Panorama de Mercado 29/11/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Temer busca costurar apoio do PSDB que tende a desembarcar do governo quando o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, tido como um nome que pode unir o PSDB, assumir a presidência da sigla na convenção que deve ocorrer no próximo dia 9. Vale lembrar que o prefeito de Manaus, Arthur Virgilio, também é postulante a vaga de presidente do partido. Os votos do PSDB são cruciais para o planalto em sua luta para chegar aos 308 votos necessários para a reforma da previdência. E hoje começa a guerra pela formação da Ptax entre os bancos que terminará amanhã. Nos Estados Unidos, após a sabatina de ontem, do novo presidente do Banco Central Americano, Jerome Powell, cresce a percepção de que o juro americano pode continuar baixo por mais tempo, a depender da inflação do país em 2018. A instituição deve aumentar o juro em sua próxima reunião em dezembro. A Casa Branca comemorou a aprovação, no Comitê Orçamentário do Senado, do projeto dos senadores republicanos de reforma no sistema tributário dos Estados Unidos, com o pacote de impostos abrangente se encaminhando para uma votação no plenário do Senado amanhã. Por 12 votos a 11, a comissão aprovou a lei e a encaminhou para o plenário. Na carregada agenda do país hoje, a segunda leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre é o indicador de destaque  às 11h30. A presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, presta depoimento no Comitê Econômico Conjunto do Congresso (13 horas); o Federal Reserve divulga o Livro Bege (17 horas); o presidente regional do Fed de Nova York, William Dudley (vota nas reuniões), participa de evento (11h30); e o presidente regional do Fed de San Francisco, John Williams, discursa (16h15). O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) agendou para a tarde desta quarta-feira uma reunião de emergência para discutir o mais recente lançamento de mísseis balísticos pela Coreia do Norte. O Conselho de Segurança já impôs sanções contra o regime de Kim Jong-un em resposta à escalada dos programas de mísseis nucleares e balísticos. EUA e Japão buscam medidas ainda mais fortes contra a Coreia do Norte.

 

 

Na agenda interna, Os mercados locais seguirão atentos nesta quarta-feira aos esforços do governo em correr contra o tempo e tentar aprovar a reforma da Previdência ainda este ano. A expectativa é de que a matéria seja votada no plenário da Câmara na semana que vem, mas o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), evita falar em uma data limite, mas o quórum já deve ficar menor depois da segunda semana de dezembro, ainda que a Câmara entre em recesso somente no dia 22. Maia, aliás, admitiu ontem que sem os tucanos é "quase impossível" chegar aos 308 votos necessários para aprovar as mudanças e comentou que o PSDB fez uma proposta que envolve três pontos da PEC. Segundo ele, o secretário Marcelo Caetano está avaliando o impacto dessas sugestões na reforma. Enquanto isso, o presidente Michel Temer tenta costurar o apoio do PSDB via governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, com quem se encontra no próximo sábado para discutir a saída do partido da governo. Pré-candidato do PSDB à Presidência, Alckmin confirmou nesta terça-feira que os tucanos vão desembarcar do governo quando ele assumir o comando do partido, o que deve ocorrer na convenção do próximo dia 9. Por sinal, ontem os mercados locais reagiram positivamente à perspectiva de Alckmin se consolidar como o candidato tucano para o Planalto em 2018. Também visando apoio para a reforma e com o aval de Temer, Maia prometeu pautar nos próximos dias o projeto de lei que libera repasse de R$ 1,9 bilhão para os Estados por meio do Fundo de Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX). Os Estados também querer fechar acordo para garantir mais recursos para compensar as perdas da Lei Kandir. Eles querem aprovar projeto em discussão no Congresso que prevê repasse de R$ 39 bilhões por ano daqui para frente e uma negociação das perdas dos últimos 10 anos. Na semana passada, o governo Temer prometeu repasse extra de R$ 2 bilhões a prefeitos e deu sinal verde para a derrubada de um veto no Congresso que, na prática, pode beneficiar os municípios em "pelo menos" R$ 10 bilhões.

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) subiu mais do que o esperado em novembro e fechou o mês com alta de 0,52 por cento, ante 0,20 por cento no mês anterior, devido à maior pressão dos preços nos atacado.

A piora da percepção sobre a situação atual pressionou o Índice de Confiança de Serviços (ICS) do Brasil, que recuou 0,1 ponto em novembro indo a 87,7 pontos após quatro meses consecutivos de alta.

O resultado fiscal do setor público em outubro será divulgado às 10h30. Nesta manhã foi divulgado o índice de preços ao produtor (IPP), que registrou alta de 1,79% em outubro. A taxa de setembro foi revisada de uma elevação de 1,5% para avanço de 1,48%.  

 

 

Na agenda externa,  O Produto Interno Bruto (PIB) da França cresceu 0,5% no terceiro trimestre ante o segundo e mostrou expansão anual de 2,2% no mesmo período, segundo revisão publicada hoje pelo instituto de estatísticas francês.

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) agendou para a tarde desta quarta-feira uma reunião de emergência para discutir o mais recente lançamento de mísseis balísticos pela Coreia do Norte. O Conselho de Segurança já impôs sanções contra o regime de Kim Jong-un em resposta à escalada dos programas de mísseis nucleares e balísticos. EUA e Japão buscam medidas ainda mais fortes contra a Coreia do Norte.

As vendas no varejo do Japão tiveram recuaram 0,2% na comparação anual de outubro, de acordo com dados divulgados hoje pelo Ministério de Ministério da Economia, Comércio e Indústria. É a primeira vez que o indicador recua em onze meses. Um dos vice-presidentes do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Hiroshi Nakaso disse hoje que a instituição já dispõe das ferramentas necessárias para sair de seu programa de relaxamento monetário, num comentário que pode alimentar especulação de que o BC japonês pretende começar a apertar sua política já no próximo ano.

O índice de sentimento econômico da zona do euro, que mede a confiança de setores corporativos e dos consumidores, subiu para 114,6 em novembro, de 114,1 em outubro, atingindo o maior nível desde outubro de 2000.

O presidente do Banco Central da Alemanha, Jens Weidmann, faz pronunciamento (14 horas) e o presidente do Banco da Inglaterra (BoE), Mark Carney, também discursa (11 horas). Na Ásia, a China informa os índices de gerentes de compras (PMIs) oficiais de indústria e serviços às 23h.

 

                              

Nas Bolsas, As principais bolsas asiáticas terminaram os negócios desta quarta-feira em alta, com as da China se recuperando na segunda metade do pregão, após mais um dia de recordes em Nova York e apesar do último teste de míssil da Coreia do Norte. Ontem, os mercados acionários dos EUA fecharam em níveis inéditos, após a aprovação de um projeto de reforma tributária elaborado por senadores republicanos no Comitê Orçamentário do Senado. A votação era considerada crucial para a eventual passagem da legislação no plenário do Senado.

