Panorama de Mercado 15/06/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Nem mesmo a atuação do Banco Central Brasileiro, ontem, foi capaz de reverter o quadro externo desfavorável. Isso também porque até o dia de ontem era sabido que a instituição brasileira, interviria adicionalmente na moeda até hoje, por isso, o BC Brasileiro decidiu dar continuidade aos leilões extras de swap cambial, e informou que na próxima semana ofertará “em torno de” USD 10 Bilhões, mas esse lote pode vir a ser consideravelmente maior. Para hoje restam USD 5,75 bilhões do lote total desta semana de USD 20 bilhões que foi oferecido, além dos USD 10 Bilhões da próxima semana. Como o mercado opera também movido a certas especulações, oferecer lotes no padrão prevísivel, acaba favorecendo esse movimento, ao passo que, as operações feitas sem prévio aviso, surtem mais efeito, pois tendem a diminuir especulações em meio a um ambiente de volatilidade exacerbada, motivada pelo cenário externo de políticas monetárias e internamente com o quadro fiscal deteriorado e um governo que terminou o ano antes da hora devido as eleições desse ano. Afinal, pensar em aprovação de alguma medida que beneficie a economia brasileira, em ano eleitoral, parece improvável, afinal algumas delas podem ser impopulares. Na próxima semana teremos outro fator importante que estará diretamente na pauta, a reunião do Copom, onde já se comenta entre os agentes a possibilidade do Copom subir o juro em meio a situação atual do câmbio que pode impactar diretamente na inflação, devido a escalada da moeda. Nos Estados Unidos, temos nesta manhã dados da produção industrial de maio, às 10h15, e a leitura final da confiança do consumidor às 11h. A Casa Branca praticamente concluiu seu plano de impor USD 50 bilhões em tarifas a produtos chineses, mas ainda não ficou claro quando a medida entrará em vigor nesse jogo de xadrez, que promete resposta. No Brasil, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), subiu 0,46 por cento em abril na comparação com março. Vale lembrar que o mês de maio foi o que ocorreu a greve de caminhoneiros que pode mudar a sinalização da economia brasileira no mês subsequente.

 

 

Na agenda interna, O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), subiu 0,46 por cento em abril na comparação com março. Vale lembrar que o mês de maio foi o que ocorreu a greve de caminhoneiros que pode mudar a sinalização da economia brasileira no mês subsequente.

Os preços dos alimentos tanto no atacado quanto no varejo subiram em junho e o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) acelerou a alta a 1,86 por cento em junho, ante 1,11 por cento no mês anterior, em um reflexo ainda do desabastecimento provocado pela greve dos caminhoneiros.

A mudança de postura dos BCs dos Estados Unidos e da zona do euro, agregada a escalada da tensão comercial entre Estados Unidos e China, se tornaram mais visíveis no Brasil. Nem mesmo a atuação do Banco Central Brasileiro, ontem, foi capaz de reverter o quadro externo desfavorável. Isso também porque até o dia de ontem era sabido que a instituição brasileira, interviria adicionalmente na moeda até hoje, por isso, o BC Brasileiro decidiu dar continuidade aos leilões extras de swap cambial, e informou que na próxima semana ofertará “em torno de” USD 10 Bilhões, mas esse lote pode vir a ser consideravelmente maior. Para hoje restam USD 5,75 bilhões do lote total desta semana de USD 20 bilhões que foi oferecido, além dos USD 10 Bilhões da próxima semana. Como o mercado opera também movido a certas especulações, oferecer lotes e volumes com data de validade, acaba favorecendo esse movimento, ao passo que, as operações feitas sem prévio aviso, surtem mais efeito, pois tendem a diminuir especulações em meio a um ambiente de volatilidade exacerbada, motivada pelo cenário externo de políticas monetárias e internamente com o quadro fiscal deteriorado e um governo que terminou o ano antes da hora devido as eleições desse ano. Afinal, pensar em aprovação de alguma medida que beneficie a economia brasileira, em ano eleitoral, parece improvável, afinal algumas delas podem ser impopulares. Na próxima semana teremos outro fator importante que estará diretamente na pauta, a reunião do Copom, afinal já é comentado entre os agentes a possibilidade do Copom subir o juro em meio a situação atual do câmbio.

 

 

Na agenda externa, “A economia do Japão está vendo aperto do mercado de trabalho e melhora do déficit de produção, mas os preços não estão subindo muito. Assim, é mais apropriado manter pacientemente nosso poderoso afrouxamento monetário”, disse o presidente do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda. Como esperado, o banco central deixou inalterada a política monetária ultrafrouxa, mantendo a meta para a taxa de juros de curto prazo em -0,1 por cento e a promessa de guiar o rendimento do título governamental de 10 anos em torno de zero.

Os preços ao consumidor na zona do euro subiram 1,9 por cento em maio sobre o ano anterior. A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, confirmou sua estimativa preliminar para a inflação, em dado que mostrou aceleração ante a taxa revisada de 1,3 por cento em abril.

 

                              

Nas Bolsas, O índice acionário de Xangai recuou para a mínima de 20 meses nesta sexta-feira diante das preocupações dos investidores de que as tensões comerciais com os Estados Unidos podem aumentar a pressão sobre o crescimento econômico da China. Os EUA estão próximos de completar uma segunda lista de tarifas sobre 100 bilhões de dólares em bens chineses, conforme o presidente Donald Trump se prepara para decretar uma rodada inicial de taxas que devem desencadear uma resposta de Pequim. No restante da região, o nervosismo em torno das tarifas dos EUA contra a China também pressionou os mercados. Bolsas Europeias com desempenhos mistos.

 

 

Nos Estados Unidos, saem o índice empire state de atividade industrial, produção industrial e confiança do consumidor, como notícias mais importantes nesse encerramento de semana.

