi divulgado que a confiança do comércio brasileiro atingiu em setembro o menor nível em um ano diante das incertezas em relação à economia.

 

Na agenda externa, O gabinete estatal da China informou que o governo cortará tarifas de importação de produtos como maquinário, equipamentos elétricos e produtos têxteis a partir de 1º de novembro, enquanto o país se prepara para uma intensificação da guerra comercial com os Estados Unidos.

Os mercados financeiros vão se focar em indícios sobre se a aceleração no crescimento econômico dos Estados Unidos levará o banco central norte-americano a aumentar o ritmo do aperto da política monetária, uma vez que é dado como certo que o Federal Reserve elevará a taxa de juros. A maior questão é se o Fed irá remodelar sua perspectiva de política monetária para os próximos anos para levar em conta um crescimento mais forte do PIB ou se preocupações com uma possível guerra comercial global ou desaceleração econômica o levam a permanecer próximo de sua visão atual. A decisão sairá as 15h.

                              

Nas Bolsas, Os índices acionários chineses fecharam em alta nesta quarta-feira depois que o MSCI disse que vai avaliar quadruplicar o peso das grandes empresas chinesas em seus índices de referência globais e com expectativas de que o FTSE Russell inclua as ações chinesas em seu índice referencial esta semana. Bolsas Europeias com desempenhos mistos.

 

Nos Estados Unidos, Vendas de novas casas em agosto e decisão do Federal Reserve formam a agenda.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 25/09/2018

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. O Banco Central Brasileiro com o compromisso de conduzir a política monetária visando manter a trajetória de inflação em linha com as metas, esclareceu através da ata do Copom que caso necessário, será flexível para ajustar de forma gradual a Selic se o cenário inflacionário adiante ou o balanço de riscos apresentarem piora. Segundo o Copom o ambiente externo ainda é desafiador, com a redução do apetite ao risco que se associam à normalização das taxas de juro nas economias avançadas agregadas às incertezas no comércio mundial. O documento também destacou a capacidade que a economia brasileira apresenta de absorver revés no cenário internacional, dado à situação robusta de seu balanço de pagamentos e ao ambiente com expectativas de inflação ancoradas. Vamos observar após as eleições qual será a projeção. E sobre o tema, Fernando Haddad segue herdando rapidamente os votos que seriam dados ao ex-presidente Lula, condenado e preso, foi isso que o ibope apresentou na noite de ontem. Segundo o instituto, o quadro atual aponta: Jair Bolsonaro, 28%, Fernando Haddad, 22%, Ciro Gomes, 11%, com o agravante que num eventual segundo turno, o PT conseguiria retornar ao poder. Geraldo Alckmin que faz campanha voltando sua artilharia contra Bolsonaro, parece não se beneficiar do movimento, ao menos é isso que seus 8% mostram. Embora as pesquisas não sejam conclusivas, elas carregam fortes emoções para os mercados, que esperam que o próximo presidente eleito, seja quem for, tenha uma posição favorável ao equilíbrio fiscal e às reformas, perfil não observado nos últimos governos. No exterior, a confiança do consumidor americano dá o tom, com sua divulgação prevista para às 11h. E amanhã o Federal Reserve deve realizar novo aperto na política monetária do país. O Banco Central Brasileiro realiza rolagem de vencimentos de swaps, entre 11h30 e 11h40 de hoje, com 10.900 contratos para essa finalidade.

 

Na agenda interna, O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo registrou alta de 0,36 por cento na terceira quadrissemana de setembro, depois de subir 0,30 por cento na segunda leitura do mês. Já o Banco Central Brasileiro com o compromisso de conduzir a política monetária visando manter a trajetória de inflação em linha com as metas, esclareceu através da ata do Copom que caso necessário, será flexível para ajustar de forma gradual a Selic se o cenário inflacionário adiante ou o balanço de riscos apresentarem piora. Segundo o Copom o ambiente externo ainda é desafiador, com a redução do apetite ao risco que se associam à normalização das taxas de juro nas economias avançadas agregadas às incertezas no comércio mundial. O documento também destacou a capacidade que a economia brasileira apresenta de absorver revés no cenário internacional, dado à situação robusta de seu balanço de pagamentos e ao ambiente com expectativas de inflação ancoradas. Vamos observar após as eleições qual será a projeção. E sobre o tema, Fernando Haddad segue herdando rapidamente os votos que seriam dados ao ex-presidente Lula, condenado e preso, foi isso que o ibope apresentou na noite de ontem. Segundo o instituto, o quadro atual aponta: Jair Bolsonaro, 28%, Fernando Haddad, 22%, Ciro Gomes, 11%, com o agravante que num eventual segundo turno, o PT conseguiria retornar ao poder. Geraldo Alckmin que faz campanha voltando sua artilharia contra Bolsonaro, parece não se beneficiar do movimento, ao menos é isso que seus 8% mostram. Embora as pesquisas não sejam conclusivas, elas carregam fortes emoções para os mercados, que esperam que o próximo presidente eleito, seja quem for, tenha uma posição favorável ao equilíbrio fiscal e às reformas. No exterior, a confiança do consumidor americano dá o tom, com sua divulgação prevista para às 11h. E amanhã o Federal Reserve deve realizar novo aperto na política monetária do país.

 

Na agenda externa, Uma guerra comercial em escala total teria efeitos sérios sobre o crescimento econômico global e não haveria vencedores em tal cenário, afirmou o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo. Bolsas Europeias com desempenhos mistos.