 

 

Nos Estados Unidos, A Casa Branca comemorou a aprovação, no Comitê Orçamentário do Senado, do projeto dos senadores republicanos de reforma no sistema tributário dos Estados Unidos, com o pacote de impostos abrangente se encaminhando para uma votação no plenário do Senado amanhã. Por 12 votos a 11, a comissão aprovou a lei e a encaminhou para o plenário.

A segunda leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre é o indicador de destaque  às 11h30. A presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, presta depoimento no Comitê Econômico Conjunto do Congresso (13 horas); o Federal Reserve divulga o Livro Bege (17 horas); o presidente regional do Fed de Nova York, William Dudley (vota nas reuniões), participa de evento (11h30); e o presidente regional do Fed de San Francisco, John Williams, discursa (16h15).

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 28/11/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve baixa no início dos negócios. As incertezas em relação a votação da reforma da previdência continuam e os agentes ficam atentos as movimentações políticas em torno do tema. Com o presidente Temer pedindo aos seus ministros-parlamentares que não deixem o País nas primeiras semanas de dezembro buscando reunir os 308 votos necessários para aprovar a reforma previdenciária e o presidente da Câmara Rodrigo Maia dando declarações de que acredita ser difícil concluir a votação em 2017, deixam os mercados monitorando cada passo das negociações para se posicionarem. O Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que disse ser "viável" a votação da proposta no dia 6 de dezembro, data indicada pelo próprio Maia em ocasiões anteriores. Nesta manhã foi divulgado que a confiança do consumidor subiu 3,1 pontos em novembro ante outubro, na série com ajuste sazonal, o maior nível desde outubro de 2014, quando estava em 91,1 pontos. Nos Estados Unidos, o dia é de sabatina no Senado para Jerome Powell, novo presidente do Banco Central a partir de 2018, às 12h45. O principal interesse dos players durante o questionamento pelos parlamentares é sobre avaliações em relação à inflação. Além disso, a semana é de votação da reforma tributária no país (quinta-feira) e a vitória ou derrota de Donald Trump dará o tom dos próximos meses de seu mandato. O presidente americano reúne-se com o presidente da Câmara, Paul Ryan, e lideranças republicana e democrata na Câmara e Senado. Trump almoça no Capitólio com senadores republicanos para discutir a votação da reforma tributária no plenário do Senado. A agenda de indicadores traz como destaque o índice de confiança do consumidor em novembro (13 horas) e o índice de preços de moradias (12 horas). Também serão divulgados o Índice de atividade regional (13 horas) e o relatório semanal da API sobre estoques de petróleo bruto (19h30).

 

 

Na agenda interna, Vários eventos hoje nos Estados Unidos estarão no foco dos investidores, mas o mercado local deve seguir atento também aos desdobramentos políticos em torno da reforma da Previdência. Disposto a garantir a aprovação de alguma etapa da proposta ainda neste ano, o presidente Michel Temer pediu ontem aos ministros-parlamentares que não deixem o País nas primeiras semanas de dezembro, a fim de tentar reunir os 308 votos necessários para a aprovação. No entanto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) jogou um balde de água fria nas pretensões do governo e indicou que a votação pode ficar pela metade. Segundo ele, é difícil concluir as duas votações em 2017. A declaração provocou reação imediata do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que disse ser "viável" a votação da proposta no dia 6 de dezembro, data indicada pelo próprio Maia em ocasiões anteriores. A mudança de postura de Maia amplia incertezas, mas um contraponto para o mercado pode ser o fortalecimento do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que aceitou comandar o PSDB e se fortalece como candidato reformista à Presidência República. Além disso, o presidente da Câmara contrariou novamente a vontade do governo e não incluiu na pauta de votações do plenário desta semana a MP que cria o Programa de Desligamento Voluntário (PDV) dos servidores federais, enviada no fim de julho, mas que caduca hoje. Agora, o governo enviará nos próximos dias um projeto de lei criando o PDV para servidores do Executivo federal, de acordo com o Broadcast. O governo esperava economizar R$ 1 bilhão em 2018 com o PDV. Outra medida provisória, que adia o reajuste de servidores públicos de 2018 para 2019 e aumenta a contribuição previdenciária do funcionalismo, também está parada na Câmara. Com o recesso parlamentar, há o temor de que a medida não seja votada, o que, na prática, significa que o reajuste dos servidores passe a valer em fevereiro. O adiamento significa uma economia de R$ 5,7 bilhões para a União, valor do qual a equipe econômica precisa para fechar as contas.

A confiança do consumidor subiu 3,1 pontos em novembro ante outubro, na série com ajuste sazonal, informou há pouco a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) ficou em 86,8 pontos, o maior nível desde outubro de 2014, quando estava em 91,1 pontos.

 

 

Na agenda externa,  O assunto da manhã nos mercados europeus é o resultado do teste de estresse promovido pelo Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) nas instituições financeiras locais. Não há motivo para pânico mesmo com o Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia), conforme o presidente da instituição, Mark Carney, mas o BoE está em permanente estado de alerta, de acordo com ele. Na outra ponta da Europa, a Alemanha segue monitorada. Sai hoje o índice de confiança do consumidor GfK do país, mas é a política que mais tem tomado tempo dos investidores. Por enquanto, os sinais são de que uma solução para o impasse sobre a governabilidade de Angela Merkel será encontrada. Além disso, seguem no radar os principais temas dos Estados Unidos: o andamento da reforma tributária e a sabatina do indicado para presidir o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Jerome Powell, no Senado.

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, disse não ver necessidade de alterar a meta de inflação de 2% do banco central japonês, embora o ritmo de avanço dos preços continue moderado apesar da atual política de relaxamento monetário do BoJ, como é conhecida a instituição. Abe disse ainda esperar que o BoJ mantenha sua agressiva política de estímulos monetários para atingir a meta de inflação, mas ressaltou que dependerá do BC japonês como o objetivo será alcançado.