 

Fonte: Reuters, OliviaBulla e RosaRiscala

Panorama de Mercado 14/06/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Um dia após a decisão do Federal Reserve de elevar o juro do país para a faixa entre 1,75% e 2,00%, como esperado, os mercados agora veem uma mensagem clara dada pelo BC Americano, que junto da decisão, argumentou que devido à expansão contínua da economia e ao sólido crescimento dos empregos, as projeções atuais são de mais duas elevações adicionais no ano de 2018, colocando fim no debate a respeito da política monetária do país em tom que certamente não beneficia as economias emergentes. Com isso o Banco Central Brasileiro, se apressou em intervir no câmbio, e suavizou o impacto da decisão. Já hoje o Banco Central Europeu, informou que encerrará seu programa de compra de compra de títulos de 2,55 trilhões de euros ao final de 2018. O atual ritmo de compras será mantido até o mês de setembro, quando inclusive era previsto seu término, e, reduzido posteriormente até que acabe ao final do ano. Logo mais o presidente da instituição fará considerações a respeito da decisão, que será observada pelos agentes. Em relação a taxa de juro o BCE a manteve inalterada. Agora os traders ficam atentos ao Banco Central Brasileiro que prometeu ofertar até USD 20 bilhões em swap cambial até amanhã, e diante desse cenário desafiador do ponto de vista de estímulos monetários no exterior, qual será a sua postura a partir da próxima semana. Por enquanto, as intervenções surpresas agregadas às que são comunicadas antecipadamente, evitam uma maior turbulência. No Exterior, a China trouxe dados que mostram uma desaceleração em sua atividade industrial e vendas no varejo às vésperas de um aguardado anúncio por parte da Casa Branca em impor USD 50 bilhões em tarifas em produtos chineses que podem aumentar a tensão comercial entre as potências. Nos Estados Unidos, as vendas no varejo subiram acima do esperado, marcando 0,8% no mês passado, maior avanço desde novembro de 2017. Além disso os dados de abril foram revisados para cima, de 0,2% para 0,4%. No Brasil, o volume do setor de serviços do Brasil cresceu 1,0 por cento em relação a março e teve alta de 2,2 por cento na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

 

 

Na agenda interna, O volume do setor de serviços do Brasil cresceu 1,0 por cento em relação a março e teve alta de 2,2 por cento na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

 

 

Na agenda externa, A atividade industrial chinesa cresceu 6,8% em maio, em base anual, desacelerando-se em relação à alta de 7,0% em abril e também ficando abaixo da previsão de manutenção do ritmo. No varejo, as vendas avançaram 8,5% no mês passado em relação a um ano antes, perdendo tração após a alta de 9,4% no mês anterior e contrariando a estimativa de +9,6%. Com isso, o BC Chinês decidiu manter inalterada a principal taxa de juro na China. Enquanto isso, a Casa Branca prepara medida para impor US$ 50 bilhões em tarifas em produtos chineses, após o fracasso nas negociações comerciais com Pequim.  

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China recuaram nesta quinta-feira, com dados econômicos decepcionantes e renovados temores de guerra comercial prejudicando o sentimento dos investidores. A economia chinesa está finalmente começando a desacelerar sob o peso de uma prolongada repressão sobre os empréstimos mais arriscados que eleva os custos de empréstimos a empresas e consumidores, com dados desta quinta-feira apontando para uma ampla desaceleração na atividade econômica em maio. Os investidores também se preocuparam com as ameaças dos EUA de impor tarifas de bilhões de dólares em produtos chineses. Bolsas Europeias operando em baixa.

 

 

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve decidiu aumentar a taxa de juro para a faixa entre 1,75% a 2,00%, como era amplamente previsto pelo mercado. A novidade foi a revisão da mediana das projeções do banco, que passou a prever oficialmente quatro movimentos de alta neste ano, contra três na última atualização do cenário realizada em março. Uma subida mais rápida dos juros nos EUA estimula a transferência de parte dos recursos aplicados em ativos de maior risco, como commodities e países emergentes, para os seguros títulos da dívida norte-americana.

 

Fonte: Reuters, Investing.com e OliviaBulla

Panorama de Mercado 13/06/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Em compasso de espera pela divulgação do Federal Reserve em relação a taxa de juro americana às 15h e à coletiva de imprensa marcada para às 15h30, do presidente da instituição, Jerome Powell, os negócios reagem aos números do índice de preços ao produtor americano, o chamado PPI, que subiu 0,5% no mês passado no maior aumento anual em 6 anos e meio, todavia, o núcleo do PPI marcou 2,6% em maio, ante 2,5% em abril, em nível moderado. Em relação a política monetária do país, o BC Americano deve anunciar logo mais às 15h a segunda elevação do juro em 2018, em 0,25 ponto, para o intervalo entre 1,75% e 2%, o que já é esperado pelos agentes. Por isso, toda a atenção se volta para a coletiva de Powell, às 15h30 que tende a movimentar as cotações. Uma postura mais agressiva, certamente trará um impacto negativo para o mercado local, ao ponto que uma fala mais suave, de manutenção ao gradualismo no juro do país, pode injetar ânimo nos investidores estrangeiros a assumir posições mais arriscadas, ao menos momentâneamente, afinal, o ambiente eleitoral no Brasil não permite formatar posições mais concretas, em meio ao quadro fiscal deteriorado que também faz parte do contexto macro, de risco. Paralelamente o Banco Central Brasileiro continua com suas intervenções diárias na tentativa de minimizar a volatilidade e a pressão. Nesta manhã foi divulgado que as  vendas no varejo brasileiro avançaram 1,0 por cento em abril na comparação com o mês anterior e subiram 0,6 por cento sobre um ano antes. No fim do dia, dados de atividade na indústria e no varejo da China também serão observados, ainda mais às vésperas da dilvulgação de uma lista por parte de Washington, de 50 bilhões de dólares em produtos chineses que estarão sujeitos a uma tarifa de 25 por cento, na sexta-feira.

 

 

Na agenda interna, Os dez dias de greve dos caminhoneiros custarão R$ 15 bilhões para a economia, o equivalente a 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país), de acordo com o Ministério da Fazenda. Por causa da paralisação, a previsão oficial de 2,5% de crescimento do PIB para este ano poderá ser revista para baixo. O número só será divulgado no fim de julho. Na última edição do boletim Focus divulgada nesta semana, a estimativa para o final de 2018 ficou em 1,94%.

O ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou um pedido do ex-presidente Lula para permitir que o petista deixasse a prisão e pudesse participar da campanha eleitoral pelo menos até que ocorresse o julgamento do mérito de um recurso que contesta a condenação dele no processo do tríplex do Guarujá (SP).

As vendas no varejo brasileiro avançaram 1,0 por cento em abril na comparação com o mês anterior e subiram 0,6 por cento sobre um ano antes, de acordo com o IBGE.

 

 

Na agenda externa, A ascensão econômica da Alemanha está perdendo força e as perspectivas de crescimento são ofuscadas pela disputa comercial com os Estados Unidos e pelos riscos ligados ao novo governo de coalizão da Itália.

 

                              

Nas Bolsas, Os principais índices acionários da China recuaram nesta quarta-feira, com a queda nas ações da gigante de telecomunicações ZTE provocando preocupações no mercado e com a retomada das tensões comerciais entre Pequim e os Estados Unidos. Somando-se às preocupações, os atritos comerciais entre os EUA e a China também estão de volta no radar antes de sexta-feira, quando Washington disse que divulgará uma lista de 50 bilhões de dólares em produtos chineses que estarão sujeitos a uma tarifa de 25 por cento. Bolsas Europeias com desempenhos mistos.

