Panorama de Mercado 02/01/2018

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abre o ano em baixa no início dos negócios. Hoje o boletim focus do Banco Central fez as primeiras estimativas para o final de 2018, e são elas: IPCA: 3,96%, PIB: 2,70%, SELIC: 6,75%, USD: 3,34 e o SUPERÁVIT COMERCIAL: USD 52,50 Bilhões. O ano promete ser bem movimentado no mercado financeiro que estará focado na corrida eleitoral, reforma da previdência cuja votação no plenário da Câmara está marcada para o dia 24 de Fevereiro, pistas sobre a quantidade de aumentos de juro nos Estados Unidos e os desdobramentos que vão ser sentidos após a aprovação da reforma tributária no País. A semana tem como destaques, a divulgação da ata da reunião de política monetária de dezembro do Federal Reserve, o Banco Central Americano, amanhã as 17h e, o relatório de emprego do país, o payroll, que sai na sexta-feira. Hoje o destaque fica por conta do PMI industrial  Americano (12h45).

 

 

Na agenda interna, as atenções a partir de agora devem ficar na corrida eleitoral, que tende a trazer volatilidade aos negócios ao longo do ano. Em meio à incerteza sobre quem disputará a Presidência, o investidor estará atento ao julgamento da apelação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo TRF-4, no próximo dia 24. Um desfecho desfavorável ao ex-presidente poderá impedi-lo de concorrer ao cargo, o que deve agradar os mercados. Enquanto não se sabe qual será a decisão do magistrado, partidos do centro querem criar uma onda de medo contra candidaturas vistas como populistas. Além das eleições, também estarão no radar as articulações em torno da reforma da Previdência, cuja votação no plenário da Câmara está marcada para o dia 24 de fevereiro, e o risco de rebaixamento da nota de crédito do Brasil diante do atraso nas mudanças na aposentadoria.

Hoje temos a divulgação da balança comercial de dezembro e do encerramento de 2017 (15h00). Já o PMI industrial de dezembro será divulgado as 10h.

 

 

Na agenda externa, O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial da Alemanha renovou o recorde histórico no último mês de 2017. O indicador, medido pela IHS Markit, subiu de 62,5 em novembro para 63,3 em dezembro. Já o PMI do Reino Unido caiu de 58,2 em novembro para 56,3 em dezembro, de acordo com leitura da CIPS em parceria com a IHS Markit.

O índice dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial da zona do euro medido pela IHS Markit atingiu em dezembro o maior nível da série histórica, iniciada em meados de 1997. O indicador subiu de 60,1 em novembro para 60,6 em dezembro.

O PMI industrial da China subiu de 50,8 em novembro para 51,5 em dezembro, o maior nível em quatro meses.

A divulgação da ata da reunião de política monetária de dezembro do Federal Reserve será na quarta-feira e é destaque da semana no exterior juntamente com o relatório de emprego dos Estados Unidos, o payroll, que sai na sexta-feira. Na quinta-feira serão conhecidos o relatório sobre criação de empregos no setor privado e pedidos de auxílio-desemprego. No mesmo dia, o presidente da distrital de St. Louis do Fed, James Bullard (sem direito a voto em 2018) faz discurso e, na sexta-feira, é a vez de Patrick Harker (sem direito a voto), do Fed de Filadélfia; Loretta Mester (com direito a voto), que comanda a distrital de Cleveland do Fed. Na zona do euro destaque para o CPI de dezembro, além das vendas do varejo da Alemanha, ambos na sexta-feira.

 

                              

Nas Bolsas, Os principais mercados acionários da Ásia encerraram o primeiro pregão de 2018 em altas firmes, com destaque para a subida de mais de 1% da Bolsa de Xangai. O motor deste movimento foi o avanço do índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da China, divulgado nesta madrugada.

As principais bolsas da Europa operam em sua grande maioria no território negativo na manhã desta terça-feira. Na volta do feriado do Ano Novo, os investidores monitoram indicadores, o câmbio e também o quadro geopolítico global. 

 

Nos Estados Unidos, o destaque vai para o PMI industrial (12h45).

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 28/12/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Nesse encerramento de 2017, o setor industrial do Brasil termina com a confiança em alta. Os dados divulgados pela FGV mostraram que o Índice da Confiança da Indústria (ICI) subiu 1,3 ponto em dezembro e terminou o ano com 99,6 pontos, nível mais alto desde os 100,1 pontos de janeiro de 2014. Já o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 0,89 por cento em dezembro, ante 0,52 por cento em novembro, mas ainda assim terminou 2017 com deflação de 0,52 por cento diante da queda dos preços no atacado. Nos Estados Unidos, são esperados os pedidos de auxílio-desemprego (11h30) e os estoques de petróleo bruto pelo Departamento de Energia (DoE), às 14 horas.

 

 

Na agenda interna, O setor industrial do Brasil terminou 2017 com a confiança na máxima em quase quatro anos diante do maior otimismo para o futuro. Os dados divulgados pela FGV mostraram que o Índice da Confiança da Indústria (ICI) subiu 1,3 ponto em dezembro e terminou o ano com 99,6 pontos, nível mais alto desde os 100,1 pontos de janeiro de 2014.

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 0,89 por cento em dezembro, ante 0,52 por cento em novembro, mas ainda assim terminou 2017 com deflação de 0,52 por cento diante da queda dos preços no atacado.

Na política, o mercado acompanhará se haverá mais desdobramentos da saia justa gerada pelo ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, ao dizer que empréstimos solicitados por governos estaduais à Caixa serão liberados em troca de apoio à reforma da Previdência. Segundo apurou o Broadcast, a declaração causou desconforto na área econômica do governo e traz preocupação uma vez que a continuidade do uso político da Caixa pode trazer mais prejuízos ao banco, reduzindo dividendos ou exigindo uma capitalização por seu único sócio, o Tesouro Nacional. A secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi, já avisou que não há dinheiro para isso. Também ontem, após o pedido de demissão de Ronaldo Nogueira do Ministério do Trabalho, o Planalto confirmou a indicação do deputado Pedro Fernandes (PTB-MA), cuja posse está prevista para a quinta-feira da próxima semana. A saída ocorreu seis horas depois de ele participar do anúncio dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostrando o fechamento de 12.292 vagas de emprego formal, após uma sequência de sete meses de criação de postos.