O dólar se fortaleceu após a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgar relatório elevando sua projeção de crescimento econômico mundial em 2017, de 3,5% para 3,6%, que seria o melhor resultado desde 2010. A entidade também elevou as previsões de expansão econômica dos EUA e da zona do euro neste e no próximo ano e opinou que o Banco Central Europeu (BCE) deveria aguardar até 2020 antes de começar a elevar seu juro básico.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira, com as chinesas se recuperando nos negócios da tarde em meio a rumores de que Pequim teria proibido fundos mútuos de fazerem grandes operações de vendas nesta semana. Segundo analistas, investidores da região asiática estão evitando negócios antes de eventos relevantes da semana. O tom cauteloso precede uma reunião de grandes produtores de petróleo, que na quinta-feira decidirão sobre a extensão de cortes na oferta da commodity, e a divulgação de indicadores de atividade manufatureira da China. Bolsas Europeias operando em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, o dia é de sabatina no Senado para Powell às 12h45. O principal interesse dos players durante o questionamento pelos parlamentares é sobre avaliações em relação à inflação. Além disso, a semana é de votação da reforma tributária no país (quinta-feira) e a vitória ou derrota de Donald Trump dará o tom dos próximos meses de seu mandato. O presidente americano reúne-se com o presidente da Câmara, Paul Ryan, e lideranças republicana e democrata na Câmara e Senado. Trump almoça no Capitólio com senadores republicanos para discutir a votação da reforma tributária no plenário do Senado.

A agenda de indicadores traz como destaque o índice de confiança do consumidor em novembro (13 horas) e o índice de preços de moradias (12 horas). Também serão divulgados o Índice de atividade regional (13 horas) e o relatório semanal da API sobre estoques de petróleo bruto (19h30).

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 27/11/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Em semana carregada de eventos, os olhos dos agentes se voltam para a continuidade das negociações sobre a tão falada reforma da previdência. Isso porque a semana tende a ser decisiva com a Câmara tendo apenas três semanas para tentar aprovar além da reforma , as medidas provisórias mais urgentes. O presidente da casa, Rodrigo Maia, declarou que existe alguma chance de se chegar aos 308 votos necessários para aprovação mas ainda não quer se comprometer em fechar uma data de votação. O boletim focus do Banco Central trouxe as seguintes estimativas para o final de 2017: IPCA: 3,06%, Selic: 7%, PIB: 0,73%, USD: 3,25 e o Superávit Comercial: USD 65,54 Bilhões. Nos Estados Unidos, foco também está na reforma tributária, e Trump tem reunião amanhã com senadores republicanos mesmo dia em que o Comitê de Orçamento do Senado deve unir peças importantes do projeto de lei, antes da votação, mas esse cronograma deve mudar se os líderes republicanos não conseguirem os votos necessários para passá-lo. Os republicanos tem uma maioria de 52 assentos contra 48 no Senado e não podem perder mais que dois votos de republicanos na votação da reforma, presumindo-se que nenhum democrata deve votar a favor.

 

 

Na agenda interna,   A confiança da construção do Brasil apresentou avanço em novembro pelo sexto mês seguido. O Índice de Confiança da Construção (ICST) do país subiu 1,1 ponto neste mês e foi a 79,1 pontos.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que na terça-feira passada disse que o governo estava "muito longe" de obter os 308 votos necessários para aprovar a reforma, no sábado afirmou em entrevista ao Blog do Josias que há "alguma chance" de se chegar nesse placar, mas ainda sem se comprometer em fechar uma data para a votação. O secretário-geral da Presidência da República, Moreira Franco, disse no fim de semana acreditar que os tucanos, mesmo desembarcando do governo, "não vão dar para trás", com relação ao apoio à reforma. E com os holofotes todos voltados para a Previdência, medidas provisórias com impacto de pelo menos R$ 7,6 bilhões na arrecadação foram deixadas de lado e correm o risco de caducar, deixando um rombo ainda maior no orçamento. A Câmara tem apenas três semanas para tentar aprovar, além da reforma da Previdência, as MPs mais urgentes. A última semana, de 18 a 22 de dezembro, já é de menor quórum e está sendo contabilizada para a votação do Orçamento de 2018.

O resultado do Produto Interno Bruto do Brasil no terceiro trimestre é o destaque local na sexta-feira, quando também será divulgado o IPC-S de novembro. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de novembro sai na quarta-feira, além do resultado primário do setor público e os dados da dívida pública, ambos de outubro. Na quinta-feira, o destaque é a PNAD contínua (taxa de desocupação) de outubro. Também serão divulgados a sondagem industrial (ICI) e o Índice de Confiança Empresarial (ICE) de novembro. O Banco Central poderá informar a estratégia de rolagem de US$ 9,638 bilhões em contratos de swap cambial que vencem em 02/01/18, sem data prevista. O indicador de destaque no dia é o relatório da dívida pública federal em outubro (10 horas). A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informa a bandeira tarifária do mês de dezembro nesta segunda-feira, sem horário previsto. Entre os eventos, o ministro do Luís Roberto Barroso, o juiz Sergio Moro e presidenciáveis como Geraldo Alckmin, João Doria e Jair Bolsonaro participam de evento em São Paulo (8h30). O presidente da Petrobras, Pedro Parente, participa de palestra, também na capital paulista (10 horas). O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn participa pela manhã do Fórum UE-Brasil de Negócios Verdes promovido pela União Europeia, em São Paulo (10h15). Já o diretor de política monetária, Reinaldo Le Grazie, participa de reunião no Banco Internacional de Compensações (BIS, na sigla em inglês) na Basileia, na Suíça. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, cumpre agenda em São Paulo, onde participa de eventos (15h30).

O Boletim Focus do Banco Central trouxe as seguintes estimativas para o final de 2017: IPCA: 3,06%, Selic: 7%, PIB: 0,73%, USD: 3,25 e o Superávit Comercial: USD 65,54 Bilhões.

 

 

Na agenda externa,  Líderes do partido conservador da chanceler alemã, Angela Merkel, concordaram no domingo em buscar uma “grande coalizão” com o Partido Social Democrata (SPD) para superar um impasse político que afeta a maior economia da Europa.

Na Europa, serão divulgados os dados do PIB de França (4ª feira), Espanha e Portugal (5ª feira); os números de inflação e desemprego (5ª feira) e o PMI industrial da zona do euro (6ª feira). Entre os eventos, hoje, o vice-presidente do BCE, Vítor Constâncio discursa em Frankfurt e, na quinta-feira, estarão no radar a reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e não-membros do cartel para discutir os níveis de produção da commodity e uma possível extensão do acordo de corte na produção, em Viena, além da reunião do Conselho Geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), na Suíça. Na Ásia, os destaques são os índices de atividade econômica (PMIs ) industrial de novembro da China (4ª feira) e do Japão (5ª feira), além da produção industrial japonesa de outubro (4ª feira). Já a Coreia do Sul decide juros (4ª feira) e revisa seu Produto Interno Bruto (PIB) trimestral (5ª feira).

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas começaram a semana em tom negativo, com as chinesas voltando a mostrar perdas nesta segunda-feira e os índices acionários da Coreia do Sul e de Taiwan pressionados pelo rebaixamento de grandes empresas de tecnologia locais. Bolsas Europeias operando com desempenhos mistos.

