Panorama de Mercado 29/09/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Dólar operando em queda no início dos negócios reagindo a divulgação do índice de preços dos gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, indicador de inflação levado em conta pelo Federal Reserve em suas decisões de política monetária, que apontou alta de 0,2% em agosto ante julho. Já a renda pessoal e gastos dos americanos subiu 0,1% no mesmo período. No Brasil, ontem os dados do governo central demonstrando um saldo negativo menor na comparação anual, dá espaço ao Planalto para cumprir a meta fiscal desse ano, mas vale lembrar que pressões de bancadas políticas por liberações de recursos em troca de apoio a Temer para derrubar a segunda denúncia contra ele, podem diminuir esse espaço. Certamente que, cumprir a meta fiscal atual de rombo de até R$ 159 Bilhões com folga, seria bem vista pelos mercados, mas como é a sobrevivência do presidente que está em jogo, não é prudente contar com isso. A escolha do relator da peça na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ), divulgada ontem foi bem recebida pelo governo, visto que José Bonifácio de Andrada e Silva, foi um dos deputados que ajudaram a segurar a primeira denúncia contra Temer por corrupção passiva, rejeitada em agosto pela Câmara dos Deputados. Nesta manhã temos a divulgação do resultado fiscal do setor público consolidado do mês passado (10h30). Agora a pouco o IBGE confirmou que a taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,6% no trimestre encerrado em agosto. Hoje termina a guerra pela formação da Ptax entre os bancos, e os mercados chegam ao fim do terceiro trimestre 2017, ajustando carteiras após a crescente aposta do aumento de juro americano em Dezembro. Voltando ao exterior, nos Estados Unidos teremos ainda, a atividade industrial em setembro (10h45); índice de sentimento do consumidor (11h00). O presidente do Federal Reserve da Filadélfia, Patric Harker, discursa (12h00).

 

 

 

Na agenda interna,  a divulgação ontem de um déficit do Governo Central que ficou em menos da metade do saldo negativo de um ano atrás e os quase R$ 16 bilhões levantados em leilões de hidrelétricas e de blocos de exploração de petróleo nesta semana ajudaram a afastar ainda mais o risco de o governo não cumprir a meta deste ano, de um rombo de até R$ 159 bilhões nas contas públicas. O Planalto ganhou algum espaço, mas economistas ponderam que a equipe econômica terá de fazer uma escolha: cumprir a meta fiscal com folga, o que seria bem-visto pelo mercado, ou ceder a pressões por liberações de recursos e entregar a meta "no limite", o que agradaria as bancadas em um momento em que o presidente Michel Temer precisa de apoio para derrubar mais uma denúncia contra ele. Sobre isso, foi bem recebida no Planto ontem a escolha do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) para relatar a peça na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, o que pode também acalmar os investidores.

Nesta manhã temos a divulgação do resultado fiscal do setor público consolidado do mês passado (10h30).

Em busca de apoio para barrar a segunda denúncia na Câmara dos Deputados, o presidente Michel Temer prometeu para integrantes das frentes parlamentares do biodiesel e do setor sucroenergético anunciar em outubro a antecipação do aumento da mistura obrigatória do biodiesel no diesel comum vendido ao consumidor. Juntas, as duas frentes reúnem mais de 130 dos 513 deputados da Casa, que serão responsáveis por votar pela aceitação ou não do pedido de investigação contra o presidente.

 

 

 

Na agenda externa,  Agora cedo, a agência de estatísticas da União Europeia (Eurostat) divulgou que o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 1,5% na comparação anual de setembro na zona do euro, repetindo a variação de agosto. A meta do Banco Central Europeu (BCE) é de um porcentual levemente abaixo de 2%. Logo mais, às 11h15 (de Brasília), o presidente da instituição, Mario Draghi, fará um pronunciamento em Londres.

No Reino Unido, o presidente do BoE, Mark Carney, disse hoje que a instituição provavelmente elevará sua taxa básica de juros se a economia local se mantiver na trajetória atual. A instituição já havia dado várias sinalizações de que está estudando essa possibilidade em função dos impactos da saída dos britânicos da União Europeia, o chamado Brexit, sobre a atividade.

Já na Alemanha, as vendas no varejo caíram 0,4% de julho para agosto no cálculo ajustado sazonalmente. Na comparação anual, a comercialização da maior economia da UE registrou alta de 2,8% em termos reais no mês passado.

As vendas no varejo do Japão avançaram 1,7% em agosto, ante o mesmo mês do ano passado, informou hoje o Ministério da Economia, Comércio e Indústria. Esse é o décimo mês seguido de avanço do índice.

 

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas da Ásia e do Pacífico encerraram os negócios desta sexta-feira majoritariamente em alta, com muitos investidores zerando posições antes de um longo feriado na China.

A maioria das bolsas europeias opera em alta, enquanto as moedas locais apresentam tendência mista na manhã desta sexta-feira, último dia de negócios do terceiro trimestre de 2017. O principal guia das transações esta manhã foi o resultado da inflação da zona do euro, entre outros indicadores macroeconômicos locais, e o reforço da sinalização do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) de que está preparado para subir os juros.

 

 

Nos Estados Unidos, atividade industrial em setembro (10h45); índice de sentimento do consumidor (11h00) serão divulgados. O presidente do Federal Reserve da Filadélfia, Patric Harker, discursa (12h00). Além disso serão conhecidos os poços e plataformas Baker Hughes (14h00).

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 28/09/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em leve baixa em um movimento de correção inicial. Após a aprovação do texto-base da MP que cria o novo Refis, os agentes aguardam o resultado do governo Central as 14h30 que deve mostrar déficit menor em agosto. Vale lembrar que a aprovação se deu após o governo ceder em alguns pontos às vésperas da votação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer pelos crimes de formação de quadrilha e obstrução à Justiça. O Banco Central fará leilão de até 12.000 contratos de swap cambial tradicional (US$ 600 milhões).A operação ocorrerá das 11h30 às 11h40, e tem como objetivo a rolagem de contratos que vencem em 2 de outubro de 2017. Hoje começa a guerra pela formação da Ptax entre os bancos, que terminará amanhã e costuma volatilizar o mercado. Nesse início de dia foram divulgados pelos Estados Unidos alguns dados importantes sobre a economia do país. O PIB cresceu a uma taxa anualizada de 3,1% no segundo trimestre, o índice de preços do PCE subiu 0,3% no mesmo período, com seu núcleo apontando alta de 0,9%. Já os pedidos de auxílio desemprego subiram 12 mil na semana.  Ontem a Casa Branca informou que o governo vai propor ao Congresso corte de 35% para 20% dos impostos para as empresas americanas, além de um programa de repatriação de dólares que estejam no exterior. A reforma deve ajudar a aquecer mais a economia do país. Entre os eventos previstos, o presidente do Fed de Kansas City, Esther George, discursa às 10h45.