 

 

Nos Estados Unidos, A taxa de juros no país deve subir pela segunda vez neste ano, em 0,25 ponto, para o intervalo entre 1,75% e 2%. A decisão será anunciada às15h com coletiva de imprensa marcada para as 15h30.

O presidente Donald Trump, ao retornar aos Estados Unidos depois de seu encontro histórico com o líder norte-coreano Kim Jong Un, disse que a Coreia do Norte não é mais uma ameaça nuclear. Já o lider coreano, Kim Jong Un, disse ser “urgente” que os países interrompam “ações militares hostis e irritantes entre si”. Trump e Kim prometeram em declaração conjunta trabalhar em prol da “desnuclearização” da península coreana, e os Estados Unidos prometeram garantias de segurança para seus inimigos da Guerra Fria. Mas eles ofereceram poucas especificações. Trump inclusive afirmou que suspenderá seus exercícios militares com a Coreia do Sul.

 

Fonte: Reuters e OliviaBulla

Panorama de Mercado 12/06/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Os mercados reagem a divulgação da inflação ao consumidor americano, que indicou pressões moderadas, atingindo 0,2%. O chamado CPI é um dos catalisadores utilizados para formular apostas em relação ao aumento do juro no país, ou arrefecer a questão que está a todo momento na cabeça dos investidores. Explica-se o fato, pois os mercados precificaram para 2018, três aumentos na política monetária dos Estados Unidos, um já consumado, com o segundo previsto para acontecer ao final da reunião do FED amanhã. Se porventura os índices inflacionários continuarem a crescer, motivados pelo pleno emprego, renda e consumo, e de uma economia forte, isso pode fazer com que o BC Americano opte por acelerar sua política monetária em mais duas oportunidades ao invés de uma, atraindo recursos que poderiam ser alocados em países emergentes onde o risco é maior, como por exemplo, o Brasil. As decisões do BC Americano ganham em importância sobretudo pelo atual momento que o Brasil vive, com um quadro fiscal deteriorado em meio a uma eleição totalmente indefinida, aumentando a desvantagem do país e a percepção de risco. As constantes intervenções do Banco Central Brasileiro contribuem para amenizar em parte o humor nesse ambiente volátil. Os agentes devem se voltar amanhã para a entrevista do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, atrás de comentários sobre a inflação. Se porventura houver alguma afirmação de que a instituição tende a aceitar o patamar entre 2% ou levemente mais alta por algum tempo, mantendo o gradualismo na política monetária, leia-se, três aumentos do juro em 2018, isso poderia acalmar um pouco os ânimos, mas o inverso pode causar estresse. Aqui, o presidente do Banco Central Brasileiro reafirmou sua posição de que a instituição não teria problemas um utilizar de mecanismos mais fortes, se preciso, para atender a demanda de dólares. O mecanismo se trata de leilões de linha e reservas internacionais. No entanto, Ilan continua convencido de que a atual estratégia baseada em swaps, atende as necessidades do mercado, evitando turbulências. Ele também ressaltou que a política monetária brasileira não será usada para estabilizar o câmbio. A instituição vem mantendo a imprevisibilidade de atuação, mantendo leilões de rolagens e novos contratos, mas, intervém em meio ao pregão, na intenção de enxugar a volatilidade e diminuir a pressão, quando necessário.

 

 

Na agenda interna, O presidente do Banco Central Brasileiro reafirmou sua posição de que a instituição não teria problemas um utilizar de mecanismos mais fortes, se preciso, para atender a demanda de dólares. O mecanismo se trata de leilões de linha e reservas internacionais. No entanto, Ilan continua convencido de que a atual estratégia baseada em swaps, atende as necessidades do mercado, evitando turbulências. Ele também ressaltou que a política monetária brasileira não será usada para estabilizar o câmbio. A instituição vem mantendo a imprevisibilidade de atuação, mantendo leilões de rolagens, mas, intervindo em meio ao pregão, na intenção de enxugar a volatilidade e diminuir a pressão, quando necessário.  

 

 

Na agenda externa, A primeira-ministra britânica, Theresa May, pediu que seu Partido Conservador mostre unidade e vote contra mudanças aos seus planos do Brexit, alertando parlamentares de que as mudanças iriam prejudicar sua negociação com a União Europeia.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China avançaram nesta terça-feira, com a melhora do sentimento depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, assinaram um acordo para a desnuclearização da península coreana. Bolsas Europeias em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, A inflação ao consumidor americano é o destaque do dia. O chamado CPI pode dar força para as apostas de quatro aumentos do juro do país, ou arrefecer a questão que está a todo momento na cabeça dos investidores. Explica-se o fato, pois os mercados precificaram para 2018, três aumentos na política monetária dos Estados Unidos, um já consumado, com o segundo previsto para acontecer ao final da reunião do FED amanhã. Se porventura os índices inflacionários continuarem a crescer, motivados pelo pleno emprego, renda e consumo, e de uma economia forte, isso pode fazer com que o BC Americano opte por acelerar sua política monetária em mais duas oportunidades ao invés de uma, atraindo recursos que poderiam ser alocados em países emergentes onde o risco é maior, como por exemplo, o Brasil. As decisões do BC Americano ganham em importância sobretudo pelo atual momento que o Brasil vive, com um quadro fiscal deteriorado em meio a uma eleição totalmente indefinida, aumentando a desvantagem do país e a percepção de risco. As constantes intervenções do Banco Central Brasileiro contribuem para amenizar em parte o humor nesse ambiente volátil. Os agentes devem se voltar amanhã para a entrevista do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, atrás de comentários sobre a inflação. Se porventura houver alguma afirmação de que a instituição tende a aceitar a inflação entre 2% ou um pouco mais alta por algum tempo, mantendo o gradualismo na política monetária, leia-se, três aumentos do juro em 2018, isso poderia acalmar um pouco os ânimos, mas o inverso pode causar estresse.