 

 

Nos Estados Unidos, A segunda leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre dos Estados Unidos estará no foco na quarta-feira. Além disso, o índice de preços dos gastos com consumo (PCE) na quinta-feira, a confiança do consumidor de novembro na terça-feira e o índice dos gerentes de compra (PMI) do setor industrial na sexta-feira são outros indicadores esperados na semana. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai se encontrar com senadores republicanos em uma reunião a portas fechadas nesta terça-feira, mesmo dia em que o Comitê de Orçamento do Senado deve unir peças importantes do projeto de lei, antes da votação, mas esse cronograma deve mudar se os líderes republicanos não conseguirem os votos necessários para passá-lo. Os republicanos tem uma maioria de 52 assentos contra 48 no Senado e não podem perder mais que dois votos de republicanos na votação da reforma, presumindo-se que nenhum democrata deve votar a favor. Também estarão no radar a votação no Comitê Bancário do Senado sobre a nomeação de Jerome Powell para o comando do Fed na terça-feira. No mesmo dia, o presidente dos EUA, Donald Trump, faz uma reunião para evitar a paralisação do governo com o presidente da Câmara, Paul Ryan, o líder republicano no Senado, Mitch McConnell, a líder democrata na Câmara, Nancy Pelosi, e o líder democrata no Senado, Chuck Schumer. Na quarta-feira devem ocorrer o depoimento da presidente do Federal Reserve (Fed), Janet Yellen, no Congresso, e a divulgação do Livro Bege, sumário sobre as condições econômicas em cada um dos distritos do Fed.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 24/11/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Nesse encerramento de semana a liquidez tende a ser reduzida já que os mercados em Nova York terão sessão reduzida um dia após o feriado de ação de graças. Na agenda americana temos a divulgação do  índice de gerente de compras (PMI) composto (12h45) e as bolsas do país fecham as 16h (Black Friday). No exterior, o índice de sentimento das empresas da Alemanha subiu ao nível recorde de 117,5 em novembro, do nível revisado a 116,8 em outubro, fortalecendo o euro. No Brasil, a prévia do índice de confiança da indústria apontou alta de 2,7 pontos em novembro, chegando a 98,1 pontos, atingindo o nível mais alto desde fevereiro de 2014.  Com a agenda doméstica esvaziada, as atenções seguem nas negociações em torno da reforma da previdência. O governo ainda parece longe de obter os 308 votos necessários para a aprovação da proposta, mas escalou seus principais líderes para conversas com bancadas nos próximos dias. A retomada das articulações para aprovar a matéria ainda este ano na Câmara vai exigir o pagamento de uma "fatura extra" de pelo menos R$ 14,5 bilhões em troca de votos. A conta pode crescer nas próximas semanas com medidas que incluem compensações a Estados, ajuda a prefeitos e emendas parlamentares.

 

 

Na agenda interna, O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo registrou alta de 0,32 por cento na terceira quadrissemana de novembro depois de avançar 0,34 por cento na segunda leitura do mês.

A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) indicou em novembro o quinto avanço seguido com melhora tanto da situação atual quanto das expectativas, atingindo nível mais alto desde fevereiro de 2014. A prévia do ICI apontou alta de 2,7 pontos em novembro, chegando a 98,1 pontos.

A semana chega ao fim com mais um dia que deve ser de baixa liquidez, já que os mercados em Nova York terão sessão reduzida nesta Black Friday. Por aqui, a agenda é esvaziada e as atenções dos investidores seguem na reforma da Previdência, que pode ser votada na Câmara na primeira semana de dezembro, conforme tem indicado o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O governo ainda parece longe de obter os 308 votos necessários para a aprovação da proposta, mas escalou seus principais líderes para conversas com bancadas nos próximos dias. Além da retórica, o presidente Michel Temer está lançando mão de novas benesses para melhorar o clima com o Congresso e angariar o apoio de prefeitos e governadores no corpo a corpo com deputados. Conforme levantamento feito pelo Broadcast, a retomada das articulações para aprovar a matéria ainda este ano na Câmara vai exigir o pagamento de uma "fatura extra" de pelo menos R$ 14,5 bilhões em troca de votos. A conta pode crescer nas próximas semanas com medidas que incluem compensações a Estados, ajuda a prefeitos e emendas parlamentares. Ainda sobre a Previdência, um encontro ontem para tirar dúvidas de jornalistas e assessores sobre a nova versão da proposta foi invadido por servidores insatisfeitos com as regras mais duras para o funcionalismo. As consultoras que conduziam a reunião ficaram surpresas com a aparição dos servidores e com o nível de revolta demonstrado por eles.

 

 

Na agenda externa,  O índice de sentimento das empresas da Alemanha subiu ao nível recorde de 117,5 em novembro, do nível revisado a 116,8 em outubro. "A economia da Alemanha está a caminho de uma forte expansão," avaliou o presidente do Ifo, Clemens Fuest.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial do Japão subiu para 53,8 em novembro de 52,8 em outubro.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas chinesas fecharam praticamente estáveis nesta sexta-feira, revertendo ou apagando a maior parte de perdas de mais cedo que temporariamente ampliaram o tombo sofrido ontem, garantindo um desempenho melhor para os mercados da Ásia no fim desta semana.

As bolsas europeias operam majoritariamente em alta nesta manhã, após um indicador alemão positivo e a estabilização dos mercados chineses, que ontem sofreram um tombo e voltaram a preocupar investidores. A liquidez na Europa, no entanto, tende a se manter reduzida um dia após o feriado do Dia de Ação de Graças nos EUA. Já o impasse político na Alemanha e a questão do Brexit continuam no radar.

 

Nos Estados Unidos, será divulgado o índice de gerente de compras (PMI) composto (12h45). Em Nova York, os mercados terão sessão reduzida: as bolsas fecham às 16h.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 23/11/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. No Brasil, os agentes devem digerir a versão mais enxuta das mudanças na regra previdenciária apresentada ontem, a qual o planalto corre contra o tempo para que a reforma passe pela Câmara até 15 de Dezembro. Apesar do tom mais otimista adotado pelo presidente da Câmara Rodrigo Maia, é certo que para conseguir os 308 votos necessários para sua aprovação, o governo vai precisar de um trabalho consistente no convencimento dos parlamentares. Questões em torno da idade mínima de aposentadoria são discutidas e aliados políticos fazem pressão pela redução à 60 anos (homens) e 58 (mulheres). O texto aponta 65 anos (homens) e 62 (mulheres), dentre outros temas. No Exterior, o Banco Central Americano, FED, enfrentam dúvidas a respeito da inflação fraca no País nos últimos meses. Alguns membros da instituição acreditam que o índice pode ficar abaixo da meta de 2% por mais tempo do que o esperado. Se esse quadro perdurar, podemos observar menos elevações dos juros americanos no ano que vem do que as três previstas, o que favorece mercados emergentes, entre eles o Brasil. Para esse ano, as apostas dão conta que a instituição tende a aumentar o juro mais uma vez em dezembro. Hoje devido ao feriado de ação de graças nos Estados Unidos, o volume de negócios tende a ser reduzido.

