Panorama de Mercado 30/05/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Com o abastecimento de combustíveis voltando ao normal gradualmente em todo o País, começa hoje a greve de 72 horas dos petroleiros, objetivando redução dos preços do gás e combustíveis, mas também pedindo a saída do presidente da companhia, Pedro Parente, e sendo contrária a privatização da Petrobrás, demonstrando claramente se tratar de uma greve política em boa medida. Vale lembrar que a paralisação de advertência dos petroleiros foi considerada ilegal pelo TST mas sindicalistas da FUP, ligada a CUT e ao PT deram de ombros. Na teleconferência realizada ontem, Pedro Parente, disse não esperar grandes consequências, porque a companhia está preparada e tem bom nível de estoques. O que está sendo observado de perto pelos mercados também é a autonomia da empresa, até porque o presidente Temer disse estar reexaminando a política da companhia. Todos se lembram do estrago que a ingerência petista causou. Como hoje é o encerramento da guerra pela formação da Ptax entre os bancos, é preciso se atentar nas cotações, visto que esse movimento costuma deixar o mercado com uma volatilidade maior. A agência de classificação de risco Moodys, afirmou que a  perda de arrecadação provocada pelos benefícios concedidos pelo governo Michel Temer em acordo com os caminhoneiros é um fator negativo para o perfil de crédito soberano do país. Nesta manhã foi divulgado que o PIB do Brasil cresceu 0,4% no primeiro trimestre, em comparação com três meses anteriores, em meio a uma taxa de desemprego alta e a incerteza política que afeta diretamente a confiança e o consumo, todavia o crescimento veio dentro das expectativas. O Banco Central informa números das contas públicas em abril (10h30), com os dados sobre o resultado primário do setor público consolidado, e do fluxo cambial, sobre a entrada e saída de dólares no país (12h30) em maio. A instituição mantém suas ofertas no  mercado futuro e continuará rolando swaps de julho, ajudando a conter os excessos do mercado e assegurando a previsibilidade. No exterior agenda carregada de notícias. Nos Estados Unidos, foi anunciado a pouco que o setor privado americano gerou 178 mil empregos em maio, abaixo do aguardado. Já o crescimento econômico dos EUA desacelerou um pouco mais do que se pensava no primeiro trimestre, em meio a revisões para baixo no investimento em estoques e nos gastos do consumidor, mas os cortes nos impostos devem aumentar a atividade neste ano. Já a Casa Branca anunciou que o país seguirá buscando medidas comerciais contra a China. Ao que parece a “estrutura diferente” que Donald Trump disse que a negociação necessita, é fruto de uma conversa que não está avançando na medida que todos desejam. Na agenda americana ainda hoje, saem as 15h dados do livro bege, um compilado de informações econômicas do país.

 

 

Na agenda interna, Funcionários da Petrobras iniciaram greve de 72 horas em diversas refinarias, terminais e plataformas da Bacia de Campos, apesar de o Tribunal Superior do Trabalho (TST) na véspera ter declarado que o movimento dos petroleiros é ilegal, informaram sindicatos. A greve nacional tem como objetivo uma redução dos preços do gás de cozinha e dos combustíveis. Também é contra a privatização da Petrobras e busca a saída do presidente da petroleira Pedro Parente, segundo sindicatos, resumindo, se trata de uma greve política em boa medida. Petroleiros afirmaram que a greve não deve trazer riscos para o abastecimento do país e que têm a responsabilidade de atender as necessidades básicas da população.

A perda de arrecadação provocada pelos benefícios concedidos pelo governo Michel Temer em acordo com os caminhoneiros é um fator negativo para o perfil de crédito soberano do país, disse a Moody's. O programa de subsídios ao óleo diesel elevará a rigidez do orçamento e pode enfraquecer as perspectivas fiscais de curto e médio prazo do Brasil.

O governo central, formado por Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social, teve superávit primário de 7,187 bilhões de reais em abril, resultado acima do esperado para um mês que já é tradicionalmente positivo.  

 

 

Na agenda externa, O crescimento global deve atingir 3,8 por cento este ano e alcançar 3,9 por cento em 2019, projetou a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Para o Brasil, a entidade projeta uma expansão de 2 por cento em 2018, reduzindo a perspectiva de março de 2,2 por cento, Por outro lado, a estimativa para o ano que vem melhorou a 2,8 por cento, de 2,4 por cento anteriormente.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China tiveram a maior queda em mais de dois meses nesta quarta-feira, com o índice Xangai atingindo a mínima de 19 meses em meio a uma onda global de vendas provocada pela crise política na Itália e renovados temores de guerra comercial dos Estados Unidos com a China. Os investidores temem que novas eleições na terceira maior economia da zona do euro – que podem ocorrer em julho – possam se tornar um referendo de facto sobre a participação da Itália na zona do euro e o papel do país na União Europeia. Bolsas Europeias buscam se recuperar.

 

 

Nos Estados Unidos, A Casa Branca anunciou que o país seguirá buscando medidas comerciais contra a China, dias depois de os governos dos dois países anunciarem uma tentativa de solução para sua disputa e sugerirem que as tensões haviam arrefecido. Até 15 de junho, o governo norte-americano divulgará uma lista de cerca de 50 bilhões de dólares em mercadorias chinesas que estarão sujeitas a uma tarifa de 25 por cento. Ao que parece a “estrutura diferente” que Donald Trump disse que a negociação necessita, é fruto de uma conversa que não está avançando na medida que todos desejam.