 

Fonte: Reuters e OliviaBulla

Panorama de Mercado 11/06/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. O destaque da semana fica por conta da reunião do Federal Reserve, que na quarta-feira tende a seguir com o processo de normalização monetária e subir o juro americano. Na quinta-feira o Banco Central Europeu, discute o fim do programa de recompra de bônus dando um recado de que pode reduzir seus estímulos. A reunião do BC americano, o FED, será observada atentamente, para a formação das apostas em torno da quantidade de aumentos do juro que a autoridade monetária dará em 2018. Com o país em pleno emprego, e uma inflação que chega a meta pretendida, agora os agentes procuram por pistas da sustentabilidade desse movimento que pode ser o estopim para que quatro apertos monetários até dezembro se confirmem. Por isso, os preços ao cosumidor, CPI, amanhã, o desempenho do varejo na quinta-feira e da indústria na sexta-feira também ficam no radar. A China também divulga seus números industriais e vendas no varejo na quarta-feira. No exterior, a reunião do G7 neste final de semana foi um fracasso, com Trump retirando o apoio ao comunicado. Amanhã o presidente americano se encontra com o líder norte coreano Kim Jong Un em Cingapura. Por aqui foi divulgado o boletim focus do Banco Central, estimando para o final de 2018: PIB: 1,94%, IPCA: 3,82%, USD: 3,50 e SELIC: 6,50%. Logo mais, às 10h 20, o Banco Central Brasileiro ofertará 60.000 contratos de swaps, e às 11h 30 fará rolagem de vencimentos para 8.800 contratos buscando minimizar a pressão que se avizinha com as decisões do FED e do BCE no exterior e com o quadro eleitoral incerto no Brasil. Em meio a tudo isso, começa a copa do mundo, que pode deslocar as atenções do “eleitorado” para a vaga de presidente do país, em outras palavras, o cenário político está em aberto e ainda vai trazer muita insegurança ao investidor estrangeiro.

 

 

Na agenda interna, O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 1,5 por cento na primeira prévia de junho, contra 1,12 por cento no mesmo período do mês anterior diante da forte alta nos preços de alimentos in natura no atacado e da gasolina no varejo, depois da greve de caminhoneiros no final de maio.

Por aqui foi divulgado o boletim focus do Banco Central, estimando para o final de 2018: PIB: 1,94%, IPCA: 3,82%, USD: 3,50 e SELIC: 6,50%. Logo mais, às 10h 20, o Banco Central Brasileiro ofertará 60.000 contratos de swaps, e às 11h 30 fará rolagem de vencimentos para 8.800 contratos buscando minimizar a pressão que se avizinha com as decisões do FED e do BCE no exterior e com o quadro eleitoral incerto no Brasil. Em meio a tudo isso, começa a copa do mundo, que pode deslocar as atenções do “eleitorado” para a vaga de presidente do país, em outras palavras, o cenário político está em aberto e ainda vai trazer muita insegurança ao investidor estrangeiro.

 

 

Na agenda externa, A Europa implementará medidas contra as tarifas norte-americanas em aço e alumínio, afirmou a chanceler alemã, Angela Merkel, manifestando pesar sobre a decisão abrupta do presidente Donald Trump de retirar o apoio dos Estados Unidos para um comunicado do G7. Sobre o encontro deste final de semana, em resumo, foi um fracasso, com Trump retirando o apoio ao comunicado. Amanhã o presidente americano se encontra com o líder norte coreano Kim Jong Un em Cingapura. O destaque da semana fica por conta da reunião do Federal Reserve, que na quarta-feira tende a seguir com o processo de normalização monetária e subir o juro americano. Na quinta-feira o Banco Central Europeu, discute o fim do programa de recompra de bônus dando um recado de que pode reduzir seus estímulos. A reunião do BC americano, o FED, será observada atentamente, para a formação das apostas em torno da quantidade de aumentos do juro que a autoridade monetária dará em 2018. Com o país em pleno emprego, e uma inflação que chega a meta pretendida, agora os agentes procuram por pistas da sustentabilidade desse movimento que pode ser o estopim para que quatro apertos monetários até dezembro se confirmem. Por isso, os preços ao cosumidor, CPI, amanhã, o desempenho do varejo na quinta-feira e da indústria na sexta-feira também ficam no radar. A China também divulga seus números industriais e vendas no varejo na quarta-feira.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China recuaram nesta segunda-feira, com o índice de Xangai fechando em queda pela terceira sessão consecutiva, devido à preocupação dos investidores com as condições de liquidez do mercado. Os investidores também começaram a se concentrar nas reuniões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, nesta semana. No restante da região, os mercados se recuperaram de perdas iniciais, com investidores esperando que a cúpula entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Joung Un, possa abrir caminho para o fim de um impasse nuclear na península coreana. Bolsas Europeias em alta.  

 

 

Nos Estados Unidos, A empresa chinesa de tecnologia ZTE será fechada nos Estados Unidos caso se envolva em mais uma atividade supostamente ilegal, disse o conselheiro de comércio da Casa Branca Peter Navarro.

 

Fonte: Reuters, Investing.com e OliviaBulla.

Panorama Advanced Corretora 07/06/2018

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Bom dia Prezados Clientes e Amigos!

 

Mercado em ALTA CONSIDERAVEL para o USD (+0,713 %) e EUR (+0,431%) ajustando o patamar de seu último fechamento

 

Dólar está barato e pode bater acima de R$4,50; Selic deve subir em breve

O dólar está barato nos níveis atuais e pode chegar acima de R$ 4,50, refletindo a alta dos juros nos Estados Unidos, que ameaçam atingir 6% ao ano por conta do superaquecimento da economia, e a situação caótica do Brasil, que obrigará o Banco Central a subir a Selic ainda este ano. Os cometários são do sócio fundador da gestora SPX Investimentos.

Para completar, as tarifas de importação impostas por Donald Trump devem pressionar ainda mais a inflação. Enquanto isso, as condições de política monetária seguem frouxas, mesmo com as altas dos juros recentes pelo Federal Reserve (Fed, banco central americano). Xavier lembra que todos os episódios de recessão nos Estados Unidos aconteceram após altas de juros. E atualmente os juros básicos nos EUA, de 1% ao ano, estão 0,9% abaixo do nível que seria considerado neutro para o crescimento da economia. Ainda teria, portanto, muito espaço para subir.

E ainda há o balanço do Fed, ou seja, os incentivos que o banco central americano deu ao mercado recomprando títulos dos bancos, e que ele vai começar a recolher vendendo os papéis de volta. Isso provocará um forte enxugamento da liquidez mundial. Com isso, o juro nos Estados Unidos devem explodir e a taxa dos títulos de 10 anos do Tesouro americano, que hoje estão abaixo de 3% ao ano, podem chegar a 6% ao ano. “É uma boa oportunidade de fazer posições tomadas em taxas de juros nos EUA, mas consequentemente, o Brasil vai sofrer”, diz.

O quadro se agrava pois a eleição presidencial está totalmente indefinida.

Com esse cenário, o sócio fundador estima que o dólar comercial pode chegar acima de  R$ 4,50 nos próximos meses. “O câmbio hoje está de graça”, resume. No mercado de juros, as taxas prefixadas também estão muito baixas e não altas como muitos estão pensando. “Falar em prêmio na curva de juros longos brasileira é piada”, afirma. Segundo o Fundador, em breve, o Banco Central vai ter de subir os juros básicos brasileiros para conter a situação.