 

 

Na agenda interna,  O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 0,47 por cento em setembro, contra 0,10 por cento em agosto. O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis.

O ministro Gilmar Mendes do STF, criticou duramente a decisão da Primeira Turma da Corte que determinou o afastamento das funções legislativas do senador Aécio Neves. Mendes acusou o colegiado de ter tido um comportamento “suspeito”, afirmou que a decisão não tem amparo legal e disse que é preciso evitar o que chamou de “populismo constitucional e institucional”. Já os Senadores indicam que serão contra a decisão que foi capaz de unir a base aliada e parte da oposição, além de receber o aval do Palácio do Planalto, que tem o senador como um dos principais apoiadores do governo Michel Temer no PSDB.

O Banco Central fará leilão de até 12.000 contratos de swap cambial tradicional (US$ 600 milhões). A operação ocorrerá das 11h30 às 11h40, e tem como objetivo a rolagem de contratos que vencem em 2 de outubro de 2017.

Os agentes continuam de olho no fiscal e após a Câmara ter aprovado o texto-base da Medida Provisória (MP) que cria o novo Refis, o mercado aguarda hoje o resultado do Governo Central (14h30), que deve mostrar déficit menor em agosto. A Câmara aprovou ontem um Refis mais generoso e as mudanças feitas devem representar uma perda de R$ 800 milhões nos R$ 8,8 bilhões que o governo já esperava arrecadar com o programa em 2017. Isso porque o governo teve que ceder em alguns pontos às vésperas da votação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer pelos crimes de formação de quadrilha e obstrução à Justiça.

 

 

 

Na agenda externa,  A confiança econômica da zona do euro melhorou mais do que o esperado em setembro, atingindo níveis vistos pela última vez em julho de 2007, com o otimismo subindo em todos os setores com exceção dos serviços financeiros. A pesquisa mostrou que a confiança mos 19 países que usam o euro subiu para 113,0 em setembro de 111,9 em agosto.

O índice de confiança do consumidor da Alemanha caiu para 10,8 na pesquisa de outubro do instituto GfK, mostrando leve diminuição ante a leitura de 10,9 de setembro, que havia sido a maior em quase 16 anos.

 

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas encerraram os negócios de quinta-feira majoritariamente em baixa, com investidores na China demonstrando cautela antes de uma semana de feriados. O mercado japonês, no entanto, subiu com a expectativa de cortes de impostos nos EUA e de relaxamento na política fiscal doméstica. Bolsas Europeias operam com sinais mistos.

 

 

Nos Estados Unidos, A Casa Branca informou ontem que o governo vai propor ao Congresso corte de 35% para 20% dos impostos para as empresas nos Estados Unidos, além de um programa de repatriação de dólares que estejam no exterior. O presidente Donald Trump disse que este será o "maior corte de impostos da história" americana, acrescentando que "os maiores ganhadores serão os trabalhadores americanos do dia a dia". A reforma deve ajudar a aquecer mais a economia do país.

Entre os eventos previstos, o presidente do Fed de Kansas City, Esther George, discursa às 10h45.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 27/09/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em alta no início dos negócios em dia que temos uma agenda considerável. A dificuldade demonstrada pela base do governo para manter o foro privilegiado do ministro da Secretária Geral da Presidência, Moreira Franco, em votação na Câmara ontem, denota o retrato da situação atual da base, trazendo dúvidas a respeito da força do planalto em relação a questões relacionadas a denúncia sofrida por Temer, reformas e medidas fiscais. A vitória por apenas cinco votos de diferença expõe alguma fraqueza e pode preocupar. Entre os eventos que podem dar algum alívio, temos hoje a partir das 10h, o leilão de usinas da Cemig. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tenta fechar hoje um acordo com o Congresso para a votação do texto da MP que cria o novo Refis sem que a nova versão provoque uma redução no volume de R$ 8,8 bilhões que o governo já conseguiu arrecadar com o programa até o fim do ano. No exterior, fica a expectativa pela reforma tributária de Donald Trump, que será detalhada pelo presidente norte-americano nesta tarde (16h). Entre os indicadores do dia estão previstos os dados de encomendas de bens duráveis em agosto nesse início da manhã, e, a pesquisa oficial sobre estoques dos EUA, elaborada pelo Departamento de Energia (DoE), às 11h30. Um pouco antes, as 11h temos a divulgação das vendas pendentes de moradias de agosto. Também fazem pronunciamento o presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, às 10h15, e o presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, às 14h30. Ontem, a presidente do Banco Central Americano, Janet Yellen, disse que seria "imprudente" manter a política inalterada até que a baixa inflação dos EUA ganhe força o suficiente para alcançar a meta oficial de 2%. Com isso, as apostas em torno de um novo aumento de juro no País ainda esse ano cresceram, a uma probabilidade superior a 80%.  

 

 

 

Na agenda interna,  A confiança do comércio brasileiro teve forte alta em setembro após quatro quedas seguidas. O Índice de Confiança do Comércio (Icom) do Brasil apresentou em setembro alta de 6,8 pontos, chegando a 89,2 pontos.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo registrou recuo de 0,02 por cento na terceira quadrissemana de setembro, depois de ter caído 0,04 por cento na segunda quadrissemana do mês.