Alegando violação de vários princípios da Constituição, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) anule trechos do decreto de indulto assinado pelo presidente Michel Temer na semana passada. Em ação direta de inconstitucionalidade (ADI), Raquel afirma que o decreto coloca em risco a Operação Lava Jato, "materializa o comportamento de que o crime compensa" e "extrapolou os limites da política criminal a que se destina para favorecer, claramente, a impunidade".

 

 

Na agenda externa, As vendas no varejo do Japão subiram 2,2% em novembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. A alta vem na sequência de um recuo de 0,2% nas vendas em outubro, quando foi registrada a primeira queda do indicador em 11 meses. Já a produção industrial avançou 0,6% em novembro ante outubro.  

 

                              

Nas Bolsas, As principais bolsas da Ásia encerraram o pregão desta quinta-feira em alta, ajudadas pelo desempenho forte do setor de tecnologia. A exceção foi a da praça japonesa, impactada pelo fortalecimento do iene em relação ao dólar. Bolsas Europeias operam em campo negativo.

 

 

Nos Estados Unidos, são esperados os pedidos de auxílio-desemprego (11h30) e os estoques de petróleo bruto pelo Departamento de Energia (DoE), às 14 horas.

 

Fonte: Broadcast.

 

Desejo à todos, um ano de 2018 repleto de conquistas, onde possamos superar as adversidades com criatividade e perseverança, buscando sempre fazer o melhor trabalho e tendo resultados satisfatórios.

Panorama de Mercado 27/12/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Os dados da economia Brasileira dão sinais de recuperação nesse final de ano, com isso a confiança do comércio atinge o maior nível em três anos e meio. O Índice de Confiança do Comércio (Icom) do Brasil subiu 2,4 ponto em dezembro, indo a 94,8 pontos, máxima desde julho de 2014 (95,8). E o presidente Temer assinou Medida Provisória que reduz para 60 anos a idade mínima para o saque do PIS/Pasep, recurso que injetará R$ 23,6 bilhões na economia. Em paralelo, o risco de um eventual rebaixamento da nota de crédito do Brasil segue no radar dos investidores, sobretudo em relação a S&P Global Ratings, que não costuma realizar avaliações de países em ano eleitoral, e sendo 2018 ano eleitoral no Brasil, pairam rumores de que isso poderia vir a acontecer até o final desta semana após a tentativa frustrada do Planalto em aprovar a reforma da previdência ainda em 2017. Sobre a reforma o governo vem pressionando governadores e prefeitos a trabalhar a favor da aprovação da proposta em troca da liberação de recursos do governo federal e financiamentos de bancos públicos, como a Caixa. Nos Estados Unidos, serão conhecidos às 13 horas o dado de confiança do consumidor de dezembro apurado pelo Conference Board e os números de vendas de imóveis pendentes em novembro. E Donald Trump disse que a reforma tributária sancionada por ele na semana passada, fará de 2018 "um grande ano" para as empresas e o mercado de trabalho do país.

 

 

Na agenda interna,  A confiança do comércio no Brasil avançou em dezembro e atingiu o maior nível em três anos e meio. O Índice de Confiança do Comércio (Icom) do Brasil subiu 2,4 ponto em dezembro, indo a 94,8 pontos, máxima desde julho de 2014 (95,8), após a leve queda de 0,1 por cento no mês anterior.

O risco de um eventual rebaixamento da nota de crédito do Brasil segue no radar dos investidores. Os agentes monitoram em especial a S&P Global Ratings, porque que a agência de classificação não realiza avaliações de países em ano eleitoral e, desta forma, lideraria o movimento após o fracasso do Planalto na tentativa de aprovar as mudanças nas regras de pensões e aposentadorias no País neste ano. Sobre a reforma previdenciária, o governo reforça os sinais de que não desistiu e a ideia é que a contagem de votos seja retomada por volta de 15 de janeiro, segundo o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun. Ele admitiu inclusive que o Palácio do Planalto está pressionando os governadores e prefeitos a trabalhar a favor da aprovação da proposta em troca da liberação de recursos do governo federal e financiamentos de bancos públicos, como a Caixa. Enquanto isso, Temer tenta deslocar as atenções para a economia, após dados mostrarem que as vendas do Natal no País tiveram o melhor desempenho desde 2010, revertendo três anos consecutivos de retração. Nesse sentido, o presidente assinou Medida Provisória que reduz para 60 anos a idade mínima para o saque do PIS/Pasep, recurso que injetará R$ 23,6 bilhões na economia.

A agenda tem como destaque os dados de novembro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que o Ministério do Trabalho divulgará às 10 horas. Nesta manhã foi divulgado que o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu em cinco das sete capitais pesquisadas na terceira quadrissemana de dezembro em relação à leitura anterior.

 

 

Na agenda externa, O lucro das maiores empresas do setor industrial da China aumentou 14,9% em novembro ante igual mês do ano passado, desacelerando em relação ao avanço de 25,1% em outubro.  

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira, mas as chinesas foram exceção e retomaram o tom negativo do começo da semana. As bolsas europeias operam sem direção única e com baixa liquidez no pregão espremido entre as comemorações de Natal e Ano-novo. A volta do feriado nos mercados da região é marcada por um dia sem divulgações ou agendas relevantes para os investidores.

 

 

Nos Estados Unidos, serão conhecidos às 13 horas o dado de confiança do consumidor de dezembro apurado pelo Conference Board e os números de vendas de imóveis pendentes em novembro.

O presidente Donald Trump disse que a reforma tributária sancionada por ele na semana passada, fará de 2018 "um grande ano" para as empresas e o mercado de trabalho. Em sua conta no Twitter, o presidente americano disse que "todos os sinais são de que as empresas parecem muito bem para o próximo ano, apenas para serem ajudadas pela nossa reforma tributária. Será um grande ano para as empresas e pro mercado de trabalho. O mercado de trabalho está posicionado para mais um ano de sucesso".