 

Bolsas norte-americanas preparadas para abertura positiva enquanto rali de junho continua

O mercado futuro dos EUA apontava para mais ganhos na abertura, já que um início impressionante de mês em junho parecia destinado a continuar.

Às 06h55, o índice blue chip futuros do Dow subia 50 pontos, ou cerca de 0,2%, ao passo que os futuros do S&P 500 avançavam 2 pontos, ou quase 0,1%.

O índice de tecnologia de futuros do Nasdaq 100 indicava ganhos de 5 pontos, ou cerca de 0,1%, o que deixava a referência no caminho de abrir em nova máxima recorde.

Os movimentos antes do pregão aconteciam na sequência de uma sessão forte na quarta-feira, que viu o Dow fechar acima de 25.000 pela primeira vez desde meados de março, enquanto a Nasdaq registrou seu terceiro recorde consecutivo ao fechar em alta.

Após apenas quatro pregões em junho, cada um dos principais índices subiu mais de 2% no mês.

Já na Europa, a maior parte das bolsas do continente negociava em alta no pregão de metade da manhã, com todos os setores em território positivo.

Mais cedo, bolsas asiáticas atingiram nova alta de dois anos e meio, acompanhando os fortes ganhos durante a noite em Wall Street.

 

Dia calmo em termos de dados e balanços corporativos

Os calendários de economia e balanços estão bastante calmos, como aconteceu na maior parte da semana, com o relatório semanal sobre os pedidos iniciais de seguro-desemprego, bem como o mais recente relatório do Fed sobre o patrimônio líquido das famílias, com destaque em termos de economia.

E no calendário de resultados, relatórios de empresas notáveis nesta quinta-feira incluirão os balanços de JM Smucker (NYSE:SJM) e Vail Resorts (NYSE:MTN) antes da abertura, enquanto Broadcom (NASDAQ:AVGO), DocuSign (NASDAQ:DOCU) e Stitch (NASDAQ:SFIX) irão apresentar seus números após o fechamento.

 

Euro Continua rali com apostas de redução de programa de estímulo do BCE

O euro ganhava ainda mais terreno, ampliando ganhos do dia anterior em meio a apostas crescentes de que o Banco Central Europeu poderá anunciar que encerrará seu programa de estímulo até o final do ano já na próxima semana.

O par EUR/USD avançava em torno de 0,5% para 1,1825 o maior nível desde 16 de maio.

Os rendimentos dos títulos soberanos em todo o bloco da moeda única também continuavam em alta, com investidores se tornando mais confiantes de que taxas de juros mais altas estão a caminho.

Peter Praet, economista-chefe do banco central e aliado próximo do presidente Mario Draghi, disse que o BCE debaterá na próxima semana se as compras de títulos deverão ser encerradas ainda este ano.

Os comentários agressivos levaram investidores do mercado monetário a precificarem em cerca de 90% a probabilidade de que o BCE aumentaria as taxas de juros em julho de 2019. Esta é uma mudança em relação à semana passada, quando os investidores pensavam que a incerteza causada por uma crise política na Itália poderia deixar os decisores da instituição cautelosos sobre a indicação do fim do programa de estímulo em sua reunião de política monetária na semana que vem.

 

Cotação do petróleo em alta devido a problemas de abastecimento na Venezuela

A cotação do petróleo estava em alta e eliminava parte das perdas da sessão anterior, com sustentação devido à queda das exportações da Venezuela, membro da Opep.

A PdVSA, estatal venezuelana, está considerando declarar força maior em alguns contratos com compradores de petróleo bruto, essencialmente declarando que eles não podem ser cumpridos, já que a produção de seus campos de petróleo caiu e os gargalos estão desacelerando as exportações nos portos.

Os contratos futuros de petróleo Brent tinham alta de US$ 0,31, ou 0,4% e eram negociados a US$ 75,69 o barril.

Já os contratos Futuros do petróleo West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, avançavam US$ 0,16, ou 0,3%, para US$ 64,89, próximos ao seu menor nível desde 9 de abril, já que preocupações com um aumento nos estoques norte-americanos e com a produção recorde no país pesavam.

 

 

Fonte: investing.com

Hora

Moeda

Import.

Evento

Atual

Projeção

Prévio

 

 

Quinta-feira, 7 de Junho de 2018

 

02:45

  CHF

 

Taxa de Desemprego (sem ajuste sazonal) (Mai)

2,4%

2,5%

2,7%

   

02:45

  CHF

 

Taxa de Desemprego (com ajuste sazonal) (Mai)

2,6%

2,6%

2,7%

   

03:00

  EUR

 

Encomendas à Indústria – Alemanha (Mensal) (Abr)

-2,5%

0,7%

-1,1%

   

04:30

  GBP

 

Índice de Preços de Imóveis Halifax (Mensal) (Mai)

1,5%

1,1%

-3,1%

   

04:30

  GBP

 

Índice de Preços de Imóveis Halifax (Anual) (Mai)

1,9%

1,9%

2,2%

   

06:00

  EUR

 

PIB (Anual) (Q1)

2,5%

2,5%

2,5%

   

06:00

  EUR

 

PIB (Trimestral) (Q1)

0,4%

0,4%

0,4%

   

09:30

  USD

 

Pedidos Iniciais por Seguro-Desemprego

222K

223K

223K

   

12:00

  GBP

 

Discurso de Ramsden, Membro do MPC  

 

 

 

   

20:50

  JPY

 

Transações Correntes Ajustadas

 

2,10T

1,77T

   

20:50

  JPY

 

Transações Correntes (sem ajuste sazonal) (Abr)

 

2,097T

3,122T

   

20:50

  JPY

 

PIB (Anual) (Q1)

 

-0,4%

-0,6%

   
                   

 

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Douglas Dantas

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Panorama Advanced Corretora 06/06/2018

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Bom dia Prezados Clientes e Amigos!

 

Mercado em ALTA CONSIDERAVEL para o USD (+1,7813 %) e EUR (+0,831%) ajustando o patamar de seu último fechamento

 

Dólar salta e vai a maior nível em mais de dois anos, mesmo com ação mais forte do BC

Apesar de o Banco Central ter ampliado com força sua atuação, o dólar saltou nesta terça-feira, o maior em mais de dois anos, em meio à piora da avaliação dos investidores sobre a cena política local e com o exterior pesando sobre os ativos.

O dólar avançou 1,78 por cento, maior nível desde 2 de março de 2016 (3,8877 reais). O dólar futuro tinha alta de cerca de 1,65 por cento no final da tarde de 05/06.