A agenda é carregada e os investidores concentram as atenções na pauta política forte e em leilões vistos como indispensáveis para aliviar a pressão sobre as contas públicas. Foi confirmado para hoje, na B3, o leilão das usinas hidrelétricas de Miranda, Jaguara, São Simão e Volta Grande, depois de o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter negado o pedido da Cemig para suspender a realização do certame. A briga judicial da estatal mineira com a União está no centro do debate sobre o cumprimento da meta fiscal deste ano. A equipe econômica incluiu nas contas de 2017 a previsão de arrecadar R$ 11 bilhões com a venda das usinas. O governo também aposta que vai engordar o caixa da União em até R$ 1 bilhão com o leilão de áreas para explorar e produzir petróleo e gás natural na bacia sedimentar brasileira, marcado para esta manhã no Rio. Na Câmara, as votações dos projetos da reforma política serão retomadas. O primeiro item a ser analisado será a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com as coligações para as eleições proporcionais de 2020 e estabelece uma cláusula de barreira para os partidos já a partir do ano que vem. Em seguida, a Casa deve se debruçar sobre o projeto que foi aprovado ontem no Senado, que criou o fundo público de campanha. Também foi marcada para esta quarta-feira a análise no plenário da Casa da Medida Provisória que cria o novo Refis. Às pressas, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tenta fechar hoje um acordo com o Congresso para a votação do texto da MP sem que a nova versão provoque uma redução no volume de R$ 8,8 bilhões que o governo já conseguiu arrecadar com o programa até o fim do ano. Nos mercados, pode trazer mal estar a dificuldade demonstrada pela base para manter o foro privilegiado do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, em votação da Câmara ontem. A vitória por apenas cinco votos de diferença expõe certa fraqueza e pode preocupar, tendo em vista que a votação seria um retrato da situação da base de Temer na Câmara, que analisa nas próximas semanas a segunda denúncia apresentada contra o peemedebista. Após a leitura da peça, começam a contar hoje os prazos regimentais, com a notificação dos acusados e envio da peça para a CCJ. O presidente da comissão, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), anuncia hoje se manterá a denúncia em conjunto ou se vai desmembrá-la. Ele também deve indicar o relator do processo.

A agenda de indicadores desta quarta-feira tem como destaque a nota de crédito do Banco Central referente a agosto, que será divulgada às 10h30. Entre os eventos, ocorre hoje na B3, a partir das 10 horas, o leilão de usinas da Cemig.

 

 

Na agenda externa,  o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulga, às 10 horas, relatório sobre as perspectivas para a economia mundial.

 

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam sem direção única nesta quarta-feira, à medida que investidores digeriram comentários da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Janet Yellen, e tensões relacionadas à Península Coreana voltaram a ficar em segundo plano. Para ela, seria "imprudente" manter a política inalterada até que a baixa inflação dos EUA ganhe força o suficiente para alcançar a meta oficial de 2%. Após a fala de Yellen, contratos futuros monitorados pelo CME Group sugeriam probabilidade superior a 80% de que o Fed elevará juros por uma terceira vez este ano.

As bolsas europeias operam em alta na manhã desta quarta-feira, embaladas pela sinalização dada pela presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Janet Yellen, de que a normalização da política monetária norte-americana pode vir mais cedo do que o inicialmente previsto. A análise fez o dólar saltar, levando as moedas da região a apresentarem quedas significativas e a dar um suporte para o mercado acionário. No mundo corporativo, notícias de peso também dão o tom positivo aos mercados. Além disso, a tensão geopolítica envolvendo a Coreia do Norte e os EUA continua no radar. Ontem, o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que o país estava "totalmente preparado" para atuar na segunda opção – a militar, não a diplomática – se Kim Jong-un não parasse com o seu projeto nuclear. Trump afirmou que esta não seria a opção preferencial, mas enfatizou que, se for colocada em prática, devastará o regime de Pyongyang.

 

 

Nos Estados Unidos, expectativa pela reforma tributária de Donald Trump, que será detalhada pelo presidente norte-americano nesta tarde (16h). Entre os indicadores do dia estão previstos os dados de encomendas de bens duráveis em agosto às 9h30 e a pesquisa oficial sobre estoques dos EUA, elaborada pelo Departamento de Energia (DoE), às 11h30. Um pouco antes, as 11h temos a divulgação das vendas pendentes de moradias de agosto. Também fazem pronunciamento o presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, às 10h15, e o presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, às 14h30.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 26/09/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Os mercados acompanham novamente questões relativas ao conflito entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos, todavia o evento que deve ficar em foco hoje será o pronunciamento da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, as (12H50). Os agentes buscam pistas a respeito de um novo e provável aumento do juro no país em Dezembro que tende a aumentar a perspectiva dos investidores em alocar seus recursos em país de risco zero. No Brasil, após uma tentativa frustrada ontem da leitura do texto da segunda denúncia contra o presidente Temer, haverá nova busca nesse sentido hoje. Como foi adiado, para data não definida, o anúncio do relator da denúncia na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, e continuam as articulações em busca por apoio ao presidente, as chances de andamento da Reforma da Previdência diminuem, o que pode influenciar negativamente o humor dos mercados dependendo do andar das negociações. Por isso, Temer vai acentuar seus esforços na apresentação de uma agenda econômica positiva. Ainda hoje, nos Estados Unidos, teremos discursos dos dirigentes regionais de Chicago, Charles Evans (vota nas reuniões de política monetária), e de Cleveland, Loretta Mester (sem direito a voto), às 10h30, e do dirigente regional de Atlanta, Raphael Bostic (sem direito a voto), às 13h30. Entre os indicadores serão divulgados o índice Case/Shiller de preços de moradias (10h00); índice Conference Board de confiança do consumidor, vendas de moradias novas e índice de atividade regional do Fed de Richmond (11h00); e estoques API de petróleo bruto (17h30).

 

 

 

Na agenda interna,  os agentes acompanham na Câmara uma nova tentativa de leitura do texto da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Michel Temer. O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), informou que não cabe fatiamento à votação da peça. Já o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, deputado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), decidiu adiar, para data ainda não definida, o anúncio do relator da denúncia. Assim, ao que tudo indica, o processo em si e as articulações em busca por apoio ao presidente devem demorar mais do que o esperado, sacrificando as chances de andamento da reforma da Previdência – para a frustração do mercado. Com outras prioridades, deputados e senadores correm contra o tempo para chegar a um consenso sobre a reforma política, em especial sobre a criação de um fundo público para o financiamento de campanhas. Para que as novas regras possam valer nas eleições de 2018, elas têm de ser aprovadas no Congresso até 7 de outubro. Na noite de ontem, nem mesmo a falta de luz impediu parlamentares de realizarem uma reunião sobre o tema. As discussões serão retomadas nesta manhã. Enquanto isso, Temer tenta seguir com a agenda positiva e lança hoje um programa de microcrédito para famílias de baixa renda.

O destaque entre os indicadores locais hoje são os dados de transações correntes e investimento direto no País (IDP) em agosto (10h30). O presidente Michel Temer participa de cerimônia de lançamento de programa de microcrédito no Palácio do Planalto junto com o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn (11h00). Na Câmara, está prevista nova tentativa de leitura do texto da denúncia contra Temer (11h30). O Senado analisa projeto de lei que institui o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (14h00).