 

 

Na agenda interna, A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) registrou leve aceleração para 0,32% na terceira quadrissemana de novembro. O resultado ficou 0,02 ponto porcentual acima do verificado na leitura imediatamente anterior, quando o indicador apresentou variação de 0,30%.

O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência, deputado Arthur de Oliveira Maia (PPS-BA), apresentou a versão enxuta das mudanças nas regras previdenciárias, e disse prever um “trabalho árduo” para conseguir os votos necessários para aprovar a matéria. O presidente da Câmara Rodrigo Maia, passou a adotar um tom mais otimista ao comentar sobre a proposta. "A reforma é justa e está sendo bem organizada. Estamos trabalhamos e vamos construir maioria", disse logo após a posse do novo ministro das Cidades, Alexandre Baldy. Ele evitou, porém, falar em um calendário de votação. "Não vou tratar de data", afirmou. O governo corre contra o tempo para que a reforma passe pela Câmara até 15 de dezembro.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que em "princípio" a idade mínima de aposentadoria na nova versão da reforma da Previdência ficará em 62 anos para mulheres e 65 para homens. Ao comentar a pressão dos aliados políticos para reduzir a idade para 60 anos (homens) e 58 (mulheres), o ministro afirmou que é natural "demandas" dos políticos nessa hora de negociação.

O IPCA-15, registrou alta de 0,32% em novembro, após ter avançado 0,34% em outubro.

 

 

Na agenda externa, O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro, que mede a atividade nos setores industrial e de serviços, subiu para 57,5 em novembro, de 56 em outubro, atingindo o maior nível em 79 meses.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido registrou crescimento de 0,4% no terceiro trimestre ante o anterior e avançou 1,5% na comparação anual. Já o Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha cresceu 0,8% no terceiro trimestre ante o segundo e mostrou expansão de 2,8% ante igual período do ano passado.

 

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas chinesas fecharam nos menores níveis em meses nesta quinta-feira, influenciando outros mercados da Ásia, em meio a recentes esforços de Pequim para regular serviços financeiros.

As bolsas europeias operam sem direção única nesta manhã, após indicadores econômicos da região e um tombo nos mercados chineses, com liquidez reduzida em meio ao feriado do Dia de Ação de Graças nos EUA.

 

 

Nos Estados Unidos, Na mais recente reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), os dirigentes da instituição disseram que provavelmente elevariam as taxas de juros "no curto prazo" devido a uma economia em fortalecimento, embora vários tenham comentado que seu apoio para o movimento dependeria de saber se eles veriam a inflação reagir para cima. Devido a inflação fraca nos últimos meses, alguns membros da instituição acreditam que o índice pode ficar abaixo da meta de 2% por mais tempo do que o esperado. Se esse quadro perdurar, podemos observar menos elevações dos juros americanos no ano que vem do que as três previstas, o que favorece mercados emergentes, entre eles o Brasil.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 22/11/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Declarações dadas ontem a noite pela presidente do Banco Central Americano, Janet Yellen, sobre dúvidas se o momento de inflação fraca no país é de fato transitório, enfraquecem a moeda nessa manhã. Os mercados aguardam pela Ata da instituição da última reunião de política monetária as 17h de hoje que poderá confirmar expectativas de que haverá um novo aumento de juros em dezembro. A agenda americana traz ainda os pedidos de auxílio-desemprego (11h30), as encomendas de bens duráveis (11h30), o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan (13h00). No Brasil, as atenções seguem voltadas para as articulações envolvendo a reforma da previdência e está marcada para esta noite entrevista do relator do texto para detalhar as mudanças que tornam a proposta mais enxuta. Resta saber o que sobrará do projeto inicial e por enquanto o governo sabe que não dispõe dos 308 votos necessários para sua aprovação.

 

 

Na agenda interna, as atenções seguem nas articulações envolvendo a reforma da Previdência e em entrevista coletiva marcada para 22 horas, quando o relator do texto, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) vai detalhar as mudanças que tornam a proposta ainda mais enxuta. Antes será feita apresentação a lideranças políticas em jantar oferecido pelo presidente Michel Temer, no Palácio do Alvorada. A dúvida do mercado é o que sobrará do projeto inicial. Mesmo depois de dar o sinal verde para a desidratação da reforma, o governo tenta manter pelo menos a maior parte das regras que já haviam sido aprovadas na comissão especial, mas nos bastidores a avaliação é que a estratégia esbarrará na resistência dos parlamentares, que vão promover mais alterações em plenário da Câmara por meio de destaques. Lideranças da base aliada se articulam inclusive para tentar alterar as idades mínimas de aposentadoria para 60 anos para homens e 58 anos para mulheres, embora o governo dê como certa em sua nova campanha pró-reforma a fixação dos 65 anos e 62 anos, respectivamente. Mas mesmo o enxugamento do texto não é suficiente para garantir a aprovação da proposta na Câmara. A avaliação, admitida até mesmo pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é de que o governo não tem hoje os 308 votos necessários para aprovar a matéria. "Está longe", reconheceu. Já o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tenta manter o otimismo e disse ontem que ainda conversaria com Arthur Maia, destacando que o período de transição, a idade mínima e o regime único entre trabalhadores privados e servidores são os pontos fundamentais da proposta. Hoje o presidente Michel Temer dá continuidade às articulações para obter apoio à reforma da Previdência com reunião com governadores (11h00), seguida de almoço (13h00). Depois, participa da cerimônia de posse do ministro das Cidades, Alexandre Baldy (15h30).

 

 

Na agenda externa,  Metade dos alemães é a favor da convocação de novas eleições depois que a chanceler Angela Merkel não conseguiu chegar a um acordo para formar uma nova coalizão com outros dois partidos, enquanto um quinto dos entrevistados defende a formação de um governo de minoria, segundo pesquisa.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira, com destaque para o setor bancário, mas os ganhos diminuíram no fim dos negócios à medida que os investidores se retraíram antes de um feriado nos EUA.

As bolsas europeias operam sem direção única nos negócios da manhã, em meio à indefinição política na Alemanha e à espera de um anúncio orçamentário no Reino Unido e da última ata de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).