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 26/12/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve baixa no início dos negócios em semana com liquidez e volume de operações reduzidos. Hoje o Boletim Focus fez as seguintes projeções para 2017 e 2018, considerando-se o final de cada ano respectivamente: IPCA: 2,78% / 3,96%, PIB: 0,98% / 2,68%, USD: 3,30 / 3,32. Em um dia de agenda fraca, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) desacelerou para 0,27% na terceira quadrissemana de dezembro. O resultado ficou 0,07 ponto porcentual abaixo do registrado na leitura imediatamente anterior, quando o indicador apresentou variação de 0,34%. Nos Estados Unidos, saem os dados de atividade de distritais do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Richmond e Dallas, as 13h e 13h30 respectivamente, e, os preços das residências um pouco antes, as 12h.

 

 

Na agenda interna, A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) desacelerou para 0,27% na terceira quadrissemana de dezembro. O resultado ficou 0,07 ponto porcentual abaixo do registrado na leitura imediatamente anterior, quando o indicador apresentou variação de 0,34%.

 

 

Na agenda externa, O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do Japão avançou 0,6% em novembro, ante o mesmo mês do ano passado, de acordo com dados divulgados hoje pelo Ministério Comunicação e Assuntos Internos. O núcleo do CPI, que exclui alimentos frescos, subiu 0,9% em novembro ante o mesmo mês do ano passado, no 11º mês seguido de alta.

Alguns dirigentes do Banco do Japão (BoJ, na digla em inglês) acham que afrouxar a política monetária ainda mais faria mais mal que bem à economia, de acordo com a ata da última reunião. Se o BC tomar medidas extremas de afrouxamento apenas para alcançar sua meta de inflação de 2%, isso pode causar efeitos colaterais como desequilíbrios financeiros, além de prejudicar a função de intermediação da autoridade monetária.

O presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Haruhiko Kuroda, reiterou a promessa de manter a agressiva política de estímulos monetários da instituição, uma vez que a inflação continua distante de sua meta de 2%, abafando rumores sobre possíveis altas de juros no próximo ano.

 

                              

Nas Bolsas,  As bolsas chinesas fecharam em alta nesta terça-feira, recuperando-se de perdas de ontem, mas outros mercados asiáticos caíram em meio a uma notável redução da liquidez, típica dos últimos dias de dezembro. As bolsas europeias estão fechadas e só voltam a operar amanhã.

 

 

Nos Estados Unidos, dados de atividade de distritais do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Richmond e Dallas, as 13h e 13h30 respectivamente, e, os preços das residências um pouco antes, as 12h, formam a agenda.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 22/12/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo próximo a estabilidade no início dos negócios a espera de dados da economia americana que serão divulgados a partir das 11h30.  Algumas notícias domesticas divulgadas nesta manhã dão conta de que apesar da confiança do consumidor brasileiro ter recuado em dezembro, ainda assim fechou 2017 melhor do que em dois anos anteriores. Já o setor de construção termina em alta com índice de confiança da construção atingindo 81,1 pontos, máxima desde janeiro de 2015. Na política, Henrique Meirelles, atual ministro da economia, disse que decidirá entre o final de março e início de abril se concorrerá a presidência do país. Em relação a nota de crédito brasileira, Meirelles afirmou que não discutiu com as agencias de classificação de risco o tema. Agora os mercados ficam atentos a qualquer movimento que possa indicar um rebaixamento da nota do Brasil na próxima semana. O motivo é que por exemplo, a agência Standard & Poor's (S&P) que não costuma revisar o rating de países em anos eleitorais para não influenciar o resultado nas urnas, possa fazê-lo ainda em 2017. Um eventual downgrade pode acelerar a instabilidade. O volume de negócios e a liquidez tendem a diminuir a partir de hoje. Nos Estados Unidos, às 11h30 teremos a divulgação das encomendas de bens duráveis, renda e gasto pessoal, deflator do PCE, que podem movimentar as cotações por aqui. Um pouco mais tarde às 13h saem as vendas de moradias novas e a confiança do consumidor encerrando a semana. Na Europa, volta à cena a cizânia entre a Catalunha e Madri após a vitória separatista nas eleições da região ontem.

 

 

Na agenda interna, A confiança do consumidor brasileiro recuou em dezembro por conta da menor satisfação com a situação atual, interrompendo três meses seguidos de melhora, mas acabou fechando 2017 com saldo mais positivo do que nos dois anos anteriores, marcados pela forte recessão que afetou o país. No último mês do ano, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 0,4 ponto sobre novembro e chegou a 86,4 pontos.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que levará vários fatores em conta para decidir, entre o final de março e início de abril, se irá concorrer à Presidência da República em 2018, dentre eles sua disposição pessoal de entrar na disputa e a vontade de seu partido, o PSD.

O setor de construção do Brasil encerrou o ano com a confiança em alta pelo sétimo mês seguido e atingindo a máxima desde janeiro de 2015. O Índice de Confiança da Construção (ICST) do país registrou alta de 2,0 pontos em dezembro, para 81,1 pontos, informou a FGV.

 

 

Na agenda externa, O Produto Interno Bruto (PIB) da França cresceu 0,6% no terceiro trimestre do ano ante o segundo. A expansão no período de julho a setembro também mostrou que a economia francesa manteve o mesmo ritmo do segundo trimestre.

O índice de confiança do consumidor da Alemanha elaborado pelo instituto GfK subiu para 10,8 na pesquisa de janeiro, de 10,7 na leitura de dezembro. Segundo o GfK, os consumidores esperam que a economia alemã exiba "forte tendência de alta" e, aparentemente, não foram afetados pelas fracassadas tentativas do grupo conservador da chanceler Angela Merkel de formar um grupo de coalizão desde a eleição parlamentar de setembro.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido registrou expansão anual de 1,7% no terceiro trimestre. Em relação ao trimestre imediatamente anterior, o PIB britânico cresceu 0,4% entre julho e setembro.  

 

                              

Nas Bolsas,  As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, seguindo o tom positivo de Nova York, mas com volume reduzido de negócios antes do feriado de Natal.