                              

Nas Bolsas, Os índices acionários chineses recuaram nesta terça-feira, no primeiro dia de negociação após as novas tarifas comerciais dos Estados Unidos e da China entrarem em vigor na segunda-feira, enquanto as empresas imobiliárias recuaram por preocupações com a possibilidade do fim de um sistema de pré-venda. Bolsas Europeias com desempenhos mistos.

 

Nos Estados Unidos, destaque para a confiança do consumidor às 11h.

 

Fonte: Reuters.

Panorama de Mercado 24/09/2018

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Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸  DÓLAR      0,40%  💱 🇪🇺 EURO    0,50%  🗞

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início do negócios. Nesta manhã foi divulgado o Boletim Focus do Banco Central com as estimativas do mercado financeiro para o final de 2018 apontando o IPCA: 4,28%, Selic: 6,50%, PIB: 1,35% e USD a 3,90. Já a pesquisa de intenção de votos BTG/FSB trouxe os seguinte cenário: Jair Bolsonaro 33%, Fernando Haddad 23%, Ciro Gomes 14%, agora os mercados aguardam pela pesquisa Ibope que sairá nesta noite para confirmar se realmente o candidato petista se consolida no segundo lugar nessa reta final das eleições. Durante a semana teremos a divulgação da ata do copom amanhã e na quinta-feira sai o relatório de inflação relativo ao terceiro trimestre desse ano. Interessante observar a ata da reunião de política monetária, tendo em vista que mesmo o boletim focus projetando a manutenção da Selic em 6,50% até o final de 2018, o resultado da eleição pode abreviar a alta da taxa básica de juro. No exterior a semana reserva o terceiro aumento do juro (0,25%) nos Estados Unidos a ser anunciado na próxima quarta-feira, mas também saem a confiança do consumidor amanhã, dados do setor imobiliário na quarta-feira, PIB na quinta-feira e encerrando a semana os americanos divulgam o PCE de agosto. Com relação a guerra comercial entre o país e a China, a recusa asiática para sentar a mesa de negociações, e o início hoje das novas tarifas sobre produtos entre ambos, somente reforçam as preocupações dos mercados em relação a crescimento global. Vale ressaltar que o presidente do BC Americano falará após a decisão de juro na quarta, e também na quinta fará discurso, um dia antes do PCE, importante dado inflacionário do país. O Banco Central Brasileiro realiza nesta manhã, entre 11h30 e 11h40, rolagens de vencimentos de swaps, ofertando 10.900 contratos com essa finalidade.

 

 

Na agenda interna, A confiança do consumidor brasileiro diminuiu em setembro pelo segundo mês seguido devido a piora das expectativas para os próximos meses em meio à frustração com a recuperação lenta do mercado de trabalho. Com queda de 1,7 ponto em relação a agosto, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) chegou em setembro a 82,1 pontos, voltando ao nível de junho, quando a confiança havia sido abalada pela greve dos caminhoneiros do mês anterior.

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou alta de 0,32 por cento na terceira quadrissemana de setembro, contra avanço de 0,19 por cento na segunda prévia do mês. Nesta manhã foi divulgado o Boletim Focus do Banco Central com as estimativas do mercado financeiro para o final de 2018 apontando o IPCA: 4,28%, Selic: 6,50%, PIB: 1,35% e USD a 3,90. Já a pesquisa de intenção de votos BTG/FSB trouxe os seguinte cenário: Jair Bolsonaro 33%, Fernando Haddad 23%, Ciro Gomes 14%, agora os mercados aguardam pela pesquisa Ibope que sairá nesta noite. Durante a semana teremos a divulgação da ata do copom amanhã e na quinta-feira sai o relatório de inflação relativo ao terceiro trimestre desse ano. Interessante observar a ata da reunião de política monetária, tendo em vista que mesmo o boletim focus projetando a manutenção da Selic em 6,50% até o final de 2018, o resultado da eleição pode abreviar a alta da taxa básica de juro. No exterior a semana reserva o terceiro aumento do juro (0,25%) nos Estados Unidos a ser anunciado na próxima quarta-feira, mas também saem a confiança do consumidor amanhã, dados do setor imobiliário na quarta-feira, PIB na quinta-feira e encerrando a semana os americanos divulgam o PCE de agosto. Com relação a guerra comercial entre o país e a China, a recusa asiática para sentar a mesa de negociações, e o início hoje das novas tarifas sobre produtos entre ambos, somente reforçam as preocupações dos mercados em relação a crescimento global. Vale ressaltar que o presidente do BC Americano falará após a decisão de juro na quarta, e também na quinta fará discurso, um dia antes do PCE, importante dado inflacionário do país.

 

 

Na agenda externa, Os Estados Unidos e a China adotaram novas tarifas sobre os produtos um do outro hoje, com as duas maiores economia do mundo sem mostrar sinais de recuo em uma disputa comercial cada vez mais amarga que deve prejudicar o crescimento econômico global.

 

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários nos principais centros asiáticos —Japão, China e Coreia do Sul— permanecem fechados devido a um feriado nesta segunda-feira, enquanto os mercados cambiais foram enfraquecidos porque os bancos nesses países não abriram. Bolsas Europeias em baixa.

 

Nos Estados Unidos, Produção manufatureira de Dallas às 11h30, inicia a semana.

 

Fonte: Reuters.