 

 

Nos Estados Unidos, destaque para a divulgação da ata da mais recente reunião de política monetária do Federal Reserve (17h00). Ontem, a presidente do Fed, Janet Yellen, demonstrou dúvidas sobre se o momento de inflação fraca nos EUA é de fato transitório. Na agenda serão conhecidos os pedidos de auxílio-desemprego (11h30), as encomendas de bens duráveis (11h30), o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan (13h00) e os estoques de petróleo bruto pelo Departamento de Energia (13h30).

 

Fonte: Broadcast

Siscoserv para importadores e exportadores, perguntas e respostas

0

Empresas importadoras e/ou exportadoras de produtos e serviços precisam realizar a declaração Siscoserv.

 

A Advanced Corretora explica a seguir algumas das principais dúvidas que profissionais e empresas de importação e exportação têm a respeito da declaração Siscoserv.

 

Importadores e Exportadores, vocês já regularizaram as suas operações no Siscoserv?

O Siscoserv é uma obrigação acessória, passível de penalidade por não cumprimento.

 

Quais são as empresas passíveis?

Toda empresa que tem operações de importação e/ou exportação, mesmo que pague em reais, deve realizar a declaração do Siscoserv, desde que não seja optante pelo regime tributário Simples Nacional.

 

Desde quando preciso registrar o frete?

Os registros dos fretes são obrigatórios desde abril 2013.

 

O Importador registra o frete na importação?

O importador registra os fretes no Siscoserv somente nos casos Collect.

 

O exportador registra o frete na exportação?

O exportador registra os fretes no Siscoserv somente nos casos Prepaid.

 

Existe uma penalidade?

Sim, caso você ou sua empresa não cumpra as declarações nos prazos estabelecidos, podem ser autuados pela falta de declaração com multas que variam de 3% (não inferior a R$ 100,00), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras.

 

Por registro em Atraso:

  • Multa de R$ 500,00 (Mês) – Empresas em Início de operação, Imunes, Isentas, Lucro Presumido ou Simples Nacional.
  • Multa de R$ 1.500,00 (Mês) – Demais Pessoas jurídicas.

 

Para entender mais sobre o Siscoserv, você pode acessar este conteúdo, ou então entrar em contato com a Advanced Corretora. Temos uma equipe especializada para te ajudar com esta obrigação acessória. Não fique exposto perante a Receita Federal!

Panorama de Mercado 21/11/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve alta no início dos negócios. Após o feriado de ontem, os mercados vão ficar atentos às mudanças no primeiro escalão do governo e seus desdobramentos junto a base aliada, buscando pistas sobre a votação da reforma da previdência, que poderá acontecer na primeira semana de dezembro segundo o presidente da Câmara Rodrigo Maia que vem se fortalecendo com as articulações que estão sendo feitas pelo planalto. O boletim Focus do Banco Central fez as seguintes estimativas para o final de 2017: Selic: 7%, IPCA: 3,09%, PIB: 0,73% e o USD subiu para: 3,25. Os agentes estão projetando o possível aumento do juro americano em dezembro e também refletem o anúncio feito ontem por Janet Yellen, atual presidente da instituição que anunciou que deixará todas as suas funções na instituição a partir de fevereiro. Mesmo tendo direito a uma cadeira no conselho da instituição até 2024, a economista decidiu se afastar do Fed quando terminar o mandato dela como presidente. Com mais uma baixa entre os dirigentes 'dovish',  as portas se abrem para Trump fazer nova nomeação, gerando especulações. Na agenda do país temos previsto para hoje a divulgação dos dados sobre vendas de moradias usadas em outubro, às 13 horas. Um pouco antes, as 11h30 sai o índice de atividade nacional do Fed no mês de outubro.

 

 

Na agenda interna,  O avanço dos preços no atacado levou o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) a acelerar a alta a 0,37 por cento na segunda prévia de novembro, após subir 0,30 por cento no mesmo período do mês anterior.

Os investidores devem retomar os negócios após o feriado de ontem no Brasil mostrando o que acharam da escolha de Alexandre Baldy (sem partido-GO) para assumir o Ministério das Cidades, no lugar do tucano Bruno Araújo, e cuja posse está marcada para amanhã. A escolha é vista por interlocutores do presidente Michel Temer como uma forma de ajudar o governo a juntar sua base aliada e votar a reforma da Previdência, uma vez que a articulação para essa nomeação foi feita diretamente pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Outras mudanças no primeiro escalão que devem ser anunciadas nos próximos dias também fortalecem Maia, como a troca do comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Após a escolha de seu aliado, Maia já anunciou que pretende colocar a reforma em votação na primeira semana de dezembro. O Senado, porém, só deve concluir a tramitação em março do ano que vem. O presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), tem argumentado que as mudanças no INSS tramitam na Câmara há mais de um ano e que os senadores não vão votar a matéria a toque de caixa. Aliados de Maia o aconselharam a incluir Eunício na rodada de conversas sobre a reforma ministerial. E hoje Temer vai receber 13 de seus ministros no Palácio da Alvorada as 15hs. Já amanhã, além da posse de Baldy, Temer vai apresentar o texto da proposta enxuta de reforma da Previdência no almoço com governadores e depois oferecer um jantar com líderes e economistas, no esforço de ampliar o convencimento em torno dessa matéria.

Ontem o boletim focus do Banco Central fez as seguintes estimativas para o final de 2017: Selic: 7%, IPCA: 3,09%, PIB: 0,73% e USD: 3,25.

 

 

Na agenda externa,  Ontem, o dólar ganhou força após o anúncio de que Janet Yellen vai deixar em fevereiro todas as funções no Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Mesmo tendo direito a uma cadeira no conselho da instituição até 2024, a economista decidiu se afastar do Fed quando terminar o mandato dela como presidente. Com mais uma baixa entre os dirigentes 'dovish' e as portas abertas para outra nomeação do presidente Donald Trump ao Fed, o dólar renovou as máximas ante as moedas principais. Por sua vez, o euro seguiu a sua trajetória de queda, pressionado pelo impasse na política da Alemanha, onde a chanceler Angela Merkel falhou em costurar uma aliança para se manter no poder.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam em alta quase generalizada nesta terça-feira, seguindo o tom positivo de ontem dos mercados acionários de Nova York e em meio ao bom desempenho do setor de tecnologia.

As bolsas europeias buscam direção nesta manhã, influenciadas ainda por preocupações com a situação política na Alemanha, após o fracasso no fim de semana de conversas para a formação de um novo governo de coalizão, mas também sustentadas pela consequente fraqueza do euro. 