A taxa do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cedeu em sete das capitais pesquisadas na terceira quadrissemana de setembro na comparação com a segunda leitura do mês.

O Índice de Confiança da Construção (ICST), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 1,4 ponto em setembro na comparação com agosto, atingindo 77,5 pontos com ajuste sazonal. Após o quarto mês consecutivo de elevação, o indicador recupera o nível de abril de 2015 (77,2 pontos).

 

 

 

Na agenda externa,  Os temores sobre um eventual conflito armado na Península Coreana seguem limitando o fôlego dos mercados internacionais, mas as atenções devem ser deslocadas, mesmo que momentaneamente, para o Federal Reserve, com discurso da presidente da instituição, Janet Yellen, e de outros dirigentes do banco central norte-americano. Os investidores continuam em busca de pistas sobre um possível terceiro aumento de juros nos Estados Unidos neste ano, na reunião de dezembro.

No cenário internacional, destaque para o pronunciamento da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen (12h50).

 

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta terça-feira, mais uma vez influenciadas por temores sobre um possível conflito armado na Península Coreana. Ontem, a Coreia do Norte alegou que os EUA declararam guerra ao país e alertou que poderá derrubar aviões americanos para se defender, mesmo que as aeronaves estejam fora de seu espaço aéreo.

Após uma abertura negativa, as bolsas europeias operam de forma hesitante e sem direção única, com investidores acompanhando os últimos desdobramentos das tensões entre EUA e Coreia do Norte e as negociações na Alemanha para a formação de uma coalizão governista, e também à espera de novos sinais sobre o futuro da política monetária americana.

 

 

Nos Estados Unidos, teremos discursos dos dirigentes regionais de Chicago, Charles Evans (vota nas reuniões de política monetária), e de Cleveland, Loretta Mester (sem direito a voto), às 10h30, e do dirigente regional de Atlanta, Raphael Bostic (sem direito a voto), às 13h30. Entre os indicadores serão divulgados o índice Case/Shiller de preços de moradias (10h00); índice Conference Board de confiança do consumidor, vendas de moradias novas e índice de atividade regional do Fed de Richmond (11h00); e estoques API de petróleo bruto (17h30). Mas, o destaque fica por conta do pronunciamento da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, (12h50).

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 22/09/2017

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No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. No Brasil alguns índices econômicos foram divulgados nesta manhã. O índice de confiança da indústria (ICI), prévia de setembro, apurou avanço de 0,1 ponto em relação a agosto. Já o índice de confiança do consumidor (ICC) apresentou alta de 1,4 ponto em setembro e foi a 82,3 pontos, mesmo nível atingido antes da delação contra Temer. Por falar no presidente, ele está assumindo a articulação para contornar a saia justa entre PMDB e DEM, após o assédio do PMDB a parlamentares do PSB que estavam prestes a ingressar no DEM. O fato gerou desconforto inclusive do presidente da Câmara Rodrigo Maia, bem no momento em que Temer precisa de apoio parlamentar para barrar a segunda denúncia contra ele no plenário. Maia disse que, os assuntos, rusgas entre os partidos e a denúncia, não se misturam, mesmo com o mal-estar criado. O BC faz leilão de até 12 mil contratos de swap cambial tradicional (US$ 600 milhões) para rolagem de vencimentos de outubro (11h30). No Exterior, temores em relação a Coreia do Norte, influenciaram os mercados Asiáticos e o início das operações na Europa, entretanto, a divulgação de dados sobre a economia da zona do Euro, positivos, melhoraram o humor. Nos Estados Unidos, temos os discursos dos dirigentes do Federal Reserve Esther George (Kansas), às 10h30, e Robert Kaplan (Dallas), às 14h30. Também será divulgado o índice dos gerentes de compras (PMI) composto (10h45). O presidente da distrital do FED em São Francisco, John Williams, declarou que espera que a instituição volte a elevar o juro no País ainda este ano.

 

 

 

Na agenda interna,  Temer tenta conter a "rebelião" da base após o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ter acusado o PMDB e o governo de dar uma "facada nas costas" do DEM. Temer assumiu pessoalmente a articulação para tentar contornar a situação e, horas depois de chegar de Nova York, reuniu auxiliares. As declarações do presidente da Câmara foram feitas no momento em que Temer precisa de apoio parlamentar para barrar a segunda denúncia contra ele no plenário.

O BC faz leilão de até 12 mil contratos de swap cambial tradicional (US$ 600 milhões) para rolagem de vencimentos de outubro (11h30).

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) apurado na prévia da sondagem de setembro teve avanço de 0,1 ponto em relação ao resultado fechado de agosto. Se confirmado, o indicador alcançou 92,3 pontos em setembro. Com o resultado, o índice retornaria ao nível de maio deste ano, após recuperar-se da perda ocorrida em junho.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) apresentou alta de 1,4 ponto em setembro e foi a 82,3 pontos. Assim o indicador volta ao mesmo nível de junho, quando a confiança em geral no país foi afetada pela crise política que eclodiu em maio com delações contra o presidente Michel Temer.

O Supremo Tribunal Federal concluiu ontem o julgamento sobre pedido da defesa do presidente Michel Temer para barrar o envio imediato da denúncia feita contra o presidente para a Câmara dos Deputados, e confirmou a decisão favorável ao encaminhamento da acusação. O julgamento foi concluído com os votos dos ministros Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e da presidente da corte, Cármen Lúcia, que finalizaram o placar em 10 votos a 1 pelo envio da denúncia. De todos os ministros, apenas Gilmar Mendes votou a favor do pedido da defesa.

 

 

Na agenda externa,  As empresas privadas da zona do euro encerraram o terceiro trimestre com um crescimento muito mais forte do que o esperado, uma vez que o setor industrial teve em setembro o melhor mês desde o início de 2011. O PMI Composto do IHS Markit da zona do euro para setembro subiu para 56,7 de 55,7 em agosto, acima da marca de 50 que separa crescimento de contração.

No Reino Unido, a primeira-ministra Theresa May faz discurso sobre saída do país da União Europeia (10h15).

 

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam com perdas generalizadas nesta sexta-feira, mais uma vez pressionadas por temores relacionados à Coreia do Norte. Na China, também pesou nos mercados acionários o rebaixamento do rating soberano do país pela S&P.