As bolsas europeias operam em queda. A Catalunha está por trás do mau humor que impera entre os investidores, com os separatistas conquistando as eleições na região. Além da Bolsa de Madri apresentar a maior baixa entre todos os pregões da região, o euro também sofre desvalorização por causa do resultado das eleições realizadas ontem e que deram a vitória aos separatistas. O líder catalão Carles Puigdemont, que está refugiado na Bélgica, disse que a vitória da maioria absoluta pelos separatistas foi uma vitória da "república catalã" sobre o Estado espanhol. Muitos veículos de comunicação dizem que o ganho dessa corrente é um "tapa na cara" do primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, expressão também utilizada pelo líder separatista. O que os investidores imaginam é que a cizânia entre a Catalunha e Madri continue nos próximos meses – talvez anos – levando a mais tensões na região.

 

 

Nos Estados Unidos, às 11h30 teremos a divulgação das encomendas de bens duráveis, renda e gasto pessoal, deflator do PCE, e, um pouco mais tarde às 13h saem as vendas de moradias novas e a confiança do consumidor encerrando a semana.

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 21/12/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve baixa no início dos negócios. Os agentes digerem o Relatório Trimestral de Inflação, o RTI divulgado pelo Banco Central do Brasil, que reduziu sua projeção de inflação para 2017 a 2,8% ao mesmo tempo que elevou suas contas para o crescimento da economia Brasileira para 1% neste ano. Também saiu a pouco, através do IBGE, o IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, que subiu 0,35% em dezembro e terminou 2017 com alta acumulada de 2,94%. Os mercados devem se atentar à coletiva do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, na sede nacional do PSD, às 12h30, afinal o Ministro desponta como um possível candidato a presidência da República em 2018. Apesar do tema os investidores estarão atentos a indicações sobre como foi a rodada de conversas de Meirelles com os representantes da Standard & Poor's, Fitch e Moody's, em meio aos esforços do governo para evitar um rebaixamento da nota do Brasil após o adiamento da reforma da Previdência para fevereiro de 2018. Nos Estados Unidos, depois de muitas dúvidas, o Congresso aprovou ontem uma grande revisão tributária do país, que reduzirá a carga de impostos sobre as empresas, com a expectativa de que fluxos positivos desemboquem para o mercado acionário. Na agenda americana de hoje, a terceira e última estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre será divulgada às 11h30. No mesmo horário, a sondagem industrial de dezembro, o índice de atividade nacional de novembro e os pedidos de auxílio desemprego. Às 12h preços residenciais, e encerrando as 13h saem os indicadores antecedentes de novembro.

 

 

Na agenda interna, O Banco Central reduziu sua projeção de inflação para 2017, ainda mais abaixo da meta oficial, segundo Relatório Trimestral de Inflação ao mesmo tempo em que elevou suas contas para o crescimento da economia brasileira. No documento, o BC calculou alta do IPCA em 2,8 por cento em 2017 e de 4,2 por cento em 2018 pelo cenário de mercado, sobre 2,9 e 4,2 por cento no comunicado da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), no início deste mês. O BC também melhorou sua expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano a 1 por cento, contra 0,7 por cento antes, e a 2,6 por cento no ano que vem, contra 2,2 por cento.

A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) indicou queda de 0,1 ponto, indo a 98,2 pontos. Já o nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria teria avanço de 0,3 ponto percentual no resultado preliminar de dezembro, para 74,5 por cento, o maior desde julho (74,7 por cento).

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, subiu 0,35 por cento em dezembro e terminou 2017 com alta acumulada de 2,94 por cento. Em novembro, o indicador havia subido 0,32 por cento.

O mercado também ficará de olho no ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que convocou coletiva na sede nacional do PSD. Apesar do tema da entrevista ser a cena política, os agentes estarão mais atentos a indicações sobre como foi a rodada de conversas do ministro ontem com os representantes da Standard & Poor's, Fitch e Moody's, em meio aos esforços do governo para evitar um rebaixamento da nota do Brasil após o adiamento da reforma da Previdência para fevereiro de 2018. Em programa eleitoral do partido que será transmitido nesta noite, Meirelles deve lançar as bases de sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto em 2018. Apesar de dizer que só tomará uma decisão sobre disputar a Presidência entre março e o início de abril, ele tem intensificado a movimentação política para se viabilizar.

 

 

Na agenda externa, O Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) manteve inalterada sua agressiva política de estímulos monetários, após reunião de dois dias concluída nesta quinta-feira, e não deu qualquer indicação de que pretenda fazer mudanças mais adiante, apesar de recente especulação de que a instituição estaria preparando o terreno para elevar juros no próximo ano. Por 8 votos a 1, os dirigentes do BC japonês decidiram manter a meta do juro do bônus do governo japonês (JGB) de 10 anos em torno de zero e a taxa de depósitos de curto prazo em -0,1%.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira, à medida que os investidores digeriram a aprovação da reforma tributária nos EUA e a decisão do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) de manter sua política monetária inalterada.

Investidores europeus continuam a se desfazer de suas ações depois da aprovação completa da reforma tributária nos Estados Unidos, o que levou a uma baixa generalizada nos pregões da região no início dos negócios. A tendência de queda se mantém majoritária, mas em várias praças se vê a tentativa de os negócios se firmarem no terreno positivo. Depois de muitas dúvidas, o Congresso dos EUA aprovou ontem uma grande revisão tributária do país, que reduzirá a carga de impostos sobre as empresas, com a expectativa de que fluxos positivos desemboquem para o mercado acionário. Deputados e senadores deram o aval à proposta dos republicanos e o projeto agora chegará ao presidente Donald Trump para que seja assinado e transformado em lei.

 

 

Nos Estados Unidos, a terceira e última estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre será divulgada às 11h30. A agenda também reserva no mesmo horário, a sondagem industrial de dezembro, o índice de atividade nacional de novembro e os pedidos de auxílio desemprego. Às 12h preços residenciais, e encerrando as 13h saem os indicadores antecedentes de novembro.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 20/12/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em queda no início dos negócios. A expectativa de aprovação da reforma tributária americana, aprovada pelo Senado do país ontem, e que será votada pela segunda vez no Congresso hoje, para ajuste de alguns pontos, vem fazendo o dólar se fortalecer perante a maioria das divisas. Se a aprovação da reforma for confirmada na Câmara, a Casa Branca concederá uma coletiva de imprensa sobre o tema nesta tarde (16h). Entre os pontos da mudança tributária está a redução do imposto corporativo dos atuais 35% para 21%, com implementação a partir de 1º de janeiro de 2018. A medida tende a melhorar o resultado das companhias locais e com isso os mercados acionários reagem bem. O corte de impostos no país deve chegar a US$ 1,5 trilhão em dez anos, na maior revisão estrutural desde 1986. No Brasil, o volume de negócios vai diminuir, sobretudo na próxima semana. Hoje o destaque fica para a divulgação das contas externas de novembro, às 10h30. Além disso, o Tesouro divulgará relatório da dívida pública federal relativo ao mês passado, às 10 horas. O Banco Central fará leilão de até 10.800 contratos de swap cambial das 11h30 às 11h40. A oferta equivale a US$ 540 milhões e tem como objetivo a rolagem dos contratos que vencem em 2 de janeiro. Com a oferta o BC rolará todo o vencimento.