 

 

Nos Estados Unidos, está prevista a divulgação dos dados sobre vendas de moradias usadas em outubro, às 13 horas. Um pouco antes, as 11h30 sai o índice de atividade nacional do Fed no mês de outubro.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 17/11/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. A Câmara dos deputados americanos aprovou ontem por 227 votos a 205, o projeto de reforma tributária que corta US$ 1,4 trilhão em impostos nos próximos dez anos, todavia dúvidas em relação à proposta devem continuar visto que o texto agora segue para o Senado na próxima semana, onde o projeto é diferente do aprovado na Câmara. Os investidores estarão atentos às mudanças incluídas no plano dos senadores. A intenção do presidente Trump é de sancionar o projeto até o Natal. A agenda do país traz hoje as construções em moradias iniciadas (11h30), o índice de atividade industrial do Fed de Kansas (14h00). No Brasil, os agentes financeiros seguem de olho às negociações políticas em torno das reformas ministerial e da Previdência. Há expectativas de anúncio hoje de uma liberação de despesas do Orçamento entre R$ 7 bilhões e R$ 8 bilhões. O número final será fechado hoje e visa dar fôlego para os ministérios tocarem os programas até o final do ano. A liberação de R$ 12,8 bilhões feita em setembro não foi suficiente para suprir as necessidades. A melhora da arrecadação e o sucesso de leilões recentes permitiram essa nova liberação, segundo a equipe econômica. O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, profere palestra em São Paulo (13h00).

 

 

Na agenda interna,  O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo registrou alta de 0,34 por cento na segunda quadrissemana de novembro, ante 0,31 por cento na primeira prévia do mês. Já o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), desacelerou em cinco das sete capitais pesquisadas na segunda quadrissemana de novembro em relação à leitura anterior. No geral, o IPC-S recuou de 0,36% para 0,30% entre os dois períodos.

As dúvidas em relação à proposta dos senadores de reforma no sistema tributário americano devem continuar no radar dos investidores, após a aprovação do projeto dos senadores no Comitê de Finanças do Senado durante a madrugada. Mas os investidores estarão atentos às mudanças incluídas no plano dos senadores. Agora a proposta será enviada para votação no plenário do Senado, que pode ocorrer na semana que vem. O projeto dos deputados, aprovado ontem por 227 votos a 205, prevê que o corte no imposto corporativo dos atuais 35% para 20% seja implementado já em 2018, e que as faixas de imposto de renda sejam reduzidas de sete para quatro. A previsão é de corte nas receitas fiscais do governo de US$ 1,4 trilhão em uma década, o que seria compensado pelo crescimento econômico esperado com o plano. Já o projeto elaborado pelos senadores republicanos previa a revogação de parte do Obamacare ao projeto tributário. O desejo do presidente dos EUA, Donald Trump, é que a sanção ocorra até o Natal. No Brasil, com a agenda de indicadores fraca antes do feriado em São Paulo e no Rio na segunda-feira, pelo Dia da Consciência Negra, os agentes financeiros seguirão atentos às negociações políticas em torno das reformas ministerial e da Previdência. Há expectativas de anúncio hoje de uma liberação de despesas do Orçamento entre R$ 7 bilhões e R$ 8 bilhões. O número final será fechado hoje e visa dar fôlego para os ministérios tocarem os programas até o final do ano. A liberação de R$ 12,8 bilhões feita em setembro não foi suficiente para suprir as necessidades. A melhora da arrecadação e o sucesso de leilões recentes permitiram essa nova liberação, segundo a equipe econômica. O decreto com o desbloqueio será publicado na semana que vem. A prioridade da distribuição do dinheiro será para manutenção das obras em andamento.

Empenhados em salvar a aliança com o PMDB para as eleições de 2018, tucanos que integram a "ala Jaburu" – composta por frequentadores da residência oficial do presidente Michel Temer – combinaram com o Palácio do Planalto o script do desembarque. A estratégia foi articulada para diluir a saída do PSDB da coligação e não parecer que o governo está a reboque dos tucanos.

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, profere palestra em São Paulo (13h00).

 

 

Na agenda externa,  O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, fez hoje uma avaliação otimista sobre a economia da zona do euro, mas indicou que a instituição não está com pressa de elevar taxas de juros. No mês passado, o BCE anunciou uma cautelosa "recalibragem" de suas extensas medidas de estímulos, prorrogando seu programa de relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês) por nove meses, até setembro do ano que vem, mas reduziu as compras de ativos pela metade, ao ritmo mensal de 30 bilhões de euros.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira, com algumas delas seguindo o tom positivo de ontem dos mercados de Nova York, mas um novo alerta regulatório pesou nas ações chinesas, principalmente em Shenzhen. Bolsas Europeias operando sem direção comum. 

 

Nos Estados Unidos, O presidente da distrital de Dallas do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Robert Kaplan, afirmou que está "considerando ativamente" apoiar o aumento dos juros nos Estados Unidos. A próxima reunião da instituição ocorre em 12 e 13 de dezembro.

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de reforma tributária que corta US$ 1,4 trilhão em impostos nos próximos dez anos e beneficia de maneira desproporcional as empresas e os contribuintes mais ricos e penaliza Estados democratas que cobram elevadas taxas locais. Mas para se transformar em lei, a proposta tem de passar no Senado, onde seu futuro é incerto. O projeto foi aprovado por 227 votos a 205. Nenhum deputado democrata apoiou a proposta. Treze republicanos se opuseram ao texto, a maioria dos quais de Estados que serão prejudicados, como Califórnia e Nova York.

O Comitê de Finanças do Senado aprovou o projeto de reforma tributária do partido republicano nesta madrugada (hora local) em Washington. O projeto, que é diferente do aprovado na tarde de quinta-feira pela Câmara de Representantes, teve 14 votos favoráveis e 12 contrários no Comitê que elaborou a proposta. Agora, o texto deve seguir adiante para votação geral no Senado após o Feriado de Ação de Graças nos EUA, dia 23 de novembro, segundo o site Político. Se aprovado, os republicanos pretendem levar a reforma tributária para o presidente americano, Donald Trump, até o Natal.

Na agenda serão divulgadas as construções em moradias iniciadas (11h30), o índice de atividade industrial do Fed de Kansas (14h00) e os poços e plataformas em operação Baker Hughes (16h00).