O fim de semana se aproxima com muitas incertezas no radar dos investidores. Tanto que, ressabiada, a maioria das bolsas europeias operou em baixa na maior parte da manhã (pelo horário local), com a libra de lado e o euro retomando o fôlego em relação ao dólar. Brexit, eleição na Alemanha, indicadores macroeconômicos, discurso de Mario Draghi e, principalmente, a renovação dos temores em relação à Coreia do Norte dominavam as decisões nas primeiras horas do dia. Ao longo das negociações – principalmente após a divulgação dos dados sobre a economia da região – um a um os pregões começam a migrar para o terreno positivo, num processo que ainda ocorre neste momento.

 

 

Nos Estados Unidos, temos os discursos dos dirigentes do Federal Reserve Esther George (Kansas), às 10h30, e Robert Kaplan (Dallas), às 14h30. Também será divulgado o índice dos gerentes de compras (PMI) composto (10h45).

O presidente da distrital do FED em São Francisco, John Williams, declarou que espera que a instituição volte a elevar o juro no País ainda este ano.

 

Fonte: Reuters e Broadcast

Panorama de Mercado 21/09/2017

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No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em leve baixa no início dos negócios. O Banco Central divulgou a pouco seu relatório trimestral de inflação (RTI), e está projetando para o final de 2017 o IPCA a 3,2%, PIB: 0,7% e com relação ao dólar para a formulação do cenário de referência a previsão descrita no documento se baseia em 3,10. Nesta manhã o IBGE anunciou que o IPCA-15 registrou alta de 0,11% em setembro. Os mercados ficam atentos a chegada da segunda denúncia contra Temer após o STF ter negado a suspensão, mas as apostas dos agentes ficam por conta da derrubada no Congresso, fato que deve acontecer antes do feriado de 12 de outubro. No Exterior, como previsto, o FED (BC Americano), manteve o juro do país inalterado e informou que começará a reduzir seu gigantesco balanço patrimonial, hoje de US$ 4,5 trilhões. Em relação a um novo aumento da taxa ainda esse ano, a sinalização é de que isso pode acontecer em Dezembro e não em 2018. Taxas mais atrativas em país de risco considerado zero costumam afugentar recursos alocados nos “emergentes”, contudo vale lembrar, que esses três aumentos em 2017 eram esperados pelos agentes até pouco tempo atrás. A dúvida foi gerada no momento em que alguns dados inflacionários do País trouxeram a expectativa de que isso poderia ser postergado para o próximo ano, porém, os últimos dados de preços ao consumidor americano vieram acima do previsto, a parecem dar autonomia para o BC do País sinalizar um aumento em Dezembro. As economias mais avançadas do planeta vivem um período de transição e buscam realinhar juros e inflação conforme se recuperam da crise internacional de 2008. O índice de atividade regional do FED de Filadelfia subiu a 23,8 em setembro, e os pedidos de auxílio desemprego americano, caíram 23 mil na semana. Às 11 horas o Conference Board divulga o índice de indicadores antecedentes de agosto.

 

 

Na agenda interna,  O Banco Central divulgou a pouco seu relatório trimestral de inflação (RTI), e está projetando para o final de 2017 o IPCA a 3,2%, PIB: 0,7% e com relação ao dólar para a formulação do cenário de referência a previsão descrita no documento se baseia em 3,10.

O IBGE divulgou a pouco que o índice nacional de preços ao consumidor amplo -15 (IPCA-15) registrou alta de 0,11% em setembro.  No ano o aumento é de 1,90%.

O mercado irá monitorar a chegada da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer à Câmara, desta vez por organização criminosa e obstrução da Justiça, após votação da maioria do Supremo Tribunal Federal (STF) negando a suspensão. O Planalto já esperava esse resultado e acredita, assim como o mercado, que a peça será derrubada, assim como a primeira. Ficam no radar, no entanto, os ruídos na relação entre Temer e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Maia, que até ontem estava como presidente em exercício, fez duras críticas a Temer, dizendo que ele faltou com a palavra e ameaçou com a retaliação do DEM em votações de interesse do governo. Tudo por causa do assédio do PMDB a um deputado do PSB de Pernambuco que negocia migração para o DEM, segundo apurou o Broadcast Político. Com relação à segunda denúncia, Maia disse ontem que ela deve ser votada antes do feriado de 12 de outubro.

 

Na agenda externa,  O banco central do Japão deixou inalterada a política monetária e pediu aos mercados que mantenham a confiança de que a inflação atingirá a meta de 2 por cento.

A S&P Global Ratings rebaixou a nota de crédito soberano da China em um degrau, para A+ de AA-, citando o aumento dos riscos econômicos e financeiros. “O rebaixamento reflete nossa avaliação de que um período prolongado de forte crescimento do crédito aumentou os riscos econômicos e financeiros da China”, disse a S&P em comunicado, acrescentando que a perspectiva é estável.

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, pediu hoje unidade internacional para pressionar a Coreia do Norte a desistir de suas armas nucleares. Na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Abe disse que "a gravidade dessa ameaça não tem precedentes". Nas últimas duas semanas, Pyongyang lançou dois mísseis que sobrevoaram o território japonês e caíram no Pacífico.

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, discursa a partir das 11h30. Às 11 horas a Comissão Europeia revela o dado preliminar do índice de confiança do consumidor de setembro.

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira, após as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês).

As bolsas europeias sobem um dia depois de o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) sinalizar alta dos juros em dezembro. As grandes potências econômicas passam por um processo de realinhamento de juros e inflação paulatina, na primeira grande ação que promete ser quase que simultânea desde a crise financeira internacional de 2008. O Fed seguiu exatamente o script esperado ontem, quando as bolsas europeias já estavam fechadas: manteve suas taxas atuais, anunciou que o enxugamento de seu balanço patrimonial começará no mês que vem e sugeriu uma nova elevação dos juros ainda em 2017, o que levou investidores a apostarem numa mudança em dezembro.

 

Nos Estados Unidos, Como se previa, o Fed ontem manteve seus juros inalterados e anunciou que começará a reduzir seu gigantesco balanço patrimonial, hoje de US$ 4,5 trilhões. O BC americano, porém, também sinalizou que poderá aumentar juros por uma terceira vez este ano.