 

 

Na agenda interna, tem como destaque a divulgação das contas externas de novembro, às 10h30. Além disso, o Tesouro divulgará relatório da dívida pública federal relativo ao mês passado, às 10 horas.

O Banco Central fará leilão de até 10.800 contratos de swap cambial nesta quarta-feira, dia 20, das 11h30 às 11h40. A oferta equivale a US$ 540 milhões e tem como objetivo a rolagem dos contratos que vencem em 2 de janeiro. Com a oferta o BC rolará todo o vencimento.

 

Na agenda externa, No Reino Unido, o foco também estará no Parlamento hoje. Depois de deputados do Partido Conservador da primeira-ministra Theresa May votarem contra o governo na semana passada, fazendo com que uma mudança no projeto de lei do Brexit (saída dos britânicos da União Europeia, UE) concedesse a palavra final sobre a implementação de um acordo aos legisladores, nesta quarta-feira sinalizaram uma trégua à premiê. Se comprometeram a menos rebeldia durante a votação sobre o projeto de retirada da UE, que revogará a legislação de 1972 (que vincula o Reino Unido ao bloco comum) e a converterá em leis domésticas.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quarta-feira, com investidores acompanhando o andamento da reforma tributária do governo Trump no Congresso americano e o bitcoin, que mostrou forte volatilidade em meio à ascensão de uma criptomoeda alternativa.

Hoje nas bolsas europeias prevalece a máxima "precifica no boato e realiza no fato". Depois de semanas em que os mercados globais se pautaram pela expectativa de aprovação da reforma tributária nos Estados Unidos pelo Congresso americano – com alguns momentos de retrocessos no andamento da proposta – agora que tudo indica que a proposta seguirá adiante, investidores se desfazem de suas ações, e majoritariamente operam em baixa.

 

 

Nos Estados Unidos, O corte de impostos no país deve chegar a US$ 1,5 trilhão em dez anos, na maior revisão estrutural desde 1986. Agora o projeto será votado uma segunda vez na Câmara dos Representantes na manhã desta quarta-feira, pois o senador independente Bernie Sanders (Vermont) revelou que o texto trazia três dispositivos que feriam regras do Senado. Foi preciso então que os senadores aprovassem a retirada desses pontos do texto – o que ocorreu pouco antes da votação final da reforma. O presidente dos EUA, Donald Trump, destacou que o projeto também revogou a obrigação de que os americanos adquiram seguro-saúde, como previsto no Obamacare. Se a aprovação da reforma for confirmada na Câmara, a Casa Branca concederá uma coletiva de imprensa sobre o tema nesta tarde (16h). Entre os pontos da mudança tributária está a redução do imposto corporativo dos atuais 35% para 21%, com implementação a partir de 1º de janeiro de 2018.

Entre os indicadores do dia, saem os dados de vendas de moradias usadas de novembro, às 13 horas, e o relatório semanal do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) para os estoques de petróleo e derivados, às 13h30.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 19/12/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo próximo a estabilidade no início dos negócios. A situação fiscal do país inspira cautela após o ministro Ricardo Lewandowski do STF, suspender a Medida Provisória que adiava em um ano o reajuste do funcionalismo federal e aumentava a contribuição previdenciária dos servidores que ganham mais de R$ 5,5 mil, de 11% para 14%. Com a postergação, era esperada uma economia de R$ 4,4 bilhões, além de outros R$ 2,2 bilhões que seriam obtidos com a elevação da alíquota. Enquanto isso o Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, busca convencer as agencias de classificação de risco, a não rebaixarem a nota de crédito do Brasil após frustração com a votação da reforma da Previdência em 2017. A área econômica não descarta a possibilidade de um downgrade até o fim do ano ou logo no início de 2018. E o Banco Central anunciou que fará alguns leilões hoje. O primeiro, será ofertar até 14.000 contratos de swap cambial das 11h30 às 11h40 objetivando a rolagem dos contratos que vencem em 2 de janeiro, isso equivale a USD 700 milhões. A instituição também fará dois leilões de linha de até US$ 2 bilhões. O leilão A ocorre das 15h15 às 15h20 e o leilão B, das 15h35 às 15h40. Essas operações de venda serão liquidadas no dia 21. Já a recompra pelo BC ocorrerá em 2 de março de 2018, no caso do leilão A, e em 3 de abril de 2018, no caso do leilão B. As operações buscam dar liquidez ao mercado neste mês de dezembro – quando a procura pela moeda americana costuma aumentar, com muitas empresas e fundos remetendo divisas ao exterior. Tradicionalmente, é comum que o BC realize leilões de linha no último mês do ano. No exterior, olhos voltados para a votação do plano final da reforma tributária nos Estados Unidos na Câmara dos Representantes. O corte de impostos norte-americano tem dado o norte para os negócios nos últimos dias. Mais do que a aprovação da proposta dos republicanos em si, o que os investidores querem sentir é a capacidade do presidente Donald Trump de levar seus projetos adiante.