"As perspectivas são muito ruins… A crise fiscal é séria", afirmou o economista e sócio da NGO Corretora Sidnei Nehme. "A economia não anda, nem vai andar, porque empresários não vão investir com esse elevado grau de incerteza. Todo o cenário ficou ruim", acrescentou ele.

A moeda norte-americana já vinha operando com elevação desde a abertura do negócios, influenciada pelo cenário político local, a poucos meses das eleições presidenciais, e pelo movimento no exterior, que ganhou força após dados mais robustos sobre a economia norte-americana.

No exterior, o dólar subia frente a divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e o peso mexicano.

A atividade do setor de serviços dos Estados Unidos acelerou em maio, indicando crescimento econômico robusto no segundo trimestre, enquanto outros dados mostraram que a abertura de vagas de trabalho atingiu máxima recorde em abril, superando as contratações.

Outros indicadores fortes de emprego dos Estados Unidos divulgados recentemente já haviam reavivado apostas de que o Federal Reserve, banco central do país, pode aumentar a taxa de juros mais três vezes este ano. As expectativas do mercado, por enquanto, são de mais dois aumentos até dezembro.

Juros elevados têm potencial para atrair à maior economia do mundo recursos aplicados hoje em outros mercados, como o brasileiro.

Com isso, o dólar disparou no mercado brasileiro também, desencadeando um movimento conhecido como "stop loss", quando os investidores desfazem suas posições rapidamente diante de sinais que consideram mais negativos. Segundo o diretor de operações da Mirae Asset, Pablo Spyer, não houve saída de recursos do mercado, apenas esse movimento técnico.

Assim, o BC brasileiro decidiu entrar mais pesado e anunciou novo leilão de até 30 mil novos swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, nesta sessão. Vendeu 16.210 contratos e, em seguida, anunciou outro leilão, do qual também não vendeu a oferta integral, mas apenas 6.110 do total de 13.790 swaps restantes.

Logo após essa intervenção mais forte do BC, o dólar chegou a bater 3,7581 reais na mínima do dia, mas as apreensões voltaram ao mercado em seguida.

A autoridade monetária já havia feito leilão o esperado de novos swaps neste pregão e vendeu a oferta integral de até 15 mil contratos, injetando o equivalente a 3,366 bilhões de dólares no mercado neste mês, incluindo todos os leilões de novos contratos.

E também vendeu integralmente a oferta de até 8.800 swaps para rolagem, já somando 1,320 bilhão de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, rolará integralmente o volume.

"O mercado não está tão interessado em swaps", avaliou o operador de câmbio da corretora H.Commcor, Cleber Alessie Machado. "Fica a percepção que está querendo outra forma de intervenção e pode ser o leilão de linha, que supre a demanda no mercado à vista", acrescentou ele, referindo-se aos leilões do BC de venda de dólares com compromisso de recompra.

A alta do dólar na sessão também foi influenciada pela cena política local, após a divulgação da pesquisa de intenção de votos do DataPoder360 que mostrou o candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) na segunda posição, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), com Geraldo Alckmin (PSDB), visto pelo mercado como candidato com perfil reformista, sem decolar.

Além disso, a pesquisa mostrou o ex-prefeito de São Paulo João Doria, também do PSDB, como um dos possíveis candidatos, mas também sem força.

"A questão é que o candidato de esquerda tem se mostrado mais competitivo do que um candidato pró-mercado", afirmou o gestor de derivativos de uma corretora local.

Os investidores ainda continuaram cautelosos com os desdobramentos da greve dos caminhoneiros, que afetou o abastecimento do país nas últimas semanas. O governo acabou cedendo na maioria das reivindicações da categoria para baixar os preços do diesel, gerando uma conta bilionária que impactará os cofres públicos, prejudicando o ajuste fiscal.

Agora, o governo trabalha para mudar a periodicidade dos reajustes de preços de gasolina sem mudar a política de preços da Petrobras (SA:PETR4).

 

Ibovespa cai com pressão da Petrobras e Eletrobras

O Ibovespa abriu o pregão (05) em baixa de 0,5% com 78.201 pontos registrados às 10h15. O índice volta a oscilar, após iniciar a semana com alta de 1,76%, e as ações da Petrobras (SA:PETR4) com valorização de 8,87% nas ações preferenciais. Nos EUA, o índice Dow Jones sobe 0,03%, o S&P 500 +0,45% e o Nasdaq +0,23%.

No cenário econômico interno, destaque para a produção industrial brasileira, que teve um crescimento de 0,8% de março para abril deste ano, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal. A alta veio depois de uma queda de 0,1% em março.

O dólar inicia o dia em alta depois de queda de 0,62% no dia 04/06. Investidores continuam acompanhando os desdobramentos políticos após a greve dos caminhoneiros, atentos aos rumos da política de preços da Petrobras e ao cenário eleitoral da disputa presidencial de outubro.

A estatal anunciou na terça-feira que atingiu o limite estipulado de US$ 4 bilhões em uma oferta de recompra de títulos, de um total ofertado antecipadamente de US$ 12,835 bilhões, segundo comunicado divulgado ao mercado. Os papéis caíram 2%, para R$ 17,17.

 

Fonte: investing.com

Hora

Moeda

Evento

Atual

Projeção

Prévio

 

 

04:00

  EUR

Discurso de Praet do BCE  

 

 

 

   

07:00

  GBP

Discurso de Tenreyro, Membro do MPC  

 

 

 

   

31 min

  USD

Exportações

 

 

208,53B

   

31 min

  USD

Importações

 

 

257,48B

   

31 min

  USD

Produtividade do Setor Não Agrícola (Trimestral) (Q1)

 

0,7%

0,7%

   

31 min

  USD

Balança Comercial (Abr)

 

-50,00B

-49,00B

   

31 min

  USD

Custo Unitário da Mão de Obra (Trimestral) (Q1)

 

2,7%

2,7%

   

11:30

  USD

Estoques de Petróleo em Cushing

 

 

-0,556M

   

13:00

  GBP

Discurso de McCafferty, Membro do MPC  

 

 

 

   

20:01

  GBP

Índice RICS de Preços de Imóveis (Mai)

 

-1%

-8%

   

 