Às 11 horas o Conference Board divulga o índice de indicadores antecedentes de agosto.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 20/09/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em baixa no início dos negócios enquanto aguarda o anúncio do FED (BC Americano) que deve manter hoje as 15hs sua taxa de juro inalterada. O que vai marcar o comportamento das cotações por aqui será uma sinalização de que o juro no País volte a subir em Dezembro ou em 2018, e, a entrevista coletiva de Janet Yellen, presidente da instituição, marcada para 15h30. As apostas sobre um eventual aumento do juro ainda este ano aumentaram após os últimos dados inflacionários do País que ganharam força. No Brasil, saem os números da arrecadação federal de impostos em agosto (10h30). Já o Banco Central, faz leilão de até 12.000 contratos de swap cambial tradicional (US$ 600 milhões) para rolagem de contratos que vencem em outubro de 2017 (11h30). O presidente Michel Temer encerra evento do Financial Times em Nova York, do qual participarão o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn (13h00). E por falar em Temer, que anda com a avaliação do seu governo em baixa, ressaltamos que, os investidores estarão de olho no Superior Tribunal Federal (STF), que retoma nesta quarta-feira julgamento do recurso da defesa do presidente que pede que a Procuradoria Geral da República seja impedida de apresentar uma segunda denúncia contra ele enquanto não for avaliada a validade das provas obtidas com base na delação de executivos da JBS, acordo que foi posteriormente cancelado.

 

 

Na agenda interna,  os investidores estarão de olho no Superior Tribunal Federal (STF), que retoma nesta quarta-feira julgamento do recurso da defesa do presidente Michel Temer que pede que a Procuradoria Geral da República seja impedida de apresentar uma segunda denúncia contra ele enquanto não for avaliada a validade das provas obtidas com base na delação de executivos da JBS, acordo que foi posteriormente cancelado. Também hoje o presidente em exercício da Câmara, deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), tentará pautar a votação em plenário da Medida Provisória que cria o novo Refis.

Na agenda, saem os números da arrecadação federal de impostos em agosto (10h30). O BC faz leilão de até 12.000 contratos de swap cambial tradicional (US$ 600 milhões) para rolagem de contratos que vencem em outubro de 2017 (11h30). O presidente Michel Temer encerra evento do Financial Times em Nova York, do qual participarão o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn (13h00).

O IPC-Fipe, que mede a inflação na cidade de São Paulo, caiu 0,04% na segunda quadrissemana de setembro, revertendo a alta de 0,05% que exibiu na primeira quadrissemana do mês.

 

 

Na agenda externa,  As taxas de crescimento entre as principais economias do mundo estão se sincronizando em níveis que não eram vistos há anos conforme a zona do euro alcança os Estados Unidos. A economia global deve crescer 3,5 por cento neste ano e chegar a uma expansão de 3,7 por cento no próximo, ligeira alta ante a estimativa de junho e a melhor taxa desde 2011.

Os mercados globais operam em compasso de espera hoje pela decisão de decisão de política monetária do Federal Reserve, a ser conhecida nesta tarde, acompanhada de entrevista coletiva da presidente da instituição, Janet Yellen. Embora não haja expectativa de mudança na taxa de juros, o banco central norte-americano pode anunciar detalhes ou até um cronograma sobre a redução de seu balanço patrimonial, atualmente em US$ 4,5 trilhões. Conforme especialistas, esse processo tende a começar no máximo em outubro. O Fed também pode sinalizar que existe grande chance de os juros subirem em dezembro, sobretudo porque a inflação tem ganhado força diante da recuperação econômica e do mercado de trabalho próximo à situação de pleno emprego.

 

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam sem direção única nesta quarta-feira, com investidores à espera das decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês). O Fed anuncia sua decisão mais tarde, às 15h (de Brasília), mas não deverá elevar seus juros básicos. Já o BC japonês deve concluir sua reunião entre o fim da noite de hoje e o começo da quinta-feira, mas não há expectativa de que ajuste sua agressiva política de estímulos monetários. Bolsas Europeias operando com desempenhos mistos.  

 

 

Nos Estados Unidos, destaque à decisão de política monetária do Federal Reserve (15h00) e para a entrevista coletiva da presidente da instituição, Janet Yellen (15h30). Ainda nos Estados Unidos serão divulgados as vendas de moradias usadas (11h00) e os estoques de petróleo bruto do Departamento de Energia (11h30).

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 18/09/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em leve alta. No Brasil agora a pouco tivemos a cerimônia de posse da nova Procuradora Geral da República, Raquel Dodge, que tende a ter uma postura menos midiática que seu antecessor, Rodrigo Janot. Ainda não se sabe o rumo que ela pretende dar a operação Lava Jato visto que mudará a equipe e buscará evitar o vazamento das informações dos processos. Hoje o BC faz leilão de até 12 mil contratos de swap cambial tradicional (US$ 600 milhões) para rolagem de vencimentos de outubro (11h30).  O Boletim Focus do Banco Central fez as seguintes estimativas para o final de 2017: IPCA: 3,08%, Selic: 7%, PIB: 0,60%, USD: 3,20 e Superávit Comercial: USD 61,43 Bilhões. Essa semana reserva como uma das notícias mais importantes, a decisão do FED (BC Americano) na quarta-feira que não deve alterar sua taxa de juro, mas, fica a expectativa de se a instituição vai sinalizar uma nova elevação da taxa em dezembro ou em 2018. Um eventual aumento em dezembro deve influenciar o comportamento dos mercados que haviam durante o ano precificado esses 3 aumentos em 2017, todavia, números anteriores a respeito da inflação americana deram ânimo de que o FED faria um novo aumento em 2018. Porém, os últimos dados de preços ao consumidor americano vieram acima do previsto e trouxeram ao radar novamente essa questão.

 

 

 

Na agenda interna,  Destaque para a cerimônia de posse da nova Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, em substituição a Rodrigo Janot, e que tende a ter uma postura mais discreta e menos midiática. Ainda não se sabe  o rumo que ela pretende dar a operação Lava Jato. A nova chefe do Ministério Público Federal já sinalizou que mudará a equipe e terá como um dos focos evitar vazamentos de informações dos processos, um motivo de crítica recorrente a Janot. Temer discursará na cerimônia de posse e depois embarcará para os Estados Unidos. Tudo isso em meio à percepção de que não deve prosperar na Câmara a segunda denúncia do ex-procurador-geral contra Michel Temer por formação de organização criminosa e obstrução de Justiça. Os investidores seguem deslocando as atenções para a economia, que na avaliação de especialistas se descola da crise política. A agenda da semana traz dados de inflação, com IPCA-15 de setembro e do Relatório Trimestral de Inflação (RTI) na quinta-feira. O BC faz leilão de até 12 mil contratos de swap cambial tradicional (US$ 600 milhões) para rolagem de vencimentos de outubro (11h30).