 

 

Na agenda interna, Os mercados internacionais seguem otimistas em relação à reforma tributária nos Estados Unidos, na expectativa de que o plano final elaborado pelo Partido Republicano seja aprovado nesta terça-feira na Câmara dos Representantes, seguindo posteriormente para o Senado. No cenário doméstico, no entanto, o bom humor pode ser ofuscado pela cautela com a situação fiscal, após uma nova derrota para o Palácio do Planalto. Na noite de ontem, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a Medida Provisória que adiava em um ano o reajuste do funcionalismo federal e aumentava a contribuição previdenciária dos servidores que ganham mais de R$ 5,5 mil, de 11% para 14%. Com a postergação, era esperada uma economia de R$ 4,4 bilhões, além de outros R$ 2,2 bilhões que seriam obtidos com a elevação da alíquota. Em outra frente, a menos de duas semanas para o fim do ano, o governo pode fazer uma liberação de cerca de R$ 4 bilhões de despesas do Orçamento. Conforme apurou o Broadcast, um relatório está sendo preparado e pode ser assinado hoje. A perspectiva é que, mesmo com o desbloqueio de mais recursos orçamentários, as contas do governo fechem com um valor menor do que a meta de déficit primário de R$ 159 bilhões. Enquanto isso, no Congresso, os trabalhos já são afetados pelo clima de fim de ano e a Câmara encerrou a sessão de ontem sem deliberações, uma vez que o quórum era insuficiente para votações nominais. Na pauta, que será retomada hoje, estavam o Projeto de Lei que regulamenta a atividade de lobista e a proposta de securitização das dívidas dos Estados. A agenda do dia é fraca e os investidores devem ficar de olho no ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que encontrou espaço para receber jornalistas para um café da manhã às 9h 30, em meio aos esforços para convencer as agências de classificação de risco a não promoverem um novo rebaixamento da nota do Brasil após frustração com a votação da reforma da Previdência em 2017. A área econômica não descarta na possibilidade de um downgrade até o fim do ano ou logo no início de 2018.

O BC fará dois leilões de linha de até US$ 2 bilhões. O leilão A ocorre das 15h15 às 15h20 e o leilão B, das 15h35 às 15h40. A taxa de câmbio a ser utilizada para venda de dólares pelo BC será a Ptax do dia. Essas operações de venda serão liquidadas no dia 21. Já a recompra pelo BC ocorrerá em 2 de março de 2018, no caso do leilão A, e em 3 de abril de 2018, no caso do leilão B. As operações buscam dar liquidez ao mercado neste mês de dezembro – quando a procura pela moeda americana costuma aumentar, com muitas empresas e fundos remetendo divisas ao exterior. Tradicionalmente, é comum que o BC realize leilões de linha no último mês do ano.

O Banco Central fará leilão de até 14.000 contratos de swap cambial das 11h30 às 11h40. A oferta equivale a US$ 700 milhões e tem como objetivo a rolagem dos contratos que vencem em 2 de janeiro. O BC já havia informado a intenção de promover leilões de rolagem até 20 de dezembro.

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, participa de evento em Brasília sobre desafios para 2018, que também deve contar com a presença de Temer e Meirelles (10h00). O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, deve participar da audiência pública que trata do projeto que regulamenta o teto do funcionalismo público (14h00).

 

 

Na agenda externa, Na Europa, as questões políticas seguem sendo monitoradas de perto. Na quinta-feira, tem a votação na Catalunha, depois que a então comunidade autônoma tentou sem sucesso tornar-se independente da Espanha. Na Alemanha, a chanceler Angela Merkel continua a costurar uma "grande coalizão" para que tenha chances de governar. No Reino Unido, a primeira-ministra Theresa May explicou ontem ao Parlamento seu plano sobre período de transição de dois anos que deseja obter com a União Europeia (UE), após a saída do bloco, o chamado Brexit. Nesse período, de acordo com May, os britânicos continuaram a acessar o mercado único da região, mas o ceticismo de que a sugestão será aceita imperou entre os deputados. Na semana passada, os legisladores alteraram o projeto do Brexit, fazendo que a palavra final sobre o acerto com o bloco caiba a eles.

O índice de sentimento das empresas da Alemanha caiu a 117,2 em dezembro, após atingir o nível recorde de 117,6 em novembro, segundo pesquisa divulgada hoje pelo instituto alemão Ifo.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas da Ásia e do Pacífico encerraram os negócios sem direção única nesta terça-feira, com algumas ainda sustentadas pelo otimismo em torno da possível aprovação de uma reforma tributária nos EUA e outras pressionadas pelo fraco desempenho de ações de tecnologia. Ontem, os mercados acionários de Nova York fecharam em novas máximas históricas com a perspectiva de que o plano de reforma tributária elaborado pelo Partido Republicano se torne lei nos próximos dias. Após as negociações dos últimos dias, a expectativa é que o projeto final, anunciado na sexta-feira, seja aprovado hoje na Câmara dos Representantes e amanhã no Senado.

Bolsas Europeias operando com desempenhos mistos.

 

 

Nos Estados Unidos, O corte de impostos norte-americano tem dado o norte para os negócios em todo o globo nos últimos dias. Mais do que a aprovação da proposta dos republicanos em si, o que os investidores querem sentir é a capacidade do presidente Donald Trump de levar seus projetos adiante, e a aprovação dessa reforma seria uma sinalização do poder do republicano. A proposta reduz a carga tributária de 35% para 21% para empresas e especialistas veem essa diminuição como uma possibilidade de atratividade para o mercado financeiro, já que o setor corporativo poderia pagar dividendos maiores e valorizar os preços das ações.

O destaque da agenda será a votação do plano final da reforma tributária nos Estados Unidos na Câmara dos Representantes. Ainda no País saem as construções de moradias iniciadas (11h30), os estoques API de petróleo bruto (19h30), além do discurso do presidente da distrital de Minneapolis do Fed, Neel Kashkari (16h10).

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 18/12/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo próximo a estabilidade no início dos negócios. Com a reforma da previdência fora do foco momentaneamente, os mercados ficam atentos na reforma tributária dos Estados Unidos, que pode ser votada em meados desta semana no Congresso do país. Os republicanos divulgaram seu plano final de reforma tributária e dois senadores que se mostravam indecisos declararam que apoiarão o projeto. Nesta manhã, o presidente do Fed de San Francisco, John Willians, afirmou que, caso a economia se comporte como ele espera, o BC deve continuar a elevar os juros ao longo dos próximos dois anos. Com direito a voto nas decisões de política monetária em 2018, Williams previu três elevações de juros em 2018 e disse que outras duas ou três altas devem ocorrer em 2019. No Brasil, o boletim focus trouxe as seguintes estimativas para o final de 2017: IPCA: 4%, USD: 3,30, PIB: 0,96%, Superávit Coml.: USD 65,82 Bilhões. Em relação a Selic ao fim de 2018 está em 7%. O IBC-Br – índice de atividade do Banco Central – acumulou alta de 0,75% em 2017, até outubro. Considerado uma espécie de prévia do BC para o PIB, o IBC-BR serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia Brasileira ao longo dos meses. O Banco Central fará leilão de até 14.000 contratos de swap cambial das 11h30 às 11h40. A oferta equivale a US$ 700 milhões e tem como objetivo a rolagem dos contratos que vencem em 2 de janeiro.