 

Fonte: Reuters e Investing.com

Panorama de Mercado29/05/2018

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve alta no início dos negócios. A Petrobras fará teleconferência com investidores hoje às 14h, em meio a rumores de que o presidente da empresa, Pedro Parente, poderia estar deixando o comando da companhia, enquanto as ações aprofundam as perdas. A questão dos caminhoneiros continua fazendo estragos na economia do País, e a possibilidade de greve dos petroleiros, pode alavancar o ambiente de caos, em meio a esse desgoverno que vivemos em 2018. A administração da crise por parte do planalto se mostra ineficiente desde o início, e a equipe econômica “dança conforme a música” para cobrir os rombos das concessões feitas à classe. Resta esperar agora pelos impactos na inflação com o desabastecimento, e na atividade econômica do país que vinha se recuperando de forma lenta, antes do movimento, ou seja, com a paralisação, até essa pequena recuperação pode ter sido interrompida, com seus efeitos internos e externos, afinal os investidores estão atentos aos fatos, acrescentando-se a isso, o quadro fiscal deteriorado. No front político, pesquisa só com os eleitores de São Paulo, mostrou um Alckmin que não saiu do lugar. E o maior fiador junto ao mercado financeiro da candidatura à presidência do deputado Jair Bolsonaro, economista com Ph.D na universidade de Chicago, Paulo Guedes, defendeu de forma irrestrita as privatizações, confirmou ser a favor do tripé macroeconômico, com regime de meta fiscal e de inflação, com câmbio flutuante, e a necessidade de uma simplificação tributária “brutal”. “Privatizações, concessões e desmobilizações. Tinha que vender tudo”, afirmou. O indice de desemprego no Brasil recuou para 12,9% no trimestre encerrado em abril, isso corresponde a 13,4 milhões de pessoas desempregadas no país. Durante o dia saem os dados das contas do governo central às 14h30. O Banco Central Brasileiro mantem sua oferta de novos contratos de swap, que correspondem a venda à vista no mercado futuro, mesmo em meio a formação da Ptax entre os bancos, buscando conter a escalada do dólar. Além disso, o BC inicia na sexta-feira a rolagem integral da oferta de USD 8,7 bilhões em swaps programados para vencer em julho. No exterior, Donald Trump desistiu de novas sanções à Coréia do Norte, e volta a mesa de negociações para a cúpula que tende a acontecer em 12 de junho com o ditador Kim Jong-um. A liquidez retorna pós feriado americano, com os mercados de olho também dos riscos políticos na Itália e Espanha. Na Itália, impasse para formação de um novo governo. Na Espanha, denúncias de corrupção contra o presidente Mariano Rajov ameaçam sua permanência no poder. Nos Estados Unidos, saem os preços dos imóveis às 10h e o destaque do dia, o índice de confiança do consumidor norte-americano em maio (11h).

 

 

Na agenda interna, O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) terminou maio com avanço de 1,38 por cento, ante alta de 0,57 por cento em abril. O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

Maior fiador junto ao mercado financeiro da candidatura à Presidência do deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), o economista Paulo Guedes defende privatizações irrestritas para quitar parte da dívida pública brasileira e um grande pacto federativo para contemplar Estados e municípios com os recursos hoje destinados ao pagamento de juros. A favor da manutenção do tripé macroeconômico, com regime de meta fiscal e de inflação, com câmbio flutuante, o economista também defendeu a necessidade de uma simplificação tributária “brutal”, rumo a um imposto único federal. “Privatizações, concessões e desmobilizações. Tinha que vender tudo”, afirmou o economista, com Ph.D. na Universidade de Chicago, considerada o templo mundial do liberalismo. “Privatizar só no sapatinho, envergonhadamente, não. Tem que acelerar privatização para jogar na área social”, completou Guedes, em entrevista na sede da Bozano Investimentos, no Rio de Janeiro, onde é sócio e integra seu comitê executivo. Questionado se a visão estatizante e nacionalista já amplamente defendida pelo pré-candidato, que lidera as pesquisas de intenção de voto não torna o programa econômico sob sua responsabilidade mais distante de virar realidade, Guedes respondeu que outros políticos e economistas também já mudaram de opinião e não são vistos com a mesma desconfiança.

A Petrobras fará teleconferência com investidores hoje às 14h, em meio a rumores de que o presidente da empresa, Pedro Parente, poderia estar deixando o comando da companhia, enquanto as ações aprofundam as perdas. A questão dos caminhoneiros continua fazendo estragos na economia do País, e a possibilidade de greve dos petroleiros, pode alavancar o ambiente de caos, em meio a esse desgoverno que vivemos em 2018. A administração da crise por parte do planalto se mostra ineficiente desde o início, e a equipe econômica “dança conforme a música” para cobrir os rombos das concessões feitas à classe. Resta esperar agora pelos impactos na inflação com o desabastecimento, e na atividade econômica do país que vinha se recuperando de forma lenta, antes do movimento, ou seja, com a paralisação, até essa pequena recuperação pode ter sido interrompida. No front político, pesquisa só com os eleitores de São Paulo, mostrou um Alckmin que não saiu do lugar. Durante o dia saem os dados das contas do governo central às 14h30. O Banco Central Brasileiro mantem sua oferta de novos contratos de swap, que correspondem a venda à vista no mercado futuro, mesmo em meio a formação da Ptax entre os bancos. Além disso, o BC inicia na sexta-feira a rolagem integral da oferta de USD 8,7 bilhões em swaps programados para vencer em julho.

 

 

Na agenda externa, Os mercados monetários da zona do euro precificam agora apenas 30 por cento de chances de um aumento de 0,1 ponto percentual na taxa de juros pelo Banco Central Europeu em junho de 2019, uma vez que a o crescimento econômico desacelera e as preocupações com a Itália aumentam.