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) inverteu o sinal positivo da primeira leitura do mês para queda na segunda quadrissemana de setembro (últimos 30 dias terminados na sexta, 15).

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) teve alta de 0,41% na segunda prévia de setembro, após o avanço de 0,03% na segunda prévia de agosto.

 

 

Na agenda externa,  O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 1,5% na comparação anual de agosto, ganhando força em relação ao aumento de 1,3% verificado em julho.

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas começaram a semana em tom positivo nesta segunda-feira, com investidores desviando o foco da postura beligerante da Coreia do Norte para a reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). Embora não haja expectativa de que ajuste juros na quarta-feira (20), o Fed poderá anunciar o início da redução de seu balanço patrimonial. Os últimos números de inflação ao consumidor dos EUA, divulgados na semana passada, vieram acima do previsto e aumentaram as chances de que o Fed talvez eleve seus juros básicos por uma terceira vez este ano, mas somente em dezembro. Bolsas Europeias operando em alta.

 

 

Nos Estados Unidos, Amanhã e quarta-feira, os membros do Fed se reúnem. Cresce a expectativa de que a instituição sinalizará que dará mais um passo em direção à normalização da política monetária em dezembro. Na agenda hoje será será divulgado o índice NAHB de confiança das construtoras (11h00).

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 15/09/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em alta no início dos negócios. No Brasil, enfim saiu a segunda denúncia criminal contra o presidente Temer que deve ser barrada na Câmara, o problema é o tempo que isso vai levar. O presidente da Câmara Rodrigo Maia já disse que a tramitação do processo deve paralisar os trabalhos da casa, ocasionado alguma turbulência. Temer não vai afastar os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco também denunciados por considerar que a acusação da PGR tem como base “delações fraudadas”. No lado econômico, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse ontem que "O cenário externo tem se mostrado favorável na medida em que a atividade econômica global vem se recuperando sem pressionar as condições financeiras nas economias avançadas", destacando o setor externo como um dos fatores positivos na retomada em curso da economia brasileira. O Banco Central anunciou que fará hoje leilão de até 12 mil contratos de swap cambial tradicional (US$ 600 milhões). A operação, que ocorrerá das 11h30 às 11h40, tem como objetivo a rolagem de contratos que vencem em 2 de outubro de 2017. Nesta data estão programados para vencer um total de 199.500 contratos de swap cambial tradicional (US$ 9,975 bilhões). Com esta oferta, o BC inicia o processo de rolagem e indica a intenção de promover uma recolocação apenas parcial dos contratos. No exterior, a Coreia do Norte volta a provocar após mais lançamento de míssil contra o Japão. Com isso, entra no radar a reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) hoje para tratar do assunto. Nos Estados Unidos, temos uma agenda cheia, as vendas no varejo caíram 0,2% em agosto ante julho. Os números de produção industrial do mês passado saem as 10h15 e a preliminar de setembro do índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan (11 horas), podem movimentar as cotações dos mercados.

 

 

 

Na agenda interna,  O presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, fez questão de, durante evento da revista IstoÉ Dinheiro, de destacar o papel do setor externo na retomada em curso da economia brasileira. "O cenário externo tem se mostrado favorável na medida em que a atividade econômica global vem se recuperando sem pressionar as condições financeiras nas economias avançadas", disse Ilan.

Feita a segunda denúncia criminal do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer, o mercado deve ponderar as chances de a reforma da Previdência ser aprovada ainda este ano. A denúncia por organização criminosa e obstrução de Justiça no caso envolvendo os executivos da J&F foi protocolada no fim da tarde de ontem e a avaliação inicial de analistas é a de que, assim como a primeira, ela será também barrada na Câmara. O problema é o tempo que levará para que seja tirada do caminho, ofuscando a agenda positiva que o governo quer impor. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou ontem que a segunda denúncia é "muito grave" e admitiu que a tramitação do processo vai paralisar os trabalhos da Casa. "Não tem como falar que vamos ter duas agendas relevantes no plenário da Câmara tendo uma denúncia contra o presidente do Brasil", disse Maia. O processo será ainda mais lento porque a denúncia não será encaminhada imediatamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para a Câmara. O ministro Edson Fachin, relator do inquérito no STF, decidiu aguardar a análise no plenário do Supremo de uma questão de ordem que discute se o andamento da denúncia deve ser "sustado" (suspenso) enquanto não forem esclarecidos problemas descobertos na delação de Joesley Batista e Ricardo Saud, respectivamente, dono e ex-executivo do Grupo J&F. A decisão do ministro atende ao pedido feito pela defesa de Temer. A dois dias de deixar o cargo, Janot também encaminhou ontem ao Supremo a comunicação de que o acordo com os dois delatores foi rescindido e pediu para que a ação seja remetida ao juiz federal Sérgio Moro. E mesmo com a denúncia, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não deixa de mostrar otimismo e reiterou ontem que a expectativa de aprovação da reforma da Previdência no mês que vem e da reforma tributária ainda este ano ou em 2018.

O Banco Central anunciou que fará hoje leilão de até 12 mil contratos de swap cambial tradicional (US$ 600 milhões). A operação, que ocorrerá das 11h30 às 11h40, tem como objetivo a rolagem de contratos que vencem em 2 de outubro de 2017. Nesta data estão programados para vencer um total de 199.500 contratos de swap cambial tradicional (US$ 9,975 bilhões). Com esta oferta, o BC inicia o processo de rolagem e indica a intenção de promover uma recolocação apenas parcial dos contratos.

Mensagens de WhatsApp que estavam no celular de Wesley Batista indicam que partiram do próprio empresário as ordens para compra de dólares no mercado futuro, segundo a Polícia Federal. As conversas pelo aplicativo compõem as provas apresentadas para sustentar que o presidente da JBS, valendo-se de informação privilegiada, lucrou indevidamente nos mercados de câmbio e de ações. O celular do empresário foi apreendido na Operação Lama Asfáltica, deflagrada em maio. A pedido da PF, Wesley está preso desde quarta-feira.

O presidente Michel Temer não vai afastar os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), seus dois principais auxiliares no Palácio do Planalto denunciados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Embora tenha fixado, há sete meses, uma "linha de corte" para investigados da Lava Jato, Temer descumprirá a promessa, sob o argumento de que a acusação da PGR tem como base "delações fraudadas".