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 16/11/2017

0

Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Os mercados estão atentos a votação da proposta de reforma tributária no plenário da Câmara dos Representantes americanos prevista para hoje. Na agenda do país, a produção industrial de outubro é o indicador de destaque (12h15). Antes, às 11h30, saem o índice de preços das importações de outubro, o índice de atividade regional de novembro do Fed da Filadélfia, e os pedidos semanais de auxílio-desemprego. Entre os eventos, a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester (sem direito a voto), discursa às 12h10; Robert Kaplan, presidente da unidade de Dallas do Fed (com direito a voto), fala às 16h10. A reforma tributária americana é vista como termômetro da força de Donald Trump no Congresso americano. Sobre o assunto, o senador republicano Ron Johnson (Wisconsin) disse que se opõe ao pacote tributário apresentado por senadores do partido, ao dizer que a medida beneficia injustamente as empresas mais do que outros tipos de negócios. "Se eles podem passar sem mim, tentem. Não irei votar nesse pacote de impostos", disse Johnson. Os republicanos estão contando com um apoio total dentro da sigla para aprovar o projeto. Com 52 assentos no Senado, os republicanos não podem perder mais do que dois votos para aprovarem a medida, uma vez que não são esperados votos democratas. No Brasil, o andamento das negociações em torno da reforma da previdência deve continuar a permear o humor. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse acreditar que é possível votar ainda este ano a versão enxuta da PEC que muda as regras da previdência.

 

 

Na agenda interna,  O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) desacelerou a alta a 0,24 por cento em novembro contra 0,49 por cento em outubro diante da menor alta dos preços no atacado, de acordo com a FGV. Já o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou a alta a 0,30 por cento na segunda quadrissemana de novembro, contra 0,36 por cento na primeira leitura do mês.

O investidor começa a quinta-feira de olho em reformas. Reforma tributária nos Estados Unidos e a da Previdência no Brasil. Nos EUA está prevista a votação da proposta feita por deputados republicanos na Câmara dos Representantes, mas ontem pesaram sobre as bolsas de Nova York preocupações com essa reforma, após o Comitê de Finanças do Senado ter revelado mudanças em seu projeto, incluindo uma revogação parcial do Obamacare, e depois de o senador republicano Ron Johnson dizer que não votaria a favor do plano, o que aumentou as dúvidas sobre as chances de aprovação da proposta. Na volta do feriado nacional, a dúvida sobre o andamento da reforma da Previdência deve continuar a permear os negócios. O presidente Michel Temer decidiu condicionar a reforma ministerial aos votos dados pelos partidos aliados para a reforma. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ontem que o governo não pode transferir a responsabilidade pela aprovação da reforma ao Congresso. "Empurrar a responsabilidade não ajuda", afirmou, em entrevista exclusiva à Agência Estado. A proposta mais enxuta de reforma da Previdência vai incluir um novo modelo de regra de cálculo para os benefícios do INSS, com a concessão do benefício integral a quem completar 40 anos de contribuição. Segundo apurou o Broadcast, quem cumprir o tempo mínimo de 15 anos de contribuição garantirá 60% do salário de contribuição e terá incentivo para continuar trabalhando, uma vez que os ganhos serão crescentes. Maia acredita que é possível votar ainda este ano a versão enxuta da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que muda as regras da Previdência. Mas Maia afirmou que os projetos no Congresso que tratam, por exemplo, do adiamento dos reajustes dos servidores públicos e o aumento da alíquota previdenciária do funcionalismo são "temas difíceis" de serem aprovados este ano. Para tentar colocar uma boa imagem na reforma da Previdência, o governo gastou R$ 25 milhões em publicidade com três filmes que passarão a ser veiculados a partir de amanhã por cerca de dez dias. No radar também está a reforma trabalhista, já em vigor e que deve gerar contestações por parte de sindicatos e trabalhadores por permitir, por exemplo, que trabalhadores contratados sob o novo regime intermitente que tiverem remuneração inferior ao salário mínimo poderão ficar sem direito à aposentadoria e ao seguro-desemprego. Para tentar contornar a situação, a Medida Provisória 808 cria a possibilidade de recolhimento previdenciário adicional a ser pago pelo próprio trabalhador.

O Ministério da Fazenda divulga o boletim Prisma Fiscal de novembro (10 horas) e o fluxo cambial semanal (12h30). Entre os eventos, o presidente Michel Temer participa da abertura da Semana Global do Empreendedorismo 2017, em Brasília (11 horas). O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, participa de reunião da junta de execução orçamentária (14h30). Já o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, tem reuniões à tarde, através de videoconferência, com representantes da Missão do FMI/Banco Mundial 2017/2018, e com representantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, ambas no Banco Central, em São Paulo.

O presidente Michel Temer indicou a aliados que pretende fazer uma reforma ministerial por fases ao invés de trocar, de uma só vez, todos os ministros que desejam disputar as eleições de 2018.

 

 

Na agenda externa,  O setor varejista do Reino Unido teve desempenho melhor do que o esperado em outubro. Dados do Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS, na sigla em inglês) mostram que as vendas no varejo britânico subiram 0,3% em outubro ante setembro e tiveram queda de 0,3% na comparação anual.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro teve alta de 0,1% em outubro ante setembro e avançou 1,4% na comparação anual. O resultado confirma a preliminar e representa uma desaceleração ante o avanço anual de 1,5% de setembro, o que deixa o índice um pouco mais longe da meta de quase 2% do Banco Central Europeu (BCE).

 

                              

Nas Bolsas, A maioria das bolsas da Ásia e do Pacífico fechou em alta nesta quinta-feira, ignorando o fraco desempenho de ontem dos mercados acionários de Nova York. O destaque foi Tóquio, que exibiu alta significativa, interrompendo uma sequência de seis pregões consecutivos de perdas. Bolsas Europeias em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, A produção industrial de outubro é o indicador de destaque nos Estados Unidos (12h15). Antes, às 11h30, saem o índice de preços das importações de outubro, o índice de atividade regional de novembro do Fed da Filadélfia, e os pedidos semanais de auxílio-desemprego. Entre os eventos, a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester (sem direito a voto), discursa às 12h10; Robert Kaplan, presidente da unidade de Dallas do Fed (com direito a voto), fala às 16h10; e a diretora do Fed Lael Brainard (com direito a voto) participa de evento sobre fintechs às 18h45. Sem horários previstos, o presidente Donald Trump reúne-se com deputados do partido Republicano antes da votação da proposta de reforma tributária no plenário da Câmara dos Representantes. Sobre o assunto, o senador republicano Ron Johnson (Wisconsin) disse que se opõe ao pacote tributário apresentado por senadores do partido, ao dizer que a medida beneficia injustamente as empresas mais do que outros tipos de negócios. "Se eles podem passar sem mim, tentem. Não irei votar nesse pacote de impostos", disse Johnson. Os republicanos estão contando com um apoio total dentro da sigla para aprovar o projeto. Com 52 assentos no Senado, os republicanos não podem perder mais do que dois votos para aprovarem a medida, uma vez que não são esperados votos democratas.

O presidente da distrital de Boston do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Eric Rosengren, afirmou que o caminho que a economia americana deve trilhar aponta para a continuidade da elevação dos juros no país, fazendo com que o Fed precise atuar novamente em dezembro.

 

Fonte: Broadcast