 

                              

Nas Bolsas, O índice de Xangai recuou pela quinta sessão consecutiva nesta terça-feira, com os investidores preocupados com os riscos de crédito enquanto a China prometeu estabilidade financeira antes de ações serem incluídas nos índices globais de referência do MSCI. Bolsas Europeias em baixa.

 

 

Nos Estados Unidos, saem os preços dos imóveis às 10h e o destaque do dia, o índice de confiança do consumidor norte-americano em maio (11h).

 

Fonte: Reuters, RosaRiscala e OliviaBulla

Panorama de Mercado 28/05/2018

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em forte alta no início dos negócios. Na expectativa do encerramento da greve dos caminhoneiros que está fazendo estragos na economia do País, os investidores observam o desenrolar da crise após o presidente Michel Temer anunciar a redução no preço do diesel em R$ 0,46/litro que tende a deteriorar o quadro fiscal do Brasil impactando em cerca de R$ 10 Bilhões as contas públicas, com o “Tesouro Nacional” arcando com a conta. Com a óbvia constatação de um Planalto enfraquecido e inoperante para resolver as questões mais importantes do Brasil, é aguardada para essa semana, nova greve, agora dos petroleiros, a partir de quarta-feira. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) quer a redução do preço do gás de cozinha e de todos os derivados do petróleo. Também pede a demissão de Pedro Parente, presidente da Petrobras. Em relação a normalização do abastecimento o tempo estimado é de ao menos 10 dias e o risco da economia crescer menos que o estimado aumenta, sem dizer, a insegurança do investidor em relação a Petrobras, em meio ao caos que se instalou com a economia estagnada. E o feriado americano do memorial day deve reduzir a liquidez nos negócios hoje. O Boletim Focus do Banco Central Brasileiro estimou para o final de 2018 o IPCA a 3,60%, USD: 3,48, PIB: 2,37% e Selic: 6,50%. E o Banco Central continuará intervindo  no câmbio em semana encurtada pelo feriado de quinta-feira no Brasil. Vale lembrar que no exterior, temos noticias importantes dos Estados Unidos, com ênfase para os números do PIB na quarta-feira e o payroll na sexta-feira, em meio a vários discursos de membros das regionais do FED.

 

 

Na agenda interna, O ministro da fazenda, Eduardo Guardia, afirmou nesta segunda-feira que a redução do preço do diesel terá um custo de 9,5 bilhões de reais no Orçamento deste ano, que será coberto por uma sobra de 5,7 bilhões de reais que o governo tem em relação à meta de déficit primário, além de um corte de despesas de 3,8 bilhões de reais.

 

 

Na agenda externa, Os esforços para formar um governo de coalizão na Itália entraram em colapso no domingo depois que o presidente italiano rejeitou uma escolha de um eurocético para comandar o crucial Ministério da Economia, provocando uma possível crise constitucional e abrindo a perspectiva de novas eleições.

Autoridades norte-americanas e norte-coreanas se reuniram na fronteira entre Coreia do Norte e Coreia do Sul no domingo para prepararem para uma possível reunião de cúpula, enquanto Kim Jong Un, da Coreia do Norte, reafirmou seu compromisso de reunir-se com o presidente dos EUA, Donald Trump, segundo relatos.

 

                              

Nas Bolsas, O índice blue-chips da China encerrou em alta nesta segunda-feira, ajudado por ganhos robustos em empresas de saúde e de consumo, e com sinais de que os Estados Unidos e a Coreia do Norte ainda estão trabalhando para realizar uma cúpula. O presidente norte-americano, Donald Trump, disse no domingo que uma equipe dos EUA chegou à Coreia do Norte para se preparar para uma cúpula entre ele e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, que Trump havia cancelado na semana passada antes de reconsiderar o encontro. Bolsas Europeias em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, Os mercados permanecerão fechados nesta segunda-feira devido ao Memorial Day.

 

Fonte: Reuters, Investing.com e OliviaBulla.

Panorama de Mercado 25/05/2018

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve alta no início dos negócios. Após representantes dos caminhoneiros e o governo chegarem a um acordo, com uma trégua de 15 dias, com a garantia da subvenção do preço do diesel e reajustes a serem realizados apenas a cada 30 dias, os mercados voltam os olhos para o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que participa de evento em Estocolmo, às 10h20 e se for tratar sobre política monetária pode confirmar o tom menos “hawkish” da ata do Fed. Mas ainda no lado doméstico é importante ressaltar, que com o Congresso adotando medidas populistas para estancar a crise de abastecimento, agrava-se o quadro fiscal tendo em vista que isso afeta as contas públicas, ao mesmo tempo, ficou a interrogação de que a decisão da Petrobras de cortar o preço do diesel teve ingerência política. A Petrobras se recuperou das políticas intervencionistas dos governos do PT e dos efeitos dos esquemas de corrupção, voltando a dar lucro, e a ideia de que novamente passa a ter pressão política em suas decisões não agrada aos mercados, sobretudo o de ações, deixando os investidores incomodados. Se por um lado, algo tinha que ser feito diante do caos que se instalou no Brasil, por outro, a forma como isso está sendo conduzido trouxe ressalvas, e pode gerar cautela, ainda mais com um cenário eleitoral bastante incerto. Vale lembrar que o rombo cada vez mais fundo e a responsabilidade de reformas no país ficarão por conta do próximo governo, uma vez que o atual parece ter conseguido terminar o ano de 2018 muito antes do previsto, sem se preocupar em votar temas importantes para o país, pensando apenas em seus cargos que podem ou não ser renovados pela população na eleição desse ano. O dólar se mantém estável nessa manhã enquanto se aguarda indicações sobre política monetária do presidente do Banco Central Americano, Jerome Powell. No exterior, a Coréia do Norte demonstra desejo em voltar a dialogar com os EUA, pelo menos foi isso que o vice-chanceler coreano disse, afirmando que o país está disposto a sentar com Washington a qualquer momento para resolver o impasse  sobre o cancelamento do encontro agendado para o próximo dia 12.