 

 

Na agenda externa,  No radar está a reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) hoje para tratar do mais recente lançamento do míssil da Coreia do Norte contra o Japão. O projétil norte-coreano, lançado ontem à noite, foi o segundo a sobrevoar o território do Japão em menos de um mês e o primeiro teste desde que ONU aprovou novas sanções contra o regime de Pyongyang, na segunda-feira.

O dirigente considerado mais "dovish" – favorável à manutenção de estímulos monetários – do Banco da Inglaterra (BoE), Gertjan Vlieghe, mudou de opinião e agora acredita que o banco central inglês poderá elevar juros em breve.

A zona do euro teve superávit comercial de 23,2 bilhões de euros em julho, menor que o saldo positivo de 24,8 bilhões de euros registrado em igual mês do ano passado, segundo dados publicados hoje pela Eurostat.

O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, instruiu as autoridades de seu país a buscarem duras medidas diplomáticas e militares para desencorajar novas provocações da Coreia do Norte, após o último lançamento de míssil pelo país vizinho.

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, disse que o último lançamento de um míssil balístico pela Coreia do Norte, que sobrevoou o território japonês hoje era "absolutamente inaceitável" e que vai defender a segurança de seu país trabalhando em aliança com os Estados Unidos.

 

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, se recuperando de perdas que mostraram no início dos negócios em reação a um novo teste de míssil da Coreia do Norte. Bolsas Europeias em baixa.

 

 

Nos Estados Unidos, O secretário de Defesa Jim Mattis, chamou o último lançamento de míssil pela Coreia do Norte de "um ato imprudente dos norte-coreanos". Questionado sobre uma possível resposta por parte dos EUA, Mattis disse que não quer falar sobre isso ainda, mas afirmou que ele e o presidente Donald Trump foram plenamente informados do ocorrido. Já o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, cobrou que a Rússia e a China tomem medidas contra as ações "temerárias" da Coreia do Norte.

 

Fonte: Broadcast

Panorama de Mercado 14/09/2017

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Aos clientes e amigos,

 

 

No mercado de câmbio,  Dólar abrindo em leve baixa no início dos negócios. Hoje deve ser anunciada a segunda denúncia contra o presidente Temer com provável efeito limitado. Nesta manhã foi divulgado o IBC-Br, espécie de sinalizador do PIB, subindo 0,41% em julho. Já o IGP-10 subiu em setembro 0,39% após cinco quedas consecutivas. No Exterior, os números chineses desapontaram apesar do avanço de 6% em agosto da produção industrial do País. Já a Coreia do Norte volta a ameaçar usar bombas nucleares em reação a decisão do Conselho de Segurança da ONU que aprovou nesta semana novas sanções contra o País. O petróleo opera com ganhos devido a redução dos estoques globais e uma projeção otimista para a demanda. Nos Estados Unidos, os pedidos de auxílio desemprego caíram 14 mil na semana, a 284 mil. Já o CPI subiu 0,4% em agosto ante julho.

 

 

 

Na agenda interna,  O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), subiu 0,41 por cento em julho na comparação com junho. Já o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) voltou a subir em setembro após cinco quedas consecutivas. O IGP-10 subiu 0,39 por cento em setembro, contra queda de 0,17 por cento em agosto.

Os mercados locais seguem na expectativa pela segunda denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer, mas é consenso entre operadores de que a peça terá efeito limitado nos negócios uma vez que grande parte do material já foi conhecida. Ontem mesmo os investidores relativizaram o noticiário negativo para o governo, como a rejeição, pelo Superior Tribunal Federal (STF), do pedido de suspeição de Janot e as acusações feitas pelo doleiro Lúcio Funaro, em delação premiada, que devem servir de base para a nova denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR). Também ontem o Supremo adiou o julgamento sobre a suspensão da aguardada segunda denúncia contra Temer, remarcando a conclusão do julgamento para a próxima quarta-feira, quando Janot não estará mais à frente da PGR. Avessa a esse noticiário, a Bovespa mantém o fôlego e fechou em alta ontem pelo terceiro pregão seguido, aproximando-se dos inéditos 75 mil pontos. O dólar subiu, mas o ajuste foi limitado pela perspectiva de uma eventual candidatura do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, à Presidência em 2018, pelo PSD, embora ele tenha negado ser pré-candidato. Em evento em São Paulo do Grupo Estado previsto para esta manhã, o ministro deve ser sondado sobre o assunto novamente, e o mercado ficará de olho.

 

 

 

Na agenda externa,  As autoridades do banco central britânico afirmaram que a primeira alta de juros em mais de uma década deverá ser necessária “nos próximos meses” se a economia continuar crescendo e as pressões inflacionárias continuarem aumentando. As autoridades votaram por 7 a 2 para manter os juros na mínima recorde de 0,25 por cento como esperado, mas disseram que sua tolerância para a inflação acima da meta está diminuindo e que todos acreditam que os juros podem subir mais rápido do que os mercados financeiros esperam.

A produção industrial da China avançou 6% em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo com informações do Escritório Nacional de Estatísticas. Em julho, a produção industrial chinesa registrou um aumento de 6,4%. A leitura de agosto é a segunda desaceleração seguida do indicador. Já as vendas no varejo avançaram 10,1% em agosto ante o mesmo período do ano passado.

Um órgão estatal da Coreia do Norte disse que o País pode usar bombas nucleares para "afundar" o Japão e reduzir os EUA a "cinzas e escuridão", em reação à decisão do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), na última segunda-feira, de aprovar novas sanções contra Pyongyang.

O petróleo opera com ganhos na manhã desta quinta-feira, ampliando os ganhos sólidos da sessão anterior. A redução dos estoques globais e uma projeção otimista para a demanda amparam o movimento.

 

 

                              

Nas Bolsas, As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira, após uma série de indicadores chineses mais fracos do que o esperado, que voltaram a gerar dúvidas sobre o ritmo de crescimento da segunda maior economia do mundo. O mercado japonês, especificamente, também foi pressionado por uma nova ameaça do regime norte-coreano. Bolsas Europeias operando em baixa.

 

 

Nos Estados Unidos, os pedidos de auxílio desemprego caíram 14 mil na semana, a 284 mil. Já o CPI subiu 0,4% em agosto ante julho.

 

Fonte: Reuters e Broadcast