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Panorama de Mercado 05/06/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio:  Dólar abrindo em alta no início dos negócios. A produção industrial Brasileira cresceu 0,8% em abril frente a março, na série com ajuste sazonal. O dado voltou a registrar alta após queda de 0,1% em março. Vale ressaltar que o número de abril ainda não tem o impacto da greve dos caminhoneiros. E os movimentos no câmbio tem sido ancorados pelas expectativas em relação a intensidade do ciclo de alta no juro americano, também por questões ligadas à política de preços da Petrobras que vem sendo discutido pelo governo, atrelada ao calendário eleitoral. Para a reunião do Federal Reserve na próxima semana, já se espera elevação do juro, mas o tom de gradualismo dado pela última Ata do FED, foi ofuscado pelos números do payroll do país, que demonstrou uma economia em crescimento e pleno emprego, dando fôlego para parte dos mercados apostarem que a política monetária americana pode ser mais agressiva em 2018. Atualmente as apostas de quatro aumentos do juro nesse ano giram em torno de 40%, um já consumado, com o segundo sendo previsto para a semana que vem, portanto, restariam mais um, já precificado, ou dois movimentos, em observação, e que pode vir a pressionar os mercados emergentes. No Exterior, o setor de serviços da China expandiu a um ritmo sólido e constante em maio com o PMI de abril registrando 52,9 pontos. Já a  atividade empresarial da zona do euro desacelerou novamente em maio. O PMI Composto final do IHS Markit caiu para a mínima de 18 meses de 54,1 em maio ante 55,1 em abril. O PMI sobre o setor de serviços do bloco também recuou, atingindo 53,8 em maio de 54,7 no mês anterior, nível mais fraco desde o início de 2017. Nos Estados Unidos, saem dados sobre PMI composto/serviços às 10h45, ISM às 11h e no mesmo horário, o relatório Jolts sobre o número de vagas de emprego disponíveis no país em abril. E o Banco Central Brasileiro ofertou nesta manhã, 15.000 contratos de swap, e fará às 11h30 rolagem de vencimentos para 8.800 contratos.

 

 

Na agenda interna, O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo encerrou maio com alta de 0,19 por cento, após variação negativa de 0,03 por cento em abril, sob a pressão da alta dos alimentos e dos transportes num final de mês marcado pela greve dos caminhoneiros.

O pré-candidato do PSL à Presidência, deputado Jair Bolsonaro (RJ), lidera a disputa presidencial com apoio que varia de 21 a 25 por cento dependendo do cenário, tendo como rival mais próximo o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) com 12 por cento, enquanto os tucanos Geraldo Alckmin e João Doria têm empate técnico com 7 e 6 por cento, de acordo com pesquisa DataPoder360. O percentual das pessoas que dizem escolher votar em branco, nulo ou que ainda não sabem em quem votar foi de 36 a 40 por cento, de acordo com o Poder360. No próximo domingo sai nova pesquisa, agora do Datafolha.

A produção industrial Brasileira cresceu 0,8% em abril frente a março, na série com ajuste sazonal. O dado voltou a registrar alta após queda de 0,1% em março. Vale ressaltar que o número de abril ainda não tem o impacto da greve dos caminhoneiros.

 

 

Na agenda externa, O setor de serviços da China expandiu a um ritmo sólido e constante em maio, com as empresas acelerando as contratações diante do mais forte otimismo para o crescimento futuro em 11 meses. O PMI de serviços do Caixin/Markit repetiu a taxa de abril de 52,9, indicando expansão estável.  

A atividade empresarial da zona do euro desacelerou novamente em maio. O PMI Composto final do IHS Markit caiu para a mínima de 18 meses de 54,1 em maio ante 55,1 em abril. O PMI sobre o setor de serviços do bloco também recuou, atingindo 53,8 em maio de 54,7 no mês anterior, nível mais fraco desde o início de 2017.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China avançaram nesta terça-feira, depois que uma pesquisa privada mostrou que o setor de serviços do país se expandiu a um ritmo constante em maio, enquanto o setor farmacêutico foi o destaque. Bolsas Europeias com desempenhos mistos.

 

 

Nos Estados Unidos, saem dados sobre PMI composto/serviços às 10h45, ISM às 11h e no mesmo horário, o relatório Jolts sobre o número de vagas de emprego disponíveis no país em abril.

 

Fonte: Reuters, Investing.com e RosaRiscala

Panorama de Mercado 04/06/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio:  Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Os mercados devem esperar pelos próximos indicadores americanos para calibrar apostas em relação a política monetária do país, que, com o payroll forte anunciado na sexta-feira, ameaçou o gradualismo que a ata do Fed trouxe a dias atrás. Na Europa, discursos conciliadores na Itália e Espanha diminuem a chance de ruptura política e eleva o otimismo na zona do euro. Por aqui, após a saída de Pedro Parente do comando da Petrobras, fica exposta a desconfortável sensação de que a companhia seguirá tendo interferência política em suas decisões. Ivan Monteiro, nome escolhido pelo governo para o lugar de Parente, veio do BB à Petrobras ainda no governo Dilma, e se trata de um nome técnico, mas daí a acreditar que a autonomia da empresa será preservada, tem uma distância. Os mercados, sobretudo o de ações, levam em sua memória recente, as consequências do que a ingerência política é capaz, e ressaltando a credibilidade do atual governo comprometida a tempos, a avaliação do que pode vir a frente não é das mais positivas. Na agenda desta semana, destaque para o índice de atividade do setor de serviços, amanhã, produtividade e balança comercial na quarta-feira, todos nos Estados Unidos. Já na zona do Euro, teremos dados sobre as vendas no varejo e atividade no setor de serviços, amanhã, e o PIB na quinta-feira. No Brasil, saem o desempenho da indústria em abril, amanhã, e o IPCA na sexta-feira. Hoje foi divulgado o boletim Focus do Banco Central, que trouxe as seguintes estimativas para o final de 2018: PIB: 2,18%, IPCA: 3,65%, USD: 3,50 e Selic: 6,50%. Vale ressaltar que após a greve dos caminhoneiros, os economistas, diminuíram a estimativa do PIB, e aumentaram a de inflação e dólar. E o Banco Central Brasileiro já interviu nesta manhã, ofertando 15.000 novos contratos de swaps, injetando dólares no mercado futuro. Um pouco mais tarde, às 11h30, teremos rolagem de vencimentos, para 8.800 contratos de swaps. As operações tem por objetivo aliviar a pressão nas cotações. Às 11h de hoje os americanos divulgam seus números de encomendas à indústria e os pedidos de bens duráveis.