 

 

Na agenda interna, Depois de uma reunião de sete horas, governo e representantes de caminhoneiros chegaram a um acordo para suspender por pelo menos 15 dias a greve que atingiu o país na última semana, com o governo garantindo a subvenção do preço do diesel e reajustes a serem realizados apenas a cada 30 dias. Mas os quatro dias de protestos instauraram o caos no país, provocando desabastecimento e afetando diversos setores econômicos, além da segurança pública. No Congresso, a base aliada está tentando capitalizar o assunto em ano eleitoral, buscando a adoção de medidas populistas – o que agrava o quadro fiscal já bastante delicado, uma vez que afeta as contas públicas, já debilitadas, esse ano. Ao mesmo tempo, a decisão da Petrobras de cortar o preço do diesel reacende a discussão sobre ingerência política na empresa. A Petrobras se recuperou das políticas intervencionistas dos governos do PT e dos efeitos dos esquemas de corrupção, voltando a dar lucro, e a ideia de que novamente passa a ter pressão política em suas decisões não agrada aos mercados, sobretudo o de ações.

 

 

Na agenda externa, A Coréia do Norte demonstra desejo em voltar a dialogar com os EUA, pelo menos foi isso que o vice-chanceler coreano disse, afirmando que o país está disposto a sentar com Washington a qualquer momento para resolver o impasse  sobre o cancelamento do encontro agendado para o dia 12.

A queda do investimento empresarial e o crescimento mais fraco dos gastos das famílias em mais de três anos marcaram um início ruim de 2018 para a economia britânica, com dados oficiais confirmando que a atividade quase estagnou no primeiro trimestre. Apesar das dúvidas do banco central britânico, a Agência Nacional de Estatísticas manteve sua visão de que o clima ruim sozinho não pôde explicar porque a economia cresceu apenas 0,1 por cento entre janeiro e março, desempenho mais fraco desde 2012.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China recuaram nesta sexta-feira e registraram a pior semana em mais de um mês com o sentimento piorando após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter cancelado uma reunião com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, planejada para junho. Bolsas Europeias operando majoritariamente em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, participa de evento em Estocolmo, às 10h20 e se for tratar sobre política monetária pode confirmar o tom menos “hawkish” da ata do Fed. Por isso os agentes monitoram de perto. Um pouco mais tarde, às 12h45, Rapha Bostic, membro votante de regional, discursa, e estará acompanhado de outros dois integrantes, Charles Evans e Robert Kaplan. Ainda na agenda, às 11h saem dados sobre a confiança do consumidor-Michigan- leitura final do mês de maio.

 

Fonte: Reuters, Investing.com, OliviaBulla e RosaRiscala.

Panorama de Mercado 24/05/2018

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. A Ata do FED considerou aumentar o juro em breve, com as apostas majoritárias projetando esse movimento para o mês que vem no encontro que ocorrerá nos dias 12 e 13 de Junho. Vários membros do Fed, incluindo o chair Jerome Powell, destacaram que irão tolerar uma alta da inflação para acima da meta por um tempo, sem se preocupar demais, o que dá um certo alívio para as economias emergentes. A contínua força da economia americana acelerada após os cortes de tributos da administração Trump, impulsionaram o crescimento econômico, e fazem com que a taxa de desemprego se situe na mínima em 17 anos e meio, bem como a inflação atinja a meta de 2% pretendida pela instituição. Já a questão dos dados salariais é que ainda traz dúvidas e acalora o debate entre os membros votantes. Alguns destacam que os recentes dados de salário deram “poucas evidências” de superaquecimento no mercado de trabalho, enquanto outras viram um risco de que “limitações de oferta intensificarão as pressões para cima dos salários e dos preços, ou de que possam emergir desequilíbrios financeiros”. Resumindo, ainda fica em aberto a posibilidade de ajuste na política monetária em quatro oportunidades, a depender do nível de tolerância do FED se a inflação permanecer acima de 2%. Após a divulgação da Ata as projeções para mais três apertos este ano caíram. Amanhã, Jerome Powell, fará discurso por volta das 10h20 que será observado de perto pelos agentes. Hoje teremos as falas dos membros das regionais do FED, Bostic às 11h35 e Harker às 15h. No Brasil, a greve dos caminhoneiros começa a trazer prejuizos à economia. Ameaças de paralisação de serviços, falta de combustível, alimentos, e a decisão da Petrobras de reduzir o preço do diesel, bem como da Câmara  em aprovar o projeto que zera o PIS/Cofins sobre o combustível, já fazem os mercados ficarem atentos aos desdobramentos negativos e aguardarem uma solução que não afetem os ativos de forma mais brusca, afinal, abrir mão de receitas, certamente faz voltar a lembrança o tema fiscal por aqui que vai precisar ser enfrentado pelo próximo governo. O Banco Central Brasileiro continua intervindo nesta manhã, e já ofertou 15.000 novos contratos de swaps reduzindo um pouco a alta, bem como fará rolagem de vencimentos às 11h30 em menor intensidade. No exterior, preocupações comerciais continuam após Donal Trump, sinalizar que uma nova direção nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China precisa acontecer, além de acrescentar que qualquer acordo necessita de “uma estrutura diferente”.

