Panorama de Mercado 03/01/19

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Bom dia  👀 📊  ativos operando:  🏛 🇺🇸 DÓLAR  2,34%  💱 🇪🇺 EURO ▲ 0,23%  mediante encerramento do dia anterior.

 

No mercado de câmbio:

 

Dólar comercial para lotes acima de USD1 milhão vinculado a exportação e exportação é negociado próximo a R$ 3,80

Na véspera, moeda dos EUA fechou em queda de 1,69%, o menor valor desde o fechamento de 22 de novembro.

O dólar abriu em queda, com investidores reagindo bem às primeiras movimentações do governo de Jair Bolsonaro, com expectativa favorável sobre medidas que possam garantir o ajuste fiscal. Às 9h10, a moeda norte-americana caía mais 0,43%,

Na véspera, o dólar fechou em queda de 1,69% – o menor valor desde o fechamento de 22 de novembro. A última vez que a divisa fechou uma sessão abaixo de R$ 3,80 foi no dia 21 de novembro (R$ 3,799).

No último pregão de 2018, o dólar recuou 0,55%, a R$ 3,8742, mas encerrou o ano com alta de 16,92% ante o real.

O presidente Jair Bolsonaro tomou posse na véspera e, ao longo desta quarta, ocorre a transmissão de cargos para os novos ministros, entre eles Paulo Guedes, novo ministro da Economia. No discurso de posse, Guedes disse que a Previdência Social, as privatizações e a simplificação de tributos são os "pilares da nova gestão".

O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 13,4 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de dezembro, no total de us$ 13,398 bilhões, destaca a Reuters. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

(Fonte:G1)

 

Na mercado interno:

A indústria brasileira encerrou 2018 com o ritmo mais acelerado de produção em nove meses diante da recuperação na demanda doméstica e com elevado nível de otimismo, embora tenha registrado queda em dezembro no nível de emprego, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).

Nesta ultima quarta-feira que o PMI da indústria brasileira ficou em 52,6 em dezembro sobre o recorde de alta de oito meses de 52,7 em novembro, "indicando um fortalecimento adicional das condições operacionais em todo o setor". Valores acima de 50 indicam crescimento.

O aumento na demanda doméstica por produtos brasileiros foi o responsável em dezembro pelo crescimento mais forte nas vendas da indústria brasileira desde março, levando à intensificação da produção.

Os volumes de novos pedidos e de produção aumentaram nas categorias de bens de consumo e de bens intermediários, mas houve contração entre os fabricantes de bens de capital.

Entretanto, os novos pedidos para exportação apresentaram queda no mês, marcado por pressões competitivas nos mercados externos e por problemas econômicos persistentes na Argentina.

Em relação à inflação, os preços de insumos voltaram a aumentar no último mês do ano, mas a taxa foi a mais fraca em quase um ano e meio, com as empresas se beneficiando de melhorias na taxa de câmbio entre o real e o dólar americano.

As empresas assim elevaram seus preços de venda da maneira mais fraca em 15 meses.

Ainda assim, houve redução nos níveis de emprego no setor industrial brasileiro, dando fim a dois meses de expansão, já que as iniciativas de contratação em algumas empresas foram compensadas por tentativas de redução de custos em outras.

Por outro lado, o sentimento positivo em relação aos negócios registrou o segundo nível mais elevado na história das séries, devido à confiança no novo governo, às expectativas por maiores fatias de mercado e aos planos de investimentos.

A balança comercial brasileira encerrou 2018 com superávit de 58,298 bilhões de dólares, queda de 13 por cento sobre o dado recorde de 2017, em meio ao crescimento mais forte das importações que das exportações, informou o Ministério da Economia nesta quarta-feira.

Mesmo assim, a performance anual foi a segunda mais forte da série histórica iniciada pelo governo em 1989, no momento em que o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) assume com a promessa de abrir o mercado brasileiro e diminuir tarifas sobre importados.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, já afirmou publicamente que o antigo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), agora incorporado pelo Ministério da Economia, havia se transformado numa trincheira na defesa do protecionismo.

Em nota, o Ministério da Economia informou que houve aumento de importações em todas as grandes categorias econômicas: bens de capital (76,5 por cento), bens intermediários (11,6 por cento), bens de consumo (9,1 por cento) e combustíveis e lubrificantes (24,9 por cento).

A expansão das exportações, por sua vez, foi de 9,6 por cento, a 239,523 bilhões de dólares, no nível mais alto dos últimos cinco anos.

Em dezembro, as trocas comerciais ficaram positivas em 6,639 bilhões de dólares. No mês, as exportações cresceram 11,1 por cento sobre igual mês de 2017, pela média diária, a 19,556 bilhões de dólares.

Na ponta das importações, o aumento foi de 2,5 por cento sobre dezembro de 2017, a 12,917 bilhões de dólares

(Fonte:Reuters)

 

Na agenda externa:

Hora

Moeda

Evento

Atual

Projeção

Prévio

11:30

  USD

Pedidos Iniciais por Seguro-Desemprego

 

220K

216K

13:00

  USD

Índice ISM de Emprego no Setor Manufatureiro (Dez)

 

 

58,4

19:30

  USD

Estoques de Petróleo Bruto Semanal API

 

 

6,920M

23:45

  CNY

PMI de Serviços Caixin (Dez)

 

53,1

53,8


                            

Na agenda americana, o dia tem como destaque os números dos pedidos de auxílio-desemprego e também um indicador de atividade industrial. Além disso, será divulgado os dados de emprego ADP, que é uma prévia dos dados oficiais do mercado de trabalho americano, Payroll, que serão divulgados na sexta-feira.

O Banco do Povo da China informou na quarta-feira que flexibilizou suas condições quanto a cortes nos compulsórios para beneficiar mais pequenas empresas. A medida ocorreu depois que a China registrou sua primeira contração da atividade industrial em mais de dois anos em dezembro.

(Fonte:Investing.com)

Nas Bolsas:

Após a forte valorização na sessão de ontem, o índice futuro do Ibovespa abre os negócios nesta quinta-feira com queda de 0,64% aos 91.145 pontos, seguindo assim a tendência das bolsas internacionais e também dos índices futuros de Wall Street.

O mercado local ontem mostrou animo com a posse do presidente Jair Bolsonaro e as primeiras declarações de ministros, como as de Paulo Guedes, dando forte prioridade para a agenda de reformas. Dessa forma, o Ibovespa encerrou em seu maior valor histórico, com alta superior a 3%.

(Fonte:Investing.com)

Bolsas Internacionais

Em TÓQUIO, o índice Nikkei não teve operações. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,26 por cento, a 25.064 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,04 por cento, a 2.464 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,16 por cento, a 2.964 pontos.

O dia se mostra negativo também para as bolsas europeias. Em Frankfurt, o DAX apresenta queda de 1,13% aos 10.461 pontos, enquanto que em Londres, o FSTSE recua 0,42% aos 6.705 pontos. Já em Paris, o CAC tem baixa de 1,03% aos 4.641 pontos.

(Fonte:Investing.com)

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Publicado por

Douglas Dantas

Gerente Mesa de Operações e Executivo Financeiro com ampla experiência em todos os aspectos do comercio exterior e câmbio. Experiência direta em intermediações de operações bancárias e rotina de mesa de operações. Gerenciamento de tesouraria cambial, conta corrente moeda estrangeira, atendimento a clientes finais. Expertise em SPB e SWIFT system.

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