 

 

Na agenda interna, Após a saída de Pedro Parente do comando da Petrobras, fica exposta a desconfortável sensação de que a companhia seguirá tendo interferência política em suas decisões. Ivan Monteiro, nome escolhido pelo governo para o lugar de Parente, veio do BB à Petrobras ainda no governo Dilma, e se trata de um nome técnico, mas daí a acreditar que a autonomia da empresa será preservada, tem uma distância. Os mercados, sobretudo o de ações, levam em sua memória recente, as consequências do que a ingerência política é capaz, e ressaltando a credibilidade do atual governo comprometida a tempos, a avaliação do que pode vir a frente não é das mais positivas. Na agenda desta semana, destaque para o índice de atividade do setor de serviços, amanhã, produtividade e balança comercial na quarta-feira, todos nos Estados Unidos. Já na zona do Euro, teremos dados sobre as vendas no varejo e atividade no setor de serviços, amanhã, e o PIB na quinta-feira. No Brasil, saem o desempenho da indústria em abril, amanhã, e o IPCA na sexta-feira. Hoje foi divulgado o boletim Focus do Banco Central, que trouxe as seguintes estimativas para o final de 2018: PIB: 2,18%, IPCA: 3,65%, USD: 3,50 e Selic: 6,50%. Vale ressaltar que após a greve dos caminhoneiros, os economistas, diminuíram a estimativa do PIB, e aumentaram a de inflação e dólar.

 

 

 

Na agenda externa, A China alertou que irá retirar os compromissos assumidos em relação ao comércio se Trump cumprir a ameaça à imposição de tarifas ao país asiático. Já os aliados europeus e da América do Norte prometem retaliar os EUA, caso não seja revertida a sobretaxa no aço.

Os chefes das nações do G7 viajam para Quebec no final da semana para uma reunião organizada pelo primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau. Espera-se que o presidente Trump chegue na sexta-feira; ele irá se reunir com os líderes da Alemanha, Itália, França, Reino Unido e Japão, todos esses países sujeitos às tarifas dos EUA.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China avançaram nesta segunda-feira, impulsionados por uma recuperação nos setores de consumo e imobiliário. No entanto, os ganhos foram limitados uma vez que as preocupações com os riscos de crédito persistiram e com os investidores observando o desenvolvimento das negociações comerciais entre a China e os Estados Unidos. No restante da região, as ações asiáticas subiram para uma máxima de duas semanas e meia nesta segunda-feira, conforme dados fortes de emprego norte-americanos ofuscaram as preocupações de que as guerras tarifárias entre os EUA e o restante do mundo poderiam retardar o crescimento da economia global. Bolsas Europeias em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, saem os números de encomendas à indústria e os pedidos de bens duráveis às 11hs.

 

Fonte: Reuters, Investing.com e OliviaBulla.

Panorama de Mercado 01/06/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. A decisão de Donald Trump em revogar o adiamento da sobretaxa no aço à União Europeia, México e Canadá reforça o temor de uma ampla guerra comercial tendo em vista que em resposta as partes já retaliaram impondo tarifas sobre bilhões de dólares de produtos americanos. Hoje às 15h haverá uma coletiva de imprensa da comissária de comércio da União Europeia sobre o assunto. No front doméstico, o cenário político-econômico do Brasil segue em observação, PIB, inflação, e as consequências da greve dos caminhoneiros na atividade e preços, junto do quadro de contas públicas deteriorado e um desgoverno no país, devem aumentar a cautela do investidor nesta sexta-feira. Investir em “risco” no atual momento não parece ser a melhor decisão, afinal os cenários externo e interno não contribuem para essa ousadia, ainda mais em uma sexta-feira de emenda de feriado, o que reduz a liquidez dos mercados no Brasil. O planalto anunciou a redução de benefícios tributários à exportadores, empresas de refrigerantes e petroquímica para cobrir o rombo decorrente da decisão de diminuir impostos sobre o diesel para encerrar a greve dos caminhoneiros. O mês de junho deve mostrar que o Banco Central Americano, irá aumentar o juro por lá, na reunião dos dias 12 e 13 próximos e os agentes vão calibrar as chances do total de aumentos por parte da instituição durante 2018. Por isso, a importante notícia divulgada a pouco, o payroll, demonstrando aumento no emprego do país, diminuição no desemprego e aumento dos salários, reforça a possibilidade de aumento do juro americano nesse mês. O índice de desemprego inclusive chegou à meta do FED de 3,8% e o relatório apresentou dados econômicos sólidos. Ainda hoje saem, às 11h, o índice ISM e o PMI industrial para encerrar a agenda americana da semana. Na Europa, movimentos populistas italianos chegaram a um acordo para a formação de governo, enquanto na Espanha, Mariano Rajoy perdeu o poder após a aprovação apertada de uma moção de censura deflagrada por um escândalo de corrupção.

 

 

Na agenda interna, O governo anunciou a redução de benefícios tributários para exportadores, empresas de refrigerantes e indústria petroquímica para cobrir a perda de receita de 4,01 bilhões neste ano decorrente da decisão de diminuir impostos sobre o diesel para encerrar a paralisação dos caminhoneiros. 

 

 

Na agenda externa, O líder do Partido Socialista da Espanha, Pedro Sánchez, se tornou primeiro-ministro depois de Mariano Rajoy, de centro-direita, ser destituído após a aprovação apertada de uma moção de censura deflagrada por um escândalo de corrupção.

Canadá e México responderam com a imposição de tarifas sobre bilhões de dólares de produtos dos Estados Unidos, desde suco de laranja a carne de porco, e a União Europeia vai taxar uísque bourbon e as motocicletas Harley Davidson, depois que Washington arriscou desencadear uma guerra comercial global impondo tarifas sobre aço e alumínio. A comissária de Comércio da UE, Cecilia Malmstrom, anunciou uma coletiva de imprensa às 15h (horário de Brasília) para apresentar a resposta do maior bloco comercial do mundo às tarifas dos EUA. O ministro da Economia da Alemanha disse que a UE pode procurar coordenar sua resposta com o Canadá e o México.

 

                              

Nas Bolsas, As ações chinesas fecharam em queda. A decisão de Donald Trump de revogar o adiamento da sobretaxa no aço à União Europeia, México e Canadá, horas antes de as isenções temporárias expirarem, resgatou a guerra comercial e o tema pesou nos negócios. Aliados próximos dos Estados Unidos planejam retaliar na mesma moeda, aplicando bilhões de dólares em tarifas extras na importação de vários produtos norte-americanos. A reação foi rápida e veio após Trump mudar de ideia e decidir elevar os encargos sobre alumínio e aço importados da União Europeia (UE), México e Canadá, já a partir de hoje. Bolsas Europeias em alta após os movimentos populistas italianos chegarem a um acordo para a formação de governo, enquanto na Espanha, Mariano Rajoy perdeu o poder após a aprovação apertada de uma moção de censura deflagrada por um escândalo de corrupção.

 

 

Nos Estados Unidos, O País anunciou que vai impor tarifas de importação sobre alumínio e aço do Canadá, do México e da União Europeia, encerrando meses de incerteza sobre possíveis isenções e reacendendo temores sobre uma guerra comercial global.

 

Fonte: Reuters, Investing.com e OliviaBulla