 

 

Na agenda interna, A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que trata da reoneração da folha de pagamentos de diversos setores e, de olho na recente crise que provocou protestos de caminhoneiros em todo o país, também reduz a zero a incidência de PIS/Cofins sobre o óleo diesel até dezembro de 2018. A redução da contribuição, inserida nesta quarta no texto do projeto, não conta com a concordância do governo do presidente Michel Temer

 

 

Na agenda externa, Exportações mais fracas seguraram o crescimento econômico da Alemanha no primeiro trimestre, impulsionado unicamente pela construção, investimentos das empresas em maquinário e equipamentos e pelos gastos das famílias. A Agência Federal de Estatísticas confirmou sua leitura preliminar de expansão de 0,3 por cento no primeiro trimestre sobre os três meses anteriores. Na comparação anual, o Produto Interno Bruto cresceu 2,3 por cento em termos ajustados a preços e ao calendário.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China recuaram nesta quinta-feira, após a maior queda em um mês na sessão anterior, com a cautela prevalecendo em meio a novas preocupações sobre as tensões comerciais entre a China e os Estados Unidos. O presidente dos EUA, Donald Trump, sinalizou uma nova direção nas negociações comerciais com a China e disse que qualquer acordo precisaria de “uma estrutura diferente”, alimentando a incerteza sobre as negociações atuais. No restante da região, as possíveis novas sanções e os comentários de Trump sobre as negociações comerciais também pressionaram as ações. Bolsas Europeias em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, a Ata do FED considerou aumentar o juro em breve, com as apostas majoritárias projetando esse movimento para o mês que vem no encontro que ocorrerá nos dias 12 e 13 de Junho. Vários membros do Fed, incluindo o chair Jerome Powell, destacaram que irão tolerar uma alta da inflação para acima da meta por um tempo, sem se preocupar demais, o que dá um certo alívio para as economias emergentes. A contínua força da economia americana acelerada após os cortes de tributos da administração Trump, impulsionaram o crescimento econômico, e fazem com que a taxa de desemprego se situe na mínima em 17 anos e meio, bem como a inflação atinja a meta de 2% pretendida pela instituição. Já a questão dos dados salariais é que ainda traz dúvidas e acalora o debate entre os membros votantes. Alguns destacam que os recentes dados de salário deram “poucas evidências” de superaquecimento no mercado de trabalho, enquanto outras viram um risco de que “limitações de oferta intensificarão as pressões para cima dos salários e dos preços, ou de que possam emergir desequilíbrios financeiros”. Resumindo, ainda fica em aberto a posibilidade de ajuste na política monetária em quatro oportunidades, a depender do nível de tolerância do FED se a inflação permanecer acima de 2%. Amanhã, Jerome Powell, fará discurso por volta das 10h20 que será observado de perto pelos agentes. Hoje teremos as falas dos membros das regionais do FED, Bostic às 11h35 e Harker às 15h.

 

Fonte: Reuters e Investing.com

Panorama de Mercado 23/05/2018

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. O Banco Central Brasileiro mantém a oferta de swaps de USD 750 milhões enquanto os mercados aguardam pela divulgação da Ata da reunião do Federal Reserve, o Banco Central Americano, às 15h que pode fornecer as perspectivas do Fed sobre a inflação e como isso pode afetar a atual trajetória das taxas de juros, movimentando as cotações por aqui. Um pouco antes, às 10h45, atenção para os números do PMI Industrial dos Estados Unidos. E o clima de certa harmonia entre americanos e chineses azedou. O presidente Donald Trump moderou o otimismo  em relação ao progresso feito nas negociações comerciais até o momento ao afirmar que não está satisfeito e esfriando o bom humor sobre o cenário externo. Trump também colocou em dúvida se haverá o seu encontro com o líder da Coréia do Norte, Kim Jong Un, que estaria resistente a desistir de suas armas nucleares. No âmbito doméstico, foi divulgado nesta manhã, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, subiu 0,14 por cento em maio, sobre alta de 0,21 por cento no mês anterior, mantendo o indicador anual abaixo da meta do Banco Central. Com uma economia que não decola, o índice de confiança do consumidor caiu a 86,9 pontos, para o mês de maio, segundo recuo seguido e o nível mais baixo desde outubro passado. Voltando ao exterior, o crescimento econômico da zona do euro desacelerou com força neste mês. Desempenhos decepcionantes do PMI de serviços e da Industria, preliminarmente, sugeriram inflação fraca e mais um desafio para o Banco Central Europeu, que pretende encerrar seu programa de compra de ativos neste ano e elevar a taxa de juros em 2019.

 

 

Na agenda interna, O Banco Central Brasileiro mantém a oferta de swaps de USD 750 milhões enquanto os mercados aguardam pela divulgação da Ata da reunião do Federal Reserve, o Banco Central Americano, às 15h que pode fornecer as perspectivas do Fed sobre a inflação e como isso pode afetar a atual trajetória das taxas de juros, movimentando as cotações por aqui. Um pouco antes, às 10h45, atenção para os números do PMI Industrial dos Estados Unidos. E o clima de certa harmonia entre americanos e chineses azedou. O presidente Donald Trump moderou o otimismo  em relação ao progresso feito nas negociações comerciais até o momento ao afirmar que não está satisfeito e esfriando o bom humor sobre o cenário externo. Trump também colocou em dúvida se haverá o seu encontro com o líder da Coréia do Norte, Kim Jong Un, que estaria resistente a desistir de suas armas nucleares. No âmbito doméstico, foi divulgado nesta manhã, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, subiu 0,14 por cento em maio, sobre alta de 0,21 por cento no mês anterior.

As expectativas pioraram com força e a confiança do consumidor brasileiro caiu em maio para o menor nível em sete meses. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) registrou queda de 2,5 pontos em maio e chegou a 86,9 pontos, segundo recuo seguido e o nível mais baixo desde os 85,8 pontos de outubro passado.