 

 

Na agenda interna, O Banco Central fará leilão de até 14.000 contratos de swap cambial das 11h30 às 11h40. A oferta equivale a US$ 700 milhões e tem como objetivo a rolagem dos contratos que vencem em 2 de janeiro.

Na quinta-feira, tem o Relatório Trimestral de Inflação e o IPCA-15 de dezembro, que devem ajudar a balizar as apostas para a política monetária em 2018. Na política, a expectativa dos mercados agora é em definir o quadro de candidatos para as eleições em 2018 e isso aumenta a expectativa com o julgamento da apelação do ex-presidente Lula no TRF-4 no dia 24 de janeiro. Lula lidera as pesquisas de intenção de votos em todos os cenários e uma condenação o colocaria fora da disputa, o que os mercados enxergam como positivo. O Diretório Nacional do PT aprovou no sábado uma resolução política na qual reafirma a defesa da pré-candidatura do ex-presidente, diz que a eventualidade de o petista ser barrado pela Justiça pode levar à "rebeldia popular" e alerta para o risco de "desobediência civil" diante de suposta "arbitrariedade" do Judiciário. Fora as eleições, o investidor estará mais atento daqui para frente ao risco de rebaixamento da nota de crédito soberano do Brasil após o adiamento da votação da reforma da Previdência para fevereiro. Destaque hoje para a reunião do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, com o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, e com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, em Brasília, a partir das 11 horas.

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) desacelerou para 0,34% na segunda quadrissemana de dezembro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou 0,05 ponto porcentual abaixo do registrado na leitura imediatamente anterior, quando o indicador apresentou variação de 0,39%.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) teve alta de 0,88% na segunda prévia de dezembro, após o avanço de 0,37% na segunda prévia de novembro. Com o resultado, o índice acumulou recuo de 0,53% em 2017.

O IBC-Br – índice de atividade do Banco Central – acumulou alta de 0,75% em 2017, até outubro. Considerado uma espécie de prévia do BC para o PIB, o IBC-BR serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia Brasileira ao longo dos meses.

O Boletim Focus do Banco Central fez as seguintes estimativas para o final de 2017: IPCA: 4%, USD: 3,30, PIB: 0,96%, Superávit Coml.: USD 65,82 Bilhões. Em relação a Selic ao fim de 2018 está em 7%.

 

 

Na agenda externa, Com a reforma da Previdência fora da cena neste fim de ano, os mercados locais devem colocar a atenção na reforma tributária dos Estados Unidos, que pode ser votada em meados desta semana no Congresso do país. A perspectiva de aprovação do projeto que prevê redução de impostos impulsionou as bolsas de Nova York a novos recordes de alta na sexta-feira e alimenta o bom humor aos mercados globais nesta manhã. O plano prevê revogação parcial do Obamacare, corte de taxas corporativas dos atuais 35% para 21% a partir de 1º de janeiro de 2018 e a manutenção de sete faixas de dedução de imposto de renda. A estimativa preliminar de déficit para a versão final do projeto de reforma tributária do Partido Republicano aponta que a proposta adicionaria US$ 1,46 trilhão ao déficit orçamentário dos Estados Unidos nos próximos dez anos. O verdadeiro custo pode ser ainda maior caso os legisladores ampliem os cortes nos impostos para os indivíduos antes deles expirarem no fim de 2025. Ainda nos EUA, o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, afirmou ontem que não pode descartar uma possível paralisação do governo na próxima semana, caso o Congresso não aprove uma nova extensão temporária dos gastos do governo federal. No entanto, ele afirmou que acha improvável que isso ocorra.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 1,5% em novembro, na comparação com igual mês do ano passado, o que confirmou a estimativa anterior do dado. Além disso, o resultado representa uma aceleração ante a alta de 1,4% registrada em outubro, segundo a agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, apoiadas pela perspectiva de que o presidente dos EUA, Donald Trump, consiga aprovar uma reforma tributária ainda esta semana. Os republicanos divulgaram seu plano final de reforma tributária e dois senadores que se mostravam indecisos declararem que apoiarão o projeto.

Os mercados europeus operam em alta na manhã desta segunda-feira com a convicção dos investidores de que a reforma tributária norte-americana avançará.

 

 

Nos Estados Unidos, o presidente do Fed de San Francisco, John Willians, afirmou que, caso a economia se comporte como ele espera, o BC deve continuar a elevar os juros ao longo dos próximos dois anos. Com direito a voto nas decisões de política monetária em 2018, Williams previu três elevações de juros em 2018 e disse que outras duas ou três altas devem ocorrer em 2019.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 15/12/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Após a votação da reforma da previdência ser adiada para fevereiro, já começam as manifestações das agências de classificação de risco. A Fitch emitiu nota destacando que esse atraso evidencia riscos à perspectiva negativa de rating do Brasil, já a Moody's afirmou que a postergação é "fator de crédito negativo" para o País, por indicar falta de apoio político para a proposta em um ano de eleição presidencial. A partir de agora os mercados vão mirar na possibilidade de condenação de Lula no final de janeiro, fato que pode manter algum apetite a risco. Isso ocorre porque as eleições de 2018 devem ser um dos principais condutores dos negócios e a chance de Lula, que tem liderado as pesquisas de intenção de votos em todos os cenários, ficar de fora da disputa é vista como positiva pelo investidor. O Banco Central fará leilão de até 14.000 contratos de swap cambial das 11h30 às 11h40. A oferta equivale a US$ 700 milhões e tem como objetivo a rolagem dos contratos que vencem em 2 de janeiro. Hoje, o que pode dar algum alívio nos mercados é o fluxo de entrada de recursos com recentes IPOs e emissões externas. A BR distribuidora estreia nesse cenário. Nos Estados Unidos, a agenda de indicadores traz a produção industrial de novembro ( 12h15); o índice de atividade industrial Empire State de dezembro (11h30). O dia também prevê a divulgação do plano final de reforma tributária, elaborado por um comitê especial de deputados e senadores do Partido Republicano. E destaca-se sobre a reforma tributária americana um inesperado obstáculo, o senador republicano Marco Rubio (Flórida) declarou que irá se opor à proposta tributária do seu partido por não incluir maiores benefícios fiscais para crianças de famílias de baixa renda. Diante disso, as votações do projeto na Câmara dos Representantes e no Senado, que eram esperadas para a próxima semana, poderão ser adiadas.