 

 

Na agenda externa, O crescimento econômico da zona do euro desacelerou com muito mais força do que o esperado neste mês, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês), o que junto com a inflação fraca sugere um desafio mais duro para o Banco Central Europeu. O PMI Composto preliminar do IHS Markit para a zona do euro caiu em maio para a mínima de 18 meses de 54,1 de 55,1 no mês anterior, abaixo das expectativas. O PMI preliminar do setor de serviços caiu a 53,9 de 54,7. O desempenho da indústria também foi decepcionante, com o PMI preliminar do setor recuando para a mínima de 15 meses de 55,5 contra 56,2 em abril.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China registraram a maior queda em um mês nesta quarta-feira, pressionados pela queda em mineradoras de carvão uma vez que Pequim interveio para esfriar o mercado de carvão. Os investidores também mostraram cautela depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, moderou o otimismo sobre o progresso feito até agora nas negociações comerciais entre as duas maiores economias do mundo. Trump disse na terça-feira que não está satisfeito com as recentes negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China, azedando a melhora do sentimento do mercado após os comentários do secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, de que a guerra comercial está "em modo de espera". No restante da região, os comentários de Trump sobre as negociações comerciais com a China também pesaram. Bolsas Europeias em baixa.

 

 

Nos Estados Unidos, sai a Ata da reunião do FOMC, às 15h. Um pouco antes, às 10h45 será divulgado o PMI Industrial do país e às 11h saem os números de vendas de casas novas em abril.

 

Fonte: Reuters e Investing.com

Panorama de Mercado 22/05/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. E continua intervenção do Banco Central no câmbio. Está mantido para hoje a oferta de USD 750 milhões em 15 mil novos contratos de swap cambial, bem como mais USD 211 milhões  para rolagem. E o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, acrescentou que o governo possui instrumentos para conter a volatilidade, com “forte colchão de liquidez”, em declaração que pode ter sido motivada pela atual pressão no câmbio que inclusive resultou em uma elevação de previsão para o dólar, segundo o Boletim Focus de ontem, que projetou a cotação para 3,43 no encerramento desse ano. Outro fator importante de ressaltar será a possibilidade do Banco Central atuar no mercado sem aviso prévio em caso de necessidade, entenda-se, aceleração no ritmo de alta. No exterior, dirigentes das regionais do Banco Central Americano, enviam recados controversos sobre política monetária. Enquanto Raphael Bostic afirma que o FED está muito perto de atingir suas metas de emprego e inflação, Patrick Harker afirma que não há pressa para subir o juro. É importante ressaltar que Bostic vota nas reuniões, Harker não. Na agenda americana de hoje temos a divulgação da atividade regional do Fed de Richmond às 11h. Sobre as negociações entre americanos e chineses, os países aproximam-se de um acordo para resolver a controvérsia sobre a gigante chinesa de telecomunicações  ZTE. Em outro sinal de aquecimento das relações, a China disse que irá reduzir as tarifas de importação de automóveis e de algumas peças de automóveis a partir de 1º de julho. O dólar opera em baixa nesta manhã lá fora, depois de um grande rali inspirado pelo aumento nos rendimentos dos títulos dos EUA, que mesmo acima dos 3%, hoje rende consideravelmente menos que o pico da semana passada quando bateu 3,128%. O presidente Michel Temer anunciará hoje, em evento do MDB, sua decisão de não concorrer à Presidência da República, e apresentará o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles como o candidato do partido. Já a ata do Copom, esclareceu que os membros chegaram a discutir a redução da taxa de juro na reunião da semana passada, mas entenderam ser a manutenção do juro como a melhor decisão diante do cenário externo e dólar mais alto.

 

 

Na agenda interna, O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Gradual Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários por "graves violações às normas legais e regulamentares". Além disso, o BC disse que o "comprometimento de sua situação econômico-financeira, bem como a existência de prejuízos que sujeitam a risco anormal seus credores, foram as razões que levaram à liquidação da empresa".

O Banco Central chegou a discutir reduzir a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana passada em função da inflação baixa e recuperação econômica mais fraca, mas acabou optando pela manutenção da taxa em 6,50 por cento, que defendeu como “melhor decisão possível” diante do choque externo e dólar mais alto. A expectativa majoritária do mercado era de que o BC faria novo e último corte de 0,25 ponto na Selic, tendo como pano de fundo a perda de força da atividade econômica brasileira e o comportamento favorável da inflação no país, fatores que, até então, o BC vinha sinalizando estar de olho para sua decisão sobre os juros.

O presidente Michel Temer anunciará hoje, em evento do MDB, sua decisão de não concorrer à Presidência da República, e apresentará o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles como o candidato do partido.

E continua intervenção do Banco Central no câmbio. Está mantido para hoje a oferta de USD 750 milhões em 15 mil novos contratos de swap cambial, bem como mais USD 211 milhões  para rolagem. E o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, acrescentou que o governo possui instrumentos para conter a volatilidade, com “forte colchão de liquidez”, em declaração que pode ter sido motivada pela atual pressão no câmbio que inclusive resultou em uma elevação de previsão para o dólar, segundo o Boletim Focus de ontem, que projetou a cotação para 3,43 no encerramento desse ano. Outro fator importante de ressaltar será a possibilidade do Banco Central atuar no mercado sem aviso prévio em caso de necessidade, entenda-se, aceleração no ritmo de alta. No exterior, dirigentes das regionais do Banco Central Americano, enviam recados controversos sobre política monetária. Enquanto Raphael Bostic afirma que o FED está muito perto de atingir suas metas de emprego e inflação, Patrick Harker afirma que não há pressa para subir o juro. É importante ressaltar que Bostic vota nas reuniões, Harker não. Na agenda americana de hoje temos a divulgação da atividade regional do Fed de Richmond às 11h. Sobre as negociações entre americanos e chineses, os países aproximam-se de um acordo para resolver a controvérsia sobre a gigante chinesa de telecomunicações  ZTE. Em outro sinal de aquecimento das relações, a China disse que irá reduzir as tarifas de importação de automóveis e de algumas peças de automóveis a partir de 1º de julho. O dólar opera em baixa nesta manhã lá fora, depois de um grande rali inspirado pelo aumento nos rendimentos dos títulos dos EUA, que mesmo acima dos 3%, hoje rende menos que o pico da semana passada quando bateu 3,128%.

 

 

Na agenda externa, Cerca de duas dezenas de jornalistas de organizações de notícias ocidentais e chinesas chegaram à Coreia do Norte nesta terça-feira para acompanhar o fechamento de uma instalação de testes nucleares, um sinal de que o desligamento ocorrerá apesar da incerteza diplomática persistente.

 

                              

Nas Bolsas, O mercados acionário de Xangai devolveu perdas anteriores e fechou estável nesta terça-feira, em meio a sinais de alívio nas tensões comerciais depois que os Estados Unidos e China se aproximaram de um acordo para resolver a controvérsia sobre a ZTE. No restante da região, os mercados eram pressionados por um dólar que enfraquecia a demanda por ativos de mercados emergentes, enquanto o aumento nos preços do petróleo provocava preocupações com a inflação e altas mais rápidas de juros nos Estados Unidos. Na Europa as principais bolsas apresentam cautela.

 

 

Nos Estados Unidos, temos a divulgação da atividade regional do Fed de Richmond às 11h.

 

Fonte: Reuters e Investing.com

Panorama de Mercado 21/05/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Uma trégua se desenha nesse início de semana após as tensões comerciais entre Estados Unidos e China entrarem em “modo de espera” de acordo com o secretário de tesouro americano, Steven Mnuchin. Outro fator que contribui para isso é o Banco Central Brasileiro, que decidiu triplicar sua oferta de swap cambial colocando um lote de USD 750 milhões em novos contratos. Em suma isso equivale à uma venda de moeda ao mercado futuro, no intuito de reduzir a volatilidade e a pressão sobre a alta da moeda. Resta saber se esse ritmo será capaz de reverter a tendência de alta, ou será mais um alívio momentâneo, como a estratégia parece mostrar, uma vez que o dólar continua forte no exterior.  Contudo, o BC informou que poderá também intervir no mercado sem aviso prévio caso entenda ser necessário. Como o cenário externo é que vem dando o tom do humor em maior parte, o modo de espera entre americanos e chineses, somado a decisão do BC, contribui para que o Real possa se recuperar nesta segunda-feira. No Exterior, alguns membros do FED falam durante o dia, Raphael Bostic 13h15, Patrick Harcker 15h15 e Neel Kashkari 18h30 são observados. Durante a semana teremos amanhã a divulgação da ata da reunião do Copom quando a instituição decidiu manter o juro inalterado no Brasil e na quarta-feira será a vez da prévia deste mês do IPCA-15, a inflação ao consumidor brasileiro. Também na quarta-feira sai a ata da reunião de maio do Federal Reserve, o Banco Central Americano, e, para encerrar a semana os mercados aguardam por Jerome Powell, presidente do FED, que participará de um painel de discussão sobre "Estabilidade financeira e transparência de Bancos Centrais" na conferência Sveriges Riskbank em Estocolmo na sexta-feira.

 

 

Na agenda interna, Uma trégua se desenha nesse início de semana após as tensões comerciais entre Estados Unidos e China entrarem em “modo de espera” de acordo com o secretário de tesouro americano, Steven Mnuchin. Outro fator que contribui para isso é o Banco Central Brasileiro, que decidiu triplicar sua oferta de swap cambial colocando um lote de USD 750 milhões em novos contratos. Em suma isso equivale à uma venda de moeda ao mercado futuro, no intuito de reduzir a volatilidade e a pressão sobre a alta da moeda. Resta saber se esse ritmo será capaz de reverter a tendência de alta, ou será mais um alívio momentâneo, como a estratégia parece mostrar, uma vez que o dólar continua forte no exterior. O BC informou que poderá também intervir no mercado sem aviso prévio caso entenda ser necessário. Como o cenário externo é que vem dando o tom do humor em maior parte, o modo de espera entre americanos e chineses, somado a decisão do BC, contribui para que o Real possa se recuperar nesta segunda-feira. No Exterior, alguns membros do FED falam durante o dia, Raphael Bostic 13h15, Patrick Harcker 15h15 e Neel Kashkari 18h30 são observados.

Amanhã, as atenções se voltam para a ata da reunião da semana passada do Comitê de Política Monetária (Copom), quando o BC driblou a taxa de juros e interrompeu o ciclo de cortes na Selic, na contramão das apostas majoritárias do mercado financeiro. Já na quarta-feira, é a vez da prévia deste mês da inflação ao consumidor (IPCA-15), que deve trazer os reflexos dos preços mais elevados do petróleo e do dólar. No mesmo dia, o foco se volta ao exterior, onde o Federal Reserve publica a ata da reunião de maio.

 

Na agenda externa, A guerra comercial dos Estados Unidos com a China está em "modo de espera" depois que as duas maiores economias do mundo concordaram em abandonar suas ameaças de imposição de tarifas enquanto trabalham em um acordo de comércio mais amplo.