 

 

Na agenda interna, A agência de classificação de risco Fitch destaca em nota que "o atraso na reforma da Previdência evidencia riscos incorporados à nossa perspectiva negativa do rating BB do Brasil". Para a agência, a janela de oportunidade para uma reforma significativa da Previdência antes da eleição de 2018 está se estreitando e novos atrasos ou diluições impõem riscos para a viabilidade do limite de gastos e estabilização da dívida no médio prazo. Além disso, acrescenta a Fitch, tal situação representa riscos potenciais para a confiança do mercado e para o processo de recuperação econômica no curto prazo. Já a agência de rating Moody's afirmou em nota que a postergação é "fator de crédito negativo" para o País, por indicar falta de apoio político para a proposta em um ano de eleição presidencial.

Após reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, admitiu que existe um custo de adiamento da votação da Reforma da Previdência, mas que ainda há expectativa de aprovação no próximo ano. "A mensagem extremamente negativa seria a não aprovação [da reforma]. A não votação, de fato, positiva não é, como já temos dito há meses. Não é novidade", declarou. Maia anunciou que o tema ficará para o início de 2018. "O custo do adiamento existe, gera uma certa insegurança, mas existe ainda uma expectativa de aprovação. Portanto é uma mensuração um pouco mais difícil, mas nossa expectativa continua positiva de aprovação", emendou.

O Banco Central fará leilão de até 14.000 contratos de swap cambial das 11h30 às 11h40. A oferta equivale a US$ 700 milhões e tem como objetivo a rolagem dos contratos que vencem em 2 de janeiro.

Os mercados locais, que ontem encerraram o dia na defensiva após o adiamento da reforma da Previdência para fevereiro, contam com uma agenda menos atraente nas próximas duas semanas. E a partir de agora devem mirar na possibilidade de condenação do ex-presidente Lula após julgamento de sua apelação no TRF-4 no dia 24 de janeiro para manter algum apetite a risco. Isso porque a partir de agora as eleições de 2018 devem ser um dos principais condutores dos negócios e a chance de Lula, que tem liderado as pesquisas de intenção de votos em todos os cenários, ficar de fora da disputa é vista como positiva pelo investidor. Fora o julgamento da apelação de Lula outro foco dos mercados deve ser o risco de rebaixamento da nota de crédito soberano do Brasil em 2018, conforme sinalizado ontem pelas agências de classificação de risco. A Fitch destacou que "o atraso na reforma da Previdência evidencia riscos incorporados à nossa perspectiva negativa do rating BB do Brasil". Já a Moody’s avaliou que o adiamento aumentou a possibilidade de a reforma não ser aprovada em razão da incerteza em torno das eleições presidenciais. Para a Moody’s, a falta de acordo para a votação neste ano é um "fator de crédito negativo". Para tentar evitar um downgrade, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse ontem que fará conferências com as principais agências na semana que vem para explicar a postergação da votação da reforma. "Queremos esclarecer as dúvidas e mostrar que há a possibilidade concreta de se aprovar a reforma no começo de 2018", disse Meirelles, após reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). "E, com isso, tentaremos evitar um downgrade (rebaixamento da nota do Brasil)." Lideranças de partidos da base aliada avaliam que o adiamento reduz as chances de aprovação da proposta diante do temor de desgaste dos parlamentares em ano eleitoral. E resta saber quem estará a partir de agora na frente de batalha pela reforma da Previdência. O presidente Michel Temer tem dado sinais de saúde frágil e Meirelles tem mostrado postura de candidato. O que pode ainda manter algum alívio nos mercados domésticos, especialmente Bolsa e câmbio, é o fluxo de entrada de recursos com recentes IPOs e emissões externas. A estreia da BR Distribuidora na bolsa destaca-se.

O volume de serviços prestados teve redução de 0,8% em outubro ante setembro, na série com ajuste sazonal.

 

 

Na agenda externa, A zona do euro teve superávit comercial de 19 bilhões de euros (US$ 22,4 bilhões) em outubro, bem menor do que o saldo positivo de 24,5 bilhões de euros registrado em setembro, segundo dados com ajustes sazonais publicados hoje pela Eurostat.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta sexta-feira, seguindo o tom negativo dos mercados acionários de Nova York, que ontem caíram em meio a novas preocupações com o andamento da reforma tributária no Congresso americano. Um inesperado obstáculo surgiu ontem quando o senador republicano Marco Rubio (Flórida) declarou que irá se opor à proposta tributária do seu partido por não incluir maiores benefícios fiscais para crianças de famílias de baixa renda. Diante disso, as votações do projeto na Câmara dos Representantes e no Senado, que eram esperadas para a próxima semana, poderão ser adiadas.

As bolsas europeias seguem a onda negativa vista nos principais mercados financeiros globais e operam no vermelho. O mau humor está disseminado principalmente por causa das incertezas em relação a questões fiscais nos Estados Unidos. Deputados e senadores republicanos chegaram a um acordo sobre o projeto tributário, mas há dúvidas sobre os votos de alguns congressistas.

 

 

Nos Estados Unidos, A agenda de indicadores traz hoje a produção industrial de novembro ( 12h15); o índice de atividade industrial Empire State de dezembro (11h30). O dia também prevê a divulgação do plano final de reforma tributária, elaborado por um comitê especial de deputados e senadores do Partido Republicano.

 

Fonte: Broadcast