Na sexta-feira, Jerome Powell, presidente do Banco Central Americano participa de um painel de discussão sobre "Estabilidade financeira e transparência de Bancos Centrais" na conferência Sveriges Riskbank em Estocolmo.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China avançaram nesta segunda-feira, com alívio das tensões comerciais depois que o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse que a guerra comercial com a China estava “em modo de espera”. No restante da região, o progresso nas negociações entre EUA e China também ajudou. Bolsas Europeias em alta.

 

Nos Estados Unidos, alguns membros do FED falam durante o dia, Raphael Bostic 13h15, Patrick Harcker 15h15 e Neel Kashkari 18h30 são observados.

 

Fonte: Reuters e OliviaBulla

Panorama de Mercado 18/05/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. E a escalada da moeda continua nesse encerramento de semana com o Banco Central Brasileiro resistindo à uma atuação mais firme, leia-se, injeção de liquidez, em meio a deterioração do cenário externo para os emergentes. Para piorar, o juro projetado pelo título norte-americano de 10 anos (T-note), segue renovando altas em patamares superiores a 3% atraindo recursos que poderiam ser alocados em países de maior risco como o Brasil. Os investidores também seguem atentos as negociações entre Estados Unidos e China, que ainda não demonstram estar em processo de evolução nas tratativas. Nesta manhã alguns dirigentes de regionais do FED falam às 10h15 em dia que a agenda não reserva notícias de primeira linha tanto lá como cá.

 

Na agenda interna, O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 1,20 por cento na segunda prévia de maio, de 0,40 por cento no mesmo período do mês anterior.  

 

Na agenda externa, A alta do núcleo do índice de preços ao consumidor do Japão desacelerou em abril pelo segundo mês seguido, mostrando pouco da força inflacionária necessária para alcançar a meta de 2 por cento do banco central e desencorajando a instituição a sinalizar sua intenção de encerrar a política monetária ultrafrouxa.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China avançaram nesta sexta-feira, em meio a expectativas de que Pequim e Washington cheguem a um acordo em suas negociações comerciais. No restante da região rondavam estabilidade em meio à cautela em relação à evolução das negociações comerciais entre EUA e China. Bolsas Europeias com desempenhos mistos.

 

Nos Estados Unidos, discursos de dirigentes das regionais do FED às 10h15 marcam a agenda.

 

Fonte: Investing.com

Panorama de Mercado 17/05/2018

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. E o Copom surpreendeu ao anunciar a manutenção da taxa Selic, quando se esperava por uma redução de 0,25% nesta reunião, afinal, o presidente do Banco Central foi em direção contrária a decisão da instituição dias atrás ao dizer que o BC tinha como foco principal a inflação. Mas a decisão de ontem acaba sendo benéfica pois alivia momentaneamente a pressão sobre o dólar, se o ambiente externo permitir é claro, e teve como pilar destacado no comunicado o “cenário externo”, justificando que o “balanço de riscos” tornou desnecessária nova redução moderada da taxa, entenda-se, dúvidas sobre a quantidade de aumentos do juro americano em 2018, eventual normalização de política monetária dos principais Bancos Centrais ao redor do planeta, evolução da atividade econômica e projeções de inflação. O que os mercados devem esperar do Banco Central Brasileiro daqui por diante é uma melhora na comunicação com os agentes. Como o ciclo de redução está próximo do fim, ou mesmo se encerrou, a depender da evolução dos dados econômicos aqui e a condução das políticas monetárias no exterior, a credibilidade de Ilan Goldfajn, não será questionada, afinal, mesmo com os erros de comunicação, a decisão parece ter sido de fato a melhor devido ao atual momento, sobretudo em relação a pressão cambial, que pode ser combustível para números de inflação maiores, mesmo sem a redução da taxa de juro no Brasil, fator esse que estava sendo pedido para se levar em consideração. Passado o Copom, segue a vida, e no exterior, monitoramento na nova rodada de negociações entre Estados Unidos e China e se iniciar hoje na tentativa de evitar uma guerra comercial. E o juro projetado pelo título norte-americano de 10 anos (T-note) continua superando a faixa de 3%, o que pode frear o ímpeto dos investidores nos mercados emergentes, em busca de opções mais seguras, e limitando em parte a correção do Real. Alguns membros do FED discursam hoje, Kashkari às 11h45 e Kaplan às 14h30, serão observados. Os pedidos de auxílio desemprego americano subiram mais do que o esperado na semana passada, atingindo a marca de 222 mil, todavia a taxa de desemprego caiu e está a curta distância da meta pretendida pelo FED.

 

 

Na agenda interna, O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo registrou baixa de 0,01 por cento na segunda quadrissemana de maio, contra variação negativa de 0,03 por cento na primeira leitura do mês.

 

 

Na agenda externa, Os Estados Unidos e a China iniciarão negociações comerciais nesta quinta-feira em uma tentativa de evitar uma guerra comercial, com o maior crítico da China na Casa Branca relegado a um papel secundário. Peter Navarro, assessor de indústria e comércio da Casa Branca, não terá um papel principal na equipe dos EUA, disseram duas autoriddes. Em vez disso, o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin; o secretário do Comércio, Wilbur Ross; e o Representante de Comércio, Robert Lighthizer, vão liderar a delegação norte-americana nas negociações com o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, principal assessor econômico do presidente Xi Jinping.

 

                              

Nas Bolsas, Os mercados acionários da China recuaram nesta quinta-feira com os investidores retomando a cautela em meio a negociações comerciais com os Estados Unidos em Washington. Os EUA e a China iniciarão negociações comerciais hoje em uma tentativa de evitar uma guerra comercial.

 

Nos Estados Unidos, discursos de Kashkari às 11h45 e Kaplan às 14h30, membros de regionais do FED, serão observados.

 

Fonte: Reuters.